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	<title>hormônios - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>hormônios - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Quem tem câncer de mama pode menstruar? Confira a resposta para essa e outras dúvidas comuns</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 19:23:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[hormonioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem câncer de mama pode menstruar de forma irregular, inclusive com a interrupção completa dos ciclos durante o tratamento. Saber se quem tem câncer de mama pode menstruar ou está suscetível a sofrer qualquer outro tipo de alteração nesse ciclo é um questionamento comum entre mulheres que passam por um tratamento oncológico. De forma geral, tais modificações não estão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quem tem câncer de mama pode menstruar de forma irregular, inclusive com a interrupção completa dos ciclos durante o tratamento.</em></p>



<p>Saber se quem tem câncer de mama pode menstruar ou está suscetível a sofrer qualquer outro tipo de alteração nesse ciclo é <strong>um questionamento comum entre mulheres que passam por um tratamento oncológico.</strong></p>



<p>De forma geral, <strong>tais modificações não estão relacionadas necessariamente à evolução da doença, mas sim a alguns efeitos colaterais das terapias empregadas.</strong> Nesse mesmo contexto, é natural que as mulheres que ainda desejam engravidar tenham interrogações sobre os impactos dos tratamentos na fertilidade.</p>



<p><strong>Por isso, acima de tudo, é importante que essas pacientes tenham espaço para discutir esses tópicos junto dos responsáveis pelo seu acompanhamento nessa jornada</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal, como o tratamento oncológico pode afetar a menstruação?</h2>



<p>A menstruação, não custa lembrar, é resultado do processo de descamação do endotélio. Esse tecido reveste o útero e todo mês se prepara para acolher um óvulo fecundado. <strong>Quando isso não acontece, ele se desprende e provoca sangramentos que as mulheres experimentam regularmente ao longo da sua vida fértil.</strong></p>



<p>Com isso, conforme já destacado, vários tipos de tratamento utilizados para combater um câncer de mama têm o potencial de afetar a regularidade do ciclo menstrual.</p>



<p>O principal exemplo disso é a hormonioterapia. Como o próprio nome indica, esse tipo de intervenção usa medicamentos que alteram o nível de produção e circulação de determinados hormônios no organismo. O objetivo é impedir que tumores com receptores hormonais positivos continuem a usá-los para se proliferarem.</p>



<p>De forma resumida, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/">hormonioterapia </a>pode bloquear a função ovariana, a produção de estrogênio ou ainda atuar para impedir os efeitos desse hormônio no organismo. <strong>Diante disso, é provável que a mulher perceba algum tipo de desorganização no seu ciclo menstrual.</strong> Em parte dos casos, a mulher pode deixar de menstruar (a chamada amenorreia) enquanto em outras podem voltar a notar os sangramentos (veja mais sobre isso no tópico abaixo).</p>



<p>No caso das pacientes submetidas à quimioterapia, pode haver também prejuízo à função dos ovários. <strong>Logo, não é raro que essas pacientes também experimentem quadros de amenorreia.</strong> Embora eles possam ser revertidos com o fim do tratamento, em alguns casos os danos aos ovários por conta dos quimioterápicos podem ser permanentes.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioprevencao/"><u>Quando determinadas medicações podem ajudar a reduzir o risco de câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O uso de medicamentos como o tamoxifeno interferem no ciclo menstrual?</h2>



<p><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/">Um dos medicamentos mais importante da história da oncologia e da mastologia</a>, o tamoxifeno também pode provocar alterações no ciclo menstrual. Por isso, pacientes que farão uso do fármaco, inclusive de forma profilática, devem ser orientados sobre o que pode acontecer. <strong>É possível, por exemplo, que as menstruações se tornem mais irregulares, com sangramentos menos intensos ou mesmo sejam interrompidos.</strong></p>



<p>Entretanto, cabe reforçar que na maioria das mulheres em período pré-menopausa<strong>, os ovários continuam a funcionar mesmo com a ingestão regular do tamoxifeno.</strong></p>



<p>Embora, mais uma vez, tais alterações podem ser revertidas com o fim do tratamento, sangramentos vaginais constantes em uma mulher na pós-menopausa podem ainda chamar a atenção para o risco de um câncer de endométrio. Já se sabe que o <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC10075294/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">uso desse fármaco pode elevar a chance de desenvolver a doença entre as pacientes com câncer de mama.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">De que forma tudo isso impacta na fertilidade feminina?</h2>



<p>Por fim, junto das alterações no ciclo menstrual, é interessante abordar como os tratamentos oncológicos são capazes de afetar a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"> fertilidade das mulheres</a>. <strong>Nesse sentido, mulheres que ainda desejam engravidar devem expressar essa vontade ao seu médico. Isso permite planejar alternativas para preservar a capacidade de levar em frente uma </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"><strong>gestação</strong></a><strong>.</strong></p>



<p>Em geral, o risco de comprometimento da fertilidade (de forma temporária ou permanente) depende do tipo de tratamento empregado. <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/">Sessões de quimioterapia </a>podem ser uma causa de infertilidade, por exemplo. No entanto, em muitos casos, a capacidade de engravidar retorna alguns meses depois de finalizada a terapia, dependendo da dose e do fármaco utilizado. Isso não exclui a chance de uma infertilidade definitiva.</p>



<p>A hormonioterapia, por sua vez, pode ainda provocar sintomas de menopausa precoce, dificultando também uma possível gestação. No mais, a remoção dos ovários costuma ser considerada para algumas pacientes, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-ovarios/">sobretudo de forma profilática</a>. Essa intervenção, claro, também compromete de forma irreversível a fertilidade.</p>



<p><strong>Entre os métodos bem estabelecidos para preservação de fertilidade estão o congelamento de embriões e óvulos, com posterior fertilização </strong><em><strong>in vitro</strong></em><em>.</em> Além disso, alguns estudos já levantam evidências mostrando que <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/">interromper tratamentos como a hormonioterapia para engravidar pode ser uma opção segura.</a></p>



<p>Em suma, <strong>quem tem câncer de mama pode menstruar de forma irregular, ter os ciclos completamente interrompidos ou mesmo perceber novos sangramentos, dependendo do tratamento adotado, com reflexos sobre a sua fertilidade.</strong> Diante de tantas variáveis, é indispensável que a paciente tenha um canal aberto para expor suas queixas sobre esse e outros tópicos.</p>



<p><strong>Aproveite e</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/"><strong> confira alguns possíveis sinais de que o corpo da mulher está entrando na menopausa.</strong></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/">Quem tem câncer de mama pode menstruar? Confira a resposta para essa e outras dúvidas comuns</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/">Quem tem câncer de mama pode menstruar? Confira a resposta para essa e outras dúvidas comuns</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Quais as abordagens diante de um diagnóstico de câncer de mama durante a gravidez?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 11:45:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[óvulos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É normal que a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama seja uma preocupação entre pacientes com o desejo de engravidar. Em geral, casos de câncer de mama durante a gravidez são raros. De acordo com o National Cancer Institute, esse tipo de quadro representa um a cada 3.000 casos da doença e atinge principalmente mulheres entre 32 e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>É normal que a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama seja uma preocupação entre pacientes com o desejo de engravidar.</em></p>



<p>Em geral, <strong>casos de câncer de mama durante a gravidez são raros</strong>. De acordo com o <em>National Cancer Institute</em>,<a href="https://www.cancer.gov/types/breast/patient/pregnancy-breast-treatment-pdq" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> esse tipo de quadro representa um a cada 3.000 casos da doença e atinge principalmente mulheres entre 32 e 38 anos</a>. Ainda assim, descobrir a doença ao longo da gestação pode gerar bastante preocupação nas pacientes que passam por isso.</p>



<p>Por isso, <strong>diante de tal circunstância, vale entender melhor como é feito o diagnóstico dessa condição, quais as opções de tratamento conforme a evolução da gravidez e o que a mulher pode esperar no momento de dar à luz e na hora de amamentar seu filho</strong>. No mais, é preciso considerar o impacto emocional que tal notícia pode impor em um momento que por si só já é cheio de incertezas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os possíveis sinais de um câncer de mama durante a gravidez?</h2>



<p><strong>A</strong> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/"><strong>gravidez</strong></a><strong> faz com que as mamas sofram diversas alterações ao longo da gestação e nos meses que se seguem ao parto.</strong> Muitas dessas alterações fisiológicas têm relação com a flutuação dos hormônios ou com a preparação do corpo para produzir o leite materno para a alimentação do bebê.</p>



<p>Desse modo, pode ser difícil notar algum sinal característico de um câncer de mama durante esse período. <strong>Não é raro, inclusive, que mulheres grávidas, ou que acabaram de dar à luz, sejam diagnosticadas com tumores em estágios mais avançados.</strong> Na média, isso pode fazer com que os prognósticos desses quadros sejam piores se comparados com aqueles de mulheres não grávidas.</p>



<p>Portanto, <strong>pode ser importante procurar o médico sempre que forem notados nódulos ou caroços nas mamas. </strong>Ainda que várias causas possam explicar o surgimento desse tipo de formação, o ideal é não esperar o parto para investigar tal alteração.</p>



<p><strong>Sinais que também podem merecer uma avaliação mais cuidadosa são:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alterações na forma da mama;</li>
<li>Modificações na pele da região (deixando-a ondulada ou com aspecto de casca de laranja);</li>
<li>Inversão ou a retração dos mamilos;</li>
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sangramento-mama/">Presença de secreções que não são leite materno.</a></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como o diagnóstico de um câncer de mama pode ser confirmado durante a gravidez?</h2>



<p>Em um primeiro momento, <strong>a suspeita de um câncer de mama durante a gestação é averiguada conforme avaliação física dos sinais sugestivos da doença. </strong>A partir disso, pode ser necessário fazer alguns<strong> exames para confirmar ou descartar a hipótese</strong>, sempre levando em consideração a segurança da paciente e do feto.</p>



<p><strong>Mamografias e ultrassonografias costumam ser as opções iniciais para isso.</strong> Ambos os procedimentos são considerados seguros se feitos com o devido cuidado. Ainda que a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/">mamografia</a> dependa da emissão de radiação, ela costuma ser em uma dose bem baixa e concentrada na altura do peito. Além disso, uma proteção extra pode ser colocada sobre a barriga.</p>



<p>De todo modo, é preciso ponderar sobre o risco de falsos-negativos. <strong>Desse modo, uma biópsia pode ser feita para confirmar a natureza das células que compõem a formação suspeita</strong>. Para isso, um pequeno fragmento de tecido da região é coletado e enviado para análise laboratorial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o tratamento é conduzido?</h2>



<p>A melhor forma de tratar um câncer diagnosticado durante uma gestação passa por considerar dois aspectos principais: <strong>o momento em que a gravidez se encontra e as características do tumor </strong>(seu estágio e se ele é receptor hormonal positivo ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">expressa a proteína HER2</a>, por exemplo).</p>



<p>Seja como for, <strong>a maior parte das pacientes diagnosticadas durante a gestação passará </strong>inicialmente por um tratamento quimioterápico sem necessidade de interrupção da gravidez e após o parto, a sequência de tratamento com uma <strong>cirurgia de remoção do tumor e, eventualmente, dos linfonodos da axila</strong> (importante também para avaliar se o tumor se espalhou nessa direção). A opção por procedimentos conservadores ou mastectomias radicais é feita conforme avaliação caso a caso.</p>



<p><strong>A mulher pode receber a indicação de um tratamento quimioterápico, desde que a gravidez tenha ultrapassado os três meses</strong>. Dependendo do estágio da gravidez, essa opção de tratamento pode ser neoadjuvante ou adjuvante (ou seja, antes ou depois da cirurgia).</p>



<p><strong>Por outro lado, o uso de radioterapia, hormonioterapia (como o</strong> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/"><strong>tamoxifeno</strong></a><strong>) e terapias-alvo (como o trastuzumab) e imunoterapias não são recomendados para pacientes grávidas</strong>. Essas alternativas costumam ser postergadas até depois do parto. Além disso, a forma de lidar com os efeitos colaterais dos tratamentos adotados ou mesmo com a dor devido à doença devem levar em conta a segurança da gestante e do bebê.</p>



<p id="leiamais">Leia também:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/"> É possível interromper a hormonioterapia com segurança para engravidar?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o câncer de mama pode interferir no nascimento e na amamentação do bebê?</h2>



<p>Independente do quadro da mãe, <strong>não parece haver nenhum risco ao feto decorrente da evolução do câncer de mama. </strong>Não há relatos de que as células cancerígenas possam atingir o bebê nessas circunstâncias. <strong>Logo, a maioria das gestantes pode levar em frente a gestação mesmo diante do diagnóstico indesejado.</strong></p>



<p>Seja como for, à medida que o parto se aproxima, a <strong>paciente pode discutir junto com seu médico sobre a melhor forma de dar à luz.</strong> Dependendo das circunstâncias, uma cesariana pode ser mais segura, por exemplo.</p>



<p>Os profissionais de saúde responsáveis pelo acompanhamento da paciente também fornecerão <strong>orientações sobre a amamentação</strong>. Dependendo do tipo de cirurgia feita para a remoção do tumor, a mulher pode não conseguir dar o peito ao seu bebê. Além disso, alguns medicamentos usados no tratamento do câncer podem passar para o leite materno, impedindo uma amamentação segura.</p>



<p>Por fim, o diagnóstico do câncer de mama durante a gravidez e todos os cuidados necessários depois do parto podem demandar ainda mais da mulher, inclusive do ponto de vista emocional. Portanto, <strong>companheiros e toda a rede de apoio das pacientes devem estar cientes dessas dificuldades.</strong> Assim, eles se tornam capazes de oferecer suporte apropriado nesses momentos para garantir a recuperação e uma maternidade satisfatória.</p>



<p><strong>Para mulheres que já tiveram um câncer de mama e desejam engravidar,</strong> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/"><strong>vale a pena compreender melhor de que forma a doença pode interferir na fertilidade.</strong></a><u></u></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-gravidez/">Quais as abordagens diante de um diagnóstico de câncer de mama durante a gravidez?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-gravidez/">Quais as abordagens diante de um diagnóstico de câncer de mama durante a gravidez?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que você precisa saber sobre a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[óvulos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É normal que a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama seja uma preocupação entre pacientes com o desejo de engravidar. Não é raro que diante de um diagnóstico de um tumor nas mamas, a preocupação com o desejo de ter filhos fique em segundo plano. No entanto, o combate à doença pode incluir também discussões sobre a manutenção [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>É normal que a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama seja uma preocupação entre pacientes com o desejo de engravidar.</em></p>



<p>Não é raro que diante de um diagnóstico de um tumor nas mamas, <strong>a preocupação com o desejo de ter filhos fique em segundo plano. </strong>No entanto, o combate à doença pode incluir também discussões sobre a manutenção da fertilidade durante o tratamento do câncer de mama.</p>



<p>Isso garante à paciente a possibilidade de discutir e <strong>escolher alternativas que permitam a ela preservar a capacidade de levar em frente uma gestação, se esse for o seu desejo.</strong> Existem vários métodos para isso e eles são seguros, principalmente entre mulheres jovens, público cujo impacto de um câncer sobre a fertilidade tende a ser maior.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Que aspectos relativos à fertilidade devem ser discutidos antes do início do tratamento?</h2>



<p><strong>Ser diagnosticada com um câncer de mama não é impedimento absoluto para uma gravidez segura no futuro</strong>. Muitas mulheres passam pelo tratamento e têm filhos normalmente. Isso, claro, não exclui a necessidade de abordar esse tópico junto ao médico responsável pelo seu acompanhamento.</p>



<p>Em um primeiro momento é <strong>fundamental ter consciência que diversos recursos usados para tratar um câncer de mama podem afetar a fertilidade</strong>. Um exemplo disso é a quimioterapia, capaz de prejudicar a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-ovarios/"><u> função dos ovários</u></a> mesmo depois de encerrado o tratamento. <strong>Além disso, diante da necessidade do uso de determinados fármacos (como o </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/"><u><strong>tamoxifeno,</strong></u></a><strong> por exemplo), a recomendação é que se evite engravidar.</strong></p>



<p>A partir disso, se a fertilidade é uma preocupação do médico e da paciente, antes do início do tratamento, devem ser considerados aspectos como a gravidade do quadro, as perspectivas de prognóstico e de que forma uma possível <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/"><u>gravidez </u></a>interfere no risco de uma recidiva no futuro.</p>



<p>Até pouco tempo atrás, existia a hipótese de que a gravidez poderia aumentar o risco do câncer de mama voltar. <strong>Entretanto, as evidências coletadas com estudos recentes demonstraram que engravidar após um diagnóstico de câncer de mama é seguro. Além disso, em alguns casos, isso poder ampliar a sobrevida das pacientes.</strong></p>



<p>No mais, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/">o estudo POSITIVE, publicado em 2022</a>, mostrou que a interrupção do uso de medicamentos como o tamoxifeno também é uma alternativa segura para pacientes pós-câncer de mama que tem desejo de serem mães.</p>



<p>Entretanto, <strong>cabe ressaltar ainda que mesmo que a mulher tenha uma gravidez de sucesso, pode ser que ela não consiga amamentar seu filho</strong>. Em geral, algumas cirurgias, quimioterapia, radioterapia e uso de certos medicamentos podem interferir na amamentação.</p>



<p>Por outro lado, <strong>alimentar o filho com o leite do peito diminui o risco de câncer de mama em mulheres que não tiveram a doença previamente diagnosticada.</strong> No caso de mulheres que amamentam após o câncer de mama, não se sabe ao certo como isso pode influenciar nas chances de recidiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">De que forma é possível preservar a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama?</h2>



<p>Felizmente, <strong>existem alternativas para as mulheres que desejam engravidar depois do diagnóstico e do tratamento de um câncer de mama. </strong>Congelamento de óvulos e de embriões são algumas das técnicas bem estabelecidas, seguras e recomendadas para preservação de fertilidade. Em geral, os especialistas recomendam o congelamento de óvulos em vez dos embriões, pois desta forma a mulher tem mais possibilidades de reprodução no futuro.</p>



<p>Entretanto, <strong>coletar os óvulos e realizar a fertilização </strong><em><strong>in vitro</strong></em><strong> tende a ser a opção mais eficiente de preservação de fertilidade.</strong> Para isso, os óvulos são retirados da paciente e fertilizados em laboratório. Os embriões obtidos são congelados e futuramente implantados na paciente, dando início a gestação.</p>



<p>Seja como for, a paciente pode ser submetida a diferentes processos de estimulação ovariana, principalmente para a facilitar a obtenção dos óvulos necessários. Isso é feito geralmente com o uso de determinados hormônios.</p>



<p>Já o <a href="https://sbra.com.br/noticias/congelamento-de-tecido-ovariano-abre-novas-oportunidades-para-preservacao-da-fertilidade-em-pacientes-oncologicos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">congelamento do tecido dos ovários</a> é uma técnica ainda em desenvolvimento onde um fragmento do ovário é removido e armazenado. Posteriormente ele é reimplantado, provendo a estimulação necessária para a liberação de novos óvulos capazes de gerar uma gravidez.</p>



<p>No mais, outro método que pode ser discutido <strong>envolve o uso de determinados fármacos para suprimir a atividade ovariana durante a quimioterapia.</strong> Isso pode reduzir o risco de infertilidade depois do fim do tratamento.</p>



<p>Como não poderia deixar de ser, a conveniência, <strong>os riscos e os benefícios de cada opção devem ser ponderados junto ao médico.</strong> É preciso considerar se é possível postergar o início do tratamento para coletar os óvulos necessários, por exemplo. Isso costuma levar algumas semanas, o que pode afetar o prognóstico do quadro. Além disso, é necessário avaliar os custos e a segurança de cada procedimento.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-jovens/">Afinal, o câncer de mama entre jovens vem se tornando mais frequente?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Essas opções para preservar a fertilidade são seguras?</h2>



<p>Por falar em segurança, um estudo sueco que compreendeu um intervalo de mais de duas décadas <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamaoncology/fullarticle/2773115" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reforçou que as alternativas disponíveis para preservar a fertilidade não oferecem riscos para pacientes jovens.</a> Foram acompanhadas 425 mulheres que fizeram algum tipo de intervenção para engravidar depois do tratamento. Como referência para comparação, foi reunida uma amostra com 850 pacientes que não passaram por esses procedimentos.</p>



<p>De <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamaoncology/fullarticle/2773115" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>acordo com o artigo publicado em 2020</u></a>, 6% das pacientes acompanhadas que congelaram óvulos, embriões ou tecido ovariano morreram ao longo do acompanhamento da pesquisa (mais de 23 anos de seguimento). Ao mesmo tempo, entre as mulheres que não fizeram procedimentos para preservar a fertilidade, quase 13% morreram.</p>



<p>Dentro do grupo de pacientes que utilizaram opções para preservar a fertilidade, <strong>97 deram à luz após o tratamento contra o câncer de mama</strong>. Ou seja, 23% das pacientes acompanhadas tiveram um bebê. Apesar disso, <strong>apenas 20 utilizaram alguma técnica de reprodução assistida e somente nove utilizaram o material preservado.</strong></p>



<p>Entre as pacientes que não fizeram tratamento para fertilidade, foram registradas 74 gestações. Isso representa somente 9% de todas as participantes desse grupo. Apesar disso, a comparação exata não é possível. Não se sabe ao certo quantas mulheres desejavam engravidar e é mais provável que aquelas do grupo que recebeu tratamento para preservação da fertilidade tivessem uma tendência maior a querer filhos.</p>



<p>Em suma, <strong>ainda existem algumas dúvidas sobre a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama </strong>e as consequências das intervenções necessárias para combater um tumor sobre a saúde reprodutiva feminina. <strong>Existem alternativas seguras e eficazes para preservar a capacidade de levar em frente uma gestação em um momento futuro, se essa for a vontade da paciente.</strong></p>



<p><strong>Aproveite para saber mais e veja como a </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u><strong>hormonioterapia pode interferir na fertilidade e se é possível interrompê-la com segurança para engravidar.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/">O que você precisa saber sobre a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/">O que você precisa saber sobre a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Como eu sei que estou entrando na menopausa? Entenda alguns possíveis sinais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[climatério]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Afinal, como eu sei que estou entrando na menopausa? Essa pergunta frequente pode ser respondida a partir da manifestação de certos sinais A entrada na menopausa é um fenômeno esperado na trajetória de qualquer mulher. A expectativa é de que todas elas passem ao menos um terço de suas vidas no período que compreende o fim do ciclo reprodutivo. Ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Afinal, como eu sei que estou entrando na menopausa? Essa pergunta frequente pode ser respondida</em></p>



<p><em>a partir da manifestação de certos sinais</em></p>



<p>A entrada na menopausa é um fenômeno esperado na trajetória de qualquer mulher. <strong>A expectativa é de que todas elas passem ao menos um terço de suas vidas no período que compreende o fim do ciclo reprodutivo</strong>. Ainda que tal condição tenha um caráter não-patológico, ela pode desencadear sintomas desconfortáveis em diferentes escalas. Assim, é normal que todas as mulheres se perguntem, “afinal, como eu sei que estou entrando na menopausa?”</p>



<p>Com isso, embora cada uma possa sentir de forma diferentes as alterações do período, é possível indicar os sinais mais comuns desse novo estágio da vida. No mais, isso pode ser útil para que mulheres mais afetadas pelos sintomas característicos possam procurar ajuda e reduzir o impacto que isso pode ter sobre o bem-estar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que caracteriza e desencadeia a menopausa?</h2>



<p>De forma resumida, <strong>a menopausa é um evento fisiológico que marca a última menstruação da mulher</strong>. Para isso, é levado em conta um período de ao menos 12 meses sem que haja nenhuma menstruação, desde que isso não tenha sido provocado por uma doença, interrupção induzida do sangramento, gravidez ou qualquer outra causa desconhecida.</p>



<p>Em média, ela pode ocorrer entre os 45 e os 55 anos, mas isso não é uma regra. Com isso, há mulheres que podem alcançar esse período antes ou depois. Em casos raros, mulheres podem experimentar menopausas precoces, por exemplo. Dessa forma, elas atingem esse estágio antes dos 40 anos.</p>



<p>Além disso, existem as menopausas desencadeadas por fatores não naturais, como a retirada de ovários e útero ou devido a ação de determinadas intervenções clínicas, como quimioterapia, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/"><u>radioterapia </u></a>e o uso de determinados fármacos.</p>



<p>Seja como for, <strong>a menopausa é consequência de alterações profundas da disponibilidade de determinados hormônios, principalmente devido à interrupção das atividades dos ovários.</strong> Todos os óvulos produzidos por uma mulher ao longo da vida são originados a partir de folículos. O número de folículos disponíveis é definido no momento da formação do organismo feminino, no útero materno.</p>



<p>Quando eles acabam, o corpo da mulher deixa de gerar novos óvulos e perde a capacidade de produzir novos hormônios devido a inibição da atuação dos ovários. Progressivamente, isso leva a redução do nível de hormônios como o estrogênio e a progesterona. Assim, pouco a pouco as menstruações se tornam mais irregulares e espaçadas, até cessaram por completo.</p>



<p>Por fim, vale reforçar que a menopausa está dentro do que é chamado de climatério. Esse período engloba toda a transição do período reprodutivo para o não reprodutivo de uma mulher, culminando com a menopausa (ou seja, a última menstruação). Embora sejam conceitos similares, eles não são sinônimos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os sinais de que o organismo está entrando na menopausa?</h2>



<p>Embora atravessar o climatério e chegar na menopausa possa ser uma experiência com sinais que variam de acordo com cada mulher, é possível apontar os sintomas mais comuns dessa alteração fisiológica. Entre eles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>redução no fluxo e regularidade das menstruações, até a interrupção por completo;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>sintomas vasomotores, que provocam os chamados “fogachos”, ondas de calor súbitas que atingem sobretudo o rosto e o pescoço. Eles podem ser intensos e atrapalhar atividades de rotina;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>enxaquecas e outros tipos de dores de cabeça, com ou sem a chamada aura. Esse sintoma pode ser agravado devido ao uso de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u>álcool</u></a>, tabaco ou pelo estresse;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>desconforto urinário, como a dificuldade para esvaziar a bexiga, sensação urgente de vontade de urinar ou mesmo infecções urinárias e ginecológicas mais constantes;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>redução da libido, ressecamento vaginal e dor na penetração durante o ato sexual;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>aumento de sintomas de natureza emocional, como irritabilidade, ansiedade, depressão, problemas para dormir e prejuízo à autoestima;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>alterações no peso, tanto para cima, quanto para baixo;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>redução da massa óssea, que pode provocar quadros de osteopenia e osteoporose;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>aumento da pressão arterial, fator de risco para uma série de doenças cardiovasculares.</li>
</ul>



<p>Em geral, nenhum exame laboratorial ou de imagem é feito para confirmar a menopausa. Com isso, a avaliação de um médico, levando em conta os sintomas relatados e a idade da paciente, é suficiente para determinar a presença da condição. No mais<strong>, é necessário sempre considerar diagnósticos diferenciais, principalmente em mulheres mais jovens.</strong></p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/anticoncepcional-e-cancer-de-mama-relacao-e-riscos/">O que você precisa saber sobre a relação e os riscos do uso de anticoncepcionais e o câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode ser feito para reduzir os sintomas da menopausa?</h2>



<p>A partir da constatação de que a mulher entrou na menopausa, diversas intervenções podem ser implementadas para reduzir o desconforto gerado pelos diferentes sintomas do período. <strong>Eles podem ser direcionados tanto para contornar os desequilíbrios hormonais característicos dessa fase da vida, quanto para minimizar o comprometimento da qualidade de vida da mulher.</strong></p>



<p>Do ponto de vista hormonal, a terapia de reposição costuma ser o tratamento mais adotado. Ela é capaz de reverter uma série dos sintomas da menopausa e prevenir doenças agravadas pelas disfunções hormonais, como a osteoporose, por exemplo. Contudo, sua prescrição deve ser cuidadosa. Seu uso está associado a um risco maior de desenvolver algumas doenças, inclusive alguns tipos de câncer (entre eles nas mamas e no endométrio).</p>



<p>Os chamados de moduladores seletivos do receptor de estrogênio podem contribuir para reduzir os sintomas de forma similar à terapia hormonal. O médico pode prescrever também medicamentos de natureza não-hormonal. Entre eles estão os inibidores seletivos de recaptação de serotonina, antidepressivos amplamente usados e que apresentam bons resultados, principalmente em relação aos sintomas vasomotores. Além disso, existem prescrições que devem ser feitas em caso de perda óssea acentuada.</p>



<p>Por fim, mudanças no estilo de vida também são excelentes aliadas. <strong>A manutenção do peso, a prática de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/"><u><strong>exercícios físicos </strong></u></a><strong>e uma dieta equilibrada contribuem para uma melhor qualidade de vida da mulher nesse período. </strong>Se for o caso, o médico pode ainda prescrever determinados suplementos alimentares para minimizar determinados sintomas e prevenir certas condições a partir da constatação que a mulher está entrando na menopausa.</p>



<p><strong>Agora aproveite e veja mais </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/perda-ossea-na-menopausa/?_ga=2.240968707.1224917346.1670851033-1333540459.1670851033&amp;_gl=1*1b157db*_ga*MTMzMzU0MDQ1OS4xNjcwODUxMDMz*_ga_PQC87SDMSD*MTY3MTA0NTUyMS41LjEuMTY3MTA0NTUyNy4wLjAuMA.."><u><strong>o que você precisa saber sobre a perda óssea na menopausa.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/">Como eu sei que estou entrando na menopausa? Entenda alguns possíveis sinais</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/">Como eu sei que estou entrando na menopausa? Entenda alguns possíveis sinais</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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