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	<title>lactação - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>lactação - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>A quimioterapia na gestação e na lactação são opções seguras? Entenda o que deve ser considerado nesses casos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[lactação]]></category>
		<category><![CDATA[parto.]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda que seja consensual entre os especialistas de que casos de câncer de mama entre gestantes sejam raros, o diagnóstico dessa condição nesse estágio desperta uma série de preocupações. Assim sendo, é natural que pacientes se perguntem se introduzir a quimioterapia na gestação e na lactação é viável, por exemplo. Tal questionamento ilustra bem as possíveis dificuldades para tratar o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda que seja consensual entre os especialistas de que casos de câncer de mama entre gestantes sejam raros, o diagnóstico dessa condição nesse estágio desperta uma série de preocupações. <strong>Assim sendo, é natural que pacientes se perguntem se introduzir a quimioterapia na gestação e na lactação é viável, por exemplo.</strong></p>



<p>Tal questionamento ilustra bem as possíveis dificuldades para tratar o câncer de mama entre mulheres que estão esperando um bebê. De todo modo, com as devidas precauções, é possível combater o tumor resguardando a segurança da gestação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona o rastreamento e o diagnóstico de um câncer de mama durante uma gestação?</h2>



<p>Não é raro que sinais de uma possível neoplasia nas mamas durante a gestação passem despercebidos. <strong>Com as alterações hormonais decorrentes da gestação, é esperado que as mamas da mulher sofram modificações em diversos aspectos (tamanho, sensibilidade etc.), inclusive por conta da preparação para a lactação.</strong></p>



<p>Adicionalmente, mulheres grávidas não são orientadas a fazer exames (como as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-substitui-a-mamografia/"><u>mamografias</u></a> periódicas) para rastrear um possível câncer de mama, sobretudo para evitar a exposição desnecessária à radiação.</p>



<p>Diante disso, possíveis casos de câncer nessas circunstâncias são diagnosticados, em média, em estágios mais avançados<strong>. Isso acontece pelo fato desses quadros serem descobertos por acidente ou apenas quando a paciente nota algum nódulo ou caroço na mama e procura ajuda médica para investigar a condição.</strong></p>



<p>Portanto, a <strong>recomendação é que diante de qualquer alteração que desperte preocupação, a mulher grávida não espere o fim da gestação para obter a assistência médica necessária</strong>. Em tais circunstâncias, exames como a mamografia podem ser feitos com as proteções necessárias (como um avental de chumbo sobre a barriga) para mitigar os possíveis riscos ao feto e assim confirmar ou não o diagnóstico de câncer de mama.</p>



<p>Além disso, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/"><u>ultrassons </u></a>e biópsias costumam ser outras opções para analisar o quadro. Ressonâncias magnéticas que dependem do uso de contraste são uma opção normalmente descartada.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u>Estudo mostra que é possível interromper a hormonioterapia com segurança para engravidar</u></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível introduzir a quimioterapia na gestação de forma segura?</h2>



<p>Como sempre, a escolha sobre a melhor abordagem para um câncer de mama diagnosticado na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/"><u>gravidez</u></a> envolve aspectos como o estágio do tumor e as suas características<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/"><u> imuno-histoquímicas. </u></a><strong>Seja como for, a quimioterapia pode ser uma intervenção importante para combater a doença, ainda que a preocupação com a segurança seja uma constante.</strong></p>



<p><strong>A principal recomendação para minimizar problemas passa por evitar essa forma de tratamento no primeiro trimestre de gestação</strong>. Tal orientação parte do princípio de que os fármacos utilizados no tratamento serão possivelmente teratogênicos. <strong>Em outras palavras, isso significa que eles podem provocar malformações fetais.</strong></p>



<p>Entretanto, as <a href="https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/OP.20.00077"><u>evidências disponíveis </u></a>sugerem que parece não haver impactos significativos da teratogenicidade dos quimioterápicos sobre o desenvolvimento do feto <strong>se o tratamento começar depois do segundo semestre de gestação</strong>, ainda que em alguns casos os dados disponíveis sobre o tópico sejam limitados.</p>



<p>Nessas horas, a ponderação entre riscos e benefícios deve orientar a decisão pela adoção ou não da quimioterapia na gestação. <strong>Por isso, sempre que os ganhos para a saúde materna superarem as chances de problemas para o bebê, o tratamento quimioterápico costuma ser uma alternativa viável.</strong> Isso considera sempre a utilização dos fármacos adequados para essas circunstâncias e o respeito a um prazo de interrupção da terapia antes do parto.</p>



<p>Ao mesmo tempo, feita a decisão pela quimioterapia, <a href="https://ascopubs.org/doi/10.1200/OP.20.00628" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pode ser recomendado reforçar o acompanhamento do desenvolvimento fetal.</a> <strong>Em algumas circunstâncias, suspeita-se de que essa forma de tratamento (em especial com o uso de medicamentos à base de platina) durante a gestação afete o crescimento do feto.</strong></p>



<p>Desse modo, pode haver maiores chances de um parto precoce, colocando os recém-nascidos sob risco de piores desfechos após o nascimento. As evidências sobre isso, mais uma vez, são limitadas, então novos estudos precisam se debruçar com mais cuidado sobre a questão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os impactos do tratamento na lactação?</h2>



<p>Com o nascimento da criança, as dúvidas em torno do tratamento se voltam para a forma como ele pode influenciar na amamentação. Na prática, a equipe responsável pelo acompanhamento do paciente dará a orientação adequada sobre isso, de acordo com os tratamentos empregados.</p>



<p>Mulheres que passaram por uma cirurgia contra um câncer de mama, por exemplo, podem ser liberadas para alimentar seu filho com o próprio leite. <strong>Por outro lado, pacientes que ainda vão passar pelo procedimento cirúrgico podem ser orientadas a não começar a amamentar</strong>. Esse cuidado pode facilitar a cirurgia e reduzir o risco de complicações (como infecções).</p>



<p><strong>A restrição para a amamentação costuma ser completa em mães recebendo tratamentos sistêmicos contra um câncer de mama.</strong> Isso inclui abordagens como a quimioterapia, a radioterapia, a hormonioterapia e as terapias-alvo.</p>



<p>Algumas dessas terapias são indicadas apenas após o parto. <strong>De qualquer maneira, elas podem afetar a segurança do leite materno ou até mesmo bloquear a lactação. No mais, a restrição à amamentação pode se manter por meses após o fim do tratamento</strong>. Em todo caso, a mãe receberá a orientação do que fazer para garantir a alimentação apropriada da criança (como leite doado ou uso de fórmulas).</p>



<p>Em suma, se respeitadas algumas condições, a quimioterapia na gestação tende a ser segura a partir de determinados estágios da gravidez, embora isso deva ser analisado cuidadosamente caso a caso. A lactação, por sua vez, pode ser restringida. Por isso, pacientes e profissionais devem seguir lado a lado para discutir as melhores opções de cada circunstância<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-gravidez/"><u> desde o primeiro momento após o diagnóstico.</u></a></p>



<p>Para mulheres diagnosticadas com câncer de mama antes de engravidar, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"><u>veja quais os impactos do tratamento sobre a fertilidade.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-gestacao/">A quimioterapia na gestação e na lactação são opções seguras? Entenda o que deve ser considerado nesses casos</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-gestacao/">A quimioterapia na gestação e na lactação são opções seguras? Entenda o que deve ser considerado nesses casos</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como um abscesso na mama se forma e qual é o tratamento para esse problema?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 20:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[abscesso]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma inflamatório]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[lactação]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O abscesso na mama é uma condição que atinge com maior frequência lactantes, mas que pode afetar mulheres em todas as fases da vida. Um abscesso na mama é uma condição que pode atingir mulheres em todas as fases da vida, mas é mais comum entre aquelas que estão amamentando seus filhos. De todo modo, na maior parte dos casos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O abscesso na mama é uma condição que atinge com maior frequência lactantes, mas que pode afetar mulheres em todas as fases da vida.</em></p>



<p>Um abscesso na mama é uma condição que pode atingir mulheres em todas as fases da vida, mas é mais comum entre aquelas que estão amamentando seus filhos. De todo modo, <strong>na maior parte dos casos, essa é uma alteração benigna, e se resolve com o devido tratamento.</strong></p>



<p>Ainda assim, algumas pacientes com esse problema podem precisar de uma investigação mais detalhada, sobretudo quando o abscesso não regride com o tratamento. Isso pode sugerir a evolução de doença mais complexa associada a alterações autoimunes, quadros infecciosos mais raros (de tuberculose, por exemplo) ou até a presença de um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-inflamatorio/">câncer de mama inflamatório</a>. Embora não tão comum, esse tipo neoplasia é altamente invasivo, tornando a intervenção precoce ainda mais importante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As principais causas para a formação de um abscesso na mama</h2>



<p>Um abscesso é um acúmulo de pus que se forma como resultado de uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/infeccao-mamaria/"><u>infecção</u></a> e que pode atingir qualquer parte do corpo, incluindo o tecido das mamas. <strong>Os abscessos na mama podem ser divididos entre aqueles que atingem as mulheres lactantes e as não lactantes.</strong></p>



<p>Entre as lactantes, <strong>o leite estagnado no ducto mamário ou rachaduras nos mamilos podem desencadear o processo inflamatório característico, por meio do contato com microrganismos presentes na própria pele ou na saliva do bebê</strong>. Isso pode gerar um quadro de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/"><u>mastite</u></a>, que em alguns casos evolui até a formação do acúmulo de pus que caracteriza o abscesso.</p>



<p>Já os abscessos em <strong>mulheres não lactantes podem estar associados a problemas de pele, quadros de diabetes ou mesmo por traumas que atingem a região e provoquem lesões</strong>, permitindo a entrada dos microrganismos que vão causar a infecção. Além disso, mulheres que fumam ou que utilizam piercings nos mamilos também têm um risco maior de desenvolver o problema de forma recorrente.</p>



<p>De todo modo, os abscessos podem ser classificados como areolares, quando atingem uma área próxima ou logo atrás da aréola (a região em volta do mamilo, que tem a pele mais pigmentada), ou periféricas, afetando regiões mais distantes dessa parte da mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os sintomas e o tratamento de um abscesso na mama</h2>



<p>Na maioria dos casos, a mulher com um abscesso na mama vai perceber sintomas como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dor;</li>
<li>Vermelhidão e sensação de calor na área afetada;</li>
<li>Inchaço;</li>
<li>Secreção pelo mamilo, geralmente amarela, marrom ou esverdeada, por conta do acúmulo de pus;</li>
<li>Febre e calafrios;</li>
<li>Náuseas e vômitos.</li>
</ul>



<p><strong>O diagnóstico de um abscesso pode ser feito por meio de um exame físico conduzido pelo médico. </strong>Além disso<strong>, ele pode recorrer a um ultrassom para avaliar o tamanho do acúmulo de pus</strong>. Seja como for, talvez seja necessário drenar o abscesso. Isso é feito com o uso de agulhas ou pequenas incisões na região afetada, permitindo que o líquido acumulado seja aspirado. Em determinados casos pode ser preciso optar por uma cirurgia de maior extensão.</p>



<p>Além disso, <strong>o profissional responsável pelo acompanhamento prescreverá medicações para controlar a dor e a infecção, além de fornecer outras orientações sobre o processo de recuperação.</strong> No mais, mulheres que ainda estão amamentando podem receber recomendações específicas sobre o que fazer nesse período com relação a alimentação do bebê.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-doenca-paget/"><u>O que é doença de Paget? Saiba mais sobre como esse problema afeta a saúde das mamas</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando esse problema pode indicar algo mais grave</h2>



<p>Embora haja quadros em que os abscessos são recorrentes, <strong>na maior parte dos casos o problema costuma ser resolvido com a drenagem do pus e o uso dos medicamentos adequados</strong>. Ainda assim, vale entender quando esse tipo de alteração pode indicar algo mais grave.</p>



<p><strong>Os carcinomas inflamatórios, por exemplo, têm </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u><strong>sinais e sintomas</strong></u></a><strong> que se confundem com episódios de mastite e da evolução de um abscesso na mama.</strong> Esse tipo de tumor responde por entre<a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/about/types-of-breast-cancer/inflammatory-breast-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> 1% e 5% de todos os casos de câncer de mama</u></a>.</p>



<p>Nesse quadro, a mulher pode experimentar dor, inchaço, vermelhidão e modificações na textura da pele, inversão do mamilo e a presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sangramento-mama/"><u>secreções na área</u></a>, entre outras alterações. <strong>Por outro lado, nem sempre há uma massa palpável na mama, normalmente a principal característica de um câncer de mama.</strong></p>



<p>Dessa forma, nos casos em que os sintomas provocados pela mastite ou pelo abscesso não regrediram com o tratamento prescrito, <strong>o médico deve investigar se o problema pode ser explicado por outras causas, incluindo um câncer de mama</strong>. Isso pode exigir a realização de uma biópsia, em que uma pequena amostra do tecido da mama é coletada e enviada para análise laboratorial.</p>



<p>Por isso, se você foi diagnosticada com mastite ou com um abscesso na mama, mas os sintomas persistem mesmo com o tratamento indicado, é importante procurar ajuda profissional novamente para que uma avaliação mais detalhada seja feita.</p>



<p><strong>Veja também que outros problemas de saúde a</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/"><u><strong> presença de pus na mama pode indicar e o que observar quando isso acontece.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-um-abscesso-na-mama-se-forma-e-qual-e-o-tratamento-para-esse-problema/">Como um abscesso na mama se forma e qual é o tratamento para esse problema?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-um-abscesso-na-mama-se-forma-e-qual-e-o-tratamento-para-esse-problema/">Como um abscesso na mama se forma e qual é o tratamento para esse problema?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Infecção mamária: o que é, quais são os sintomas e como tratar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 11:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[abscesso mamário.]]></category>
		<category><![CDATA[infecção mamária]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação mamária]]></category>
		<category><![CDATA[lactação]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma infecção mamária tem diferentes causas e pode atingir mulheres de todas as idades, mas é mais comum naquelas que estão amamentando Embora o câncer de mama seja o problema que mais causa preocupação, uma série de outras condições podem afetar a saúde das mamas. Um exemplo são os quadros de infecção mamária, que podem atingir mulheres de todas as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma infecção mamária tem diferentes causas e pode atingir mulheres de todas as idades,</em></p>



<p><em>mas é mais comum naquelas que estão amamentando</em></p>



<p>Embora o câncer de mama seja o problema que mais causa preocupação, uma série de outras condições podem afetar a saúde das mamas. <strong>Um exemplo são os quadros de infecção mamária, que podem atingir mulheres de todas as idades.</strong></p>



<p>Sem o acompanhamento adequado, infecções mamárias podem gerar <strong>dor e incômodos em graus variados de intensidade</strong>, comprometendo o bem-estar da paciente. Felizmente, esse problema pode ser evitado e tratado. Dessa forma, vale conhecer os principais aspectos a respeito desse tipo de problema.</p>



<p>&#8211;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é uma infecção mamária?</h2>



<p><strong>As infecções mamárias são manifestações atreladas ao desenvolvimento das chamadas </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/"><strong>mastites</strong></a><strong>.</strong> Esse quadro, por sua vez, se caracteriza pela existência de uma inflamação no tecido da mama, acompanhada ou não por uma infecção. Embora atinja mulheres em todas as fases da vida, <strong>é mais comum entre aquelas que estão amamentando.</strong></p>



<p>Além disso, a despeito de serem benignas, <strong>essas inflamações costumam ser o problema mais comum na saúde das mamas de mulheres lactantes. </strong>É normal ainda que o risco de desenvolver o problema seja maior nas primeiras semanas de amamentação e caia com o passar do tempo. Seja como for, sem o cuidado adequado, o quadro pode evoluir para um abscesso mamário, a complicação mais comum dessa situação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as principais causas de infecção mamária?</h2>



<p><strong>A partir disso, as mastites podem ser classificadas como lactacionais ou não-lactacionais. </strong>O primeiro grupo, como o nome indica, está vinculado à amamentação. Não é raro que mulheres lactantes desenvolvam fissuras na mama. Com isso, microrganismos têm uma via aberta para o corpo da mulher e se disseminam rapidamente diante do ambiente favorável. Em geral, esses microrganismos (em especial bactérias ou fungos) são provenientes da boca do bebê.</p>



<p>Outra causa frequente do problema em mulheres amamentando é o bloqueio de um ducto mamário. Isso acontece principalmente quando o canal que o leite atravessa não é completamente esvaziado entre uma mamada e outra. Desse modo, o resto do leite pode se acumular, entupir o ducto e gerar uma inflamação acompanhada de infecção.</p>



<p><strong>Já as inflamações não-lactacionais estão associadas a uma série de outras condições, como traumas e lesões prévias, dermatites ou ainda processos inflamatórios crônicos.</strong> Muitos deles ainda não foram completamente esclarecidos. Entre as manifestações mais comuns desse tipo de problema estão a ectasia ductal e o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/">abscesso areolar crônico.</a></p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/">Nódulos na mama: o que podem indicar e quando são preocupantes?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os sintomas desse problema?</h2>



<p>Uma infecção mamária pode ter como sintomas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Inchaço na mama;</li>
<li>Dor;</li>
<li>Febre;</li>
<li>Sensação de calor, vermelhidão e alteração na textura da pele da mama;</li>
<li>Nas mulheres lactantes, pode haver redução do fluxo de leite;</li>
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/">Secreção pelo mamilo;</a></li>
<li>Em alguns casos, podem ser notados sinais de fadiga e sinais similares a de uma gripe;</li>
<li>Inchaço dos linfonodos na região da axila.</li>
</ol>



<p>Nos casos em que um abscesso se forma, a mulher pode notar uma massa próxima ao mamilo atingido. Ela é formada pelo acúmulo de pus gerado pela infecção. Entretanto, quando o abscesso se forma no interior da mama, nem sempre é possível senti-lo apalpando a mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o diagnóstico?</h2>



<p>Na maioria dos casos, <strong>o diagnóstico de uma infecção mamária é feito por meio de avaliação clínica.</strong> Na presença de um abscesso, pode ser feito uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/"><u> ultrassonografia</u></a> para avaliar a sua extensão. Ademais, uma investigação mais cuidadosa deve ser feita em caso de recidivas, infecções crônicas, ou diante de falha no tratamento. Para isso, o médico pode solicitar exames laboratoriais, com amostras de sangue ou do tecido infectado.</p>



<p>Com o propósito de afastar a possibilidade de uma neoplasia na mama, em casos raros, uma avaliação diagnóstica diferencial pode ser conduzida. Isso leva em conta o fato de que alguns tipos de câncer de mama têm natureza inflamatória e podem apresentar sintomas similares. Em síntese, parece não haver relação entre episódios de inflamação e infecção na mama com o risco de desenvolver um câncer de mama, como indica a<a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/non-cancerous-breast-conditions/mastitis.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> American Cancer Society.</a></p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/por-que-outubro-rosa-e-importante/">Por que o movimento Outubro Rosa é tão importante?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as formas de tratamento disponíveis?</h2>



<p>Com o diagnóstico da infecção mamária, o tratamento é feito a partir do <strong>manejo dos sintomas</strong> (com o uso de analgésicos e anti-inflamatórios) acompanhado da <strong>administração de antibióticos</strong> para conter a infecção provocada pelos microrganismos.</p>



<p>Além disso, podem ser feitos procedimentos para aliviar o desconforto gerado pela obstrução dos ductos mamários. Caso haja um abscesso, uma <strong>pequena cirurgia </strong>pode ser necessária para drenar o pus acumulado. Dessa maneira, com o uso do antibiótico prescrito, ele tende a sumir após alguns dias.</p>



<p>Nesse ínterim, em quadros mais extremos, o processo inflamatório pode exigir que a paciente seja admitida em ambiente hospitalar. Sobretudo, isso acontece diante de sinais de sepse, caso a paciente seja imunocomprometida ou ainda se a infecção progredir rapidamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode ser feito para prevenir as infecções na mama?</h2>



<p>A fim de evitar a infecção mamária, alguns cuidados simples podem ser adotados. Para mulheres que estão alimentando seus filhos, as recomendações envolvem:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Alternar o bebê entre uma mama e outra a cada mamada e deixá-los mamar até o final;</li>
<li>Massagear a mama para remover o excesso de leite;</li>
<li>Certificar-se que a pegada da criança no mamilo está correta é outro ponto importante, já que reduz a chance de fissuras;</li>
<li>Evitar e eliminar hábitos nocivos, como o tabagismo e o consumo de álcool;</li>
<li>Manter um peso saudável, já que a obesidade é um fator de risco importante para o desenvolvimento de mastites fora do período de aleitamento;</li>
<li>Controlar de forma adequada doenças crônicas (como o diabetes, por exemplo);</li>
<li>Adotar um estilo de vida saudável e fortalecer a prática de exercícios físicos. Esse cuidado contribui para reduzir a chance de recidivas ou infecções frequentes na mama.</li>
</ol>



<p>No mais, vale sempre evitar o uso de roupas que pressionam de forma excessiva os seios. Assim também, mantê-los secos e bem ventilados é indispensável. <strong>Essas últimas recomendações valem igualmente para mulheres que não estão amamentando.</strong></p>



<p>Diante do incômodo de uma infecção na mama, é essencial ficar atento aos sinais desse tipo de problema. Ainda que seja um problema que possa ser manejado de forma simples, sem o cuidado necessário, pode haver complicações significativas.</p>



<p><strong>Saiba mais agora sobre os </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/"><u><strong>fibroadenomas</strong></u></a><strong>, um tipo comum de alteração no tecido da mama.</strong></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/infeccao-mamaria/">Infecção mamária: o que é, quais são os sintomas e como tratar?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/infeccao-mamaria/">Infecção mamária: o que é, quais são os sintomas e como tratar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>O que pode ser pus na mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 17:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[abscesso]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[autoexame.]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[descarga mamilar]]></category>
		<category><![CDATA[doenças mamárias]]></category>
		<category><![CDATA[ductografia]]></category>
		<category><![CDATA[lactação]]></category>
		<category><![CDATA[mamilo]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[saída de líquido pelo mamilo]]></category>
		<category><![CDATA[secreção na mama]]></category>
		<category><![CDATA[ultrassonografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tanto mulheres, como homens podem ter secreção na mama. A secreção pode ser semelhante a pus, bem como ter outras consistências e cores Notar alterações na mama é motivo de preocupação para muitas mulheres, uma vez que alguns sinais podem remeter a doenças como o câncer de mama. Essas alterações podem ser variáveis e incluem dor, presença de nódulo ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tanto mulheres, como homens podem ter secreção na mama. A secreção pode ser semelhante a pus, bem como ter outras consistências e cores</em></p>



<p>Notar alterações na mama é motivo de preocupação para muitas mulheres, uma vez que alguns sinais podem remeter a doenças como o câncer de mama. Essas alterações podem ser variáveis e incluem dor, presença de nódulo ou mesmo <strong>pus na mama.</strong></p>



<p>É preciso esclarecer que <strong>secreções mamárias</strong> são consideradas normais, uma vez que o <strong>mamilo </strong>é um órgão excretor.</p>



<p>Algumas mulheres chegam a comprimir o mamilo frequentemente, para averiguar se há a existência de secreção mamilar. Esse hábito é prejudicial, podendo agravar e até mesmo perpetuar o fluxo. Por isso, <strong>nada de apertar o mamilo!</strong></p>



<p>A <strong>função da secreção mamária é limpar os </strong><strong>ductos mamários</strong> para eliminar células velhas, muitas vezes essa saída de líquido é imperceptível. Tanto mulheres, como homens podem ter <strong>secreção na mama</strong>. A secreção pode ser semelhante a pus, bem como ter outras consistências e cores. Também pode ocorrer apenas em uma mama, assim como ser resultado de outros problemas de saúde.</p>



<p>Neste artigo, vamos detalhar as causas e os principais tipos de secreção nas mamas, para que você possa ficar em alerta e aprender a identificar sinais que podem estar associados a <strong>doenças mamárias</strong>, a exemplo do <strong>câncer de mama.</strong></p>



<p>De acordo com a <a href="https://www.paho.org/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</u></a>, cerca de 30% a 50% dos cânceres podem ser prevenidos por meio da detecção precoce e tratamento adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas de secreção e pus na mama</h2>



<p>De acordo com publicação do <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Ministério da Saúde</u></a>, o derrame ou fluxo papilar, que nada mais é do que a <strong>saída de líquido pelo mamilo</strong> não associado a <strong>lactação</strong>, deve ser considerado de importância em relação ao câncer de mama apenas quando espontâneo associado a aspecto cristalino ou sanguinolento e exteriorizado por um único dueto.</p>



<p>Mesmo o pus não estando entre os indicativos para câncer de mama, é recomendado o acompanhamento com um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/">mastologista</a> para descartar outras doenças mamárias. A saída de líquido propriamente dito como pus, está relacionado a infecções como mastite e abscesso mamário, usualmente este quadro é acompanhado de vermelhidão da pele, inchaço e dor mamária, sendo a avaliação especializada fundamental para o tratamento.</p>



<p>Apesar de poder ocorrer em homens, as secreções mamárias masculinas são mais raras e estão sempre relacionadas com doenças.</p>



<p><strong>A saída de líquido das mamas masculinas normalmente necessitam de avaliação e investigação para afastar alterações como:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Deficiência de testosterona</li>
<li>Ginecomastia, que provoca o crescimento das mamas</li>
<li>Tumor pituitário</li>
<li>Câncer de mama</li>
</ol>



<p>Já nas mulheres, as secreções mamárias são mais frequentes durante o período de <strong>amamentação</strong>, podendo ocorrer até três anos após essa fase.</p>



<p>Outras causas que podem ocasionar a saída de líquido das mamas femininas são:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Mastite</li>
<li>Abscesso</li>
<li>Distúrbios hormonais</li>
<li>Estimulação excessiva do mamilo</li>
<li>Cistos</li>
<li>Lesões ou traumas nas mamas</li>
<li>Ectasia do ducto mamário</li>
<li>Doença de Paget</li>
<li>Efeito colateral causado pelo uso de pílula anticoncepcional</li>
<li>Uso de diversas medicações, entre elas sertralina, antidepressivos, anti-hipertensivo, entre outras.</li>
<li>Vale destacar que o uso de drogas, a exemplo da maconha e cocaína, assim como a utilização de alguns medicamentos podem provocar secreção nas mamas.</li>
</ol>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/">Para que serve a Biópsia das Mamas?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Diferentes tipos de secreções mamárias</h2>



<p>O <strong>aspecto das</strong> <strong>secreções mamárias </strong>é variável. A cor do líquido expelido pelo mamilo por ser:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avermelhada (sanguinolento)</li>
<li>Marrom</li>
<li>Branca</li>
<li>Esverdeada</li>
<li>Transparente</li>
<li>Amarelada</li>
<li>Multicolorido</li>
<li>Esbranquiçada como pus (chamado de galactorreia)</li>
</ul>



<p>A <strong>consistência</strong> também varia desde <strong>espesso e pegajoso até fino e aquoso</strong>.</p>



<p>Secreções bilaterais, que envolvem múltiplos ductos mamários e de diferentes cores, com exceção das transparente e avermelhada, frequentemente estão associadas a <strong>processos normais</strong> da glândula mamária.</p>



<p>Massagens, carícias, sucção, compressão manual e até mesmo a fricção causada pelo uso de sutiãs esportivos pode gerar o fluxo desse tipo de secreção.</p>



<p>Normalmente, essa <strong>descarga mamilar</strong> some espontaneamente e não requer nenhum tipo de tratamento específico.</p>



<p>Entre as secreções suspeitas que podem estar associadas a doenças mamárias e que necessitam de acompanhamento de um mastologista estão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Lácteas</h3>



<p>É a mais recorrente, geralmente ocorre após o período de amamentação ou devido a mudanças hormonais na pré-menopausa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sanguinolenta</h3>



<p>Comumente associada a um tumor benigno, chamado papiloma, em alguns casos pode estar relacionada ao câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Transparente</h3>



<p>Secreções incolores, em uma mama só, podem ser um sintoma de câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Amarelada, marrom ou esverdeada</h3>



<p>Muitas vezes associada ao pus, esse tipo de secreção pode ser sintoma de um cisto embaixo do mamilo ou da aréola.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento da secreção na mama</h2>



<p>Para diagnosticar a causa da secreção na mama, <strong>o mastologista, além do exame clínico da mama e avaliação do histórico clínico da paciente</strong>, pode solicitar alguns exames. A depender do resultado desses exames, também pode ser solicitada pelo médico a realização de uma biópsia e exames de sangue complementares.</p>



<p>Entre os principais exames para diagnóstico da causa da secreção, destacamos:</p>



<p><strong>Mamografia: </strong>éum exame de imagens das mamas, que são obtidas por meio de radiografia, possibilitando a identificação de lesões, nódulos, assimetrias e câncer de mama.</p>



<p><strong>Ultrassonografia: </strong>esteexame utiliza ondas sonoras para criar imagens dos tecidos dentro da mama, permitindo a detectar <strong>lesões da mama</strong>, bem como distinguir cistos de nódulos sólidos.</p>



<p>Alguns outros fatores também podem servir como sinal de alerta para o diagnóstico médico da causa da saída de líquido da mama, entre eles:</p>



<p>1. A secreção ocorre espontaneamente</p>



<p>2. A secreção é unilateral</p>



<p>3. O líquido tem coloração sanguinolenta ou transparente</p>



<p>4. O paciente tem idade superior a 40 anos</p>



<p>5. Há presença de nódulo palpável na mama</p>



<p>6. Há alteração na forma ou tamanho da mama</p>



<p>7. O paciente é do sexo masculino</p>



<p>Vale ressaltar a <strong>importância do acompanhamento médico regular</strong> para identificar possíveis alterações nas mamas.</p>



<p>Apesar da relevância do <strong>autoexame </strong>para o autoconhecimento do próprio corpo, ele não pode ser substituto para o exame clínico realizado pelo médico.</p>



<p>Lembre-se sempre: a realização regular de exames auxilia na identificação de lesões pré-malignas, lesões muito pequenas, antes de se tornarem câncer, propriamente dito.</p>



<p>Isso possibilita o tratamento precoce do câncer de mama e de outras doenças, aumentando as chances de cura.</p>



<p>Cuide da sua saúde, em caso de dúvidas, procure um médico.</p>



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