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	<title>Exames de imagem - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Exames de imagem - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Mamografia: o que toda mulher precisa entender sobre esse exame em 5 pontos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre o câncer de mama envolve quase sempre falar sobre a mamografia. Esse exame é indispensável para o diagnóstico da doença, principalmente nos primeiros estágios de sua evolução. Apesar de ser amplamente conhecido, muitas mulheres ainda têm dúvidas sobre como o procedimento funciona, quando deve ser realizado e quais cuidados são necessários para a sua execução. Portanto, sempre vale [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar sobre o <strong>câncer de mama envolve quase sempre falar sobre a mamografia</strong>. Esse exame é indispensável para o diagnóstico da doença, principalmente nos primeiros estágios de sua evolução.</p>



<p>Apesar de ser amplamente conhecido, muitas mulheres ainda têm <strong>dúvidas sobre como o procedimento funciona, quando deve ser realizado e quais cuidados são necessários</strong> para a sua execução.</p>



<p>Portanto, sempre vale a pena repassar alguns pontos para saber o que esperar antes, durante e depois de cada avaliação, garantindo que ela contribua efetivamente com a saúde feminina.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> 1. O que é a mamografia?</h2>



<p>A mamografia funciona basicamente como uma <strong>radiografia específica para as mamas</strong>. Durante o exame, são utilizados raios-X para criar imagens detalhadas do interior do tecido mamário.</p>



<p>Para isso, é usado um <strong>equipamento chamado mamógrafo</strong>. Ele conta com duas placas de acrílico que posicionam e comprimem suavemente os seios, viabilizando uma visualização das estruturas internas da região.</p>



<p>A compressão permite espalhar uniformemente o tecido mamário, facilitando a identificação de pequenas alterações que poderiam passar despercebidas. <strong>O procedimento geralmente dura entre 10 e 15 minutos, com imagens coletadas a partir de diferentes ângulos.</strong></p>



<p>Os registros obtidos mostram diferentes densidades do tecido mamário em tons de cinza. Tecidos mais densos, como glândulas e possíveis tumores, aparecem em tons mais claros, enquanto o tecido gorduroso aparece mais escuro.</p>



<p>Essa diferenciação permite aos médicos <strong>radiologistas identificar nódulos, </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>microcalcificações,</strong></a><strong> distorções na composição do tecido</strong> e outras alterações que merecem investigação adicional.</p>



<p>Todas essas informações ficam dispostas no laudo elaborado pelo responsável pelo exame e devem ser interpretadas pelo profissional que solicitou a avaliação. A partir dos resultados, é possível determinar se é necessária alguma investigação adicional com outros recursos (como uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> biópsia,</u></a> por exemplo).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>2. Qual a finalidade da mamografia?</h2>



<p>Esse exame <strong>é indispensável no rastreamento do câncer de mama</strong>. Ele é capaz de detectar tumores em estágios iniciais, <strong>muitas vezes antes de qualquer sintoma ou mesmo que eles sejam palpáveis durante o autoexame ou consulta médica</strong>. Com a detecção precoce, aumentam significativamente as chances de cura.</p>



<p>Um estudo publicado na <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30398-3/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>The Lancet Oncology em 2020</u></a>, por exemplo, demonstrou que mulheres entre 40 e 49 anos <strong>têm mortalidade por câncer de mama 25% menor</strong> quando são submetidas a mamografias periódicas nessa fase da vida.</p>



<p>O rastreamento permanente por meio da mamografia também contribui para criar um histórico individual das mamas ao longo do tempo. Comparar exames anteriores com os atuais ajuda os médicos a identificar mudanças sutis e até mínimas, mas que podem ser significativas e indicar uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> lesão pré-cancerígena,</u></a> por exemplo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>3. A mamografia oferece algum risco?</h2>



<p><strong>A</strong><strong> mamografia é considerada um procedimento totalmente seguro</strong>. O único incômodo significativo é aquele proveniente da compressão das mamas no mamógrafo.</p>



<p>A radiação também não deve ser uma preocupação, ainda mais quando se leva em conta que o exame é repetido poucas vezes ao longo da vida.</p>



<p>A mamografia usa uma dose baixa e bastante controlada de radiação. Em média, são 1–2 mGy (<em>miligray</em>, uma unidade de medida que calcula a radiação absorvida) por imagem.</p>



<p>Assim, em um exame de rastreamento (com duas imagens por mama), são cerca de 3–4 mGy por mama. Como referência, <strong>isso equivale aproximadamente a algumas semanas da radiação natural recebida do ambiente em circunstâncias corriqueiras.</strong></p>



<p>Quando indicada, a tomossíntese (mamografia 3D) pode aumentar um pouco essa dose, mas ela permanece dentro de limites seguros definidos por órgãos internacionais. Logo, <strong>os benefícios da detecção precoce do câncer de mama superam largamente eventuais riscos.</strong></p>



<p>Todavia, para que o exame ocorra adequadamente, <strong>algumas recomendações devem ser seguidas.</strong> Elas envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>realizar o exame na primeira semana após a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>menstruação</u></a>, quando as mamas estão menos sensíveis;</li>



<li>não aplicar desodorantes, talcos, perfumes ou cremes na região das mamas e axilas no dia do exame, pois esses produtos podem comprometer a interpretação devido aos resíduos sobre a pele;</li>



<li>escolher uma blusa ou camisa que possa ser facilmente removida da cintura para cima.</li>
</ul>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Recomendação orienta que avaliação de risco de câncer de mama seja feita aos 25 anos</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">4. O uso de próteses de silicone impede a mamografia?</h2>



<p>De modo geral, as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/silicone-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>próteses de silicone</u></a> não impedem a realização do exame, mas <strong>exigem alguns ajustes no procedimento.</strong></p>



<p>Por isso, essas <strong>mulheres precisam informar a presença do implante no momento do agendamento e, posteriormente, ao técnico</strong> que manipula o equipamento durante a coleta das imagens.</p>



<p>Isso permitirá que sejam <strong>utilizadas técnicas específicas</strong>, como o deslocamento do implante, que empurra a prótese em direção ao músculo do tórax, permitindo melhor visualização do tecido mamário natural.</p>



<p>No fim, isso significa que o exame pode levar um pouco mais de tempo, mas sem comprometer sua eficácia ou oferecer riscos adicionais.</p>



<p>5. Existe idade certa para fazer uma mamografia?</p>



<p>As <strong>diretrizes para a realização da mamografia variam ligeiramente entre diferentes recomendações de órgãos e especialistas</strong>, o que muitas vezes é um ponto de polêmica.</p>



<p>Mas a <strong>Sociedade Brasileira de Mastologia,</strong> alinhada a outras entidades médicas nacionais e internacionais, aponta que o rastreamento com o <a href="https://cbr.org.br/wp-content/uploads/2025/01/Nota-tecnica-da-Comissao-Nacional-de-Mamografia-sobre-o-rastreamento-do-Cancer-de-Mama-no-Brasil.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>exame deve começar aos 40 anos </u></a>e seguir de modo anual. <strong>Tal recomendação parte do princípio de que parte dos tumores é diagnosticada antes dos 50 anos.</strong></p>



<p><strong>Depois dos 75 anos, a decisão costuma ser individualizada</strong>. Pacientes em boas condições de saúde e expectativa de vida ainda relevante podem continuar fazendo a mamografia se houver pertinência.</p>



<p>Mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou outros fatores de risco podem necessitar começar o rastreamento mais cedo, conforme orientação médica individual. Entram nessa conta:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/densidade-da-mama-ligada-ao-risco-familiar-de-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>densidade mamária elevada;</u></a></li>



<li>histórico pessoal de lesões benignas de alto risco;</li>



<li>presença de mutações genéticas, como alterações nos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>genes BRCA1 e BRCA2.</u></a></li>
</ul>



<p> Nesses cenários, o rastreamento poderá incluir não apenas mamografias mais frequentes, como também outros exames complementares, como as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ressonâncias magnéticas.</u></a> Na dúvida, a decisão é sempre feita caso a caso, seguindo a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>orientação do especialista.</u></a></p>



<p><a></a> Assim sendo, a mamografia permanece como o método de rastreamento mais eficaz, prático e acessível para detecção precoce do câncer de mama, o que pode salvar vidas.</p>



<p>Entenda agora <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-de-mama-prevencao-cancer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>qual papel e as limitações do autoexame de mama no acompanhamento da saúde da mulher</u></a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamografia/">Mamografia: o que toda mulher precisa entender sobre esse exame em 5 pontos</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamografia/">Mamografia: o que toda mulher precisa entender sobre esse exame em 5 pontos</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>A importância da análise dos biomarcadores tumorais de um câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[HER2]]></category>
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		<category><![CDATA[teste genético]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos para o câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo câncer é resultado de uma soma de processos que fazem com que determinadas células se multipliquem de forma anormal. Esses mecanismos de proliferação da doença podem fazer com que determinados biomarcadores tumorais (ou seja, substâncias produzidas pelo tumo diante do quadro) sejam detectados por meio de exames específicos. Assim, mais do que uma mera informação adicional obtida após o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Todo câncer é resultado de uma soma de processos que fazem com que determinadas células se multipliquem de forma anormal.</p>



<p>Esses <strong>mecanismos de proliferação da doença podem fazer com que determinados biomarcadores tumorais</strong> (ou seja, substâncias produzidas pelo tumo diante do quadro) sejam detectados por meio de exames específicos.</p>



<p>Assim, mais do que uma mera informação adicional obtida após o diagnóstico, essas características são relevantes para entender em profundidade a natureza da doença.</p>



<p>Por consequência, médico e paciente conseguem discutir com clareza as alternativas de tratamento mais adequadas para cada caso e as perspectivas de como cada abordagem pode funcionar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os testes de busca por biomarcadores tumorais</h2>



<p>De forma ampla, o diagnóstico de um tumor na mama é feito com as informações de exames de imagem (mamografia, ultrassom ou ressonância magnética) confirmadas depois por uma biópsia. Nessa análise, um fragmento do tecido em que há suspeita do tumor é removido e enviado para avaliação de um médico patologista.</p>



<p>Contudo, <strong>com os </strong><strong>testes de biomarcadores tumorais</strong> <strong>é possível ir além do diagnóstico e do que se sabe a respeito do câncer presente </strong>para rastreá-lo e tratá-lo com mais eficácia.</p>



<p>Na prática, esse recurso tem como objetivo investigar a presença de genes, proteínas ou outras substâncias envolvidas na atividade das células cancerígenas. Como as possibilidades costumam ser amplas, não é raro encontrar esse procedimento com outros nomes, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Teste genético do tumor.</li>



<li>Teste genômico ou perfil genômico.</li>



<li>Teste molecular ou perfil molecular.</li>



<li>Teste somático.</li>



<li>Sequenciamento de nova geração.</li>
</ul>



<p>Independentemente do nome, a lógica é mais ou menos a mesma: <strong>o exame é feito a partir de uma amostra de sangue da paciente ou de tecido do tumor</strong>, depois enviado para um laboratório especializado.</p>



<p>É importante ressaltar que os testes de marcadores tumorais não são a mesma coisa que <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-cancer-mama/"><u>testes genéticos feitos para identificar o risco de desenvolver um câncer de mama</u></a> no futuro. Algumas mulheres, por questões hereditárias, devem se submeter a essa outra forma de avaliação para se prevenir e antecipar as possibilidades da doença.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/"><u>O que é e para que serve a imuno-histoquímica do câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os biomarcadores tumorais mais comuns em um caso de câncer de mama</h2>



<p>Com o avanço da compreensão do câncer de mama, mastologistas e oncologistas têm à disposição várias opções de testes de marcadores tumorais.</p>



<p>Geralmente, alguns deles (como os de receptores hormonais e HER2) são feitos em todos os diagnósticos. Já aqueles envolvendo determinadas mutações e a presença de algumas proteínas são realizados posteriormente, se necessários, com base em outras características do quadro ou da progressão da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Receptores hormonais</h3>



<p>O objetivo aqui é entender se <strong>o tumor tem receptores hormonais</strong> (espécie de chaves que ligam e desligam na presença dos hormônios) para o estrogênio e a progesterona. Tumores que apresentam tal status são chamados de receptores hormonais positivos.</p>



<p>Na prática, isso significa que eles são sensíveis à atuação desses componentes naturalmente presentes no organismo e suscetíveis à ação de determinados tratamentos que os envolvem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> HER2</h3>



<p>Existem receptores presentes na superfície do tumor que se conectam a uma proteína capaz de acelerar o crescimento celular, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/"><u>chamada justamente de HER2</u></a>.</p>



<p>Por conta de uma mutação no gene associado à produção dessa proteína, <strong>alguns tumores apresentam uma alta de HER2</strong>. Isso leva a uma proliferação mais rápida das células cancerígenas.</p>



<p>De acordo com a <a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/understanding-a-breast-cancer-diagnosis/breast-cancer-her2-status.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>American Cancer Society</u></a>, entre 15 e 20% de todos os tumores são considerados HER2+. Existem também tratamentos específicos com o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/"><u>propósito de explorar esse alvo</u></a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Determinadas mutações genéticas</h3>



<p>Algumas alterações em genes <strong>que se relacionam com a atividade celular ou o metabolismo hormonal</strong> podem ser investigadas por meio dos testes genômicos.</p>



<p>São vários os exemplos para isso, mas alguns dos principais deles são os genes ESR1 (envolvido na produção de estrogênio) e o PIK3CA (associado a produção de energia celular). A<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-palb2/"><u> presença de certas mutações</u></a> indica que alguns tratamentos serão mais ou menos efetivos.</p>



<p>Nesse sentido, análises de alterações nos genes BRCA 1 e 2 também são um recurso valioso.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Presença de algumas proteínas</h3>



<p>À medida que o câncer evolui, <strong>investigar se determinadas proteínas estão presentes nas células é igualmente pertinente, </strong>pois elas dão indícios importantes sobre o quadro<strong>.</strong> Dessa forma, entram na lista de possíveis avaliações os marcadores das substâncias:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>PD-L1, sobretudo para tumores triplo negativos com o objetivo de determinar possíveis benefícios da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-imunoterapia/"><u>imunoterapia</u></a> com<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imunoterapia-para-cancer-de-mama-como-e-indicacoes/"><u> Keytruda (Pembrolizumabe)</u></a>;</li>



<li>Ki-67, que ajuda a identificar a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ki-67/"><u>velocidade de disseminação da doença</u></a>;</li>



<li>CA 15-3, que mostra que o corpo está respondendo à presença de um tumor;</li>



<li>CA 27-29, associado à metástase do tumor;</li>



<li>CA 125, que indica uma possível recidiva;</li>



<li>CEA, cuja presença sinaliza que o tumor se espalhou para outras partes do corpo.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Material genético circulante do tumor</h3>



<p>Por fim, <strong>é possível analisar se o material genético do tumor está presente no sangue</strong>. Esse procedimento é chamado também de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biopsia-liquida/"><u>biópsia líquida </u></a>e permite compreender se as células cancerígenas estão se dividindo e se espalhando.</p>



<p>Em algumas circunstâncias, a presença de material genético circulante é um sinal precoce de recidiva, antes mesmo de qualquer manifestação física suspeita (como a presença de um novo nódulo, por exemplo).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Como esses resultados podem ser úteis no acompanhamento do tratamento</h2>



<p>A<strong> variedade de biomarcadores tumorais permite que eles sejam utilizados em circunstâncias bastante distintas</strong>. De todo modo, é possível apontar que as principais aplicações desses recursos envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>determinar o subtipo do câncer de mama;</li>



<li>identificar a chance de recidiva de um tumor;</li>



<li>avaliar como cada doença responderá aos tratamentos disponíveis;</li>



<li>entender se as terapias estão surtindo o efeito esperado;</li>



<li>projetar prognósticos de forma mais certeira.</li>
</ul>



<p>Embora já consideravelmente ampla, a investigação de novos biomarcadores tumorais ainda é objeto de muitos estudos. Para os próximos anos, a <strong>expectativa é de que esses processos não apenas permitam novos tratamentos, mas também abordagens cada vez mais precisas e personalizadas</strong>, ampliando as chances de sucesso na busca da remissão da doença.</p>



<p>Depois de saber mais sobre marcadores tumorais, entenda agora o papel das <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/assinaturas-genomicas/"><u>assinaturas genômicas na abordagem de um câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biomarcadores-tumorais-cancer-de-mama/">A importância da análise dos biomarcadores tumorais de um câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biomarcadores-tumorais-cancer-de-mama/">A importância da análise dos biomarcadores tumorais de um câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O papel do autoexame de mama no acompanhamento da saúde da mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[biopsia]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[nódulo na mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O autoexame de mama pode ser uma iniciativa importante para o acompanhamento próximo de possíveis alterações nessa parte do corpo. Por isso, as mulheres de todas as idades devem saber como deve ser feito esse tipo de procedimento, mas sempre com a ciência de que ele não substitui outras medidas de rastreamento de um câncer de mama, como as mamografias [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O autoexame de mama pode ser uma iniciativa importante para o acompanhamento próximo de possíveis alterações nessa parte do corpo.</p>



<p>Por isso, as mulheres de todas as idades devem saber como deve ser feito esse tipo de procedimento, mas sempre com a ciência de que ele não substitui outras medidas de rastreamento de um câncer de mama, como as mamografias periódicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O passo a passo do autoexame da mama</h2>



<p>Em resumo, o <strong>objetivo do autoexame é permitir que a condição geral da mama seja avaliada pela própria mulher,</strong> sobretudo para garantir que não há a presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u>sinais e sintomas</u></a> sugestivos de um tumor na mama. Entre os aspectos que devem ser motivo de atenção estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mudança na forma ou na aparência das mamas (ou apenas de uma só).</li>



<li>Alterações nos mamilos, por conta de secreções ou afundamento da pele da região (mamilo invertido).</li>



<li>Enrugamento na pele que recobre os seios.</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u>Nódulos</u></a> sob a pele ou aprofundados no tecido mamário ou na região da axila, em especial quando eles são duros ao toque.</li>



<li>Sensação de inchaço ou dor nas mamas.</li>



<li>Vermelhidão e percepção de calor na pele de uma ou ambas as mamas.</li>
</ul>



<p>Para alcançar tal objetivo, o <strong>processo do autoexame pode ser dividido em três momentos diferentes</strong>. Através de cada um deles é possível avaliar a mama e a região ao seu redor de maneiras distintas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Na frente do espelho</h3>



<p>Posicione-se em pé, na frente do espelho, com os braços esticados ao lado dos quadris. A partir disso, avalie se não há nenhuma <strong>alteração no formato, no tamanho ou na coloração das mamas</strong>.</p>



<p>Além disso, verifique se não há nenhuma mudança nos mamilos (como inversão, retração ou secreção) ou a presença de sinais de vermelhidão, descamação ou erupções na pele, além da presença de alguma área enrugada. Por fim, estique os braços para cima e avalie os mesmos aspectos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Na posição deitada</h3>



<p>Com o torso voltado para cima, o ideal nesse momento é examinar a mama esquerda usando a mão direita (e vice-versa). A posição ajuda a gravidade a espalhar o tecido da mama, tornando mais fácil a avaliação.</p>



<p>Com a ponta dos dedos, <strong>apalpe toda a área dos seios e da axila cuidadosamente em busca de sinais suspeitos.</strong> Para isso, pode ser necessário aplicar um pouco de pressão durante o processo. Os mamilos também podem ser examinados, principalmente para identificar se não há presença de fluidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Durante o banho de chuveiro</h3>



<p>Nessa hora, use novamente a ponta dos dedos para analisar toda a condição da mama, assim como as axilas, em busca das mesmas alterações já destacadas (como nódulos ou mudanças na pele e nos mamilos).</p>



<p>Os movimentos podem ser os mesmos feitos com o corpo deitado, mas <strong>a presença da água pode facilitar o deslizar das mãos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o autoexame de mama deve ser feito</h2>



<p>De maneira geral, <strong>mulheres de todas as idades podem fazer o autoexame da mama</strong>. Mas, por uma série de fatores, é esperado que as mamas tenham pequenas mudanças com o passar do tempo.</p>



<p>Elas podem ficar inchadas ou se tornarem mais sensíveis em determinados momentos do ciclo menstrual, por exemplo.</p>



<p>Dessa forma, para mulheres que ainda menstruam, pode ser indicado esperar até alguns dias depois do fim da menstruação para avaliar as mamas. Para aquelas já na menopausa, a referência para o intervalo adequado pode ser um dia específico do mês (dia 12, por exemplo), repetindo o exame sempre nessa data.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O momento de procurar ajuda especializada</h2>



<p>Acima de tudo, é fundamental manter a calma ao se deparar com um nódulo ou qualquer outra alteração na mama. Existem inúmeras explicações para isso e parte delas indica a presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/"><u>quadros benignos</u></a>. Muitas vezes eles se resolvem por conta própria.</p>



<p>No entanto, tal constatação não deve dispensar a necessidade de informar e<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/"><u> conversar com um médico sobre o assunto</u></a>. Tal orientação é relevante sobretudo quando o incômodo notado persiste por mais de dois ciclos menstruais ou parece piorar com o passar do tempo.</p>



<p>A partir de uma avaliação clínica cuidadosa, <strong>o profissional pode sugerir a realização de exames mais detalhados.</strong> Isso inclui recursos que captam imagens do tecido da mama (como mamografias, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/"><u>ultrassons </u></a>ou ressonâncias magnéticas) ou mesmo uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><u>biópsia.</u></a></p>



<p>Nesses casos, um pequeno fragmento da eventual lesão é removido e analisado em laboratório. Tal abordagem permite ao médico patologista determinar a natureza das células ali presentes, indicando se elas são malignas ou não.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/"><u>O que as microcalcificações na mamografia indicam</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Os benefícios e dúvidas sobre o autoexame de mama</h2>



<p>O autoexame da mama pode ser uma estratégia importante para agilizar o diagnóstico de um possível câncer de mama, principalmente quando combinado com o acompanhamento do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-transexuais/"><u>rastreamento</u></a> adequado.</p>



<p>No entanto, o autoexame como conhecemos hoje foi popularizado na década de 1950, em um período em que os mamógrafos modernos não existiam.</p>



<p>Portanto, com o passar dos anos, <strong>as evidências disponíveis passaram a indicar que a adoção do autoexame não faria tanta diferença nos diagnósticos e na redução da mortalidade</strong>. Pelo contrário: esse procedimento poderia trazer efeitos negativos, como o aumento de exames invasivos desnecessários e o incremento no estresse das pacientes.</p>



<p>Exemplo disso é uma <a href="https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD003373/full">revisão sobre o </a><a href="https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD003373/full">tema</a> que reuniu os dados de quase 400 mil mulheres chinesas e russas. Foram comparados os dados entre grupos que faziam o autoexame regularmente e aqueles que não receberam tal orientação. No fim, <strong>nenhuma diferença significativa foi constatada no número de óbitos por câncer de mama.</strong></p>



<p>Embora mais tumores tenham sido identificados nas mulheres russas, pacientes que faziam o autoexame de mama regular foram submetidas a duas vezes mais biópsias.</p>



<p>Desde então, a maioria dos órgãos competentes deixou de recomendar tal forma de cuidado, ressaltando principalmente que ele não substitui as mamografias regulares ou qualquer outra forma de avaliação clínica.</p>



<p>Assim sendo, a<a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/screening-tests-and-early-detection/american-cancer-society-recommendations-for-the-early-detection-of-breast-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Sociedade Norte-Americana do Câncer</u></a> aponta também que há poucas evidências de que o autoexame antecipe o diagnóstico em pacientes seguindo a orientação para a realização de mamografias regulares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os cuidados básicos com a saúde das mamas</h2>



<p>Isso, claro, não significa abandonar a atenção com a saúde das mamas. O procedimento periódico por conta própria pode ser mantido, <strong>mas a conscientização sobre essa região do corpo pode ser acompanhada também por meio de toques regulares</strong>, sem o emprego de uma técnica específica sempre que a mulher se sentir confortável ou notar algo diferente no corpo.</p>



<p>No mais, diante de qualquer dúvida sobre a necessidade do autoexame de mama e a melhor abordagem para manter o rastreamento adequado, <strong>converse com seu médico</strong>. Mulheres com<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u> risco maior de desenvolver a doenç</u></a>a podem precisar de acompanhamento mais próximo, por exemplo.</p>



<p>Os caroços na axila podem ser um achado comum, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/caroco-axila/"><u>então saiba quando eles devem ser vistos como uma preocupação.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-de-mama-prevencao-cancer/">O papel do autoexame de mama no acompanhamento da saúde da mulher</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-de-mama-prevencao-cancer/">O papel do autoexame de mama no acompanhamento da saúde da mulher</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saiba se existe hora certa para começar o rastreamento do câncer de mama</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos pontos centrais das campanhas em torno do Outubro Rosa é a importância da detecção ágil de possíveis alterações malignas no tecido mamário. Nesse cenário, as iniciativas que buscam fortalecer o rastreamento do câncer de mama são fundamentais para garantir o acesso apropriado aos exames necessários para esse fim. O câncer de mama, não custa lembrar, é a principal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos pontos centrais das campanhas em torno do Outubro Rosa é a importância da detecção ágil de possíveis alterações malignas no tecido mamário. Nesse cenário, <strong>as iniciativas que buscam fortalecer o rastreamento do câncer de mama</strong> são fundamentais para garantir o acesso apropriado aos exames necessários para esse fim.</p>



<p>O câncer de mama, não custa lembrar, é a principal neoplasia entre as mulheres, atrás apenas dos tumores de pele não melanoma. Além disso, de acordo com o<a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/relatorio_dados-e-numeros-ca-mama-2023.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional do Câncer</u></a>, <strong>ele é a principal causa de mortalidade por câncer entre as pacientes do sexo feminino.</strong></p>



<p>No entanto, é natural que surjam dúvidas sobre quando e como fazer o acompanhamento adequado e que outros cuidados são importantes para proteger esse aspecto da saúde da mulher.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é e quais os objetivos do rastreamento</h2>



<p>Um câncer de mama é resultado da proliferação anormal de células do tecido mamário. Elas formam um nódulo, que no começo geralmente têm tamanho reduzido. <strong>À medida que a enfermidade avança, a doença pode progredir para outras estruturas da mama,</strong> bem como para o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/metastase-ossea/"><u> restante do corpo.</u></a></p>



<p>As opções de tratamento disponíveis podem combater essa formação indesejada. Todavia, as chances de sucesso variam bastante e o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u>estágio em que a doença foi identificada </u></a>influencia bastante nessa equação. Por isso que se fala tanto da importância de uma detecção precoce da doença.</p>



<p>Porém, na hora de discutir esse tipo de estratégia, é fundamental saber diferenciar duas abordagens: o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/"><u>diagnóstico</u></a> precoce e o rastreamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Diagnóstico precoce</h3>



<p>Imagine o seguinte cenário: uma mulher com mais de 50 anos nota uma mudança na pele da mama e, aparentemente, a presença de um nódulo palpável naquela região.</p>



<p>Em tal cenário, o ideal é que ela procure ajuda especializada. Com o apoio dos profissionais de saúde, poderão ser feitos exames (como uma mamografia e uma biópsia, por exemplo) para que se identifique a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/"><u>natureza da lesão</u></a> e haja confirmação ou não de um possível câncer de mama.</p>



<p>Quanto mais cedo isso se der, melhor. Em resumo, isso é o que engloba o diagnóstico precoce: pacientes com sinais e<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-inflamatorio/"><u> sintomas</u></a> suspeitos <strong>avaliados o quanto antes para entender o que está causando tais queixas.</strong> Depois disso, é feito o encaminhamento necessário.</p>



<p id="leia">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/"><u>Descubra qual a hora certa de procurar um mastologista</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Rastreamento</h3>



<p>No rastreamento, a dinâmica é diferente. Na prática, é aplicado um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/">exame específico</a> em um grupo determinado, mesmo que não haja qualquer suspeita de um câncer de mama. <strong>A mamografia, uma espécie de radiografia da mama, costuma ser o recurso mais utilizado.</strong></p>



<p>Dentro desse recorte da população, a maioria dos testes terá um resultado negativo para a presença de um tumor. Contudo, a pequena parcela em que uma alteração ainda silenciosa foi identificada pode se beneficiar bastante do resultado.</p>



<p>A partir disso, os profissionais e pacientes podem optar pelas melhores abordagens conforme cada caso. Isso pode envolver outras avaliações, acompanhamentos mais próximos ou até mesmo o início do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O momento ideal para o início das ações de rastreamento do câncer de mama</h2>



<p>Então, bastaria que todas as mulheres, de qualquer idade, fizessem avaliações frequentes para, da forma mais rápida possível, identificar possíveis casos de câncer de mama em estágios iniciais? Não é bem assim.</p>



<p>Do ponto de vista populacional, <strong>o momento certo para o início de iniciativas de rastreamento deve ser ponderado levando em conta os riscos e os benefícios de cada intervenção</strong>.</p>



<p>De um lado, exames demais, sobretudo em pacientes muito jovens (ou mesmo muito idosas), podem custar caro e aumentar o número de falsos-positivos. Isso acontece quando alguma alteração é supostamente encontrada e exige que outros procedimentos sejam feitos para uma melhor avaliação.</p>



<p>Nesse meio tempo, a paciente pode ser submetida a intervenções desnecessárias, que não acrescentam nada ao seu quadro clínico.</p>



<p>No sentido oposto, a ausência de solicitação de exames poderia deixar passar possíveis casos de câncer de mama em grupos com mais chance de desenvolver a doença. Desse modo, elas só procurariam ajuda mais tarde, quando houvesse sintomas. Como consequência, haveria um atraso no início do tratamento, aumentando a mortalidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As principais recomendações sobre o início do rastreamento</h2>



<p>No Brasil, as sociedades médicas e o Ministério de Saúde divergem sobre idade mínima para a realização das mamografias de rotina.</p>



<p>O <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-de-mama/acoes/deteccao-precoce" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a> <strong>sugere que elas sejam feitas a cada dois anos, dentro do intervalo entre os 50 e os 69 anos. </strong>Porém, isso exclui do rastreamento as mulheres entre 40 e 49 anos, que atualmente acumulam cerca de 30% dos casos de câncer de mama.</p>



<p>Por isso, diversas entidades médicas discordam dessa recomendação. A <a href="https://www.uspreventiveservicestaskforce.org/uspstf/recommendation/breast-cancer-screening#bcei-recommendation-title-area" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos</a>, em nova atualização sobre o tema, destaca os <strong>benefícios das mamografias na redução da mortalidade por câncer de mama dos 40 aos 74 anos. </strong>Assim, foi revertida a recomendação do início apenas aos 50 anos.</p>



<p>Nesse sentido, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) também indicam que a primeira mamografia deve ser feita aos <strong>40 anos, seguida depois de exames anuais.</strong></p>



<p>Tal decisão se baseia no acúmulo de evidências que apontam o número cada vez maior de casos de câncer antes dos 50 anos e como a detecção precoce ajuda na redução da mortalidade. Exemplo disso é um <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30398-3/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo feito com 160 mil mulheres no Reino Unido.</a></p>



<p>Desse total, o grupo que fez mamografias entre os 39 e os 48 anos apresentou uma <strong>redução de até 25% na mortalidade pelo câncer de mama,</strong> demonstrando uma queda substancial na ameaça provocada pela doença. Os dados foram publicados em setembro de 2020, na The Lancet Oncology.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E o autoexame?</h3>



<p>Quem tem mais idade certamente se lembra de como o autoexame das mamas já fez parte de forma significativa das campanhas contra a doença. Tal mensagem aparecia até mesmo em<a href="https://www.youtube.com/watch?v=hRiDKcSYZmQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> propagandas na TV.</u></a></p>



<p>Em resumo, tal procedimento consistia em uma série de movimentos e toques feitos de forma periódica pela própria mulher para identificar possíveis alterações ainda em estágios iniciais, com a posterior busca por suporte profissional.</p>



<p>No entanto, <strong>com o tempo percebeu-se que tal ação não oferecia benefícios significativos</strong>. Pelo contrário, em algumas circunstâncias, ela ocasionava um risco maior de intervenções desnecessárias.</p>



<p>Atualmente, o incentivo ao autoexame foi substituído pelo que os especialistas chamam de <em>breast awareness. </em>Em poucas palavras, <strong>tal conceito indica que as mulheres devem estar sempre atentas às condições das suas mamas, </strong>em busca de possíveis sinais que talvez exijam atenção específica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como saber o que é melhor para você</h2>



<p>Recomendações à parte, cada mulher pode receber orientação personalizada sobre como e quando iniciar o rastreamento do câncer de mama.</p>



<p>Inclusive, devido a uma série de características individuais, <strong>pode ser necessário antecipar os exames ou incluir novos procedimentos no esquema de acompanhamento</strong> (como as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u>ressonâncias magnéticas</u></a>, por exemplo). Entre os fatores que entram nesse cálculo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Risco maior de desenvolver um câncer de mama, de acordo com a identificação de fatores genéticos (como as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-cancer-mama/"><u>mutações nos genes BRCA)</u></a> ou histórico familiar.</li>



<li>Exposição à terapia com radiação no tórax antes dos 30 anos.</li>



<li>Parentes próximos com histórico de outros tipos de câncer, como nos ovários.</li>



<li>Alta densidade das mamas.</li>



<li>Alterações hormonais e fisiológicas que elevam a chance de câncer (como menarca precoce ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-e-amamentacao/"><u>nunca ter amamentado</u></a>).</li>



<li>Estilo de vida e manutenção de comportamentos associados a um maior risco de ter a doença (como tabagismo, excesso de peso ou abuso de álcool).</li>
</ul>



<p>Todos esses aspectos serão colocados na balança que mede o possível benefício do rastreamento do câncer de mama. Logo, <strong>médico e paciente terão à disposição mais informações sobre o que deve ser feito para garantir a estratégia mais adequada, segura e eficiente.</strong></p>



<p>Aproveite e entenda o que é e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u>como é feita uma avaliação de risco de câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/">Saiba se existe hora certa para começar o rastreamento do câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/">Saiba se existe hora certa para começar o rastreamento do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Imuno-histoquímica do câncer de mama: o que é e para que serve?</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=imuno-histoquimica-cancer-mama</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[estrogenio]]></category>
		<category><![CDATA[HER2]]></category>
		<category><![CDATA[receptor hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[triplo-negativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A imuno-histoquímica do câncer de mama fornece informações importantes para definir a melhor abordagem de tratamento da doença. Imuno-histoquímica é um termo utilizado com frequência nas ciências biológicas. Em linhas gerais, esse conceito define um procedimento que se dá com base no reconhecimento da presença de anticorpos por antígenos presentes em determinadas células do tecido de um organismo. Tal forma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A imuno-histoquímica do câncer de mama fornece informações importantes para definir a melhor abordagem de tratamento da doença.</em></p>



<p>Imuno-histoquímica é um termo utilizado com frequência nas ciências biológicas. Em linhas gerais, esse conceito define um procedimento que se dá com base no reconhecimento da presença de anticorpos por antígenos presentes em determinadas células do tecido de um organismo.</p>



<p>Tal forma de avaliação pode ser utilizada em diferentes contextos (como no diagnóstico de certas doenças infecciosas, por exemplo). <strong>No entanto, a imuno-histoquímica é bastante utilizada também para fornecer aos médicos informações valiosas sobre as características de um câncer de mama em pacientes diagnosticadas com essa neoplasia.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Qual a finalidade de um teste de imuno-histoquímica em pacientes com câncer de mama?</h2>



<p>Na prática, a imuno-histoquímica é uma das formas mais utilizadas para avaliar a composição biológica de um câncer na mama. <strong>Tais características são essenciais para determinar as melhores opções de tratamento, bem como para delimitar possíveis prognósticos</strong>. Por isso, essa técnica é relevante para saber mais sobre dois aspectos: <strong>a expressão de receptores da proteína HER2 ou de determinados hormônios.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Expressão de receptores HER2</h3>



<p>Se presentes em grandes quantidades, <strong>receptores HER2 aceleram a reprodução das células cancerígenas, fazendo com o tumor se dissemine mais rápido</strong>. Ou seja, quanto maior a expressão desses receptores, maior a quantidade deles na superfície da célula, fazendo com ela se divida e se multiplique mais rápido.</p>



<p>Um exame de imuno-histoquímica atribui ao câncer diagnosticado uma escala que vai de 0 a 3+. Assim sendo, resultados 0 ou 1 indicam que há poucos receptores, fazendo com que o tumor seja considerado HER2 negativo.</p>



<p>Um resultado 2 delimita uma área cinzenta em que<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/"><u> novos exames</u></a> (como a chamada hibridização <em>in situ)</em> precisam ser feitos para determinar a expressão desse receptor. <strong>Já a escala 3 indica que o câncer é HER2 positivo.</strong></p>



<p id="leiamais">Para saber mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">O que um tumor HER2 positivo indica?</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Expressão de receptores hormonais</h3>



<p>Essa avaliação permite identificar se as células cancerígenas contam com receptores que se ligam a hormônios como a progesterona e o estrogênio e facilitam sua multiplicação.<strong> Em outras palavras, a imuno-histoquímica também é empregada para entender se o tumor diagnosticado se “alimenta” dos hormônios que circulam pelo organismo.</strong></p>



<p>Como cada laboratório usa um método diferente, não existe uma forma padrão de apresentar os resultados. No entanto, é possível que os resultados informem a porcentagem (de 0 a 100) das células com receptores hormonais presentes no tecido analisado.</p>



<p>Outras formas de apresentar os achados envolvem escalas numéricas que indicam a quantidade de células com esses receptores ou somente um “positivo” ou “negativo” para a presença deles. No fim, é sempre mais fácil contar com seu médico para entender o que os resultados significam.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> De que forma esse exame é feito?</h2>



<p>Em geral, <strong>a imuno-histoquímica é solicitada logo após a confirmação do diagnóstico do câncer de mama, ainda antes do início do tratamento</strong>. Quase sempre a amostra necessária para a realização do teste é coletada por meio de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><u>biópsia do tecido da mama.</u></a></p>



<p>A partir da amostra disponível, o médico patologista em laboratório usa substâncias específicas para determinar as características das células do tumor. Elas contam com anticorpos que “reagem” diante da existência dos seus respectivos antígenos e se ligam a eles.</p>



<p><strong>Quando essa ligação acontece, as células analisadas tendem a mudar de cor (alteração que só pode ser vista por microscópico) indicando ao profissional determinadas características daquela amostra (se HER2 ou com grande número de receptores hormonais, como já destacado).</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Como a imuno-histoquímica pode orientar o tratamento?</h2>



<p>Com os resultados em mãos, <strong>o médico responsável pelo acompanhamento tem a possibilidade de discutir junto à paciente as melhores opções de tratamento, além de traçar cenários a partir daquilo que sabe sobre a evolução da doença.</strong></p>



<p>Só para ilustrar, um câncer HER2+ conta com<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/"><u> opções de terapia que usam esses receptores justamente como “alvos” para combater o tumor. </u></a>Já tumores que expressam grandes quantidades de receptores hormonais respondem melhor a tratamentos que reduzem a circulação de certos hormônios no organismo ou bloqueiam os mecanismos que as células cancerígenas usam para aproveitá-los.</p>



<p><strong>No sentido oposto, tumores HER2 negativos ou sem quantidades relevantes de receptores hormonais não vão responder bem a essas opções</strong>. Logo, tais cenários exige outras abordagens.</p>



<p>Um caso específico nesses quadros é o dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u>tumores triplo-negativos:</u></a> <strong>eles não têm receptores de estrogênio, progesterona e nem expressam a proteína HER2</strong>. Por uma série de fatores, isso faz com que eles tenham menos opções de tratamento. Embora respondam por menos de<a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/about/types-of-breast-cancer/triple-negative.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> 15% de todos os casos de câncer de mama,</u></a> eles tendem ainda a ser mais agressivos que a média.</p>



<p>Claro que esses são apenas alguns recortes para os usos da imuno-histoquímica no curso do tratamento de um câncer de mama. <strong>Independentemente dos resultados, é fundamental que as pacientes mantenham contato com seu médico para entender o que eles significam conforme cada caso</strong>. Isso facilita o esclarecimento de dúvidas e reduz o receio com relação ao que os exames apontam.</p>



<p>Veja agora o que são e qual o papel das<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/assinaturas-genomicas/"> </a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/assinaturas-genomicas/"><u>assinaturas genômicas no tratamento de um câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/">Imuno-histoquímica do câncer de mama: o que é e para que serve?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/">Imuno-histoquímica do câncer de mama: o que é e para que serve?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Entenda como é feito o exame de PET Scan/PET-CT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 12:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[exame de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[medicina nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[tomografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como é feito o exame de PET Scan, qual a sua finalidade e como deve ser o preparatório da paciente no dia da avaliação Vários exames de imagens podem ser utilizados diante da necessidade de avaliar o sucesso do tratamento ou identificar se um câncer de mama se espalhou. As tomografias por emissão de pósitrons são exemplos disso. Portanto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Saiba como é feito o exame de PET Scan, qual a sua finalidade e como deve ser o preparatório da paciente no dia da avaliação</em></p>



<p>Vários exames de imagens podem ser utilizados diante da necessidade de avaliar o sucesso do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u>tratamento </u></a>ou identificar se um câncer de mama se espalhou. <strong>As tomografias por emissão de pósitrons são exemplos disso.</strong> Portanto, vale a pena entender melhor como é feito o exame de PET Scan/<strong> PET-CT.</strong></p>



<p>De forma resumida, eles fazem parte de um grupo de recursos da chamada <a href="https://www.cancer.org/cancer/diagnosis-staging/tests/imaging-tests/nuclear-medicine-scans-for-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>medicina nuclear</u></a>, <strong>que usa elementos que liberam radiação de forma segura e controlada para capturar imagens do organismo.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As características de um exame PET Scan/PET-CT.</h2>



<p>Para realizar uma tomografia por emissão de pósitrons, <strong>é preciso injetar uma pequena quantidade de uma substância radioativa no organismo da paciente,</strong> geralmente ligada a um componente que o corpo usa. Na maioria dos casos, isso é feito com uma solução de glicose. Esse recurso também recebe o nome de <strong>marcador.</strong></p>



<p>Embora sempre haja o temor quando algo envolve radiação, não é preciso se preocupar<strong>. A quantidade de elementos radioativos utilizados é mínima</strong> e o exame é repetido poucas vezes ao longo da vida.</p>



<p>Com o marcador radioativo dentro do organismo, a tendência é que determinados tecidos absorvam mais ou menos da substância devido a alterações metabólicas. É o que acontece, por exemplo, com áreas afetadas por células cancerígenas.</p>



<p>Em seguida, uma câmera especial é utilizada para captar essas diferenças, criando padrões com base nos <strong>locais em que o elemento radioativo percorre ou se acumula</strong>. Diante da presença de um tumor, é provável que as áreas afetadas apareçam “iluminadas” na imagem graças à atividade das células cancerígenas, por exemplo.</p>



<p>A partir disso, um computador coleta essas imagens, que lembram “fatias” do interior do organismo, e as reúne para formar uma representação em três dimensões. No fim, os profissionais envolvidos no acompanhamento do paciente avaliam a área de interesse, conforme a solicitação do exame.</p>



<p><strong>Com relação aos termos utilizados, vale reforçar que o PET-CT é o nome dado a combinação do PET Scan com a tomografia computadorizada. </strong>Desse modo, é possível unir as informações obtidas com o uso do contraste produzido pelos elementos radioativos com as imagens mais detalhadas capturadas por meio da tomografia computadorizada, que utiliza raios X.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As principais aplicações deste recurso na mastologia/oncologia</h2>



<p>Em geral, na<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/"><u> mastologia</u></a> <strong>um exame de PET Scan/PET-CT</strong><strong> é utilizado para avaliar a condição de pacientes já diagnosticadas com um câncer de mama</strong>. Ao longo do tratamento, ele pode ser solicitado para:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Identificar se um tumor atingiu os linfonodos, principalmente da região da axila.</li><li>Determinar se a doença se espalhou para outras partes do organismo e se já há características de um quadro de<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"><u> metástase.</u></a></li><li>Avaliar se os tratamentos utilizados estão surtindo o efeito esperado na contenção da disseminação do câncer.</li></ul>



<p>Por outro lado, <strong>as tomografias por emissão de pósitrons não devem ser utilizadas para rastreamento de rotina (ou seja, para identificar tumores que ainda não manifestaram sintomas</strong>). Normalmente, esses exames não são adequados para identificar tumores muito pequenos ou mesmo para diferenciar se determinadas alterações são efetivamente malignas. Para esses fins, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">outros exames de imagem</a> podem ser mais indicados.</p>



<p>Além disso, é preciso considerar que o acesso ao PET Scan/PET-CT tende a ser restrito. Os equipamentos necessários ainda são relativamente caros e sua manipulação depende de equipe qualificada.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/">Entenda como funciona o BI-RADS em exames de imagem da mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que esperar da realização de um PET Scan/PET-CT</h2>



<p>Junto com a solicitação de um PET Scan/PET-CT, <strong>é provável que seu médico forneça algumas orientações a respeito do dia do exame. </strong>As principais recomendações envolvem manter o tempo de jejum necessário, evitar o consumo de cafeína e tabaco nas horas anteriores ao exame e não fazer exercícios físicos na véspera.</p>



<p>No local do exame, <strong>os profissionais responsáveis pelo procedimento solicitarão a remoção de todos os utensílios metálicos do corpo (como joias e relógios, por exemplo</strong>), além de indicar o uso de trajes hospitalares.</p>



<p>O próximo passo é a aplicação do marcador, que acontece entre 30 e 60 minutos antes do exame em si. Isso acontece geralmente por meio de uma infusão em uma veia do braço. Finalizada essa etapa, a paciente é colocada na maca do equipamento. Uma vez acomodada, uma espécie de arco circunda seu corpo capturando as imagens que vão formar o resultado do exame. Esse processo demora por volta de 45 minutos.</p>



<p><strong>Fazer um </strong><strong>PET Scan/PET-CT</strong><strong> não dói, </strong>mas o equipamento pode emitir sons incômodos. Em casos raros, pode haver reação adversa diante da aplicação do radiofármaco. Terminado o exame, é possível ir embora sem qualquer restrição e aguardar o laudo feito pelo radiologista. Esse documento deve ser avaliado pelo médico responsável pelo pedido.</p>



<p>Depois de compreender como é feito o exame de PET Scan/PET-CT, fica claro que embora não seja um recurso utilizado em todas as circunstâncias, ele pode ser importante para acompanhar a progressão de um câncer de mama, <strong>sobretudo quando há suspeita de que a doença tenha se espalhado para outras partes do organismo.</strong></p>



<p>Ainda falando do uso de exames de imagem, entenda melhor quais<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tomossintese-mamaria/"> </a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tomossintese-mamaria/"><u>são as aplicações e as vantagens de uma tomossíntese mamária.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-feito-exame-pet-scan/">Entenda como é feito o exame de PET Scan/PET-CT</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-feito-exame-pet-scan/">Entenda como é feito o exame de PET Scan/PET-CT</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Quais os exames para detecção de metástase mais utilizados em pacientes com câncer de mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 16:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os exames para detecção de metástase geralmente empregam recursos de imagem e testes sanguíneos. Adicionalmente, biópsias podem ser utilizadas A evolução de um câncer de mama pode fazer com que o tumor alcance outras partes do corpo. Quando isso acontece, são feitos exames para detecção de metástase, permitindo a confirmação desse quadro. Entre elas estão exames de imagem, de sangue [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os exames para detecção de metástase geralmente empregam recursos de imagem e testes sanguíneos. Adicionalmente, biópsias podem ser utilizadas</em></p>



<p>A evolução de um câncer de mama pode fazer com que o tumor alcance outras partes do corpo. <strong>Quando isso acontece, são feitos exames para detecção de metástase, permitindo a confirmação desse quadro. Entre elas estão </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/"><u><strong>exames de imagem</strong></u></a><strong>, de sangue e, eventualmente, as biópsias.</strong> A escolha cabe ao médico responsável pelo acompanhamento, mediante avaliação da condição da paciente.</p>



<p>A partir disso, é possível definir as melhores condutas para impedir a progressão da doença. Embora isso seja um desafio, os tratamentos disponíveis para o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"><u>câncer metastático </u></a>podem ajudar na sobrevida e no bem-estar da paciente, ainda que nem sempre seja possível alcançar a remissão completa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Características de um câncer de mama metastático</h2>



<p>Na prática, <strong>um tumor metastático é aquele que avançou para além do local do organismo onde ele foi originalmente diagnosticado. </strong>No caso de um câncer de mama, isso acontece quando a doença ultrapassa o tecido da mama e os linfonodos da região da axila. Em geral, nesse estágio, ossos, pulmões, cérebro e fígado costumam ser atingidos com maior frequência.</p>



<p>O desenvolvimento de uma metástase se dá por causa de células cancerígenas que não foram detectadas e nem eliminadas do corpo previamente. Em determinado momento, elas podem voltar a se multiplicar. O porquê isso acontece não é muito bem compreendidopelos especialistas. De qualquer maneira, o risco de ter esse problema varia conforme o estágio em que a doença é diagnosticada e a biologia do tumor (incluindo, por exemplo, alterações genéticas e status dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/"><u>receptores hormonais</u></a>).</p>



<p><strong>Um câncer pode atingir a metástase meses ou anos após o diagnóstico inicial</strong>. Além disso, ele pode surgir em quadros de recidiva (ou seja, quando a doença retorna após o fim do tratamento). Porém, isso não quer dizer que todas as pacientes com câncer de mama terão o problema. <strong>Pelo contrário: a maioria dos casos de câncer de mama tem boas chances de remissão completa, principalmente quando a doença é diagnosticada em estágios iniciais.</strong></p>



<p>O câncer metastático representa o último estágio do estadiamento de um tumor. Por isso, ele é classificado como um tumor estágio IV. Esse número não diz respeito a um tipo específico da doença, e sim ao desenvolvimento dela.</p>



<p>Entretanto, é importante não confundir um câncer de mama localmente avançado com uma metástase. Ainda que grave, essa manifestação da doença mantém sua progressão restrita ao tecido da mama e áreas próximas das axilas e dos linfonodos da região.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Exames para detecção de metástase</h2>



<p>Uma parte das pacientes com câncer metastático não terá sinais relativos ao espalhamento da doença. Apesar disso, em determinados casos, <strong>a disseminação do tumor pode gerar sintomas que costumam variar conforme a área do corpo atingida.</strong></p>



<p>Dessa forma, os desconfortos notados podem envolver desde dores nas costas, ossos e juntas, até náuseas e vômitos, passando por sinais de confusão mental e outros problemas associados ao comprometimento do sistema nervoso central pelo tumor.</p>



<p>Seja como for, <strong>diante da suspeita de que o câncer de mama se tornou metastático, o médico responsável pelo acompanhamento pode solicitar exames que confirmem ou descartem a presença da condição.</strong> Entre as opções mais adotadas de exames para detecção de metástase estão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Raios-x</h3>



<p>Principalmente se a suspeita do espalhamento se concentra nos pulmões.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cintilografia óssea</h3>



<p>Permite avaliar se a doença atingiu os ossos com o auxílio de um exame de imagem orientado por um radiofármaco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tomografia computadorizada</h3>



<p>Usa imagens feitas a partir de diferentes ângulos para avaliar as condições de órgãos como os pulmões, o cérebro e o fígado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">PET-CT (ou tomografia por emissão de pósitrons)</h3>



<p>Utiliza radiação para capturar imagens de várias partes do corpo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ressonância magnética</h3>



<p>Utiliza campos magnéticos para capturar imagens de diferentes estruturas do corpo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Testes sanguíneos</h3>



<p>Permitem avaliar parâmetros bioquímicos e a presença de determinados biomarcadores, que podem indicar a formação da metástase.</p>



<p>Em todo caso, a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><u> biópsia</u></a> pode ser essencial para a definição do quadro, bem como para avaliar outros aspectos do tumor. <strong>Para isso, uma pequena amostra de tecido (coletada de diferentes partes do organismo) contendo células cancerígenas é analisada em laboratório por um médico patologista. </strong>As informações provenientes da biópsia também podem ajudar a orientar os próximos passos do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Opções de tratamento quando a metástase é diagnosticada</h2>



<p>Quase sempre o tratamento do câncer de mama metastático <strong>concentra esforços em conter a disseminação da doença enquanto se tenta prolongar a vida da paciente e ampliar o seu bem-estar.</strong> Dessa forma, podem ser utilizadas de forma isolada ou combinada alternativas como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Hormonioterapia</li><li>Quimioterapia</li><li>Imunoterapia</li><li>Radioterapia</li><li>Cirurgias</li><li>Terapias-alvo (como aquelas baseadas no uso de inibidores de CDK4/6, Pl3K, mTOR ou PARP ou direcionadas a alterações no HER2)</li></ul>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><u>Quais os riscos e o que pode ser feito para evitar a recorrência do câncer de mama?</u></a></p>



<p>Eventualmente, <strong>terapias localizadas podem ser indicadas para tumores em locais específicos (como os ossos, por exemplo), sobretudo se a condição estiver causando dor</strong>. No mais, diferentes práticas integrativas podem ser recomendadas para aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida da paciente.</p>



<p>Em todo o caso, <strong>os exames para detecção da metástase são indispensáveis para confirmar e determinar a extensão do comprometimento provocado pela doença.</strong> Sem isso, pode ser difícil indicar opções de tratamento condizentes com o quadro, fundamentais para que a mulher mantenha um nível satisfatório de bem-estar nesse período.</p>



<p><strong>Veja o que você precisa saber sobre os </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u><strong>diferentes estágios de um câncer de mama e como essa definição ajuda a definir o tratamento.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/">Quais os exames para detecção de metástase mais utilizados em pacientes com câncer de mama?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/">Quais os exames para detecção de metástase mais utilizados em pacientes com câncer de mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Nova orientação recomenda que avaliação de risco de câncer de mama seja feita aos 25 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 11:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A avaliação de risco de câncer de mama ajuda a determinar medidas para um diagnóstico precoce em mulheres com maior chance de desenvolver a doença A detecção precoce de um tumor na mama contribui para que a doença tenha um melhor prognóstico, reduzindo a mortalidade. Dessa forma, é preciso reforçar as estratégias que permitem identificar a presença da neoplasia ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A avaliação de risco de câncer de mama ajuda a determinar medidas para um diagnóstico precoce em mulheres com maior chance de desenvolver a doença</em></p>



<p>A detecção precoce de um tumor na mama contribui para que a doença tenha um melhor prognóstico, reduzindo a mortalidade<strong>. Dessa forma, é preciso reforçar as estratégias que permitem identificar a presença da neoplasia ainda em estágios iniciais. Isso passa, por exemplo, pela avaliação de risco de câncer de mama.</strong></p>



<p><strong>Nesse sentido, de acordo com a nova recomendação do </strong><u><strong>Colégio Norte-Americano de Radiologia</strong></u><strong>, todas as mulheres devem ser submetidas a uma avaliação de risco para um câncer de mama aos 25 anos. </strong>A orientação tem maior peso para pacientes negras ou de ascendência judaica asquenaze, populações com maior chance de desenvolve a doença. A partir disso, o médico responsável pode fornecer a melhor orientação sobre as ações de rastreio recomendadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O rastreio e o diagnóstico precoce do câncer de mama</h2>



<p>Antes de entender o que a nova recomendação pode significar na prática, vale repassar de que forma funcionam diferentes estratégias de detecção de um câncer de mama. Não é raro que esse assunto gere incerteza entre mulheres. <strong>Assim, a detecção de um câncer de mama em estágios iniciais pode acontecer por meio de dois mecanismos: o rastreamento e o diagnóstico precoce.</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O <strong>diagnóstico precoce</strong> é aquele feito a partir do momento em que a paciente tem <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u>sinais e sintomas sugestivos </u></a>da doença ainda em estágio inicial e faz exames para confirmar a suspeita.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>O<strong> rastreamento</strong> é realizado por meio de exames aplicados (como a mamografia, por exemplo) em determinado grupo sem qualquer suspeita da doença. Nesses casos, quando possíveis alterações são identificadas, investigações adicionais são feitas para confirmar ou excluir a possibilidade da presença de um câncer de mama.</li>
</ul>



<p>Se por um lado o rastreamento contribui para que o câncer de mama seja identificado ainda no início, por outro, especialistas discutem a efetividade dessas ações em certos contextos.</p>



<p><strong>Isso se dá pelo fato de que se aplicado sem critério, iniciativas de rastreamento podem levar a muitos falsos-positivos</strong>. Diante disso, é comum que a mulher passe por novos procedimentos. Além de demandarem mais tempo e dinheiro, <strong>eles podem ser mais invasivos (como é o caso de uma biópsia, por exemplo) e gerar mais ansiedade.</strong></p>



<p>Em tal contexto, as recomendações sobre a idade adequada para começar o rastreamento variam. No Brasil, por exemplo, o Ministério da Saúde <a href="https://linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/cancer-de-mama/unidade-de-atencao-primaria/rastreamento-diagnostico/#pills-rastreamento-diagnostico" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>indica os 50 anos como o patamar para que a mamografia seja feita anualmente</u></a>. Entretanto, <a href="https://www.sbmastologia.com.br/sociedades-medicas-brasileiras-recomendam-mamografia-anual-a-partir-dos-40-anos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>outras entidades já apontam os 40 anos como a idade apropriada para o início do rastreamento.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>As novas recomendações sobre a avaliação de risco de câncer de mama</h2>



<p>A avaliação de risco de câncer de mama envolve a análise de uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/"><u>série de fatores </u></a>que podem predispor a paciente a uma chance maior de desenvolver a doença no futuro. É nesse ponto que a orientação do Colégio Norte-Americano de Radiologia foca ao indicar os 25 anos para tal abordagem. Se <strong>após a avaliação for constatado que há um risco acima da média para um câncer de mama, o médico pode sugerir que o rastreamento comece antes que o recomendado.</strong></p>



<p>As ações de avaliação de risco de câncer de mama envolvem o uso de diferentes ferramentas e recursos para determinar se há uma maior chance de desenvolver a doença. É possível, por exemplo, fazer testes genéticos e, com o resultado em mãos, passar por um aconselhamento. <strong>De todo modo, esse tipo de solução tem sempre prós e contras, que devem ser pensados com cuidado.</strong></p>



<p>Em uma situação hipotética, uma paciente que tem identificada mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, e diante de paciente de alto risco de desenvolver câncer, poderão ser orientadas a combinar as mamografias periódicas com ressonâncias magnéticas já entre os 25 e 30 anos. Recomendações similares podem ser feitas para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pacientes de determinadas etnias (negras ou judias asquenaze, como já destacado).</li>



<li>Quem teve exposição à radiação no tórax antes dos 30.</li>



<li>Quem tem histórico familiar da doença.</li>



<li>Quem já teve alterações na mama identificadas, mesmo que não cancerígenas (como <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hiperplasia-mama/"><u>atipias das células do tecido mamário</u></a>, por exemplo).</li>
</ul>



<p id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-ovarios/?_gl=1*18wiibc*_ga*ODQ4MjAzMDA2LjE2NzM2MjM2NDg.*_ga_7RR1YD3FJP*MTY4NzgxMzYzOC4yLjEuMTY4NzgxMzY3MS4wLjAuMA..*_ga_PQC87SDMSD*MTY4NzgxMzYzOC4xMDguMS4xNjg3ODEzNjcxLjI3LjAuMA..&amp;_ga=2.191335274.1504007924.1687794809-848203006.1673623648"><u>Em que situações a retirada dos ovários ajuda na redução do risco de um câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que deve considerado para a avaliação de risco de câncer de mama</h2>



<p>Embora a recomendação do Colégio Norte-Americano de Radiologia seja ampla, a decisão sobre a necessidade e a viabilidade de fazer uma avaliação de risco para o câncer de mama aos 25 anos passa por uma conversa com o médico de sua confiança. Nessa discussão devem ser levados em conta aspectos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Histórico familiar de câncer de mama ou de outros tipos de tumor (de ovários, por exemplo).</li>



<li>Qualquer<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-palb2/"><u> alteração genética </u></a>previamente identificada.</li>



<li>Resultados de biópsias feitas anteriormente.</li>



<li>Histórico de tratamentos usando radiação no tórax ou no rosto antes dos 30 anos.</li>



<li>Densidade das mamas.</li>



<li>Peso corporal e nível de atividade física.</li>



<li>Regularidade na ingestão de álcool, tabagismo e hábitos alimentares.</li>



<li>Ter tido ou não uma gestação até o final e ter ou não amamentando.</li>
</ul>



<p>Com tudo isso, <strong>se a avaliação de risco de câncer de mama apontar para chance maior do que a média de desenvolver a doença, orientações apropriadas sobre quando começar ações de rastreio serão dadas pelo médico. Em alguns casos, podem ser introduzidas também opções de profilaxia.</strong> Assim, é possível ampliar a chance de um diagnóstico precoce e reduzir o risco de mortalidade devido a esse problema.</p>



<p>Aproveite e saiba mais sobre o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/"><u> papel dos testes genéticos</u></a> e veja quando é realmente necessário fazê-los.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/">Nova orientação recomenda que avaliação de risco de câncer de mama seja feita aos 25 anos</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/">Nova orientação recomenda que avaliação de risco de câncer de mama seja feita aos 25 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>O que é uma biópsia líquida e quais as possíveis aplicações desse recurso no diagnóstico do câncer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 14:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[biopsia]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[terapia-alvo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma grande inovação, a biópsia líquida pode ainda oferecer muitos outros recursos, aperfeiçoando o diagnóstico e o tratamento do câncer A biópsia líquida é uma inovação extremamente valiosa para o diagnóstico e o acompanhamento de diferentes tipos de tumores, incluindo aqueles que se desenvolvem nas mamas. Por meio da coleta e avaliação de uma amostra de sangue, é possível identificar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma grande inovação, a biópsia líquida pode ainda oferecer muitos outros recursos, aperfeiçoando o diagnóstico e o tratamento do câncer</p>



<p>A biópsia líquida é uma inovação extremamente valiosa para o diagnóstico e o acompanhamento de diferentes tipos de tumores, incluindo aqueles que se desenvolvem nas mamas<strong>. Por meio da coleta e avaliação de uma amostra de sangue, é possível identificar a presença e a natureza do material genético de células cancerígenas circulando pelo organismo.</strong></p>



<p>Embora seja um recurso muito positivo, o acesso à biópsia líquida ainda é restrito, o que também acaba gerando muitas dúvidas sobre suas aplicações. Assim, é importante esclarecer como tal biópsia pode ser empregada, quais as vantagens obtidas e as perspectivas para o futuro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que é e como funciona uma biópsia líquida?</h2>



<p><strong>Uma biópsia líquida é um exame laboratorial feito em uma amostra de fluido corporal do paciente (em geral, sangue) que tem como objetivo procurar células cancerígenas ou traços de material genético que indiquem a presença de um tumor</strong>. A partir disso, o médico responsável pelo acompanhamento tem acesso a informações essenciais não só para confirmar o diagnóstico de um possível câncer, como também para indicar a melhor conduta para o tratamento.</p>



<p>Biópsias líquidas só são possíveis porque à medida que cresce o tumor libera fragmentos na corrente sanguínea. E são justamente essas pequenas partículas que são identificadas pelo exame. As amostras podem ser compostas por:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Células tumorais circulantes, também chamadas de CTCs.</li><li>DNA tumoral circulante, também chamado de ctDNA.</li></ul>



<p>Em tese, com a adoção da biópsia líquida, o médico não precisará recorrer a um pedaço de tecido para realizar uma biópsia. Esse tipo de procedimento, chamado de biópsia de fragmento ou core biópsia, é amplamente utilizado atualmente. Porém, ele exige que o profissional retire, por meio de uma cirurgia, uma pequena parte do tecido atingido pelo câncer para submetê-lo a avaliação laboratorial. Em muitos casos, as biópsias são o padrão-ouro para os diagnósticos de diversos tipos de tumor.</p>



<p>Por um lado, <strong>a biópsia líquida pode indicar a presença de células ou material genético na corrente sanguínea de forma precoce de maneira bem menos invasiva. Em contrapartida, nem sempre a presença de um câncer no organismo fará com que um exame de sangue identifique os sinais celulares e genéticos do tumor em questão.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quando a biópsia líquida pode ser utilizada?</h2>



<p>A biópsia líquida ainda é uma tecnologia nova, com uso relativamente restrito. Logo, ela não é recomendada para todas as pacientes com câncer de mama (ou qualquer outro tipo de câncer). <strong>Levando isso em conta, o recurso costuma ser empregado em câncer de estágios mais avançados, por exemplo,</strong><strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"> quando há metástase</a>,</strong><strong> e/ou quando os tratamentos utilizados não se mostram efetivos. </strong>Em alguns casos, a biópsia líquida pode ser utilizada também quando uma biópsia comum não é viável.</p>



<p>Nesses casos, é provável que o conteúdo do tumor já esteja circulando na corrente sanguínea, tornando mais efetivo o uso da biópsia líquida. A partir da realização do exame, o médico pode analisar os resultados para:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Definir o prognóstico,</strong> já que a presença de determinadas células ou marcadores genéticos podem predispor a uma maior chance de recuperação;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Apoiar a decisão das melhores opções de tratamento,</strong> em especial das chamadas terapias-alvo. Simplificando bastante, elas atuam destruindo ou inibindo a ação de células com determinados erros genéticos. Elas são justamente as responsáveis pela replicação das células que fazem o tumor evoluir. Assim, uma terapia-alvo recebe esse nome por “mirar” nessas células de forma mais específica.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Evitar tratamentos desnecessários; </strong>o que não só aumenta a chance de sucesso da intervenção, como <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cansaco-cancer-de-mama/"><u>reduz o desconforto de muitas opções de terapias adotadas em casos de câncer.</u></a></li></ul>



<p>Com o tempo, espera-se que a biópsia líquida seja ainda mais relevante para mapear o risco de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><u>recidiva de um tumor</u></a>. <strong>Alguns achados já indicam que a presença de material genético ou células do tumor circulando na corrente sanguínea podem indicar que o tumor tem chances de retornar anos após o diagnóstico</strong>. Ainda que as evidências não sejam suficientes para mudar a prática clínica, esse parece ser um caminho promissor para o recurso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais as biópsias líquidas já aprovadas pelas agências reguladoras?</h2>



<p><strong>O período relativamente curto desde a sua introdução no mercado faz com que ainda existam poucas alternativas de biópsia líquida com aprovação nas agências reguladoras.</strong> Na Food and Drug Administration (a FDA, equivalente norte-americando da ANVISA), os testes que receberam a devida certificação devido a sua segurança e eficácia são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Cell Search, que detecta células circulantes;</li><li>cobas, que identifica material genético, principalmente de determinadas mutações de câncer de pulmão.</li><li>Guardant360 CDx, capaz de detectar material genético;</li><li>FoundationOne Liquid CDx, que identifica material genético e é útil em vários tipos de câncer.</li></ul>



<p>No Brasil, alguns testes como o FoundationOne e Guardant360 já estão disponíveis em laboratórios especializados. Todavia, o recurso ainda tem preço alto e não é oferecido pelo sistema público de saúde nem coberto por planos de saúde suplementar. Seja como for, com o surgimento de alternativas e a disseminação da técnica, é esperado que o preço de uma biópsia líquida caia.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">O que é um câncer de mama HER2 positivo e o que isso indica na prática?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais as perspectivas para os usos futuros desse recurso?</h2>



<p><strong>Além disso, ao longo dos anos é possível que novas aplicações da biópsia líquida também se consolidem.</strong> Assim, elas poderiam até mesmo tomar o lugar das mamografias em pacientes com suspeita de câncer de mama, por exemplo.<a href="https://www.mdpi.com/2072-6694/14/14/3341" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Em julho de 2022, foi publicado um estudo sobre o uso de biópsia líquida</u></a> como um recurso capaz de substituir a mamografia na detecção precoce de tumores na mama.</p>



<p>O teste, chamado de Trucheck Test, utiliza a tecnologia para identificar fragmentos de DNA circulante tumoral. No estudo, o tumor de mama foi identificado de forma correta em 92% dos casos. Entre os estágios iniciais 1 e 2, o percentual de acerto foi de 96% e 89%, respectivamente. E no estágio 0, equivalente a um carcinoma <em>in situ, </em>o teste conseguiu identificar o câncer em 70% das pacientes. Embora os resultados sejam bastante promissores, mais uma vez o alto custo da tecnologia e a necessidade de aprovação das agências reguladoras limitam o acesso e a aplicação.</p>



<p><strong>Enquanto isso, a</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-substitui-a-mamografia/"><u><strong> mamografia continua como exame de rastreamento ideal para diagnóstico precoce</strong></u></a><strong>, com alta sensibilidade para detecção de tumores iniciais. Além disso, ela não é invasiva e tem um custo acessível</strong>. Porém, sem dúvida, a biópsia líquida é uma ferramenta que fornece esperança para todos os cenários da prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer, resultado do investimento em inovação e pesquisa para combater essa doença.</p>



<p><strong>Aproveite e veja também como o</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/"><u><strong> exame de ultrassom pode ser importante para identificar alterações nas mamas e nas axilas.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biopsia-liquida/">O que é uma biópsia líquida e quais as possíveis aplicações desse recurso no diagnóstico do câncer?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biopsia-liquida/">O que é uma biópsia líquida e quais as possíveis aplicações desse recurso no diagnóstico do câncer?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Teste genético para câncer de mama: afinal, quando é necessário fazê-lo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 12:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[BRCA1]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mutações]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[teste genético]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presença de casos de câncer nas mamas no histórico familiar de uma mulher é um dos fatores que isoladamente mais influenciam no risco de desenvolvimento da doença. Nesse contexto, a realização de um teste genético para câncer de mama pode desempenhar um papel importante no rastreamento e diagnóstico precoce. Tal cenário leva em conta que entre 5 e 10% [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presença de casos de câncer nas mamas no histórico familiar de uma mulher é um dos fatores que isoladamente mais influenciam no risco de desenvolvimento da doença. <strong>Nesse contexto, a realização de um teste genético para câncer de mama pode desempenhar um papel importante no rastreamento e diagnó</strong><strong>stico precoce.</strong></p>



<p>Tal cenário leva em conta que entre 5 e 10% são cânceres hereditários, segundo<a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/causas-e-prevencao-do-cancer/hereditariedade/#:~:text=Os%2520casos%2520de%2520c%25C3%25A2ncer%2520associados,para%2520o%2520desenvolvimento%2520de%2520tumores." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> o INCA (Instituto Nacional de Câncer).</u></a> Dessa forma, <strong>as chances de uma mulher desenvolver um câncer de mama ao longo da vida são maiores se já houverem casos diagnosticados entre seus familiares, levando em conta a eventual mutação que a mulher carrega consigo.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a relação entre alterações genéticas e câncer de mama?</h2>



<p>O câncer de mama é o tipo de tumor mais comum entre mulheres de boa parte do mundo, inclusive no Brasil. No país, excluindo os casos de câncer de pele não melanoma,<a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> ele é o principal tipo de câncer diagnosticado entre as brasileiras, conforme aponta o INCA.</u></a></p>



<p>Portanto, precisa-se levar em conta que as alterações genéticas são parte dos<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/"><u> fatores de risco n</u><u>ã</u><u>o modific</u><u>á</u><u>veis</u></a> para desenvolver um tumor. <strong>Assim, ao mesmo tempo, com o avanç</strong><strong>o da gen</strong><strong>é</strong><strong>tica m</strong><strong>édica e nos métodos de sequenciamento de genes, mais pacientes podem contar com recursos que podem fortalecer a</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/prevencao-do-cancer-de-mama/"><u><strong> preven</strong></u><u><strong>çã</strong></u><u><strong>o</strong></u></a><strong>, diagn</strong><strong>óstico e tratamento de diversas doenças, incluindo o câncer de mama.</strong></p>



<p>Ademais, ferramentas de análise genética estão ajudando a melhorar nosso entendimento sobre o câncer. Elas permitem investigar defeitos genéticos em células tumorais que podem ajudar no tratamento e monitoramento da doença.</p>



<p>No caso do câncer de mama, mutações ou alterações patológicas nos genes BRCA1, BRCA2, CHEK2, PALB2, TP53, ATM, PTEN, entre outras podem indicar uma maior predisposição de ter um tumor na mama. <strong>De forma resumida, esses genes têm como funçã</strong><strong>o </strong><strong>“corrigir” as alterações no DNA ou regular o crescimento celular, evitando o desenvolvimento de neoplasias</strong>. Desse modo, mutações podem prejudicar sua função, elevando o risco de a doença aparecer em algum momento da vida.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">O que é um câncer de mama HER2 positivo e o que isso indica?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem deve fazer um teste genético para câncer de mama?</h2>



<p>As indicações de um teste genético para câncer de mama vêm evoluindo. Além disso, existem várias diretrizes sobre as recomendações, embora nem sempre os profissionais de saúde concordem entre si sobre a melhor abordagem.</p>



<p><strong>Seja como for, a avaliação do histórico familiar e pessoal de cada paciente é </strong><strong>que determinar</strong><strong>á a indicação de realizar o teste genético para câncer de mama.</strong> Como exemplo, um médico pode solicitar um teste genético em busca de mutação dos genes BRCA em mulheres:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diagnosticadas com câncer de mama antes dos 50, com tumor em ambas as mamas ou com tumores triplo-negativos;</li>
<li>Diagnosticadas com um segundo de tumor (não uma recorrência);</li>
<li>Pertencentes a determinados grupos étnicos (judeus asquenazes, por exemplo);</li>
<li>Com histórico familiar de câncer de mama (em especial em mulheres jovens ou em homens), câncer nos ovários, nas trompas de falópio, no peritônio, no pâncreas e na próstata;</li>
<li>Com histórico conhecido de mutações no gene BRCA dentro da família;</li>
<li>Que tenham conhecimento sobre mais de um caso de câncer de mama na família.</li>
</ul>



<p><strong>Algumas mutações nos genes BRCA elevam em </strong><a href="https://www.cancer.gov/about-cancer/causes-prevention/genetics/brca-fact-sheet" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>mais de 70% o risco de câncer durante a vida</strong>.</u></a> As mutações no gene BRCA1 estão mais associadas aos tumores de mama triplo negativo e maior risco de câncer de ovário, por exemplo. Além disso, mutações no gene BRCA2 estão associadas também a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens/"><u> câncer de mama masculino</u></a> e câncer de pâncreas.</p>



<p>Em geral, como referência para a pesquisa do histórico familiar são considerados avós, pais, irmãos e irmãs, tios e tias, bem como sobrinhos e sobrinhas. Vale<strong> sempre reforçar que o risco de mutaçõ</strong><strong>es heredit</strong><strong>árias relativas ao câ</strong><strong>ncer de mama n</strong><strong>ão vem apenas dos genes herdados da mã</strong><strong>e</strong>. O histórico das mulheres do lado paterno precisa ser considerado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito um teste genético de câncer de mama? Quanto custa?</h2>



<p><strong>O teste genético de câ</strong><strong>ncer de mama </strong><strong>é feito em uma pequena amostra de líquido corporal ou tecido, geralmente sangue.</strong> Saliva, células internas da bochecha, pele ou líquido amniótico também podem servir para fornecer o material de análise.</p>



<p>A amostra é enviada para um laboratório especializado em testes genéticos. Os resultados são devolvidos ao médico que solicitou o teste. Em alguns casos, o laboratório pode enviar os resultados diretamente para o paciente. O resultado pode demorar algumas semanas para ser liberado.</p>



<p><strong>De acordo com a regulamentação dos planos de saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), alguns tipos de teste genéticos devem ser cobertos pelos serviços contratados, </strong><strong>nos casos de pacientes com diagnóstico de câncer de mama</strong>. Em todo caso, o exame pode ser feito em laboratórios especializados por preços que variam entre R$ 1500 e R$ 4000.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é feito quando o teste genético dá positivo?</h2>



<p>Com o resultado do teste genético em mãos, <strong>os diversos cenários possíveis de rastreamento e opções de redução de risco são discutidos, com o propósito de determinar a melhor conduta diante do caso</strong>. De forma resumida, é esse o objetivo do processo de aconselhamento genético.</p>



<p>De todo modo, ele envolve não apenas os aspectos clínicos da questão, como todo o âmbito psicossocial de tal situação. Diante do receio que esse tipo de informação pode gerar, é fundamental conversar com o oncogeneticista e passar por processo de orientação, o que garantirá a interpretação adequada dos resultados obtidos.</p>



<p><strong>S</strong><strong>ão estimadas as chances de incidência de várias neoplasias, a partir das evidências disponíveis.</strong> O médico pode reforçar a informação de como a paciente e seus familiares podem estar em risco. Isso inclui, por exemplo, avaliar quem se beneficiaria de um teste genético para investigar a presença dessas mutações.</p>



<p>Por consequência, <strong>a paciente pode receber orientações valiosas para a promoção de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentos-ajudam-na-prevencao-ao-cancer-de-mama/"><u><strong>h</strong></u><u><strong>á</strong></u><u><strong>bitos saud</strong></u><u><strong>á</strong></u><u><strong>veis </strong></u></a><strong>que podem reduzir o risco de desenvolver um tumor. No mais, podem ser consideradas opções que envolvem o uso profilático de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/"><u><strong>determinadas medica</strong></u><u><strong>çõ</strong></u><u><strong>es</strong></u></a><strong> ou mesmo </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/"><strong>cirurgias redutoras de risco</strong></a><strong>.</strong></p>



<p>O caso da atriz<a href="https://www.nytimes.com/2013/05/14/opinion/my-medical-choice.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Angelina Jolie</a> é um exemplo do papel dos testes genéticos e do aconselhamento especializado. Após descobrir uma mutação patológica no gene BRCA1, ela decidiu se submeter a uma mastectomia profilática, seguida de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/oncoplastia-e-reconstrucao-mamaria/"><u>reconstrução da mama.</u></a> Posteriormente, a atriz<a href="https://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/03/cirurgia-feita-por-angelina-e-comum-em-quem-tem-mutacao-genetica.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> removeu ovários e as trompas de Falópio.</u></a> A família de Jolie tinha um histórico conhecido de casos de tumor na mama em mulheres relativamente jovens, o que fez com que ela fizesse o teste para investigar a presença das mutações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a relevância de um teste genético para câncer de mama?</h2>



<p>Conhecer a presença de mutações genéticas que predispõem o surgimento do câncer de mama pode prevenir seu desenvolvimento. <strong>As pacientes com alterações identificadas podem se beneficiar de estratégias de vigilância e redução de risco de câncer de mama, incluindo medidas profiláticas, conforme já destacado. Em alguns cenários, uma mastectomia pode reduzir o risco de câncer de mama em até </strong><strong>95%.</strong></p>



<p>Qualquer medida do tipo varia conforme o caso e tem indicações bastante específicas. Do mesmo modo, nem toda mulher se beneficia de um teste genético para câncer de mama, inclusive quando se leva em conta o custo desse tipo de procedimento<strong>. Logo, a conversa com o médico deve sempre orientar tal decisã</strong><strong>o.</strong></p>



<p>Que tal saber mais sobre a importância do mastologista? Entenda o âmbito de atuação do profissional<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/"><u> respons</u><u>á</u><u>vel pela sa</u><u>ú</u><u>de das mamas</u></a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/">Teste genético para câncer de mama: afinal, quando é necessário fazê-lo?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/">Teste genético para câncer de mama: afinal, quando é necessário fazê-lo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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