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	<title>lesão maligna - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>lesão maligna - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>O que são as lesões pré-cancerígenas na mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 14:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
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		<category><![CDATA[lesões de alto risco]]></category>
		<category><![CDATA[lesões precursoras de câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora não sejam efetivamente um câncer, as lesões pré-cancerígenas na mama podem exigir intervenções para reduzir o risco de desenvolver um câncer de mama Um câncer de mama é uma doença em evolução a partir da reprodução descontrolada das células de diferentes pontos do tecido mamário. Em alguns casos, a presença das chamadas lesões pré-cancerígenas ou lesões precursoras de câncer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Embora não sejam efetivamente um câncer, as lesões pré-cancerígenas na mama</em> <em>podem exigir intervenções para reduzir o risco de desenvolver um câncer de mama</em></p>



<p>Um câncer de mama é uma doença em evolução a partir da reprodução descontrolada das células de diferentes pontos do tecido mamário. <strong>Em alguns casos, a presença das chamadas lesões pré-cancerígenas ou lesões precursoras de câncer de mama podem apontar que uma paciente tem um risco maior de ter câncer de mama no futuro.</strong></p>



<p>Ainda que nem toda mulher com uma lesão pré-cancerígena vá desenvolver efetivamente um câncer de mama, o diagnóstico desse tipo de formação merece atenção especial. Isso pode envolver o acompanhamento e a adoção de medidas para prevenir o risco associado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as características das lesões pré-cancerígenas?</h2>



<p>Na prática<strong>, lesões pré-cancerígenas da mama são resultado de alterações nas células que compõem o tecido mamário, mas que ainda não indicam a presença de um câncer de mama propriamente dito.</strong> Elas recebem esse nome justamente por predispor a um risco maior de desenvolver um câncer de mama.</p>



<p>Diferente do que acontece em lesões benignas, nas lesões pré-malignas as células já apresentam alguma alteração no material genético. <strong>Dependendo do grau de progressão da lesão, o grau de semelhança com um câncer se torna cada vez maior, até o ponto que a disseminação da célula atinge áreas adjacentes do ponto original de disseminação.</strong></p>



<p><strong>Logo, é fundamental que tais alterações sejam identificadas e acompanhadas da forma mais rápida possível.</strong> Tal recomendação muitas vezes esbarra na falta de sinais e sintomas nítidos para essas condições, bem como na dificuldade de diferenciar a presença da lesão até mesmo com o suporte dos exames de imagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as lesões pré-cancerígenas mais comuns?</h2>



<p><strong>A maioria das lesões pré-cancerígenas na mama são classificadas como hiperplasias.</strong> Elas podem atingir estruturas da mama como os lóbulos (glândulas responsáveis pela produção de leite materno) e os ductos (estruturas que levam o leite até o mamilo). Essas condições podem afetar mulheres de qualquer idade, mas tendem a alcançar com maior frequência aquelas acima dos 35 anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Hiperplasia simples ou usual sem atipias (lobular ou ductal)</h3>



<p><strong>As hiperplasias simples são lesões causadas pelo aumento do número de células justamente nos lóbulos ou nos ductos mamários</strong>. Assim, quando atinge os ductos mamários, recebe o nome de hiperplasia ductal usual e quando alcança o lóbulo, recebe o nome de hiperplasia lobular.</p>



<p>Geralmente, tal condição não gera dor ou a formação de um nódulo perceptível. De acordo com a American Câncer Society (ACS), <a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/non-cancerous-breast-conditions/hyperplasia-of-the-breast-ductal-or-lobular.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>a presença de hiperplasias usuais ou sem atipias na mama pode elevar o risco de câncer entre 1,5 e 2 vezes</u></a> quando comparadas a mulheres que não apresentam tal formação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Hiperplasia atípica (lobular ou ductal)</h3>



<p>Nas hiperplasias atípicas também há um aumento do número de células nos lóbulos ou nos ductos da mama. <strong>Entretanto, o padrão de disseminação é irregular, consideravelmente diferente do que seria considerado. Logo, elas recebem a designação de atípicas</strong>. Tal condição também recebe o nome de hiperplasia lobular com atipias (HLA) ou hiperplasia ductal com atipias (HDA).</p>



<p>Também de acordo com a ACS uma mulher com <a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/non-cancerous-breast-conditions/hyperplasia-of-the-breast-ductal-or-lobular.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hiperplasia atípica tem risco entre 4 e 5 vezes maior de desenvolver um tumor na mama</a> do que mulheres sem alterações do tipo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Carcinoma lobular in situ</h3>



<p>Os carcinomas lobulares in situ são outro tipo de lesão que pode predispor a um risco maior de desenvolver câncer de mama. <strong>Um carcinoma se caracteriza pela proliferação anormal de células ao longo dos lóbulos mamários, mas não invadem os tecidos próximos.</strong></p>



<p>Além disso, esse tipo de lesão pode ser classificado como clássico (com células menores e mais ou menos do mesmo tamanho), pleomórfico (com células maiores e arranjo anormal) ou florido (com disseminação grande o suficiente para formar uma massa de células com uma área de células mortas no centro).</p>



<p>Em geral, a presença de um carcinoma lobular in situ pode <a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/non-cancerous-breast-conditions/lobular-carcinoma-in-situ.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>elevar o risco de desenvolver um câncer entre 7 e 12 vezes,</u></a> como aponta a ACS.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/">O que você precisa saber sobre os carcinomas lobulares invasivos?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que deve ser feito para diagnosticar e acompanhar esses quadros?</h2>



<p><strong>Quase sempre o diagnóstico de uma lesão pré-cancerígena na mama é feito durante exames de rotina para identificar um possível câncer de mama.</strong> Entretanto, é preciso considerar que nem sempre essas alterações aparecem em exames de imagem, como as mamografias.</p>



<p>Dessa forma, a biópsia costuma ser o recurso mais utilizado para confirmar a presença de uma lesão pré-cancerígena. <strong>Confirmado o diagnóstico, o médico orientará a paciente sobre as ações de acompanhamento, prevenção e, eventualmente, profilaxia</strong>. Assim, é possível reduzir o risco de que a lesão desencadeie para um câncer de mama.</p>



<p>Em geral, as hiperplasias simples não exigem intervenções de prevenção. Por outro lado, hiperplasias atípicas, sejam elas ductais ou lobulares<strong>, podem indicar a realização de uma pequena cirurgia para remover o tecido afetado, garantindo se há ou não presença de lesão cancerígena associada à alteração. Além disso, pode haver recomendação de retornos periódicos mais frequentes (a cada 6 ou 12 meses), para a devida avaliação da mama e a realização de exames de rastreamento.</strong></p>



<p>O médico pode prescrever medicamentos que reduzem o risco de desenvolver câncer (como o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/"><u>tamoxifeno</u></a>, por exemplo) e orientar sobre <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u>mudanças de estilo de vida</u></a> que contribuam para minimizar as chances de ter a doença.</p>



<p><strong>Nos casos de carcinomas lobulares in situ, as recomendações tendem a ser as mesmas.</strong> Porém, algumas pacientes podem se beneficiar de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/"><u>mastectomias</u></a> profiláticas, principalmente na presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/"><u>alterações nos genes BRCA1 e 2.</u></a> Esse procedimento pode ser seguido de reconstrução mamária. Embora invasiva, médico e paciente precisam discutir com cuidado os benefícios dessa opção diante do risco adicional gerado pelas lesões pré-cancerígenas na mama identificadas.</p>



<p><strong>Para reforçar a prevenção, </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u><strong>veja o que precisa saber sobre possíveis sinais e sintomas de um câncer de mama.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/">O que são as lesões pré-cancerígenas na mama?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/">O que são as lesões pré-cancerígenas na mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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