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	<title>Tratamento - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Tratamento - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Cirurgia conservadora, oncoplastia ou mastectomia: qual a melhor opção em casos de câncer de mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgias]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia conservadora]]></category>
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		<category><![CDATA[quadrantectomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diagnóstico de câncer de mama é um momento que exige decisões complexas para garantir o tratamento adequado. Entre as questões que surgem com mais frequência está a escolha do tipo de procedimento cirúrgico incluído como parte do esquema terapêutico: cirurgia conservadora, oncoplastia ou mastectomia? Cada uma dessas opções tem indicações específicas, vantagens e pontos de atenção que devem ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico de câncer de mama é um momento que exige decisões complexas para garantir o tratamento adequado. Entre as questões que surgem com mais frequência está a escolha do tipo de procedimento cirúrgico incluído como parte do esquema terapêutico: cirurgia conservadora, oncoplastia ou mastectomia?</p>



<p>Cada uma dessas opções tem indicações específicas, vantagens e pontos de atenção que devem ser cuidadosamente avaliados. Assim, a decisão final envolve critérios médicos precisos, além da perspectiva e das preferências da própria paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o papel da intervenção cirúrgica no tratamento de câncer de mama?</h2>



<p>A cirurgia é, na grande maioria dos casos, um dos pilares centrais do tratamento do câncer de mama. Seu objetivo principal é a remoção do tumor com margens livres, o que garante que não restem células tumorais nos tecidos ao redor da área operada.</p>



<p>Em muitos cenários, a cirurgia é realizada de forma integrada a outros tratamentos, como a quimioterapia neoadjuvante (antes da cirurgia), a radioterapia adjuvante (após a cirurgia) e a hormonioterapia.</p>



<p>Essa combinação de recursos permite que o tratamento seja personalizado de acordo com o estadiamento da doença, o subtipo tumoral e as características individuais de cada paciente.</p>



<p>Além da finalidade oncológica, a cirurgia também tem um papel cada vez mais relevante no contexto da qualidade de vida. A escolha da técnica interfere diretamente na imagem corporal, na autoestima, no exercício saudável da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-sexualidade/" target="_blank" rel="noopener">sexualidade</a> e no bem-estar psicológico das mulheres, o que torna a discussão sobre as opções disponíveis ainda mais importante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cirurgia conservadora, oncoplastia ou mastectomia: como funciona cada técnica?</h2>



<p>As diretrizes atuais reforçam que a cirurgia conservadora é apropriada para muitas pacientes. Mas isso não significa que ela seja adequada para todos os casos. Portanto, compreender as diferenças entre cada abordagem é parte fundamental do processo de tomada de decisão compartilhada entre médico e paciente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cirurgia conservadora</h3>



<p>O procedimento conservador, também chamado de quadrantectomia ou mastectomia parcial, consiste na remoção do tumor com uma margem de tecido saudável ao redor, preservando o máximo possível da mama.</p>



<p>De acordo com publicação da <a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://www.breastsurgeons.org/docs/statements/asbrs-breast-conserving-surgery-partial-mastectomy.pdf" target="_blank" rel="noopener"><em>American Society of Breast Surgeons (ASBrS)</em></a>, essa abordagem é apropriada para a maioria das pacientes com câncer de mama em <a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-cancer-de-mama-estagio-inicial/" target="_blank" rel="noopener">estágio inicial</a>. Tal decisão leva em conta principalmente os cenários em que o tumor é pequeno em relação ao volume da mama, o que permite a remoção completa da lesão com resultado estético satisfatório.</p>



<p>A principal vantagem é a preservação da mama, o que costuma trazer benefícios importantes para a autoestima e a <a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mindfulness-e-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noopener">qualidade de vida da paciente</a>. Entre as limitações, está a prescrição obrigatória de radioterapia adjuvante.</p>



<p>Além disso, pode haver necessidade de uma nova cirurgia caso as margens não estejam livres de células tumorais. Em paralelo, tumores grandes, múltiplos focos na mesma mama ou contraindicação à radioterapia podem direcionar para outras opções.</p>



<p>Contudo, estudo publicado em 2025 no periódico <a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://www.nature.com/articles/s41598-025-16215-x" target="_blank" rel="noopener"><em>Scientific Reports</em></a> com dados de milhares de pacientes mostrou que conservar a mama (cirurgia + radioterapia) tem resultados de sobrevida semelhantes aos da mastectomia com reconstrução.</p>



<p>Em alguns casos específicos (como tumores menores, sem linfonodos acometidos ou câncer triplo-negativo) a conservação da mama pode até apresentar melhores resultados. Já em tumores mais avançados ou no subtipo HER2, a mastectomia com <a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lipoenxertia-reconstrucao-mamaria-com-enxerto-de-gordura/" target="_blank" rel="noopener">reconstrução</a> pode ser tão eficaz ou, em alguns casos, ligeiramente superior.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Oncoplastia</h3>



<p>A oncoplastia é uma técnica que combina os princípios da cirurgia oncológica com as técnicas de cirurgia plástica.</p>



<p>O objetivo é remover o tumor de forma segura e, ao mesmo tempo, remodelar a mama para um resultado estético superior. Essa abordagem amplia as possibilidades da cirurgia conservadora, permitindo a retirada de volumes maiores de tecido sem comprometer a aparência.</p>



<p>Essa técnica é especialmente útil quando o tumor está em uma localização que dificultaria um bom resultado estético com a cirurgia conservadora convencional.</p>



<p class="leia"><em>Confira também:</em> <a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatriz-em-l-oncoplastia/"><em>Saiba quais são os benefícios da cicatriz em L na oncoplastia</em></a></p>



<p>Pacientes com mamas maiores também se beneficiam, pois a oncoplastia permite associar a remoção do tumor a uma redução mamária, equilibrando a simetria com a outra mama.</p>



<p>Estudo publicado na <a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0960977624001152" target="_blank" rel="noopener"><em>The Breast</em></a> em 2024, com análise de diversas pesquisas, mostrou que a cirurgia conservadora com técnicas oncoplásticas apresenta melhores resultados do que a cirurgia conservadora convencional.</p>



<p>Essa opção reduz a chance de necessidade de nova cirurgia, de recidiva local e de retirada completa da mama, além de proporcionar estética mais harmoniosa e satisfatória. No geral, também apresentou menos complicações, sendo uma alternativa segura e eficaz para o tratamento do câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mastectomia</h3>



<p>Por fim, a mastectomia consiste na remoção completa do tecido mamário. É indicada quando o tumor é grande em relação à mama, quando existem múltiplos focos de doença ou quando há contraindicação à radioterapia.</p>



<p>Pacientes portadoras de <a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/" target="_blank" rel="noopener">mutações BRCA1 e BRCA2</a> também podem optar pela mastectomia como forma de redução de risco, inclusive na mama contralateral. Por outro lado, trata-se de uma cirurgia de maior porte, com recuperação mais longa e potencial impacto na imagem corporal.</p>



<p>Nesse contexto, a maioria das mastectomias pode ser acompanhada de reconstrução imediata, o que significa que a paciente já sai do centro cirúrgico com a mama reconstruída. As técnicas incluem o uso de <a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-mamaria-com-proteses/" target="_blank" rel="noopener">implantes mamários</a> ou de <a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-mamaria-retalhos-miocutaneos/" target="_blank" rel="noopener">tecido da própria paciente</a>, dependendo do caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Que fatores devem ser levados em conta para escolher a opção correta?</h2>



<p>Cada mulher tem uma história, um corpo e prioridades diferentes. Por isso, na prática não existe resposta única para todas. O papel do mastologista é apresentar todas as opções com transparência, explicando os riscos e benefícios de cada caminho de forma clara. Assim, é possível levar em conta aspectos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tamanho e localização do tumor em relação ao volume total da mama;</li>



<li>Número de focos tumorais (unifocal ou multifocal);</li>



<li>Estadiamento da doença;</li>



<li><a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-antes-da-cirurgia/">Resposta à quimioterapia</a> neoadjuvante, quando aplicada;</li>



<li>Possibilidade de obtenção de margens livres adequadas;</li>



<li>Presença de mutações genéticas de alto risco, como BRCA1 e BRCA2;</li>



<li>Condições clínicas que possam contraindicar a radioterapia adjuvante, já que sua necessidade é um critério relevante para a indicação das técnicas conservadoras;</li>



<li>Impacto esperado na imagem corporal;</li>



<li>Contexto emocional e suporte disponível para o período de recuperação;</li>



<li>Interesse ou não em <a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mastectomia-com-reconstrucao-mamaria-e-mamoplastia-com-cicatriz-em-l/">reconstrução mamária</a>.</li>
</ul>



<p>A partir disso, se torna mais viável decidir entre cirurgia conservadora, <a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/oncoplastia-e-reconstrucao-mamaria/" target="_blank" rel="noopener">oncoplastia</a> ou mastectomia, sempre seguindo uma escolha baseada nas melhores evidências científicas disponíveis aliada a um olhar atento para a individualidade de cada paciente.</p>



<p>Aproveite e saiba mais agora sobre <a style="color: inherit; text-decoration: inherit;" href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-estetica-das-mamas/" target="_blank" rel="noopener">como uma cirurgia oncoplástica permite tratar um câncer de mama com menor impacto sobre a estética das mamas</a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-conservadora-oncoplastia-mastectomia/">Cirurgia conservadora, oncoplastia ou mastectomia: qual a melhor opção em casos de câncer de mama?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-conservadora-oncoplastia-mastectomia/">Cirurgia conservadora, oncoplastia ou mastectomia: qual a melhor opção em casos de câncer de mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Saiba como é feita e quais as vantagens de uma mastectomia com preservação do mamilo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgias]]></category>
		<category><![CDATA[astectomia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia conservadora]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[preservação do mamilo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mastectomia com preservação do mamilo, também conhecida em inglês como Nipple-Sparing, é um avanço significativo quando se discutem as possibilidades de procedimentos cirúrgicos em pacientes com câncer de mama. Em resumo, a técnica permite remover toda a glândula mamária mantendo intacto o &#8220;envelope&#8221; de pele e o complexo aréolopapilar. Tal recurso oferece às pacientes um resultado reconstrutivo mais próximo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>mastectomia com preservação do mamilo, </strong>também conhecida em inglês como <strong>Nipple-Sparing</strong>, é um avanço significativo quando se discutem as possibilidades de procedimentos cirúrgicos em pacientes com câncer de mama.</p>



<p>Em resumo, a<strong> técnica permite remover toda a glândula mamária mantendo intacto o &#8220;envelope&#8221; de pele e o complexo aréolopapilar. </strong>Tal recurso oferece às pacientes um resultado reconstrutivo mais próximo da mama natural. Desse modo, vale a pena repassar quais os benefícios e o que deve ser observado para garantir a segurança oncológica da abordagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Os critérios para a adoção da mastectomia com preservação do mamilo</h2>



<p>Cada caso de câncer de mama é único, então é de se esperar que nem todo quadro clínico seja passível de ser operado com o uso dessa técnica cirúrgica específica.</p>



<p>Acima de tudo, o <strong>principal fator para determinar a viabilidade da preservação do mamilo é a distância entre o tumor e o complexo aréolopapilar</strong> (que une o mamilo e a área pigmentada ao redor).</p>



<p>Tradicionalmente, recomenda-se que os tumores estejam localizados a mais de 2 centímetros do mamilo. Distâncias menores podem ser aceitáveis em casos criteriosamente selecionados.</p>



<p>Além disso, a <strong>presença de múltiplos focos tumorais, tumores em estágio avançado ou com comprometimento intraductal extenso talvez restrinjam a opção</strong>. O mesmo vale para o subtipo molecular da doença (se receptor hormonal positivo ou não). Essa informação é útil ainda para determinar a necessidade de terapias adicionais (<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-antes-da-cirurgia/"><u>quimioterapia,</u></a> terapia hormonal etc.).</p>



<p>Elementos relacionados à saúde geral e às características físicas da paciente também são considerados. Entram nessa lista o índice de massa corporal, o histórico de tabagismo e as doenças crônicas não controladas.</p>



<p>No mais, é essencial que a paciente apresente <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamilo-invertido/"><u>mamilo e pele sem sinais de envolvimento tumoral,</u></a> retração ou quaisquer outras alterações, com formato e cor dentro do normal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O passo a passo do procedimento de retirada do tumor com preservação do mamilo</h2>



<p>O procedimento inicia-se com um planejamento cirúrgico detalhado. Exames de imagem pré-operatórios (mamografia, ultrassom ou ressonância magnética) são essenciais para definir com precisão a localização do tumor, inclusive em relação ao complexo aréolopapilar.</p>



<p>A <strong>localização mais comum para a incisão cirúrgica é o sulco inframamário.</strong> Incisões laterais ou inferiores ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-mamaria/"><u>técnicas oncoplásticas</u></a> também são viáveis, sempre visando a manutenção de uma margem segura de tecido ao redor do mamilo.</p>



<p>Na sequência, a glândula mamária é separada do músculo do tórax. Neste momento, pode ser feita a coleta de uma amostra de glândula logo abaixo do mamilo para a chamada biópsia de congelação.</p>



<p>Esse <strong>teste no meio da operação é fundamental para garantir que não há células cancerígenas no tecido remanescente,</strong> orientando a conduta do cirurgião conforme necessário, como destaca a <a href="https://www.sbp.org.br/exame-de-biopsia-de-congelacao-significado-e-importancia/"><u>Sociedade Brasileira de Patologia.</u></a></p>



<p>Com o resultado reforçando a ausência de células tumorais, inicia-se imediatamente a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-parcial-mama/"><u>reconstrução mamária</u></a>. A intervenção é realizada quase sempre com implantes de silicone colocados diretamente ou após expansão tecidual com expansor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que a mulher operada pode esperar dos resultados</h2>



<p>Os <strong>resultados da mastectomia com preservação do mamilo têm sido consistentemente encorajadores</strong> quando as pacientes são adequadamente selecionadas.</p>



<p>Acima de tudo, a preservação do complexo aréolopapilar oferece aparência significativamente mais natural comparada a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/"><u>outras técnicas de mastectomia</u></a>. Logo, o resultado obtido contribui para melhorar a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/aumento-dos-seios/"><u>autoimagem, a autoestima e a qualidade de vida das pacientes.</u></a></p>



<p>As <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatrizes-da-mama-apos-cirurgia-do-cancer/"><u>cicatrizes</u></a>, quando estrategicamente posicionadas no sulco inframamário ou lateralmente, tendem a ser discretas. Contudo, é importante manter expectativas realistas, pois o tipo de incisão realizada pode causar deslocamento lateral do mamilo, por exemplo, entre outros incômodos.</p>



<p>A <strong>questão da sensibilidade do mamilo merece também atenção especial nas discussões pré-operatórias.</strong> A perda da sensibilidade tátil e da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/desempenho-sexual-depois-cancer-de-mama/"><u>capacidade de resposta erógena do mamilo</u></a> é a queixa mais frequentemente relatada, atingindo parcela relevante das pacientes. <strong>Por isso, elas devem estar cientes dessa limitação antes de optar pelo procedimento.</strong></p>



<p>A recuperação pós-operatória segue um padrão similar ao de outras operações, exigindo controle da dor, utilização de drenos cirúrgicos e retomada gradual das atividades com o passar das semanas.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatriz_em_l_oncoplastia/"><u>Como a cicatriz em L na oncoplastia contribui para tratar um câncer de mama com marcas menores e mais discretas</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>A segurança oncológica da mastectomia com preservação do mamilo</h2>



<p>Garantir que o risco de a doença voltar seja mínimo é, indiscutivelmente, uma preocupação importante ao considerar a preservação do mamilo em pacientes com câncer de mama. Felizmente, <strong>evidências apontam para a segurança </strong>quando profissionais a indicam de forma apropriada:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Artigo na <a href="https://www.nature.com/articles/nrclinonc.2011.159"><em><u>Nature Reviews of Clinical Oncology</u></em></a>apontam que as taxas de recorrência local da técnica são comparáveis às de mastectomias radicais, atingindo entre <strong>3 e 6% dos pacientes em 5 anos.</strong></li>



<li>Publicação no periódico<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0960977617305064"><em><u> The Breast</u></em></a>sugere que mastectomias com preservação de mamilo e pele apresentam resultados oncológicos equivalentes às mastectomias não conservadoras, <strong>com taxas de recorrência baixas e aceitáveis (de até 3,7%).</strong></li>



<li>Estudo da<a href="https://journals.lww.com/plasreconsurg/abstract/2022/10001/long_term_cancer_recurrence_rates_following.3.aspx"><em><u>Plastic and Reconstructive Surgery, </u></em></a><em>com </em>acompanhamento médio de 10 anos, mostrou taxa de recorrência baixa, também em <strong>torno de 3% das pacientes submetidas à mastectomia com preservação do mamilo.</strong></li>
</ul>



<p>Mesmo casos mais complexos se beneficiam da técnica, se mastologistas e oncologistas responsáveis os avaliarem devidamente.</p>



<p>Artigo da<a href="https://jamanetwork.com/journals/jamasurgery/fullarticle/2749070"><em><u>JAMA Surgery </u></em></a>sustenta que a mastectomia que conserva o mamilo pode ser segura para tratar até mesmo um<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-ductal-invasivo/"> câncer de mama invasivo </a>(ou seja, que foi além dos ductos e lóbulos mamários). <strong>Em um universo de 944 pacientes, apenas 4,1% dos casos apresentaram recorrência no mamilo, após média de sete anos.</strong></p>



<p>Seja como for, aliadas à escolha cuidadosa das pacientes em que a mastectomia com preservação do mamilo será realizada, a introdução adequada de outros tratamentos e o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/acompanhamento-pos-cancer-mama/"><u> acompanhamento de longo prazo</u></a> para identificar qualquer alteração de modo precoce são medidas insubstituíveis reforçar a segurança.</p>



<p>Aproveite e entenda agora como uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-estetica-das-mamas/"><u> cirurgia oncoplástica permite tratar um câncer de mama com menor impacto sobre a estética das mamas</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mastectomia-preservacao-mamilo/">Saiba como é feita e quais as vantagens de uma mastectomia com preservação do mamilo</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mastectomia-preservacao-mamilo/">Saiba como é feita e quais as vantagens de uma mastectomia com preservação do mamilo</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Como a cicatriz em L na oncoplastia contribui para tratar um câncer de mama com marcas menores e mais discretas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reconstrução mamária]]></category>
		<category><![CDATA[BIA-ALCL]]></category>
		<category><![CDATA[brca]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma anaplásico de células grandes]]></category>
		<category><![CDATA[próteses texturizadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando uma mulher recebe o diagnóstico de câncer de mama, geralmente duas preocupações surgem ao mesmo tempo: se o tratamento vai funcionar e como uma eventual cirurgia vai afetar a aparência das mamas. A boa notícia é que atualmente as intervenções cirúrgicas não se limitam apenas à cura da doença. Exemplo disso é a aplicação de técnicas de cicatriz em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando uma mulher recebe o diagnóstico de câncer de mama, geralmente duas preocupações surgem ao mesmo tempo: <strong>se o tratamento vai funcionar e como uma eventual cirurgia vai afetar a aparência das mamas</strong>.</p>



<p>A boa notícia é que atualmente as intervenções cirúrgicas não se limitam apenas à cura da doença.<strong> Exemplo disso é a aplicação de técnicas de cicatriz em L na oncoplastia.</strong></p>



<p>Esse método permite que mulheres com câncer de mama, dentro de determinadas circunstâncias, <strong>mantenham a aparência natural dos seios, com marcas bem mais discretas.</strong> Pensando nisso, nos tópicos abaixo você confere um panorama sobre o tema.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que é a técnica de cicatriz em L e por que ela é chamada de &#8220;técnica do decote livre&#8221;?</h2>



<p>A <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamoplastia-em-l-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cicatriz em L na oncoplastia é uma evolução da técnica clássica de T invertido</u></a>. Enquanto essa opção tradicional deixa três cicatrizes (uma ao redor da aréola, uma vertical e outra horizontal em forma de âncora), a <strong>abordagem em L elimina a cicatriz que passaria pela parte interna da mama, próxima ao colo.</strong></p>



<p>O resultado é um padrão de cicatriz que forma justamente um &#8220;L&#8221;: uma marca vertical que desce da aréola, conectada a uma cicatriz horizontal que fica apenas na lateral da mama.</p>



<p><strong>Essa característica tornou a técnica conhecida como &#8220;técnica do decote livre&#8221;</strong>. As mulheres podem usar decotes, biquínis e roupas mais abertas sem que as cicatrizes apareçam no centro do peito. Ou seja: as marcas ficam estrategicamente posicionadas em áreas menos visíveis.</p>



<p>Assim, é<strong> possível compreender como essa técnica influencia de modo relevante o aspecto psicológico e emocional das pacientes.</strong></p>



<p>Em outras palavras, manter a aparência satisfatória das mamas tem grande impacto na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/aumento-dos-seios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>autoestima </u></a>e na autoimagem dessas mulheres. E, como <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jocn.16621" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>a literatura sobre o tema mostra</u></a>, esse é um componente bastante preponderante na qualidade de vida após o tratamento.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/beneficios-aplicacao-de-enxerto-gordura-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Quais as indicações e os benefícios da reconstrução mamária com enxerto de gordura</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como funciona o procedimento da cicatriz em L na oncoplastia?</h2>



<p>Antes de mais nada, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cirurgia</u></a> segue etapas cuidadosamente planejadas que integram a cirurgia oncológica com técnicas de plástica mamária. Para isso, são seguidas etapas que envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>planejamento das incisões em relação ao formato da mama e à posição do tumor</strong>;</li>



<li><strong>remoção do tumor com margens adequadas</strong>, com a finalidade de garantir a remoção completa da lesão, incluindo uma área de tecido saudável ao redor;</li>



<li><strong>remodelação mamária com o tecido que sobrou,</strong> redistribuindo a glândula mamária e removendo o excesso de pele, se necessário;</li>



<li>posteriormente, é<strong>considerada a </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/seios-tamanhos-diferentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>simetrização da mama contralateral (oposta) saudável</strong></u></a>, permitindo uma melhor composição da aparência por meio da modificação da forma, redução ou elevação do outro seio.</li>
</ul>



<p>Cabe destacar que a técnica de cicatriz em L funciona especialmente bem para tumores com características específicas. Isso pode limitar a aplicação a tumores extensos ou multifocais. Contudo, <strong>é levada sempre em consideração a necessidade da remoção de margens seguras com a manutenção de resultados estéticos satisfatórios.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais os desafios para se obter um bom resultado com a cicatriz em L?</h2>



<p>Apesar dos benefícios, a técnica de cicatriz em L tem limitações importantes que determinam quais pacientes são boas candidatas e quais serão os retornos obtidos pela abordagem.</p>



<p>Acima de tudo, o<strong>fechamento da incisão sem tensão acentuada é um desses pontos importantes</strong>. Quando a pele é esticada demais por conta das suturas, a pele pode ficar ondulada e a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatrizes-da-mama-apos-cirurgia-do-cancer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cicatriz tende a alargar e engrossar,</u></a> o que compromete o resultado estético. <strong>A fim de evitar isso, é preferível sempre recorrer a pontos internos de suspensão, distribuindo melhor a tensão da pele.</strong></p>



<p>Além disso, cirurgiões devem sempre considerar a posição do tumor e a adequação necessária para <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/oncoplastia-e-reconstrucao-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>compor a aparência das mamas</u></a> de modo harmônico e satisfatório.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Que tecnologias e recursos são utilizados para garantir cicatrizes com o resultado esperado?</h3>



<p>O cirurgião responsável pode utilizar determinadas tecnologias para otimizar os resultados estéticos. Além de pontos que buscam amenizar a tensão da pele, é possível também recorrer ao uso de materiais que favorecem a cicatrização.</p>



<p>Exemplo disso são as <strong>colas cirúrgicas biológicas aplicadas sobre os pontos internos</strong>, que ajudam a selar a pele e reduzem ainda mais qualquer tensão residual sobre a cicatriz.</p>



<p>As <strong>telas de poliéster</strong>, como o <a href="https://journals.sagepub.com/doi/10.1089/gyn.2023.0038?int.sj-full-text.similar-articles.2" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>sistema Dermabond Prineo</u></a>, <strong>são outro recurso valioso</strong>. Essas telas são colocadas sobre a sutura da pele, funcionando como um reforço que distribui a tensão e sustenta os tecidos durante a cicatrização.</p>



<p>Com o tempo, o próprio corpo incorpora a tela de poliéster, que fica permanentemente integrada ao tecido, mantendo a forma da mama a longo prazo e reduzindo as chances de queda acentuada posterior.</p>



<p>No mais, a<strong> adoção de placas de silicone sobre a cicatriz e tratamentos com laser ou luz pulsada visando o clareamento e alisamento das cicatrizes são frequentemente pertinentes.</strong> A aplicação dessas ferramentas de modo supervisionado estimula a hidratação da pele e a remodelação do colágeno, melhorando progressivamente a textura e a cor das marcas.</p>



<p>Seja como for, a<strong>avaliação adequada e o planejamento cuidadoso desde o diagnóstico são fundamentais para que a cicatriz em L na </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>oncoplastia</strong></u></a><strong> traga tanto os resultados oncológicos quanto os estéticos</strong>, permitindo que o câncer de mama seja enfrentado com preservação da autoestima da paciente.</p>



<p>Confira agora <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-mamaria-com-lipoenxertia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>como funciona a lipoenxertia</u></a>, uma outra técnica que permite a reconstrução mamária após o tratamento do câncer de mama utilizando a gordura do corpo da própria mulher.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatriz-em-l-oncoplastia/">Como a cicatriz em L na oncoplastia contribui para tratar um câncer de mama com marcas menores e mais discretas?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatriz-em-l-oncoplastia/">Como a cicatriz em L na oncoplastia contribui para tratar um câncer de mama com marcas menores e mais discretas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Lipoenxertia e a segurança da reconstrução mamária com enxerto de gordura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 11:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reconstrução mamária]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia de reconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[necrose gordurosa]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução com gordura autóloga]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução mamária]]></category>
		<category><![CDATA[segurança da lipoenxertia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após o tratamento do câncer de mama, muitas mulheres buscam alternativas para restaurar o volume e a aparência das mamas. Entre as opções disponíveis, a reconstrução mamária com enxerto de gordura (também chamada de lipoenxertia) é uma técnica relevante. Em resumo, essa abordagem utiliza a própria gordura da paciente para remodelar a mama, oferecendo resultados naturais e, em muitos casos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após o tratamento do câncer de mama, muitas mulheres buscam alternativas para restaurar o volume e a aparência das mamas. Entre as opções disponíveis, a reconstrução mamária com enxerto de gordura (também chamada de lipoenxertia) é uma técnica relevante.</p>



<p>Em resumo, essa abordagem utiliza a própria gordura da paciente para remodelar a mama, oferecendo resultados naturais e, em muitos casos, evitando a necessidade de implantes.</p>



<p>Mas como funciona esse procedimento? Em que situações ele é indicado? E, principalmente, a técnica é segura do ponto de vista oncológico? Esses e outros pontos são esclarecidos nos tópicos abaixo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Entenda o que é a reconstrução mamária por meio de lipoenxertia</h2>



<p>Conforme dados <a href="https://www.rbcp.org.br/details/2946/pt-BR/lipoenxertia-na-reconstrucao-mamaria-apos-tratamento-do-cancer-de-mama--revisao-de-literatura" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>compilados e publicados na Revista Brasileira de Cirurgia Plástica</u></a>, quase 40% dos procedimentos do tipo no Brasil têm <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-mamaria-retalhos-miocutaneos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>função reparadora. </u></a>Nesse total, mais de 6% são relativos à recomposição das mamas como parte de um tratamento de câncer de mama.</p>



<p>Entre as alternativas disponíveis com tal finalidade, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-mamaria-com-lipoenxertia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>lipoenxertia </u></a>consiste em retirar gordura de áreas doadoras do próprio corpo da paciente (como abdômen, quadris ou coxas) e transferi-la para a mama que precisa de reconstrução ou remodelação. O cirurgião responsável realiza o procedimento seguindo algumas etapas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a primeira é a lipoaspiração, em que a gordura é retirada de regiões com excesso de tecido adiposo, sempre preservando a viabilidade das células de gordura;</li>



<li>a segunda fase envolve o processamento e a injeção do material. Após ser coletada, a gordura passa por um processo para separar as células viáveis;</li>



<li>posteriormente, o tecido adiposo é injetado cuidadosamente na mama em pequenas quantidades, distribuídas em múltiplas camadas para garantir melhor integração ao local que está recebendo o enxerto.</li>
</ul>



<p>Todo o procedimento é feito sob anestesia geral. Como complemento, o médico pode orientar a paciente sobre a necessidade do uso de expansores teciduais antes e depois do procedimento para ampliar o tecido disponível na região.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Situações em que a abordagem pode ser empregada no contexto oncológico</h2>



<p>Cirurgiões utilizam a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/beneficios-aplicacao-de-enxerto-gordura-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>reconstrução mamária com enxerto de gordura</u></a> em diferentes cenários do tratamento oncológico. Entre as situações mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>correção de irregularidades após cirurgia conservadora</strong>, que pode deixar assimetrias ou contornos irregulares na mama;</li>



<li><strong>reconstrução após mastectomia</strong>, combinada com outras técnicas, como retalhos de tecido ou expansores, para otimizar o volume e a forma da mama;</li>



<li><strong>complemento à reconstrução com implantes e refinamento de reconstruções prévias</strong>, sobretudo de mulheres que não ficaram satisfeitas com o resultado alcançado.</li>
</ul>



<p>É importante ressaltar que nem todas as pacientes são candidatas ideais para o procedimento. A técnica requer planejamento cuidadoso, material doador disponível do próprio corpo da mulher e, em muitos casos, múltiplas sessões para alcançar o resultado desejado, pois parte da gordura transferida pode ser reabsorvida pelo organismo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Eventuais intercorrências depois de uma lipoenxertia</h3>



<p>Embora a lipoenxertia seja segura e minimamente invasiva, ela pode desencadear algumas complicações, como qualquer procedimento cirúrgico.</p>



<p>A <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/esteatonecrose-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>necrose gordurosa</u></a> é uma das mais comuns. Ela ocorre quando parte da gordura enxertada não recebe suprimento sanguíneo adequado. Isso pode formar pequenos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>nódulos palpáveis</u></a>, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dor-no-seio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>dor </u></a>e alterações na pele e nos mamilos.</p>



<p>Ainda que geralmente benignas, elas precisam ser diferenciadas de outras alterações suspeitas por meio de exames de imagem (como mamografias e ultrassons). Lesões menores do tipo somem espontaneamente, mas as maiores podem exigir um novo procedimento cirúrgico para remoção.</p>



<p>Inflamações, infecções, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sangramento-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>sangramentos </u></a>e a formação de cistos oleosos são outras queixas relevantes. Em algumas áreas, a gordura líquida pode se acumular, exigindo drenagem para solucionar a questão.</p>



<p>Por conta do já destacado processo de reabsorção, podem ocorrer ainda <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/seios-tamanhos-diferentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>assimetrias</u></a> ou irregularidades na superfície da mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Evidências que apontam para a segurança da reconstrução mamária com a gordura</h2>



<p>De modo geral, os especialistas apontam que a lipoenxertia é capaz de melhorar tanto a forma quanto o volume da mama, criando resultados mais naturais ao toque e à aparência. Com isso, a paciente tem <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/aumento-dos-seios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ganho relevante de autoestima</u></a>, um aspecto essencial para a qualidade de vida depois do tratamento oncológico.</p>



<p>Embora dúvidas sobre como a reconstrução mamária com enxerto de gordura interfere no <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>risco de recorrência do câncer de mama</u></a> sejam comuns, é possível apontar estudos que demonstram que ela não aumenta os riscos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Lipoenxertia e risco de recorrência</h3>



<p>Exemplo disso é uma<a href="https://jamanetwork.com/journals/jamasurgery/fullarticle/2706185" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>publicação de 2018 do periódico JAMA Surgery. </u></a>O estudo comparou 287 pacientes com câncer de mama submetidas a reconstruções mamárias com transferência autóloga de gordura e 300 casos controles equivalentes em fatores como idade, tipo de cirurgia oncológica e estágio da doença.</p>



<p>Após seguimento médio de 9,3 anos, não houve diferença significativa nas taxas de recorrência locorregional (ou seja, na mesma parte do corpo em que a doença apareceu originalmente).</p>



<p>Também não houve diferenças em recorrências distantes. Além disso, a mortalidade geral e específica por câncer de mama foram menores no grupo que fez a lipoenxertia, confirmando a segurança oncológica em longo prazo.</p>



<p>Já uma <a href="https://www.mdpi.com/2077-0383/13/15/4369" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>revisão sistemática publicada em 2024 pelo Journal of Clinical Medicine </u></a>analisou 40 estudos com 14.078 pacientes com câncer de mama reconstruídas, avaliando o impacto da transferência de gordura na recorrência locorregional.</p>



<p>Os resultados da meta-análise mostraram ausência de associação significativa entre ambos os eventos (ou seja, a escolha pelo enxerto de gordura não favorece um novo episódio de câncer de mama no mesmo local).</p>



<p>Em contrapartida, apesar dessas evidências, é fundamental que a paciente mantenha acompanhamento oncológico regular após a lipoenxertia. Exames e avaliações periódicas são essenciais para monitorar a saúde mamária e diferenciar alterações benignas relacionadas ao enxerto de possíveis sinais de recorrência.</p>



<p>Adicionalmente, a decisão pela lipoenxertia deve ser sempre individualizada, levando em conta as características da paciente, os tratamentos complementares recebidos e, principalmente, as expectativas e preferências pessoais.</p>



<p>Confira agora o que são as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>técnicas de cirurgia oncoplástica mamária e que vantagens essas abordagens propiciam</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lipoenxertia-reconstrucao-mamaria-com-enxerto-de-gordura/">Lipoenxertia e a segurança da reconstrução mamária com enxerto de gordura</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lipoenxertia-reconstrucao-mamaria-com-enxerto-de-gordura/">Lipoenxertia e a segurança da reconstrução mamária com enxerto de gordura</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Como uma cirurgia oncoplástica permite tratar um câncer de mama com menor impacto sobre a estética das mamas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 20:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se fala em tratamento cirúrgico do câncer de mama, muitas mulheres se deparam com uma preocupação legítima: como remover o tumor sem comprometer a aparência da mama? É nessas circunstâncias que as técnicas de cirurgia oncoplástica desempenham um papel relevante. Essa abordagem torna possível combinar segurança no controle da doença e preservação do aspecto estético, o que faz dessa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em tratamento cirúrgico do câncer de mama, <strong>muitas mulheres se deparam com uma preocupação legítima: como remover o tumor sem comprometer a aparência da mama</strong>? É nessas circunstâncias que as <strong>técnicas de cirurgia oncoplástica desempenham um papel relevante</strong>.</p>



<p>Essa abordagem torna possível combinar segurança no controle da doença e preservação do aspecto estético, o que faz dessa alternativa uma opção com boas perspectivas em muitos casos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que é uma cirurgia oncoplástica no câncer de mama?</h2>



<p>A cirurgia oncoplástica <strong>c</strong><strong>ombina princípios da oncologia com técnicas de cirurgia plástica reconstrutiva.</strong></p>



<p>O objetivo é remover o tecido mamário comprometido pelo câncer enquanto se preserva ou restaura a forma, o volume e a simetria das mamas.</p>



<p>Como destaca um artigo publicado no periódico <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s12609-016-0212-9" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Current Breast Cancer Reports,</u></em></a> o termo engloba abordagens que &#8220;<strong>visam manter a qualidade de vida e uma aparência aceitável da mama, sem comprometer a eficácia oncológica</strong>&#8220;.</p>



<p>Isso significa que, diferentemente de uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/"><u>mastectomia tradicional,</u></a> que remove toda a mama, ou da lumpectomia convencional, que pode deixar deformidades visíveis dependendo da quantidade de tecido retirado, a cirurgia oncoplástica permite incisões sem prejuízos ao caráter estético.</p>



<p>Na prática, a realização da cirurgia oncoplástica depende de um conjunto de técnicas adaptadas às características individuais de cada paciente<strong>. Isso inclui o tamanho e a localização do tumor, o volume mamário e a necessidade de tratamentos complementares, como radioterapia, que também pode afetar a aparência da mama.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Em que situações a cirurgia oncológica é pertinente?</h2>



<p>A <strong>cirurgia oncoplástica é especialmente indicada quando a remoção do tumor pode resultar em deformidades significativas</strong>. Algumas das situações mais comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tumores-de-mama-benignos-de-grande-volume/"><u>tumores maiores</u></a> que exigem a retirada de uma quantidade considerável de tecido;</li>



<li>tumores localizados em áreas centrais ou superiores da mama, onde a remoção pode causar assimetrias evidentes ou alterações na posição do mamilo;</li>



<li>mulheres com mamas pequenas ou médias, nas quais até mesmo a remoção de uma porção moderada de tecido pode causar mudanças visíveis no formato;</li>



<li>casos em que há queixas preexistentes nas mamas, como flacidez excessiva, tamanho muito grande ou assimetria evidente;</li>



<li>situações em que a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-antes-da-cirurgia/"><u>quimioterapia antes da cirurgia</u></a> (chamada quimioterapia neoadjuvante) reduz o câncer o suficiente para tornar a abordagem possível.</li>
</ul>



<p>Em contrapartida, a cirurgia oncoplástica tende a ser desaconselhada quando o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-cancer-mama-metastatico/"><u> tumor se espalhou por vários pontos</u></a> ou há diagnóstico de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-inflamatorio/"><u>carcinoma inflamatório.</u></a></p>



<p>Nesses casos, torna-se mais difícil remover a lesão cancerígena de modo seguro sem impacto na forma da mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Por que a mama saudável também pode precisar ser operada?</h3>



<p>Essa é uma dúvida comum entre as pacientes. <strong>De modo geral, a resposta envolve a busca por uma simetria satisfatória no resultado. </strong>Quando o cirurgião realiza uma cirurgia oncoplástica em uma das mamas, ele pode alterar o volume, o formato ou a posição do mamilo.</p>



<p>Para que ambas as mamas fiquem harmônicas<strong>, muitas vezes é recomendável realizar um procedimento de simetrização na mama contralateral</strong> (ou seja, aquela que não tem câncer). Para isso, o cirurgião pode eventualmente recorrer a técnicas como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>mamoplastia redutora, se a mama saudável for grande e a operada ficar menor após a remoção do tumor;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mastopexia-cancer-de-mama/"><u>mastopexia</u></a>, para reposicionar a mama saudável e igualar a altura da estrutura da aréola e do mamilo.</li>
</ul>



<p>É importante destacar que essa intervenção na mama contralateral é opcional e depende das preferências da paciente.</p>



<p>Algumas mulheres, por exemplo, optam por não realizar a simetrização imediatamente, preferindo avaliar o resultado final após a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/"><u>conclusão de todos os tratamentos,</u></a> incluindo radioterapia, que pode causar <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatrizes-da-mama-apos-cirurgia-do-cancer/"><u>alterações adicionais na mama operada.</u></a></p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/aumento-dos-seios/"><u>Aumento dos seios com resultados mais naturais eleva a autoestima feminina</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Quais os benefícios físicos e psicológicos de uma cirurgia oncoplástica?</h2>



<p>Embora a preservação da aparência das mamas seja um aspecto central, as vantagens se estendem à qualidade de vida e ao bem-estar psíquico. Entre os ganhos que merecem destaque estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>possibilidade de remover uma quantidade maior de tecido</strong> sem comprometer a estética para alcançar margens livres de tumor com mais segurança;</li>



<li><strong>menor taxa de reintervenções</strong> para ampliação de margens quando comparada à lumpectomia tradicional;</li>



<li><strong>compatibilidade com outras opções de tratamento adjuvante</strong>, como a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/"><u>radioterapia;</u></a></li>



<li>preservação da <strong>sensibilidade mamária</strong>;</li>



<li><strong>melhora da autoimagem e autoestima,</strong> uma vez que preservar a aparência das mamas ajuda muitas mulheres a se sentirem mais confortáveis com seus corpos durante e após o tratamento.</li>
</ul>



<p>Como forma de ilustrar parte desses benefícios, uma revisão sobre o tema publicada em 2024 na revista <u><a href="https://www.nature.com/articles/s41598-025-30062-w" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Scientific </a></u><a href="https://www.nature.com/articles/s41598-025-30062-w"><u>Reports</u></a> trouxe achados importantes.</p>



<p>De acordo com os dados reunidos, foram analisados mais de 3.400 casos de mulheres com câncer de mama em estágio inicial submetidas a diferentes técnicas de cirurgia oncoplástica.</p>



<p>No fim<strong>, todas as técnicas utilizadas apresentaram segurança oncológica equivalente, com baixas taxas de recorrência e necessidade de nova excisão</strong>. Além disso, <strong>a satisfação geral foi alta, com média superior a 80%.</strong></p>



<p>De todo modo, cabe destacar que a paciente e o médico devem tomar de forma compartilhada a decisão sobre qual técnica utilizar. Cada caso é único e é preciso considerar cuidadosamente fatores como o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u>estadiamento do tumor,</u></a> as características anatômicas, as expectativas e a disponibilidade de recursos.</p>



<p>Seja como for, a cirurgia oncoplástica representa um avanço significativo na busca por tratamentos que respeitem não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional e a qualidade de vida.</p>



<p>Independentemente do tipo de cirurgia,<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cuidados-pos-cirurgia-cancer-de-mama/"> </a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cuidados-pos-cirurgia-cancer-de-mama/"><u>vale repassar quais são os cuidados necessários depois dessa etapa do tratamento oncológico</u></a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-estetica-das-mamas/">Como uma cirurgia oncoplástica permite tratar um câncer de mama com menor impacto sobre a estética das mamas</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-estetica-das-mamas/">Como uma cirurgia oncoplástica permite tratar um câncer de mama com menor impacto sobre a estética das mamas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Os benefícios e os cuidados necessários com as terapias complementares no câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Vida após o câncer]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar da paciente]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[terapias complementares e integrativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diagnóstico de câncer de mama é um momento delicado para qualquer mulher. Nesse contexto, junto dos tratamentos convencionais disponíveis, muitas pacientes buscam formas de melhorar sua qualidade de vida durante essa jornada. Assim, asterapias complementares no câncer de mamasurgem como uma possibilidade real de tornar o tratamento mais tolerável, sem substituir as abordagens comprovadas pela medicina,sendo cada vez mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico de câncer de mama é um momento delicado para qualquer mulher. Nesse contexto, junto dos tratamentos convencionais disponíveis, muitas pacientes buscam formas de melhorar sua qualidade de vida durante essa jornada.</p>



<p>Assim, asterapias complementares no câncer de mama<strong>surgem como uma possibilidade real de tornar o tratamento mais tolerável, sem substituir as abordagens comprovadas pela medicina,</strong>sendo cada vez mais procuradas.</p>



<p>Ao mesmo tempo, aparecem dúvidas sobre a efetividade e a segurança desses recursos, o que merece ser sempre discutido. É isso o que vamos fazer nos tópicos a seguir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que são as terapias complementares no câncer de mama?</h2>



<p>As <strong>terapias complementares (ou integrativas) no câncer de mama são práticas utilizadas em conjunto com o tratamento médico convencional</strong>. Ou seja, em complemento à cirurgia, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quem-quimioterapia-pode-comer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>quimioterapia,</u></a> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>radioterapia</u></a>, hormonioterapia e o que mais for pertinente conforme orientação profissional.</p>



<p>De modo geral, essas práticas englobam uma série de técnicas que trabalham o corpo e a mente de forma integrada. As mais conhecidas são a acupuntura, a meditação e a ioga, entre outras modalidades terapêuticas.</p>



<p>Um trabalho apresentado na <a href="https://ecancer.org/en/news/20417-asco-2021-breast-cancer-patients-embrace-integrative-health-during-treatment" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>edição de 2021 do encontro da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) </u></a>revelou que <strong>73% das pacientes com câncer de mama nos Estados Unidos relataram usar ao menos um tipo de terapia complementar</strong> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>após o diagnóstico.</u></a></p>



<p>Esse número é muito superior às estimativas que os oncologistas tinham sobre a utilização desses métodos, que, em geral, <strong>não ultrapassava metade das pacientes atendidas (43%)</strong>. Ainda assim, dois terços dos médicos e das pacientes acreditam que essas técnicas têm potencial para melhorar a qualidade de vida durante o tratamento.</p>



<p>No Brasil, essas práticas também ganham espaço. Muitas delas já foram incorporadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) dentro da P<a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnpic.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>olítica Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde</u></a> (as PICs), posta em prática em 2006.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Por que elas são diferentes das terapias alternativas?</h2>



<p>Embora os termos sejam frequentemente usados de forma conjunta, <strong>existe uma diferença fundamental entre terapias complementares e terapias alternativas no câncer de mama</strong>. Essa distinção é crucial para a segurança das pacientes.</p>



<p>Comumente, <strong>as terapias alternativas são aquelas utilizadas no lugar dos tratamentos convencionais</strong>. Em outras palavras, quando uma pessoa opta por substituir a quimioterapia, a cirurgia ou a radioterapia por dietas restritivas,<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementos-e-tratamento-do-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> suplementos sem comprovação </u></a>ou outras práticas não validadas pela ciência, ela está assumindo riscos consideráveis.</p>



<p>Não raro, a substituição ou o atraso no início do tratamento adequado pode permitir que o tumor avance para estágios mais graves, reduzindo drasticamente as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>chances de remissão da doença.</u></a></p>



<p>Por outro lado, <strong>as terapias complementares são usadas ao lado dos tratamentos médicos comprovados</strong>. Elas não prometem curar o câncer, mas sim ajudar a aliviar <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>efeitos colaterais</u></a> e reduzir sintomas (como insônia, ansiedade e dor, entre outros) para melhorar a qualidade de vida como um todo, dentro do possível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Que tipo de benefício é possível obter com esse recurso?</h2>



<p>As terapias complementares no câncer de mama oferecem benefícios cada vez mais documentados, especialmente no manejo de sintomas e efeitos colaterais do tratamento.</p>



<p>Para ajudar a separar o que de fato é relevante, a <a href="https://ascopubs.org/doi/10.1200/EDBK_431554" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) e a Sociedade de Oncologia Integrativa</u></a> publicaram diretrizes sobre o uso dessas práticas, classificando-as de acordo com o grau de evidência científica disponível. Entre os benefícios mais consistentes, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>redução da ansiedade: </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/beneficios-meditacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>meditação, </u></a>ioga e musicoterapia podem amenizar o desconforto em pacientes, o que está associado a melhorias na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dicas-para-cuidar-da-saude-mental-durante-tratamento-de-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>saúde mental</u></a> e no bem-estar emocional;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cansaco-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>combate à fadiga</strong></u></a><strong>: </strong>a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/beneficios-acupuntura/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>acupuntura </u></a>e a ioga já se mostraram úteis no combate à fadiga pós-tratamento, um dos sintomas mais debilitantes relatados pelas pacientes;</li>



<li><strong>alívio da dor: </strong>mais uma vez, a acupuntura e a musicoterapia demonstraram potencial para o alívio da dor relacionada ao câncer;</li>



<li><strong>prevenção e controle do </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfedema-bracos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>linfedema</strong></a><strong>: </strong>por meio dedrenagem linfática manual e uso de faixas de compressão no pós-cirurgia.</li>
</ul>



<p>Seja como for, muito ainda precisa ser explorado quando o tema é o uso de terapias complementares no câncer de mama. O que funciona para uma pessoa pode não ser tão efetivo em outras circunstâncias, por exemplo.</p>



<p>Por isso, vários estudos estão em curso para determinar como e quando esse tipo de solução tende a apresentar melhores resultados nas diferentes fases do tratamento oncológico.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cannabis-medicamento-para-cancer-interacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>O risco de interação entre a cannabis e os medicamentos para o câncer</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que médicos e pacientes devem levar em consideração nessas abordagens?</h2>



<p>Acima de tudo, <strong>é fundamental que as terapias complementares no câncer de mama sejam implementadas de forma segura</strong>. Com tal finalidade, existem aspectos importantes que tanto médicos quanto pacientes devem sempre ter em mente.</p>



<p><strong>A comunicação transparente entre paciente e equipe médica é essencial.</strong> Muitas mulheres hesitam em compartilhar que estão utilizando terapias complementares por receio de julgamento. No entanto, o oncologista e o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mastologista</u></a> precisam ter essa informação para garantir que não haja interações prejudiciais com os tratamentos em curso.</p>



<p>Além disso, nem todas as terapias complementares são reguladas adequadamente pelas autoridades responsáveis. Diferentemente dos medicamentos convencionais, muitas práticas integrativas não passam por controle de qualidade rigoroso. Por isso, é importante buscar profissionais qualificados, apoiando-se em fontes confiáveis e reconhecidas.</p>



<p><strong>Outro ponto de atenção refere-se às expectativas realistas.</strong> As terapias complementares não substituem o tratamento convencional e não curam o câncer. Elas devem ser vistas como parte de um plano de cuidado mais amplo e integrado.</p>



<p>Por fim, a individualização do cuidado é fundamental. A escolha das ferramentas complementares deve levar em conta o perfil da paciente, o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biomarcadores-tumorais-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> tipo de tumor</u></a>, o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estágio da doença</u></a> e os tratamentos convencionais em curso. Cada caso exige uma avaliação minuciosa.</p>



<p>De todo modo, quando utilizadas de forma consciente e orientada, <strong>as terapias complementares no câncer de mama representam uma abordagem promissora para o suporte à paciente</strong>. Elas refletem uma mudança positiva, que cada vez mais reconhece a importância de tratar não apenas a doença, mas a pessoa como um todo.</p>



<p>Depois de conhecer os benefícios das terapias complementares, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementos-e-tratamento-do-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>confira 5 pontos da relação entre suplementos e câncer de mama</u></a> que toda paciente deve saber.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapias-complementares-no-cancer-de-mama/">Os benefícios e os cuidados necessários com as terapias complementares no câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapias-complementares-no-cancer-de-mama/">Os benefícios e os cuidados necessários com as terapias complementares no câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>A relação entre a retirada dos ovários e o risco aumentado de insuficiência cardíaca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de ovário]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[ovários]]></category>
		<category><![CDATA[remoção dos ovários]]></category>
		<category><![CDATA[saúde cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[saúde oncológica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A retirada dos ovários pode ser indicada em diferentes situações, principalmente quando há risco aumentado para o desenvolvimento de câncer de mama ou de ovário. Embora o procedimento seja considerado seguro, uma nova pesquisa, apresentada na Sessão Científica Anual do Colégio Americano de Cardiologia de 2025, alerta para a importância de se avaliar cuidadosamente o momento de realização da cirurgia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A retirada dos ovários <strong>pode ser indicada em diferentes situações,</strong> principalmente quando há risco aumentado para o desenvolvimento de câncer de mama ou de ovário.</p>



<p>Embora o procedimento seja considerado seguro, uma nova pesquisa, apresentada na Sessão Científica Anual do Colégio Americano de Cardiologia de 2025, alerta para a importância de se avaliar cuidadosamente o momento de realização da cirurgia, uma vez que a <strong>retirada dos ovários antes da menopausa pode elevar o risco de insuficiência cardíaca no futuro.</strong></p>



<p>Por isso, entender essa relação é essencial para que a decisão seja tomada com segurança, junto ao acompanhamento médico adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Possíveis indicações para a retirada dos ovários</h2>



<p>Chamada de <strong>ooforectomia bilateral</strong>, a remoção dos ovários pode ser recomendada por diferentes motivos, desde o tratamento de doenças até a prevenção de certos tipos de câncer.</p>



<p>Em muitos casos, ela é feita em conjunto à <strong>retirada das tubas uterinas</strong>, procedimento conhecido como <strong>salpingo-ooforectomia bilateral</strong>.</p>



<p>Entre as indicações mais comuns está a <strong>prevenção do</strong> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/resultado-anatomapatologico-cancer-de-mama/"><u><strong>câncer de mama</strong></u></a><strong> e de ovário</strong> <strong>em mulheres com alto risco genético.</strong> Essa conduta é considerada profilática . Ou seja, visa reduzir a probabilidade de surgimento da doença no futuro.</p>



<p>Os principais fatores que costumam orientar essa decisão são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/"><u>mutações genéticas nos genes </u></a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/"><em><u>BRCA1</u></em></a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/"><u> e </u></a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/"><em><u>BRCA2</u></em></a>;</li>



<li>histórico familiar de câncer de ovário ou de mama;</li>



<li>diagnóstico prévio de câncer de mama precoce (entre os 20 e 40 anos).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Impactos no organismo após a remoção dos ovários</h2>



<p>Em mulheres com alterações genéticas conhecidas, a retirada dos ovários pode diminuir significativamente o risco de desenvolver câncer, especialmente quando associada a outras medidas preventivas e de acompanhamento regular.</p>



<p>Isso ocorre porque a remoção dessas estruturas provoca a <strong>queda abrupta da produção de hormônios femininos</strong>, como o estrogênio e a progesterona.</p>



<p>Em contrapartida, <strong>a alteração hormonal pode gerar consequências negativas ao organismo feminino.</strong></p>



<p>Uma delas é a antecipação dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/"><u>sintomas da menopausa</u></a> e efeitos em diferentes sistemas do corpo, incluindo o cardiovascular, o ósseo e o metabólico.</p>



<p id="leia">Leia mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-ovarios/"><u>Retirada dos ovários: em que situações esse procedimento ajuda na redução do risco de um câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a retirada dos ovários aumenta o risco cardíaco</h2>



<p>Como citado, o<a href="https://www.jacc.org/doi/pdf/10.1016/S0735-1097%2825%2901966-7?download=true"> <u>estudo apresentado na Sessão Científica Anual do Colégio Americano de Cardiologia</u></a> revelou que <strong>mulheres cujos ovários foram removidos antes da menopausa podem apresentar maior probabilidade de desenvolver insuficiência cardíaca em um momento posterior.</strong></p>



<p>A pesquisa avaliou 3.972 mulheres, com idade média de 44 anos no momento da cirurgia. Ao longo do acompanhamento, 36 delas (menos de 1%), com média de idade de 57 anos, desenvolveram insuficiência cardíaca.</p>



<p><a></a>Apesar do número absoluto ser baixo, <strong>as mulheres submetidas à ooforectomia bilateral apresentaram 50% mais probabilidade de desenvolver insuficiência cardíaca</strong> em comparação às que não passaram pelo procedimento.</p>



<p>O quadro ocorre quando o<strong> músculo do coração não consegue bombear sangue de forma eficiente</strong> para o restante do corpo. Com isso, o sangue pode se acumular e provocar retenção de líquidos, especialmente nos pulmões e nas pernas. Os sintomas mais frequentes incluem falta de ar durante atividades leves ou ao deitar, batimentos irregulares, fadiga, inchaço nos membros inferiores e chiados no peito. Embora seja uma condição séria, <strong>o tratamento adequado pode melhorar a qualidade de vida e prolongar a sobrevida</strong>.</p>



<p>Os pesquisadores responsáveis pelo estudo acreditam que o aumento verificado no risco cardíaco esteja relacionado à queda súbita dos níveis de estrogênio. Isso porque o hormônio contribui para a proteção do coração e para manter o bom funcionamento dos vasos sanguíneos.</p>



<p>Entre as participantes, o risco também foi ainda mais alto entre mulheres brancas, que tiveram duas vezes mais chance de apresentar a condição.</p>



<p id="leia">Confira também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sindrome-metabolica-cancer-mama/"><u>Estudo aponta como síndrome metabólica interfere na incidência e na mortalidade pelo câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como reduzir o risco cardíaco e cuidar da saúde após a remoção ovariana</h2>



<p>A decisão de retirar ou não os ovários deve envolver sempre uma equipe médica multidisciplinar para que seja definido o momento ideal e as estratégias de acompanhamento após a cirurgia.</p>



<p>Assim, caso o procedimento se prove realmente necessário, sobretudo antes da menopausa, é importante conversar com profissionais sobre <strong>formas eficazes de</strong> <strong>proteger a saúde cardiovascular</strong>.</p>



<p>Entre as medidas que podem ser consideradas para evitar o risco cardíaco, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>avaliação regular da função cardíaca e dos níveis de colesterol;</li>



<li>prática de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/"><u>exercícios físicos</u></a> orientados;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentos-ajudam-na-prevencao-ao-cancer-de-mama/"><u>alimentação equilibrada</u></a>, rica em frutas, legumes e gorduras boas;</li>



<li>controle da pressão arterial e do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/conexoes-entre-estresse-e-cancer-de-mama/"><u>estresse</u></a>;</li>



<li>discussão sobre a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/"><u><strong>terapia de reposição hormonal</strong></u></a>, quando indicada (exceto em casos de câncer de mama com receptor hormonal positivo).</li>
</ul>



<p>De acordo com os pesquisadores do estudo, <strong>adiar o procedimento</strong> <strong>também pode ser uma alternativa para algumas mulheres</strong>, desde que o risco oncológico permita.</p>



<p>Adicionalmente, outra possibilidade é o uso de medicamentos que interrompem temporariamente a função ovariana, embora o impacto dessa abordagem sobre o risco cardíaco ainda não seja totalmente conhecido.</p>



<p>Diante de todos esses aspectos, é fundamental que cada caso seja sempre analisado individualmente para garantir a segurança da paciente, levando em conta o histórico familiar, as condições de saúde e o acompanhamento contínuo com profissionais especializados.</p>



<p>Aproveite e entenda também <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-bariatrica-cancer-de-mama/"><u>a influência da cirurgia bariátrica na redução do risco de câncer de mama</u></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><br></h2><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/relacao-entre-retirada-dos-ovarios-e-insuficiencia-cardiaca/">A relação entre a retirada dos ovários e o risco aumentado de insuficiência cardíaca</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/relacao-entre-retirada-dos-ovarios-e-insuficiencia-cardiaca/">A relação entre a retirada dos ovários e o risco aumentado de insuficiência cardíaca</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>5 pontos da relação entre suplementos e câncer de mama que toda paciente deve saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
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		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Discutir a conexão entre suplementos e câncer de mama é fundamental a partir do momento em que esse tipo de intervenção é uma constante entre as pacientes diagnosticadas com a doença, sobretudo durante o tratamento. Por isso, sempre vale a pena repassar uma série de pontos sobre o tema, com base nos insights de uma palestra realizada na edição de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Discutir a <strong>conexão entre suplementos e câncer de mama é fundamental a partir do momento em que esse tipo de intervenção é uma constante entre as pacientes diagnosticadas com a doença</strong>, sobretudo durante o tratamento.</p>



<p>Por isso, sempre vale a pena repassar uma série de pontos sobre o tema, com base nos insights de uma palestra realizada na edição de 2024 do <a href="https://www.sabcsmeetingnews.org/special-session-highlights-lifestyle-factors-during-breast-cancer-treatment/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>San Antonio Breast Cancer Symposium,</u></em></a> evento que reúne anualmente especialistas em oncologia e mastologia de todo o mundo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1.  A vitamina D pode ser uma aliada importante</h3>



<p>Constantemente a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/vitamina-d-e-o-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>vitamina D é pauta</u></a> quando se fala de suplementação e câncer de mama. Várias evidências sobre o tema sugerem que essa substância, essencial para ossos fortes, regulação do humor e manutenção do sistema imune, pode reduzir o risco de se desenvolver um tumor.</p>



<p>Além disso, com o passar do tempo, os especialistas vêm reunindo dados que permitem afirmar que mulheres com níveis normais do elemento têm melhores desfechos depois do diagnóstico.</p>



<p>Exemplo disso é um estudo publicado na revista <a href="https://www.tandfonline.com/doi/10.1080/01635581.2025.2480854?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Nutrition and Cancer</u></em></a><a href="https://www.tandfonline.com/doi/10.1080/01635581.2025.2480854?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed"><u> em janeiro de 2025</u></a>. <strong>Os autores apontam que a suplementação de vitamina D em baixa dosagem pode elevar a eficácia da quimioterapia contra o câncer de mama</strong>. Os pesquisadores obtiveram essa conclusão a partir de um estudo clínico randomizado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>de um lado, 40 mulheres <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>passando por quimioterapia neoadjuvante</u></a> receberam a suplementação de 2.000 UI de vitamina D;</li>



<li>o segundo grupo, também com 40 mulheres, seguiu com a terapia de modo convencional, recebendo apenas placebo.</li>
</ul>



<p>Após seis meses, <strong>43% das participantes recebendo vitamina D responderam à quimioterapia</strong>, com o desaparecimento do tumor. No grupo sem o suplemento, esse patamar foi de 23%.</p>



<p>Dessa forma, testar o nível de vitamina D no momento do diagnóstico pode fornecer um parâmetro importante para a suplementação durante o tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"> 2. Alguns compostos geram efeitos indesejados</h3>



<p>Muitos suplementos com vitaminas e minerais <strong>não são indicados para o uso durante o tratamento do câncer de mama</strong>, embora muitas vezes sejam vistos como inofensivos.</p>



<p>Uma das principais razões para isso está na forma como a <strong>combinação desses itens (em produtos comercializados como suplementos multivitamínicos, por exemplo) pode interferir na recuperação</strong>.</p>



<p>Um <a href="https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/JCO.19.01203" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estudo de 2019 das páginas do Journal of Clinical Oncology</u></a> , por exemplo, indicou que suplementos antioxidantes (com vitaminas A, C e E) estão associados com uma maior chance de que a doença volte. Resultado semelhante foi observado com a suplementação à base de ferro.</p>



<p>Por fim, o uso de vitamina B12 desencadeou períodos menores de sobrevida livre de recorrência e sobrevida total. Portanto, não é porque algo pode ser comprado na farmácia sem receita que ele deve ser usado irrestritamente.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementacao-tratamento-cancer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>A suplementação durante o tratamento do câncer de mama faz diferença?</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading"> 3. Muitos suplementos interagem com os tratamentos recomendados</h3>



<p>Mesmo quando utilizadas de modo isolado, algumas substâncias podem fazer com que o corpo processe de modo inadequado fármacos prescritos para tratar o câncer de mama.</p>



<p>A cúrcuma, reconhecida por propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, tem o potencial de atrapalhar o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> efeito do tamoxifeno </u></a>e de alguns quimioterápicos (como a doxorrubicina e a ciclofosfamida).</p>



<p>Além disso, diante da infinidade de suplementos e da falta de dados perante o uso de medicamentos já estabelecidos<strong>, nem sempre é possível determinar com certeza como essas combinações agem.</strong></p>



<p>Algo similar já foi<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cannabis-medicamento-para-cancer-interacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> destacado entre pacientes que usam compostos à base de cannabis </u></a>(frequentemente empregada para o alívio da dor ou de sintomas como náuseas e vômitos, por exemplo).</p>



<h3 class="wp-block-heading"> 4. Certos suplementos oferecem mais riscos que benefícios</h3>



<p><strong>O uso de qualquer suplemento deve ter como perspectiva oferecer algum benefício</strong> <strong>durante a jornada da paciente com câncer de mama</strong>. Entretanto, o princípio por trás de cada solução deve sempre se basear na ideia de que, acima de tudo, o mais importante é não fazer mal.</p>



<p>Para ilustrar isso, é possível recorrer ao uso da acetil-L-carnitina. O aminoácido é encontrado com facilidade em farmácias e lojas de produtos naturais. Ele promete melhorar a saúde neurológica.</p>



<p>Todavia, uma<a href="https://ascopubs.org/doi/10.1200/JCO.2012.44.8738?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed"><u> publicação do</u><em><u> Journal of Clinical Oncology </u></em></a><a href="https://ascopubs.org/doi/10.1200/JCO.2012.44.8738?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>de 2013 </u></a>mostra que a substância tem o potencial de piorar a neuropatia associada à quimioterapia. <strong>Por isso, há um desestímulo ao uso da substância por pacientes oncológicas.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"> 5. O uso de suplementos com supervisão profissional é sempre a melhor recomendação</h3>



<p>Diante de tudo isso, qualquer suplemento durante o tratamento de um câncer de mama deve ser discutido junto ao médico.</p>



<p>O <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>especialista responsável pelo acompanhamento </u></a>consegue <strong>ponderar o potencial do benefício de cada substância.</strong> Para isso, ele leva em conta, sobretudo, as evidências disponíveis (mesmo que muitas vezes elas sejam escassas).</p>



<p>Além disso, o <strong>médico pode sugerir alternativas não medicamentosas para determinadas queixas associadas a diferentes modalidades de terapias</strong>. É o que acontece com a psicoterapia para pacientes com ansiedade, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/beneficios-meditacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>meditação para quem sofre de insônia </u></a>ou a acupuntura para alguns tipos de dor vinculada ao câncer.</p>



<p>Com isso, a mensagem que deve ficar é que a <strong>relação entre suplementos e câncer de mama ainda tem muitas áreas cinzas.</strong> Mesmo que haja alguns ganhos com a escolha correta, nem sempre é viável determinar com exatidão quem vai se beneficiar deles sem riscos colaterais.</p>



<p>Saiba mais agora sobre um estudo que mostrou que uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/respiracao-focada-dor-do-cancer/"> </a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/respiracao-focada-dor-do-cancer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>técnica de respiração profunda com sessões de 20 minutos ajuda no controle da dor oncológica.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementos-e-tratamento-do-cancer-de-mama/">5 pontos da relação entre suplementos e câncer de mama que toda paciente deve saber</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementos-e-tratamento-do-cancer-de-mama/">5 pontos da relação entre suplementos e câncer de mama que toda paciente deve saber</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Como a mamoplastia em L e a técnica de short scar podem beneficiar pacientes com câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 11:55:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reconstrução mamária]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamoplastia]]></category>
		<category><![CDATA[mastopexia]]></category>
		<category><![CDATA[quadrantectomia]]></category>
		<category><![CDATA[short scar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tratamento do câncer de mama frequentemente envolve procedimentos cirúrgicos que afetam a aparência das mamas e, por consequência, a autoestima das pacientes. Nesse contexto, técnicas especializadas como a mamoplastia em L e a short scar surgem como alternativas valiosas para a preservação estética das mamas. Portanto, compreender tais recursos é um ponto importante para orientar adequadamente a escolha da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O tratamento do câncer de mama frequentemente envolve procedimentos cirúrgicos que afetam a aparência das mamas e, por consequência, a autoestima das pacientes. Nesse contexto, <strong>técnicas especializadas como a mamoplastia em L e a short scar surgem como alternativas valiosas para a preservação estética das mamas.</strong></p>



<p>Portanto, compreender tais recursos é um ponto importante para orientar adequadamente a escolha da melhor intervenção em cada caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que é e quais os objetivos de uma mamoplastia em L?</h2>



<p>A mamoplastia em L é <strong>uma técnica cirúrgica especializada que recebe esse nome devido ao formato característico das incisões realizadas, que lembram a letra &#8220;L</strong>&#8220;, cuja base percorre o sulco da mama (onde há o encontro com o tórax).</p>



<p>Esta abordagem representa uma evolução, superando os resultados de uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatrizes-da-mama-apos-cirurgia-do-cancer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> cicatriz mais extensa</u></a> em formato de &#8220;T&#8221;, que ocupa uma área maior da mama operada. <strong>Ou seja, aumentam as chances de se obter resultados estéticos naturais e harmoniosos.</strong></p>



<p>Sua aplicação é bastante versátil, podendo ser feita tanto em procedimentos reconstrutivos quanto em cirurgias estéticas.</p>



<p>Durante o procedimento, as incisões em &#8220;L&#8221; são planejadas considerando a anatomia da paciente. Após a remoção ou remodelagem do tecido, o cirurgião reposiciona cuidadosamente o que restou, mantendo volume adequado e formato natural. Tal alternativa é especialmente vantajosa para pacientes que necessitam de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>remodelagem do formato dos seios;</li>



<li>correção de deformidades (como assimetrias ou quedas dos tecidos mamários, por exemplo);</li>



<li>procedimentos que exigem acesso amplo a diferentes regiões da mama e que podem alterar a sua aparência.</li>
</ul>



<p>A preservação da aparência natural das mamas e a obtenção de resultados estéticos harmoniosos contribuem diretamente para a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/aumento-dos-seios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>melhoria da autoestima </u></a>e da qualidade de vida.</p>



<p><strong>Muitas mulheres relatam maior confiança em suas relações interpessoais, mesmo em aspectos que podem ser vistos como simples em um primeiro momento</strong> (como o uso de roupas decotadas ou trajes de banho).</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quais as vantagens e as possibilidades de uma cirurgia oncoplástica mamária?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Qual a diferença entre mamoplastia em L e técnica de <em>short scar</em>?</h2>



<p>A técnica de <em>short scar</em> (ou cicatriz curta, na tradução livre) busca a minimização das cicatrizes resultantes da cirurgia.</p>



<p>Para isso, são utilizadas incisões menores e mais discretas, <strong>geralmente limitadas à região ao redor da aréola (a área escura do mamilo), formando um “L” ou “T” bem pequeno</strong>. Assim, é possível eliminar ou reduzir significativamente a abertura horizontal que percorreria parte da mama.</p>



<p>Em geral, a técnica de <em>short sca</em>r é ideal para pacientes que necessitam de reduções mamárias de menor extensão, lifting mamário ou correção de ptose (queda) sem tanto impacto das cicatrizes.</p>



<p>Por outro lado, a mamoplastia em L oferece maior flexibilidade de acesso e é mais versátil para procedimentos que requerem modelagem ampla ou correção de deformidades complexas.</p>



<p>Ainda assim, ambas as alternativas buscam sempre preservar a funcionalidade mamária, otimizar resultados estéticos e minimizar a aparência das incisões.</p>



<p>Contudo, a <strong>escolha entre elas depende de fatores como anatomia individual, quantidade de tecido a ser removido, expectativas da paciente e preferência do cirurgião.</strong> Eventualmente, pacientes com quedas mamárias muito acentuadas não se beneficiam da mamoplastia em L, por exemplo, como indicado em uma publicação da <a href="https://www.rbcp.org.br/details/1245/evaluation-of-the-l-shaped-scar-reducing-mastoplasty-technique-for-breast-hypertrophies" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Revista Brasileira de Cirurgia Plástica.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Como esses recursos são utilizados em pacientes com câncer de mama?</h2>



<p>No <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/oncoplastia-e-reconstrucao-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>contexto de um tratamento oncológico</u></a>, tanto a mamoplastia em L quanto a técnica de <em>short scar</em> podem ser integradas ao plano cirúrgico para oferecer uma solução que <strong>combine eficácia terapêutica com preservação estética.</strong></p>



<p>Para pacientes submetidas à lumpectomia ou<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-parcial-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> quadrantectomia</u></a> (ou seja, que não removem a mama por completo, como a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mastectomia</u></a>), essas técnicas permitem que a remoção do tumor seja realizada simultaneamente com a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-mamaria-com-lipoenxertia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> reconstrução mamária</u></a>.</p>



<p>Isso evita a necessidade de um segundo procedimento estético, reduzindo riscos, custos e o tempo de recuperação.</p>



<p id="leia">CASO REAL: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quadrantectomia-e-mamoplastia-com-cicatriz-em-l/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acesse aqui e veja um caso real e seus detalhes (aviso de nudez)</a></p>



<p>Em paralelo, <strong>essas abordagens também são valiosas para pacientes que já apresentavam questões estéticas pré-existentes, como assimetrias, flacidez ou mamas com tamanho desproporcional</strong>. A cirurgia oncológica pode ser aproveitada como oportunidade para corrigir essas questões simultaneamente, sempre mediante avaliação profissional.</p>



<p>Seja como for, mulheres que podem preservar a aparência de suas mamas durante o tratamento do câncer frequentemente apresentam melhor autoestima e qualidade de vida no período pós-operatório.</p>



<p>Ademais, <strong>é fundamental que a decisão seja sempre tomada em conjunto com os profissionais responsáveis pelo acompanhamento</strong>. Eles devem levar em conta fatores como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>estágio do tumor e localização da lesão cancerígena;</li>



<li>tamanho da mama;</li>



<li>condições gerais de saúde da paciente;</li>



<li>preferências individuais da mulher.</li>
</ul>



<p>Em suma, tanto a mamoplastia em L quanto a técnica de <em>short scar</em> representam avanços significativos, oferecendo às pacientes com câncer de mama a possibilidade de tratamento eficaz sem comprometer significativamente a aparência e a autoestima depois do fim do tratamento.</p>



<p>Saiba <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mastopexia-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>agora quais os benefícios da mastopexia realizada na mesma cirurgia de remoção do câncer de mama</u></a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamoplastia-em-l-cancer-mama/">Como a mamoplastia em L e a técnica de short scar podem beneficiar pacientes com câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamoplastia-em-l-cancer-mama/">Como a mamoplastia em L e a técnica de short scar podem beneficiar pacientes com câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como a crioterapia pode ser uma alternativa minimamente invasiva para tratar um câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia para o câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[congelamento de câncer de mama.]]></category>
		<category><![CDATA[crioablação]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos para o câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir do diagnóstico de câncer de mama, várias opções de tratamento podem ser indicadas pelo mastologista e oncologista clínicos responsáveis à frente do acompanhamento. Nesse sentido, além das opções mais conhecidas (cirurgias, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia etc.), novos recursos vêm sendo explorados. Esse é o caso da crioterapia. Também chamada de crioablação ou criocirurgia, essa é uma técnica minimamente invasiva [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do diagnóstico de câncer de mama, várias opções de tratamento podem ser indicadas pelo mastologista e oncologista clínicos responsáveis à frente do acompanhamento. Nesse sentido, além das opções mais conhecidas (cirurgias, quimioterapia, radioterapia, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imunoterapia-para-cancer-de-mama-como-e-indicacoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>imunoterapia</u></a> etc.), novos recursos vêm sendo explorados. <strong>Esse é o caso da crioterapia.</strong></p>



<p>Também chamada de <strong>crioablação ou criocirurgia</strong>, essa é uma técnica minimamente invasiva (ou seja, feita com o menor impacto possível sobre a paciente) que utiliza baixíssimas temperaturas para congelar e eliminar o foco das células cancerígenas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> No que consiste e como funciona a crioterapia</h2>



<p>De modo geral, essa é uma alternativa bem estabelecida em outras condições clínicas, incluindo tumores dermatológicos, hepáticos e prostáticos. Mais recentemente, <strong>vários estudos ganharam forma e passaram a considerá-la para o manejo de tumor na mama</strong>, dentro de contextos bastante restritos.</p>



<p>Na prática, uma grande vantagem em comparação às cirurgias tradicionais é a relativa praticidade e comodidade da crioterapia. O procedimento pode ser conduzido no ambulatório, já que na maioria dos casos não depende de internação.</p>



<p>A paciente recebe uma dose de anestésico em torno da mama atingida pelo tumor. Em seguida, o médico pode usar ultrassom para confirmar a localização exata da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>lesão cancerígena.</u></a></p>



<p>Feito isso, uma espécie de agulha, chamada de criossonda, é inserida nessa localidade e a preenche com uma substância (geralmente nitrogênio ou gás argônio líquidos) em temperaturas que podem chegar a 150°C negativos.</p>



<p>Ao entrar no corpo, o material faz com que o tumor vire um bloco de gelo: a crioterapia cria uma &#8220;bola congelada” ao redor dele, levando as células malignas a congelarem e morrerem. A agulha é removida e um curativo é feito. Com o passar dos dias, o próprio organismo se encarrega de eliminar as células mortas por meio do sistema linfático.</p>



<p>A mulher pode perceber hematomas, inchaço ou sensibilidade na área manipulada, mas a recuperação tende a ser satisfatória. Posteriormente, <strong>novos exames podem ser repetidos para confirmar que a área está livre do tumor e orientar a necessidade de terapias adicionais</strong> (como <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">radioterapia</a> e/ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-antes-da-cirurgia/"><u>quim</u></a><u><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-antes-da-cirurgia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">i</a></u><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-antes-da-cirurgia/"><u>oterapia</u></a>).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Quando essa alternativa pode ser considerada</h2>



<p>É fundamental entender que, atualmente, a crioterapia não faz parte do tratamento padrão para casos de câncer de mama. Embora seja uma técnica promissora e em constante evolução, seu uso no ainda está restrito principalmente ao contexto de estudos clínicos e pesquisas.</p>



<p>Ou seja, isso significa que o potencial da crioterapia é cuidadosamente avaliado em ambientes controlados para determinar sua eficácia e segurança a longo prazo para diferentes tipos e estágios da doença. A partir disso, o recurso eventualmente poderá ser empregado em situações muito específicas, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>impossibilidade de realização de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>procedimento cirúrgico convencional</u></a>, sobretudo por condições clínicas que tornem a intervenção muito arriscada;</li>



<li>determinados tipos de tumor ainda em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-axilar-extensa-cancer-mama-apos-quimioterapia-inicial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estágios iniciais</u></a>, com extensão que não ultrapasse cerca de um ou dois centímetros;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-antes-da-cirurgia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>metástases</u></a> em que os focos da doença estão controlados com terapia sistêmica (quimioterapia ou radioterapia), mas o sítio primário da lesão cancerígena a na mama ainda não foi removido;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>fibroadenomas </u></a>(um tipo de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-mamarios-grandes-benignos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>lesão benigna</u></a> da mama) pequenos.</li>
</ul>



<p>Portanto, muitos dos usos da <strong>crioterapia ainda dependem de evidências mais robustas para orientar a decisão clínica.</strong> De qualquer forma, a escolha por qualquer tratamento deve ser sempre personalizada, levando em conta as particularidades de cada caso.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-axilar-extensa-cancer-mama-apos-quimioterapia-inicial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Resposta a terapia sistêmica pode dispensar necessidade de cirurgia axilar em câncer de mama com linfonodos comprometidos</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que se sabe sobre a eficácia da crioterapia nos casos de câncer de mama</h2>



<p>Em síntese, com a triagem adequada dos casos em que a técnica parece ser útil, a taxa de sucesso do congelamento do tumor se mostra relativamente alta.</p>



<p>Em um <a href="https://dci.unifesp.br/assessoria-de-imprensa-e-jornalismo/releases/hsp-unifesp-realiza-procedimento-inedito-para-tratamento-de-cancer-de-mama" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estudo conduzido na Universidade Federal de São Paulo</u></a> com aproximadamente 60 pacientes com tumores de até 2,5 centímetros, pesquisadores concluíram que naqueles com tumores de até 2 cm, a crioablação eliminou completamente o câncer.</p>



<p><strong>O protocolo utilizado na investigação não dispensava completamente as cirurgias convencionais</strong>. As mulheres eram depois operadas para remoção do quadrante afetado e dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfonodos-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>linfonodos da axila</u></a>, uma conduta comum dentro desse tipo de quadro oncológico.</p>



<p>De qualquer forma, <strong>além de estudos com grupos maiores de pacientes, é necessário confirmar que a crioterapia é tão eficaz no longo prazo quanto a cirurgia</strong> e, assim, não interfere nas chances de recidiva da doença. Além disso, novos dados podem ajustar os protocolos utilizados e determinar com mais precisão quem se beneficia do congelamento do tumor.</p>



<p>A crioterapia representa uma promissora alternativa minimamente invasiva no tratamento do câncer de mama. Embora ainda necessite de mais evidências científicas para estabelecer definitivamente sua viabilidade, os resultados disponíveis demonstram o potencial dessa técnica em oferecer uma opção menos invasiva em algumas circunstâncias.</p>



<p>Aproveite e entenda melhor como <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>funcionam as opções de cirurgia para o tratamento de um câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/crioterapia-cancer-de-mama/">Como a crioterapia pode ser uma alternativa minimamente invasiva para tratar um câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/crioterapia-cancer-de-mama/">Como a crioterapia pode ser uma alternativa minimamente invasiva para tratar um câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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