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	<title>câncer - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>câncer - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>As possíveis conexões entre o estresse e o câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[estresse crônico]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por mais que tentemos impor limites, várias situações corriqueiras fazem com que o dia a dia seja tenso e nervoso. E não é difícil entender como isso pode ser prejudicial para a saúde, de diferentes maneiras. Assim sendo, muito vem sendo investigado para entender melhor qual a relação entre o estresse e o câncer de mama. Esse tipo de pesquisa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais que tentemos impor limites, várias situações corriqueiras fazem com que o dia a dia seja tenso e nervoso. E não é difícil entender como isso pode ser prejudicial para a saúde, de diferentes maneiras. Assim sendo, <strong>muito vem sendo investigado para entender melhor qual a relação entre o estresse e o câncer de mama.</strong></p>



<p>Esse tipo de pesquisa pode ser importante não apenas para compreender de que forma o corpo responde a esse tipo de situação e permitir o desenvolvimento de novos tratamentos, mas também para <strong>reforçar a necessidade de que esse aspecto do bem-estar seja levado em conta ao longo da jornada de combate a um tumor.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O estresse pode contribuir na evolução de um caso de câncer?</h2>



<p>Na prática, o <strong>estresse é o conjunto de reações físicas e psicológicas produzidas pelo corpo quando estamos expostos a situações de pressão ou ameaça</strong>. Isso faz com que um estado constante de alerta seja mantido, o que nem sempre é necessário.</p>



<p>Logo, não é difícil imaginar os motivos que fazem com que um paciente diagnosticado com câncer experimente tal sensação, inclusive de forma contínua. A partir do momento em que se recebe a notícia sobre a doença será preciso lidar com várias incertezas e com diversas alterações na rotina.</p>



<p>Não por menos, uma série de estudiosos tentam demonstrar como isso pode prejudicar a chance de recuperação e remissão do tumor, ampliando a possibilidade de que a doença se dissemine por outras partes do corpo (a chamada<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"><u> metástase</u></a>).</p>



<p>Nesse contexto, um trabalho feito com camundongos mostrou que os desarranjos provocados pelo estresse podem fazem com que algumas células do sistema imune (os neutrófilos) sofram determinadas alterações, <strong>deixando tecidos do organismo mais suscetíveis a proliferação do tumor.</strong></p>



<p>Tais alterações indesejadas seriam causadas pela ação dos hormônios glicocorticoides sobre os neutrófilos. <strong>Essa substância é liberada de forma mais acentuada diante de situações crônicas de estresse.</strong></p>



<p>Os autores apontaram que o nervosismo constante alterou tecidos de forma relevante mesmo onde não havia tumores. Isso talvez indique que o estresse não só contribui com a disseminação dos tumores, <strong>como também com a chance de que a doença surja</strong>, embora tal tipo de associação permaneça cercada de incertezas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O estresse e as chances de recidiva do câncer de mama</h2>



<p>Falando especificamente do câncer de mama, outros estudos apontam (ainda que de forma indireta) como o estresse poderia impactar nos desfechos de um quadro dessa forma da doença.</p>



<p>Uma <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8616395/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>revisão sobre o tema publicada em 2021</u></a> mostrou que há uma conexão moderada entre o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/impacto-financeiro-cancer-mama/"><u>impacto da tensão emocional</u></a> e a chance de recidiva da doença.</p>



<p>Um artigo de 2015, por sua vez, indicou que pacientes com determinados quadros de câncer de mama que passaram por um programa de manejo do estresse <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10549-015-3626-6" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>apresentaram melhor sobrevida do que aquelas que ficaram de fora</u></a>. Em tese, isso poderia indicar como o controle do impacto emocional durante o tratamento faria diferença.</p>



<p>Além disso, embora outras publicações já tenham proposto diferentes explicações fisiológicas de como o câncer é afetado pelo estresse, <strong>é preciso considerar sempre como o comprometimento psíquico afeta alguns comportamentos com influência sobre o desfecho da doença</strong>. </p>



<p>Basta pensar nas pacientes com dificuldade de levar em frente atividades simples por conta do estresse excessivo, prejudicando a continuidade do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementacao-tratamento-cancer/"><u>tratamento indicado.</u></a> Ou daquelas que passam a adotar hábitos não tão saudáveis (como o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u>consumo de álcool</u></a> e o fumo) como forma de lidar com a situação adversa.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentacao-tratamento-cancer-mama/"><u>Confira dicas de alimentação durante o câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que ainda é preciso saber…</h2>



<p>Ainda assim, mesmo com todas essas informações, as evidências que associam o risco do câncer de mama com o estresse ainda são tímidas, e ora até mesmo inexistentes. <strong>Em outras palavras, não se tem certeza de que o estresse pode aumentar a chance de alguém ter a doença.</strong></p>



<p>A análise de uma<a href="https://breast-cancer-research.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13058-016-0733-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> amostra de mais de 106 mil mulheres</u></a> (das quais 1736 tiveram um tumor mamário) não conseguiu estabelecer relação entre episódios de tensão acumulada ao longo da vida e a doença, ou seja, a casualidade não ficou comprovada.</p>



<p>Outro estudo, dessa vez feito na Austrália, <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/pon.4740" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>acompanhou por 15 anos um grupo de mulheres com histórico familiar de câncer de mama</u></a> (o que, em tese, eleva o risco de desenvolver o quadro). Ao todo, quase 3 mil voluntárias participaram da pesquisa. <strong>No fim, ela também não encontrou relação entre o desenvolvimento da neoplasia e o estresse.</strong></p>



<p>Ademais, as <strong>pesquisas que associam o estresse com a chance de casos de câncer, de recidivas ou de queda na sobrevida precisam transpor seus resultados para análises feitas em humanos</strong>. Boa parte do que se sabe hoje foi feito a partir de estudos com animais ou células isoladas em laboratório.</p>



<h2 class="wp-block-heading">… E o que não deve ser ignorado de qualquer forma</h2>



<p>Independentemente de qualquer estudo ou pesquisa, <strong>a preocupação com o bem-estar psicológico da paciente com câncer de mama jamais deve ser negligenciada</strong>.</p>



<p>É natural sentir-se ansiosa, triste ou estressada por conta da situação, mas encontrar formas de lidar com esses sentimentos pode minimizar a queda na qualidade de vida. Entre os mecanismos que podem ser adotados para aliviar o peso da situação estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Encontrar distrações e <em>hobbies</em> no cotidiano.</li>



<li>Engajar-se em atividades em grupo.</li>



<li>Adotar práticas de relaxamento e meditação</li>



<li>Compartilhar experiências com outras mulheres.</li>



<li>Contar com o apoio da família.</li>



<li>Fazer atividades simples do dia a dia, sempre dentro do possível.</li>



<li>Praticar exercícios físicos, sejam eles quais forem.</li>



<li>Evitar o consumo de álcool e de tabaco.</li>
</ul>



<p>Como quase tudo que envolve a oncologia, <strong>a relação entre estresse e câncer de mama é cercada de incertezas, dúvidas e nuances que nem sempre são simples de esclarecer</strong>. Ainda assim, deixar de lado tal aspecto tende a ser uma abordagem equivocada, com impactos significativos sobre o bem-estar da paciente.</p>



<p>Para continuar no assunto, veja <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dicas-para-cuidar-da-saude-mental-durante-tratamento-de-cancer-de-mama/"><u>dicas de como cuidar da saúde mental durante o tratamento de câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/conexoes-entre-estresse-e-cancer-de-mama/">As possíveis conexões entre o estresse e o câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/conexoes-entre-estresse-e-cancer-de-mama/">As possíveis conexões entre o estresse e o câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alimentos ultraprocessados e câncer: pequena redução no consumo diminui risco de doença, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 11:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos ultraprocessados]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais, a conexão entre alimentos ultraprocessados e câncer vem sendo investigada, orientando novas medidas de prevenção A alimentação pode contribuir, sobretudo no longo prazo, com as chances de desenvolver diferentes doenças, incluindo vários tipos de câncer. Nesse contexto, são cada vez mais relevantes estudos que investigam a associação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e câncer. Embora esse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cada vez mais, a conexão entre alimentos ultraprocessados e câncer vem sendo investigada, orientando novas medidas de prevenção</em></p>



<p><strong>A alimentação pode contribuir, sobretudo no longo prazo, com as chances de desenvolver diferentes doenças, incluindo vários tipos de câncer.</strong> Nesse contexto, são cada vez mais relevantes estudos que investigam a associação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e câncer.</p>



<p>Embora esse tipo de alimento faça cada vez mais parte da dieta de parte relevante da população, a boa notícia é de que uma pequena redução no consumo pode representar uma diminuição no risco associado a esse hábito. Essa é uma das conclusões de um<a href="https://www.thelancet.com/journals/lanplh/article/PIIS2542-5196(23)00021-9/fulltext#section-3d6acba1-acea-4be2-8dc9-b7e14e5b6583" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> estudo publicado no The Lancet Planetary Health</u></a>, em fevereiro de 2023.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que falar na relação entre alimentos ultraprocessados e câncer?</h2>



<p>A definição do que é um alimento ultraprocessado se estabelece a partir da chamada Classificação NOVA. <strong>Essa forma de encarar a alimentação leva em conta não os nutrientes que compõem o alimento, mas sim seu grau de processamento.</strong> Dessa forma, um alimento pode ser classificado como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ingrediente culinário (óleo, açúcar, sal e temperos utilizados na preparação de receitas);</li>



<li>In natura (como frutas, legumes e vegetais);</li>



<li>Minimamente processados (como grãos que foram polidos ou moídos);</li>



<li>Processados (feitos a partir de alimentos in natura ou minimamente processados, além dos chamados ingredientes culinários);</li>



<li>Ultraprocessados (elaboradores a partir de processos industriais, muitas vezes com componentes inacessíveis em uma cozinha doméstica).</li>
</ul>



<p>Tal concepção substitui a famosa pirâmide alimentar. Ela tinha uma base que orientava o consumo de carboidratos, depois proteínas e assim sucessivamente. <strong>Essa forma de organização da alimentação levava em conta justamente os nutrientes de cada alimento, ignorando a forma como eles eram preparados.</strong></p>



<p>A classificação por grau de processamento é a base do <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Guia Alimentar da População Brasileira.</u></a> O documento fornece recomendações sobre como deve ser a dieta de uma pessoa, levando em conta, inclusive, aspectos sociais e culturais. <strong>No mais, a regra de ouro do guia é de que uma alimentação equilibrada deve privilegiar sempre alimentos in natura ou minimamente processados.</strong></p>



<p>Com o tempo, essa orientação vem ganhando cada vez mais respaldo. Crescem o número de evidências que associam o consumo de alimentos ultraprocessados com quadros de obesidade, doenças cardiovasculares entre outras doenças crônicas.</p>



<p><strong>Além disso, o câncer é outra doença que pode ter contribuição desse tipo de alimento, inclusive devido a outros fatores associados (como a obesidade, por exemplo). Dessa forma, cuidar desse aspecto da saúde pode ser uma ferramenta valiosa de prevenção.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a redução de consumo de alimentos ultraprocessados afeta a chance de desenvolver um câncer?</h2>



<p>Para ampliar as evidências a respeito da relação entre alimentos ultraprocessados e câncer, um grupo de pesquisadores (com cientistas brasileiros entre eles, inclusive) utilizou uma base de dados com informações de mais de 500 mil pessoas. Esses dados foram reunidos entre 1991 e 2001, entre 10 países europeus.</p>



<p>Foram excluídos participantes que já tinham tido um tumor diagnosticado e aqueles que estavam no topo ou no fim da lista de ingestão diária de calorias. No fim, a <strong>amostra analisada tinha 450 mil pessoas.</strong></p>



<p>Esses voluntários tinham que <strong>responder questionários sobre o seu consumo de bebidas e alimentos</strong>. Além disso, eles eram acompanhados de forma periódica a respeito da sua condição de saúde. Todos aqueles que recebiam um diagnóstico de câncer tinham os casos registrados. No fim, <strong>47573 pacientes desenvolveram algum tipo de tumor.</strong></p>



<p>A partir disso, foram analisadas as correspondências entre os hábitos alimentares e a probabilidade de um diagnóstico de câncer. Para minimizar distorções, foram feitos ajustes de diferentes variáveis, como sexo, peso, nível de atividade física regular, tabagismo, diabetes e outros fatores que podem predispor a um risco maior de ter um câncer.</p>



<p>Assim, foi possível concluir que tanto<strong> uma redução de 10% no consumo de processados ou ultraprocessados e a substituição pela mesma quantidade de alimentos minimamente processados foi capaz de reduzir o risco de desenvolver, em diferentes graus, vários tipos de câncer, </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/"><u><strong>incluindo na mama</strong></u></a><strong>.</strong></p>



<p>Ao todo, os responsáveis pelo estudo<strong> consideram para a análise tumores em 25 partes do corpo</strong>. O resultado, ainda que pequeno e com certas limitações, mostrou com uma modificação esse padrãode comportamento pode ser benéfico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como consumir menos alimentos ultraprocessados no dia a dia?</h2>



<p><strong>Logo, o ideal é reduzir a participação de alimentos ultraprocessados na dieta. Além de reduzir o </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-palb2/"><u><strong>risco de câncer,</strong></u></a><strong> isso contribui para minimizar a chance de desenvolver outros problemas de saúde.</strong> Entre algumas recomendações para alcançar esse objetivo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Priorize alimentos in natura ou minimamente processados já na hora da compra. Em geral, esses produtos têm validade menor, então as compras precisam ser mais bem planejadas.</li>



<li>Prepare as próprias receitas. Cozinhar em casa ajuda a reduzir a presença de ultraprocessados na dieta;</li>



<li>Observe os rótulos dos alimentos e veja se há componentes de nomes difíceis. Isso acontece, por exemplo, em salgadinhos de pacote, bolachas, refrigerantes e alimentos congelados;</li>



<li>Na hora do lanche, opte sempre por frutas, castanhas e iogurtes naturais, entre outras opções minimamente processadas;</li>



<li>Se precisar comer fora de casa, evite estabelecimentos que servem fast food, por exemplo.</li>
</ul>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentacao-tratamento-cancer-mama/">Confira 7 dicas de alimentação durante o tratamento do câncer de mama</a></p>



<p><strong>É claro que não é viável eliminar completamente os alimentos ultraprocessados da alimentação. Além disso, é importante levar em conta que eles têm um papel cultural em muitas ocasiões (pense nos doces de um aniversário, por exemplo).</strong> No mais, tenha sempre em mente que o câncer é uma doença quase sempre multifatorial, com diversos fatores que interagem de forma complexa no desenvolvimento da doença.</p>



<p>Assim, enquanto a ciência tende a estabelecer melhor a relação entre alimentos ultraprocessados e câncer, reforce hábitos que contribuem não só para a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentos-ajudam-na-prevencao-ao-cancer-de-mama/"><u>prevenção do câncer,</u></a> como para o bem-estar como todo. Além da alimentação, isso envolve praticar atividades físicas regularmente, deixar de fumar e beber com parcimônia.</p>



<p><strong>Falando nisso, aproveite e veja o que se sabe na relação entre</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u><strong> câncer de mama e a ingestão de álcool</strong></u></a><strong>.</strong></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentos-ultraprocessados-cancer/">Alimentos ultraprocessados e câncer: pequena redução no consumo diminui risco de doença, diz estudo</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentos-ultraprocessados-cancer/">Alimentos ultraprocessados e câncer: pequena redução no consumo diminui risco de doença, diz estudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é uma biópsia líquida e quais as possíveis aplicações desse recurso no diagnóstico do câncer?</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biopsia-liquida/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=biopsia-liquida</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 14:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[biopsia]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[genética]]></category>
		<category><![CDATA[terapia-alvo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma grande inovação, a biópsia líquida pode ainda oferecer muitos outros recursos, aperfeiçoando o diagnóstico e o tratamento do câncer A biópsia líquida é uma inovação extremamente valiosa para o diagnóstico e o acompanhamento de diferentes tipos de tumores, incluindo aqueles que se desenvolvem nas mamas. Por meio da coleta e avaliação de uma amostra de sangue, é possível identificar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma grande inovação, a biópsia líquida pode ainda oferecer muitos outros recursos, aperfeiçoando o diagnóstico e o tratamento do câncer</p>



<p>A biópsia líquida é uma inovação extremamente valiosa para o diagnóstico e o acompanhamento de diferentes tipos de tumores, incluindo aqueles que se desenvolvem nas mamas<strong>. Por meio da coleta e avaliação de uma amostra de sangue, é possível identificar a presença e a natureza do material genético de células cancerígenas circulando pelo organismo.</strong></p>



<p>Embora seja um recurso muito positivo, o acesso à biópsia líquida ainda é restrito, o que também acaba gerando muitas dúvidas sobre suas aplicações. Assim, é importante esclarecer como tal biópsia pode ser empregada, quais as vantagens obtidas e as perspectivas para o futuro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que é e como funciona uma biópsia líquida?</h2>



<p><strong>Uma biópsia líquida é um exame laboratorial feito em uma amostra de fluido corporal do paciente (em geral, sangue) que tem como objetivo procurar células cancerígenas ou traços de material genético que indiquem a presença de um tumor</strong>. A partir disso, o médico responsável pelo acompanhamento tem acesso a informações essenciais não só para confirmar o diagnóstico de um possível câncer, como também para indicar a melhor conduta para o tratamento.</p>



<p>Biópsias líquidas só são possíveis porque à medida que cresce o tumor libera fragmentos na corrente sanguínea. E são justamente essas pequenas partículas que são identificadas pelo exame. As amostras podem ser compostas por:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Células tumorais circulantes, também chamadas de CTCs.</li><li>DNA tumoral circulante, também chamado de ctDNA.</li></ul>



<p>Em tese, com a adoção da biópsia líquida, o médico não precisará recorrer a um pedaço de tecido para realizar uma biópsia. Esse tipo de procedimento, chamado de biópsia de fragmento ou core biópsia, é amplamente utilizado atualmente. Porém, ele exige que o profissional retire, por meio de uma cirurgia, uma pequena parte do tecido atingido pelo câncer para submetê-lo a avaliação laboratorial. Em muitos casos, as biópsias são o padrão-ouro para os diagnósticos de diversos tipos de tumor.</p>



<p>Por um lado, <strong>a biópsia líquida pode indicar a presença de células ou material genético na corrente sanguínea de forma precoce de maneira bem menos invasiva. Em contrapartida, nem sempre a presença de um câncer no organismo fará com que um exame de sangue identifique os sinais celulares e genéticos do tumor em questão.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quando a biópsia líquida pode ser utilizada?</h2>



<p>A biópsia líquida ainda é uma tecnologia nova, com uso relativamente restrito. Logo, ela não é recomendada para todas as pacientes com câncer de mama (ou qualquer outro tipo de câncer). <strong>Levando isso em conta, o recurso costuma ser empregado em câncer de estágios mais avançados, por exemplo,</strong><strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"> quando há metástase</a>,</strong><strong> e/ou quando os tratamentos utilizados não se mostram efetivos. </strong>Em alguns casos, a biópsia líquida pode ser utilizada também quando uma biópsia comum não é viável.</p>



<p>Nesses casos, é provável que o conteúdo do tumor já esteja circulando na corrente sanguínea, tornando mais efetivo o uso da biópsia líquida. A partir da realização do exame, o médico pode analisar os resultados para:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Definir o prognóstico,</strong> já que a presença de determinadas células ou marcadores genéticos podem predispor a uma maior chance de recuperação;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Apoiar a decisão das melhores opções de tratamento,</strong> em especial das chamadas terapias-alvo. Simplificando bastante, elas atuam destruindo ou inibindo a ação de células com determinados erros genéticos. Elas são justamente as responsáveis pela replicação das células que fazem o tumor evoluir. Assim, uma terapia-alvo recebe esse nome por “mirar” nessas células de forma mais específica.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Evitar tratamentos desnecessários; </strong>o que não só aumenta a chance de sucesso da intervenção, como <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cansaco-cancer-de-mama/"><u>reduz o desconforto de muitas opções de terapias adotadas em casos de câncer.</u></a></li></ul>



<p>Com o tempo, espera-se que a biópsia líquida seja ainda mais relevante para mapear o risco de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><u>recidiva de um tumor</u></a>. <strong>Alguns achados já indicam que a presença de material genético ou células do tumor circulando na corrente sanguínea podem indicar que o tumor tem chances de retornar anos após o diagnóstico</strong>. Ainda que as evidências não sejam suficientes para mudar a prática clínica, esse parece ser um caminho promissor para o recurso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais as biópsias líquidas já aprovadas pelas agências reguladoras?</h2>



<p><strong>O período relativamente curto desde a sua introdução no mercado faz com que ainda existam poucas alternativas de biópsia líquida com aprovação nas agências reguladoras.</strong> Na Food and Drug Administration (a FDA, equivalente norte-americando da ANVISA), os testes que receberam a devida certificação devido a sua segurança e eficácia são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Cell Search, que detecta células circulantes;</li><li>cobas, que identifica material genético, principalmente de determinadas mutações de câncer de pulmão.</li><li>Guardant360 CDx, capaz de detectar material genético;</li><li>FoundationOne Liquid CDx, que identifica material genético e é útil em vários tipos de câncer.</li></ul>



<p>No Brasil, alguns testes como o FoundationOne e Guardant360 já estão disponíveis em laboratórios especializados. Todavia, o recurso ainda tem preço alto e não é oferecido pelo sistema público de saúde nem coberto por planos de saúde suplementar. Seja como for, com o surgimento de alternativas e a disseminação da técnica, é esperado que o preço de uma biópsia líquida caia.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">O que é um câncer de mama HER2 positivo e o que isso indica na prática?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais as perspectivas para os usos futuros desse recurso?</h2>



<p><strong>Além disso, ao longo dos anos é possível que novas aplicações da biópsia líquida também se consolidem.</strong> Assim, elas poderiam até mesmo tomar o lugar das mamografias em pacientes com suspeita de câncer de mama, por exemplo.<a href="https://www.mdpi.com/2072-6694/14/14/3341" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Em julho de 2022, foi publicado um estudo sobre o uso de biópsia líquida</u></a> como um recurso capaz de substituir a mamografia na detecção precoce de tumores na mama.</p>



<p>O teste, chamado de Trucheck Test, utiliza a tecnologia para identificar fragmentos de DNA circulante tumoral. No estudo, o tumor de mama foi identificado de forma correta em 92% dos casos. Entre os estágios iniciais 1 e 2, o percentual de acerto foi de 96% e 89%, respectivamente. E no estágio 0, equivalente a um carcinoma <em>in situ, </em>o teste conseguiu identificar o câncer em 70% das pacientes. Embora os resultados sejam bastante promissores, mais uma vez o alto custo da tecnologia e a necessidade de aprovação das agências reguladoras limitam o acesso e a aplicação.</p>



<p><strong>Enquanto isso, a</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-substitui-a-mamografia/"><u><strong> mamografia continua como exame de rastreamento ideal para diagnóstico precoce</strong></u></a><strong>, com alta sensibilidade para detecção de tumores iniciais. Além disso, ela não é invasiva e tem um custo acessível</strong>. Porém, sem dúvida, a biópsia líquida é uma ferramenta que fornece esperança para todos os cenários da prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer, resultado do investimento em inovação e pesquisa para combater essa doença.</p>



<p><strong>Aproveite e veja também como o</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/"><u><strong> exame de ultrassom pode ser importante para identificar alterações nas mamas e nas axilas.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biopsia-liquida/">O que é uma biópsia líquida e quais as possíveis aplicações desse recurso no diagnóstico do câncer?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biopsia-liquida/">O que é uma biópsia líquida e quais as possíveis aplicações desse recurso no diagnóstico do câncer?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Ressonância magnética das mamas: como é este exame e quando é necessário fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[mamas]]></category>
		<category><![CDATA[ressonância magnética]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais sensível que a ultrassonografia e a mamografia, a ressonância magnética das mamas pode ser um recurso importante no diagnóstico do câncer de mama A ressonância magnética das mamas costumam ser um exame com mais sensibilidade para identificar alterações que possam indicar a presença de um tumor. Dessa forma, seus resultados podem ir além daqueles oferecidos por alternativas com ultrassonografias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais sensível que a ultrassonografia e a mamografia, a ressonância magnética das mamas pode ser um recurso importante no diagnóstico do câncer de mama</em></p>



<p>A ressonância magnética das mamas costumam ser um exame com mais sensibilidade para identificar alterações que possam indicar a presença de um tumor. Dessa forma<strong>, seus resultados podem ir além daqueles oferecidos por alternativas com ultrassonografias e tomografias.</strong></p>



<p>Com isso, vale entender melhor como funciona esse exame de imagem, o que seus resultados permitem avaliar, quais são as indicações para ele, além dos cuidados para a preparação prévia e eventuais obstáculos que impedem a adoção desse recurso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como funciona um exame de ressonância magnética?</h2>



<p><strong>Um exame de ressonância magnética é um recurso que permite a captura de imagens em alta definição de órgãos e tecidos tanto em 2D quanto em 3D</strong>. É um exame não invasivo e indolor. Além disso, diferente da tomografia, o equipamento não emite radiação e o contraste (quando necessário) gera, na média, menos reações indesejadas no paciente.</p>



<p>Para isso, a ressonância magnética usa um tubo, no qual circulam ondas de rádio e campos magnéticos, que na interação com os órgãos e tecidos conseguem formar as imagens desejadas para avaliação médica apropriada.</p>



<p>A ressonância magnética tem uma gama variada de aplicações na medicina atual. De qualquer forma, ela é utilizada para <strong>analisar suspeitas ou auxiliar na confirmação de diagnósticos de inúmeras condições</strong>, que vão de acidentes vasculares cerebrais em estágios iniciais até lesões nas articulações, passando, é claro, por neoplasias em diferentes partes do corpo, incluindo as mamas.</p>



<p>Seja como for, vale reforçar que, em geral, a ressonância não é utilizada como exame em uma rotina de rastreamento de casos de câncer. As razões para isso envolvem o alto custo desse recurso e a baixa especificidade em determinados contextos, fazendo com que nem sempre as lesões identificadas sejam efetivamente tumores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais as indicações para ressonância magnética das mamas</h2>



<p><strong>Apesar da maior sensibilidade em relação a alternativas como a ultrassonografia e a mamografia, o exame de ressonância das mamas tem indicações muito precisas.</strong> Por isso, ele é quase sempre empregado para determinar a extensão do tumor, a caracterização da natureza de determinados tecidos ou ainda no rastreio em pacientes com risco maior de desenvolver esse tipo de neoplasia. A partir disso, as <a href="https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/145-ressonancia-magnetica-das-mamas-quando-e-porque" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>condições que geralmente levam a solicitação desse tipo de exame de imagem são</u></a>:</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Estadiamento pré-operatório</h3>



<p>A ressonância magnética das mamas nesse contexto parece oferecer benefícios principalmente para avaliação de tumores em mamas muito densas ou na presença de um carcinoma lobular ou um carcinoma ductal in situ. Por outro lado, parece haver uma relação maior entre ressonâncias pré-operatórias e mastectomias desnecessárias, o que exige um cuidado nessa indicação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Rastreamento em pacientes de alto risco</h3>



<p>Nesse grupo devem ser incluídas mulheres com risco acrescido de desenvolver câncer nas mamas superior a 20%. É o caso, por exemplo, de portadoras da mutação BRCA ou com fortes antecedentes hereditários, além de outras condições que possam predispor a uma chance maior da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Avaliação de outros exames de imagem</h3>



<p>Certas mamografias podem ser esclarecidas mediante indicação de ressonância magnética, embora isso deve ser restrito a um número pequeno de casos. Em determinados contextos, é mais produtivo solicitar uma nova mamografia.</p>



<p>Outras condições pontuais para a utilização do recurso envolvem avaliação da efetividade de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dicas-para-cuidar-da-saude-mental-durante-tratamento-de-cancer-de-mama/"><u>tratamentos </u></a>quimioterápicos neoadjuvantes, suspeita de problemas com prótese de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-de-celulas-grandes-e-silicone"><u>silicone</u></a> e acompanhamento do processo de cicatrização de cirurgias reconstrutivas da mama.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/">Como é feita a radioterapia na mama? Veja como funciona!</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como é feita a avaliação dos resultados?</h2>



<p>Para facilitar o trabalho de médicos e demais profissionais de saúde envolvidos na condução e padronizar laudos de avaliação de exames de imagem existe um sistema de classificação chamado de BI-RADS (siglas em inglês para Sistema de Relatórios e Dados de Imagem da Mama).</p>



<p>O BI-RADS foi desenvolvido pelo <a href="https://www.acr.org/Clinical-Resources/Reporting-and-Data-Systems/Bi-Rads" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>American College of Radiology</u></a> e, em linhas gerais, fornece diretrizes para comunicar de forma sistemática os achados observados nas imagens coletadas, bem como o grau de certeza daquilo que foi encontrado.</p>



<p>Com o laudo em mãos, <strong>o médico é capaz de orientar a melhor conduta, seja na indicação do tratamento, seja na necessidade de novos exames.</strong> A escala da classificação vai de 0 a 6. De forma resumida, cada grau da escala indica:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>BI-RADS 0:</strong> achado que exige um exame adicional de imagem;</li><li><strong>BI-RADS 1:</strong> negativo, sem nenhuma anormalidade visível;</li><li><strong>BI-RADS 2:</strong> formação benigna que não traz riscos;</li><li><strong>BI-RADS 3:</strong> achado provavelmente benigno;</li><li><strong>BI-RADS 4:</strong> resultado que exige a realização de uma biópsia para avaliar o tecido;</li><li><strong>BI-RADS 5:</strong> achado altamente suspeito, com exigência de biópsia;</li><li><strong>BI-RADS 6:</strong> câncer já conhecido, previamente diagnosticado.</li></ul>



<p>Vale reforçar que a indicação do BI-RADS é uma informação técnica presente nos laudos, que devem ser interpretados pelo médico. Somente ele é capaz de esclarecer todos os pontos relativos ao quadro e apontar quais as perspectivas e possibilidades a partir do que foi encontrado nas imagens.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como deve ser o preparo para esse exame?</h2>



<p>Por mais que sejam não invasivos e indolores, os exames de ressonância magnética demandam alguns cuidados prévios. <strong>Eles normalmente são feitos em clínicas, laboratórios ou hospitais e exigem que a paciente fique posicionada em um túnel por um período que varia entre 30 e 60 minutos, com os seios encaixados nos orifícios da maca, conforme orientação do responsável pelo exame.</strong></p>



<p>Quem sofre com claustrofobia ou tem desconforto diante de locais pequenos pode sofrer algum incômodo. Nesses casos, o médico pode prescrever um sedativo para reduzir a sensação desagradável. Outro aspecto que pode perturbar é o barulho das máquinas: nesses casos, tampões de ouvido podem ajudar.</p>



<p>Além disso, diante da necessidade de aplicação de contraste intravenoso, é necessário ficar em jejum nas horas anteriores ao exame. Por fim, é importante redobrar o cuidado com qualquer objeto metálico no corpo (como joias, por exemplo), para que isso não prejudique o funcionamento da máquina ou provoque lesões.</p>



<p>Embora existam fortes evidências das vantagens da utilização adequada das diretrizes que prevejam a utilização da ressonância magnética nas mamas, essa não é a realidade no dia a dia, inclusive no Brasil.<strong> Estudos indicam que o </strong><a href="https://www.scielo.br/j/rb/a/ZDX7D7gV8zWDQ7PQrPVgPgR/?lang=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>recurso é menos aplicado do que deveria.</strong></u></a>Em um contexto no qual mais de <a href="https://www.inca.gov.br/estimativa/sintese-de-resultados-e-comentarios#:~:text=Para%20o%20Brasil%2C%20estimam%2Dse,mil%20mulheres%20(Tabela%201)." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>66 mil mulheres por ano foram diagnosticadas com neoplasias mamárias no triênio 2020-22</u></a>, certamente há espaço para que muitos casos se beneficiem de abordagens que lancem mão do uso da ressonância magnética em algum estágio do acompanhamento.</p>



<p><em>Que tal saber mais sobre o</em><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama/"><em><u> câncer de mama conhecendo sobre 9 mitos e verdades sobre essa doença?</u></em></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">Ressonância magnética das mamas: como é este exame e quando é necessário fazer?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">Ressonância magnética das mamas: como é este exame e quando é necessário fazer?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Veja o que você precisa saber sobre papiloma intraductal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 11:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[biópsia.]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[mamas]]></category>
		<category><![CDATA[papiloma intraductal]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Papilomas são encontrados nos ductos mamários e em geral são benignos, mas podem indicar uma chance maior de desenvolver câncer Quando se pensa na saúde das mamas, o diagnóstico de um câncer costuma ser a principal preocupação. Contudo, tal receio, totalmente justificado, não pode negligenciar o espectro de condições que pode afetar os tecidos dessa região do corpo. É o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Papilomas são encontrados nos ductos mamários e em geral são benignos, mas podem indicar uma chance maior de desenvolver câncer</em></p>



<p>Quando se pensa na saúde das mamas, o diagnóstico de um<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-cancer-de-mama-conheca/"><u> câncer</u></a> costuma ser a principal preocupação. Contudo, tal receio, totalmente justificado, <strong>não pode negligenciar o espectro de condições que pode afetar os tecidos dessa região do corpo. É o caso, por exemplo, do papiloma intraductal.</strong></p>



<p>Diante disso, é essencial que pacientes (e, claro, profissionais de saúde) saibam identificar as apresentações desse tipo de formação, causas, formas de diagnóstico e intervenções necessárias para uma conduta adequada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal, o que é um papiloma intraductal?</h2>



<p><strong>Papilomas intraductais são um tipo de tumor benigno que se desenvolve nos ductos mamários, </strong>estruturas responsáveis por transportar o leite materno dos lobos dos seios ao mamilo, garantindo a alimentação do bebê nos períodos em que a mulher está amamentando. Na maioria das vezes, eles são assintomáticos. Em geral, papilomas solitários se formam nos ductos centrais maiores, próximo ao mamilo. Os papilomas múltiplos, por sua vez, são mais comuns em ductos periféricos, afastados do mamilo. Em alguns casos, a presença de um ou mais papilomas intraductais pode<strong> provocar alterações no aspecto do mamilo ou ainda a excreção de sangue ou líquido pelo local. Papilomas maiores também podem ser palpáveis ou provocarem dor.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as causas dessa formação?</h2>



<p><strong>Os papilomas nessa região da mama se formam como resultado da proliferação benigna das células epiteliais que revestem o interior dos ductos</strong>, devido a alterações genéticas e hormonais das mais diversas naturezas. Mulheres de todas as faixas etárias podem desenvolver papilomas intraductais. A incidência parece ser <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK519539/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>maior entre aquelas com idade entre 35 e 55 anos.</u></a> Em homens,<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28353086/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> as manifestações desse tipo de alteração são epidemiologicamente insignificantes.</u></a></p>



<p><strong>Em certa medida, o desenvolvimento dos papilomas intraductais se assemelha aos estágios iniciais do câncer de mama.</strong> É geralmente nos ductos mamários que tumores malignos se iniciam, antes de se espalhar para o restante do tecido mamário. Logo, é natural que muitas mulheres se questionem se a presença de um papiloma intraductal pode indicar uma chance maior de desenvolver uma neoplasia maligna na mama. Por isso, vale reforçar que, enquanto um papiloma solitário não está associado a um risco maior de desenvolver um câncer na mama (a menos que esteja acompanhado de outras alterações, como hiperplasia mamária ou um a um carcinoma ductal in situ), <strong>a presença de múltiplos papilomas parece indicar uma chance maior de desenvolver esse tipo de tumor em algum momento da vida.</strong></p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama/">9 mitos e verdades sobre o câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o diagnóstico?</h2>



<p><strong>Normalmente, os papilomas intraductais aparecem como alterações em exames de imagens (como ultrassonografias e mamografias).</strong> Esses exames são realizados como parte da rotina de rastreamento ou diante de queixas das pacientes, seja por alterações no mamilo, seja pela identificação de alguma alteração percebida na autoavaliação de aspectos da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u>saúde das mamas.</u></a></p>



<p>Nas mamografias, os papilomas intraductais aparecem como uma massa oval ou circular bem circunscrita ou com margens indefinidas. Além disso, pode haver sinais de microcalcificações. De qualquer forma, vale reforçar a possibilidade de haver quadros que permanecem ocultos nas mamografias<strong>. Em complemento, uma ductografia pode ser solicitada. </strong>Por meio desse exame, uma agulha insere contraste nos ductos mamários, facilitando a visualização de alterações no raio-X.</p>



<p><strong>Por fim, se a associação de sintomas e os achados dos exames de imagem despertam preocupação adicional, pode ser solicitado uma biópsia para confirmar tal diagnóstico.</strong> Normalmente,<a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/screening-tests-and-early-detection/breast-biopsy.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> métodos menos invasivos </u></a>são escolhidos para coletar a amostra de tecido, mas, em alguns casos, pode ser necessário fazer uma cirurgia para isso (método mais invasivo).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as intervenções necessárias?</h2>



<p>Confirmada a presença de um ou mais papilomas intraductais, é preciso avaliar o quadro para determinar quais as abordagens adequadas. Em geral, <strong>intervenções são feitas de acordo com o tamanho, a quantidade de alterações diagnosticadas e a presença ou não de sintomas, bem como a intensidade dessas manifestações.</strong></p>



<p>Em casos mais simples, onde não há sintomas e nem proliferação de inúmeros papilomas, o responsável pelo caso pode indicar apenas que seja feita a observação e o acompanhamento da evolução do quadro.</p>



<p>Quando a presença da lesão está associada com outras alterações, o médico pode recomendar uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/"><u> intervenção cirúrgica</u></a> para extração de todos os papilomas. Contudo, tal método restringe-se apenas à retirada completa das alterações identificadas e das áreas adjacentes, sem comprometer as áreas saudáveis do tecido da mama.</p>



<p>Independentemente da conduta adotada, o diagnóstico de um papiloma intraductal <strong>deve ser acompanhado da forma mais tranquila e serena possível, principalmente pelo caráter majoritariamente benigno dessas manifestações</strong>. Com uma avaliação cuidadosa, o profissional responsável será capaz de fornecer as orientações necessárias, esclarecer dúvidas e indicar a conduta adequada caso a caso.</p>



<p><em>Aproveite e entenda como o </em><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/"><em><u>ultrassom das mamas e das axilas auxilia na detecção de alterações mamárias.</u></em></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/papiloma-intraductal/">Veja o que você precisa saber sobre papiloma intraductal</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/papiloma-intraductal/">Veja o que você precisa saber sobre papiloma intraductal</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>9 mitos e verdades sobre o câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2022 12:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[autoexame]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[caroço no sei]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[histórico familiar]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[mitos e verdades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A desinformação contribui para que o câncer de mama seja responsável pelo grande número de mortes de mulheres todos os anos. Conheça mitos e verdades! Ter a informação correta é essencial para a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer. Por isso, é preciso conhecer os mitos e verdades sobre o câncer de mama, que de acordo com a Organização [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A desinformação contribui para que o câncer de mama seja responsável pelo grande número de mortes de mulheres todos os anos. Conheça mitos e verdades!</em></p>



<p>Ter a informação correta é essencial para a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do <strong>câncer</strong>. Por isso, é preciso conhecer os <strong>mitos e verdades sobre o câncer de mama,</strong> que de acordo com a <a href="https://www.who.int/pt/news/item/03-02-2021-breast-cancer-now-most-common-form-of-cancer-who-taking-action" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Mundial da Saúde (OMS) </u></a>é a forma mais comum da doença em todo o planeta. Por muitos anos, falar sobre câncer e até mesmo pronunciar o nome da doença era considerado um grande tabu. Como uma das consequências, a <strong>desinformação</strong> contribui para que o câncer de mama seja responsável pelo grande número de <strong>mortes </strong>de mulheres todos os anos.</p>



<p>Segundo o<a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional do Câncer (INCA),</u></a> as estimativas para o ano de 2022 são de 66.280 novos casos da doença, que está entre as formas mais incidentes de câncer em mulheres de todas as regiões brasileiras, sendo as maiores taxas no Sul e Sudeste.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-cancer-de-mama-conheca/">Tipos de câncer de mama: conheça os mais comuns e entenda suas características</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça 9 mitos e verdades sobre o câncer de mama</h2>



<p>Para contribuir com a disseminação de informações corretas e com embasamento científico sobre o tema, separamos a seguir alguns dos principais mitos e verdades sobre o câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Só tem câncer de mama quem tem histórico da doença na família</h3>



<p><strong>Mito.</strong> Uma vez que apenas 5 a 10% dos casos de câncer de mama estão diretamente relacionados com<strong> fatores hereditários</strong>. Todas as mulheres, independentemente de ter casos ou não na família da doença, devem realizar os exames de <strong>rastreamento</strong> precoce da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Faço o autoexame mensalmente, então não preciso fazer mamografia</h3>



<p>Esse é mais um<strong> mito</strong> sobre o câncer de mama. O <strong>autoexame </strong>é uma importante ferramenta de autoconhecimento corporal para a mulher, no entanto, não é possível detectar a fase inicial da doença por meio dele. Isso porque os <strong>tumores</strong> são muito pequenos, não sendo sentidos pela palpação, e só detectados por meio da <strong>mamografia</strong>.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-substitui-a-mamografia/">Autoexame substitui a mamografia?</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Descobri um caroço no seio, logo estou com câncer de mama</h3>



<p>Este é outro <strong>mito</strong>. Descobrir um <strong>caroço no seio</strong> pode ou não significar o diagnóstico de câncer de mama. Muitas outras <strong>alterações na mama</strong> também têm como sintoma o surgimento de um nódulo no seio, por isso é tão importante contar com o acompanhamento de um mastologista ao notar um caroço no seio para o correto diagnóstico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. A amamentação ajuda na prevenção contra o câncer de mama</h3>



<p><strong>Verdade</strong>. Amamentar está entre as medidas de prevenção do câncer de mama. Isso acontece porque durante o aleitamento materno determinados hormônios relacionados à doença têm suas taxas reduzidas. Contudo, é preciso deixar claro que mesmo amamentando algumas mulheres ainda podem sofrer com a doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Fazer atividades físicas rotineiramente contribui para prevenção do câncer de mama</h3>



<p>Essa é mais uma <strong>verdade</strong>. Manter uma rotina de <strong>exercícios físicos</strong>, mesmo leves e moderados, contribui como a saúde de modo geral e também colabora para enfrentar o <strong>sedentarismo</strong> e a<strong> obesidade</strong>, dois fatores diretamente associados ao câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Próteses de silicone nos seios causam câncer</h3>



<p><strong>Mito</strong>. Não existem estudos que comprovem a associação das <strong>próteses de silicon</strong>e com o câncer de mama. No entanto, as próteses podem dificultar o diagnóstico da doença em determinados casos. Se você usa prótese de silicone, mantenha sempre suas consultas em dia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Mamografia causa câncer de tireoide</h3>



<p>Esse é mais um <strong>mito </strong>muito prejudicial para o diagnóstico precoce do câncer de mama. A radiação emitida pelo exame de<strong> mamografia </strong>é muito pequena e não causa risco a tireoide ou a saúde da paciente como um todo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. Reposição hormonal provoca câncer de mama</h3>



<p>É <strong>verdade</strong> que a<strong> terapia de reposição hormonal </strong>está entre os fatores de risco para o câncer de mama. A utilização do estrogênio e da progesterona, apesar de atenuar os sintomas do climatério, podem comprometer as glândulas mamárias com o uso prolongado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">9. Câncer de mama tem cura</h3>



<p><strong>Verdade</strong>. E essa é uma informação muito importante a ser difundida, principalmente porque quanto mais rápido for feito o diagnóstico e o tratamento tiver início maiores são as chances de cura do câncer de mama.</p>



<p>Os avanços da Medicina e das novas estratégias terapêuticas para o tratamento da doença garantem maiores chances de cura, bem como possibilitam uma melhor qualidade de vida para as pacientes. Por isso, nunca é demais enfatizar a importância do acompanhamento com um médico <strong>mastologista</strong>, seja para realização dos exames que possibilitam o diagnóstico precoce do câncer de mama, seja para a escolha do tratamento mais adequado para a doença.</p>



<p>Esse texto foi útil para você? Então, encaminhe para outras pessoas que necessitam de mais informações sobre o câncer de mama.</p>



<p>Para ficar sempre bem informado sobre o câncer de mama, conhecendo as principais medidas de prevenção e as melhores opções de tratamento, continue navegando pelo meu <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"><u>blog.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama/">9 mitos e verdades sobre o câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama/">9 mitos e verdades sobre o câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Exercício após cirurgia de câncer de mama melhora a mobilidade do braço e do ombro</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exercicio-apos-cirurgia-de-cancer-de-mama/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=exercicio-apos-cirurgia-de-cancer-de-mama</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2022 17:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres submetidas a linfadenectomia]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[procedimento cirúrgico]]></category>
		<category><![CDATA[região do braço e do ombro.]]></category>
		<category><![CDATA[sessões de radioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Grande parte das mulheres com câncer de mama tem limitação do movimento do ombro. Entenda como o exercício após cirurgia de câncer de mama pode ajudar. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) alerta sobre dados importantes referentes ao câncer de mama. Estima-se que, para cada ano do triênio 2020/2022, sejam diagnosticados, no Brasil, cerca de 66.280 novos casos da doença. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Grande parte das mulheres com câncer de mama tem limitação do movimento do ombro. Entenda como o exercício após cirurgia de câncer de mama pode ajudar.</em></p>



<p>O <a href="https://www.inca.gov.br/estimativa/sintese-de-resultados-e-comentarios" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Nacional de Câncer (INCA)</a> alerta sobre dados importantes referentes ao <strong>câncer de mama.</strong> Estima-se que, para cada ano do triênio 2020/2022, sejam diagnosticados, no Brasil, cerca de 66.280 <strong>novos casos da doença</strong>. Infelizmente, esse é o <strong>câncer</strong> que mais afeta as mulheres no Brasil e no mundo.</p>



<p>É bastante comum que, após o diagnóstico de <strong>câncer de mama</strong>, seja necessário que muitas mulheres passem por algum tipo de procedimento cirúrgico que interfira na mobilidade do braço e do ombro.</p>



<p>Sendo assim, surge uma dúvida em muitas pacientes: <strong>é indicado fazer exercícios físicos após a realização de cirurgias mamárias para o tratamento do câncer?</strong></p>



<p>A resposta para esta pergunta é sim!</p>



<p>Um recente estudo, realizado na Inglaterra, em 17 centros de tratamento de câncer do <a href="https://www.england.nhs.uk/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Serviço Nacional de Saúde (NHS),</a> mostrou ser clinicamente eficaz a realização de exercícios físicos conduzido por fisioterapia, incorporando técnicas de alongamento e fortalecimento para aumento da mobilidade dos membros superiores de pacientes com risco de complicações pós-operatórias relacionadas ao tratamento.</p>



<p>Embora inicialmente pareça um contrassenso, a prática de atividade física, apesar de difícil no início, pode favorecer o desenvolvimento de atividades simples praticadas no dia a dia, como se vestir, tomar banho, pentear os cabelos ou mesmo alcançar algo em uma prateleira.</p>



<p>Seja qual for o tipo de procedimento<strong> cirúrgico</strong> que deva ser realizado para tratar o câncer de mama, a prática de <strong>exercícios físicos após a cirurgia</strong> colabora com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A recuperação dos movimentos</li>
<li>O retorno da força do braço</li>
<li>O restabelecimento da mobilidade do ombro</li>
</ul>



<p>Segundo a <a href="https://sbcp-sc.org.br/artigos/mexa-se-exercicios-que-ajudam-manter-o-peso-ideal-apos-cirurgia-plastica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Regional de Santa Catarina</a> (SBCP-SC), cada cirurgia possui uma indicação de início ou retorno a uma determinada <strong>atividade física</strong>.</p>



<p>O ideal é proceder de forma gradual, iniciando com <strong>exercícios leves</strong> na rotina e sempre acompanhada por um profissional da área.</p>



<p>Em casos de pacientes que passaram por sessões de radioterapia, a prática de atividades físicas tem se mostrado ainda mais relevante, uma vez que esse tipo de tratamento pode afetar diretamente os membros superiores.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-tem-cura/">Câncer de mama tem cura, sim!</a></p>



<p>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mobilidade de braço e ombro</h2>



<p><a href="https://www.scielo.br/j/rbgo/a/CVLcYRCnnQYjTxdqngdGLtn/?lang=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Segundo a Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia</a>, um dos sintomas mais referidos pelas pacientes é a <strong>limitação no movimento do ombro.</strong> Metade das mulheres submetidas a linfadenectomia associada a mastectomia ou quadrantectomia por carcinoma de mama apresenta limitação de pelo menos um movimento do ombro 18 meses após a cirurgia.</p>



<p>Dessa forma, é essencial ressaltar que a <strong>fisioterapia é imprescindível </strong>no planejamento de assistência para reabilitação física da mulher no período pós-operatório do câncer da mama.</p>



<p>A prática de atividades físicas pode prevenir diversas complicações além de promover <strong>recuperação funcional</strong>, proporcionando uma melhor qualidade de vida. Quando a fisioterapia é iniciada nos primeiros dias após a cirurgia, as vantagens só crescem.</p>



<p>Ainda de acordo com a <a href="https://www.scielo.br/j/rbgo/a/CVLcYRCnnQYjTxdqngdGLtn/?lang=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia</a> uma das vantagens é a <strong>prevenção de linfedema</strong>, retrações e disfunção do ombro, pelo aumento de volume de sangue e linfa drenados, e do próprio encorajamento da paciente em reassumir as suas atividades normais.</p>



<p>A <a href="https://www.scielo.br/j/rlae/a/tLtXsZscZ4DMjctz9ZwkcZQ/?lang=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Revista Latino-americano de Enfermagem</a> ressalta que o exercício físico pós-mastectomia é importante também para prevenção da limitação articular, linfedema, alterações posturais, fibrose muscular ou aderência tecidual da área cirúrgica.</p>



<p>Portanto, podemos considerar importante a prática de exercício supervisionado, no pós-operatório do câncer da mama.<br /><br /></p>



<h2 class="wp-block-heading">5 dicas importantes para realizar exercícios após cirurgia de câncer de mama</h2>



<p>É extremamente importante que primeiro o <strong>médico libere a</strong> <strong>paciente </strong>para o início, de forma gradual, de <strong>atividades físicas na sua rotina.</strong> Geralmente as atividades físicas já podem começar após uma semana da <strong>cirurgia.</strong></p>



<p>Dessa forma, separamos algumas dicas importantes para te ajudar nos <strong>exercícios básicos após a cirurgia de câncer de mama:</strong></p>



<p><strong>1.</strong> Mantenha o braço alto na altura do plexo solar, abra e feche a mão de 15 a 25 vezes</p>



<p><strong>2. </strong>Estenda o braço e flexione o cotovelo quantas vezes conseguir. Você também pode levantar os braços até a altura dos ombros ou se não conseguir, tente até a posição que você conseguir, sem puxar os drenos</p>



<p><strong>3</strong>. O exercício anterior auxilia na redução do inchaço, portanto, repita-o de 3 a 4 vezes ao dia</p>



<p><strong>4</strong>. Exercícios de respiração profunda são excelentes. Tente praticá-los ao menos 5 vezes no dia</p>



<p>5. Tente este exercício para fortalecer o funcionamento dos pulmões e manter o movimento normal do tórax: deitada, e de costas, respire profundamente e devagar. Inspire o máximo de ar que puder e expanda a região do peito e do abdômen. Repita 4 ou 5 vezes.</p>



<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda pelo menos 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana para todos os adultos, incluindo quem vive com doenças crônicas ou incapacidade.</p>



<p>O objetivo do tratamento de mulheres com câncer de mama é que elas levem uma rotina de vida normal que inclua exercício físico.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Por que o cabelo cai na quimioterapia e como lidar?</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/por-que-o-cabelo-cai-na-quimioterapia-e-como-lidar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=por-que-o-cabelo-cai-na-quimioterapia-e-como-lidar</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 14:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[alopecia]]></category>
		<category><![CDATA[aplique]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
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		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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		<category><![CDATA[fio de cabelo]]></category>
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		<category><![CDATA[quimio]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[raspar o cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[Touca Inglesa]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento quimioterápico.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A queda de cabelo ocorre durante a quimioterapia porque o tratamento tem por finalidade destruir células que se multiplicam rapidamente. Entenda esse processo. Receber o diagnóstico de câncer, causa um forte impacto emocional e psicológico nos pacientes, além de uma série de dúvidas e incertezas. Uma dúvida recorrente entre pacientes é se o cabelo cai na quimioterapia. O tratamento quimioterápico [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A queda de cabelo ocorre durante a quimioterapia porque o tratamento tem por finalidade destruir células que se multiplicam rapidamente. Entenda esse processo.</em></p>



<p>Receber o <strong>diagnóstico de câncer</strong>, causa um forte impacto emocional e psicológico nos pacientes, além de uma série de dúvidas e incertezas. Uma dúvida recorrente entre pacientes é se o <strong>cabelo cai na quimioterapia.</strong></p>



<p>O <strong>tratamento quimioterápico</strong> é uma das possibilidades disponibilizadas atualmente pela Ciência para buscar a cura e o alívio dos sintomas dos mais diversos tipos de câncer.</p>



<p>Os tratamentos para o câncer que envolvem o uso de medicamentos, como quimioterapia, terapia alvo, hormonioterapia, assim como a cirurgia e radioterapia podem acarretar efeitos colaterais variáveis entre as pacientes.</p>



<p>A <strong>queda de cabelo, ou alopecia</strong>, é um dos <strong>efeitos colaterais</strong> que podem surgir após a quimioterapia, bem como da radioterapia.</p>



<p>De acordo com o <a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional de Câncer (INCA),</u></a> os medicamentos utilizados no tratamento quimioterápico se misturam à corrente sanguínea sendo levados a todas as partes do corpo, destruindo as células doentes que estão formando o <strong>tumor</strong> e impedindo, também, que se espalhem.</p>



<p>A <strong>perda dos fios</strong> ocorre porque o tratamento tem por finalidade destruir células que se multiplicam rapidamente, característica comum às células das raízes de cabelo.</p>



<p>Fatores como <strong>toxicidade</strong> e tipo de medicação utilizadas na quimioterapia, após iniciado o tratamento, terão influência quanto a queda do cabelo.</p>



<p>Na maioria dos casos, a queda começa a ocorrer de duas a três semanas depois da primeira sessão de quimioterapia. Mas é preciso que os pacientes saibam que, normalmente, os<strong> fios</strong> voltam a crescer dois meses após a última sessão de <strong>quimio</strong>.</p>



<p id="leiamais">Leia também:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-tem-cura/"> Câncer de mama tem cura, sim!</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O cabelo cai na quimioterapia sempre?</h2>



<p>O câncer é uma das principais causas de morte no mundo. De acordo com a <a href="https://www.paho.org/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</u></a>, a mortalidade por câncer nas Américas deve chegar a 2,1 milhões de pessoas até 2030.</p>



<p>Contudo, é preciso que fique claro que a <strong>queda de cabelo</strong> não é um dos sintomas da doença e sim consequência do tratamento por meio da quimioterapia. A queda de cabelo depende do tipo de quimioterapia administrado, nem todas as medicações terão este efeito colateral.</p>



<p>Como já dissemos, a queda de cabelo está relacionada com a toxicidade e o tipo de medicamentos presentes na quimio. O organismo de cada paciente reage de um modo diferente a esses medicamentos, podendo ocorrer ou não a alopecia.</p>



<p>O paciente deve estar ciente que após a quimio, a queda de cabelo pode ocorrer em todo o corpo, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cabeça</li>
<li>Rosto</li>
<li>Braços</li>
<li>Pernas</li>
<li>Axilas</li>
<li>Região pubiana</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">É possível evitar a queda de cabelo durante o tratamento?</h2>



<p>Com o avanço da tecnologia e da medicina, existe atualmente uma estratégia para diminuir ou mesmo evitar a queda do cabelo com a quimioterapia.</p>



<p>Por meio do uso de aparelhos similares a toucas, conhecidos como <strong>touca Inglesa</strong>, é possível resfriar o <strong>couro cabeludo</strong> durante a realização da quimioterapia, o que contrai os vasos sanguíneos reduzindo o alcance dos medicamentos no folículo piloso e reduzindo a queda.</p>



<p>Bons resultados são alcançados com a utilização desses aparelhos em tratamentos quimioterápicos menos intensos.</p>



<p>O uso dessas toucas não é recomendado em casos de câncer de pele ou linfomas, pois pode aumentar as chances de recidiva da doença no couro cabeludo.</p>



<p>Outro avanço da medicina é a <strong>imunoterapia</strong>, um tipo de tratamento contra o câncer que, ao contrário da quimioterapia, não tem como efeito colateral a queda de cabelo.</p>



<p>Na imunoterapia, o próprio sistema imunológico do paciente é estimulado para combater a doença de forma menos tóxica.</p>



<p>Contudo, o tratamento com imunoterapia ainda não se mostra eficaz em todas as pacientes e também pode acarretar outros efeitos adversos que devem ser observados.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://www.mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-e-autoestima/">Câncer de mama e autoestima</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Lidando com a queda de cabelo e fortalecendo a autoestima</h2>



<p>O cabelo é um dos símbolos mais fortes da feminilidade em nossa sociedade, talvez por isso a queda capilar seja um dos efeitos do tratamento para o câncer que mais afetam a <strong>autoestima</strong> das pacientes.</p>



<p>Muitas pacientes chegam a antecipar o processo de queda e optam por <strong>raspar os cabelos </strong>como forma de motivação para enfrentar o tratamento contra o câncer.</p>



<p>É aconselhável sempre tirar todas as dúvidas e esclarecer com o médico especialista responsável pelo tratamento todos os efeitos possíveis de serem enfrentados com a quimioterapia.</p>



<p>Do mesmo modo, conversar com um <strong>terapeuta</strong> ou com alguém que passou por uma experiência semelhante são ações que podem ajudar a lidar de uma melhor forma com a perda do cabelo e proporcionar um maior conforto emocional para a paciente.</p>



<p>Dialogar com familiares, em especial com as crianças, para que estejam preparadas para as mudanças na aparência também é de grande importância.</p>



<p>Para reavivar a vaidade e o bem-estar, muitas pacientes optam por usar<strong> lenços</strong>, chapéus, perucas ou a<strong>pliques</strong>.</p>



<p>Uma boa dica, caso a paciente escolha usar perucas ou apliques, é escolher antes da queda do cabelo, sempre se certificando de que é confortável e não machuca o <strong>couro cabeludo</strong>.</p>



<p>Alguns cuidados devem ser tomados com o cabelo e o couro cabeludo durante o tratamento quimioterápico, entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Prefira shampoos com formulações suaves</li>
<li>Escolha uma escova macia para pentear o cabelo remanescente</li>
<li>Quando estiver ao ar livre, sempre faça uso do protetor solar no couro cabeludo</li>
<li>Em dias mais frios, cubra a cabeça para evitar a perda de calor corporal</li>
<li>Não seque o cabelo em altas temperaturas</li>
<li>Não utilize produtos químicos</li>
<li>Prefira fronhas de tecidos macios</li>
</ul>



<p>Com o fim da quimioterapia e o nascimento de novos fios, é possível que a paciente note diferenças entre o cabelo que tinha anteriormente ao tratamento.</p>



<p>Isso deve-se à recuperação das agressões sofridas pelo <strong>folículo capilar </strong>com a quimio. Normalmente, essas alterações são passageiras e o <strong>cabelo</strong> tende a retornar ao aspecto original.</p>



<p>O bem-estar físico e emocional deve ser a meta prioritária da paciente. Seja raspando os cabelos, ou utilizando lenços e perucas, o mais importante é lembrar que independente da aparência, você é uma mulher forte que está enfrentando uma grande batalha pelo bem mais precioso: a vida.</p>



<p>Cuide -se e pratique o amor-próprio!</p>



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