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	<title>inflamação - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>inflamação - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<item>
		<title>Como um abscesso na mama se forma e qual é o tratamento para esse problema?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 20:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[abscesso]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma inflamatório]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O abscesso na mama é uma condição que atinge com maior frequência lactantes, mas que pode afetar mulheres em todas as fases da vida. Um abscesso na mama é uma condição que pode atingir mulheres em todas as fases da vida, mas é mais comum entre aquelas que estão amamentando seus filhos. De todo modo, na maior parte dos casos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O abscesso na mama é uma condição que atinge com maior frequência lactantes, mas que pode afetar mulheres em todas as fases da vida.</em></p>



<p>Um abscesso na mama é uma condição que pode atingir mulheres em todas as fases da vida, mas é mais comum entre aquelas que estão amamentando seus filhos. De todo modo, <strong>na maior parte dos casos, essa é uma alteração benigna, e se resolve com o devido tratamento.</strong></p>



<p>Ainda assim, algumas pacientes com esse problema podem precisar de uma investigação mais detalhada, sobretudo quando o abscesso não regride com o tratamento. Isso pode sugerir a evolução de doença mais complexa associada a alterações autoimunes, quadros infecciosos mais raros (de tuberculose, por exemplo) ou até a presença de um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-inflamatorio/">câncer de mama inflamatório</a>. Embora não tão comum, esse tipo neoplasia é altamente invasivo, tornando a intervenção precoce ainda mais importante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As principais causas para a formação de um abscesso na mama</h2>



<p>Um abscesso é um acúmulo de pus que se forma como resultado de uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/infeccao-mamaria/"><u>infecção</u></a> e que pode atingir qualquer parte do corpo, incluindo o tecido das mamas. <strong>Os abscessos na mama podem ser divididos entre aqueles que atingem as mulheres lactantes e as não lactantes.</strong></p>



<p>Entre as lactantes, <strong>o leite estagnado no ducto mamário ou rachaduras nos mamilos podem desencadear o processo inflamatório característico, por meio do contato com microrganismos presentes na própria pele ou na saliva do bebê</strong>. Isso pode gerar um quadro de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/"><u>mastite</u></a>, que em alguns casos evolui até a formação do acúmulo de pus que caracteriza o abscesso.</p>



<p>Já os abscessos em <strong>mulheres não lactantes podem estar associados a problemas de pele, quadros de diabetes ou mesmo por traumas que atingem a região e provoquem lesões</strong>, permitindo a entrada dos microrganismos que vão causar a infecção. Além disso, mulheres que fumam ou que utilizam piercings nos mamilos também têm um risco maior de desenvolver o problema de forma recorrente.</p>



<p>De todo modo, os abscessos podem ser classificados como areolares, quando atingem uma área próxima ou logo atrás da aréola (a região em volta do mamilo, que tem a pele mais pigmentada), ou periféricas, afetando regiões mais distantes dessa parte da mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os sintomas e o tratamento de um abscesso na mama</h2>



<p>Na maioria dos casos, a mulher com um abscesso na mama vai perceber sintomas como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dor;</li>
<li>Vermelhidão e sensação de calor na área afetada;</li>
<li>Inchaço;</li>
<li>Secreção pelo mamilo, geralmente amarela, marrom ou esverdeada, por conta do acúmulo de pus;</li>
<li>Febre e calafrios;</li>
<li>Náuseas e vômitos.</li>
</ul>



<p><strong>O diagnóstico de um abscesso pode ser feito por meio de um exame físico conduzido pelo médico. </strong>Além disso<strong>, ele pode recorrer a um ultrassom para avaliar o tamanho do acúmulo de pus</strong>. Seja como for, talvez seja necessário drenar o abscesso. Isso é feito com o uso de agulhas ou pequenas incisões na região afetada, permitindo que o líquido acumulado seja aspirado. Em determinados casos pode ser preciso optar por uma cirurgia de maior extensão.</p>



<p>Além disso, <strong>o profissional responsável pelo acompanhamento prescreverá medicações para controlar a dor e a infecção, além de fornecer outras orientações sobre o processo de recuperação.</strong> No mais, mulheres que ainda estão amamentando podem receber recomendações específicas sobre o que fazer nesse período com relação a alimentação do bebê.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-doenca-paget/"><u>O que é doença de Paget? Saiba mais sobre como esse problema afeta a saúde das mamas</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando esse problema pode indicar algo mais grave</h2>



<p>Embora haja quadros em que os abscessos são recorrentes, <strong>na maior parte dos casos o problema costuma ser resolvido com a drenagem do pus e o uso dos medicamentos adequados</strong>. Ainda assim, vale entender quando esse tipo de alteração pode indicar algo mais grave.</p>



<p><strong>Os carcinomas inflamatórios, por exemplo, têm </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u><strong>sinais e sintomas</strong></u></a><strong> que se confundem com episódios de mastite e da evolução de um abscesso na mama.</strong> Esse tipo de tumor responde por entre<a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/about/types-of-breast-cancer/inflammatory-breast-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> 1% e 5% de todos os casos de câncer de mama</u></a>.</p>



<p>Nesse quadro, a mulher pode experimentar dor, inchaço, vermelhidão e modificações na textura da pele, inversão do mamilo e a presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sangramento-mama/"><u>secreções na área</u></a>, entre outras alterações. <strong>Por outro lado, nem sempre há uma massa palpável na mama, normalmente a principal característica de um câncer de mama.</strong></p>



<p>Dessa forma, nos casos em que os sintomas provocados pela mastite ou pelo abscesso não regrediram com o tratamento prescrito, <strong>o médico deve investigar se o problema pode ser explicado por outras causas, incluindo um câncer de mama</strong>. Isso pode exigir a realização de uma biópsia, em que uma pequena amostra do tecido da mama é coletada e enviada para análise laboratorial.</p>



<p>Por isso, se você foi diagnosticada com mastite ou com um abscesso na mama, mas os sintomas persistem mesmo com o tratamento indicado, é importante procurar ajuda profissional novamente para que uma avaliação mais detalhada seja feita.</p>



<p><strong>Veja também que outros problemas de saúde a</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/"><u><strong> presença de pus na mama pode indicar e o que observar quando isso acontece.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-um-abscesso-na-mama-se-forma-e-qual-e-o-tratamento-para-esse-problema/">Como um abscesso na mama se forma e qual é o tratamento para esse problema?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-um-abscesso-na-mama-se-forma-e-qual-e-o-tratamento-para-esse-problema/">Como um abscesso na mama se forma e qual é o tratamento para esse problema?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é mastite na mama e como tratar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 14:13:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor na mama]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mastite na mama é uma inflamação mamária muito recorrente e causada pelo acúmulo de leite estagnado em um ou mais ductos lactíferos, por períodos muito longos A mastite é uma inflamação mamária que pode vir acompanhada de infecção, podendo acontecer durante a amamentação, no pós-parto ou fora deste período, em qualquer idade, inclusive também em homens. Inchaço, vermelhidão e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A mastite na mama é uma inflamação mamária muito recorrente e causada pelo acúmulo de leite </em><em>estagnado em um ou mais ductos lactíferos, por períodos muito longos</em></p>



<p>A mastite é uma <strong>inflamação mamária</strong> que pode vir acompanhada de infecção, podendo acontecer durante a amamentação, no pós-parto ou fora deste período, em qualquer idade, inclusive também em homens.</p>



<p><strong>Inchaço, vermelhidão e dor </strong>fazem parte do <strong>quadro clínico</strong> dos <strong>sintomas da inflamação </strong>causada pela <strong>mastite. </strong>Também há a possibilidade de evoluir para um abscesso mamário (coleção de pus), agravando os <strong>sintomas </strong>e provocando <strong>febre </strong>e até <strong>calafrios.</strong></p>



<p>A mastite mais comum é a lactacional, que acontece durante o aleitamento materno. Sendo causada pelo <strong>acúmulo de leite </strong>estagnado em um ou mais <strong>ductos lactíferos,</strong> por períodos muito longos.</p>



<p>Observa-se que a mastite geralmente ocorre nas primeiras semanas do <strong>pós-parto, </strong>mas pode também ocorrer em qualquer <strong>fase da lactação</strong>.</p>



<p>O <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_crianca_aleitamento_materno_cab23.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>sabor do leite</strong></u></a> também é alterado, tornando-se mais salgado devido ao aumento dos níveis de sódio e diminuição dos níveis de lactose, o que pode sim causar rejeição do leite pela criança.</p>



<p>De acordo com <a href="https://www.spmastologia.com.br/mastites/mastite-lactacional#:~:text=Segundo%20a%20Organiza%C3%A7%C3%A3o%20Mundial%20da,acompanhada%20ou%20n%C3%A3o%20de%20infec%C3%A7%C3%A3o." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia</u></a>, muitos fatores interferem de forma direta na decisão da<strong> mulher </strong>de realizar o <strong>desmame,</strong> sendo que o principal deles está associado a <strong>complicações na lactação,</strong> como a dor e <strong>mastite.</strong></p>



<p>Uma curiosidade sobre a <strong>mastite </strong>é que na grande maioria dos casos, a mastite afeta apenas uma <strong>mama. </strong>O desenvolvimento dos sintomas geralmente ocorre em até dois dias.</p>



<p>Apesar do principal tipo de mastite ser a lactacional, ou seja, associada à lactação, existem outros tipos de mastite não-lactacional.</p>



<p>A principal mastite não-lactacional é a mastite periductal, associada a inflamação dos ductos principais, localizados próximos à aréola. Está muito relacionada ao tabagismo.</p>



<p>Entre outros tipos de mastite não-lactacional, estão a mastite granulomatosa idiopática, de causa desconhecida e mastite causada por agentes incomuns, como fungos e tuberculose.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/">O que pode ser pus na mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas da mastite</h2>



<p>As principais causas da mastite observadas são a <strong>estase lática</strong>, causada por uma remoção ineficiente do leite e infecção. Além disso, outros fatores que podem deixar a mulher cada vez mais exposta à mastite e que precisam ser observados são:</p>



<p>1. Idade;</p>



<p>2. Estresse;</p>



<p>3. Fadiga;</p>



<p>4. Nível de escolaridade da mãe;</p>



<p>5. Trauma mamilar;</p>



<p>6. Fissura mamilar.</p>



<p>É estimado que 3% a 20% das mulheres desenvolvem pelo menos um <a href="https://www.spmastologia.com.br/mastites/mastite-lactacional#:~:text=Segundo%20a%20Organiza%C3%A7%C3%A3o%20Mundial%20da,acompanhada%20ou%20n%C3%A3o%20de%20infec%C3%A7%C3%A3o." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>episódio de mastite </u></a>durante o período de amamentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fatores que aumentam risco de mastite</h3>



<p>Existem alguns fatores que podem elevar o risco de desenvolver mastite. Confira:</p>



<p>1. Piercing nos mamilos;</p>



<p>2. Depilar os pelos ao redor do mamilo;</p>



<p>3. Fumar;</p>



<p>4. Ser uma pessoa com diabetes;</p>



<p>5. Prótese nas mamas;</p>



<p>6. Sistema imunológico debilitado;</p>



<p>7. Roupas muito apertadas;</p>



<p>8. Mamilos rachados;</p>



<p>9. Cansaço ou estresse excessivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento</h2>



<p>É possível realizar o <strong>diagnóstico de mastite </strong>por meio de história clínica e <strong>exames da mama.</strong></p>



<p>O <strong>tratamento</strong> deve ser realizado e acompanhado pelo <strong>médico mastologista </strong>e pode consistir no <strong>uso de </strong><strong>medicamentos</strong> podendo ser antibióticos &#8211; caso exista infecção &#8211; e também analgésicos para aliviar as dores nas mamas, devido à mastite.</p>



<p>Se a mulher estiver amamentando e desenvolver <strong>mastite,</strong> esvaziar as mamas de forma correta é a melhor solução, e a própria mulher pode realizar o esvaziamento, sempre com a <strong>orientação médica.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">5 dicas para aliviar mastite</h2>



<p>Para além do tratamento e acompanhamento médico necessários, existem também algumas dicas que podem ajudar a aliviar os sintomas da mastite:</p>



<p>1. Continuar a amamentar;</p>



<p>2. Ingerir água;</p>



<p>3. Repousar;</p>



<p>4. Evitar depilar ao redor dos mamilos;</p>



<p>5. Massagear os seios para não obstruir o canal por onde passa o leite.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dá para prevenir a mastite?</h2>



<p>É possível se precaver e seguir essas dicas que podem até parecer simples, mas a função é ajudar a prevenir a <strong>mastite</strong> e o aparecimento de <strong>lesões e fissuras nos mamilos</strong> também.</p>



<p>1. Não estabeleça horários fixo para amamentar o seu bebê;</p>



<p>2. Intercale compressas de água fria com compressas de água quente na mama, na região da aréola e do mamilo;</p>



<p>3. Somente ofereça o outro peito com o bebê finalizar por completo o primeiro.</p>



<p>Pode ficar tranquila! A mastite tem cura e deve ser tratada o quanto antes, prevenindo uma possível infecção mais grave.</p>



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