<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="https://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="https://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="https://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="https://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="https://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="https://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Câncer de mama - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
	<atom:link href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/categorias/doencas-da-mama/cancer-de-mama/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Mastologista em São Paulo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 Apr 2026 12:08:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/cropped-favicon2-32x32.png</url>
	<title>Câncer de mama - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Estudo mostra como linfomas em implantes de mama são mais frequentes em mulheres com mutação nos genes BRCA utilizando próteses texturizadas</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=linfomas-em-implantes-de-mama</link>
					<comments>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 12:17:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[BIA-ALCL]]></category>
		<category><![CDATA[brca]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma anaplásico de células grandes]]></category>
		<category><![CDATA[próteses texturizadas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mastologistaemsaopaulo.com.br/?p=20416</guid>

					<description><![CDATA[<p>A segurança das próteses mamárias é um tema que desperta atenção constante entre mulheres em diferentes circunstâncias. Nesse contexto, uma nova pesquisa trouxe informações adicionais sobre a relação entre alterações genéticas específicas e o risco de desenvolver linfomas em implantes de mama. O estudo, publicado em setembro de 2025 na revista científica Blood Advances,examinou como mutações nos genes BRCA1 e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/">Estudo mostra como linfomas em implantes de mama são mais frequentes em mulheres com mutação nos genes BRCA utilizando próteses texturizadas</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
<p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/">Estudo mostra como linfomas em implantes de mama são mais frequentes em mulheres com mutação nos genes BRCA utilizando próteses texturizadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segurança das próteses mamárias é um tema que desperta atenção constante entre mulheres em diferentes circunstâncias. Nesse contexto, <strong>uma nova pesquisa trouxe informações adicionais sobre a relação entre alterações genéticas específicas e o risco de desenvolver linfomas em implantes de mama.</strong></p>



<p>O estudo, publicado em <a href="https://ashpublications.org/bloodadvances/article/9/17/4436/537761/BRCA1-2-impact-on-the-development-of-implant" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>setembro de 2025 na revista científica </u></a><a href="https://ashpublications.org/bloodadvances/article/9/17/4436/537761/BRCA1-2-impact-on-the-development-of-implant"><em><u>Blood Advances,</u></em></a><a href="https://ashpublications.org/bloodadvances/article/9/17/4436/537761/BRCA1-2-impact-on-the-development-of-implant"></a>examinou como <strong>mutações nos genes BRCA1 e BRCA2</strong> podem influenciar o aparecimento de <strong>um linfoma anaplásico de células grandes, uma forma de complicação rara, porém importante.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que é o linfoma anaplásico de células grandes associado a implantes mamários (BIA-ALCL)?</h2>



<p>Antes de compreender os achados do estudo, vale a pena repassar alguns detalhes do que define essa alteração.</p>



<p>Na prática, o chamado <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-de-celulas-grandes-e-silicone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>linfoma anaplásico de células grandes associado a implantes mamários </u></a>(conhecido pela sigla BIA-ALCL, derivada do seu nome em inglês) é um <strong>tipo raro de câncer do sistema imunológico</strong> que pode se desenvolver em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-mamaria-com-proteses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mulheres com próteses de silicone.</u></a></p>



<p>Essa disfunção atinge especialmente as células T, que se tornam anormais e crescem de forma descontrolada.</p>



<p>O organismo mantém essas células em alerta para identificar e combater ameaças externas. Todavia, em alguns casos, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/silicone-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>presença do implante feito de silicone</u></a> pode <strong>desencadear uma resposta inflamatória crônica que culmina no desenvolvimento do linfoma.</strong></p>



<p>As evidências científicas disponíveis indicam que essa complicação está relacionada principalmente aos implantes com superfície texturizada (ou rugosa). Esse tipo de prótese possui uma textura mais áspera, originalmente desenvolvida para reduzir a movimentação do implante dentro da mama e diminuir certos contratempos pós-operatórios.</p>



<p>No entanto, a <strong>superfície texturizada parece funcionar como um gatilho</strong> que estimula uma <strong>reação inflamatória persistente no organismo</strong>, favorecendo alterações celulares que podem levar ao linfoma.</p>



<p>Os sintomas mais comuns da condição, que geralmente aparecem anos após a colocação do objeto, frequentemente envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>inchaço da mama;</li>



<li>dor.;</li>



<li>presença de nódulos nas próprias mamas ou nas axilas;</li>



<li>mudanças no formato da mama, causando assimetrias;</li>



<li>coleção de fluidos (seromas) ao redor da prótese.</li>
</ul>



<p>Embora seja uma condição rara, o BIA-ALCL requer atenção. <strong>Quando diagnosticado precocemente, há boas perspectivas para os resultados do tratamento</strong>,que geralmente consiste na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/explante-silicone-antes-e-depois/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>remoção completa do implante </u></a>e da cápsula de tecido ao redor, como reforçam as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-associado-a-implantes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>diretrizes mais atualizadas sobre o tema.</u></a></p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-silicone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Como funciona uma cirurgia para a remoção de próteses de silicone?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> De que forma os linfomas em implantes de mama estão conectados a alterações nos genes BRCA?</h2>



<p>Os <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">genes BRCA1 e BRCA2</a> são conhecidos por seu papel no aumento do risco de câncer de mama e ovário. Esses genes são responsáveis pelo reparo de danos no DNA das células.</p>



<p>Quando há mutações (herdadas de mãe ou pai) nesses genes, a capacidade de reparação fica comprometida, aumentando a probabilidade de desenvolvimento da enfermidade.</p>



<p>Em resumo, a <strong>pesquisa de meados de 2025 indica que mulheres portadoras de mutações nos genes BRCA1 ou BRCA2 apresentam risco maior de desenvolver BIA-ALCL</strong> quando utilizam implantes mamários, especialmente os texturizados.</p>



<p>Para chegar a essa conclusão, <strong>os autores do estudo reuniram dados de 3.500 mulheres que haviam sido submetidas a uma reconstrução mamária com próteses texturizadas</strong>. Elas fizeram isso depois de uma mastectomia conduzida como parte do tratamento de um câncer de mama.</p>



<p>Dentro desse grupo, 520 pacientes também tiveram os resultados de testes genéticos analisados, em busca de alterações capazes de aumentar a predisposição a um câncer. No fim, foi possível constatar que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>entre as 3.500 mulheres com implantes texturizados, 11 tiveram casos de BIA-ALCL;</li>



<li>no recorte de 520 mulheres que passaram por testes genéticos, 43 apresentavam mutações nos genes BRCA e sete desenvolveram um BIA-ALCL dentro de um período de acompanhamento médio de 11,5 anos;</li>



<li>em paralelo, considerando toda a amostra, foi possível comparar 13 mulheres com implantes e BIA-ALCL a um grupo controle de 39 mulheres com implantes, mas sem BIA-ALCL.</li>
</ul>



<p>A partir disso, <strong>os autores do artigo puderam constatar que mulheres com mutação no gene BRCA apresentaram uma probabilidade ajustada por idade 16 vezes maior de desenvolver o linfoma</strong> do que mulheres sem a mutação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Quais são as implicações práticas desses resultados para a saúde das mulheres?</h2>



<p>É importante ressaltar que, mesmo nesse grupo de maior risco, o BIA-ALCL continua sendo uma complicação rara.</p>



<p>Além disso, o estudo conta com amostras pequenas, o que pode afetar a confiança nos achados. Contudo, a identificação dessa conexão talvez seja um primeiro passo para orientar decisões médicas mais assertivas.</p>



<p>Para mulheres com mutações nos genes BRCA1 ou BRCA2 que planejam realizar reconstrução mamária após mastectomia ou cirurgia estética com implantes, <strong>os resultados reforçam a importância de discutir alternativas com seus médicos.</strong></p>



<p>Opções como implantes de superfície lisa (que não apresentam o mesmo risco aumentado) ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-mamaria-retalhos-miocutaneos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>técnicas de reconstrução autóloga </u></a>(usando o próprio tecido da paciente) devem entrar na lista de considerações.</p>



<p>Outro ponto relevante é o acompanhamento médico. <strong>Mulheres portadoras dessas mutações genéticas que já possuem implantes texturizados devem manter vigilância redobrada</strong>, com consultas regulares e atenção especial a qualquer alteração nas mamas.</p>



<p>Para profissionais de saúde, <strong>os resultados destacam a importância de uma avaliação completa e individualizada</strong>. O histórico genético deve fazer parte da discussão sobre riscos e benefícios dos diferentes tipos de implantes mamários disponíveis.</p>



<p>Em resumo, embora os linfomas em implantes de mama continuem sendo uma complicação rara, o conhecimento sobre fatores de risco genéticos permite decisões mais informadas e acompanhamento adequado, sempre com o objetivo de garantir a segurança e o bem-estar das pacientes.</p>



<p>Aproveite agora e entenda o que é e o que pode explicar a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/doenca-silicone/"></a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/doenca-silicone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>doença do silicone</u></a>, diagnóstico ainda envolto em muitas dúvidas.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/">Estudo mostra como linfomas em implantes de mama são mais frequentes em mulheres com mutação nos genes BRCA utilizando próteses texturizadas</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/">Estudo mostra como linfomas em implantes de mama são mais frequentes em mulheres com mutação nos genes BRCA utilizando próteses texturizadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba mais sobre os desafios no diagnóstico de um câncer de mama lobular</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-lobular/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cancer-de-mama-lobular</link>
					<comments>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-lobular/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma ductal]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma lobular invasivo]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[ressonância magnética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mastologistaemsaopaulo.com.br/?p=20393</guid>

					<description><![CDATA[<p>Embora o câncer de mama seja o mais comum entre as mulheres (excluindo o câncer de pele não melanoma, segundo oInstituto Nacional do Câncer), vale sempre ressaltar que nem todos os casos da doença são iguais. Assim, o chamado câncer de mama lobular é um exemplo de quadro que apresenta desafios diagnósticos específicos que o diferenciam de outras manifestações da [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-lobular/">Saiba mais sobre os desafios no diagnóstico de um câncer de mama lobular</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
<p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-lobular/">Saiba mais sobre os desafios no diagnóstico de um câncer de mama lobular</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora o <strong>câncer de mama seja o mais comum entre as mulheres</strong> (excluindo o câncer de pele não melanoma, segundo o<a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-de-mama/dados-e-numeros/incidencia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer</u></a>), vale sempre ressaltar que <strong>nem todos os casos da doença são iguais.</strong> Assim, o chamado câncer de mama lobular é um exemplo de quadro que apresenta desafios diagnósticos específicos que o diferenciam de outras manifestações da doença.</p>



<p>Seja como for, a compreensão de suas características é fundamental para garantir um diagnóstico preciso e um tratamento adequado, ampliando as chances de sucesso na recuperação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Quais as características de um câncer de mama lobular?</h2>



<p>Na prática, ao <strong>contrário do carcinoma ductal (o tipo mais comum), o câncer de mama lobular (ou carcinoma, como é chamado pelos médicos) tem origem nos lóbulos mamários</strong>. Estas são as glândulas responsáveis pela produção do leite materno durante a lactação.</p>



<p>A denominação &#8220;invasivo&#8221; aparece na classificação caracterizando o câncer de mama lobular que avança e se infiltra nos tecidos adjacentes à medida que a doença prolifera.</p>



<p>De acordo com dados de publicação do periódico <a href="https://www.frontiersin.org/journals/oncology/articles/10.3389/fonc.2020.591399/full" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Frontiers in Oncology</u></em></a>, os casos <strong>de carcinomas lobulares representam cerca de 15% de todos os casos de câncer de mama.</strong></p>



<p>Uma particularidade importante dessa condição é que ela costuma afetar mulheres em idades mais avançadas em comparação ao carcinoma ductal. Desse modo, geralmente pacientes na pós-menopausa são as mais afetadas.</p>



<p>Do ponto de vista fisiológico, <strong>a característica microscópica mais marcante desse tumor é o padrão de crescimento das células cancerígenas.</strong> Em vez de formar uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>massa compacta,</u></a> as células do carcinoma lobular tendem a se infiltrar no tecido de forma linear.</p>



<p>Isso ocorre devido à ausência de uma proteína chamada e-caderina. Sua função é justamente unir uma célula a outra, deixando o tecido coeso e íntegro.</p>



<p>Em outras palavras, <strong>é menos comum que ele forme uma massa palpável ou um nódulo, sobretudo nos estágios iniciais.</strong> Com isso, o tumor pode crescer de maneira silenciosa, sem despertar sinais evidentes de alarme.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-oculto-da-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>As principais características de um carcinoma oculto da mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que faz o diagnóstico desse tipo de câncer mais complexo?</h2>



<p>As <strong>características biológicas do carcinoma lobular invasivo acabam transformando seu diagnóstico em algo relativamente desafiador</strong>. O padrão de crescimento frequentemente faz com que ele passe despercebido em alguns dos métodos de detecção mais utilizados.</p>



<p>É o que acontece com a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamografia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mamografia</u></a>, na qual muitas vezes o crescimento difuso do tumor acaba sendo mascarado pelo tecido mamário, principalmente em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mama-densa-perigoso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mamas mais densas.</u></a></p>



<p>Além disso, a ultrassonografia mamária, embora útil em diversos contextos, também tem suas limitações diante desse tipo de câncer. O tumor pode se apresentar por meio de alterações sutis que dificultam diferenciá-lo de lesões benignas.</p>



<p>Com isso, tumores lobulares tendem a ser diagnosticados em tamanhos maiores do que os carcinomas ductais. Essa detecção tardia pode ter implicações importantes no planejamento do tratamento, já que tumores maiores podem exigir abordagens mais complexas.</p>



<p>O atraso no diagnóstico ainda pode dificultar a identificação de novos focos da doença ou de tumores contralaterais (na outra mama). Tais condições são ligeiramente mais comuns nos carcinomas lobulares invasivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Qual o papel da ressonância magnética nesse processo?</h2>



<p>Diante das limitações dos métodos convencionais, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ressonância magnética </u></a>surge como uma ferramenta valiosa no diagnóstico e no estadiamento do carcinoma lobular invasivo.</p>



<p>De modo resumido, o exame utiliza ondas magnéticas e contraste à base de gadolínio para gerar imagens detalhadas que revelam modificações típicas de tumores malignos quando estão presentes.</p>



<p>Uma revisão sobre o tema publicada no <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10549-007-9528-5" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Breast Cancer Research and Treatment</u></em></a> apontou que a <strong>ressonância magnética tem sensibilidade superior a 93% para detectar carcinoma lobular invasivo.</strong></p>



<p>Além disso, a <strong>técnica detecta lesões adicionais em 32% dos casos no mesmo lado e em 7% no lado oposto, o que leva a modificações no plano cirúrgico em 28% das pacientes</strong>. Portanto, ela fornece informações adicionais importantes que não são obtidas pelos métodos convencionais.</p>



<p>Nesse mesmo contexto, um artigo de 2021 do <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8139612/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Journal of Breast Imaging</u></em></a> <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8139612/"></a>ressalta que, além do diagnóstico, a ressonância pré-operatória descreve melhor a extensão do tumor nessas circunstâncias e pode impactar na decisão da abordagem cirúrgica.</p>



<p>No entanto, é importante reconhecer que o uso da ressonância magnética também tem limitações. Acima de tudo, nem todas as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/"><u>lesões suspeitas identificadas </u></a><u><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">s</a></u><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/"><u>ão efetivamente um câncer. </u></a>Além disso, o alto custo e a disponibilidade limitada eventualmente restringem seu uso como método de rastreamento amplo e rotineiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Quais as perspectivas de tratamento e prognóstico de um câncer de mama lobular?</h2>



<p>O <strong>tratamento do carcinoma lobular invasivo segue os mesmos princípios gerais do tratamento do câncer de mama</strong>. Logo, ele envolve recursos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>cirurgia;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>radioterapia;</u></a></li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>quimioterapia;</u></a></li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>hormonioterapia.</u></a></li>
</ul>



<p>Dependendo da extensão da doença e das características do tumor, pode-se optar por <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cirurgia conservadora (com retirada apenas do tumor e margens de segurança) ou uma mastectomia </u></a>(remoção total da mama).</p>



<p>A radioterapia complementar após a cirurgia atua reduzindo o risco de recidiva local. Já a quimioterapia e a hormonioterapia são indicadas conforme características do tumor, como perfil <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>imuno-histopatológico</u></a>, presença de receptores hormonais e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>status do HER2.</u></a></p>



<p>Cabe mencionar que o carcinoma lobular invasivo tende a ser positivo para receptores hormonais (estrogênio e progesterona) com maior frequência do que ocorre no carcinoma ductal, o que torna a hormonioterapia uma opção terapêutica particularmente relevante nesses casos.</p>



<p>Dessa forma, <strong>quando diagnosticado e tratado adequadamente, o carcinoma lobular invasivo apresenta taxas de sobrevida equivalentes às do carcinoma ductal </strong>em estágios similares.</p>



<p>Para reforçar isso, <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8139612/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">um estudo de 2021 publicado na revista<em> The Breast</em></a> analisou um grupo de 17 mil mulheres ao longo de duas décadas. A sobrevida global das pacientes com carcinoma lobular foi comparável ou até melhor do que aquelas com carcinoma ductal em certos contextos (como nos primeiros anos após o diagnóstico).</p>



<p>Contudo, <strong>o primeiro tipo pode apresentar padrões diferentes de recorrência e metástase</strong>, o que reforça a necessidade de acompanhamento específico ao longo do tempo.</p>



<p>De todo modo, a conscientização sobre as particularidades do câncer de mama lobular reforça a importância de consultas regulares com o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mastologista</u></a>. As visitas periódicas permitem traçar um plano de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rastreamento personalizado,</a> <strong>otimizando as chances de detecção precoce</strong> mesmo diante dos desafios diagnósticos desse cenário.</p>



<p>Depois de saber mais sobre os carcinomas lobulares,<a href="https://www.thebreastonline.com/article/S0960-9776(21)00420-3/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>confira agora detalhes dos carcinomas ductais.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-lobular/">Saiba mais sobre os desafios no diagnóstico de um câncer de mama lobular</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-lobular/">Saiba mais sobre os desafios no diagnóstico de um câncer de mama lobular</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-lobular/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câncer de mama em homens continua raro, mas vem aumentando no mundo todo</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cancer-de-mama-em-homens-2</link>
					<comments>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama masculino]]></category>
		<category><![CDATA[câncer em homens]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[tipos de câncer de mama]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mastologistaemsaopaulo.com.br/?p=20366</guid>

					<description><![CDATA[<p>Embora seja mais comum em mulheres, o câncer de mama também pode ocorrer no público masculino. A incidência de casos de tumores mamários nesse grupo, por sinal, vem crescendo nos últimos anos. De acordo com estudo publicado neste ano, na revista Clinical Breast Cancer, o número de casos de câncer de mama em homens mais que dobrou entre 1990 e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens-2/">Câncer de mama em homens continua raro, mas vem aumentando no mundo todo</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
<p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens-2/">Câncer de mama em homens continua raro, mas vem aumentando no mundo todo</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora seja mais comum em mulheres, <strong>o câncer de mama também pode ocorrer no público masculino</strong>. A incidência de casos de tumores mamários nesse grupo, por sinal, vem crescendo nos últimos anos.</p>



<p><br>De acordo com estudo publicado neste ano, na revista Clinical Breast Cancer, o número de <strong>casos de câncer de mama em homens mais que dobr</strong><strong>ou</strong><strong> entre 1990 e 2021</strong>.</p>



<p>Os dados acendem um alerta para a importância do diagnóstico precoce e da conscientização sobre a condição que, apesar de rara, pode ter sérias consequências se não for tratada a tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxas de incidência e mortalidade por câncer de mama em homens ao longo do tempo</h2>



<p>Para realizar a pesquisa, os autores utilizaram dados do <em>Global Burden of Disease</em> — banco internacional que reúne informações sobre 371 condições de saúde em mais de 200 países.</p>



<p><br>A análise dos dados revela um <strong>crescimento expressivo no número de diagnósticos de câncer de mama em homens cuja idade varia entre 15 a 64 anos.</strong></p>



<p>Em 2021, por exemplo, foram <strong>20.750 casos de câncer de mama masculino</strong> — um aumento de <strong>272% em relação a 1990</strong>.</p>



<p>Nesse período, a taxa de incidência padronizada por idade passou de 0,40 para 0,77 (por 100 mil homens); a taxa de mortalidade, em contrapartida, subiu de 0,18 para 0,22 (por 100 mil homens).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>O que explica o aumento do câncer de mama em homens</h3>



<p>Segundo os autores do estudo, o <strong>envelhecimento da população e o aumento dos fatores de risco modificáveis</strong> ajudam a explicar essas tendências.</p>



<p>Entre os homens diagnosticados com câncer de mama, o <strong>consumo excessivo de carne vermelha foi o principal hábito associado ao risco de morte pela doença</strong>, seguido pela <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u>ingestão de álcool</u></a> e pela exposição ao fumo passivo.</p>



<p>Nesse sentido, os dados mostram a importância de ampliar a conscientização e a prevenção — incluindo <strong>mudanças no estilo de vida </strong>— para reduzir o risco de desenvolvimento do câncer de mama em homens, ressalta artigo sobre a pesquisa, publicado no <a href="https://www.breastcancer.org/news/male-breast-cancer-cases-increase" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>portal do Breast Cancer</u></a>.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-no-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>O impacto do câncer de mama no Brasil</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O câncer de mama em homens no Brasil</h2>



<p>O câncer de mama ocorre quando há uma multiplicação desordenada de células anormais no tecido mamário, formando um tumor que pode invadir estruturas próximas e, em alguns casos, se espalhar para outros órgãos (<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>metástases</u></a>).</p>



<p>Embora o tecido mamário em homens seja menor do que em mulheres, o câncer na população masculina deve ser considerado sério tanto quanto o diagnosticado na feminina.</p>



<p>Atualmente, a doença <strong>representa cerca de 1% de todos os casos no Brasil</strong>, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Embora raro, <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/outubro/brasil-registrou-207-obitos-de-homens-por-cancer-de-mama-em-2020" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>o país registrou 207 óbitos de homens em decorrência da doença</u></a> em 2020 (ano mais recente com dados sobre a doença).</p>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, a probabilidade de desenvolver câncer de mama cresce diante de condições que desequilibram os hormônios ou causam danos às células, facilitando o aparecimento de tumores.</p>



<p>O histórico familiar também eleva o risco, mesmo quando há registros apenas entre mulheres da família.</p>



<p>Dessa forma, entre os principais fatores estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>alterações genéticas (como </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>mutação no gene BRCA2</strong></u></a><strong>)</strong>;</li>



<li><strong>obesidade</strong>, que eleva os níveis de estrogênio;</li>



<li><strong>consumo excessivo de álcool</strong>;</li>



<li><strong>doenças hepáticas crônicas</strong>;</li>



<li><strong>síndrome de Klinefelter</strong> (condição genética caracterizada pela presença de um cromossomo X extra, o que aumenta o estrogênio no organismo);</li>



<li><strong>radioterapia prévia</strong> na região do tórax.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Principais tipos de câncer de mama masculino</h2>



<p>Os tipos mais frequentes de tumores mamários em homens são semelhantes aos observados em mulheres, apontam o Ministério da Saúde e o INCA. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-ductal-invasivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>Carcinoma Ductal Invasivo</strong></u></a><strong>:</strong> mais comum, responsável por cerca de 80% dos casos. Inicia-se na parede dos ductos mamários e pode avançar para o tecido glandular da mama.</li>



<li><strong>Carcinoma Ductal In Situ:</strong> tem origem nos ductos mamários, mas permanece restrito à região, sem se espalhar para outras estruturas;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-doenca-paget/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>Doença de Paget</strong></u></a><strong>:</strong> também se desenvolve, em um primeiro momento, nos ductos e acomete os mamilos, causando lesões, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/coceira-nas-mamas-o-que-pode-ser/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>coceira</u></a> e sangramentos.</li>
</ul>



<p>Da mesma forma, os sintomas também são muito similares em homens e mulheres, incluindo <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>nódulos palpáveis</u></a> na região mamária, alterações na textura da pele, mudanças na cor ou no aspecto do mamilo, além de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/"><u>secreção</u></a> ou sangramentos espontâneos.</p>



<p>Os protocolos de manejos clínicos são os mesmos utilizados para mulheres, podendo envolver cirurgias ou outras abordagens oncológicas (como <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>quimioterapia</u></a> e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>radioterapia</u></a>).</p>



<p>Entretanto, como muitos homens não costumam observar a região com atenção ou associar os sinais descritos com doença, <strong>o diagnóstico do câncer de mama neles costuma acontecer em estágios avançados</strong> — o que pode dificultar o tratamento.</p>



<p id="leia">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Câncer de Mama em Homens</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a atenção e a prevenção salvam vidas</h2>



<p>O estudo publicado na <em>Clinical Breast Cancer</em> reforça que o aumento dos casos de câncer de mama em homens é uma tendência mundial, merecendo atenção da comunidade médica e da população.</p>



<p>Por ser considerado raro na população masculina, o câncer de mama é considerado por muitos homens como uma preocupação exclusivamente feminina. Consequentemente, <strong>medidas de prevenção são ignoradas por esse grupo, assim como os sintomas</strong>.</p>



<p>Por isso, é fundamental ampliar a conscientização sobre o tema e reforçar que o câncer de mama também exige atenção dos homens. Além disso, pequenas atitudes podem fazer a diferença. Entre elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>manter hábitos saudáveis</strong>, com <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentos-ajudam-na-prevencao-ao-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>alimentação equilibrada</u></a> e prática regular de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>atividade física</u></a>;</li>



<li><strong>evitar o consumo excessivo de álcool e carne vermelha</strong>;</li>



<li><strong>parar de fumar</strong> e reduzir a exposição ao fumo passivo;</li>



<li><strong>observar alterações no corpo</strong>, especialmente na região das mamas e mamilos;</li>



<li><strong>realizar check-ups de saúde periodicamente e buscar avaliação médica</strong> ao notar qualquer alteração relevante.</li>
</ul>



<p>Quanto antes o câncer de mama em homens for identificado e tratado, <strong>maiores são as chances de recuperação completa.</strong></p>



<p>Aproveite e saiba mais sobre a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>recorrência do câncer de mama: quais os riscos e como evitar?</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens-2/">Câncer de mama em homens continua raro, mas vem aumentando no mundo todo</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens-2/">Câncer de mama em homens continua raro, mas vem aumentando no mundo todo</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Confira as atualizações em torno dos casos de linfoma anaplásico associado a implantes</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-associado-a-implantes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=linfoma-anaplasico-associado-a-implantes</link>
					<comments>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-associado-a-implantes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mastologistaemsaopaulo.com.br/?p=20297</guid>

					<description><![CDATA[<p>O uso de próteses de silicone para fins estéticos ou reconstrutivos é algo relativamente comum. No entanto, muitas mulheres têm dúvidas e preocupações sobre possíveis riscos relacionados a esses dispositivos. Parte dessa inquietação vem dos relatos de casos de linfoma anaplásico associado a implantes. Por isso, neste texto, vamos repassar algumas das informações mais recentes sobre o tema. Elas têm [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-associado-a-implantes/">Confira as atualizações em torno dos casos de linfoma anaplásico associado a implantes</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
<p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-associado-a-implantes/">Confira as atualizações em torno dos casos de linfoma anaplásico associado a implantes</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de próteses de silicone para fins estéticos ou reconstrutivos é algo relativamente comum. No entanto, <strong>muitas mulheres têm dúvidas e preocupações sobre possíveis riscos relacionados a esses dispositivos.</strong> Parte dessa inquietação vem dos relatos de casos de linfoma anaplásico associado a implantes.</p>



<p>Por isso, neste texto, vamos repassar algumas das informações mais recentes sobre o tema. <strong>Elas têm como base o consenso da Sociedade Norte-Americana de Cirurgiões Plásticos</strong>, cujos especialistas se debruçaram sobre o assunto. O material foi publicado em setembro de 2024 na revista científica <a href="https://journals.lww.com/plasreconsurg/fulltext/2024/09000/american_association_of_plastic_surgeons_consensus.2.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Plastic &amp; Reconstructive Surgery.</u></em></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que são linfomas anaplásicos?</h2>



<p>Antes de tudo, vale repassar o que esse tipo de alteração significa. Na prática, ela é uma neoplasia em que células do sistema imune (em especial as células T) tornam-se anormais e crescem descontroladamente.</p>



<p>De modo geral, as células T ficam a postos e despertam uma resposta imunológica sempre que identificam algum agente externo capaz de ameaçar o organismo humano. <strong>O</strong> <strong>material que compõe as próteses pode ser um desses gatilhos</strong>.</p>



<p>Por isso, os especialistas mencionam a possibilidade específica do desenvolvimento do chamado <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-de-celulas-grandes-e-silicone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>linfoma anaplásico </u></a>associado a implantes. Ele é conhecido também pela sigla em inglês BIA-ALCL, que significa <em>Breast Implant-Associated Anaplastic Large-Cell Lymphoma.</em></p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/doenca-silicone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>O que é, quais os sintomas e o que pode explicar a doença do silicone?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> De que forma essa alteração está associada à presença de implantes de silicone?</h2>



<p>O mecanismo exato que leva ao desenvolvimento do linfoma ainda não está totalmente esclarecido. No entanto, <strong>muitas das evidências disponíveis apontam que ele está relacionado principalmente às superfícies texturizadas (ou rugosas)</strong> de alguns dos implantes de silicone disponíveis no mercado.</p>



<p>De modo bastante resumido, essa superfície texturizada tende a ser mais áspera, pensada para diminuir a movimentação do implante dentro da mama e reduzir algumas complicações (como deslocamentos das <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-mamaria-com-proteses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>próteses</u></a>).</p>



<p>Porém, <strong>essa textura parece funcionar como um agente que pode causar uma resposta inflamatória crônica no organismo</strong>, estimulando alterações celulares que podem culminar no linfoma.</p>



<p>Somente em 2011 esse tipo de conexão foi mencionado por uma autoridade de saúde pela primeira vez. Naquele ano, o<a href="https://www.fda.gov/medical-devices/breast-implants/medical-device-reports-breast-implant-associated-anaplastic-large-cell-lymphoma" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> FDA (Food and Drug Administration, o equivalente à Anvisa no Brasil) alertou médicos e pacientes sobre o eventual vínculo.</u></a></p>



<p>A <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2019/atualizadas-informacoes-sobre-proteses-mamarias">própria Anvisa</a> já emitiu alerta similar, mesmo destacando na época que não identificou relação comprovada entre a colocação do silicone e o aparecimento do linfoma. A instituição tem a autoridade para retirar do mercado os itens que não atendam os parâmetros de segurança, como já aconteceu em algumas circunstâncias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que a atualização da Sociedade Norte-Americana de Cirurgiões Plásticos recomenda?</h2>



<p>De acordo com a <a href="https://www-plasticsurgery-org.translate.goog/patient-safety/breast-implant-safety/bia-alcl-summary/patient-advisory?_x_tr_sl=en&amp;_x_tr_tl=pt&amp;_x_tr_hl=pt&amp;_x_tr_pto=wa" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Norte-Americana de Cirurgiões Plásticos</u></a>, a doença normalmente aparece tempos depois da colocação do implante, com um <strong>intervalo médio de surgimento de cerca de oito ou nove anos.</strong></p>



<p>No consenso sobre o tema publicado pela entidade<strong>, há o registro de 1.687 casos de linfomas anaplásicos associados a implantes em todo o mundo, até abril de 2024</strong>. Desse total, 59 tiveram como desfecho o óbito das pacientes.</p>



<p>Como referência, em apenas um ano foram registrados mais de 2,3 milhões de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/silicone-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>casos de câncer de </u></a>mama entre mulheres ao redor do planeta, com base nos dados da <a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/breast-cancer" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Mundial de Saúde.</u></a></p>



<p>Seja como for, o consenso da Sociedade Norte-Americana de Cirurgiões Plásticos traz algumas atualizações para a prevenção e o acompanhamento de um linfoma anaplásico associado a implantes. Os pontos principais sobre o tema estão nos tópicos abaixo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> A utilização de implantes macrotexturizados deve ser descontinuada</h3>



<p>Devido ao risco elevado, <strong>o uso dos implantes com a superfície macrotexturizada deve ser evitado</strong>. No sentido oposto, implantes lisos não apresentam esse risco aumentado, por isso sua utilização contínua não está desencorajada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Mulheres com implantes texturizados devem ser informadas e acompanhadas</h3>



<p><strong>Pacientes que possuem implantes com superfície texturizada devem receber informações claras sobre o risco</strong>, ainda que pequeno, de desenvolver o linfoma.</p>



<p>Por consequência, é fundamental manter o acompanhamento médico regular e buscar atendimento imediato se houver qualquer alteração nas mamas, como inchaço, dor, presença de nódulos ou mudança no formato da mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Diagnóstico precoce faz diferença no tratamento</h3>



<p>O <strong>linfoma associado a implantes geralmente apresenta bons resultados quando diagnosticado precocemente.</strong></p>



<p>A principal abordagem de tratamento consiste na remoção do implante juntamente com a cápsula de tecido ao redor (a chamada capsulectomia total). Na maioria dos casos, isso permite uma recuperação apropriada. Adicionalmente, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>radioterapia</u></a> e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>quimioterapia </u></a>podem ser adicionadas ao esquema terapêutico.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Retirada profilática da prótese pode ser considerada em casos selecionados</h3>



<p>A<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-silicone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> remoção preventiva dos implantes texturizados</u></a> <strong>pode ser uma opção para algumas mulheres</strong>, especialmente entre aquelas com implantes macrotexturizados ou que demonstrem uma preocupação elevada com a questão.</p>



<p>A decisão deve ser feita após avaliação detalhada entre médico e paciente, levando em conta os <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cuidados-pos-cirurgia-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>riscos associados ao procedimento cirúrgico</u></a>, os benefícios e as expectativas pessoais quanto ao resultado estético obtido.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Recomendações adicionais para pacientes diagnosticados</h3>



<p>Para mulheres que tenham sido diagnosticadas com linfoma anaplásico associado a implantes, <strong>recomenda-se a remoção do implante do outro seio para prevenir doença bilateral</strong>, uma vez que a vulnerabilidade já foi identificada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Monitoramento por imagem para mulheres com implantes de silicone</h3>



<p>Ainda não foram estabelecidas diretrizes de rastreamento específicas, mas depois da colocação de implantes de silicone, especialmente texturizados, recomenda-se o exame por <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ultrassom</u></a> ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ressonância magnética</u></a> <strong>a partir dos cinco anos após a cirurgia, repetindo-os a cada dois ou três anos conforme indicação médica.</strong></p>



<p>Em resumo, as orientações publicadas no consenso são relevantes para mulheres que já possuem ou pretendem colocar implantes de silicone. Com isso, as recomendações fortalecem o cuidado e a segurança da intervenção.</p>



<p>Além disso, <strong>o documento pode servir como base para que médicos e pacientes discutam os riscos de linfoma anaplásico</strong> associado a implantes e adotem as medidas necessárias para mitigá-lo. Ainda que essa seja uma condição rara, o acompanhamento adequado sempre faz diferença.</p>



<p>Entenda agora<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/explante-silicone-antes-e-depois/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> o que esperar antes e depois da cirurgia de remoção das próteses de silicone.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-associado-a-implantes/">Confira as atualizações em torno dos casos de linfoma anaplásico associado a implantes</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-associado-a-implantes/">Confira as atualizações em torno dos casos de linfoma anaplásico associado a implantes</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-associado-a-implantes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As principais características de um carcinoma oculto da mama</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-oculto-da-mama/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=carcinoma-oculto-da-mama</link>
					<comments>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-oculto-da-mama/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[biópsia dos linfonodos]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma]]></category>
		<category><![CDATA[linfonodo axilar]]></category>
		<category><![CDATA[linfonodos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mastologistaemsaopaulo.com.br/?p=19983</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando se pensa em um câncer mamário, a primeira ideia que normalmente vem à mente é a de um nódulo palpável em um dos seios. No entanto, o chamado carcinoma oculto da mama subverte essa lógica. Na prática, esse tipo de condição se manifesta principalmente pela proliferação de células cancerígenas nos linfonodos axilares, enquanto o tecido da mama permanece ileso, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-oculto-da-mama/">As principais características de um carcinoma oculto da mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
<p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-oculto-da-mama/">As principais características de um carcinoma oculto da mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se pensa em um câncer mamário, a primeira ideia que normalmente vem à mente é a de um nódulo palpável em um dos seios. <strong>No entanto, o chamado carcinoma oculto da mama subverte essa lógica.</strong></p>



<p>Na prática, esse tipo de condição se manifesta principalmente pela proliferação de células cancerígenas nos linfonodos axilares, enquanto o tecido da mama permanece ileso, ao menos nos exames de imagem convencionais.</p>



<p>Embora bastante raro, a atenção necessária diante dessa suspeita pode acelerar o diagnóstico e garantir um tratamento mais efetivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Por que os carcinomas ocultos têm esse nome?</h2>



<p>A maioria dos carcinomas mamários fica localizada nos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-ductal-invasivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ductos </u></a>ou nos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>lóbulos</u></a>. Eles se formam a partir da proliferação irregular de determinados tipos de células que compõem tecidos específicos do organismo. Dessas localidades, podem ainda se espalhar para outras partes do corpo conforme a doença evolui.</p>



<p>Em resumo, os ductos são as estruturas responsáveis por conduzir o leite materno até o exterior da mama. Enquanto isso, os lóbulos são as glândulas responsáveis pela produção do líquido.</p>



<p>Seja como for, na maioria dos casos essas alterações geram algum tipo de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>lesão na mama</u></a>. Elas podem ser percebidas por meio de nódulos palpáveis ou identificadas em exames de rotina, antes mesmo de manifestar qualquer sintoma.</p>



<p>No entanto, os carcinomas ocultos da mama recebem esta denominação precisamente <strong>porque um tumor primário na mama não é detectável pelos métodos convencionais, </strong>como mamografia, ultrassonografia ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ressonância magnética.</u></a></p>



<p>Simplificando bastante,<strong> trata-se de um tumor que não é detectado por nenhum exame clínico ou radiológico convencional.</strong></p>



<p>A partir disso, <strong>as manifestações mais corriqueiras dessa categoria de tumor só aparecem no comprometimento dos chamados linfonodos axilares</strong> (estruturas do sistema linfático alojadas na axila, também chamadas de gânglios). Posteriormente, sua presença só pode ser determinada com análises laboratoriais específicas, como exames histopatológicos e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>imuno-histoquímicas.</u></a></p>



<p>Diversas fontes da literatura especializada sobre o tema apontam que somente <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3830668/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>entre 0,3% e 1% de todos os casos de câncer de mama</u></a> são classificados com essa denominação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os sintomas e o processo de diagnóstico desses carcinomas são diferentes?</h2>



<p>A compreensão em torno do que leva a essa manifestação oncológica ainda é bastante limitada. Entre as teorias que podem explicar o desenvolvimento de um câncer de mama oculto estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>tumores de tamanho tão reduzido</strong> que passam despercebidos pelos exames de imagem;</li>



<li><strong>circunstâncias em que o tumor primário apresenta uma regressão espontânea</strong> após a disseminação das células cancerígenas;</li>



<li><strong>formação de lesão maligna em local atípico</strong> (fora do tecido mamário, próximo à região da axila).</li>
</ul>



<p>Portanto, sem a lesão cancerígena no interior do tecido mamário, os possíveis sintomas capazes de sugerir a presença de um carcinoma oculto da mama também são diferentes.</p>



<p>O mais comum deles é a presença dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfonodos-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>linfonodos axilares inchados </u></a>(na forma das famosas ínguas). Ainda que tal processo seja relativamente comum e explicado quase sempre por infecções e inflamações, <strong>ele pode chamar a atenção para o problema quando se torna persistente e há um aumento progressivo dos gânglios.</strong></p>



<p>Eventualmente, as alterações nos linfonodos são notadas em exames de imagem periódicos (como mamografias ou ultrassons).</p>



<p><strong>Diante disso, a condição dos gânglios deve ser investigada com uma biópsia</strong>, na qual um fragmento do tecido da região é removido e enviado para a análise de um médico patologista.</p>



<p>Esse profissional consegue determinar se as células ali presentes têm características compatíveis com um câncer de mama.</p>



<p>Caso o resultado seja positivo, o médico responsável pelo acompanhamento pode sugerir a realização de exames de imagem nas mamas, incluindo <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mamografias, ressonâncias e ultrassons.</u></a> O objetivo é garantir que não há nenhum foco de tumor no tecido mamário, confirmando o diagnóstico de um carcinoma oculto da mama.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-cancer-de-mama-conheca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Conheça os tipos mais comuns de câncer de mama e entenda suas principais características</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os tratamentos disponíveis e as perspectivas de prognóstico?</h2>



<p>Geralmente, a principal abordagem para combater um carcinoma oculto da mama é a intervenção cirúrgica, embora isso varie conforme as características biológicas do tumor diagnosticado. Em boa parte dos casos, a cirurgia axilar <strong>é suficiente, dispensando qualquer tipo de intervenção na mama</strong>. Nessa técnica, os linfonodos da axila são removidos.</p>



<p>Como complemento, sessões de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>radioterapia </u></a>ou quimioterapia podem ser indicadas. O uso de tais recursos, a depender das circunstâncias, contribui para reduzir o risco de recorrências.</p>



<p>Intervenções adicionais (como hormonioterapia e terapias-alvo específicas) podem ser indicadas conforme determinados aspectos da doença (presença de receptores hormonais, status do HER2 etc.).</p>



<p>No geral, as<strong> perspectivas em torno de um carcinoma oculto da mama são parecidas com tumores convencionais </strong>identificados em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estágios similares</u></a>. O número reduzido de protocolos consolidados dada a raridade da manifestação talvez seja um obstáculo, mas o acompanhamento adequado pode superar essa limitação.</p>



<p>Antes de ir embora,<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-inflamatorio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> saiba mais também sobre sintomas de um câncer de mama inflamatório e descubra como funciona o tratamento desse tipo também raro de tumor.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-oculto-da-mama/">As principais características de um carcinoma oculto da mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-oculto-da-mama/">As principais características de um carcinoma oculto da mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-oculto-da-mama/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diagnóstico, tratamento e possíveis prognósticos de um carcinoma coloide de mama</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-coloide-mama/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=carcinoma-coloide-mama</link>
					<comments>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-coloide-mama/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama raro]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma invasivo]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma mucinoso]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mastologistaemsaopaulo.com.br/?p=18570</guid>

					<description><![CDATA[<p>Bem menos conhecido que outros tipos de tumores, um carcinoma coloide de mama (também chamado de carcinoma mucinoso) responde por cerca de 2% de todos as neoplasias nessa área do corpo. Dessa forma, ele é classificado como um tipo especial de tumor na mama. Na prática, isso significa que a evolução e a distribuição das células cancerígenas assumem uma aparência [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-coloide-mama/">Diagnóstico, tratamento e possíveis prognósticos de um carcinoma coloide de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
<p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-coloide-mama/">Diagnóstico, tratamento e possíveis prognósticos de um carcinoma coloide de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bem menos conhecido que outros tipos de tumores, um carcinoma coloide de mama (também chamado de carcinoma mucinoso) responde por <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK538334/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cerca de 2% de todos as neoplasias </u></a>nessa área do corpo.</p>



<p>Dessa forma, ele é classificado como um tipo especial de tumor na mama. Na prática, isso significa que a evolução e a distribuição das células cancerígenas assumem uma aparência diferente do que seria esperado em casos convencionais de câncer.</p>



<p>Assim, pode haver influência sobre a forma como a doença se manifesta ou aparece nos exames utilizados no processo de diagnóstico, conforme destacado nos tópicos abaixo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> A definição de um carcinoma coloide de mama</h2>



<p>Em linhas gerais, um carcinoma coloide da mama é um tipo raro de<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-ductal-invasivo/"><u> câncer de mama ductal invasivo.</u></a> Tal classificação compreende os tumores que se desenvolvem a partir dos ductos mamários (estruturas responsáveis pelo transporte do leite durante o período de amamentação) e se infiltram nos tecidos adjacentes à medida que a doença progride.</p>



<p>Contudo, do ponto de vista histológico (ou seja, quando se analisam as células que formam o tumor) <strong>um carcinoma coloide de mama tem como principal característica a presença de células envolvidas por uma substância chamada de mucina</strong>, o que explica o termo alternativo &#8220;carcinoma mucinoso&#8221;.</p>



<p>Em resumo, a mucina tem como principal função a formação do muco. Ele tem consistência pegajosa e recobre determinados tecidos epiteliais de diversas partes do corpo. Além disso, tal elemento também está presente na evolução de um tumor na mama. A partir disso, a doença pode ser classificada como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Carcinoma coloide de mama do tipo puro</strong>, em que o tumor é composto por mais de 90% de mucina.</li>



<li><strong>Carcinoma coloide de mama do tipo misto</strong>, em que há maior extensão de células tumorais não envoltas por mucina e, portanto, uma menor quantidade de mucina extracelular.</li>
</ul>



<p>Em geral, carcinomas coloides tendem a atingir com maior frequência mulheres já na pós-<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/"><u>menopausa.</u></a> A literatura médica sobre o assunto aponta que eles são ainda mais raros em pacientes abaixo dos 35 anos.</p>



<p>Como acontece com outros tumores, não há causa específica determinada para um câncer do tipo. Ele é resultado de uma interação complexa de fatores, que se acumulam ao longo da vida e elevam o risco de que a enfermidade se desenvolva.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os sintomas e métodos de diagnóstico desse tipo de tumor</h2>



<p>Em um primeiro momento o avanço desse tipo de tumor tende a ser silencioso. A progressão costuma ser lenta, mas a evolução do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u>nódulo </u></a>pode torná-lo perceptível ao toque em algum ponto do desenvolvimento.</p>



<p><strong>Logo, no momento do diagnóstico podem ser identificadas grandes nodulações devido a produção de mucina</strong>. Alterações no mamilo e na pele da mama também são notadas eventualmente.</p>



<p>A maioria das pacientes acaba tendo esse tumor identificado na avaliação clínica na forma de um nódulo palpável ou em mamografias de rotina. Nesse exame de imagem, o carcinoma coloide de mama é visualizado como uma lesão bem delimitada, regular, com margens definidas e lobuladas.</p>



<p>Já na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/">ultrassonografia</a>, ele aparece uma massa complexa com áreas sólidas e líquidas. Por fim, é possível notar um realce heterogêneo e alta intensidade em T2 com o emprego da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">ressonância magnética.</a></p>



<p>Diante dessas alterações, o médico responsável pela avaliação pode solicitar outros exames para identificar a natureza do tumor. Isso inclui <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><strong>a biópsia da lesão</strong></a><strong>, </strong>que costuma ser indispensável.</p>



<p>Nesse procedimento, um pequeno fragmento do tecido da mama é removido. Em seguida, o material é examinado por um médico patologista, que é capaz de determinar a natureza e as características da formação, indicando se ela é ou não um carcinoma coloide.</p>



<p id="leia">Confira também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/"><u>O que as microcalcificações em uma mamografia podem indicar?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que a paciente pode esperar do tratamento para um carcinoma coloide</h2>



<p>A cirurgia costuma ser a primeira linha de abordagem do carcinoma mucinoso. <strong>A extensão do procedimento dependerá do tamanho da alteração.</strong></p>



<p>Tumores menores podem ser removidos com uma margem segura através de procedimentos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/"><u>conservadores</u></a>, enquanto aqueles com maior extensão tendem a exigir uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/"><u>mastectomia</u></a>. A investigação dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfonodos-mama/"><u>linfonodos da axila </u></a>também é normalmente indicada para investigar uma possível progressão da doença.</p>



<p>Adicionalmente, <strong>pode ser necessário introduzir tratamentos adjuvantes</strong>. Eles têm como objetivo eliminar possíveis resquícios de células cancerígenas depois da terapia principal (no caso, a cirurgia). Hormonioterapia, sessões de radioterapia e, eventualmente, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/"><u>quimioterapia</u></a> são alguns dos recursos utilizados nessa fase, conforme as características do quadro.</p>



<p>Em geral, quanto maior a quantidade de mucina envolvendo as células, melhores os prognósticos. Com isso, um estudo publicado no <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10549-007-9809-z" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Breast Cancer Research and Treatment </u></em></a>avaliou mais de 11 mil casos do tipo puro e <strong>mostrou que a sobrevida livre de doença em um período de cinco anos pode alcançar os 94%.</strong></p>



<p>Isso significa que mais de nove a cada dez mulheres não apresentam recidivas ou complicações nesse intervalo após o diagnóstico. Ou seja, tal indicador demonstra a possibilidade de obter sucesso com os tratamentos disponíveis, <strong>sobretudo quando o carcinoma coloide da mama recebe a abordagem apropriada precocemente</strong>.</p>



<p>Aproveite e entenda agora as características de um tumor filoide da mama,<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tumor-filoide-mama/"><u> outro tipo de alteração rara nessa região do corpo.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-coloide-mama/">Diagnóstico, tratamento e possíveis prognósticos de um carcinoma coloide de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-coloide-mama/">Diagnóstico, tratamento e possíveis prognósticos de um carcinoma coloide de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-coloide-mama/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A influência de produtos capilares no risco de câncer de mama</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/produtos-cabelo-risco-cancer-mama/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=produtos-cabelo-risco-cancer-mama</link>
					<comments>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/produtos-cabelo-risco-cancer-mama/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[formol]]></category>
		<category><![CDATA[substâncias cancerígenas]]></category>
		<category><![CDATA[tintura para cabelo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mastologistaemsaopaulo.com.br/?p=18531</guid>

					<description><![CDATA[<p>O uso de cosméticos para o cabelo (como tinturas, alisantes e relaxantes) no cuidado e na mudança da aparência dos fios é um hábito relativamente comum em mulheres de diferentes idades. No entanto, não é de hoje que especialistas discutem se esse comportamento eleva o risco de câncer nas mamas, sobretudo mediante o uso frequente. Como muitos outros aspectos na [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/produtos-cabelo-risco-cancer-mama/">A influência de produtos capilares no risco de câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
<p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/produtos-cabelo-risco-cancer-mama/">A influência de produtos capilares no risco de câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de cosméticos para o cabelo (como tinturas, alisantes e relaxantes) no cuidado e na mudança da aparência dos fios é um hábito relativamente comum em mulheres de diferentes idades. No entanto, <strong>não é de hoje que especialistas discutem se esse comportamento eleva o risco de câncer nas mamas</strong>, sobretudo mediante o uso frequente.</p>



<p>Como muitos outros aspectos na oncologia e na<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/"><u> mastologia</u></a>, a resposta não é simples e carrega ainda inúmeras incertezas. De qualquer maneira, vale sempre entender como isso deve orientar a aplicação desse tipo de fórmula e como se proteger de possíveis danos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Produtos para o cabelo e a exposição às substâncias químicas</h2>



<p>Muitas das soluções utilizados para tingir ou alisar os fios podem trazer na composição aquilo que os especialistas chamam de substância carcinogênica.</p>



<p>Na prática, isso significa que, em alguma medida<strong>, o contato prolongado com esse elemento eleva o risco de que a pessoa desenvolva o tumor em algum momento da vida</strong>. Isso pode se dar pelo aumento nas chances de que as células se multipliquem com algum defeito.</p>



<p>Um exemplo conhecido disso é o formaldeído (ou só formol) utilizado por muito tempo em técnicas de alisamento permanente. Ao ser aplicado, ele penetra no corpo pela pele e pode também ser inalado. Além do potencial cancerígeno, a substância causa intoxicação aguda, levando até mesmo ao óbito.</p>



<p>Não por menos, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)<a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2020/formol-nao-pode-ser-utilizado-em-alisantes-de-cabelos" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> restringe o uso do elemento em salões de beleza e a sua comercialização em farmácias.</u></a></p>



<p>Já nas tinturas de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/por-que-o-cabelo-cai-na-quimioterapia-e-como-lidar/"><u>cabelo</u></a>, as substâncias que chamam mais a atenção no aumento da probabilidade de ter um de câncer são o acetato de chumbo e parafenilenodiamina.</p>



<p>Além disso, <strong>há suspeita de que certos componentes podem ter influência sobre a ação dos hormônios</strong>, desregulando a atividade endócrina. Essa interação pode influenciar na chance de desenvolvimento de uma formação maligna nas mamas.</p>



<p>Entre exemplos disso estão os ftalatos (presentes em tinturas), os parabenos (utilizados em alisantes) e o bisfenol A (parte da composição de diversos cosméticos capilares).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Evidências do risco de câncer por conta dessas composições</h2>



<p>Pesquisadores utilizam várias estratégias para avaliar se uma substância tem o potencial de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u>elevar o risco</u></a> de câncer. Em geral, isso começa com estudos feitos em células isoladas em laboratório. Depois, animais são utilizados para testar a hipótese elaborada.</p>



<p>Todavia, <strong>não é correto extrapolar esses resultados para o que acontece efetivamente com os seres humanos.</strong> Ao mesmo tempo, por questões éticas, é inviável expor uma pessoa a um elemento potencialmente perigoso para saber se ela desenvolverá alguma doença.</p>



<p>Por isso, o que os pesquisadores conseguem fazer é acompanhar grupos de indivíduos que, por determinado motivo, já entram em contato com aquele elemento. Eventualmente, elas podem ser comparadas com recortes que não enfrentam a mesma situação. Resumidamente, é assim que foram obtidos os resultados abaixo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Um <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/ijc.32738" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estudo publicado em 2019</u></a> mostrou que mulheres negras com uma predisposição maior à doença registraram mais casos de câncer de mama diante do uso regular de alisantes e tinturas.</li>



<li>Por outro lado, <a href="https://academic.oup.com/carcin/article/42/7/924/6278856" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>uma publicação de 2021</u></a>, não encontrou a conexão entre relaxadores e alisantes capilares utilizados por mulheres negras e a chance de ser afetado por um tumor, com exceção das situações em que esse uso era intenso (se repetindo várias vezes anualmente ao longo de vários anos).</li>



<li>Já um <a href="https://www.bmj.com/content/370/bmj.m2942" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>artigo de 2020</u></a> sustentou que o uso regular de tinturas estaria vinculado a um risco maior de câncer de mama, considerando uma amostra composta principalmente de pacientes brancas.</li>



<li>Por fim, <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/ijc.33413" target="_blank" rel="noreferrer noopener">este estudo</a>, também de 2020, trouxe evidências de como o uso de produtos capilares na adolescência implica em uma chance superior de ter um câncer de mama antes da menopausa.</li>
</ul>



<p>Independentemente do que foi apontado em cada artigo, <strong>esses dados ainda precisam ser corroborados por outras análises mais aprofundadas</strong>, já que muitos vieses podem confundir as conclusões obtidas nesse momento. Todavia, alguns cuidados são recomendados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Dicas práticas para garantir uma maior segurança</h2>



<p>Estudos avaliando o perigo dos cosméticos capilares geralmente se concentram nos grupos que usam tais produtos regularmente ou que trabalham com eles (pense na atendente de um salão de beleza, por exemplo).</p>



<p>Dessa forma, é preciso ponderar essas ameaças em ambas as circunstâncias, <strong>determinando estratégias para possibilitar a manipulação desses itens sem prejudicar a saúde.</strong> Logo, para mulheres que desejam apenas manter o visual em dia, as principais recomendações são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Repense a frequência dos tratamentos capilares, aumentando o intervalo entre eles.</li>



<li>Leia com cuidado os rótulos e acompanhe sempre as recomendações das autoridades de saúde pública.</li>



<li>Se for o caso, experimente alternativas menos nocivas para a manutenção dos fios.</li>



<li>Desconfie de promessas milagrosas ou de produtos com origem duvidosa na hora de tingir ou alisar os cabelos.</li>



<li>Ao manipular as substâncias, siga rigorosamente as orientações do fabricante e use equipamentos de proteção (como luvas e máscaras).</li>



<li>Considere que cosméticos importados podem ter substâncias proibidas no Brasil (e vice-versa).</li>



<li>Interrompa a aplicação diante de sinais de irritação ou qualquer outro tipo de incômodo.</li>



<li>Evite o uso desses itens em adolescentes, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/"><u>grávidas</u></a> e<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-e-amamentacao/"><u> lactantes</u></a>, já que não há certeza sobre sua segurança nessas circunstâncias.</li>
</ul>



<p>Por fim, cabe sempre ressaltar que o risco de câncer de mama (ou em qualquer outra parte do corpo) é <strong>quase sempre consequência da interação de inúmeros fatores</strong>, muitos deles não modificáveis. Portanto, além da preocupação com os produtos capilares, é preciso destacar como outros hábitos e comportamentos influenciam nessa equação bastante complexa.</p>



<p>Pensando nisso, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u>saiba mais sobre a recomendação que orienta a necessidade de avaliação de risco para um câncer de mama já aos 25 anos.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/produtos-cabelo-risco-cancer-mama/">A influência de produtos capilares no risco de câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/produtos-cabelo-risco-cancer-mama/">A influência de produtos capilares no risco de câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/produtos-cabelo-risco-cancer-mama/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O impacto do câncer de mama no Brasil</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-no-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cancer-de-mama-no-brasil</link>
					<comments>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[mortalidade]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mastologistaemsaopaulo.com.br/?p=18497</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os tumores mamários são os mais comuns entre as pacientes do sexo feminino em boa parte do mundo. Eles representam cerca de 12,5% dos casos entre todos os tipos de câncer em todo o planeta. Logo, é esperado que a incidência do câncer de mama no Brasil também seja grande. No país, além de ser o tipo mais comum dessa [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-no-brasil/">O impacto do câncer de mama no Brasil</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
<p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-no-brasil/">O impacto do câncer de mama no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os tumores mamários são os mais comuns entre as pacientes do sexo feminino em boa parte do mundo. Eles representam cerca de <a href="https://www.breastcancer.org/es/datos-estadisticas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">12</a>,5% dos casos entre todos os tipos de câncer em todo o planeta. Logo, é esperado que a incidência do câncer de mama no Brasil também seja grande.</p>



<p>No país, além de ser o tipo mais comum dessa doença entre as mulheres (com exceção do câncer de pele não-melanoma), o <strong>câncer de mama também ocupa o posto de primeira causa de mortalidade por tumores malignos entre pacientes de todas as idades</strong>.</p>



<p>Tais números podem ser um alerta importante para fortalecer medidas de prevenção e de diagnóstico precoce, que fazem bastante diferença no sucesso dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u>tratamentos</u></a> disponíveis contra essa condição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As estimativas de casos de câncer de mama no Brasil</h2>



<p>De acordo com <a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/relatorio_dados-e-numeros-ca-mama-2023.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer (o Inca)</u></a>, no triênio que compreende os anos de 2023, 2024 e 2025, <strong>são esperados mais de 704 mil casos de câncer em todo Brasil ao ano</strong>. Desse total, 31% dizem respeito aos quadros de câncer de pele não-melanoma. Em seguida, <strong>aparece o câncer de mama, com mais ou menos 10% dos registros.</strong></p>



<p>Na prática, <strong>isso significa que apenas no ano de 2023 foram diagnosticados mais de 73 mil novos casos de câncer de mama</strong>. Portanto, levando em conta o tamanho da população feminina, isso representa uma taxa bruta de pouco mais de 66 diagnósticos do tipo a cada 100 mil mulheres.</p>



<p>Com relação a mortalidade, cujos dados disponíveis datam de 2021, <strong>o país registrou no período mais de 18 mil óbitos pela enfermidade.</strong> Com isso, a incidência calculada foi de 11 mortes por conta dessa doença a cada 100 mil mulheres.</p>



<p>Tomando como referência os números globais, é possível notar uma tendência de <a href="https://ascopubs.org/doi/10.1200/JCO.2023.41.16_suppl.10528#:~:text=Worldwide%2C%20an%20estimated%202%2C964%2C197%20new,incidence%20and%20mortality%20rates%20worldwide." target="_blank" rel="noreferrer noopener">aumento no número de casos da doença de uns tempos para cá, embora a mortalidade venha caindo</a> em determinados contextos. Além disso, em média a incidência da doença costuma ser maior nos países desenvolvidos, por uma série de fatores que nem sempre são fáceis de isolar um dos outros.</p>



<p>Ainda assim, persistem disparidades socioeconômicas que fazem com que determinados grupos sejam mais afetados pela mortalidade decorrente da doença.</p>



<p id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u>Nova orientação recomenda que avaliação de risco de câncer de mama seja feita aos 25 anos</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O possível aumento de quadros graves da doença</h2>



<p>Outro aspecto que preocupa quando se discute o impacto do câncer de mama no Brasil é o <strong>atraso no diagnóstico, situação que parece ter se agravado durante a pandemia de Covid-19</strong>, principalmente no sistema público de saúde. Tal situação se refletiu em um<a href="https://www.ssph-journal.org/journals/international-journal-of-public-health/articles/10.3389/ijph.2023.1605485/full" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> levantamento publicado em 2023.</u></a></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Antes da pandemia, o número de casos graves de câncer de mama (aqueles nos<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u> estágios</u></a> III e IV) diagnosticados em mulheres entre os 50 e os 69 anos foi de 40% do total.</li>



<li>Já entre 2020 e 2021 tal índice foi de 51%.</li>



<li>Ou seja, nessa comparação é possível constatar que os diagnósticos de casos graves aumentaram cerca de 27,5%.</li>
</ul>



<p>Isso provavelmente piorou a assistência oferecida no tratamento e demandou mais intervenções para conter a doença, incluindo<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-cancer-mama-metastatico/"><u> cirurgias</u></a> mais invasivas ou mais abordagens adjuvantes ou neoajudvantes.</p>



<p>As medidas de rastreamento contra o câncer de mama são feitas principalmente com a aplicação de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-substitui-a-mamografia/"><u>mamografias </u></a>em <strong>mulheres que não apresentaram qualquer sinal ou sintoma da doença</strong>. Assim, é possível diagnosticar tumores em estágios iniciais, quando a chance de cura supera os 90%.</p>



<p>De forma geral, o ideal é que a <a href="https://www.sbmastologia.com.br/sociedades-medicas-brasileiras-recomendam-mamografia-anual-a-partir-dos-40-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>primeira mamografia seja feita a partir dos 40 anos</u></a>. Contudo, pode haver recomendações específicas (conforme histórico familiar ou alterações genéticas previamente identificadas).</p>



<p>Assim, lidar de forma mais eficiente com o câncer de mama no Brasil passa por reforçar as ações de rastreamento que permitam que possíveis alterações no tecido mamário sejam avaliadas da forma mais precoce possível, ampliando as chances de prognósticos positivos.</p>



<p>Agora veja <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-jovens/">por que os casos de câncer de mama </a>entre pacientes jovens vem se tornando mais frequentes.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-no-brasil/">O impacto do câncer de mama no Brasil</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-no-brasil/">O impacto do câncer de mama no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quais são as principais características de um carcinoma tubular da mama?</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-tubular-da-mama/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=carcinoma-tubular-da-mama</link>
					<comments>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-tubular-da-mama/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama invasivo]]></category>
		<category><![CDATA[células tubulares]]></category>
		<category><![CDATA[ductos mamários]]></category>
		<category><![CDATA[prognóstico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mastologistaemsaopaulo.com.br/?p=18456</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por atingirem menos pacientes em comparação a outras manifestações da doença, é comum que tipos mais raros de câncer de mama não recebam a mesma atenção quando se fala sobre o assunto. Exemplo disso é o chamado carcinoma tubular da mama. Na prática, as evidências mostram que esse tipo de neoplasia representa menos de 2% de todos os casos diagnosticados. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-tubular-da-mama/">Quais são as principais características de um carcinoma tubular da mama?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
<p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-tubular-da-mama/">Quais são as principais características de um carcinoma tubular da mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por atingirem menos pacientes em comparação a outras manifestações da doença, <strong>é comum que tipos mais raros de câncer de mama não recebam a mesma atenção quando se fala sobre o assunto</strong>. Exemplo disso é o chamado carcinoma tubular da mama.</p>



<p>Na prática, as evidências mostram que esse tipo de neoplasia representa <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK542223/#:~:text=Introduction-,Tubular%20carcinoma%20of%20the%20breast%20is%20a%20distinct%2C%20relatively%20rare,thick%20surrounded%20by%20abundant%20stroma." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>menos de 2% de todos os casos diagnosticados</u></a>. Ainda assim, vale sempre entender melhor quais são as suas características, fatores de risco, formas de diagnóstico e tratamento disponíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que diferencia um carcinoma tubular da mama de outros tumores?</h2>



<p>Como você provavelmente já sabe, <strong>um câncer é resultado da multiplicação desordenada de células de um tecido do corpo. </strong>Contudo, isso nem sempre acontece de forma igual em todos os casos da doença. Por isso é que se fala em diferentes <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-cancer-de-mama-conheca/"><u>tipos de câncer de mama.</u></a></p>



<p>Na prática, no momento do diagnóstico de um tumor nas mamas, o médico patologista é o responsável por analisar o material coletado na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><u>biópsia </u></a>e identificar que tipo de célula cancerígena predomina naquela amostra. Então, desse modo é possível classificar a doença.</p>



<p>Assim sendo, a palavra carcinoma diz respeito aos tumores que têm início nas células epiteliais (que revestem a parte externa de várias áreas do corpo). <strong>Em geral, a maioria dos tumores na mama é um carcinoma.</strong></p>



<p>Entretanto, <strong>as células cancerígenas podem se proliferar além disso, atingindo outros tecidos, o que faz com que alguns tumores sejam classificados como invasivos.</strong> Um tumor invasivo da mama pode ter origem nos ductos mamários (que levam o leite materno até os mamilos) ou nos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/"><u>lóbulos (que produzem o líquido), o que é mais raro.</u></a></p>



<p>Com isso em mente, <strong>um carcinoma tubular é um subtipo raro de carcinoma ductal invasivo, cuja principal característica vista ao microscópio pelo patologista é o grande acúmulo de células epiteliais em formato de túbulos</strong>. Essas células diferenciadas respondem por mais de 90% da massa do tumor.</p>



<p>O <strong>câncer de mama tubular geralmente apresenta um bom prognóstico após o tratamento, pois suas células tendem a ser de baixo grau e a crescer lentamente.</strong> O grau é um sistema utilizado para classificar as células cancerosas de acordo com sua diferença em relação às células normais da mama e sua taxa de crescimento. <strong>O prognóstico é particularmente promissor quando o câncer é do tipo &#8220;puro&#8221; tubular</strong>, ou seja, não está misturado com outros tipos de câncer de mama.</p>



<p>Embora seja mais comum em mulheres acima dos 50 anos, um carcinoma tubular pode atingir pacientes de qualquer idade. Similarmente a outros tipos de tumor nas mamas, suspeita-se que ele surja a partir da combinação de inúmeros fatores, que envolvem aspectos genéticos, ambientais e relativos ao estilo de vida do indivíduo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os sintomas e formas de diagnóstico desse tipo de tumor?</h2>



<p><strong>Os sintomas de um carcinoma tubular da mama também costumam ser bastante parecidos com aqueles percebidos em outros tipos de câncer nessa parte do corpo</strong>. Dessa forma, a paciente pode notar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A presença de um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u>nódulo palpável na mama.</u></a></li>



<li>Inchaço em toda ou em parte da mama.</li>



<li>Irritação na pele ou sensação de que ela está com aspecto de casca de laranja.</li>



<li>Vermelhidão, descamação ou espessamento da pele da mama, mamilo e aréola.</li>



<li>Dor nas mamas.</li>



<li>Mamilo invertido.</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sangramento-mama/"><u>Corrimento mamilar </u></a>(exceto, claro, de leite materno).</li>
</ul>



<p>Nesse ínterim, diante de um ou mais dos sinais e sintomas listados acima, a recomendação é <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/"><u>procurar ajuda médica.</u></a> A partir disso, o profissional pode fazer a avaliação para descartar ou confirmar o diagnóstico de um câncer de mama.</p>



<p><strong>Os métodos de diagnóstico de carcinomas tubulares são aqueles normalmente adotados em outras neoplasias da mama.</strong> Ou seja, são combinados <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/"><u>exames de imagem</u></a> com, eventualmente, uma biópsia.</p>



<p>Confirmada a presença do tumor, é feito o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/">estadiamento da doença</a>, assim com outras análises que permitem saber <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/">informações importantes sobre a doença</a> (como tamanho, estágio e a expressão de receptores hormonais ou do HER2).</p>



<p id="leiamais">Saiba: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/"><u>Entenda o que é um câncer de mama HER positivo e o que isso representa para a paciente</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os tratamentos disponíveis e as perspectivas de prognóstico?</h2>



<p>Com todas essas informações em mãos, o médico pode definir as melhores abordagens terapêuticas para o carcinoma tubular da mama. <strong>Quase sempre, a</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/oncoplastia-e-reconstrucao-mamaria/"><u><strong> cirurgia para remover o tumor </strong></u></a><strong>costuma ser a primeira linha de tratamento</strong>. A técnica e a extensão do procedimento variam caso a caso.</p>



<p>Adicionalmente, depois da cirurgia podem ser propostos tratamentos adjuvantes. <strong>Eles são indicados com o intuito de reduzir o risco de que a doença volte</strong>. Por um lado, a quimioterapia não costuma ser indicada nesses casos. Por outro, a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><u> hormonioterapia</u></a> tende a oferecer bons resultados, visto que é comum que um carcinoma tubular expresse receptores hormonais.</p>



<p>No fim, <strong>a boa notícia é que mulheres diagnosticadas com um carcinoma tubular da mama costumam ter bons prognósticos.</strong> Com os tratamentos adequados, a sobrevida livre de doença em cinco anos pode ser superior a 90% e, em dez anos, <a href="https://ejbc.kr/DOIx.php?id=10.4048/jbc.2013.16.4.404" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>a taxa de sobrevida tende a ser similar daquela de pessoas que nunca tiveram a doença.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-tubular-da-mama/">Quais são as principais características de um carcinoma tubular da mama?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-tubular-da-mama/">Quais são as principais características de um carcinoma tubular da mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-tubular-da-mama/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quem tem câncer de mama pode menstruar? Confira a resposta para essa e outras dúvidas comuns</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cancer-mama-pode-menstruar</link>
					<comments>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 19:23:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[hormonioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mastologistaemsaopaulo.com.br/?p=18418</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quem tem câncer de mama pode menstruar de forma irregular, inclusive com a interrupção completa dos ciclos durante o tratamento. Saber se quem tem câncer de mama pode menstruar ou está suscetível a sofrer qualquer outro tipo de alteração nesse ciclo é um questionamento comum entre mulheres que passam por um tratamento oncológico. De forma geral, tais modificações não estão [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/">Quem tem câncer de mama pode menstruar? Confira a resposta para essa e outras dúvidas comuns</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
<p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/">Quem tem câncer de mama pode menstruar? Confira a resposta para essa e outras dúvidas comuns</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quem tem câncer de mama pode menstruar de forma irregular, inclusive com a interrupção completa dos ciclos durante o tratamento.</em></p>



<p>Saber se quem tem câncer de mama pode menstruar ou está suscetível a sofrer qualquer outro tipo de alteração nesse ciclo é <strong>um questionamento comum entre mulheres que passam por um tratamento oncológico.</strong></p>



<p>De forma geral, <strong>tais modificações não estão relacionadas necessariamente à evolução da doença, mas sim a alguns efeitos colaterais das terapias empregadas.</strong> Nesse mesmo contexto, é natural que as mulheres que ainda desejam engravidar tenham interrogações sobre os impactos dos tratamentos na fertilidade.</p>



<p><strong>Por isso, acima de tudo, é importante que essas pacientes tenham espaço para discutir esses tópicos junto dos responsáveis pelo seu acompanhamento nessa jornada</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal, como o tratamento oncológico pode afetar a menstruação?</h2>



<p>A menstruação, não custa lembrar, é resultado do processo de descamação do endotélio. Esse tecido reveste o útero e todo mês se prepara para acolher um óvulo fecundado. <strong>Quando isso não acontece, ele se desprende e provoca sangramentos que as mulheres experimentam regularmente ao longo da sua vida fértil.</strong></p>



<p>Com isso, conforme já destacado, vários tipos de tratamento utilizados para combater um câncer de mama têm o potencial de afetar a regularidade do ciclo menstrual.</p>



<p>O principal exemplo disso é a hormonioterapia. Como o próprio nome indica, esse tipo de intervenção usa medicamentos que alteram o nível de produção e circulação de determinados hormônios no organismo. O objetivo é impedir que tumores com receptores hormonais positivos continuem a usá-los para se proliferarem.</p>



<p>De forma resumida, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/">hormonioterapia </a>pode bloquear a função ovariana, a produção de estrogênio ou ainda atuar para impedir os efeitos desse hormônio no organismo. <strong>Diante disso, é provável que a mulher perceba algum tipo de desorganização no seu ciclo menstrual.</strong> Em parte dos casos, a mulher pode deixar de menstruar (a chamada amenorreia) enquanto em outras podem voltar a notar os sangramentos (veja mais sobre isso no tópico abaixo).</p>



<p>No caso das pacientes submetidas à quimioterapia, pode haver também prejuízo à função dos ovários. <strong>Logo, não é raro que essas pacientes também experimentem quadros de amenorreia.</strong> Embora eles possam ser revertidos com o fim do tratamento, em alguns casos os danos aos ovários por conta dos quimioterápicos podem ser permanentes.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioprevencao/"><u>Quando determinadas medicações podem ajudar a reduzir o risco de câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O uso de medicamentos como o tamoxifeno interferem no ciclo menstrual?</h2>



<p><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/">Um dos medicamentos mais importante da história da oncologia e da mastologia</a>, o tamoxifeno também pode provocar alterações no ciclo menstrual. Por isso, pacientes que farão uso do fármaco, inclusive de forma profilática, devem ser orientados sobre o que pode acontecer. <strong>É possível, por exemplo, que as menstruações se tornem mais irregulares, com sangramentos menos intensos ou mesmo sejam interrompidos.</strong></p>



<p>Entretanto, cabe reforçar que na maioria das mulheres em período pré-menopausa<strong>, os ovários continuam a funcionar mesmo com a ingestão regular do tamoxifeno.</strong></p>



<p>Embora, mais uma vez, tais alterações podem ser revertidas com o fim do tratamento, sangramentos vaginais constantes em uma mulher na pós-menopausa podem ainda chamar a atenção para o risco de um câncer de endométrio. Já se sabe que o <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC10075294/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">uso desse fármaco pode elevar a chance de desenvolver a doença entre as pacientes com câncer de mama.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">De que forma tudo isso impacta na fertilidade feminina?</h2>



<p>Por fim, junto das alterações no ciclo menstrual, é interessante abordar como os tratamentos oncológicos são capazes de afetar a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"> fertilidade das mulheres</a>. <strong>Nesse sentido, mulheres que ainda desejam engravidar devem expressar essa vontade ao seu médico. Isso permite planejar alternativas para preservar a capacidade de levar em frente uma </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"><strong>gestação</strong></a><strong>.</strong></p>



<p>Em geral, o risco de comprometimento da fertilidade (de forma temporária ou permanente) depende do tipo de tratamento empregado. <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/">Sessões de quimioterapia </a>podem ser uma causa de infertilidade, por exemplo. No entanto, em muitos casos, a capacidade de engravidar retorna alguns meses depois de finalizada a terapia, dependendo da dose e do fármaco utilizado. Isso não exclui a chance de uma infertilidade definitiva.</p>



<p>A hormonioterapia, por sua vez, pode ainda provocar sintomas de menopausa precoce, dificultando também uma possível gestação. No mais, a remoção dos ovários costuma ser considerada para algumas pacientes, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-ovarios/">sobretudo de forma profilática</a>. Essa intervenção, claro, também compromete de forma irreversível a fertilidade.</p>



<p><strong>Entre os métodos bem estabelecidos para preservação de fertilidade estão o congelamento de embriões e óvulos, com posterior fertilização </strong><em><strong>in vitro</strong></em><em>.</em> Além disso, alguns estudos já levantam evidências mostrando que <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/">interromper tratamentos como a hormonioterapia para engravidar pode ser uma opção segura.</a></p>



<p>Em suma, <strong>quem tem câncer de mama pode menstruar de forma irregular, ter os ciclos completamente interrompidos ou mesmo perceber novos sangramentos, dependendo do tratamento adotado, com reflexos sobre a sua fertilidade.</strong> Diante de tantas variáveis, é indispensável que a paciente tenha um canal aberto para expor suas queixas sobre esse e outros tópicos.</p>



<p><strong>Aproveite e</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/"><strong> confira alguns possíveis sinais de que o corpo da mulher está entrando na menopausa.</strong></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/">Quem tem câncer de mama pode menstruar? Confira a resposta para essa e outras dúvidas comuns</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/">Quem tem câncer de mama pode menstruar? Confira a resposta para essa e outras dúvidas comuns</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
