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	<title>mastologista - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>mastologista - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<item>
		<title>Câncer de mama: por que o movimento Outubro Rosa é tão importante?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 13:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a importância do movimento outubro rosa e como sua força é essencial para impactar positivamente no combate ao câncer de mama O movimento que deu vida à campanha Outubro Rosa surgiu em 1991, quando a fundação Susan G. Komen, hoje a maior organização sem fins lucrativos na luta contra o câncer de mama, distribuiu laços cor-de-rosa aos participantes da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda a importância do movimento outubro rosa e como sua força é essencial para impactar positivamente no combate ao câncer de mama</em></p>



<p><strong>O movimento que deu vida à campanha Outubro Rosa surgiu em 1991</strong>, quando a fundação <a href="https://www.komen.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Susan G. Komen</a>, hoje a maior organização sem fins lucrativos na luta contra o câncer de mama, <strong>distribuiu laços cor-de-rosa aos participantes da corrida Komen Race fot the Cure</strong>, realizada em Nova York. <strong>Essas corridas </strong><a href="https://www.komen.org/how-to-help/attend-events/race-for-the-cure/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>acontecem até hoje</strong></a> e ajudam a fundação na arrecadação de recursos que são utilizados para <strong>financiar pesquisas, alguns cuidados de pessoas diagnosticadas</strong> e outras ações com os objetivos alinhados à missão da organização, que é o de <strong>acabar com o câncer de mama</strong>.</p>



<p>Desde então, o movimento outubro rosa <strong>tem ganhado apreço de outras entidades que fomentaram o mesmo ato simbólico</strong>, que é singelo, mas que conseguiu agregar <strong>muita força e importância</strong>, inclusive para se projetar em muitos outros países.</p>



<p>No Brasil, as campanhas acontecem desde 2002, mas apenas em 2018, que as ações <strong>foram instituídas por lei federal</strong> contemplando, entre outras atividades, a divulgação de informação, a promoção de palestras com especialistas sobre o tema, o incentivo ao rastreamento da doença pela população, distribuição de laços cor-de-rosa e a iluminação de construções também na cor rosa.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama/">9 mitos e verdades sobre o câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como essa campanha impacta no câncer de mama</h2>



<p>A grandeza de todas essas ações foi ganhando ainda mais reconhecimento a cada ano porque <strong>trabalham baseadas, principalmente, com a informação</strong>, que é a melhor ferramenta para o rastreamento e combate ao câncer de mama. Isso porque, com informação, a população <strong>se torna apta a fazer o autoexame</strong>, ajudando no diagnóstico precoce, além de tomar a consciência da <strong>necessidade de realização dos exames específicos</strong>, como a mamografia, anualmente após os 40 anos, o que, consequentemente, aumenta muito as chances de um tratamento bem-sucedido. <strong>Q</strong><strong>uanto mais cedo o câncer é descoberto, melhores são as chances de cura</strong> e menores são os índices de mortalidade. Outra atribuição de responsabilidade ao Outubro Rosa.</p>



<p>Só para ter uma ideia, segundo o INCA, <a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/a_situacao_ca_mama_brasil_2019.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>a taxa de mortalidade aumentou progressivamente de 9,2 para 12,4</strong></a> <strong>a cada 100 mil mulheres</strong>, desde 1980 a 2016. O que representa, em 2019, <strong>o número de 18.296 mortes por câncer de mama</strong>. Dados que tornam ainda mais importante as campanhas de conscientização.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Colo do útero: outro assunto importante no Outubro Rosa</h2>



<p>Quando analisado por regiões no Brasil, o câncer de mama só não é a maior causa de morte na <strong>região norte</strong>, ficando atrás do <strong>câncer de colo do útero</strong>.</p>



<p>Esse é outro assunto que começou a ganhar relevância quando se fala em Outubro Rosa, pois, mais recentemente, as campanhas evoluíram o tom para englobar não só o câncer de mama, <strong>mas os cuidados com a saúde geral da mulher</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não enfrente o câncer da mama sozinha</h2>



<p>Doenças como o câncer de mama são delicadas por trazerem diversos aspectos que <strong>impactam diretamente na vida das pacientes</strong> e podem causar muitas preocupações. Por isso, é importante lembrar que <strong>você não deve enfrentá-lo sozinha</strong>. Conte, principalmente, com a ajuda de médicos especialistas em mastologia, além das pessoas mais próximas a você. <strong>Familiares e amigos são fundamentais</strong> para apoio e suporte nessas horas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A especialidade de mastologia</h2>



<p>A função do mastologista leva em consideração os <strong>sintomas e as doenças benignas e malignas que acometem as mamas</strong> e doenças relacionadas a elas. Porém, mais do que isso, um <strong>profissional preparado</strong> sabe que uma doença como o câncer de mama <strong>também pode trazer problemas psicológicos</strong> como consequência e, por isso, ajuda da melhor forma possível seus pacientes. Além das orientações corretas, <strong>exerce um atendimento acolhedor também</strong>.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dicas-para-cuidar-da-saude-mental-durante-tratamento-de-cancer-de-mama/">Sobre maneiras de cuidar da saúde mental durante o tratamento de câncer de mama.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que os familiares e pessoas próximas podem fazer</h2>



<p>A melhor ajuda, com certeza, <strong>é o apoio emocional</strong>, pois, como sabemos, não é um período fácil quando se descobre o câncer de mama. No entanto, <strong>ainda antes do diagnóstico</strong>, a sociedade em geral, e não só os familiares e pessoas mais próximas, pode ter <strong>papel fundamental no tratamento do câncer de mama</strong> e na campanha de outubro rosa, assim como falamos em outro artigo aqui do blog: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-outubro-rosa/">papel da sociedade na campanha de Outubro Rosa</a>.</p>



<p>Entretanto, existem algumas dicas extras que, com certeza, fazem a diferença no dia a dia de quem tem câncer de mama:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Respeite a privacidade</strong></li>
</ul>



<p>Às vezes, para processar as informações, as pessoas precisam de um tempo sozinhas.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Leve a vida um dia de cada vez</strong></li>
</ul>



<p>Sábio é quem deixa os problemas de amanhã para amanhã.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Evite comparações</strong></li>
</ul>



<p>Cada vida é diferente e as situações mudam muito de acordo com cada caso, comparar a situação com outras pessoas diagnosticadas com o câncer de mama surte efeito negativo e não ajuda.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Durante o tratamento, ofereça ajuda concreta</strong></li>
</ul>



<p>Pequenas tarefas, principalmente, as físicas podem ser mais difíceis para quem está em tratamento.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Para os parceiros, nunca deixe de ouvir e conversar sobre o relacionamento e intimidade</strong></li>
</ul>



<p>O câncer de mama pode mexer muito com a sexualidade.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Não deixe os dias seguintes rodarem em torno da doença</strong></li>
</ul>



<p>Nem tudo é sobre o câncer de mama. Falar sobre outros assuntos ajuda a manter a mente ativa e em outras necessidades.<br /><br /><br /></p>



<p><em>Gostou desse conteúdo? Confira </em><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/"><em>mais artigos do meu blog aqui!</em></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/por-que-outubro-rosa-e-importante/">Câncer de mama: por que o movimento Outubro Rosa é tão importante?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/por-que-outubro-rosa-e-importante/">Câncer de mama: por que o movimento Outubro Rosa é tão importante?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quais são os tipos de próteses mamárias? Conheça!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 13:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reconstrução mamária]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mastectomia]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
		<category><![CDATA[prótese]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução mamária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O implante de prótese é uma opção de reconstrução da mama para pacientes que passaram por uma mastectomia. Conheça quais são os principais tipos de próteses mamárias O câncer de mama é uma doença que atinge predominantemente as mulheres em todo o mundo. Estima-se que apenas 1% dos homens desenvolvam o problema. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O implante de prótese é uma opção de reconstrução da mama para pacientes que passaram por uma mastectomia.</em></p>



<p><em>Conheça quais são os principais tipos de próteses mamárias</em></p>



<p>O <strong>câncer de mama</strong> é uma doença que atinge predominantemente as mulheres em todo o mundo. Estima-se que apenas 1% dos homens desenvolvam o problema. De acordo com o<a href="https://www.inca.gov.br/controle-do-cancer-de-mama/conceito-e-magnitude#:~:text=%C3%89%20tamb%C3%A9m%20a%20causa%20mais,c%C3%A2ncer%20de%20pele%20n%C3%A3o%20melanoma." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional de Câncer (INCA)</u></a>, ele é também o tipo de câncer que mais acomete mulheres no Brasil. Os dados indicam que, em 2020, foram identificados mais de 66 mil novos casos da doença no país.</p>



<p>Uma vez que o câncer de mama invasivo compreende de 80% a 90% dos casos, a cirurgia acaba sendo o tratamento mais indicado. Sendo assim, para diminuir danos estéticos e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-e-autoestima/"><u>devolver a </u><u><strong>autoestima</strong></u></a> à paciente após a <strong>mastectomia</strong>, cirurgia para a retirada total da mama, as pacientes oncológicas muitas vezes passam por uma <strong>reconstrução mamária</strong>. Essa possibilidade permite que a mulher que está em<strong> tratamento contra o câncer de mama</strong> fique mais confortável e confiante com sua imagem.</p>



<p>Em muitos casos, a <strong>reconstrução mamária</strong> é feita através <strong>do implante de silicone</strong>. Existem também outros tipos de próteses que podem ser colocadas sem a necessidade de uma cirurgia. Continue lendo para conhecer quais os tipos de<strong> próteses mamárias</strong> e a indicação de cada uma delas!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mastectomia: o que é e quando é indicada?</h2>



<p>A<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/"> <strong>mastectomia</strong></a> é uma das principais possibilidades de tratamento cirúrgico para o câncer de mama. Ela consiste na remoção completa de uma ou das duas mamas. O procedimento pode ser feito de diversas formas, a depender da gravidade do câncer e do comprometimento do tecido mamário. Após a cirurgia, a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/oncoplastia-e-reconstrucao-mamaria/"> mama da paciente é reconstruída</a> com o uso de prótese ou através de outros procedimentos.</p>



<p>A cirurgia de mastectomia é indicada quando a paciente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não pode fazer radioterapia;</li>
<li>Já fez radioterapia anteriormente;</li>
<li>Tem câncer de mama inflamatório;</li>
<li>Tem duas ou mais áreas com tumores na mesma mama, porém, distantes o suficiente para serem removidas sem muitas alterações na aparência da mama;</li>
<li>Possui um fator genético, como a mutação BRCA, que pode aumentar o risco de desenvolvimento de um novo câncer;</li>
<li>Quando o tumor possui mais 5 cm ou é considerado grande comparado ao tamanho da mama.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que é prótese mamária?</h2>



<p>A <strong>prótese mamária</strong> é uma estrutura feita de materiais como silicone, gel ou solução salina. Quando é feita a mastectomia, ela pode ser uma opção para a reconstrução da mama. Essa reconstrução pode ser imediata, ou seja, no momento em que é feita a mastectomia, ou tardia (após a mastectomia).</p>



<p>O principal objetivo da <strong>colocação de prótese mamária</strong> é reconstruir a mama após a cirurgia de retirada. O procedimento faz a restauração do tamanho, forma e aparência do seio levando em consideração o biotipo da paciente. Assim, a mulher que passou pela <strong>mastectomia </strong>se torna mais confiante, tendo sua <strong>autoestima</strong> elevada.</p>



<p>Lembre-se sempre de conversar com o seu médico para entender os detalhes sobre as próteses e decidir qual a melhor para você.</p>



<p>Vale lembrar que a reconstrução mamária, independente do tipo, é um direito de todas as mulheres que passam por uma mastectomia e é assegurada pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12802.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Lei 12.802/2013</u></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça os tipos de próteses mamárias</h2>



<p>Existem <a href="https://www.plasticsurgery.org/cosmetic-procedures/breast-augmentation/implants" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>diversas formas e tamanhos de próteses</u></a>, tanto de silicone quanto de solução salina, e elas podem ter uma superfície lisa ou texturizada. Apesar de todas serem usadas para <strong>reconstruir a mama</strong>, é preciso que a paciente, após receber orientação médica, escolha aquela que melhor se adequa ao seu corpo e biotipo.</p>



<p>Veja quais são os principais tipos de próteses mamárias usadas na reconstrução das mamas, que podem ser divididas:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pela forma:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redondas: nesta prótese, o silicone é distribuído de maneira uniforme, preenchendo de forma equilibrada todos os espaços da mama.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Anatômicas: também chamadas de ‘gota’, são mais cheias na sua porção inferior, preenchendo mais os polos inferiores, sendo mais utilizadas na reconstrução mamária.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Pela textura:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lisa: muito utilizada no passado, essa prótese hoje não é mais tão usada pois não tem boa aderência ao tecido natural do corpo, gerando mais chance de rejeição do organismo.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Texturizada: com uma superfície levemente rugosa, essa prótese tem boa aderência aos tecidos internos, sendo uma das mais usada hoje por sua segurança e fácil cicatrização.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Poliuretano: revestida com uma camada de poliuretano vulcanizado, essa prótese, comparada com as anteriores, é a que tem a melhor aderência aos tecidos naturais da pele.</li>
</ul>



<p>Há ainda os expansores mamários. Vamos saber mais sobre eles.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Expansores mamários</h3>



<p>Em geral, pacientes que passaram por mastectomia com boa preservação de pele podem ser indicadas para receber esse tipo de abordagem. Isso porque é necessário que tenha restado pele suficiente para a cobertura do expansor durante a cirurgia.</p>



<p>Sendo assim, a <strong>reconstrução, nesses casos, é feita em duas etapas</strong>. Ou seja, é preciso que a paciente se submeta a duas cirurgias. Na primeira delas, o expansor é inserido na região submuscular e o envoltório de elastômero de silicone é preenchido gradativamente com solução salina pela válvula, que pode ser remota (localizada no subcutâneo da região axilar, parede lateral torácica ou sobre o esterno) ou inclusa (na qual há um imã que facilita a localização da válvula e correta punção).</p>



<p>Na segunda cirurgia, há a troca do expansor por um implante definitivo e eventuais correções da mama são feitas durante o procedimento a fim de obtenção de melhores resultados estéticos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a cirurgia não é uma opção</h2>



<p>Muitas pacientes não querem ou não podem realizar um procedimento cirúrgico para a <strong>reconstrução com próteses mamárias. </strong>Para esses casos, existem próteses confeccionadas para serem usadas por baixo do sutiã. Elas são ideais para dar conforto, segurança e elevar a autoestima da paciente.</p>



<p>Além disso, o uso dessas <strong>próteses mamárias</strong> é recomendado para que a postura fique sempre correta. Elas fazem com que o ombro do lado onde foi feita a mastectomia não fique elevado, além de preservar a coluna vertebral, que pode encurvar devido a diminuição do peso após a retirada da mama.</p>



<p>Existem diversos modelos desse tipo de prótese, conheça os principais:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Próteses de Silicone</h3>



<p>Indicadas para serem usadas no dia a dia, as próteses de silicone devem ser escolhidas levando em consideração as mesmas características da outra mama. Elas podem ser higienizadas e lavadas, porém, não devem ser usadas em piscinas ou no mar. Podem ser encontradas em diversos pesos e formatos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Próteses de Espuma ou de Polipropileno</h3>



<p>As próteses de espuma ou polipropileno são confortáveis, revestidas com malha de algodão e com grânulos de polietileno em seu interior. Apesar do conforto, não é recomendado usá-las diariamente pois não ajudam a prevenir os problemas de coluna advindos da mastectomia. Diferentes das próteses de silicone, essas podem ser usadas na praia e piscina.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Próteses Domésticas</h3>



<p>Esses tipos de prótese, por serem leves, são ideais para serem usados para dormir ou no pós-cirúrgico. Geralmente são preenchidas com polipropileno e possuem um revestimento de malha antialérgica. É um tipo de<strong> prótese mamária </strong>que dispensa o uso de sutiã.</p>



<p>Esse artigo foi útil para você? Para mais conteúdos similares, continue a navegar por meu <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/">blog</a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-proteses-mamarias/">Quais são os tipos de próteses mamárias? Conheça!</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-proteses-mamarias/">Quais são os tipos de próteses mamárias? Conheça!</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mastologista: conheça a importância desse profissional</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-faz-o-mastologista</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 12:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mastologia e consulta]]></category>
		<category><![CDATA[alterações nas mamas]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamas]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mastologista é conhecido por tratar pacientes com câncer de mama. Mas essa não é sua única área de atuação! Conheça a importância do profissional O câncer de mama é o mais incidente entre as mulheres em todo o mundo e, segundo dados da International Agency for Research on Cancer (IARC), atingiu cerca de 2,3 milhões de mulheres apenas em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O mastologista é conhecido por tratar pacientes com câncer de mama. Mas essa não é sua única área de atuação!</em></p>



<p><em>Conheça a importância do profissional</em></p>



<p>O câncer de mama é o mais incidente entre as mulheres em todo o mundo e, segundo dados da <a href="https://gco.iarc.fr/today/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><em>International Agency for Research on Cancer</em> (IARC),</u></a> atingiu cerca de 2,3 milhões de mulheres apenas em 2020.</p>



<p>No Brasil, não é diferente. O câncer de mama também é o mais incidente entre as mulheres, exigindo que elas dediquem cada vez mais atenção à saúde das mamas – e é aí que entra o mastologista. Se engana, no entanto, quem pensa que o câncer de mama é a única enfermidade tratada por esse profissional.</p>



<p>Continue lendo este texto para conhecer um pouco mais sobre a importância do médico mastologista!</p>



<p id="leiamais">Leia mais:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/"> Fibroadenoma na mama o que é, quais os sintomas e como tratar</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o mastologista faz?</h2>



<p><strong>Mastologista</strong> é o <strong>profissional responsável</strong> por<strong> estudar, prevenir, diagnosticar e tratar</strong> quaisquer <strong>doenças, alterações congênitas e adquiridas das mamas </strong>ou relacionadas, promovendo e executando, para isso, os meios terapêuticos necessários &#8211; cirúrgicos, reparadores ou clínicos.</p>



<p>Para isso, aquele que deseja seguir essa especialidade dentro da Ginecologia e Obstetrícia, precisa, ainda, dedicar-se a outras esferas do conhecimento até obter o título de mastologia junto à <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM)</a>.</p>



<p>Saiba o que é preciso ser feito:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Ter cumprido o programa de Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia ou em Cirurgia Geral também em uma entidade reconhecida ou após obter titulação de especialista reconhecida pela Associação Médica Brasileira (AMB) em Ginecologia e Obstetrícia ou em Cirurgia Geral;</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li>Apresentar o comprovante de conclusão do estágio de Especialização em Mastologia em uma instituição reconhecida pela SBM para esse fim;</li>
</ol>



<ol class="wp-block-list" start="3">
<li>A instituição deverá ser reconhecida pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) e pelo Ministério da Educação (MEC).</li>
</ol>



<p>Apesar de ser muito associado ao câncer de mama, <strong>o mastologista</strong> também <strong>é responsável pela identificação e pelo tratamento de outras condições que afetam as mamas</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3 condições tratadas pelo mastologista</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Mastite</h3>



<p>É uma inflamação nas glândulas mamárias que costuma ocorrer durante a gravidez. A condição é causada por uma infecção. Nesse caso, o mastologista trata a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/"><u>mastite</u></a> e orienta a mãe sobre como seguir com a amamentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ginecomastia</h3>



<p>Esse é um dos exemplos pelos quais o mastologista atende pacientes do sexo masculino. A ginecomastia tem como principal característica o crescimento anormal das mamas do homem. Aqui, o mastologista é o responsável por detectar as possíveis causas e definir o tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Nódulos e assimetrias</h3>



<p>Mulheres jovens, principalmente durante o final da adolescência e início da vida adulta, apresentam algumas alterações físicas devido a produção de hormônios. Nessa fase podem surgir doenças como <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u>nódulos</u></a> e as assimetrias (seios de tamanho diferentes).</p>



<p>O primeiro pode ser identificado pelo toque ou por exames de imagem, já a assimetria não costuma causar grandes preocupações. O mastologista é o responsável por avaliar ambos os casos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é a consulta com o mastologista?</h2>



<p>No primeiro momento, o profissional faz uma série de perguntas ao paciente para coletar informações importantes sobre a sua saúde. Em seguida, é realizado o exame físico da mama, além da solicitação de exames complementares para identificar qualquer problema ou alteração. Um dos exames mais solicitados é a mamografia, assim como o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/"><u>ultrassom</u></a> e a ressonância magnética.</p>



<p>Na consulta seguinte, e com os exames prontos, é possível realizar punções e biópsias para conclusões mais precisas e diagnóstico completo, se necessário. A depender dos resultados, o mastologista é quem cuidará da saúde e auxiliará o paciente durante o tratamento.</p>



<p>Lembre-se: mesmo sem apresentar sintomas ou alterações, recomenda-se <strong>realizar consultas anuais com o mastologista a partir dos 40 anos</strong>!</p>



<p id="leiamais">Leia mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/">Ultrassom das mamas e axilas: um importante exame para detecção de alterações mamárias</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Mastologista e ginecologista: quais as diferenças?</h2>



<p>O mastologista é o profissional responsável por estudar, prevenir, diagnosticar, tratar e reabilitar todas as alterações que atingem as mamas. Também é importante saber que a <strong>mastologia</strong> <strong>é a especialidade médica que estuda as glândulas mamárias</strong>.</p>



<p>Já o ginecologista atua na prevenção, no diagnóstico e no tratamento das doenças que acometem os órgãos pélvicos da mulher. Mas, como dito anteriormente, uma das formas de se <strong>obter o título de mastologista</strong> é ser graduado e ter realizado residência médica em Ginecologia e Obstetrícia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando ir ao mastologista?</h2>



<p>Agende uma <strong>consulta com um mastologista</strong> ao notar qualquer <strong>alteração nas mamas</strong>. Ele é o profissional apto para realizar uma avaliação completa e diagnosticar o caso. Como já foi falado, a recomendação é realizar consultas anuais com o mastologista a partir dos 40 anos, assim como o primeiro exame de mamografia. Essa indicação pode variar em pacientes de grupo de risco ou com histórico familiar de câncer de mama.</p>



<p>Gostou desse conteúdo? Confira mais artigos do meu <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"><u>blog</u></a>!</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/">Mastologista: conheça a importância desse profissional</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/">Mastologista: conheça a importância desse profissional</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gravidez após câncer de mama: é possível?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2022 15:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento fetal]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[idade fértil]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[radioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[risco de recidiva.]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento para o câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da gravidez ser dificultada por alguns tratamentos de câncer de mama, muitas mulheres podem engravidar depois de concluir o tratamento O diagnóstico de câncer de mama costuma causar um impacto significativo na vida de muitas pacientes. Um questionamento frequente, principalmente entre as mulheres em idade fértil, é se é possível uma gravidez após o câncer de mama. O câncer [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Apesar da gravidez ser dificultada por alguns tratamentos de câncer de mama, muitas mulheres podem engravidar depois de concluir o tratamento</em></p>



<p>O diagnóstico de câncer de mama costuma causar um impacto significativo na vida de muitas pacientes. Um questionamento frequente, principalmente entre as mulheres em <strong>idade fértil</strong>, é se é possível uma <strong>gravidez após o câncer de mama.</strong></p>



<p>O <strong>câncer de mama</strong> é uma doença com maior predisposição a surgir em mulheres com idade superior a 50 anos, contudo, tem se observado um aumento da incidência entre <strong>mulheres jovens</strong>, tanto no Brasil, como no mundo. Segundo a <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM),</u></a> atualmente é registrada uma <strong>incidência do câncer de mama</strong> que varia de 4% a 5% entre brasileiras com idade inferior a 35 anos. No passado, esse número era de apenas 2%.</p>



<p>Muitas pacientes são capazes de <strong>engravidar depois do tratamento de câncer de mama</strong>, porém, a <strong>gravidez</strong> pode ser dificultada em alguns casos, conforme aponta o<a href="https://www.cancer.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> American Cancer Society.</u></a> Portanto, pacientes em idade fértil diagnosticadas com câncer de mama que ainda pensam em gestar um bebê devem conversar com o médico <strong>mastologista,</strong> responsável pelo acompanhamento do seu caso, sobre o assunto antes de iniciar o tratamento.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-sexualidade/"> Câncer de mama e a sexualidade: Oncosexualidade</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Principais dúvidas sobre a gravidez depois do câncer de mama</h2>



<p>Tratamentos para o câncer de mama, a exemplo da <strong>radioterapia</strong> e<strong> quimioterapia</strong>, podem comprometer a <strong>fertilidade feminina</strong>, uma vez que afetam o sistema reprodutivo da mulher, principalmente o <strong>ovário</strong>, causando a diminuição do número de <strong>óvulos. </strong>Por isso, uma opção a ser considerada para as pacientes que desejam ser mãe é o <strong>congelamento de óvulos</strong> antes do começo do tratamento.</p>



<p>Uma outra possibilidade que tem se demostrado segura para pacientes com câncer é a fertilização in vitro por meio da coleta de embriões.</p>



<p>A seguir, procuramos responder às principais dúvidas sobre a <strong>gestação</strong> depois do diagnóstico de câncer de mama, confira:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>O feto pode ser afetado pelo tratamento do câncer de mama?</strong></h3>



<p>Tratamentos para o câncer de mama, como <strong>hormonioterapia</strong> ou<strong> terapia alvo</strong>, podem comprometer o <strong>desenvolvimento fetal. </strong>Já o tratamento quimioterápico é considerado seguro a partir do segundo trimestre de gestação, não provocando alterações no desenvolvimento embrionário. Por isso, por segurança, é recomendado aguardar a finalização total do tratamento, antes de uma gravidez.</p>



<p>Levando em conta também a saúde da mulher, vale lembrar que a interrupção do tratamento da doença, por conta de uma gestação, pode aumentar o <strong>risco de recidiva,</strong> assim como de progressão da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>Quanto tempo após o tratamento devo esperar antes de engravidar?</strong></h3>



<p>É recomendado que após o fim do <strong>tratamento para o câncer de mama</strong>, as mulheres aguardem no mínimo de 2 a 3 anos para iniciar as tentativas de engravidar.</p>



<p>É importante que as pacientes tenham em mente que cada caso é único e individualizado, precisando ser considerado fatores, como tipo de câncer de mama, idade e risco de recidiva da doença. A saúde e o bem-estar da paciente devem sempre ser priorizados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>Meu histórico de câncer de mama pode colocar meu bebê em risco durante a gravidez?</strong></h3>



<p>Até o momento, a Ciência não possui evidências de que o bebê sofra algum efeito direto do câncer de mama diagnosticado na mãe. Não foi descoberto pelos pesquisadores nenhum aumento no número de problemas de saúde a longo prazo ou de <strong>defeitos congênitos </strong>em bebês nascidos de pacientes que enfrentaram o câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>Após o tratamento do câncer de mama, eu posso amamentar?</strong></h3>



<p>Mulheres que passaram por procedimentos cirúrgicos e/ou radioterapia podem ter problemas para amamentar a criança com a <strong>mama</strong> operada. Isso ocorre tanto por conta das mudanças estruturais na mama após a cirurgia que podem causar dor e dificuldade na <strong>amamentação</strong>, como pela redução da produção de leite.</p>



<p>Medicamentos presentes na <strong>hormonioterapia</strong> para tratamento do câncer também podem afetar o leite e consequentemente o bebê. Por isso, caso ainda esteja tomando algum <strong>medicamento</strong> para a doença, sempre converse com seu mastologista, antes de iniciar o aleitamento.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/">Como enfrentar o diagnóstico de câncer de mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>A importância de conversar com o médico mastologista</strong></h2>



<p>Caso você tenha recebido o diagnóstico de câncer de mama e ainda guarde dentro de si o desejo de ser mãe, ou apenas queira deixar essa possibilidade em aberto, é de fundamental importância conversar com o médico mastologista, responsável pelo acompanhamento do seu caso. Ele é o profissional da área de saúde mais qualificado para analisar as especificações do seu quadro clínico e aconselhar sobre o assunto, uma vez que cada caso de câncer de mama é diferente do outro.</p>



<p>Hoje, a Medicina possibilita medidas que ajudam a preservar a f<strong>ertilidade da mulher</strong>, como <strong>captação e congelamento de óvulos</strong>, que podem ser usados para f<strong>ertilização</strong> após a conclusão do tratamento de câncer de mama. No entanto, para que isso possa ocorrer, é preciso que haja um planejamento conjunto entre paciente e o médico responsável pelo tratamento da doença.</p>



<p>Achou esse artigo interessante? Confira outros conteúdos sobre câncer de mama e saúde das mamas no meu <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"><u>blog.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/">Gravidez após câncer de mama: é possível?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/">Gravidez após câncer de mama: é possível?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Coceira nas mamas? Veja o que pode ser</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 20:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama inflamatório]]></category>
		<category><![CDATA[coceira]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite atópica]]></category>
		<category><![CDATA[doença de Paget]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda que esta seja uma ocorrência normal em muitas mulheres, é preciso atenção, pois a coceira nas mamas pode ser sinal de outros problemas de saúde Uma queixa muito comum entre as pacientes que buscam uma consulta junto ao mastologista é a coceira nas mamas. Ainda que esta seja uma ocorrência normal no decorrer da vida de muitas mulheres, é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ainda que esta seja uma ocorrência normal em muitas mulheres, é preciso atenção, pois a coceira nas mamas pode ser sinal de outros problemas de saúde</em></p>



<p>Uma queixa muito comum entre as pacientes que buscam uma consulta junto ao mastologista é a <strong>coceira nas mamas</strong>. Ainda que esta seja uma ocorrência normal no decorrer da vida de muitas mulheres, é preciso atenção, pois a <strong>coceira</strong> pode significar os sintomas de outros problemas de saúde.</p>



<p>Normalmente, a coceira nas mamas pode ser causada por uma troca no tipo de sabonete ou mesmo por um novo modelo de sutiã. Apesar de muitas das causas da coceira serem consideradas inofensivas e sumirem rapidamente, é preciso estar atenta para a persistência do <strong>sintoma</strong>. Nesses casos, o melhor a fazer é marcar uma consulta médica.</p>



<p>A seguir, confira as principais causas de coceiras nas mamas.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/">Cirurgia para câncer de mama: quais as opções de tratamento cirúrgico?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja o que pode causar coceira nas mamas</h2>



<p>É importante ressaltar que, se a coceira da mama persistir por mais de duas semanas e estiver acompanhada de outros sintomas como <strong>inchaço das mamas</strong>, <strong>vermelhidão,</strong> <strong>alterações na pele dos seios</strong> ou <strong>secreção mamilar</strong>, a mulher deve buscar acompanhamento com um <strong>mastologista</strong> com brevidade, pois esses podem ser os sinais de <strong>câncer de mama</strong>.</p>



<p>De acordo com o<a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional de Câncer (Inca),</u></a> no Brasil, o câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente em mulheres, após o câncer de pele não melanoma. Só em 2022, as estimativas apontam que ocorrerão 66.280 casos novos da doença. Por isso, é fundamental procurar um médico para que o correto <strong>diagnóstico</strong> da causa da coceira na mama seja feito e o tratamento necessário seja iniciado o mais precocemente possível.</p>



<p><strong>Conheça algumas outras possíveis causas de coceira nas mamas:</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Mastite</h3>



<p>A <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">mastite</a> é uma inflamação das mamas que pode estar acompanhada de infecção sendo muito comum durante o período de amamentação. Além da coceira nas mamas, pode ter como sintomas dor, inchaço, vermelhidão e até mesmo febre, podendo evoluir para a formação de um <strong>abcesso mamário.</strong> Entre os principais fatores para o desenvolvimento da mastite estão a pega incorreta do recém-nascido no momento da mamada. Segundo a <a href="https://www.spmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia Regional São Paulo</u></a>, estima-se que de 3 a 20% das mulheres tenham um episódio de mastite durante o período de aleitamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Doença de Paget</h3>



<p>Afetando a pele do mamilo e diversas vezes a<strong> aréola,</strong> é um tipo de câncer considerado raro que normalmente tem a coceira na mama como sintoma inicial. No entanto, outros sintomas podem estar presentes tais como<strong> mamilo mais achatado,</strong> secreção expelida pelo mamilo e ainda pele da mama avermelhada, áspera e descamando.</p>



<p>Grande parte das pacientes que desenvolvem doença de Paget também apresentam outros <strong>tumores cancerígenos </strong>na mesma mama, como carcinoma ductal in situ ou câncer de mama invasivo, de acordo com a <a href="https://www.nationalbreastcancer.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>National Breast Cancer Foundation.</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Câncer de mama inflamatório</h3>



<p>Este também é um tipo raro de câncer de mama, sendo considerado bastante agressivo. Além da coceira, de acordo com a<a href="https://www.cancerresearchuk.org/"><u> Cancer Research UK,</u></a> o câncer de mama inflamatório pode gerar <strong>alterações na pele das mamas </strong>que incluem inchaço, pele vermelha, dor e ainda aumento das mamas.</p>



<p>Como nos casos de câncer de mama inflamatório, comumente, não apresenta <strong>nódulo </strong>palpável na mama, por isso as pacientes tendem a não procurar o mastologista com rapidez, o que pode retardar o diagnóstico e complicar o tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Dermatite atópica</h3>



<p>Também conhecida por <strong>eczema</strong>, essa condição de pele pode ser desencadeada pelo contato de substâncias alérgicas, alterações na temperatura, excesso de oleosidade ou mesmo estresse.</p>



<p>A<a href="https://www.sbd.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)</u></a>, reforça a necessidade de acompanhamento médico para que a coceira não provoque mais ferimentos na pele, o que favorece a contaminação das feridas por bactérias.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-cancer-de-mama-conheca/">Tipos de câncer de mama: conheça os mais comuns e entenda suas características</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância de consultar um mastologista</h2>



<p>Alguns tratamentos para o câncer de mama como a <strong>radioterapia</strong>, <strong>quimioterapia</strong>, <strong>terapia hormonal</strong> ou cirurgia para remoção do tumor também podem causar coceira nas mamas. Determinados cuidados indicados pelo médico mastologista responsável pelo acompanhamento da paciente podem colaborar para o alívio da coceira.</p>



<p>Entre as principais dicas para diminuir o incômodo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Utilização de sutiãs e roupas com tecidos leves e confortáveis;</li>
<li>Uso de sabão neutro para lavagem das mamas;</li>
<li>Evitar banhos quentes que causam o ressecamento da pele e agravam a coceira;</li>
<li>Hidratação regular da pele das mamas com cremes indicados pelo mastologista.</li>
</ul>



<p>Somente o médico pode diagnosticar corretamente as causas da coceira nas mamas, como já ressaltamos esse pode ser um dos <strong>sintomas </strong>de problemas mais graves. Por isso é importante manter o acompanhamento com o <strong>mastologista </strong>sempre em dia. Assim, caso você apresente coceira persistente nas mamas com ou sem outros sintomas associados, a exemplo de vermelhidão, dor, inchaço e secreção dos mamilos, procure com a maior rapidez possível marcar uma consulta com um mastologista de sua confiança.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Câncer de mama HER2 positivo: o que isso indica?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 11:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[biopsia]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[chances de cura]]></category>
		<category><![CDATA[estrogenio]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
		<category><![CDATA[progesterona]]></category>
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		<category><![CDATA[recidiva]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução da mama]]></category>
		<category><![CDATA[subtipos de câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[T-DM1.]]></category>
		<category><![CDATA[tecido mamário]]></category>
		<category><![CDATA[terapia alvo]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>HER2 positivo é um dos subtipos mais agressivos de câncer de mama e requer tratamento e medicamentos específicos O diagnóstico de câncer de mama descortina uma grande variedade de termos médicos que muitas vezes deixam as pacientes com dúvidas. Um desses termos associados à nomenclatura da doença é o HER2 positivo. Segundo as estatísticas divulgadas pela Agência Internacional de Pesquisa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>HER2 positivo é um dos subtipos mais agressivos de câncer de mama e requer tratamento e medicamentos específicos</em></p>



<p>O diagnóstico de <strong>câncer de mama</strong> descortina uma grande variedade de termos médicos que muitas vezes deixam as pacientes com dúvidas. Um desses termos associados à nomenclatura da doença é o <strong>HER2 positivo</strong>.</p>



<p>Segundo as estatísticas divulgadas pela <a href="https://www.iarc.who.int/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC</u></a>), órgão vinculado a <a href="https://www.who.int/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Mundial da Saúde (OMS)</u></a>, o câncer de mama é a forma de câncer mais comumente diagnosticada em todo o planeta. No entanto, é preciso compreender que existem diversos subtipos de câncer de mama caracterizados de acordo com as especificações de cada<strong> tumor</strong>, o câncer de mama HER2 positivo é um desses subtipos.</p>



<p>De acordo com o subtipo do câncer de mama, o <strong>mastologista</strong> responsável pelo acompanhamento da paciente pode adotar as opções de <strong>tratamento </strong>e estratégias mais recomendadas para obtenção dos melhores resultados conforme o quadro clínico de cada mulher.</p>



<p>Para ajudar a entender mais sobre o câncer de mama HER2 positivo e tirar suas principais dúvidas sobre o assunto preparamos uma FAQ (<em>Frequently Asked Questions</em> ou Perguntas Frequentes).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que significa HER2 positivo?</h2>



<p>A sigla HER2 é abreviação de <em>Human Epidermal growth factor Receptor-type</em> 2 que pode ser traduzido como “receptor tipo 2 do fator de crescimento epidérmico humano”.</p>



<p>O HER2 é uma proteína com um importante papel relacionado ao crescimento e desenvolvimento epidérmico dos seres humanos, entre elas as células que compõem o <strong>tecido mamário</strong>. Contudo, quando em níveis mais elevados do que os normais, esta proteína pode ser hostil ao organismo humano levando a formação do tumor cancerígeno, o câncer de mama HER2 positivo.</p>



<p>Esse é um dos subtipos mais agressivos de <strong>câncer de mama</strong> e requer tratamento e medicamentos específicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como são as classificações moleculares de câncer de mama?</h2>



<p>A classificação molecular do câncer de mama é caracterizada pela presença quantitativa de HER2 e também dos <strong>receptores hormonais</strong> de <strong>estrogênio</strong> e/ou <strong>progesterona </strong>nas células do tumor. Assim temos como possíveis classificações moleculares:</p>



<h3 class="wp-block-heading">HER2</h3>



<p>Possuem a expressão da proteína HER2 (HER2 positivo ou 3+), que podem ou não ter expressão de receptores hormonais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">HER2 LOW</h3>



<p>É um novo subtipo, caracterizado como positividade de 1+ na análise imunohistoquímica ou 2+ com teste de hibridização in situ para HER-2 negativo. Antes, essa população era classificada como negativa para fins terapêuticos. Hoje, esse grupo de pacientes foram redefinidos e vislumbram uma nova possibilidade de tratamento, de acordo com estudos em andamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Luminal A</h3>



<p>Têm crescimento celular lento, não possuem a expressão de HER2, sendo conhecidos, portanto, como HER2 negativo; apresentam muitos receptores hormonais;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Luminal B</h3>



<p>Apresentam do mesmo modo que o Luminal A receptores hormonais positivos e também são HER2 negativo, no entanto, apresentam um nível de crescimento celular mais acelerado;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Triplo Negativo</h3>



<p>Não apresenta nem a expressão de HER2, nem de estrogênio e progesterona.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/">Para que serve a Biópsia das Mamas?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o diagnóstico?</h2>



<p>O diagnóstico do subtipo de câncer mama HER2 positivo é realizado por meio da análise molecular de imunohistoquímica do fragmento de biopsia e serve como guia para que o mastologista possa orientar a paciente acerca do<strong> tratamento </strong>individualizado mais adequado para o seu quadro.</p>



<p>Os resultados da biópsia podem variar em uma escala de 0 a 3+. Em casos que os resultados forem 0 é considerado como HER2 negativo, se o resultado for HER2 1+ ou 2+ com teste negativo de hibridização in situ para HER-2, é considerado como HER2-Low. Já resultados com +2 apontam que o subtipo do câncer não tem o status definido e, portanto, será preciso realizar um novo exame, que consistiria na hibridização in situ do HER2. Quando ocorrem resultados 3+ é considerado um câncer de mama do tipo HER2 positivo.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/">Cirurgia para câncer de mama: quais as opções de tratamento cirúrgico?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as opções de tratamento de câncer de mama HER2 positivo?</h2>



<p>Como aponta o <a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer (Inca)</u></a>, atualmente existem tratamentos específicos para pacientes diagnosticados com câncer de mama HER2 positivo com resultados expressivos.</p>



<p>As opções de tratamento devem ser determinadas de acordo com as características biológicas do tumor, o <strong>estadiamento do câncer, </strong>além de fatores como idade, comorbidades, menopausa, assim como as preferências da paciente.</p>



<p>Entre as possibilidades de tratamento do câncer de mama HER2 positivo temos os tratamentos local e sistêmico. O tratamento local compreende cirurgia para remoção do tumor associada a <strong>radioterapia</strong> e também <strong>reconstrução da mama</strong>. Enquanto o tratamento sistêmico envolve a realização de <strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/">quimioterapia</a></strong>, terapia biológica e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/">hormonioterapia</a>.</p>



<p>A <strong>terapia alvo</strong>, por meio de medicações que produzem menos efeitos colaterais para o organismo, e que tem por objetivo atingir como alvo a proteína HER especificamente, tem apresentado bons resultados.</p>



<p>Atualmente o medicamento Herceptin, cujo nome químico é trastuzumab, é aprovada pelo FDA, órgão regulatório americano, para ser usada no tratamento de câncer de mama HER2-positivo que esteja em estágio inicial ou avançado/metastático.</p>



<p>Desde 2019, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou no Brasil a utilização de um novo medicamento, o <strong>T-DM1</strong> (trastuzumabe entansina) para o tratamento de pacientes com câncer de mama HER2 positivo com doença residual após tratamento com terapia neoadjuvante. Essa tem sido uma importante opção terapêutica nos casos de pacientes que não apresentaram melhores respostas com os outros tratamentos disponíveis, assim como para diminuir a possibilidade de recidivas.</p>



<p>Já a Trastuzumab deruxtecan (Enhertu) é o mais novo medicamento aprovado pela FDA nos casos de câncer de mama metastático que apresentam o HER2 Low, contudo ainda não foi liberada pela Anvisa para utilização no Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Câncer de mama HER 2 positivo tem cura?</h2>



<p>De acordo com dados do <a href="https://www.nih.gov/about-nih/what-we-do/nih-almanac/national-cancer-institute-nci" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>National Cancer Institute (NCI)</u></a>, nos Estados Unidos, o câncer de mama do subtipo HER2 positivo corresponde a 14% dos casos de câncer de mama diagnosticados. Contudo, o diagnóstico não é uma sentença de morte.</p>



<p>O <strong>rastreamento precoce, associado ao avanço das técnicas cirúrgicas </strong>e a descoberta de novos medicamentos pela Ciência tem conduzido a uma resposta patológica completa com significativas <strong>chances de cura. </strong>As estatísticas apontam que quando diagnosticado na fase inicial as chances de cura do câncer de mama podem chegar a 95%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a probabilidade de reincidência do câncer de mama HER2 positivo?</h2>



<p>A maioria dos casos de câncer de mama quando diagnosticado na sua fase inicial, independente do perfil molecular, podem ser curados e não apresentar reincidência ao longo da vida.</p>



<p>Porém, uma pequena parte das pacientes pode apresentar recidiva do câncer na mama (recorrência local), ou nos linfonodos axilares (recidiva loco regional) ou em outros órgãos do corpo (metástase à distância).</p>



<p>Os riscos de recorrência estão associados a diversos fatores como <strong>tamanho do tumor,</strong> idade da paciente, comprometimento dos <strong>linfonodos </strong>e do grau de diferenciação.</p>



<p>O risco é mais elevado nos primeiros dois anos após o tratamento, diminuindo ao longo do tempo. Considera-se que depois de 10 anos o risco de câncer de mama é semelhante a mulheres que nunca tiveram a doença. Importante destacar que é essencial o acompanhamento de um mastologista para avaliação periódica das pacientes com histórico de câncer de mama.</p>



<p>Esse conteúdo foi útil para você e ajudou a responder sobre suas principais dúvidas sobre o câncer de mama HER2 positivo? Para mais conteúdos informativos sobre câncer de mama e saúde das mamas, continue navegando por nosso <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"><u>blog</u></a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">Câncer de mama HER2 positivo: o que isso indica?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">Câncer de mama HER2 positivo: o que isso indica?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Fibroadenoma na mama: o que é, quais os sintomas e como tratar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2022 16:43:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[alteração na mama]]></category>
		<category><![CDATA[autoexame]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
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		<category><![CDATA[tumor na mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fibroadenoma na mama caracteriza-se como um nódulo com margens bem definidas, com forma arredondada ovalada e não doloroso. Entenda sintomas e veja como tratar. Perceber uma alteração na mama, como um caroço ou nódulo, é motivo de grande apreensão, principalmente para as mulheres, já que o sinal comumente é associado ao câncer de mama. No entanto, em algumas situações, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O fibroadenoma na mama caracteriza-se como um nódulo com margens bem definidas, com forma arredondada ovalada e não doloroso. Entenda sintomas e veja como tratar.</em></p>



<p>Perceber uma <strong>alteração na mama</strong>, como um caroço ou <strong>nódulo</strong>, é motivo de grande apreensão, principalmente para as mulheres, já que o sinal comumente é associado ao <strong>câncer de mama</strong>. No entanto, em algumas situações, pode indicar um<strong> fibroadenoma na mama.</strong></p>



<p>É fundamental termos as informações necessárias para saber diferenciar as duas patologias e assim, adotar as condutas mais indicadas para o tratamento de cada uma. Por isso, ao longo deste artigo, vamos abordar os principais aspectos sobre o <strong>fibroadenoma </strong>na mama para que você sane todos os seus questionamentos.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/">Nódulos na mama: o que podem indicar e quando são preocupantes?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é fibroadenoma na mama?</h2>



<p>Segundo a <a href="https://www.cancer.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>American Cancer Society</u></a>, os fibroadenomas são <strong>tumores de mama</strong> benignos comuns entre as mulheres e não aumentam o risco de câncer. De acordo com a <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM),</u></a> os tumores benignos não são considerados cancerígenos e suas células parecem muito com a normal.</p>



<p>O termo fibroadenoma é uma combinação entre as palavras “fibroma”, o que significa que o tumor contém tecido fibroso que sustenta a mama, e “adenoma”, o que quer dizer que o mesmo contém tecido glandular mamário.</p>



<p>Estima-se que 10% das mulheres possam apresentar fibroadenomas, ou seja 1 em cada 10, e entre essas, aproximadamente 10% a 15% podem apresentar múltiplos nódulos na mesma mama ou bilateralmente.</p>



<p>O fibroadenoma caracteriza-se como um <strong>nódulo </strong>com margens bem definidas, com forma arredondada ovalada e não doloroso. Quando apalpado é possível senti-lo se mover facilmente na <strong>mama</strong> embaixo da pele.</p>



<p>Mulheres de qualquer idade podem desenvolver fibroadenoma na mama, no entanto na maioria dos casos, a prevalência é em pacientes jovens, com idade entre 20 a 35 anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as causas do fibroadenoma da mama?</h2>



<p>A Ciência ainda não conhece as causas do fibroadenoma, contudo a literatura médica sugere que o tumor esteja relacionado com os <strong>hormônios reprodutivos femininos</strong>. Os níveis elevados de hormônios femininos durante a<strong> gravidez </strong>podem aumentar o tamanho do fibroadenoma, por outro lado o tamanho do tumor diminui no final da gravidez e na menopausa.</p>



<p>A utilização de <strong>métodos hormonais</strong> também são um fator que pode ter relação com o surgimento de fibroadenomas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os sintomas do fibroadenoma?</h2>



<p>Normalmente perceptível durante o autoexame das mamas, o fibroadenoma geralmente é <strong>indolor</strong>. Cerca de 70% apresentam-se como <strong>nódulo</strong> único, enquanto 10% a 25% dos casos apresentam-se com nódulos múltiplos.</p>



<p>Outros sintomas característicos do fibroadenoma são sua <strong>massa lisa, fibroelástica, móvel e com bordas bem definidas. </strong>Geralmente suas dimensões variam de 1 cm a 3 cm, no entanto, podem ser maiores de 10 cm causando assimetria mamária e deformação estética.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-cancer-de-mama-conheca/">Tipos de câncer de mama: conheça os mais comuns e entenda suas características</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br />Quais são os principais tipos de fibroadenoma?</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Fibroadenoma simples</h3>



<p>Possui as células semelhantes e na maioria dos casos mede entre 1 cm a 3 cm. Vale ressaltar que não aumenta o risco do desenvolvimento de câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fibroadenoma complexo</h3>



<p>Suas células podem ter <strong>crescimento acelerado,</strong> podendo chegar a um tamanho superior a 5 cm e necessitando ser retirado cirurgicamente, uma vez que pode causar assimetria mamária e <strong>deformação da mama</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fibroadenoma juvenil</h3>



<p>É o tipo mais comum em adolescentes entre 10 e 18 anos. Podem tornar-se grandes, porém a maioria dos casos evolui com redução de tamanho ou mesmo involuem e desaparecem com o passar do tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fibroadenoma gigante</h3>



<p>Tem tamanho maior ou igual a 5 cm, sendo necessária a retirada cirúrgica. É preciso também realizar um diagnóstico diferencial com <strong>tumores filoides</strong>, que geralmente são benignos, porém alguns podem tornar-se cancerosos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é o diagnóstico?</h2>



<p>O diagnóstico do fibroadenoma da mama é feito por meio do histórico clínico da paciente, exame físico com <strong>palpação das mamas e axilas. </strong>De acordo com a idade da mulher, o <strong>mastologista</strong> também pode solicitar exames de imagem, a exemplo da <strong>mamografia</strong> e <strong>ultrassom</strong>.</p>



<p>Em casos com crescimento progressivo, <strong>nódulos</strong> com tamanho superior a 5 cm, bem como a depender do quadro clínico e idade da paciente, pode ser solicitada uma <strong>biópsia</strong> da lesão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como tratar o fibroadenoma?</h2>



<p>Nem sempre o tratamento dos fibroadenomas envolve o <strong>procedimento cirúrgico</strong>. Caso o tumor seja pequeno e não provoque desconforto na paciente, opta-se pelo tratamento conservador, não cirúrgico, aguardando e observando o crescimento ou diminuição do tamanho do fibroadenoma.</p>



<p>A <strong>remoção cirúrgica </strong>do fibroadenoma pode ser uma opção em casos de dúvida diagnóstica, em nódulos maiores de 5 com ou com crescimento progressivo, que gerem desconforto ou deformidade estética na mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O fibroadenoma pode virar câncer?</h2>



<p>É preciso que fique claro para as pacientes que a maioria dos fibroadenomas não eleva o risco para o <strong>câncer de mama</strong>. Contudo, o fibroadenoma do tipo complexo pode aumentar ligeiramente o risco para a doença.</p>



<p><strong>Esse conteúdo foi útil para esclarecer suas principais dúvidas sobre fibroadenomas?</strong></p>



<p>Lembre-se que você também pode agendar uma consulta com a gente para cuidar da saúde de suas mamas. Entre em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/contato/"><u>contato </u></a>conosco.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/">Fibroadenoma na mama: o que é, quais os sintomas e como tratar</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/">Fibroadenoma na mama: o que é, quais os sintomas e como tratar</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Oncoplastia e reconstrução mamária: os diferentes tipos de cirurgia e quando são indicadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 13:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reconstrução mamária]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgia oncoreconstrutora]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[mastectomia]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
		<category><![CDATA[oncoplastia]]></category>
		<category><![CDATA[prótese de silicone]]></category>
		<category><![CDATA[quadrantectomia]]></category>
		<category><![CDATA[tamanho das mamas]]></category>
		<category><![CDATA[técnica cirúrgica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[volume mamário.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A oncoplastia e a reconstrução mamária incluem técnicas de cirurgia plástica no tratamento cirúrgico do câncer de mama. Entenda! O diagnóstico de câncer de mama envolve uma série de dúvidas e apreensões para as pacientes acometidas pela doença. Um dos principais receios é como se dará a reconstrução mamária. A possibilidade da realização de reconstrução mamária traz mais conforto e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A oncoplastia e a reconstrução mamária incluem técnicas de cirurgia plástica no tratamento cirúrgico do câncer de mama. Entenda!</em></p>



<p>O diagnóstico de <strong>câncer de mama </strong>envolve uma série de dúvidas e apreensões para as pacientes acometidas pela doença. Um dos principais receios é como se dará a <strong>reconstrução mamária.</strong></p>



<p>A possibilidade da realização de reconstrução mamária traz mais conforto e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-e-autoestima/"><strong>autoestima</strong></a> para a paciente que está no desafio do<strong> tratamento do câncer de mama.</strong></p>



<p>Contudo, é importante a paciente estar ciente de que o processo de reconstrução pode requerer várias <strong>intervenções cirúrgicas</strong>, retoques e nunca será semelhante à mama anterior. As expectativas devem estar voltadas para a qualidade de vida e a função.</p>



<p>A oncoplastia, também conhecida como <strong>c</strong><strong>irurgia oncoreconstrutora</strong>, é a associação de técnicas de cirurgia plástica ao tratamento cirúrgico do câncer de mama, e deve ser considerada parte integrante do tratamento de câncer de mama.</p>



<p>A <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM)</u></a> tem atuado com o enfoque na capacitação e aprimoramento dos mastologistas nas técnicas de oncoplastia mamária para garantir maior acesso e qualidade de vida para as pacientes.</p>



<p>As técnicas de cirurgia oncoplásticas são diversas, sendo aplicadas em cirurgias conservadoras e <strong>mastectomias</strong> com o fim de manter o resultado oncológico e estético favorável.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/">Cirurgia para câncer de mama: quais as opções de tratamento cirúrgico?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Conheça os diferentes tipos e indicações de oncoplastia e reconstrução mamária</h2>



<p>A reconstrução das mamas para pacientes oncológicos é assegurada pela legislação brasileira, por meio da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13770.htm#:~:text=L13770&amp;text=LEI%20N%C2%BA%2013.770%2C%20DE%2019%20DE%20DEZEMBRO%20DE%202018.&amp;text=Altera%20as%20Leis%20n%20%C2%BA,decorrente%20de%20tratamento%20de%20c%C3%A2ncer." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Lei 13.770/2018.</u></a></p>



<p>A reconstrução mamária pode ser realizada no momento da cirurgia ou tardiamente, conforme a avaliação individualizada feita pelo médico <strong>mastologista</strong> responsável pelo acompanhamento do caso.</p>



<p>Nesse sentido, além de discutir a preferência da paciente, outros fatores deverão ser levados em conta pelo mastologista no momento de escolha da técnica a ser empregada, entre eles o <strong>tamanho das mamas</strong>, a quantidade de tecido abdominal e de pele retirada, assim como a existência de cicatrizes.</p>



<p>Contudo o principal fator a ser considerado para escolha da <strong>técnica cirúrgica</strong> para reconstrução mamária é o tipo de cirurgia realizada para remoção do câncer de mama, podendo ser uma mastectomia ou <strong>quadrantectomia,</strong> sendo que esta dependerá da extensão do tumor.</p>



<p>Entre os principais tipos de técnicas oncoplásticas para reconstrução mamária, podemos citar:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mamoplastia redutora oncológica</h3>



<p>Também conhecida como mamoplastia oncoplástica, consiste em uma técnica oncológica, onde é retirado o tumor mamário havendo redução do volume mamário e reconstruída a mesma mama com técnicas semelhantes à da mamoplastia redutora associada concomitantemente a realização da redução da mama saudável. É indicada para mamas de médio e grande porte, já que o tecido da mama saudável é utilizado no preenchimento da mama afetada pelo câncer. Possibilita um resultado bastante satisfatório esteticamente, uma vez que garante um bom equilíbrio entre as duas mamas.</p>



<p>Onde é retirado o tumor mamario havendo redução do volume mamário e reconstruía a mesma mama com técnicas semelhantes a da mamoplastia redutora</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>Reconstrução mamária com prótese e simetrização contralateral</h3>



<p>Indicada em casos em que é necessário realizar uma mastectomia por conta da <strong>extensão do tumor,</strong> essa técnica possibilita a reconstrução da mama através da colocação de uma <strong>prótese de silicone</strong>. Além de repor o volume da mama doente, na mesma cirurgia é possível realizar a simetrizarão da mama oposta ao câncer realizando uma mamoplastia redutora para proporcionar maior equilíbrio o volume entre as mamas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>Reconstrução de aréola e mamilo</h3>



<p>Na minoria dos casos nos quais não é possível preservar a <strong>aréola</strong> e o <strong>mamilo</strong> no momento da remoção do tumor cancerígeno, pode-se empregar técnicas específicas de reconstrução para reduzir a sensação de mutilação. Realizadas imediatamente ou em momento posterior à cirurgia do câncer de mama, as técnicas de reconstrução irão variar entre a cirurgia conservadora, quando se retira parcialmente a mama, assim como o mamilo, e entre a mastectomia, quando se retira a mama totalmente.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatrizes-da-mama-apos-cirurgia-do-cancer/">Como ficam as cicatrizes da mama após cirurgia do câncer?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Benefícios e sequelas da reconstrução mamária</h2>



<p>Além de proporcionar maior <strong>qualidade de vida</strong>, maior autoconfiança e <strong>autoestima</strong> para as pacientes, a reconstrução mamária impacta diretamente em um melhor convívio social e das relações sexuais, assim como na retomada das atividades cotidianas e laborais.</p>



<p>Isso ocorre principalmente devido ao fato que a reconstrução mamária permite à paciente uma maior autoaceitação da sua imagem corporal já que recupera a forma e a<strong> simetria das mamas.</strong></p>



<p>Após a reconstrução, as pacientes não necessitam de próteses externas podem utilizar novamente suas roupas e maiôs.</p>



<p>Conduto, é preciso que as pacientes tenham conhecimento que as cirurgias de reconstrução mamária podem causar sequelas funcionais, a exemplo da diminuição da sensibilidade da mama, que pode ser recuperada gradativamente, e também perda da capacidade de <strong>amamentação.</strong></p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/por-que-o-cabelo-cai-na-quimioterapia-e-como-lidar/">Por que o cabelo cai na quimioterapia e como lidar?</a></p>



<p>Pacientes com diabetes não controlada, problemas cardiovasculares e hipertensão também não controlada não são recomendadas para a realização da reconstrução devido ao alto risco cirúrgico, devendo ser recomendado apenas a realização de cirurgias reparadoras.</p>



<p>Outro aspecto que deve ser de conhecimento, uma vez que pode ser motivo de preocupação da paciente, é que a reconstrução mamária não está associada à <strong>recidiva do câncer de mama. </strong>Caso a doença retorne, a reconstrução não implica em qualquer dificuldade no diagnóstico ou no tratamento.</p>



<p>Sempre é recomendado que a mulher decida sobre a reconstrução mamária quando estiver emocionalmente segura sobre o assunto. Por vezes, no momento do diagnóstico do câncer de mama muitas pacientes ainda não conseguem pensar sobre o assunto, devendo tomar a decisão em um momento posterior. No entanto, cabe ao mastologista apresentar todas as possibilidades para que a paciente tenha uma visão mais ampla sobre as possibilidades futuras. Nas nossas instalações, além de sermos responsáveis pelo tratamento oncológico, também realizamos a reconstrução mamária.</p>



<p>Caso tenha alguma dúvida sobre o assunto,<a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511999653459&amp;text=Ol%C3%A1%2C%20tudo%20bem%3F%20Gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta%20com%20a%20Dra.%20Brenda%20Delgado%2C%20mastologista."><u> entre em contato conosco.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/oncoplastia-e-reconstrucao-mamaria/">Oncoplastia e reconstrução mamária: os diferentes tipos de cirurgia e quando são indicadas</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/oncoplastia-e-reconstrucao-mamaria/">Oncoplastia e reconstrução mamária: os diferentes tipos de cirurgia e quando são indicadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Densidade da mama ligada ao risco familiar de câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 14:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama na família]]></category>
		<category><![CDATA[histórico médico familiar]]></category>
		<category><![CDATA[mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamas densas]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
		<category><![CDATA[pré-menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[risco de câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[tecido fibroglandular]]></category>
		<category><![CDATA[testes genéticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um recente estudo comprovou que a história familiar para câncer de mama está positivamente associada à densidade da mama em mulheres na pré-menopausa Um aspecto importante para que o médico mastologista possa analisar e avaliar o risco de desenvolver câncer de mama ao longo da vida da paciente é conhecer o histórico médico familiar acerca da doença, principalmente dos parentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um recente estudo comprovou que a história familiar para câncer de mama está positivamente associada à densidade da mama em mulheres na pré-menopausa</em></p>



<p>Um aspecto importante para que o médico <strong>mastologista</strong> possa analisar e avaliar o risco de desenvolver câncer de mama ao longo da vida da paciente é conhecer o <strong>histórico médico familiar</strong> acerca da doença, principalmente dos parentes de primeiro, segundo e terceiro graus, uma vez que a existência de um<strong> fator genético</strong> aumenta o <strong>risco familiar de câncer de mama.</strong></p>



<p>Contudo, a ausência de casos de <strong>câncer de mama na família</strong> não significa que a pessoa está a salvo da doença. Isto porque o histórico familiar é apenas um dos vários fatores que precisam ser levados em consideração para avaliação risco.</p>



<p>Ao contrário do que muitas pacientes pensam, o câncer de mama é predominantemente esporádico e pouco associado a predisposição genética. De acordo com o<a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional do Câncer (INCA),</u></a> o câncer de mama de caráter hereditário corresponde de 5% a 10% do total de casos.</p>



<p>A <strong>densidade das mamas</strong> é outro fator de risco de grande relevância para o câncer de mama. Saiba mais sobre ela a seguir!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é mama densa?</h2>



<p>Considera- se uma mama densa aquela que apresenta quantidades relativamente altas de<strong> tecido fibroglandular</strong> e quantidades relativamente baixas de tecido mamário gorduroso.</p>



<p>Ou seja, a densidade mamária é determinada pela proporção de tecido glandular, que se mostra branca na mamografia, e do tecido gorduroso, que aparece mais escuro. Quanto maior a proporção de tecido fibroglandular mais densa será considerada a mama e em termos práticos mais branca ou radiolucente aparecerá na mamografia, podendo assim “esconder lesões mamárias” na avaliação da imagem, justificando o acompanhamento diferenciado destas pacientes.</p>



<p>As <strong>mamas densas </strong>dificultam o diagnóstico de câncer de mama através do exame de mamografia, já que os tumores também se apresentam densos no exame.</p>



<p>Até pouco tempo atrás, tínhamos poucas informações de como esses dois fatores, histórico familiar e densidade mamográfica, estavam relacionados. Porém, um <strong>recente estudo</strong> publicado na revista médica<a href="https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> JAMA Network Open</u></a> comprovou que a história familiar para câncer de mama está positivamente associada à densidade mamária em mulheres na<strong> pré-menopausa</strong>.</p>



<p id="leiamais">Leia também:<a href="/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar"> Nódulos na mama: o que podem indicar e quando é preocupante?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância da mamografia para pacientes com risco familiar de câncer</h2>



<p>O estudo de coorte foi realizado com pacientes americanas com câncer de mama atendidas no <em>Joanne Knight Breast Health Center</em> e <em>Siteman Cancer Center, </em>da Universidade de Washington. A pesquisa comparou dados do grupo de descoberta, que incluiu 375 mulheres na pré-menopausa que receberam mamografia anual em 2016 e tiveram volume denso e volume não denso medidos durante cada triagem, assim como dados das pacientes do conjunto de validação, obtidos com 14.415 <strong>mulheres na pré-menopausa</strong> atendidas nos centros entre 2010 e 2015.</p>



<p>De acordo com os pesquisadores que conduziram o estudo, a <strong>densidade volumétrica das mamas foi significativamente maior</strong> em mulheres com histórico familiar de câncer de mama em comparação com mulheres sem histórico na família.</p>



<p>Esses achados reforçam a necessidade de se iniciar a<strong> mamografia</strong> de rastreamento anual em idade precoce para mulheres com histórico de câncer de mama na família.</p>



<p>Idealmente, o rastreamento é feito partir dos 30 anos quando se fala em grupos de alto risco. Contudo, para saber a necessidade de iniciar este rastreio antes dos 40 anos é necessário a avaliação de um mastologista.</p>



<p>Atualmente, a <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM)</u></a> recomenda que todas as mulheres sem histórico de câncer de mama ou risco populacional iniciem a mamografia a partir dos 40 anos, devendo ser repetida a cada ano. No entanto, mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou ovário devem iniciar a prevenção antes, idealmente 10 anos antes da idade do diagnóstico do familiar com histórico de câncer. A idade exata é definida pelo médico mastologista.</p>



<p>Ainda de acordo com a SBM, a realização de<strong> testes genéticos</strong> é uma importante ferramenta para as mulheres que fazem parte desse grupo de risco.</p>



<p>Já, segundo a última revisão do <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34154984/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>American College of Radiology</em></a>, toda mulher a partir dos 30 anos deve e merece ser avaliada por um especialista em mama para determinar o risco de desenvolver câncer de mama ao longo da vida.</p>



<p id="leiamais">Leia também:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-substitui-a-mamografia/"> Autoexame substitui a mamografia?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Prevenção ainda é melhor opção</h2>



<p>Quando diagnosticado precocemente, as chances de <strong>cura do câncer de mama</strong> são de 95%. Assim, vale o alerta de reforço para as mulheres que possuem histórico familiar de câncer conscientizarem-se a respeito da importância da <strong>mamografia</strong>, bem como das<strong> visitas periódicas ao mastologista</strong>.</p>



<p>Outro aspecto positivo das consultas regulares é sanar dúvidas e temores que possam acometer a paciente.</p>



<p><em>Leia também: </em><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentos-ajudam-na-prevencao-ao-cancer-de-mama/"><em>Quais alimentos ajudam na prevenção ao câncer de mama?</em></a></p>



<p>O autocuidado e monitoramento das mamas possibilita a detecção precoce de eventuais anomalias, e a consequente realização de tratamentos antes do avanço da doença, com maiores chances de sucesso. Além disso, manter bons hábitos como a prática rotineira de atividades físicas e priorizar uma alimentação saudável são grandes aliados na <strong>prevenção do câncer de mama</strong>.</p>



<p>Por isso cuide-se sempre!</p>



<p>Se você gostou desse conteúdo, continue navegando pelo nosso <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"><u>blog.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/densidade-da-mama-ligada-ao-risco-familiar-de-cancer-de-mama/">Densidade da mama ligada ao risco familiar de câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/densidade-da-mama-ligada-ao-risco-familiar-de-cancer-de-mama/">Densidade da mama ligada ao risco familiar de câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Autoexame substitui a mamografia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 23:32:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[autoexame]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[exame da mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se discute sobre as formas de prevenção e rastreio de câncer de mama. É um dos tipos de câncer mais frequentes no mundo, e que possui grande chance de cura quando diagnosticado precocemente. Afinal o autoexame substitui a mamografia? O debate em torno do autoexame da mama Muitas pessoas não sabem ainda, mas o autoexame NÃO é mais indicado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se discute sobre as formas de prevenção e rastreio de <strong>câncer de mama</strong>. É um dos tipos de câncer mais frequentes no mundo, e que possui grande chance de cura quando diagnosticado precocemente. Afinal o <strong>autoexame substitui a mamografia</strong>?</p>



<h2 class="has-text-align-left wp-block-heading">O debate em torno do autoexame da mama</h2>



<p>Muitas pessoas não sabem ainda, mas o <strong>autoexame</strong> NÃO é mais indicado para constatar e prevenir o surgimento do <strong>câncer de mama</strong>, em substituição ao exame clínico.</p>



<p>O <strong>autoexame não substitui a mamografia</strong> mas pode ser realizado sim. É necessário compreender que através do <strong>toque</strong>, só é possível identificar nódulos com mais de 1 cm conforme a localização e tamanho da mama.</p>



<p>Logo, o <strong>autoexame </strong>não deve de forma alguma substituir o exame clínico e a <strong>mamografia </strong>regular.</p>



<p>Entenda que é recomendável que mulheres a partir de 20 anos façam o autoexame e, segundo a <a href="https://www.sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="undefined (opens in a new tab)">Sociedade Brasileira de Mastologia</a>, a indicação hoje é de se autoexaminar de forma a conhecer o seu corpo.</p>



<p>Reafirmada pelo <a href="https://saude.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="undefined (opens in a new tab)">Ministério da Saúde</a> e pelo <a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="undefined (opens in a new tab)">INCA</a>, a orientação é de apalpar a mama sempre que se sentir confortável.</p>



<p>Os dados coletados através de pesquisa mostram que a maioria das mulheres que identificaram o caroço, o fizeram de forma casual e não de forma organizada &#8211; como fazer o <strong>autoexame</strong> 7 dias após a menstruação.</p>



<p>Muitas identificam durante o banho ou durante troca de roupa por exemplo.</p>



<h2 class="has-text-align-left wp-block-heading">Porque o autoexame não substitui a mamografia?</h2>



<p>Reforçando aqui no blog a necessidade de disseminar o conhecimento de que o <strong>autoexame não substitui a mamografia</strong>, já que o auto exame não detecta os tumores menores que 1 cm, sendo essa a fase em que o tratamento é mais simples e eficaz.</p>



<p>O <strong>câncer de mama</strong>, em seus estágios iniciais, se apresenta por meio de uma microcalcificação, imperceptível ao toque.</p>



<p>O único jeito de detectar essa microcalcificação é através do <strong>exame de mamografia</strong>.</p>



<p><strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-tem-cura/">Câncer de mama tem cura!</a></strong> Quando detectado precocemente, as chances de cura do <strong>câncer de mama</strong> podem chegar a 95%. Além disso, o <strong>câncer de mama</strong> é o câncer que mais acomete mulheres no Brasil. O simples fato de ser detectado em estágio inicial pode salvar muitas vidas.</p>



<p>Por isso devemos todos entender e compartilhar qual a indicação correta de exame clínico regular. Afinal <strong>quando devo fazer mamografia</strong>? E com que frequência?</p>



<h2 class="has-text-align-left wp-block-heading">Como fazer autoexame da mama com silicone</h2>



<p>O autoexame da mama de quem tem silicone é similar ao de quem não tem.</p>



<p><strong>Comece com uma inspeção visual dos seus seios</strong></p>



<p>Sente-se ou fique de pé sem blusa ou sutiã na frente de um espelho, com os braços ao lado do corpo. Para inspecionar visualmente os seios, faça o seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Olhe para a frente e observe a presença de rugas, covinhas ou alterações no tamanho, forma ou simetria;</li>
<li>Verifique se os mamilos estão afundados (invertidos);</li>
<li>Inspecione os seios com os braços levantados acima da cabeça e as palmas das mãos pressionando uma contra a outra;</li>
<li>Levante os seios para ver se as pregas na base são simétricas;</li>
<li>Se você tem uma deficiência ocular que dificulta a inspeção visual dos seios, peça ajuda a uma pessoa de confiança.</li>
</ul>



<p><strong>Em seguida, use suas mãos para examinar seus seios.</strong></p>



<p><strong>As formas frequentes de realizar a parte manual do exame da mama são:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Deitado. Escolha uma cama ou outra superfície plana para deitar de costas. Quando você se deita, seu tecido mamário se espalha e se torna mais fino e fácil de sentir;</li>
<li>No banho. Ensaboe os dedos e os seios para que deslizem suavemente sobre a pele.</li>
</ul>



<p><br /><strong>Ao examinar seus seios, lembre-se de algumas dicas gerais:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Use as pontas dos dedos. Para o exame, use as pontas dos três dedos do meio, não as pontas dos dedos. Se tiver dificuldade em sentir a ponta dos dedos, use outra parte da mão que seja mais sensível, por exemplo, a palma da mão ou a parte de trás dos dedos;</li>
<li>Use diferentes níveis de pressão. O objetivo é sentir diferentes profundidades dos seios, usando diferentes níveis de pressão para sentir todo o tecido mamário. Aplique leve pressão para sentir o tecido mais próximo da pele, pressão média para sentir um pouco mais profundo e pressão firme para sentir o tecido mais próximo do peito e costelas; Certifique-se de usar todos os níveis de pressão antes de passar para outra área. Se você não tiver certeza de quanta pressão deve exercer, converse com seu médico;</li>
<li>Aproveite o tempo necessário. Não se preocupe. Pode demorar alguns minutos para examinar cuidadosamente seus seios;</li>
<li>Siga um padrão. Use uma técnica metódica para garantir que você examinou toda a mama. Por exemplo, imagine o mostrador de um relógio sobre os seios ou os pedaços de um bolo. Comece perto do esterno e examine essa seção movendo os dedos em direção ao mamilo. Em seguida, mova os dedos para a próxima área;</li>
<li>Se você tem uma deficiência que dificulta o exame de seus seios com esta técnica, você ainda pode fazer um auto-exame de qualquer maneira. Peça ao seu médico para lhe ensinar métodos para examinar seus seios.</li>
</ul>



<h2 class="has-text-align-left wp-block-heading"><strong>Mamografia, a partir de qual idade? </strong></h2>



<p>A <strong>mamografia</strong> é um exame que detecta qualquer alteração na mama, ele realiza o diagnóstico precoce do <strong>câncer de mama</strong>.</p>



<p>O <strong>exame de mamografia</strong> hoje é considerado o exame com maior eficácia na detecção do <strong>câncer de mama</strong>.</p>



<p>Assim ele é de rastreio para diagnóstico precoce, considerado prevenção secundária.</p>



<p>A <strong>mamografia</strong> é um exame com objetivo de <strong>rastreio de câncer de mama</strong>, principalmente acometido em mulheres a partir de 40 anos.</p>



<p>Funciona como um <strong>raio x da mama</strong> e pode detectar nódulos nos seios antes mesmo de serem palpáveis.</p>



<p>O <strong>rastreamento de câncer de mama</strong> é fundamental, principalmente em certas faixas etárias ou outras condições específicas.</p>



<p>Somente através do rastreamento é que se consegue detectar <strong>tumores iniciais na mama</strong> e tratá-los, impedindo seu crescimento e morbidade da paciente.</p>



<p>O <strong>exame de mamografia</strong> deve ser realizado anualmente para mulheres a partir de 40 anos, salvo casos específicos, como <strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/">histórico familiar</a></strong>, analisadas individualmente por seu médico.</p>



<p>E a partir dos 70 anos, a frequência do exame também será individualizada, através da orientação médica.</p>



<p>Salvo a importância do <strong>rastreio na mama</strong> no sentido que pode ser detectado um nódulo, por exemplo, de 1 mm, até 3 anos antes de ser palpável.</p>



<p>Em casos de integrar <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/">grupos de risco</a>, além da idade, como histórico familiar, principalmente em parentes de primeiro grau, o médico indicará a partir de qual idade o paciente deve fazer o rastreio.</p>



<p>No entanto, 85% das <strong>mulheres com câncer de mama</strong> não possuem <strong>histórico familiar</strong>. Por isso é necessário disseminar os conhecimentos a respeito da <strong>mamografia e a partir de qual idade ela deve ser feita</strong>.</p>



<p>Portanto, mesmo que sua família não possua sequer um caso, as origens ainda são na grande maioria de fatores não genéticos. E a realização do <strong>exame de mamografia</strong> não implica em outras consequências, e sim na função de salvar vidas.</p>



<p>Outra estatística importante segundo o INCA é de que 80% dos <strong>nódulos nas mamas</strong> encontrados são benignos, e que o <strong>exame de mamografia</strong> é fundamental, para diagnóstico e tratamento, se for necessário.</p>



<p>Por último, destaco grande importância em arquivar os <strong>resultados das mamografias</strong>, uma vez que a análise de exames antigos podem ajudar a entender a evolução de nódulo.</p>



<p>Espalhem conhecimento. O exame clínico é mais eficaz em diagnosticar precocemente a doença. Dessa forma, o tratamento é mais simples e mais vidas poderão ser salvas.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-substitui-a-mamografia/">Autoexame substitui a mamografia?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-substitui-a-mamografia/">Autoexame substitui a mamografia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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