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	<title>mastite - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>mastite - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Veja quais são as principais causas da dor ao amamentar e confira 5 dicas para prevenir o desconforto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[mamas]]></category>
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		<category><![CDATA[mastite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora seja fundamental por diferentes motivos (que vão além da nutrição da criança e passam pelo estabelecimento de laços entre mãe e filho e a autoestima da mulher), o aleitamento materno costuma gerar uma série de preocupações, inclusive quando a lactante nota algum tipo de dor ao amamentar. Ainda que muitas vezes tal tipo de desconforto seja naturalizado ou ignorado, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora seja fundamental por diferentes motivos (que vão além da<a href="https://www.paho.org/pt/noticias/1-8-2018-aleitamento-materno-nos-primeiros-anos-vida-salvaria-mais-820-mil-criancas" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> nutrição da criança</u></a> e passam pelo estabelecimento de laços entre mãe e filho e a autoestima da mulher), o aleitamento materno costuma gerar uma série de preocupações, inclusive quando a lactante nota <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dor-no-seio/"><u>algum tipo de dor </u></a>ao amamentar.</p>



<p>Ainda que muitas vezes tal tipo de desconforto seja naturalizado ou ignorado, vale sempre reforçar que sentir dor durante a lactação não é normal. <strong>Em muitos casos, cuidados com o posicionamento do bebê costumam resolver a situação. Por outro lado, condições mais graves podem exigir ajuda especializada.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Que problemas costumam estar por trás da dor ao amamentar?</h2>



<p>As causas para a dor ao amamentar são várias e muitas vezes vão além do período inicial da lactação, no qual dores e sensibilidade costumam ser mais frequentes. Por isso, vale entender melhor alguns dos motivos mais frequentes que explicam esse tipo de sintoma.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Sensibilidade mamilar</h3>



<p>É comum nos primeiros dias de amamentação. A mulher percebe que os <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamilo-invertido/"><u>mamilos </u></a>estão mais sensíveis, ainda mais por se tratar de um período em que as mamas ficam inchadas. Essa sensação pode ser desconfortável, principalmente quando o bebê começa a sugar o leite, mas tende a desaparecer com o tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Fissuras</h3>



<p>Surgem principalmente por conta do posicionamento (a chamada “pega”) inadequado do bebê, causando pequenas lesões nos mamilos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Ingurgitamento mamário</h3>



<p>Problema também conhecido como “empedramento”. Ele aparece por conta do excesso do leite acumulado nas mamas, fazendo com que o líquido se torne espesso e difícil de ser eliminado. Além da dor, podem aparecer sinais como vermelhidão e inchaço nas mamas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Anquiloglossia da criança</h3>



<p>Nesses casos, a chamada “língua presa” do bebê interfere na sua habilidade de sucção, dificultando o esvaziamento adequado da mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Dermatite de aréola</h3>



<p>Pode ser causada por diversos fatores (como produtos de higiene e tecidos, por exemplo). Ela torna a área do mamilo mais sensível, fazendo com que a sucção do bebê provoque dor.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Obstrução do ducto mamário</h3>



<p>Em que não há esvaziamento completo dos canais que levam o leite da mama ao mamilo. Isso pode gerar dor, inchaço e até mesmo a presença de um nódulo na região afetada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Candidíase mamária</h3>



<p>Nome da infecção causada por um fungo geralmente presente na boca do bebê e que se aproveita de pequenas lesões no mamilo para se disseminar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. Mastite</h3>



<p>Quadro inflamatório comum entre lactantes associado à obstrução prolongada dos ductos mamários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com esse tipo de desconforto durante a amamentação?</h2>



<p>Confira agora algumas recomendações para evitar a dor ao amamentar e prevenir complicações por consequência de problemas comuns na amamentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Garanta uma pega adequada durante a amamentação</h3>



<p>A boca da criança deve se encaixar adequadamente em torno do mamilo e da aréola e o seu corpo deve estar voltado adequadamente para a direção da mãe. Mulheres com o primeiro filho podem ter um pouco mais de dificuldade em encontrar a postura adequada, mas devem receber orientação para isso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Mantenha uma amamentação em regime de livre demanda</h3>



<p>Ou seja, permitindo que o bebê mame sempre que quiser. Isso contribui para o esvaziamento adequado das mamas. Se não for possível amamentar com tanta frequência, pode ser necessário ordenhar o excesso de leite.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Utilize sutiãs confortáveis</h3>



<p>Eles não podem apertar as mamas e devem ser feitos de preferencialmente de algodão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Tenha atenção também para manter os mamilos sempre secos, inclusive depois das mamadas</h3>



<p>Se possível, exponha as mamas ao ar livre ou a luz do Sol por alguns minutos todos os dias. Mulheres que usam absorventes nos seios devem substituí-los constantemente para evitar que eles fiquem úmidos. Além disso, lave as mãos antes de tocar os mamilos e evite produtos de higiene ou cosméticos que possam irritar a pele.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Alterne as mamadas entre as mamas</h3>



<p>Isso ajuda a aliviar a pressão e reduzir o desconforto provocado pela dor.</p>



<p>O ideal é não interromper a amamentação, mesmo com mamilos doloridos. <strong>No entanto, é essencial observar alguns sinais de que os problemas estão piorando. Entre alguns deles estão </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/"><u><strong>traços de sangue ou pus no leite</strong></u></a>. Entre outras coisas, isso pode sugerir que um abscesso se formou, como consequência de uma mastite, por exemplo.</p>



<p id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">Entenda melhor quais os sinais e sintomas de um quadro de mastite</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer quando a dor ao amamentar não vai embora?</h2>



<p>Quando o problema não se resolve por conta própria ou parece piorar (como mencionado acima), é indispensável procurar ajuda médica. <strong>Dessa forma, o profissional pode avaliar a condição e entender melhor o que está causando o incômodo durante a amamentação.</strong></p>



<p>Além de medidas adicionais de cuidado durante o aleitamento, ele pode prescrever o uso de medicamentos para combater os sintomas e a causa por trás do problema (o que inclui o uso de antibióticos, antifúngicos e anti-inflamatórios). O ideal é não se automedicar, já que alguns fármacos são contraindicados para lactantes.</p>



<p>No mais, é possível também avaliar a necessidade de determinados procedimentos para resolver a questão (<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-um-abscesso-na-mama-se-forma-e-qual-e-o-tratamento-para-esse-problema/"><u>em caso de abscessos</u></a>, pode ser necessário drená-los com o uso de uma agulha, por exemplo).</p>



<p><strong>Em suma, a dor ao amamentar pode atrapalhar a alimentação do bebê, mas não deve ser vista como um impeditivo absoluto para isso.</strong> Com os devidos cuidados e a orientação adequada, as mães que sofrem com esse desconforto podem superá-lo e assim garantir mais tranquilidade na hora de alimentar seus filhos.</p>



<p>Aproveite e saiba mais sobre diferentes secreções que podem sair pelos mamilos femininos, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sangramento-mama/"><u>mesmo que quando as mulheres estejam no período de lactação.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dor-amamentar/">Veja quais são as principais causas da dor ao amamentar e confira 5 dicas para prevenir o desconforto</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dor-amamentar/">Veja quais são as principais causas da dor ao amamentar e confira 5 dicas para prevenir o desconforto</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como um abscesso na mama se forma e qual é o tratamento para esse problema?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 20:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[abscesso]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma inflamatório]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[lactação]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O abscesso na mama é uma condição que atinge com maior frequência lactantes, mas que pode afetar mulheres em todas as fases da vida. Um abscesso na mama é uma condição que pode atingir mulheres em todas as fases da vida, mas é mais comum entre aquelas que estão amamentando seus filhos. De todo modo, na maior parte dos casos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O abscesso na mama é uma condição que atinge com maior frequência lactantes, mas que pode afetar mulheres em todas as fases da vida.</em></p>



<p>Um abscesso na mama é uma condição que pode atingir mulheres em todas as fases da vida, mas é mais comum entre aquelas que estão amamentando seus filhos. De todo modo, <strong>na maior parte dos casos, essa é uma alteração benigna, e se resolve com o devido tratamento.</strong></p>



<p>Ainda assim, algumas pacientes com esse problema podem precisar de uma investigação mais detalhada, sobretudo quando o abscesso não regride com o tratamento. Isso pode sugerir a evolução de doença mais complexa associada a alterações autoimunes, quadros infecciosos mais raros (de tuberculose, por exemplo) ou até a presença de um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-inflamatorio/">câncer de mama inflamatório</a>. Embora não tão comum, esse tipo neoplasia é altamente invasivo, tornando a intervenção precoce ainda mais importante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As principais causas para a formação de um abscesso na mama</h2>



<p>Um abscesso é um acúmulo de pus que se forma como resultado de uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/infeccao-mamaria/"><u>infecção</u></a> e que pode atingir qualquer parte do corpo, incluindo o tecido das mamas. <strong>Os abscessos na mama podem ser divididos entre aqueles que atingem as mulheres lactantes e as não lactantes.</strong></p>



<p>Entre as lactantes, <strong>o leite estagnado no ducto mamário ou rachaduras nos mamilos podem desencadear o processo inflamatório característico, por meio do contato com microrganismos presentes na própria pele ou na saliva do bebê</strong>. Isso pode gerar um quadro de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/"><u>mastite</u></a>, que em alguns casos evolui até a formação do acúmulo de pus que caracteriza o abscesso.</p>



<p>Já os abscessos em <strong>mulheres não lactantes podem estar associados a problemas de pele, quadros de diabetes ou mesmo por traumas que atingem a região e provoquem lesões</strong>, permitindo a entrada dos microrganismos que vão causar a infecção. Além disso, mulheres que fumam ou que utilizam piercings nos mamilos também têm um risco maior de desenvolver o problema de forma recorrente.</p>



<p>De todo modo, os abscessos podem ser classificados como areolares, quando atingem uma área próxima ou logo atrás da aréola (a região em volta do mamilo, que tem a pele mais pigmentada), ou periféricas, afetando regiões mais distantes dessa parte da mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os sintomas e o tratamento de um abscesso na mama</h2>



<p>Na maioria dos casos, a mulher com um abscesso na mama vai perceber sintomas como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dor;</li>
<li>Vermelhidão e sensação de calor na área afetada;</li>
<li>Inchaço;</li>
<li>Secreção pelo mamilo, geralmente amarela, marrom ou esverdeada, por conta do acúmulo de pus;</li>
<li>Febre e calafrios;</li>
<li>Náuseas e vômitos.</li>
</ul>



<p><strong>O diagnóstico de um abscesso pode ser feito por meio de um exame físico conduzido pelo médico. </strong>Além disso<strong>, ele pode recorrer a um ultrassom para avaliar o tamanho do acúmulo de pus</strong>. Seja como for, talvez seja necessário drenar o abscesso. Isso é feito com o uso de agulhas ou pequenas incisões na região afetada, permitindo que o líquido acumulado seja aspirado. Em determinados casos pode ser preciso optar por uma cirurgia de maior extensão.</p>



<p>Além disso, <strong>o profissional responsável pelo acompanhamento prescreverá medicações para controlar a dor e a infecção, além de fornecer outras orientações sobre o processo de recuperação.</strong> No mais, mulheres que ainda estão amamentando podem receber recomendações específicas sobre o que fazer nesse período com relação a alimentação do bebê.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-doenca-paget/"><u>O que é doença de Paget? Saiba mais sobre como esse problema afeta a saúde das mamas</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando esse problema pode indicar algo mais grave</h2>



<p>Embora haja quadros em que os abscessos são recorrentes, <strong>na maior parte dos casos o problema costuma ser resolvido com a drenagem do pus e o uso dos medicamentos adequados</strong>. Ainda assim, vale entender quando esse tipo de alteração pode indicar algo mais grave.</p>



<p><strong>Os carcinomas inflamatórios, por exemplo, têm </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u><strong>sinais e sintomas</strong></u></a><strong> que se confundem com episódios de mastite e da evolução de um abscesso na mama.</strong> Esse tipo de tumor responde por entre<a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/about/types-of-breast-cancer/inflammatory-breast-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> 1% e 5% de todos os casos de câncer de mama</u></a>.</p>



<p>Nesse quadro, a mulher pode experimentar dor, inchaço, vermelhidão e modificações na textura da pele, inversão do mamilo e a presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sangramento-mama/"><u>secreções na área</u></a>, entre outras alterações. <strong>Por outro lado, nem sempre há uma massa palpável na mama, normalmente a principal característica de um câncer de mama.</strong></p>



<p>Dessa forma, nos casos em que os sintomas provocados pela mastite ou pelo abscesso não regrediram com o tratamento prescrito, <strong>o médico deve investigar se o problema pode ser explicado por outras causas, incluindo um câncer de mama</strong>. Isso pode exigir a realização de uma biópsia, em que uma pequena amostra do tecido da mama é coletada e enviada para análise laboratorial.</p>



<p>Por isso, se você foi diagnosticada com mastite ou com um abscesso na mama, mas os sintomas persistem mesmo com o tratamento indicado, é importante procurar ajuda profissional novamente para que uma avaliação mais detalhada seja feita.</p>



<p><strong>Veja também que outros problemas de saúde a</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/"><u><strong> presença de pus na mama pode indicar e o que observar quando isso acontece.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-um-abscesso-na-mama-se-forma-e-qual-e-o-tratamento-para-esse-problema/">Como um abscesso na mama se forma e qual é o tratamento para esse problema?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-um-abscesso-na-mama-se-forma-e-qual-e-o-tratamento-para-esse-problema/">Como um abscesso na mama se forma e qual é o tratamento para esse problema?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Infecção mamária: o que é, quais são os sintomas e como tratar?</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/infeccao-mamaria/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=infeccao-mamaria</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 11:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[abscesso mamário.]]></category>
		<category><![CDATA[infecção mamária]]></category>
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		<category><![CDATA[lactação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma infecção mamária tem diferentes causas e pode atingir mulheres de todas as idades, mas é mais comum naquelas que estão amamentando Embora o câncer de mama seja o problema que mais causa preocupação, uma série de outras condições podem afetar a saúde das mamas. Um exemplo são os quadros de infecção mamária, que podem atingir mulheres de todas as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma infecção mamária tem diferentes causas e pode atingir mulheres de todas as idades,</em></p>



<p><em>mas é mais comum naquelas que estão amamentando</em></p>



<p>Embora o câncer de mama seja o problema que mais causa preocupação, uma série de outras condições podem afetar a saúde das mamas. <strong>Um exemplo são os quadros de infecção mamária, que podem atingir mulheres de todas as idades.</strong></p>



<p>Sem o acompanhamento adequado, infecções mamárias podem gerar <strong>dor e incômodos em graus variados de intensidade</strong>, comprometendo o bem-estar da paciente. Felizmente, esse problema pode ser evitado e tratado. Dessa forma, vale conhecer os principais aspectos a respeito desse tipo de problema.</p>



<p>&#8211;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é uma infecção mamária?</h2>



<p><strong>As infecções mamárias são manifestações atreladas ao desenvolvimento das chamadas </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/"><strong>mastites</strong></a><strong>.</strong> Esse quadro, por sua vez, se caracteriza pela existência de uma inflamação no tecido da mama, acompanhada ou não por uma infecção. Embora atinja mulheres em todas as fases da vida, <strong>é mais comum entre aquelas que estão amamentando.</strong></p>



<p>Além disso, a despeito de serem benignas, <strong>essas inflamações costumam ser o problema mais comum na saúde das mamas de mulheres lactantes. </strong>É normal ainda que o risco de desenvolver o problema seja maior nas primeiras semanas de amamentação e caia com o passar do tempo. Seja como for, sem o cuidado adequado, o quadro pode evoluir para um abscesso mamário, a complicação mais comum dessa situação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as principais causas de infecção mamária?</h2>



<p><strong>A partir disso, as mastites podem ser classificadas como lactacionais ou não-lactacionais. </strong>O primeiro grupo, como o nome indica, está vinculado à amamentação. Não é raro que mulheres lactantes desenvolvam fissuras na mama. Com isso, microrganismos têm uma via aberta para o corpo da mulher e se disseminam rapidamente diante do ambiente favorável. Em geral, esses microrganismos (em especial bactérias ou fungos) são provenientes da boca do bebê.</p>



<p>Outra causa frequente do problema em mulheres amamentando é o bloqueio de um ducto mamário. Isso acontece principalmente quando o canal que o leite atravessa não é completamente esvaziado entre uma mamada e outra. Desse modo, o resto do leite pode se acumular, entupir o ducto e gerar uma inflamação acompanhada de infecção.</p>



<p><strong>Já as inflamações não-lactacionais estão associadas a uma série de outras condições, como traumas e lesões prévias, dermatites ou ainda processos inflamatórios crônicos.</strong> Muitos deles ainda não foram completamente esclarecidos. Entre as manifestações mais comuns desse tipo de problema estão a ectasia ductal e o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/">abscesso areolar crônico.</a></p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/">Nódulos na mama: o que podem indicar e quando são preocupantes?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os sintomas desse problema?</h2>



<p>Uma infecção mamária pode ter como sintomas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Inchaço na mama;</li>
<li>Dor;</li>
<li>Febre;</li>
<li>Sensação de calor, vermelhidão e alteração na textura da pele da mama;</li>
<li>Nas mulheres lactantes, pode haver redução do fluxo de leite;</li>
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/">Secreção pelo mamilo;</a></li>
<li>Em alguns casos, podem ser notados sinais de fadiga e sinais similares a de uma gripe;</li>
<li>Inchaço dos linfonodos na região da axila.</li>
</ol>



<p>Nos casos em que um abscesso se forma, a mulher pode notar uma massa próxima ao mamilo atingido. Ela é formada pelo acúmulo de pus gerado pela infecção. Entretanto, quando o abscesso se forma no interior da mama, nem sempre é possível senti-lo apalpando a mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o diagnóstico?</h2>



<p>Na maioria dos casos, <strong>o diagnóstico de uma infecção mamária é feito por meio de avaliação clínica.</strong> Na presença de um abscesso, pode ser feito uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/"><u> ultrassonografia</u></a> para avaliar a sua extensão. Ademais, uma investigação mais cuidadosa deve ser feita em caso de recidivas, infecções crônicas, ou diante de falha no tratamento. Para isso, o médico pode solicitar exames laboratoriais, com amostras de sangue ou do tecido infectado.</p>



<p>Com o propósito de afastar a possibilidade de uma neoplasia na mama, em casos raros, uma avaliação diagnóstica diferencial pode ser conduzida. Isso leva em conta o fato de que alguns tipos de câncer de mama têm natureza inflamatória e podem apresentar sintomas similares. Em síntese, parece não haver relação entre episódios de inflamação e infecção na mama com o risco de desenvolver um câncer de mama, como indica a<a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/non-cancerous-breast-conditions/mastitis.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> American Cancer Society.</a></p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/por-que-outubro-rosa-e-importante/">Por que o movimento Outubro Rosa é tão importante?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as formas de tratamento disponíveis?</h2>



<p>Com o diagnóstico da infecção mamária, o tratamento é feito a partir do <strong>manejo dos sintomas</strong> (com o uso de analgésicos e anti-inflamatórios) acompanhado da <strong>administração de antibióticos</strong> para conter a infecção provocada pelos microrganismos.</p>



<p>Além disso, podem ser feitos procedimentos para aliviar o desconforto gerado pela obstrução dos ductos mamários. Caso haja um abscesso, uma <strong>pequena cirurgia </strong>pode ser necessária para drenar o pus acumulado. Dessa maneira, com o uso do antibiótico prescrito, ele tende a sumir após alguns dias.</p>



<p>Nesse ínterim, em quadros mais extremos, o processo inflamatório pode exigir que a paciente seja admitida em ambiente hospitalar. Sobretudo, isso acontece diante de sinais de sepse, caso a paciente seja imunocomprometida ou ainda se a infecção progredir rapidamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode ser feito para prevenir as infecções na mama?</h2>



<p>A fim de evitar a infecção mamária, alguns cuidados simples podem ser adotados. Para mulheres que estão alimentando seus filhos, as recomendações envolvem:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Alternar o bebê entre uma mama e outra a cada mamada e deixá-los mamar até o final;</li>
<li>Massagear a mama para remover o excesso de leite;</li>
<li>Certificar-se que a pegada da criança no mamilo está correta é outro ponto importante, já que reduz a chance de fissuras;</li>
<li>Evitar e eliminar hábitos nocivos, como o tabagismo e o consumo de álcool;</li>
<li>Manter um peso saudável, já que a obesidade é um fator de risco importante para o desenvolvimento de mastites fora do período de aleitamento;</li>
<li>Controlar de forma adequada doenças crônicas (como o diabetes, por exemplo);</li>
<li>Adotar um estilo de vida saudável e fortalecer a prática de exercícios físicos. Esse cuidado contribui para reduzir a chance de recidivas ou infecções frequentes na mama.</li>
</ol>



<p>No mais, vale sempre evitar o uso de roupas que pressionam de forma excessiva os seios. Assim também, mantê-los secos e bem ventilados é indispensável. <strong>Essas últimas recomendações valem igualmente para mulheres que não estão amamentando.</strong></p>



<p>Diante do incômodo de uma infecção na mama, é essencial ficar atento aos sinais desse tipo de problema. Ainda que seja um problema que possa ser manejado de forma simples, sem o cuidado necessário, pode haver complicações significativas.</p>



<p><strong>Saiba mais agora sobre os </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/"><u><strong>fibroadenomas</strong></u></a><strong>, um tipo comum de alteração no tecido da mama.</strong></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/infeccao-mamaria/">Infecção mamária: o que é, quais são os sintomas e como tratar?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/infeccao-mamaria/">Infecção mamária: o que é, quais são os sintomas e como tratar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Coceira nas mamas? Veja o que pode ser</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 20:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama inflamatório]]></category>
		<category><![CDATA[coceira]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[doença de Paget]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda que esta seja uma ocorrência normal em muitas mulheres, é preciso atenção, pois a coceira nas mamas pode ser sinal de outros problemas de saúde Uma queixa muito comum entre as pacientes que buscam uma consulta junto ao mastologista é a coceira nas mamas. Ainda que esta seja uma ocorrência normal no decorrer da vida de muitas mulheres, é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ainda que esta seja uma ocorrência normal em muitas mulheres, é preciso atenção, pois a coceira nas mamas pode ser sinal de outros problemas de saúde</em></p>



<p>Uma queixa muito comum entre as pacientes que buscam uma consulta junto ao mastologista é a <strong>coceira nas mamas</strong>. Ainda que esta seja uma ocorrência normal no decorrer da vida de muitas mulheres, é preciso atenção, pois a <strong>coceira</strong> pode significar os sintomas de outros problemas de saúde.</p>



<p>Normalmente, a coceira nas mamas pode ser causada por uma troca no tipo de sabonete ou mesmo por um novo modelo de sutiã. Apesar de muitas das causas da coceira serem consideradas inofensivas e sumirem rapidamente, é preciso estar atenta para a persistência do <strong>sintoma</strong>. Nesses casos, o melhor a fazer é marcar uma consulta médica.</p>



<p>A seguir, confira as principais causas de coceiras nas mamas.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/">Cirurgia para câncer de mama: quais as opções de tratamento cirúrgico?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja o que pode causar coceira nas mamas</h2>



<p>É importante ressaltar que, se a coceira da mama persistir por mais de duas semanas e estiver acompanhada de outros sintomas como <strong>inchaço das mamas</strong>, <strong>vermelhidão,</strong> <strong>alterações na pele dos seios</strong> ou <strong>secreção mamilar</strong>, a mulher deve buscar acompanhamento com um <strong>mastologista</strong> com brevidade, pois esses podem ser os sinais de <strong>câncer de mama</strong>.</p>



<p>De acordo com o<a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional de Câncer (Inca),</u></a> no Brasil, o câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente em mulheres, após o câncer de pele não melanoma. Só em 2022, as estimativas apontam que ocorrerão 66.280 casos novos da doença. Por isso, é fundamental procurar um médico para que o correto <strong>diagnóstico</strong> da causa da coceira na mama seja feito e o tratamento necessário seja iniciado o mais precocemente possível.</p>



<p><strong>Conheça algumas outras possíveis causas de coceira nas mamas:</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Mastite</h3>



<p>A <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">mastite</a> é uma inflamação das mamas que pode estar acompanhada de infecção sendo muito comum durante o período de amamentação. Além da coceira nas mamas, pode ter como sintomas dor, inchaço, vermelhidão e até mesmo febre, podendo evoluir para a formação de um <strong>abcesso mamário.</strong> Entre os principais fatores para o desenvolvimento da mastite estão a pega incorreta do recém-nascido no momento da mamada. Segundo a <a href="https://www.spmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia Regional São Paulo</u></a>, estima-se que de 3 a 20% das mulheres tenham um episódio de mastite durante o período de aleitamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Doença de Paget</h3>



<p>Afetando a pele do mamilo e diversas vezes a<strong> aréola,</strong> é um tipo de câncer considerado raro que normalmente tem a coceira na mama como sintoma inicial. No entanto, outros sintomas podem estar presentes tais como<strong> mamilo mais achatado,</strong> secreção expelida pelo mamilo e ainda pele da mama avermelhada, áspera e descamando.</p>



<p>Grande parte das pacientes que desenvolvem doença de Paget também apresentam outros <strong>tumores cancerígenos </strong>na mesma mama, como carcinoma ductal in situ ou câncer de mama invasivo, de acordo com a <a href="https://www.nationalbreastcancer.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>National Breast Cancer Foundation.</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Câncer de mama inflamatório</h3>



<p>Este também é um tipo raro de câncer de mama, sendo considerado bastante agressivo. Além da coceira, de acordo com a<a href="https://www.cancerresearchuk.org/"><u> Cancer Research UK,</u></a> o câncer de mama inflamatório pode gerar <strong>alterações na pele das mamas </strong>que incluem inchaço, pele vermelha, dor e ainda aumento das mamas.</p>



<p>Como nos casos de câncer de mama inflamatório, comumente, não apresenta <strong>nódulo </strong>palpável na mama, por isso as pacientes tendem a não procurar o mastologista com rapidez, o que pode retardar o diagnóstico e complicar o tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Dermatite atópica</h3>



<p>Também conhecida por <strong>eczema</strong>, essa condição de pele pode ser desencadeada pelo contato de substâncias alérgicas, alterações na temperatura, excesso de oleosidade ou mesmo estresse.</p>



<p>A<a href="https://www.sbd.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)</u></a>, reforça a necessidade de acompanhamento médico para que a coceira não provoque mais ferimentos na pele, o que favorece a contaminação das feridas por bactérias.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-cancer-de-mama-conheca/">Tipos de câncer de mama: conheça os mais comuns e entenda suas características</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância de consultar um mastologista</h2>



<p>Alguns tratamentos para o câncer de mama como a <strong>radioterapia</strong>, <strong>quimioterapia</strong>, <strong>terapia hormonal</strong> ou cirurgia para remoção do tumor também podem causar coceira nas mamas. Determinados cuidados indicados pelo médico mastologista responsável pelo acompanhamento da paciente podem colaborar para o alívio da coceira.</p>



<p>Entre as principais dicas para diminuir o incômodo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Utilização de sutiãs e roupas com tecidos leves e confortáveis;</li>
<li>Uso de sabão neutro para lavagem das mamas;</li>
<li>Evitar banhos quentes que causam o ressecamento da pele e agravam a coceira;</li>
<li>Hidratação regular da pele das mamas com cremes indicados pelo mastologista.</li>
</ul>



<p>Somente o médico pode diagnosticar corretamente as causas da coceira nas mamas, como já ressaltamos esse pode ser um dos <strong>sintomas </strong>de problemas mais graves. Por isso é importante manter o acompanhamento com o <strong>mastologista </strong>sempre em dia. Assim, caso você apresente coceira persistente nas mamas com ou sem outros sintomas associados, a exemplo de vermelhidão, dor, inchaço e secreção dos mamilos, procure com a maior rapidez possível marcar uma consulta com um mastologista de sua confiança.</p>



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<p>Continue navegando por conteúdos semelhantes em nosso <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"><u>blog</u></a> e esteja sempre bem informado sobre a saúde das mamas.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/coceira-nas-mamas-o-que-pode-ser/">Coceira nas mamas? Veja o que pode ser</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/coceira-nas-mamas-o-que-pode-ser/">Coceira nas mamas? Veja o que pode ser</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é mastite na mama e como tratar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 14:13:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor na mama]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mastite na mama é uma inflamação mamária muito recorrente e causada pelo acúmulo de leite estagnado em um ou mais ductos lactíferos, por períodos muito longos A mastite é uma inflamação mamária que pode vir acompanhada de infecção, podendo acontecer durante a amamentação, no pós-parto ou fora deste período, em qualquer idade, inclusive também em homens. Inchaço, vermelhidão e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A mastite na mama é uma inflamação mamária muito recorrente e causada pelo acúmulo de leite </em><em>estagnado em um ou mais ductos lactíferos, por períodos muito longos</em></p>



<p>A mastite é uma <strong>inflamação mamária</strong> que pode vir acompanhada de infecção, podendo acontecer durante a amamentação, no pós-parto ou fora deste período, em qualquer idade, inclusive também em homens.</p>



<p><strong>Inchaço, vermelhidão e dor </strong>fazem parte do <strong>quadro clínico</strong> dos <strong>sintomas da inflamação </strong>causada pela <strong>mastite. </strong>Também há a possibilidade de evoluir para um abscesso mamário (coleção de pus), agravando os <strong>sintomas </strong>e provocando <strong>febre </strong>e até <strong>calafrios.</strong></p>



<p>A mastite mais comum é a lactacional, que acontece durante o aleitamento materno. Sendo causada pelo <strong>acúmulo de leite </strong>estagnado em um ou mais <strong>ductos lactíferos,</strong> por períodos muito longos.</p>



<p>Observa-se que a mastite geralmente ocorre nas primeiras semanas do <strong>pós-parto, </strong>mas pode também ocorrer em qualquer <strong>fase da lactação</strong>.</p>



<p>O <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_crianca_aleitamento_materno_cab23.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>sabor do leite</strong></u></a> também é alterado, tornando-se mais salgado devido ao aumento dos níveis de sódio e diminuição dos níveis de lactose, o que pode sim causar rejeição do leite pela criança.</p>



<p>De acordo com <a href="https://www.spmastologia.com.br/mastites/mastite-lactacional#:~:text=Segundo%20a%20Organiza%C3%A7%C3%A3o%20Mundial%20da,acompanhada%20ou%20n%C3%A3o%20de%20infec%C3%A7%C3%A3o." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia</u></a>, muitos fatores interferem de forma direta na decisão da<strong> mulher </strong>de realizar o <strong>desmame,</strong> sendo que o principal deles está associado a <strong>complicações na lactação,</strong> como a dor e <strong>mastite.</strong></p>



<p>Uma curiosidade sobre a <strong>mastite </strong>é que na grande maioria dos casos, a mastite afeta apenas uma <strong>mama. </strong>O desenvolvimento dos sintomas geralmente ocorre em até dois dias.</p>



<p>Apesar do principal tipo de mastite ser a lactacional, ou seja, associada à lactação, existem outros tipos de mastite não-lactacional.</p>



<p>A principal mastite não-lactacional é a mastite periductal, associada a inflamação dos ductos principais, localizados próximos à aréola. Está muito relacionada ao tabagismo.</p>



<p>Entre outros tipos de mastite não-lactacional, estão a mastite granulomatosa idiopática, de causa desconhecida e mastite causada por agentes incomuns, como fungos e tuberculose.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/">O que pode ser pus na mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas da mastite</h2>



<p>As principais causas da mastite observadas são a <strong>estase lática</strong>, causada por uma remoção ineficiente do leite e infecção. Além disso, outros fatores que podem deixar a mulher cada vez mais exposta à mastite e que precisam ser observados são:</p>



<p>1. Idade;</p>



<p>2. Estresse;</p>



<p>3. Fadiga;</p>



<p>4. Nível de escolaridade da mãe;</p>



<p>5. Trauma mamilar;</p>



<p>6. Fissura mamilar.</p>



<p>É estimado que 3% a 20% das mulheres desenvolvem pelo menos um <a href="https://www.spmastologia.com.br/mastites/mastite-lactacional#:~:text=Segundo%20a%20Organiza%C3%A7%C3%A3o%20Mundial%20da,acompanhada%20ou%20n%C3%A3o%20de%20infec%C3%A7%C3%A3o." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>episódio de mastite </u></a>durante o período de amamentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fatores que aumentam risco de mastite</h3>



<p>Existem alguns fatores que podem elevar o risco de desenvolver mastite. Confira:</p>



<p>1. Piercing nos mamilos;</p>



<p>2. Depilar os pelos ao redor do mamilo;</p>



<p>3. Fumar;</p>



<p>4. Ser uma pessoa com diabetes;</p>



<p>5. Prótese nas mamas;</p>



<p>6. Sistema imunológico debilitado;</p>



<p>7. Roupas muito apertadas;</p>



<p>8. Mamilos rachados;</p>



<p>9. Cansaço ou estresse excessivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento</h2>



<p>É possível realizar o <strong>diagnóstico de mastite </strong>por meio de história clínica e <strong>exames da mama.</strong></p>



<p>O <strong>tratamento</strong> deve ser realizado e acompanhado pelo <strong>médico mastologista </strong>e pode consistir no <strong>uso de </strong><strong>medicamentos</strong> podendo ser antibióticos &#8211; caso exista infecção &#8211; e também analgésicos para aliviar as dores nas mamas, devido à mastite.</p>



<p>Se a mulher estiver amamentando e desenvolver <strong>mastite,</strong> esvaziar as mamas de forma correta é a melhor solução, e a própria mulher pode realizar o esvaziamento, sempre com a <strong>orientação médica.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">5 dicas para aliviar mastite</h2>



<p>Para além do tratamento e acompanhamento médico necessários, existem também algumas dicas que podem ajudar a aliviar os sintomas da mastite:</p>



<p>1. Continuar a amamentar;</p>



<p>2. Ingerir água;</p>



<p>3. Repousar;</p>



<p>4. Evitar depilar ao redor dos mamilos;</p>



<p>5. Massagear os seios para não obstruir o canal por onde passa o leite.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dá para prevenir a mastite?</h2>



<p>É possível se precaver e seguir essas dicas que podem até parecer simples, mas a função é ajudar a prevenir a <strong>mastite</strong> e o aparecimento de <strong>lesões e fissuras nos mamilos</strong> também.</p>



<p>1. Não estabeleça horários fixo para amamentar o seu bebê;</p>



<p>2. Intercale compressas de água fria com compressas de água quente na mama, na região da aréola e do mamilo;</p>



<p>3. Somente ofereça o outro peito com o bebê finalizar por completo o primeiro.</p>



<p>Pode ficar tranquila! A mastite tem cura e deve ser tratada o quanto antes, prevenindo uma possível infecção mais grave.</p>



<p>Esse conteúdo foi útil para você? Então, compartilhe com outras mulheres que precisam saber mais sobre a mastite. Para mais conteúdos como este, continue navegando no nosso <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"><u>blog</u></a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">O que é mastite na mama e como tratar?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">O que é mastite na mama e como tratar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>O que pode ser pus na mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 17:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[abscesso]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[autoexame.]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[descarga mamilar]]></category>
		<category><![CDATA[doenças mamárias]]></category>
		<category><![CDATA[ductografia]]></category>
		<category><![CDATA[lactação]]></category>
		<category><![CDATA[mamilo]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[saída de líquido pelo mamilo]]></category>
		<category><![CDATA[secreção na mama]]></category>
		<category><![CDATA[ultrassonografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tanto mulheres, como homens podem ter secreção na mama. A secreção pode ser semelhante a pus, bem como ter outras consistências e cores Notar alterações na mama é motivo de preocupação para muitas mulheres, uma vez que alguns sinais podem remeter a doenças como o câncer de mama. Essas alterações podem ser variáveis e incluem dor, presença de nódulo ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tanto mulheres, como homens podem ter secreção na mama. A secreção pode ser semelhante a pus, bem como ter outras consistências e cores</em></p>



<p>Notar alterações na mama é motivo de preocupação para muitas mulheres, uma vez que alguns sinais podem remeter a doenças como o câncer de mama. Essas alterações podem ser variáveis e incluem dor, presença de nódulo ou mesmo <strong>pus na mama.</strong></p>



<p>É preciso esclarecer que <strong>secreções mamárias</strong> são consideradas normais, uma vez que o <strong>mamilo </strong>é um órgão excretor.</p>



<p>Algumas mulheres chegam a comprimir o mamilo frequentemente, para averiguar se há a existência de secreção mamilar. Esse hábito é prejudicial, podendo agravar e até mesmo perpetuar o fluxo. Por isso, <strong>nada de apertar o mamilo!</strong></p>



<p>A <strong>função da secreção mamária é limpar os </strong><strong>ductos mamários</strong> para eliminar células velhas, muitas vezes essa saída de líquido é imperceptível. Tanto mulheres, como homens podem ter <strong>secreção na mama</strong>. A secreção pode ser semelhante a pus, bem como ter outras consistências e cores. Também pode ocorrer apenas em uma mama, assim como ser resultado de outros problemas de saúde.</p>



<p>Neste artigo, vamos detalhar as causas e os principais tipos de secreção nas mamas, para que você possa ficar em alerta e aprender a identificar sinais que podem estar associados a <strong>doenças mamárias</strong>, a exemplo do <strong>câncer de mama.</strong></p>



<p>De acordo com a <a href="https://www.paho.org/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</u></a>, cerca de 30% a 50% dos cânceres podem ser prevenidos por meio da detecção precoce e tratamento adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas de secreção e pus na mama</h2>



<p>De acordo com publicação do <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Ministério da Saúde</u></a>, o derrame ou fluxo papilar, que nada mais é do que a <strong>saída de líquido pelo mamilo</strong> não associado a <strong>lactação</strong>, deve ser considerado de importância em relação ao câncer de mama apenas quando espontâneo associado a aspecto cristalino ou sanguinolento e exteriorizado por um único dueto.</p>



<p>Mesmo o pus não estando entre os indicativos para câncer de mama, é recomendado o acompanhamento com um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/">mastologista</a> para descartar outras doenças mamárias. A saída de líquido propriamente dito como pus, está relacionado a infecções como mastite e abscesso mamário, usualmente este quadro é acompanhado de vermelhidão da pele, inchaço e dor mamária, sendo a avaliação especializada fundamental para o tratamento.</p>



<p>Apesar de poder ocorrer em homens, as secreções mamárias masculinas são mais raras e estão sempre relacionadas com doenças.</p>



<p><strong>A saída de líquido das mamas masculinas normalmente necessitam de avaliação e investigação para afastar alterações como:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Deficiência de testosterona</li>
<li>Ginecomastia, que provoca o crescimento das mamas</li>
<li>Tumor pituitário</li>
<li>Câncer de mama</li>
</ol>



<p>Já nas mulheres, as secreções mamárias são mais frequentes durante o período de <strong>amamentação</strong>, podendo ocorrer até três anos após essa fase.</p>



<p>Outras causas que podem ocasionar a saída de líquido das mamas femininas são:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Mastite</li>
<li>Abscesso</li>
<li>Distúrbios hormonais</li>
<li>Estimulação excessiva do mamilo</li>
<li>Cistos</li>
<li>Lesões ou traumas nas mamas</li>
<li>Ectasia do ducto mamário</li>
<li>Doença de Paget</li>
<li>Efeito colateral causado pelo uso de pílula anticoncepcional</li>
<li>Uso de diversas medicações, entre elas sertralina, antidepressivos, anti-hipertensivo, entre outras.</li>
<li>Vale destacar que o uso de drogas, a exemplo da maconha e cocaína, assim como a utilização de alguns medicamentos podem provocar secreção nas mamas.</li>
</ol>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/">Para que serve a Biópsia das Mamas?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Diferentes tipos de secreções mamárias</h2>



<p>O <strong>aspecto das</strong> <strong>secreções mamárias </strong>é variável. A cor do líquido expelido pelo mamilo por ser:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avermelhada (sanguinolento)</li>
<li>Marrom</li>
<li>Branca</li>
<li>Esverdeada</li>
<li>Transparente</li>
<li>Amarelada</li>
<li>Multicolorido</li>
<li>Esbranquiçada como pus (chamado de galactorreia)</li>
</ul>



<p>A <strong>consistência</strong> também varia desde <strong>espesso e pegajoso até fino e aquoso</strong>.</p>



<p>Secreções bilaterais, que envolvem múltiplos ductos mamários e de diferentes cores, com exceção das transparente e avermelhada, frequentemente estão associadas a <strong>processos normais</strong> da glândula mamária.</p>



<p>Massagens, carícias, sucção, compressão manual e até mesmo a fricção causada pelo uso de sutiãs esportivos pode gerar o fluxo desse tipo de secreção.</p>



<p>Normalmente, essa <strong>descarga mamilar</strong> some espontaneamente e não requer nenhum tipo de tratamento específico.</p>



<p>Entre as secreções suspeitas que podem estar associadas a doenças mamárias e que necessitam de acompanhamento de um mastologista estão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Lácteas</h3>



<p>É a mais recorrente, geralmente ocorre após o período de amamentação ou devido a mudanças hormonais na pré-menopausa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sanguinolenta</h3>



<p>Comumente associada a um tumor benigno, chamado papiloma, em alguns casos pode estar relacionada ao câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Transparente</h3>



<p>Secreções incolores, em uma mama só, podem ser um sintoma de câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Amarelada, marrom ou esverdeada</h3>



<p>Muitas vezes associada ao pus, esse tipo de secreção pode ser sintoma de um cisto embaixo do mamilo ou da aréola.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento da secreção na mama</h2>



<p>Para diagnosticar a causa da secreção na mama, <strong>o mastologista, além do exame clínico da mama e avaliação do histórico clínico da paciente</strong>, pode solicitar alguns exames. A depender do resultado desses exames, também pode ser solicitada pelo médico a realização de uma biópsia e exames de sangue complementares.</p>



<p>Entre os principais exames para diagnóstico da causa da secreção, destacamos:</p>



<p><strong>Mamografia: </strong>éum exame de imagens das mamas, que são obtidas por meio de radiografia, possibilitando a identificação de lesões, nódulos, assimetrias e câncer de mama.</p>



<p><strong>Ultrassonografia: </strong>esteexame utiliza ondas sonoras para criar imagens dos tecidos dentro da mama, permitindo a detectar <strong>lesões da mama</strong>, bem como distinguir cistos de nódulos sólidos.</p>



<p>Alguns outros fatores também podem servir como sinal de alerta para o diagnóstico médico da causa da saída de líquido da mama, entre eles:</p>



<p>1. A secreção ocorre espontaneamente</p>



<p>2. A secreção é unilateral</p>



<p>3. O líquido tem coloração sanguinolenta ou transparente</p>



<p>4. O paciente tem idade superior a 40 anos</p>



<p>5. Há presença de nódulo palpável na mama</p>



<p>6. Há alteração na forma ou tamanho da mama</p>



<p>7. O paciente é do sexo masculino</p>



<p>Vale ressaltar a <strong>importância do acompanhamento médico regular</strong> para identificar possíveis alterações nas mamas.</p>



<p>Apesar da relevância do <strong>autoexame </strong>para o autoconhecimento do próprio corpo, ele não pode ser substituto para o exame clínico realizado pelo médico.</p>



<p>Lembre-se sempre: a realização regular de exames auxilia na identificação de lesões pré-malignas, lesões muito pequenas, antes de se tornarem câncer, propriamente dito.</p>



<p>Isso possibilita o tratamento precoce do câncer de mama e de outras doenças, aumentando as chances de cura.</p>



<p>Cuide da sua saúde, em caso de dúvidas, procure um médico.</p>



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