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	<title>mamografia - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>mamografia - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Saiba mais sobre os desafios no diagnóstico de um câncer de mama lobular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma ductal]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma lobular invasivo]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[ressonância magnética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora o câncer de mama seja o mais comum entre as mulheres (excluindo o câncer de pele não melanoma, segundo oInstituto Nacional do Câncer), vale sempre ressaltar que nem todos os casos da doença são iguais. Assim, o chamado câncer de mama lobular é um exemplo de quadro que apresenta desafios diagnósticos específicos que o diferenciam de outras manifestações da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora o <strong>câncer de mama seja o mais comum entre as mulheres</strong> (excluindo o câncer de pele não melanoma, segundo o<a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-de-mama/dados-e-numeros/incidencia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer</u></a>), vale sempre ressaltar que <strong>nem todos os casos da doença são iguais.</strong> Assim, o chamado câncer de mama lobular é um exemplo de quadro que apresenta desafios diagnósticos específicos que o diferenciam de outras manifestações da doença.</p>



<p>Seja como for, a compreensão de suas características é fundamental para garantir um diagnóstico preciso e um tratamento adequado, ampliando as chances de sucesso na recuperação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Quais as características de um câncer de mama lobular?</h2>



<p>Na prática, ao <strong>contrário do carcinoma ductal (o tipo mais comum), o câncer de mama lobular (ou carcinoma, como é chamado pelos médicos) tem origem nos lóbulos mamários</strong>. Estas são as glândulas responsáveis pela produção do leite materno durante a lactação.</p>



<p>A denominação &#8220;invasivo&#8221; aparece na classificação caracterizando o câncer de mama lobular que avança e se infiltra nos tecidos adjacentes à medida que a doença prolifera.</p>



<p>De acordo com dados de publicação do periódico <a href="https://www.frontiersin.org/journals/oncology/articles/10.3389/fonc.2020.591399/full" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Frontiers in Oncology</u></em></a>, os casos <strong>de carcinomas lobulares representam cerca de 15% de todos os casos de câncer de mama.</strong></p>



<p>Uma particularidade importante dessa condição é que ela costuma afetar mulheres em idades mais avançadas em comparação ao carcinoma ductal. Desse modo, geralmente pacientes na pós-menopausa são as mais afetadas.</p>



<p>Do ponto de vista fisiológico, <strong>a característica microscópica mais marcante desse tumor é o padrão de crescimento das células cancerígenas.</strong> Em vez de formar uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>massa compacta,</u></a> as células do carcinoma lobular tendem a se infiltrar no tecido de forma linear.</p>



<p>Isso ocorre devido à ausência de uma proteína chamada e-caderina. Sua função é justamente unir uma célula a outra, deixando o tecido coeso e íntegro.</p>



<p>Em outras palavras, <strong>é menos comum que ele forme uma massa palpável ou um nódulo, sobretudo nos estágios iniciais.</strong> Com isso, o tumor pode crescer de maneira silenciosa, sem despertar sinais evidentes de alarme.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-oculto-da-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>As principais características de um carcinoma oculto da mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que faz o diagnóstico desse tipo de câncer mais complexo?</h2>



<p>As <strong>características biológicas do carcinoma lobular invasivo acabam transformando seu diagnóstico em algo relativamente desafiador</strong>. O padrão de crescimento frequentemente faz com que ele passe despercebido em alguns dos métodos de detecção mais utilizados.</p>



<p>É o que acontece com a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamografia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mamografia</u></a>, na qual muitas vezes o crescimento difuso do tumor acaba sendo mascarado pelo tecido mamário, principalmente em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mama-densa-perigoso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mamas mais densas.</u></a></p>



<p>Além disso, a ultrassonografia mamária, embora útil em diversos contextos, também tem suas limitações diante desse tipo de câncer. O tumor pode se apresentar por meio de alterações sutis que dificultam diferenciá-lo de lesões benignas.</p>



<p>Com isso, tumores lobulares tendem a ser diagnosticados em tamanhos maiores do que os carcinomas ductais. Essa detecção tardia pode ter implicações importantes no planejamento do tratamento, já que tumores maiores podem exigir abordagens mais complexas.</p>



<p>O atraso no diagnóstico ainda pode dificultar a identificação de novos focos da doença ou de tumores contralaterais (na outra mama). Tais condições são ligeiramente mais comuns nos carcinomas lobulares invasivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Qual o papel da ressonância magnética nesse processo?</h2>



<p>Diante das limitações dos métodos convencionais, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ressonância magnética </u></a>surge como uma ferramenta valiosa no diagnóstico e no estadiamento do carcinoma lobular invasivo.</p>



<p>De modo resumido, o exame utiliza ondas magnéticas e contraste à base de gadolínio para gerar imagens detalhadas que revelam modificações típicas de tumores malignos quando estão presentes.</p>



<p>Uma revisão sobre o tema publicada no <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10549-007-9528-5" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Breast Cancer Research and Treatment</u></em></a> apontou que a <strong>ressonância magnética tem sensibilidade superior a 93% para detectar carcinoma lobular invasivo.</strong></p>



<p>Além disso, a <strong>técnica detecta lesões adicionais em 32% dos casos no mesmo lado e em 7% no lado oposto, o que leva a modificações no plano cirúrgico em 28% das pacientes</strong>. Portanto, ela fornece informações adicionais importantes que não são obtidas pelos métodos convencionais.</p>



<p>Nesse mesmo contexto, um artigo de 2021 do <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8139612/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Journal of Breast Imaging</u></em></a> <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8139612/"></a>ressalta que, além do diagnóstico, a ressonância pré-operatória descreve melhor a extensão do tumor nessas circunstâncias e pode impactar na decisão da abordagem cirúrgica.</p>



<p>No entanto, é importante reconhecer que o uso da ressonância magnética também tem limitações. Acima de tudo, nem todas as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/"><u>lesões suspeitas identificadas </u></a><u><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">s</a></u><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/"><u>ão efetivamente um câncer. </u></a>Além disso, o alto custo e a disponibilidade limitada eventualmente restringem seu uso como método de rastreamento amplo e rotineiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Quais as perspectivas de tratamento e prognóstico de um câncer de mama lobular?</h2>



<p>O <strong>tratamento do carcinoma lobular invasivo segue os mesmos princípios gerais do tratamento do câncer de mama</strong>. Logo, ele envolve recursos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>cirurgia;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>radioterapia;</u></a></li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>quimioterapia;</u></a></li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>hormonioterapia.</u></a></li>
</ul>



<p>Dependendo da extensão da doença e das características do tumor, pode-se optar por <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cirurgia conservadora (com retirada apenas do tumor e margens de segurança) ou uma mastectomia </u></a>(remoção total da mama).</p>



<p>A radioterapia complementar após a cirurgia atua reduzindo o risco de recidiva local. Já a quimioterapia e a hormonioterapia são indicadas conforme características do tumor, como perfil <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>imuno-histopatológico</u></a>, presença de receptores hormonais e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>status do HER2.</u></a></p>



<p>Cabe mencionar que o carcinoma lobular invasivo tende a ser positivo para receptores hormonais (estrogênio e progesterona) com maior frequência do que ocorre no carcinoma ductal, o que torna a hormonioterapia uma opção terapêutica particularmente relevante nesses casos.</p>



<p>Dessa forma, <strong>quando diagnosticado e tratado adequadamente, o carcinoma lobular invasivo apresenta taxas de sobrevida equivalentes às do carcinoma ductal </strong>em estágios similares.</p>



<p>Para reforçar isso, <a href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8139612/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">um estudo de 2021 publicado na revista<em> The Breast</em></a> analisou um grupo de 17 mil mulheres ao longo de duas décadas. A sobrevida global das pacientes com carcinoma lobular foi comparável ou até melhor do que aquelas com carcinoma ductal em certos contextos (como nos primeiros anos após o diagnóstico).</p>



<p>Contudo, <strong>o primeiro tipo pode apresentar padrões diferentes de recorrência e metástase</strong>, o que reforça a necessidade de acompanhamento específico ao longo do tempo.</p>



<p>De todo modo, a conscientização sobre as particularidades do câncer de mama lobular reforça a importância de consultas regulares com o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mastologista</u></a>. As visitas periódicas permitem traçar um plano de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rastreamento personalizado,</a> <strong>otimizando as chances de detecção precoce</strong> mesmo diante dos desafios diagnósticos desse cenário.</p>



<p>Depois de saber mais sobre os carcinomas lobulares,<a href="https://www.thebreastonline.com/article/S0960-9776(21)00420-3/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>confira agora detalhes dos carcinomas ductais.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-lobular/">Saiba mais sobre os desafios no diagnóstico de um câncer de mama lobular</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-lobular/">Saiba mais sobre os desafios no diagnóstico de um câncer de mama lobular</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Conheça as informações que estão presentes no resultado anatomopatológico do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[biópsia da mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[médico patologista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diagnóstico de um tumor geralmente depende da avaliação do resultado de mais de um exame, incluindo a biópsia. Com base nessa coleta, a análise laboratorial do material gera o chamado resultado anatomopatológico do câncer de mama. O conteúdo desse laudo contribui tanto para a compreensão da natureza da enfermidade quanto para a indicação das abordagens terapêuticas mais adequadas. Cada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico de um tumor geralmente depende da avaliação do resultado de mais de um exame, incluindo a biópsia. Com base nessa coleta, <strong>a análise laboratorial do material gera o chamado </strong><strong>resultado anatomopatológico</strong><strong> do câncer de mama.</strong></p>



<p>O conteúdo desse laudo contribui tanto para a compreensão da natureza da enfermidade quanto <strong>para a indicação das abordagens terapêuticas mais adequadas.</strong> Cada caso é único e quanto maior a personalização da abordagem, maiores também as chances de sucesso na recuperação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O processo de elaboração de um resultado anatomopatológico do câncer de mama</h2>



<p>Imagine o seguinte cenário: uma mulher por volta dos 40 anos faz uma mamografia como parte do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>rastreamento habitual </u></a>de um câncer de mama. Esse procedimento, vale ressaltar, é aquele realizado mesmo que a paciente não apresente qualquer sinal sugestivo da condição (como um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>nódulo palpável</u></a>).</p>



<p>As imagens da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mamografia</a> <strong>podem revelar alterações no tecido mamário que demandam atenção.</strong> Por consequência, a partir dos achados visuais, ele pode sugerir a necessidade de uma investigação mais detalhada do que está acontecendo.</p>



<p>Nessas horas, a biópsia costuma ser um recurso importante para determinar se o que está sendo visualizado nas imagens tem natureza maligna.</p>



<p>Em resumo, <strong>uma biópsia é feita mediante a coleta de fragmentos do objeto suspeito,</strong> por meio de um procedimento relativamente simples, denominado <strong>core biopsia ou mamotomia.</strong> Ele é conduzido no próprio consultório, geralmente com anestesia local, e pode variar <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/puncao-agulha-fina-mama-paaf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>conforme o tipo de agulha utilizada</u></a>, mas as complicações são raras.</p>



<p>Na sequência, <strong>o material é enviado para o patologista</strong>, especialista na análise de tecidos, órgãos e outros materiais orgânicos, para a análise de modificações que possam sugerir a presença de uma enfermidade. No fim do seu trabalho, <strong>o profissional apresenta o chamado relatório anatomopatológico.</strong></p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/assinaturas-genomicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>O papel das assinaturas genômicas no tratamento de um câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As informações presentes nesse documento</h2>



<p><strong>Não existe um modelo exato para todo resultado anatomopatológico de câncer de mama.</strong> Tudo aquilo presente no documento pode variar conforme as circunstâncias, o que inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a exigência de testes genéticos específicos;</li>



<li>a necessidade da análise imunohistoquímica do tumor;</li>



<li>as variações (inclusive na forma de apresentação do laudo e nas palavras e definições utilizadas) de acordo com o laboratório e o profissional responsável pela análise.</li>
</ul>



<p>Além disso, <strong>a necessidade da realização de uma biópsia não implica necessariamente no diagnóstico de um câncer de mama</strong>. Achados benignos também são uma possibilidade e incluem desde a presença de tecido mamário normal até alterações como os <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>fibroadenomas.</u></a></p>



<p>De todo modo, nas circunstâncias em que o material analisado for realmente indicativo de que há um tumor na mama, as informações apresentadas geralmente envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>tipo de tumor</strong>, especialmente em relação ao local em que ele está alojado (se invasivo ou in situ, se concentrados nos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-ductal-invasivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ductos</u></a> ou nos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>lóbulos</u></a>);</li>



<li><strong>tamanho da alteração</strong>, que ajuda a definir em que estágio a doença está;</li>



<li><strong>a maneira como as células se proliferam</strong> e o<strong> grau do tumor, </strong>a partir do nível de diferenciação das células malignas daquelas consideradas saudáveis;</li>



<li><strong>status dos receptores hormonais</strong>, que mostram se o tumor &#8220;reage&#8221; na presença dos hormônios.</li>



<li><strong>status do HER2</strong>, para saber se as células <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>expressam grande quantidade dessa proteína </u></a>envolvida no crescimento das células cancerígenas;</li>



<li><strong>eventual comprometimento dos linfonodos</strong>, se uma amostra (o linfonodo sentinela) dessas estruturas foi removida para a biópsia, o que costuma acontecer em caso de cirurgia prévia.</li>
</ul>



<p>É claro que é <strong>desafiador interpretar essas e outras informações por conta própria. </strong>Portanto, para evitar a ansiedade desnecessária, o ideal é contar sempre com o suporte do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mastologista </u></a>de confiança para fornecer as orientações necessárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os passos seguintes à obtenção do resultado</h2>



<p>Com o laudo em mãos, a conversa entre médico e paciente pode ter o espaço necessário para esclarecer dúvidas a respeito dos próximos passos a partir dos resultados obtidos. Assim, é possível conhecer melhor quais as alternativas de tratamento disponíveis e as perspectivas de prognóstico.</p>



<p>Na maioria dos casos, o tratamento de um tumor mamário combina mais de uma abordagem (<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cirurgia</u></a>, radioterapia, quimioterapia, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>hormonioterapia</u></a>, entre outras) para eliminar o foco da doença e evitar que ela retorne.</p>



<p>Embora seja a neoplasia mais comum entre as mulheres (são mais de 70 mil casos por ano só no Brasil, de acordo com o <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/mama" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer</u></a>), a <strong>taxa de recuperação pode ultrapassar os 90%,</strong> sobretudo com o diagnóstico precoce.</p>



<p>Logo, o <strong>resultado anatomopatológico do câncer de mama</strong> é uma etapa essencial dessa jornada, providenciando informações indispensáveis no manejo adequado.</p>



<p>Saiba mais agora sobre a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biopsia-liquida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>biópsia líquida</u></a>, uma inovação que funciona como alternativa à técnica convencional em determinados contextos.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/resultado-anatomapatologico-cancer-de-mama/">Conheça as informações que estão presentes no resultado anatomopatológico do câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/resultado-anatomapatologico-cancer-de-mama/">Conheça as informações que estão presentes no resultado anatomopatológico do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Diagnóstico, tratamento e possíveis prognósticos de um carcinoma coloide de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama raro]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma invasivo]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma mucinoso]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bem menos conhecido que outros tipos de tumores, um carcinoma coloide de mama (também chamado de carcinoma mucinoso) responde por cerca de 2% de todos as neoplasias nessa área do corpo. Dessa forma, ele é classificado como um tipo especial de tumor na mama. Na prática, isso significa que a evolução e a distribuição das células cancerígenas assumem uma aparência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bem menos conhecido que outros tipos de tumores, um carcinoma coloide de mama (também chamado de carcinoma mucinoso) responde por <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK538334/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cerca de 2% de todos as neoplasias </u></a>nessa área do corpo.</p>



<p>Dessa forma, ele é classificado como um tipo especial de tumor na mama. Na prática, isso significa que a evolução e a distribuição das células cancerígenas assumem uma aparência diferente do que seria esperado em casos convencionais de câncer.</p>



<p>Assim, pode haver influência sobre a forma como a doença se manifesta ou aparece nos exames utilizados no processo de diagnóstico, conforme destacado nos tópicos abaixo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> A definição de um carcinoma coloide de mama</h2>



<p>Em linhas gerais, um carcinoma coloide da mama é um tipo raro de<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-ductal-invasivo/"><u> câncer de mama ductal invasivo.</u></a> Tal classificação compreende os tumores que se desenvolvem a partir dos ductos mamários (estruturas responsáveis pelo transporte do leite durante o período de amamentação) e se infiltram nos tecidos adjacentes à medida que a doença progride.</p>



<p>Contudo, do ponto de vista histológico (ou seja, quando se analisam as células que formam o tumor) <strong>um carcinoma coloide de mama tem como principal característica a presença de células envolvidas por uma substância chamada de mucina</strong>, o que explica o termo alternativo &#8220;carcinoma mucinoso&#8221;.</p>



<p>Em resumo, a mucina tem como principal função a formação do muco. Ele tem consistência pegajosa e recobre determinados tecidos epiteliais de diversas partes do corpo. Além disso, tal elemento também está presente na evolução de um tumor na mama. A partir disso, a doença pode ser classificada como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Carcinoma coloide de mama do tipo puro</strong>, em que o tumor é composto por mais de 90% de mucina.</li>



<li><strong>Carcinoma coloide de mama do tipo misto</strong>, em que há maior extensão de células tumorais não envoltas por mucina e, portanto, uma menor quantidade de mucina extracelular.</li>
</ul>



<p>Em geral, carcinomas coloides tendem a atingir com maior frequência mulheres já na pós-<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/"><u>menopausa.</u></a> A literatura médica sobre o assunto aponta que eles são ainda mais raros em pacientes abaixo dos 35 anos.</p>



<p>Como acontece com outros tumores, não há causa específica determinada para um câncer do tipo. Ele é resultado de uma interação complexa de fatores, que se acumulam ao longo da vida e elevam o risco de que a enfermidade se desenvolva.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os sintomas e métodos de diagnóstico desse tipo de tumor</h2>



<p>Em um primeiro momento o avanço desse tipo de tumor tende a ser silencioso. A progressão costuma ser lenta, mas a evolução do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u>nódulo </u></a>pode torná-lo perceptível ao toque em algum ponto do desenvolvimento.</p>



<p><strong>Logo, no momento do diagnóstico podem ser identificadas grandes nodulações devido a produção de mucina</strong>. Alterações no mamilo e na pele da mama também são notadas eventualmente.</p>



<p>A maioria das pacientes acaba tendo esse tumor identificado na avaliação clínica na forma de um nódulo palpável ou em mamografias de rotina. Nesse exame de imagem, o carcinoma coloide de mama é visualizado como uma lesão bem delimitada, regular, com margens definidas e lobuladas.</p>



<p>Já na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/">ultrassonografia</a>, ele aparece uma massa complexa com áreas sólidas e líquidas. Por fim, é possível notar um realce heterogêneo e alta intensidade em T2 com o emprego da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">ressonância magnética.</a></p>



<p>Diante dessas alterações, o médico responsável pela avaliação pode solicitar outros exames para identificar a natureza do tumor. Isso inclui <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><strong>a biópsia da lesão</strong></a><strong>, </strong>que costuma ser indispensável.</p>



<p>Nesse procedimento, um pequeno fragmento do tecido da mama é removido. Em seguida, o material é examinado por um médico patologista, que é capaz de determinar a natureza e as características da formação, indicando se ela é ou não um carcinoma coloide.</p>



<p id="leia">Confira também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/"><u>O que as microcalcificações em uma mamografia podem indicar?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que a paciente pode esperar do tratamento para um carcinoma coloide</h2>



<p>A cirurgia costuma ser a primeira linha de abordagem do carcinoma mucinoso. <strong>A extensão do procedimento dependerá do tamanho da alteração.</strong></p>



<p>Tumores menores podem ser removidos com uma margem segura através de procedimentos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/"><u>conservadores</u></a>, enquanto aqueles com maior extensão tendem a exigir uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/"><u>mastectomia</u></a>. A investigação dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfonodos-mama/"><u>linfonodos da axila </u></a>também é normalmente indicada para investigar uma possível progressão da doença.</p>



<p>Adicionalmente, <strong>pode ser necessário introduzir tratamentos adjuvantes</strong>. Eles têm como objetivo eliminar possíveis resquícios de células cancerígenas depois da terapia principal (no caso, a cirurgia). Hormonioterapia, sessões de radioterapia e, eventualmente, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/"><u>quimioterapia</u></a> são alguns dos recursos utilizados nessa fase, conforme as características do quadro.</p>



<p>Em geral, quanto maior a quantidade de mucina envolvendo as células, melhores os prognósticos. Com isso, um estudo publicado no <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10549-007-9809-z" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Breast Cancer Research and Treatment </u></em></a>avaliou mais de 11 mil casos do tipo puro e <strong>mostrou que a sobrevida livre de doença em um período de cinco anos pode alcançar os 94%.</strong></p>



<p>Isso significa que mais de nove a cada dez mulheres não apresentam recidivas ou complicações nesse intervalo após o diagnóstico. Ou seja, tal indicador demonstra a possibilidade de obter sucesso com os tratamentos disponíveis, <strong>sobretudo quando o carcinoma coloide da mama recebe a abordagem apropriada precocemente</strong>.</p>



<p>Aproveite e entenda agora as características de um tumor filoide da mama,<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tumor-filoide-mama/"><u> outro tipo de alteração rara nessa região do corpo.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-coloide-mama/">Diagnóstico, tratamento e possíveis prognósticos de um carcinoma coloide de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-coloide-mama/">Diagnóstico, tratamento e possíveis prognósticos de um carcinoma coloide de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>O papel do autoexame de mama no acompanhamento da saúde da mulher</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-de-mama-prevencao-cancer/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=autoexame-de-mama-prevencao-cancer</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[biopsia]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[nódulo na mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O autoexame de mama pode ser uma iniciativa importante para o acompanhamento próximo de possíveis alterações nessa parte do corpo. Por isso, as mulheres de todas as idades devem saber como deve ser feito esse tipo de procedimento, mas sempre com a ciência de que ele não substitui outras medidas de rastreamento de um câncer de mama, como as mamografias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O autoexame de mama pode ser uma iniciativa importante para o acompanhamento próximo de possíveis alterações nessa parte do corpo.</p>



<p>Por isso, as mulheres de todas as idades devem saber como deve ser feito esse tipo de procedimento, mas sempre com a ciência de que ele não substitui outras medidas de rastreamento de um câncer de mama, como as mamografias periódicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O passo a passo do autoexame da mama</h2>



<p>Em resumo, o <strong>objetivo do autoexame é permitir que a condição geral da mama seja avaliada pela própria mulher,</strong> sobretudo para garantir que não há a presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u>sinais e sintomas</u></a> sugestivos de um tumor na mama. Entre os aspectos que devem ser motivo de atenção estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mudança na forma ou na aparência das mamas (ou apenas de uma só).</li>



<li>Alterações nos mamilos, por conta de secreções ou afundamento da pele da região (mamilo invertido).</li>



<li>Enrugamento na pele que recobre os seios.</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u>Nódulos</u></a> sob a pele ou aprofundados no tecido mamário ou na região da axila, em especial quando eles são duros ao toque.</li>



<li>Sensação de inchaço ou dor nas mamas.</li>



<li>Vermelhidão e percepção de calor na pele de uma ou ambas as mamas.</li>
</ul>



<p>Para alcançar tal objetivo, o <strong>processo do autoexame pode ser dividido em três momentos diferentes</strong>. Através de cada um deles é possível avaliar a mama e a região ao seu redor de maneiras distintas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Na frente do espelho</h3>



<p>Posicione-se em pé, na frente do espelho, com os braços esticados ao lado dos quadris. A partir disso, avalie se não há nenhuma <strong>alteração no formato, no tamanho ou na coloração das mamas</strong>.</p>



<p>Além disso, verifique se não há nenhuma mudança nos mamilos (como inversão, retração ou secreção) ou a presença de sinais de vermelhidão, descamação ou erupções na pele, além da presença de alguma área enrugada. Por fim, estique os braços para cima e avalie os mesmos aspectos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Na posição deitada</h3>



<p>Com o torso voltado para cima, o ideal nesse momento é examinar a mama esquerda usando a mão direita (e vice-versa). A posição ajuda a gravidade a espalhar o tecido da mama, tornando mais fácil a avaliação.</p>



<p>Com a ponta dos dedos, <strong>apalpe toda a área dos seios e da axila cuidadosamente em busca de sinais suspeitos.</strong> Para isso, pode ser necessário aplicar um pouco de pressão durante o processo. Os mamilos também podem ser examinados, principalmente para identificar se não há presença de fluidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Durante o banho de chuveiro</h3>



<p>Nessa hora, use novamente a ponta dos dedos para analisar toda a condição da mama, assim como as axilas, em busca das mesmas alterações já destacadas (como nódulos ou mudanças na pele e nos mamilos).</p>



<p>Os movimentos podem ser os mesmos feitos com o corpo deitado, mas <strong>a presença da água pode facilitar o deslizar das mãos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o autoexame de mama deve ser feito</h2>



<p>De maneira geral, <strong>mulheres de todas as idades podem fazer o autoexame da mama</strong>. Mas, por uma série de fatores, é esperado que as mamas tenham pequenas mudanças com o passar do tempo.</p>



<p>Elas podem ficar inchadas ou se tornarem mais sensíveis em determinados momentos do ciclo menstrual, por exemplo.</p>



<p>Dessa forma, para mulheres que ainda menstruam, pode ser indicado esperar até alguns dias depois do fim da menstruação para avaliar as mamas. Para aquelas já na menopausa, a referência para o intervalo adequado pode ser um dia específico do mês (dia 12, por exemplo), repetindo o exame sempre nessa data.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O momento de procurar ajuda especializada</h2>



<p>Acima de tudo, é fundamental manter a calma ao se deparar com um nódulo ou qualquer outra alteração na mama. Existem inúmeras explicações para isso e parte delas indica a presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/"><u>quadros benignos</u></a>. Muitas vezes eles se resolvem por conta própria.</p>



<p>No entanto, tal constatação não deve dispensar a necessidade de informar e<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/"><u> conversar com um médico sobre o assunto</u></a>. Tal orientação é relevante sobretudo quando o incômodo notado persiste por mais de dois ciclos menstruais ou parece piorar com o passar do tempo.</p>



<p>A partir de uma avaliação clínica cuidadosa, <strong>o profissional pode sugerir a realização de exames mais detalhados.</strong> Isso inclui recursos que captam imagens do tecido da mama (como mamografias, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/"><u>ultrassons </u></a>ou ressonâncias magnéticas) ou mesmo uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><u>biópsia.</u></a></p>



<p>Nesses casos, um pequeno fragmento da eventual lesão é removido e analisado em laboratório. Tal abordagem permite ao médico patologista determinar a natureza das células ali presentes, indicando se elas são malignas ou não.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/"><u>O que as microcalcificações na mamografia indicam</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Os benefícios e dúvidas sobre o autoexame de mama</h2>



<p>O autoexame da mama pode ser uma estratégia importante para agilizar o diagnóstico de um possível câncer de mama, principalmente quando combinado com o acompanhamento do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-transexuais/"><u>rastreamento</u></a> adequado.</p>



<p>No entanto, o autoexame como conhecemos hoje foi popularizado na década de 1950, em um período em que os mamógrafos modernos não existiam.</p>



<p>Portanto, com o passar dos anos, <strong>as evidências disponíveis passaram a indicar que a adoção do autoexame não faria tanta diferença nos diagnósticos e na redução da mortalidade</strong>. Pelo contrário: esse procedimento poderia trazer efeitos negativos, como o aumento de exames invasivos desnecessários e o incremento no estresse das pacientes.</p>



<p>Exemplo disso é uma <a href="https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD003373/full">revisão sobre o </a><a href="https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD003373/full">tema</a> que reuniu os dados de quase 400 mil mulheres chinesas e russas. Foram comparados os dados entre grupos que faziam o autoexame regularmente e aqueles que não receberam tal orientação. No fim, <strong>nenhuma diferença significativa foi constatada no número de óbitos por câncer de mama.</strong></p>



<p>Embora mais tumores tenham sido identificados nas mulheres russas, pacientes que faziam o autoexame de mama regular foram submetidas a duas vezes mais biópsias.</p>



<p>Desde então, a maioria dos órgãos competentes deixou de recomendar tal forma de cuidado, ressaltando principalmente que ele não substitui as mamografias regulares ou qualquer outra forma de avaliação clínica.</p>



<p>Assim sendo, a<a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/screening-tests-and-early-detection/american-cancer-society-recommendations-for-the-early-detection-of-breast-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Sociedade Norte-Americana do Câncer</u></a> aponta também que há poucas evidências de que o autoexame antecipe o diagnóstico em pacientes seguindo a orientação para a realização de mamografias regulares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os cuidados básicos com a saúde das mamas</h2>



<p>Isso, claro, não significa abandonar a atenção com a saúde das mamas. O procedimento periódico por conta própria pode ser mantido, <strong>mas a conscientização sobre essa região do corpo pode ser acompanhada também por meio de toques regulares</strong>, sem o emprego de uma técnica específica sempre que a mulher se sentir confortável ou notar algo diferente no corpo.</p>



<p>No mais, diante de qualquer dúvida sobre a necessidade do autoexame de mama e a melhor abordagem para manter o rastreamento adequado, <strong>converse com seu médico</strong>. Mulheres com<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u> risco maior de desenvolver a doenç</u></a>a podem precisar de acompanhamento mais próximo, por exemplo.</p>



<p>Os caroços na axila podem ser um achado comum, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/caroco-axila/"><u>então saiba quando eles devem ser vistos como uma preocupação.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-de-mama-prevencao-cancer/">O papel do autoexame de mama no acompanhamento da saúde da mulher</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-de-mama-prevencao-cancer/">O papel do autoexame de mama no acompanhamento da saúde da mulher</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saiba se existe hora certa para começar o rastreamento do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos pontos centrais das campanhas em torno do Outubro Rosa é a importância da detecção ágil de possíveis alterações malignas no tecido mamário. Nesse cenário, as iniciativas que buscam fortalecer o rastreamento do câncer de mama são fundamentais para garantir o acesso apropriado aos exames necessários para esse fim. O câncer de mama, não custa lembrar, é a principal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos pontos centrais das campanhas em torno do Outubro Rosa é a importância da detecção ágil de possíveis alterações malignas no tecido mamário. Nesse cenário, <strong>as iniciativas que buscam fortalecer o rastreamento do câncer de mama</strong> são fundamentais para garantir o acesso apropriado aos exames necessários para esse fim.</p>



<p>O câncer de mama, não custa lembrar, é a principal neoplasia entre as mulheres, atrás apenas dos tumores de pele não melanoma. Além disso, de acordo com o<a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/relatorio_dados-e-numeros-ca-mama-2023.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional do Câncer</u></a>, <strong>ele é a principal causa de mortalidade por câncer entre as pacientes do sexo feminino.</strong></p>



<p>No entanto, é natural que surjam dúvidas sobre quando e como fazer o acompanhamento adequado e que outros cuidados são importantes para proteger esse aspecto da saúde da mulher.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é e quais os objetivos do rastreamento</h2>



<p>Um câncer de mama é resultado da proliferação anormal de células do tecido mamário. Elas formam um nódulo, que no começo geralmente têm tamanho reduzido. <strong>À medida que a enfermidade avança, a doença pode progredir para outras estruturas da mama,</strong> bem como para o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/metastase-ossea/"><u> restante do corpo.</u></a></p>



<p>As opções de tratamento disponíveis podem combater essa formação indesejada. Todavia, as chances de sucesso variam bastante e o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u>estágio em que a doença foi identificada </u></a>influencia bastante nessa equação. Por isso que se fala tanto da importância de uma detecção precoce da doença.</p>



<p>Porém, na hora de discutir esse tipo de estratégia, é fundamental saber diferenciar duas abordagens: o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/"><u>diagnóstico</u></a> precoce e o rastreamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Diagnóstico precoce</h3>



<p>Imagine o seguinte cenário: uma mulher com mais de 50 anos nota uma mudança na pele da mama e, aparentemente, a presença de um nódulo palpável naquela região.</p>



<p>Em tal cenário, o ideal é que ela procure ajuda especializada. Com o apoio dos profissionais de saúde, poderão ser feitos exames (como uma mamografia e uma biópsia, por exemplo) para que se identifique a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/"><u>natureza da lesão</u></a> e haja confirmação ou não de um possível câncer de mama.</p>



<p>Quanto mais cedo isso se der, melhor. Em resumo, isso é o que engloba o diagnóstico precoce: pacientes com sinais e<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-inflamatorio/"><u> sintomas</u></a> suspeitos <strong>avaliados o quanto antes para entender o que está causando tais queixas.</strong> Depois disso, é feito o encaminhamento necessário.</p>



<p id="leia">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/"><u>Descubra qual a hora certa de procurar um mastologista</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Rastreamento</h3>



<p>No rastreamento, a dinâmica é diferente. Na prática, é aplicado um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/">exame específico</a> em um grupo determinado, mesmo que não haja qualquer suspeita de um câncer de mama. <strong>A mamografia, uma espécie de radiografia da mama, costuma ser o recurso mais utilizado.</strong></p>



<p>Dentro desse recorte da população, a maioria dos testes terá um resultado negativo para a presença de um tumor. Contudo, a pequena parcela em que uma alteração ainda silenciosa foi identificada pode se beneficiar bastante do resultado.</p>



<p>A partir disso, os profissionais e pacientes podem optar pelas melhores abordagens conforme cada caso. Isso pode envolver outras avaliações, acompanhamentos mais próximos ou até mesmo o início do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O momento ideal para o início das ações de rastreamento do câncer de mama</h2>



<p>Então, bastaria que todas as mulheres, de qualquer idade, fizessem avaliações frequentes para, da forma mais rápida possível, identificar possíveis casos de câncer de mama em estágios iniciais? Não é bem assim.</p>



<p>Do ponto de vista populacional, <strong>o momento certo para o início de iniciativas de rastreamento deve ser ponderado levando em conta os riscos e os benefícios de cada intervenção</strong>.</p>



<p>De um lado, exames demais, sobretudo em pacientes muito jovens (ou mesmo muito idosas), podem custar caro e aumentar o número de falsos-positivos. Isso acontece quando alguma alteração é supostamente encontrada e exige que outros procedimentos sejam feitos para uma melhor avaliação.</p>



<p>Nesse meio tempo, a paciente pode ser submetida a intervenções desnecessárias, que não acrescentam nada ao seu quadro clínico.</p>



<p>No sentido oposto, a ausência de solicitação de exames poderia deixar passar possíveis casos de câncer de mama em grupos com mais chance de desenvolver a doença. Desse modo, elas só procurariam ajuda mais tarde, quando houvesse sintomas. Como consequência, haveria um atraso no início do tratamento, aumentando a mortalidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As principais recomendações sobre o início do rastreamento</h2>



<p>No Brasil, as sociedades médicas e o Ministério de Saúde divergem sobre idade mínima para a realização das mamografias de rotina.</p>



<p>O <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-de-mama/acoes/deteccao-precoce" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a> <strong>sugere que elas sejam feitas a cada dois anos, dentro do intervalo entre os 50 e os 69 anos. </strong>Porém, isso exclui do rastreamento as mulheres entre 40 e 49 anos, que atualmente acumulam cerca de 30% dos casos de câncer de mama.</p>



<p>Por isso, diversas entidades médicas discordam dessa recomendação. A <a href="https://www.uspreventiveservicestaskforce.org/uspstf/recommendation/breast-cancer-screening#bcei-recommendation-title-area" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos</a>, em nova atualização sobre o tema, destaca os <strong>benefícios das mamografias na redução da mortalidade por câncer de mama dos 40 aos 74 anos. </strong>Assim, foi revertida a recomendação do início apenas aos 50 anos.</p>



<p>Nesse sentido, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) também indicam que a primeira mamografia deve ser feita aos <strong>40 anos, seguida depois de exames anuais.</strong></p>



<p>Tal decisão se baseia no acúmulo de evidências que apontam o número cada vez maior de casos de câncer antes dos 50 anos e como a detecção precoce ajuda na redução da mortalidade. Exemplo disso é um <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30398-3/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo feito com 160 mil mulheres no Reino Unido.</a></p>



<p>Desse total, o grupo que fez mamografias entre os 39 e os 48 anos apresentou uma <strong>redução de até 25% na mortalidade pelo câncer de mama,</strong> demonstrando uma queda substancial na ameaça provocada pela doença. Os dados foram publicados em setembro de 2020, na The Lancet Oncology.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E o autoexame?</h3>



<p>Quem tem mais idade certamente se lembra de como o autoexame das mamas já fez parte de forma significativa das campanhas contra a doença. Tal mensagem aparecia até mesmo em<a href="https://www.youtube.com/watch?v=hRiDKcSYZmQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> propagandas na TV.</u></a></p>



<p>Em resumo, tal procedimento consistia em uma série de movimentos e toques feitos de forma periódica pela própria mulher para identificar possíveis alterações ainda em estágios iniciais, com a posterior busca por suporte profissional.</p>



<p>No entanto, <strong>com o tempo percebeu-se que tal ação não oferecia benefícios significativos</strong>. Pelo contrário, em algumas circunstâncias, ela ocasionava um risco maior de intervenções desnecessárias.</p>



<p>Atualmente, o incentivo ao autoexame foi substituído pelo que os especialistas chamam de <em>breast awareness. </em>Em poucas palavras, <strong>tal conceito indica que as mulheres devem estar sempre atentas às condições das suas mamas, </strong>em busca de possíveis sinais que talvez exijam atenção específica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como saber o que é melhor para você</h2>



<p>Recomendações à parte, cada mulher pode receber orientação personalizada sobre como e quando iniciar o rastreamento do câncer de mama.</p>



<p>Inclusive, devido a uma série de características individuais, <strong>pode ser necessário antecipar os exames ou incluir novos procedimentos no esquema de acompanhamento</strong> (como as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u>ressonâncias magnéticas</u></a>, por exemplo). Entre os fatores que entram nesse cálculo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Risco maior de desenvolver um câncer de mama, de acordo com a identificação de fatores genéticos (como as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-cancer-mama/"><u>mutações nos genes BRCA)</u></a> ou histórico familiar.</li>



<li>Exposição à terapia com radiação no tórax antes dos 30 anos.</li>



<li>Parentes próximos com histórico de outros tipos de câncer, como nos ovários.</li>



<li>Alta densidade das mamas.</li>



<li>Alterações hormonais e fisiológicas que elevam a chance de câncer (como menarca precoce ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-e-amamentacao/"><u>nunca ter amamentado</u></a>).</li>



<li>Estilo de vida e manutenção de comportamentos associados a um maior risco de ter a doença (como tabagismo, excesso de peso ou abuso de álcool).</li>
</ul>



<p>Todos esses aspectos serão colocados na balança que mede o possível benefício do rastreamento do câncer de mama. Logo, <strong>médico e paciente terão à disposição mais informações sobre o que deve ser feito para garantir a estratégia mais adequada, segura e eficiente.</strong></p>



<p>Aproveite e entenda o que é e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u>como é feita uma avaliação de risco de câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/">Saiba se existe hora certa para começar o rastreamento do câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/">Saiba se existe hora certa para começar o rastreamento do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é e qual o objetivo do agulhamento na mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[agulhamento]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia da mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[nódulos]]></category>
		<category><![CDATA[ultrassom]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agulhamento na mama é importante para a cirurgia de nódulos ou lesões não palpáveis percebidos nos exames de imagem. Com as ações de rastreamento, é possível que a mulher se depare nos exames com lesões (inclusive possíveis tumores) que não são palpáveis. Ao mesmo tempo, muitos desses achados podem exigir uma cirurgia. Mas como conduzir a operação sem saber [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O agulhamento na mama é importante para a cirurgia de nódulos ou lesões não palpáveis percebidos nos exames de imagem.</em></p>



<p>Com as<a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-de-mama/acoes/deteccao-precoce" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> ações de rastreamento</u></a>, é possível que a mulher se depare nos exames com lesões (inclusive possíveis tumores) que não são <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/caroco-axila/"><u>palpáveis</u></a>. Ao mesmo tempo, muitos desses achados podem exigir uma cirurgia. <strong>Mas como conduzir a operação sem saber onde exatamente o nódulo está? É aí que o chamado agulhamento na mama pode ser necessário.</strong></p>



<p>Por meio desse procedimento, o <strong>cirurgião responsável pela remoção da lesão tem a informação precisa de onde ela está localizada, permitindo uma </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/"><u><strong>intervenção mais precisa e conservadora</strong></u></a>. Logo, além da remoção apropriada da alteração identificada na imagem, essa técnica possibilita um impacto menor sobre o tecido afetado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Em que condições o agulhamento na mama é recomendado?</h2>



<p><strong>A maioria dos quadros em que o agulhamento é necessário envolve formações que são pequenas demais ou quando os achados radiológicos se manifestam na forma de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/"><u><strong>microcalcificações.</strong></u></a></p>



<p>Nesses casos, fica muito difícil para o médico identificar a olho nu durante a cirurgia as alterações que precisam ser removidas. A partir disso, <strong>o agulhamento é uma técnica que permite “marcar” a posição que sofrerá a intervenção, tornando o procedimento mais assertivo.</strong></p>



<p>Vale ressaltar que o agulhamento não é utilizado apenas diante de um diagnóstico de câncer já confirmado. Situações em que há lesão suspeita, mas não há possibilidade de realização de uma biópsia, podem exigir que a paciente seja submetida a esse tipo de procedimento.</p>



<p>No mais, intervenções similares podem ser feitas com radiofármacos que sinalizam a posição do nódulo. Esse não é o caso aqui: os instrumentos utilizados são uma agulha e um fio, similar a um arame.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/"><u>Como funciona o BI-RADS. classificação utilizada em exames de imagem da mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Como o procedimento é feito e de que forma a paciente deve se preparar?</h2>



<p>O agulhamento normalmente é feito pelo médico radiologista ou mastologia. A localização da lesão acontece no mesmo dia ou no dia anterior à realização da cirurgia. Em todo caso, é importante seguir algumas orientações essenciais para a cirurgia. Portanto, pode ser que a paciente tenha que cumprir um período de jejum ou deixe de fumar e não consuma álcool horas antes da intervenção.</p>



<p>Apesar de anteceder a intervenção cirúrgica, o agulhamento não precisa ser conduzido já na sala de cirurgias. Além disso, <strong>os anestésicos utilizados são locais, aplicados após a limpeza da pele da mama com uma solução antisséptica. Com a exceção da pressão durante a inserção da agulha, a paciente geralmente não sente dor.</strong></p>



<p>Assim sendo, o médico utiliza um ultrassom ou uma mamografia para identificar a região da mama em que a alteração está localizada. Feito isso, o profissional decide por qual local ele fará a inserção da agulha para que ela atravesse o nódulo.</p>



<p><strong>Com imagem do ultrassom certificando que a transposição do nódulo se deu de forma correta, é possível remover a agulha, que deixa no lugar um fio metálico indicando a posição adequada para a remoção da lesão com a cirurgia</strong>. A seguir, mais uma vez, é necessário garantir com o exame de imagem se o fio permaneceu na localização desejada.</p>



<p>Todo o processo para inserção da marcação costuma durar entre 30 e 60 minutos. A <strong>paciente pode ficar até algumas horas com o fio marcando a localização, mas geralmente ela é logo encaminhada para a cirurgia.</strong> Diante de tudo isso, <strong>o agulhamento da mama é considerado um procedimento simples, que não exige grandes recursos, mas que amplia a segurança e a chance de sucesso da cirurgia.</strong></p>



<p><strong>Aproveite e saiba mais do</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/"><u><strong> uso dos exames de ultrassom na detecção de alterações nas mamas e nas axilas.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/agulhamento-mama/">O que é e qual o objetivo do agulhamento na mama?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/agulhamento-mama/">O que é e qual o objetivo do agulhamento na mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Ter a mama densa é perigoso? Entenda o que essa característica pode indicar para a saúde da mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 13:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mama densa]]></category>
		<category><![CDATA[BI-RADS®]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mama densa]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[tecido mamário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter uma mama densa é perigoso? Saiba como esse tipo de achado influencia no risco de uma mulher ter um câncer de mama ao longo da vida. Muitas mulheres se perguntam constantemente se ter a mama densa é perigoso. Isso leva em conta que, conforme recomendação que varia com a idade e o perfil de risco para desenvolver um câncer [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ter uma mama densa é perigoso? Saiba como esse tipo de achado influencia no risco de uma mulher ter um câncer de mama ao longo da vida.</em></p>



<p>Muitas mulheres se perguntam constantemente se ter a <strong>mama densa é perigoso.</strong> Isso leva em conta que, conforme recomendação que varia com a idade e o perfil de risco para desenvolver um câncer de mama<strong>, é recomendado que mulheres se submetam periodicamente a realização de uma mamografia.</strong> E, nesse processo, podem ser encontradas alterações na densidade do tecido mamário.</p>



<p>Assim sendo, a <strong>paciente precisa ser orientada sobre a forma como as mamas densas podem influenciar na chance de que ela desenvolva outras alterações benignas nessa região do corpo (como cistos, fibroses e </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/adenose-mama/"><u><strong>adenososes,</strong></u></a><strong> por exemplo) ou mesmo um câncer de mama</strong>. Assim, é possível implementar as medidas de acompanhamento adequadas para gerenciar tal risco.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal de contas, o que significa ter as mamas densas?</h2>



<p>De forma resumida, as mamas são compostas por tecido glandular (que compõem as glândulas responsáveis pela lactação), tecido fibroso conectivo (que sustenta e dá forma à mama) e gordura.</p>



<p>Assim, na prática, <strong>uma mama considerada densa é aquela que conta com uma alta proporção de tecido glandular e fibroso (também chamado de tecido fibroglandular) e pouca quantidade de gordura.</strong></p>



<p>Em geral, é comum que mulheres jovens tenham maior quantidade de tecido fibroglandular e menos gordura. No entanto, isso vai mudando com o passar da idade. Tal processo costuma ser acelerado pela gestação e pela amamentação, inclusive.</p>



<p>Dessa forma, nunca ter amamentado pode aumentar a chance de que a mulher tenha mamas densas ao envelhecer. Além disso, componentes genéticos e alterações hormonais (incluindo aquelas provocadas pelo uso de determinados medicamentos) interferem em tal característica.</p>



<p>Geralmente<strong>, a densidade das mamas é um aspecto avaliado em mamografias</strong>. No geral, é esperado que tecidos de alta densidade apareçam esbranquiçados nesse exame de imagem. Enquanto isso, os tecidos menos densos (como a gordura) aparecem escurecidos.</p>



<p>Dessa forma, a <strong>densidade das mamas é uma informação que aparece nos laudos dos exames conforme a categorização do sistema</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/"><u><strong> BI-RADS</strong></u></a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/"><u><strong>®</strong></u></a><strong>.</strong> Tal classificação adota as letras de A a D para indicar o quão densas são as mamas examinadas. <strong>Enquanto o A indica mamas muito pouco densas (ou seja, com muita gordura) o D aponta a presença de mamas extremamente densas. As letras B e C estão no meio do caminho entre esses extremos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando ter a mama densa é perigoso?</h2>



<p>Antes de tudo, <strong>é preciso ter em mente que, por si só, ter mamas densas não indica a presença de uma doença nos seios</strong>. Essa alteração <strong>pode aumentar a chance de desenvolver um câncer de mama ou atrapalhar a identificação de um tumor durante exames de rotina.</strong></p>



<p>Não se sabe ao certo ainda porque mamas densas favorecem o desenvolvimento de um câncer. Uma possível explicação para isso está no fato de que a maior presença de tecido glandular contribuiria para a chance de que o tumor apareça, já que é nessa área que eles surgem.</p>



<p>Além disso, há a <strong>hipótese de que a densidade maior aumente a frequência da divisão celular</strong>, elevando a chance de que erros na multiplicação das células desencadeiem a doença. No mais, mamas densas e câncer de mama compartilham alguns <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/"><u>fatores de risco</u></a> em comum (como histórico reprodutivo e hormonal), o que também pode explicar a conexão.</p>



<p>De todo modo<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u>, risco adicional à parte</u></a>, a alta densidade mamária pode tornar mais difícil notar a presença de uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/"><u>lesão maligna em uma mamografia.</u></a> Lembra que o tecido mais denso aparece esbranquiçado nas imagens? <strong>Esse aspecto característico pode dificultar bastante o trabalho de identificação de possíveis alterações, já que os tumores têm tonalidade similar nas capturas de imagem feitas com raios-x.</strong></p>



<p>Ou seja, o tumor pode se “esconder” em meio a massa branca registrada na mamografia por conta da alta densidade mamária. Isso leva ao que os médicos chamam de falso-negativo: <strong>não é constatada nenhuma alteração em um primeiro momento, mas ela está lá e pode ser identificada posteriormente, mas provavelmente em um estágio mais avançado.</strong></p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tomossintese-mamaria/">Como funciona uma tomossíntese mamária e quando esse exame deve ser feito?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Que tipo de cuidado é preciso considerar nesses casos?</h2>



<p>Diante disso, <strong>a densidade das mamas é uma informação importante para o sucesso de medidas de rastreamento contra um câncer de mama.</strong> Não por menos, autoridades regulatórias pelo mundo vem orientando <a href="https://www.fda.gov/news-events/press-announcements/fda-updates-mammography-regulations-require-reporting-breast-density-information-and-enhance" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>para que tal informação conste sempre nos laudos de mamografia e que as pacientes sejam notificadas sobre sua condição</u></a>. No Brasil não existem orientações do tipo, ainda.</p>



<p>Seja como for, mulheres com mamas densas devem conversar com seus médicos sobre o que isso indica na prática em seus casos. O <strong>câncer de mama é uma doença com risco multifatorial, então é preciso considerar de que forma outros aspectos individuais (como histórico familiar e hábitos ao longo da vida) impactam na chance de ter a doença</strong>.</p>



<p>A partir disso, o profissional pode orientar a paciente sobre a necessidade de realizar exames adicionais durante o rastreamento do câncer de mama. <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2793253" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>Tomossínteses,</strong></u></a><strong> ultrassonografias e </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u><strong>ressonâncias magnéticas </strong></u></a><strong>podem apresentar maior sensibilidade e facilitar a identificação de alterações mesmo em meio ao tecido denso.</strong> Em todo caso, é fundamental sempre pesar os benefícios e os riscos dessas intervenções ou mesmo considerar as dificuldades de acesso aos procedimentos.</p>



<p>Em suma, ter a mama densa é perigoso no sentido em que eleva a chance de ter um câncer de mama e interfere na capacidade de identificar alterações em estágios precoces com os métodos mais utilizados. Por isso, <strong>vale sempre discutir com os profissionais responsáveis pelo seu acompanhamento o que fazer se você carrega essa característica.</strong></p>



<p>Aproveite e entenda quais as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/"><u>diferenças das mamografias e dos ultrassons das mamas e veja as principais indicações para cada tipo de exame.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mama-densa-perigoso/">Ter a mama densa é perigoso? Entenda o que essa característica pode indicar para a saúde da mulher</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mama-densa-perigoso/">Ter a mama densa é perigoso? Entenda o que essa característica pode indicar para a saúde da mulher</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Tomossíntese mamária: como esse exame de imagem funciona e quando ele deve ser feito?</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tomossintese-mamaria/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tomossintese-mamaria</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 11:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia 3D]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento]]></category>
		<category><![CDATA[tomossíntese]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tomossíntese mamária, também chamada de mamografia 3D, pode ser uma ferramenta valiosa para aumentar a eficiência do rastreio do câncer de mama A tomossíntese mamária, nome dado ao procedimento também conhecido como mamografia 3D, é um recurso valioso no rastreamento e no diagnóstico de um tumor na mama. Em diferentes contextos, ela garante maior eficácia na identificação de alterações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A tomossíntese mamária, também chamada de mamografia 3D, pode ser uma ferramenta valiosa para aumentar a eficiência do rastreio do câncer de mama</em></p>



<p><strong>A tomossíntese mamária, nome dado ao procedimento também conhecido como mamografia 3D, é um recurso valioso no rastreamento e no diagnóstico de um tumor na mama</strong>. Em diferentes contextos, ela garante maior eficácia na identificação de alterações que de outra forma poderiam passar ocultas</p>



<p>Mas em que casos a mulher deve ser submetida a esse procedimento? Ele é sempre superior a uma mamografia convencional? Como se preparar para se realizar esse exame e quais os riscos? Essas e outras questões estão respondidas ao longo deste conteúdo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Como funciona uma tomossíntese mamária?</h2>



<p>Em certa medida, as tomossínteses são uma evolução das <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/">mamografias tradicionais</a>. Embora bastante utilizada, uma mamografia convencional conta com uma série de limitações, uma vez que capta apenas imagens bidimensionais.</p>



<p><strong>Já as tomossínteses são uma versão 3D da mamografia. Com a ajuda de sistemas computadorizados, elas conseguem combinar diversas imagens para formar uma reprodução tridimensional da mama, a partir de diversos ângulos.</strong> Dessa forma, o médico e o radiologista terão acesso a uma imagem com maior sensibilidade para identificar alterações que não seriam visíveis em uma mamografia normal.</p>



<p>Para isso, embora ambos os exames usem raios X, a forma de captar as imagens da mama é diferente. Na mamografia, os seios precisam ser posicionados e comprimidos sobre uma superfície plana. Em seguida, as imagens são capturadas por cima. Com a sobreposição do tecido, é possível que pequenas anormalidades fiquem escondidas e não sejam captadas no exame.</p>



<p>Na tomossíntese mamária, o risco de isso acontecer é menor: <strong>ainda que a compressão da mama seja necessária, o exame é feito em um equipamento que contém uma espécie de arco, que circunda a paciente e captura imagens por diferentes ângulos. A partir disso, um computador reúne essas imagens e reconstrói a mama em três dimensões.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Quando esse tipo de exame é indicado?</h2>



<p><strong>As tomossínteses mamárias podem ser empregadas tanto em procedimentos de rastreio (ou seja, quando a mulher ainda não apresenta </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/"><strong>sintomas</strong></a><strong>) quanto em avaliações diagnósticas (quando a mulher já tem algum sintoma, como um nódulo na mama, por exemplo).</strong></p>



<p>Nos rastreamentos, a tomossíntese pode oferecer vantagens principalmente para mulheres com as mamas densas. Ter essa condição não é anormal e é natural que mulheres mais velhas tenham maior predisposição a desenvolver essa característica anatômica.</p>



<p>Além de um possível risco maior de câncer de mama, mulheres com mamas densas submetidas a uma mamografia convencional podem receber interpretações equivocadas desses exames. <strong>Isso acontece porque a densidade da mama pode “esconder” um eventual tumor. Seja como for, mulheres que não têm as mamas densas também podem se beneficiar da maior eficácia de uma tomossíntese no rastreamento do câncer de mama.</strong></p>



<p><strong>No mais, como já mencionado, a paciente pode ser submetida a esse tipo de exame para a avaliação diagnóstica que complemente o resultado de uma mamografia ou diante de sintomas que mereçam uma investigação mais detalhada.</strong> Com isso, é possível utilizar esse recurso para avaliar a extensão das alterações identificadas e determinar a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biopsia-liquida/">necessidade ou não de uma biópsia</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Qual a preparação necessária e quais os riscos de uma tomossíntese mamária?</h2>



<p>Ainda que a tomossíntese mamária não seja um procedimento invasivo, alguns cuidados devem ser observados para garantir o sucesso do exame. Entre as principais orientações estão:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Não fazer o exame nos períodos em que as mamas tendem a ficar sensíveis (como na semana que antecede a menstruação, por exemplo);</li><li>Evitar aplicar desodorante ou talco na região das axilas no dia do exame;</li><li>Não usar jóias, adereços ou qualquer utensílio de metal;</li><li>Informar ao médico ou radiologista qualquer suspeita de gravidez;</li><li>Fornecer ao médico, se possível, mamografias anteriores;</li><li>Usar roupas confortáveis e que sejam fáceis de trocar.</li></ul>



<p>O exame é feito em cerca de 30 minutos. Uma vez finalizado, a paciente pode ir embora tranquilamente. É importante sempre consultar quando o laudo da avaliação ficará pronto e quando você poderá consultar seu médico para que ele avalie e explique o resultado.</p>



<p><strong>Os riscos de um exame do tipo são mínimos. As regulações sobre o nível de radiação emitida pelas máquinas são bastante rígidas, garantindo que a paciente não seja exposta desnecessariamente mesmo que tenha que ser submetida a essa mesma avaliação no futuro.</strong></p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/">Entenda como funciona o BI-RADS, sistema de classificação para exames de imagem da mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Como a tomossíntese mamária pode ajudar a melhorar o rastreio do câncer de mama?</h2>



<p>Ainda que tenha acesso restrito e as mamografias continuem sendo o exame mais utilizado pararastrear novos casos de câncer demama<strong>, cresce o número de evidências que as tomossínteses oferecem uma série de benefícios.</strong></p>



<p>No caso já citado das mulheres com mamas densas, <strong>o uso das imagens tridimensionais está associado a um menor risco de diagnósticos de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><strong>casos avançados de câncer de mama</strong></a>. Essas conclusões foram publicadas em 2022 em artigo no<a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2793253"> </a><a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2793253" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Journal of the American Medical Association.</u></em></a></p>



<p>Outro estudo, feito com pacientes de serviços de saúde norte-americanos, <strong>apontou que o rastreio com a tomossíntese se mostrou mais eficiente do que a mamografia convencional, detectando mais casos de câncer de mama.</strong> Os resultados foram publicados na<a href="https://pubs.rsna.org/doi/10.1148/radiol.221571"> </a><a href="https://pubs.rsna.org/doi/10.1148/radiol.221571" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>revista</u><em><u> Radiology,</u></em></a> já em 2023.</p>



<p>Contudo, embora a tomossíntese mamária ofereça uma série de vantagens, é preciso sempre ponderar sobre o acesso ao procedimento. <strong>No Brasil, a mamografia ainda acaba sendo a opção prioritária no rastreio do câncer de mama, uma vez que os custos tendem a ser menores.</strong> No mais, os médicos também devem estar preparados para solicitar de forma correta esses exames, assim como para interpretar as imagens captadas.</p>



<p>Veja agora como o ultrassom pode ser usado para a avaliação para alterações na<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/"> </a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/"><u>região da mama e da axilas.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tomossintese-mamaria/">Tomossíntese mamária: como esse exame de imagem funciona e quando ele deve ser feito?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tomossintese-mamaria/">Tomossíntese mamária: como esse exame de imagem funciona e quando ele deve ser feito?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Quando deve ser feita uma exérese de nódulo da mama e quais os cuidados básicos para a recuperação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 13:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[exames]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exérese de nódulo da mama é um procedimento conservador, que garante a manutenção da aparência e funcionalidade dos seios A exérese de nódulo da mama, também conhecida como nodulectomia, é um procedimento cirúrgico conduzido para remover nódulos benignos encontrados no tecido mamário. Essa intervenção não exige a retirada de toda a mama, fazendo dela uma opção mais conservadora. Contudo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A exérese de nódulo da mama é um procedimento conservador, que garante a manutenção da aparência e funcionalidade dos seios</em></p>



<p><strong>A exérese de nódulo da mama, também conhecida como nodulectomia, é um procedimento cirúrgico conduzido para remover nódulos benignos encontrados no tecido mamário.</strong> Essa intervenção não exige a retirada de toda a mama, fazendo dela uma opção mais conservadora.</p>



<p>Contudo, para garantir a eficiência da cirurgia, é fundamental que sua indicação seja feita mediante uma análise cuidadosa do médico mastologista. Além disso, após o procedimento, a paciente deve seguir algumas recomendações para garantir uma recuperação satisfatória.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Em que circunstâncias a exérese do nódulo da mama é indicada?</h2>



<p><strong>O objetivo de uma exérese na mama é remover </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><strong>nódulos</strong></a><strong> com o menor impacto possível sobre o tecido da região, seja do ponto de vista funcional, seja do ponto de vista estético. </strong>Isso não acontece, por exemplo, quando a mulher precisa passar por uma mastectomia radical nos casos de câncer.</p>



<p>Para obter sucesso na exérese, o cirurgião <strong>deve localizar com precisão a posição do nódulo</strong>. Em muitos casos, não é possível fazer isso apenas pelo exame físico. Não é raro, por exemplo, que o nódulo apareça nos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u>exames de imagem</u></a> mas não seja palpável.</p>



<p>Nessas situações, um procedimento feito utilizando uma pequena agulha pode ser utilizado, garantindo a confirmação da área ocupada pelo nódulo. Isso também permite assegurar a viabilidade da exérese. Geralmente, tal procedimento é feito com anestesia local em ambiente ambulatorial, algumas horas ou dias antes da cirurgia em si.</p>



<p>Entretanto, <strong>nem todo nódulo benigno precisa ser removido</strong>. Isso só acontece quando eles geram dor, deformam a mama ou causam algum tipo de desconforto. É o que acontece, por exemplo, com muitos fibroadenomas, um tipo de formação benigna relativamente comum entre mulheres, conforme explica a <a href="https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/186-fibroadenoma" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia</a>.</p>



<p><strong>Normalmente, eles são retirados </strong><strong>cirurgicamente</strong><strong> quando há dúvida no diagnóstico, </strong><strong>em nódulos com crescimento progressivo que tenham entre 3 e 5 centímetros e estejam associados a desconforto local</strong><strong> ou nos casos já mencionados de alteração anatômica da mama.</strong></p>



<p id="leiamais">Para saber mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/">O que é um fibroadenoma, quais os sintomas e como é feito o tratamento?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como o procedimento é realizado?</h2>



<p>O procedimento de exérese do nódulo da mama é feito mediante uma <strong>incisão que pode ser feita tanto na borda da aréola ou na região sobre o nódulo.</strong> Embora essa segunda opção seja mais simples, ela tende a deixar uma cicatriz mais aparente.</p>



<p>As incisões próximas às aréolas permitem que o nódulo seja acessado por meio da abertura de um “túnel” por debaixo da pele até alcançar a massa a ser removida. Os vasos sanguíneos da região têm o fluxo sanguíneo interrompido para evitar hemorragias. A incisão é fechada com pontos após a remoção do nódulo.</p>



<p>A exérese de nódulo da mama <strong>pode ser feita tanto com anestesia local ou geral</strong>. Isso dependerá da posição da massa a ser removida. Por isso, na presença de mais de um nódulo ou quando a formação é muito volumosa, a opção pela anestesia geral passa a ser considerada.</p>



<p><em><strong>Leia também: </strong></em><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-proteses-mamarias/"><em><u><strong>Saiba mais sobre os diferentes tipos de prótese mamária</strong></u></em></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como garantir uma boa recuperação de uma exérese do nódulo da mama?</h2>



<p>No pré-operatório, a paciente é orientada sobre o período necessário de manutenção de jejum. Ela também deverá informar os medicamentos utilizados e receberá recomendação para suspender o uso daqueles que possam prejudicar a coagulação sanguínea. <strong>Cuidados adicionais podem variar de caso a caso, então é fundamental tirar todas as dúvidas com o cirurgião</strong>.</p>



<p>Quase sempre o procedimento cirúrgico necessário para a remoção de um nódulo é feito sem complicações. Os problemas mais comuns envolvem abertura da cicatriz, infecções no local da incisão e hematomas. Além disso, é preciso considerar os riscos atrelados ao uso da anestesia.</p>



<p>Finalizado o procedimento, o período de observação varia de acordo com a extensão da área operada. Assim, pode ser que seja necessário passar um ou dois dias em internação. Após a cirurgia, é comum sentir dores no local, acompanhado de sinais de inchaço. Por isso, o médico pode prescrever um analgésico para aliviar o desconforto.</p>



<p>Nos primeiros dias pós-cirurgia, é essencial tomar cuidado com os movimentos realizados, evitando esforços exagerados. Outra recomendação envolve usar um sutiã confortável, capaz de fornecer sustentação adequada para as mamas. Com esse intuito, sutiãs cirúrgicos ou modelos esportivos costumam ser mais apropriados.</p>



<p id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamoplastia-redutora-e-mastopexia-quando-sao-indicada/">Quando mamoplastias redutoras e mastopexias são indicadas?</a></p>



<p><strong>Em suma, a exérese de nódulo da mama tende a transcorrer de forma tranquila antes, durante e depois do procedimento.</strong> Dessa forma, médicos e pacientes contam com uma alternativa menos invasiva para remoção de um nódulo, garantindo a manutenção da aparência e funcionalidade das mamas.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exerese-nodulo-mama/">Quando deve ser feita uma exérese de nódulo da mama e quais os cuidados básicos para a recuperação?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exerese-nodulo-mama/">Quando deve ser feita uma exérese de nódulo da mama e quais os cuidados básicos para a recuperação?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>O que você precisa saber sobre os sinais e sintomas do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 19:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[exames]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecer os sintomas do câncer de mama torna mais provável identificar casos da doença em estágios iniciais, ampliando a chance de sucesso do tratamento O câncer de mama é o tipo de neoplasia mais comum entre as mulheres brasileiras. Foram diagnosticados mais de 73 mil novos casos em 2022, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer. Isso representa mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conhecer os sintomas do câncer de mama torna mais provável identificar casos da doença em estágios iniciais, ampliando a chance de sucesso do tratamento</em></p>



<p>O câncer de mama é o tipo de neoplasia mais comum entre as mulheres brasileiras. Foram diagnosticados mais de 73 mil novos casos em 2022, de acordo com o <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer</u></a>. Isso representa mais de 30% do total de todos os tipos de câncer identificados entre mulheres, no ano. <strong>Logo, diante da alta incidência, é importante saber reconhecer os sintomas do câncer de mama.</strong></p>



<p>Embora nem sempre isso seja possível, vários sinais e sintomas podem servir de alerta para que a mulher procure ajuda médica. Do mesmo modo que outros tipos de tumor, o câncer na mama se beneficia consideravelmente de um diagnóstico precoce, elevando a chance de desfechos positivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Os sintomas do câncer de mama mais comuns</h2>



<p><strong>Em um primeiro momento, é importante ressaltar que nem todo câncer de mama gera sinal ou sintoma perceptível. Além disso, cada paciente pode sofrer com manifestações próprias, que variam caso a caso.</strong> No mais, muitos indicativos do problema podem surgir à medida que a doença progride e alcança estágios mais avançados.</p>



<p><strong>Em geral, o sintoma de câncer de mama mais frequente é um nódulo ou massa palpável na região das mamas ou axilas.</strong> Esse tipo de formação que pode indicar a presença de um tumor costuma ser indolor e rígida, além de conter bordas irregulares, embora isso não seja uma regra. Formações malignas também podem gerar algum tipo de dor ou serem regulares e macias. Ademais, é preciso mencionar que <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-doenca-paget/"><u>uma série de condições de saúde</u></a> podem provocar o aparecimento de nódulos nas mamas.</p>



<p>Adicionalmente, um câncer de mama também pode fazer com que a mulher perceba outros sinais e sintomas. Eles geram alterações no corpo, em especial na região das mamas. Entre os mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>inchaço das mamas ou axilas, mesmo quando nenhum nódulo é percebido;</li><li>algum tipo de dor nas mamas ou mamilo;</li><li>mamilo retraído ou invertido;</li><li>alterações na pele da mama ou mamilo, tornando-a enrugada (com aspecto de casca de laranja). É possível também que surjam irritações, ressecamento ou descamação;</li><li>secreções no mamilo, incluindo sangue;</li><li>modificações na forma ou no tamanho da mama.</li></ul>



<p>Cabe ressaltar que com o passar da idade ou durante determinados eventos da vida de uma mulher (como a amamentação, por exemplo) as mamas sofrem com alterações naturais, inclusive no que diz respeito à aparência, formato, tamanho ou textura da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/"><u>pele</u></a>. Sob o mesmo ponto de vista, é essencial considerar que cada mulher conta com <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/seios-tamanhos-diferentes/"><u>características físicas únicas, inclusive em relação aos seios.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que fazer diante de alteração nas mamas</h2>



<p>Se deparar com uma alteração na mama pode gerar ansiedade, diante da suspeita de um câncer de mama. <strong>Dessa forma, nessa situação, diante de qualquer anormalidade identificada, o ideal é procurar suporte médico.</strong></p>



<p>Em geral, uma primeira avaliação pode ser feita por um clínico geral e diante de qualquer queixa mamária, por um mastologista. A partir disso, após um exame clínico inicial, ele pode solicitar investigações adicionais. Eventualmente, ele também pode encaminhar a paciente para um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/"><u>mastologista</u></a>. Esse profissional por sua vez, pode solicitar uma mamografia e, mais raramente, uma ressonância magnética. Exames de imagem são capazes de identificar nódulos em estágios bastante iniciais, inclusive aqueles assintomáticos.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">Ressonância magnética das mamas: como é este exame e quando é necessário fazer?</a></p>



<p>Nos casos em que o exame de imagem sugerir a presença de um tumor suspeito, a paciente é submetida a uma biópsia das mamas. Para isso, uma pequena amostra de tecido da região afetada é retirada. Assim, o material é analisado em laboratório, o que permite ao médico patologista determinar se as células que compõem aquele tecido são ou não cancerígenas.</p>



<p><strong>Independentemente de qualquer sintoma, visita ao médico ou exame, toda mulher deve ser incentivada a reforçar a consciência a respeito das próprias mamas.</strong> Isso envolve apalpar, tocar e checar visualmente as condições da mama sem que para isso seja necessário utilizar alguma técnica específica. Esse cuidado não substitui ações de rastreamento, como a mamografia. Elas devem ser feitas conforme avaliação médica, mediante ponderação de uma série de fatores.</p>



<p>Nenhum sintoma do câncer de mama avaliado de forma isolada é o suficiente para confirmar ou excluir uma hipótese de diagnóstico<strong>. Seja como for, algumas das manifestações mais comuns podem servir de alerta, o que reforça a importância da conscientização em torno da saúde das mamas.</strong></p>



<p><strong>Para entender melhor os sinais presentes em um exame de imagem, veja o que podem indicar as </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/"><u><strong>microcalcificações na mamografia.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/">O que você precisa saber sobre os sinais e sintomas do câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/">O que você precisa saber sobre os sinais e sintomas do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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