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	<title>endócrinoterapia - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>endócrinoterapia - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Câncer de mama: os efeitos colaterais da terapia hormonal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 12:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[endócrinoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia hormonal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como em qualquer outra forma de tratamento da condição, os efeitos colaterais da terapia hormonal (conhecida ainda como hormonioterapia ou terapia endócrina) podem comprometer a qualidade de vida da paciente. Muitas vezes, isso faz com que ela interrompa a intervenção, gerando consequências negativas para a evolução do quadro. Dessa forma, é importante que toda mulher que receba a indicação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como em qualquer outra forma de tratamento da condição, os efeitos colaterais da terapia hormonal (conhecida ainda como<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><u> hormonioterapia </u></a>ou terapia endócrina) <strong>podem comprometer a qualidade de vida da paciente. </strong>Muitas vezes, isso faz com que ela interrompa a intervenção, gerando consequências negativas para a evolução do quadro.</p>



<p>Dessa forma, é importante que toda mulher que receba a indicação dessa terapia tenha a orientação adequada sobre as possíveis alterações e o que pode ser feito para minimizar as principais queixas relacionadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A lógica por trás do tratamento hormonal no câncer de mama</h2>



<p>Nas mulheres, a progesterona e o estrogênio desempenham funções relacionadas à fisiologia feminina (como a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-gestacao/"><u>gravidez </u></a>e o ciclo menstrual). No entanto, alguns tipos de tumores de mama possuem <strong>receptores hormonais</strong> <strong>que se ligam a esses hormônios do corpo.</strong> Assim, as células cancerígenas crescem e se proliferam com mais velocidade.</p>



<p>A identificação desses receptores é feita a partir de biópsia ou cirurgia. Na prática, isso ajuda a classificar o câncer como estrogênio positivo ou progesterona positivo.</p>



<p>Tumores que possuem ambos os receptores são denominados <strong>receptores hormonais positivos (ou ER) ou luminais</strong>.</p>



<p>Em média, entre 67% e 80% dos cânceres em mulheres são ER positivo. Nos homens, a taxa chega a 90%. Essa informação é essencial para personalizar o tratamento, tornando-o adaptado e mais eficaz às características de cada paciente.</p>



<p>Assim sendo, a <strong>terapia hormonal é uma abordagem terapêutica que tem como objetivo justamente bloquear a produção ou o efeito do estrogênio</strong> (e, eventualmente, da progesterona) para ajudar a conter o tumor ou impedir que ele retorne.</p>



<p>Geralmente, o tratamento inclui o uso de determinados medicamentos. Os chamados inibidores de aromatase e os moduladores seletivos do receptor de estrogênio são os mais conhecidos. Porém, em circunstâncias ocasionais, o bloqueio hormonal é feito com a remoção dos ovários ou o uso de radiação, que são opções irreversíveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A escolha individualizada desse tipo de tratamento em diferentes circunstâncias</h3>



<p>Na maioria dos casos, a terapia hormonal é utilizada em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>tratamentos adjuvantes</strong> em casos de câncer de mama, tanto na pré quanto na pós-menopausa;</li>



<li><strong>tratamentos neoadjuvantes</strong>, com o objetivo de reduzir o tamanho do tumor e aumentar a chance de sucesso do procedimento cirúrgico;</li>



<li><strong>tratamentos de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/"><u><strong>tumores de mama metastáticos</strong></u></a>, que é quando o câncer retorna após o tratamento inicial e se espalha para outras partes do corpo.</li>
</ul>



<p>Adicionalmente, <strong>terapias hormonais com o tamoxifeno podem ser utilizadas de forma profilática em mulheres com alto risco de desenvolver um tumor nas mamas</strong>. Ciclos de até cinco anos do uso do fármaco podem diminuir bastante a chance de que a doença se desenvolva.</p>



<p>Uma publicação do<a href="https://academic.oup.com/jnci/article-abstract/90/18/1371/897928?redirectedFrom=fulltext&amp;login=false" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u> Journal of the National Cancer Institute</u></em></a> mostrou que, em alguns casos, a redução pode ser de até 50%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os efeitos colaterais mais comuns da terapia hormonal</h2>



<p>Ao mesmo tempo em que bloqueia a ação dos hormônios nas células do tumor, <strong>a hormonioterapia também afeta as células saudáveis</strong> que dependem do estrogênio e da progesterona para desempenhar suas funções. Por isso, os efeitos colaterais da terapia hormonal podem ser notados.</p>



<p>Embora não seja possível prever de forma antecipada como cada mulher vai reagir ao tratamento, é esperado que a maioria delas relate desconfortos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ondas de calor e suor excessivo;</li>



<li>sangramento vaginal, principalmente no início do tratamento;</li>



<li>fadiga, com uma sensação de cansaço que não vai embora;</li>



<li>dores musculares e nas articulações;</li>



<li>perda de massa óssea (o que é mais comum com os inibidores de aromatase);</li>



<li>ganho de peso;</li>



<li>desconfortos gastrointestinais (constipação, enjoos, diarreias e problemas de digestão);</li>



<li>alterações que se assemelham ao início da menopausa, como interrupção da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/"><u>menstruação</u></a>, redução do desejo sexual, diminuição da lubrificação vaginal e mudanças de humor.</li>
</ul>



<p>É preciso acrescentar que alguns medicamentos utilizados na terapia hormonal estão associados ao risco de complicações mais graves, porém muito raras, sobretudo à medida que o tempo passa. Por exemplo, o tamoxifeno pode incrementar discretamente o risco de um câncer no endométrio ou da formação de coágulos sanguíneos, principalmente nos pulmões e nas pernas.</p>



<p>Em paralelo, outros fármacos podem interferir na fertilidade feminina. Mesmo quando isso não acontece, a gestação não é indicada durante a terapia hormonal. Por outro lado, há evidências de que é possível<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u> interromper o tratamento com segurança para tentar engravidar</u></a>, a partir da devida avaliação profissional.</p>



<p id="leia">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"><u>O que acontece com a fertilidade durante o tratamento de um câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">As perspectivas para contornar os efeitos colaterais da terapia hormonal</h2>



<p>O primeiro passo para lidar com qualquer um desses sintomas envolve esclarecer dúvidas e expor as eventuais queixas junto ao profissional responsável pela prescrição. Com isso, é possível adotar as estratégias adequadas para amenizar o comprometimento.</p>



<p><strong>Parte das manifestações indesejadas são gerenciadas com mudanças no estilo de vida.</strong> As ondas de calor podem ficar menos intensas ao evitar determinados gatilhos (como bebidas alcoólicas ou cafeína) e com o uso de roupas mais folgadas.</p>



<p>Já a fadiga tende a ser menos intensa em pacientes que procuram se exercitar, manter uma dieta saudável e dedicar um tempo maior ao repouso, dentro do possível. E o uso de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/"><u>cremes vaginais </u></a>com estrogênio, por sua vez, pode ser um recurso útil para lidar com a secura vaginal.</p>



<p>Dessa forma, <strong>os efeitos colaterais da terapia hormonal podem ser manejados da melhor forma possível </strong>sem que seja necessário substituir o medicamento, alterar doses ou mesmo interromper o tratamento. No caso em que isso for inevitável, médico e paciente devem discutir as alternativas e ponderar cuidadosamente os riscos e benefícios da substituição.</p>



<p>Aproveite e<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><u> entenda melhor o que pode ser feito para reduzir o risco da recidiva de um câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/">Câncer de mama: os efeitos colaterais da terapia hormonal</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/">Câncer de mama: os efeitos colaterais da terapia hormonal</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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