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	<title>imunoterapia - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>imunoterapia - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Quais os principais efeitos colaterais da imunoterapia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 12:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os efeitos colaterais da imunoterapia variam de paciente para paciente, mas podem ser potencialmente graves em alguns casos. Tratamentos imunoterápicos podem ser valiosos no enfrentamento de diferentes tipos de tumor, inclusive na mama. Essa abordagem faz com que as defesas do próprio corpo recebam a sinalização adequada para atacar as células cancerígenas e assim eliminá-las. No entanto, como em qualquer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os efeitos colaterais da imunoterapia variam de paciente para paciente, mas podem ser potencialmente graves em alguns casos.</em></p>



<p>Tratamentos imunoterápicos podem ser valiosos no enfrentamento de diferentes tipos de tumor, inclusive na mama. Essa abordagem faz com que as defesas do próprio corpo recebam a sinalização adequada para atacar as células cancerígenas e assim eliminá-las. <strong>No entanto, como em qualquer outro tratamento, os efeitos colaterais da imunoterapia podem despertar a preocupação entre pacientes.</strong></p>



<p>Ainda que essas alterações possam ser diferentes daquelas observadas com outros tratamentos (como na quimioterapia, por exemplo), é necessário abordá-las tanto para garantir uma melhor qualidade de vida à paciente, quanto para prevenir a interrupção da terapia, sempre que possível.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a imunoterapia age no corpo?</h2>



<p>Na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/">quimioterapia</a>, a ação dos fármacos escolhidos tem como objetivo destruir as células cancerígenas. Entretanto, nesse processo é comum que células saudáveis também sejam afetadas. <strong>Isso, em boa medida, explica muito dos efeitos colaterais percebidos pelas pacientes sob regime quimioterápico.</strong></p>



<p>Porém, a forma como a imunoterapia age no corpo é diferente. <strong>Na prática, essa abordagem emprega diferentes substâncias para orientar ou estimular os mecanismos de defesa a reconhecer e destruir as células do tumor, algo que em circunstâncias normais não acontece.</strong></p>



<p>Em geral, isso se dá pelo fato de que o sistema imune não percebe o câncer como um invasor. Em outras circunstâncias, as células do tumor também conseguem usar mecanismos para “driblar” o sistema imune e continuar imperceptíveis. De todo modo, diante dessas circunstâncias, a imunoterapia pode contribuir para conter o crescimento do tumor ou impedir sua disseminação para outras partes do organismo.</p>



<p>Atualmente, existem vários tipos de imunoterápicos aprovados para o tratamento do câncer de mama. Eles estão divididos em algumas classes, conforme o mecanismo de ação do medicamento. Entre os imunoterápicos mais utilizados para o câncer de mama estão o pembrolizumabe (mais conhecido como <em>Keytruda</em>) e o atezolizumabe.</p>



<p>A prescrição da imunoterapia depende de uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/">série de variáveis biológicas do tumor </a>(expressão de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">proteínas HER</a> e de receptores hormonais, por exemplo). Além disso, <a href="https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa2202809?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed" target="_blank" rel="noreferrer noopener">os resultados podem ser melhores quando se combina essa alternativa com a quimioterapia.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são e quanto duram os efeitos colaterais da imunoterapia?</h2>



<p>Parte da preocupação do uso de imunoterápicos é sua forma de ação pode fazer com que o sistema imune se torne mais reativo, inclusive diante de tecidos e células do próprio corpo e que obviamente não representam uma ameaça.</p>



<p>Assim sendo, os efeitos colaterais da imunoterapia dependerão de uma série de fatores, incluindo o tipo de medicamento utilizado e a condição geral de saúde da paciente. <strong>Em todo caso, o médico orientará o paciente sobre o que esperar.</strong> Os problemas mais comuns possivelmente enfrentados nesse percurso são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dores de cabeça e nos músculos;</li>
<li>Fadiga;</li>
<li>Febre e outros sintomas que lembram um quadro de gripe;</li>
<li>Náuseas e vômitos;</li>
<li>Redução do apetite;</li>
<li>Diarreia ou constipação intestinal;</li>
<li>Baixa contagem de glóbulos vermelhos ou brancos no sangue;</li>
<li>Coceira e vermelhidão na pele;</li>
<li>Hipotiroidismo e hipopituitarismo.</li>
</ul>



<p>No momento da aplicação do fármaco, <strong>a paciente pode também experimentar reações locais no local da infusão. </strong>Em parte dos casos, esse problema evolui na forma de uma crise alérgica, além de dor no ponto onde o medicamento está sendo aplicado.</p>



<p><strong>Adicionalmente, a atuação do imunoterápico no sistema imune pode fazer com que problemas mais sérios surjam, com alguns deles capazes de colocar em risco a vida de quem está recebendo o tratamento</strong>. Geralmente, esses efeitos colaterais gravíssimos atingem órgãos como os pulmões, o fígado, o intestino e determinadas glândulas e envolvem reações autoimunes e quadros de inflamação.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/">O que é e quais as opções de tratamento para um câncer de mama triplo-negativo?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com esses efeitos e ampliar a qualidade de vida durante o tratamento?</h2>



<p>Pode ser difícil prever de antemão quais serão exatamente os efeitos colaterais decorrentes da imunoterapia. Não raramente, eles variam bastante de pessoa para pessoa. <strong>Portanto, o primeiro passo para garantir a manutenção da qualidade de vida do paciente durante o tratamento envolve uma discussão junto ao médico sobre o que pode acontecer após a infusão do medicamento.</strong></p>



<p>A partir disso, é possível manter a atenção aos sinais que possam indicar um problema mais grave por conta da imunoterapia. Nesses casos, é essencial que haja suporte médico imediato. Logo, diante de qualquer suspeita ou alteração inexplicada, <strong>a recomendação costuma ser comunicar a equipe de saúde responsável pelo tratamento.</strong></p>



<p>Em paralelo, a paciente também deve receber recomendações de como manejar possíveis efeitos colaterais de natureza mais branda ou moderada (incluindo recomendações sobre hidratação, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quem-quimioterapia-pode-comer/">cuidado com a alimentação</a>, controle da dor, entre outros aspectos pertinentes etc.). <strong>De todo modo, pode ser igualmente importante procurar ajuda especializada se tais sintomas parecem piorar.</strong></p>



<p>No mais, os efeitos colaterais da imunoterapia podem exigir<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/acompanhamento-pos-cancer-mama/"> acompanhamento mesmo depois que o tratamento</a> terminar. <strong>Enquanto alguns desconfortos podem persistir mesmo meses ou semanas após suspenso o uso da medicação, outros problemas podem dar as caras apenas nesses anos posteriores.</strong> Nesse cenário, mais uma vez, a comunicação entre médico e paciente pode fazer toda a diferença para abordar adequadamente tais consequências.</p>



<p><strong>Aproveite e confira mais sobre as</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imunoterapia-para-cancer-de-mama-como-e-indicacoes/"><u><strong> principais indicações do uso da imunoterapia no câncer de mama.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-imunoterapia/">Quais os principais efeitos colaterais da imunoterapia?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-imunoterapia/">Quais os principais efeitos colaterais da imunoterapia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Por que o cabelo cai na quimioterapia e como lidar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 14:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento quimioterápico.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A queda de cabelo ocorre durante a quimioterapia porque o tratamento tem por finalidade destruir células que se multiplicam rapidamente. Entenda esse processo. Receber o diagnóstico de câncer, causa um forte impacto emocional e psicológico nos pacientes, além de uma série de dúvidas e incertezas. Uma dúvida recorrente entre pacientes é se o cabelo cai na quimioterapia. O tratamento quimioterápico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A queda de cabelo ocorre durante a quimioterapia porque o tratamento tem por finalidade destruir células que se multiplicam rapidamente. Entenda esse processo.</em></p>



<p>Receber o <strong>diagnóstico de câncer</strong>, causa um forte impacto emocional e psicológico nos pacientes, além de uma série de dúvidas e incertezas. Uma dúvida recorrente entre pacientes é se o <strong>cabelo cai na quimioterapia.</strong></p>



<p>O <strong>tratamento quimioterápico</strong> é uma das possibilidades disponibilizadas atualmente pela Ciência para buscar a cura e o alívio dos sintomas dos mais diversos tipos de câncer.</p>



<p>Os tratamentos para o câncer que envolvem o uso de medicamentos, como quimioterapia, terapia alvo, hormonioterapia, assim como a cirurgia e radioterapia podem acarretar efeitos colaterais variáveis entre as pacientes.</p>



<p>A <strong>queda de cabelo, ou alopecia</strong>, é um dos <strong>efeitos colaterais</strong> que podem surgir após a quimioterapia, bem como da radioterapia.</p>



<p>De acordo com o <a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional de Câncer (INCA),</u></a> os medicamentos utilizados no tratamento quimioterápico se misturam à corrente sanguínea sendo levados a todas as partes do corpo, destruindo as células doentes que estão formando o <strong>tumor</strong> e impedindo, também, que se espalhem.</p>



<p>A <strong>perda dos fios</strong> ocorre porque o tratamento tem por finalidade destruir células que se multiplicam rapidamente, característica comum às células das raízes de cabelo.</p>



<p>Fatores como <strong>toxicidade</strong> e tipo de medicação utilizadas na quimioterapia, após iniciado o tratamento, terão influência quanto a queda do cabelo.</p>



<p>Na maioria dos casos, a queda começa a ocorrer de duas a três semanas depois da primeira sessão de quimioterapia. Mas é preciso que os pacientes saibam que, normalmente, os<strong> fios</strong> voltam a crescer dois meses após a última sessão de <strong>quimio</strong>.</p>



<p id="leiamais">Leia também:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-tem-cura/"> Câncer de mama tem cura, sim!</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O cabelo cai na quimioterapia sempre?</h2>



<p>O câncer é uma das principais causas de morte no mundo. De acordo com a <a href="https://www.paho.org/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</u></a>, a mortalidade por câncer nas Américas deve chegar a 2,1 milhões de pessoas até 2030.</p>



<p>Contudo, é preciso que fique claro que a <strong>queda de cabelo</strong> não é um dos sintomas da doença e sim consequência do tratamento por meio da quimioterapia. A queda de cabelo depende do tipo de quimioterapia administrado, nem todas as medicações terão este efeito colateral.</p>



<p>Como já dissemos, a queda de cabelo está relacionada com a toxicidade e o tipo de medicamentos presentes na quimio. O organismo de cada paciente reage de um modo diferente a esses medicamentos, podendo ocorrer ou não a alopecia.</p>



<p>O paciente deve estar ciente que após a quimio, a queda de cabelo pode ocorrer em todo o corpo, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cabeça</li>
<li>Rosto</li>
<li>Braços</li>
<li>Pernas</li>
<li>Axilas</li>
<li>Região pubiana</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">É possível evitar a queda de cabelo durante o tratamento?</h2>



<p>Com o avanço da tecnologia e da medicina, existe atualmente uma estratégia para diminuir ou mesmo evitar a queda do cabelo com a quimioterapia.</p>



<p>Por meio do uso de aparelhos similares a toucas, conhecidos como <strong>touca Inglesa</strong>, é possível resfriar o <strong>couro cabeludo</strong> durante a realização da quimioterapia, o que contrai os vasos sanguíneos reduzindo o alcance dos medicamentos no folículo piloso e reduzindo a queda.</p>



<p>Bons resultados são alcançados com a utilização desses aparelhos em tratamentos quimioterápicos menos intensos.</p>



<p>O uso dessas toucas não é recomendado em casos de câncer de pele ou linfomas, pois pode aumentar as chances de recidiva da doença no couro cabeludo.</p>



<p>Outro avanço da medicina é a <strong>imunoterapia</strong>, um tipo de tratamento contra o câncer que, ao contrário da quimioterapia, não tem como efeito colateral a queda de cabelo.</p>



<p>Na imunoterapia, o próprio sistema imunológico do paciente é estimulado para combater a doença de forma menos tóxica.</p>



<p>Contudo, o tratamento com imunoterapia ainda não se mostra eficaz em todas as pacientes e também pode acarretar outros efeitos adversos que devem ser observados.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://www.mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-e-autoestima/">Câncer de mama e autoestima</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Lidando com a queda de cabelo e fortalecendo a autoestima</h2>



<p>O cabelo é um dos símbolos mais fortes da feminilidade em nossa sociedade, talvez por isso a queda capilar seja um dos efeitos do tratamento para o câncer que mais afetam a <strong>autoestima</strong> das pacientes.</p>



<p>Muitas pacientes chegam a antecipar o processo de queda e optam por <strong>raspar os cabelos </strong>como forma de motivação para enfrentar o tratamento contra o câncer.</p>



<p>É aconselhável sempre tirar todas as dúvidas e esclarecer com o médico especialista responsável pelo tratamento todos os efeitos possíveis de serem enfrentados com a quimioterapia.</p>



<p>Do mesmo modo, conversar com um <strong>terapeuta</strong> ou com alguém que passou por uma experiência semelhante são ações que podem ajudar a lidar de uma melhor forma com a perda do cabelo e proporcionar um maior conforto emocional para a paciente.</p>



<p>Dialogar com familiares, em especial com as crianças, para que estejam preparadas para as mudanças na aparência também é de grande importância.</p>



<p>Para reavivar a vaidade e o bem-estar, muitas pacientes optam por usar<strong> lenços</strong>, chapéus, perucas ou a<strong>pliques</strong>.</p>



<p>Uma boa dica, caso a paciente escolha usar perucas ou apliques, é escolher antes da queda do cabelo, sempre se certificando de que é confortável e não machuca o <strong>couro cabeludo</strong>.</p>



<p>Alguns cuidados devem ser tomados com o cabelo e o couro cabeludo durante o tratamento quimioterápico, entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Prefira shampoos com formulações suaves</li>
<li>Escolha uma escova macia para pentear o cabelo remanescente</li>
<li>Quando estiver ao ar livre, sempre faça uso do protetor solar no couro cabeludo</li>
<li>Em dias mais frios, cubra a cabeça para evitar a perda de calor corporal</li>
<li>Não seque o cabelo em altas temperaturas</li>
<li>Não utilize produtos químicos</li>
<li>Prefira fronhas de tecidos macios</li>
</ul>



<p>Com o fim da quimioterapia e o nascimento de novos fios, é possível que a paciente note diferenças entre o cabelo que tinha anteriormente ao tratamento.</p>



<p>Isso deve-se à recuperação das agressões sofridas pelo <strong>folículo capilar </strong>com a quimio. Normalmente, essas alterações são passageiras e o <strong>cabelo</strong> tende a retornar ao aspecto original.</p>



<p>O bem-estar físico e emocional deve ser a meta prioritária da paciente. Seja raspando os cabelos, ou utilizando lenços e perucas, o mais importante é lembrar que independente da aparência, você é uma mulher forte que está enfrentando uma grande batalha pelo bem mais precioso: a vida.</p>



<p>Cuide -se e pratique o amor-próprio!</p>



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