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	<title>menopausa - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>menopausa - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Reposição hormonal e câncer de mama: o que muda com a atualização do FDA para quem já teve diagnóstico da doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[estrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[reposição hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de reposição hormonal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão do Food and Drug Administration (o FDA, órgão norte-americano que desempenha papel similar à Anvisa) em torno de medicamentos utilizados por mulheres na menopausa recebeu destaque na mídia no final de 2025. No entanto, como tudo que envolve discussões em torno da relação entre reposição hormonal e câncer de mama, as novas informações devem ser encaradas com cautela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão do Food and Drug Administration (o FDA, órgão norte-americano que desempenha papel similar à Anvisa) em torno de medicamentos utilizados por mulheres na menopausa recebeu destaque na mídia no final de 2025. No entanto, como tudo que envolve discussões em torno da <strong>relação entre reposição hormonal </strong>e câncer de mama, <strong>as novas informações devem ser encaradas com cautela por médicos e pacientes.</strong></p>



<p>A decisão reconhece que os<strong> benefícios de abordagens para repor hormônios superam os riscos para a maioria das mulheres saudáveis</strong>. Contudo, para mulheres com histórico oncológico, essa é uma atualização que merece atenção especial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Entenda o que o FDA decidiu sobre os alertas em medicamentos de terapia hormonal</h2>



<p>Em novembro de 2025, após mais de duas décadas, o <a href="https://www.fda.gov/news-events/press-announcements/hhs-advances-womens-health-removes-misleading-fda-warnings-hormone-replacement-therapy" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>FDA removeu os chamados “alertas de caixa preta” de diversos produtos contendo estrogênio</u></a>. <strong>Eles são, em certa medida, equivalente à tarja preta nos medicamentos vendidos no Brasil.</strong> Sua inserção é obrigatória quando medicamentos apresentam riscos significativos à saúde.</p>



<p>Tais avisos foram implementados em 2003. Isso foi resultado de <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/195120" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estudo conduzido Women&#8217;s Health Initiative (WHI)</u></a>, que sugeriram que a terapia hormonal combinando estrogênio e progesterona aumentava certos riscos. Os mais relevantes apontados envolviam riscos cardiovasculares, câncer de mama e demência.</p>



<p>Com a avaliação de novas evidências, <strong>os rótulos deixam de conter as advertências relacionadas a essas consequências,</strong> inclusive nas abordagens sistêmicas de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>reposição hormonal</u></a>. A agência também removeu completamente os alertas dos produtos de estrogênio vaginal de baixa dose. A razão é que, nesses casos, somente quantidades mínimas são absorvidas para a corrente sanguínea.</p>



<p>Contudo, a <strong>entidade norte-americana manteve o alerta para câncer de endométrio em produtos que contêm apenas estrogênio.</strong> Normalmente, eles são destinados a mulheres que já passaram por uma histerectomia (cirurgia de remoção do útero).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que isso significa na prática (inclusive para as pacientes brasileiras)</h2>



<p>No Brasil, a <a href="https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/2273-febrasgo-comemora-decisao-do-fda-sobre-retirada-de-advertencias-em-medicamentos-hormonais-para-menopausa" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo)</u></a> manifestou apoio à decisão. Ela reconheceu que a novidade pode ajudar a desmistificar aspectos sobre o tema e permitir que mais mulheres acessem tratamentos adequados.</p>



<p>A remoção dos alertas reflete uma compreensão mais precisa dos riscos e benefícios da terapia hormonal. Se prescrita adequadamente, os benefícios dessa abordagem incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alívio de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fogachos e suores noturnos,</a> um incômodo comum no climatério/menopausa;</li>



<li>Ampliação da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/desempenho-sexual-depois-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>satisfação sexual</u></a>, graças ao alívio do ressecamento vaginal e da dor durante as relações sexuais;</li>



<li>Prevenção de fraturas ósseas e de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/perda-ossea-na-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>quadros de osteoporose</u></a>;</li>



<li>Diminuição das oscilações de humor, de sintomas ansiosos, de queixas para dormir e do declínio cognitivo;</li>



<li>Redução do risco de complicações cardiovasculares.</li>
</ul>



<p>Tais benefícios podem ser maiores ou menores, dependendo do momento escolhido para a introdução da intervenção visando repor os hormônios. O<strong> próprio FDA reconhece que os benefícios tendem a ser maiores que eventuais riscos dentro de dez anos após o início da menopausa</strong> (e geralmente antes dos 60 anos).</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/anticoncepcao-apos-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>As principais recomendações de anticoncepção após câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que mulheres que já tiveram câncer de mama precisam saber sobre a reposição hormonal</h2>



<p>Apesar da remoção dos alertas gerais, <strong>de modo geral a terapia hormonal sistêmica permanece desaconselhável para mulheres com histórico de câncer de mama.</strong></p>



<p>A <a href="https://www.asco.org/news-initiatives/policy-news-analysis/statement-HHS-revision-black-box-warning" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO)</u></a> emitiu um comunicado esclarecendo que, embora a mudança do FDA seja positiva para indivíduos saudáveis, ela não se aplica em determinados contextos.</p>



<p>Segundo o órgão, “a terapia sistêmica de reposição hormonal continua sendo contraindicada para pessoas que já tiveram câncer de mama, <strong>particularmente aquelas com doença positiva para </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biomarcadores-tumorais-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>receptores hormonais</strong></u></a><strong>, ou outros tipos de câncer que respondem ao estrogênio</strong> (por exemplo, certos cânceres ginecológicos), devido ao aumento do risco de recorrência do câncer”.</p>



<p>Estudos como o <a href="https://academic.oup.com/jnci/article-abstract/100/7/475/918680?redirectedFrom=fulltext&amp;login=false" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ensaio clínico HABITS, publicado no Journal of the National Cancer Institute</u></a>, reforçam essa cautela. Essa avaliação, inclusive, foi interrompida prematuramente devido a preocupações com o aumento de novos eventos de câncer de mama no grupo que recebia terapia hormonal. No fim, os dados mostraram um risco pouco mais de duas vezes maior de recorrência do tumor.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> A importância da abordagem individualizada</h3>



<p>Ou seja, para quem já superou um câncer de mama ou mesmo convive com um risco maior de ter a doença (<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/brca-risco-cancer-de-mama-antinconcepcional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>por conta de mutações nos genes BRCA</u></a>, por exemplo), a mensagem que continua valendo é: cada caso é único e requer avaliação cuidadosa.</p>



<p>É fundamental que <strong>mulheres com histórico da doença mantenham um diálogo aberto</strong> com seus <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mastologistas</u></a>, oncologistas e ginecologistas para tomar decisões informadas que equilibrem qualidade de vida sem ignorar o risco de que a doença retorne. Nesse sentido, paciente e especialistas podem considerar, entre outros caminhos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Alternativas não hormonais </u></a>(inclusive com avanços recentes, graças a substâncias como o fezolinetant e o elinzanetant, destinados a amenizar os fogachos).</li>



<li>Medidas destinadas a combater sintomas específicos e que oferecem absorção sistêmica mínima (como o caso de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cremes vaginais com estrogênio</u></a>).</li>
</ul>



<p>Em resumo, a remoção do alerta sobre a possível conexão entre reposição hormonal e câncer de mama (e outros riscos) não significa abrir mão da precaução. No entanto, <strong>a atualização pode respaldar e orientar conversas sobre as abordagens disponíveis para cada mulher nessa fase da vida</strong>, respeitando sempre seu histórico de saúde.</p>



<p>Para saber mais sobre o impacto da menopausa na saúde feminina e quais os sinais de que esse marco na vida reprodutiva está chegando,<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>acesse esse outro conteúdo sobre o tema que já foi pauta aqui no blog.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reposicao-hormonal-e-cancer-de-mama/">Reposição hormonal e câncer de mama: o que muda com a atualização do FDA para quem já teve diagnóstico da doença</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reposicao-hormonal-e-cancer-de-mama/">Reposição hormonal e câncer de mama: o que muda com a atualização do FDA para quem já teve diagnóstico da doença</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A relação entre a retirada dos ovários e o risco aumentado de insuficiência cardíaca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de ovário]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>
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		<category><![CDATA[ovários]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[saúde oncológica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A retirada dos ovários pode ser indicada em diferentes situações, principalmente quando há risco aumentado para o desenvolvimento de câncer de mama ou de ovário. Embora o procedimento seja considerado seguro, uma nova pesquisa, apresentada na Sessão Científica Anual do Colégio Americano de Cardiologia de 2025, alerta para a importância de se avaliar cuidadosamente o momento de realização da cirurgia, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A retirada dos ovários <strong>pode ser indicada em diferentes situações,</strong> principalmente quando há risco aumentado para o desenvolvimento de câncer de mama ou de ovário.</p>



<p>Embora o procedimento seja considerado seguro, uma nova pesquisa, apresentada na Sessão Científica Anual do Colégio Americano de Cardiologia de 2025, alerta para a importância de se avaliar cuidadosamente o momento de realização da cirurgia, uma vez que a <strong>retirada dos ovários antes da menopausa pode elevar o risco de insuficiência cardíaca no futuro.</strong></p>



<p>Por isso, entender essa relação é essencial para que a decisão seja tomada com segurança, junto ao acompanhamento médico adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Possíveis indicações para a retirada dos ovários</h2>



<p>Chamada de <strong>ooforectomia bilateral</strong>, a remoção dos ovários pode ser recomendada por diferentes motivos, desde o tratamento de doenças até a prevenção de certos tipos de câncer.</p>



<p>Em muitos casos, ela é feita em conjunto à <strong>retirada das tubas uterinas</strong>, procedimento conhecido como <strong>salpingo-ooforectomia bilateral</strong>.</p>



<p>Entre as indicações mais comuns está a <strong>prevenção do</strong> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/resultado-anatomapatologico-cancer-de-mama/"><u><strong>câncer de mama</strong></u></a><strong> e de ovário</strong> <strong>em mulheres com alto risco genético.</strong> Essa conduta é considerada profilática . Ou seja, visa reduzir a probabilidade de surgimento da doença no futuro.</p>



<p>Os principais fatores que costumam orientar essa decisão são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/"><u>mutações genéticas nos genes </u></a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/"><em><u>BRCA1</u></em></a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/"><u> e </u></a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/"><em><u>BRCA2</u></em></a>;</li>



<li>histórico familiar de câncer de ovário ou de mama;</li>



<li>diagnóstico prévio de câncer de mama precoce (entre os 20 e 40 anos).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Impactos no organismo após a remoção dos ovários</h2>



<p>Em mulheres com alterações genéticas conhecidas, a retirada dos ovários pode diminuir significativamente o risco de desenvolver câncer, especialmente quando associada a outras medidas preventivas e de acompanhamento regular.</p>



<p>Isso ocorre porque a remoção dessas estruturas provoca a <strong>queda abrupta da produção de hormônios femininos</strong>, como o estrogênio e a progesterona.</p>



<p>Em contrapartida, <strong>a alteração hormonal pode gerar consequências negativas ao organismo feminino.</strong></p>



<p>Uma delas é a antecipação dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/"><u>sintomas da menopausa</u></a> e efeitos em diferentes sistemas do corpo, incluindo o cardiovascular, o ósseo e o metabólico.</p>



<p id="leia">Leia mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-ovarios/"><u>Retirada dos ovários: em que situações esse procedimento ajuda na redução do risco de um câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a retirada dos ovários aumenta o risco cardíaco</h2>



<p>Como citado, o<a href="https://www.jacc.org/doi/pdf/10.1016/S0735-1097%2825%2901966-7?download=true"> <u>estudo apresentado na Sessão Científica Anual do Colégio Americano de Cardiologia</u></a> revelou que <strong>mulheres cujos ovários foram removidos antes da menopausa podem apresentar maior probabilidade de desenvolver insuficiência cardíaca em um momento posterior.</strong></p>



<p>A pesquisa avaliou 3.972 mulheres, com idade média de 44 anos no momento da cirurgia. Ao longo do acompanhamento, 36 delas (menos de 1%), com média de idade de 57 anos, desenvolveram insuficiência cardíaca.</p>



<p><a></a>Apesar do número absoluto ser baixo, <strong>as mulheres submetidas à ooforectomia bilateral apresentaram 50% mais probabilidade de desenvolver insuficiência cardíaca</strong> em comparação às que não passaram pelo procedimento.</p>



<p>O quadro ocorre quando o<strong> músculo do coração não consegue bombear sangue de forma eficiente</strong> para o restante do corpo. Com isso, o sangue pode se acumular e provocar retenção de líquidos, especialmente nos pulmões e nas pernas. Os sintomas mais frequentes incluem falta de ar durante atividades leves ou ao deitar, batimentos irregulares, fadiga, inchaço nos membros inferiores e chiados no peito. Embora seja uma condição séria, <strong>o tratamento adequado pode melhorar a qualidade de vida e prolongar a sobrevida</strong>.</p>



<p>Os pesquisadores responsáveis pelo estudo acreditam que o aumento verificado no risco cardíaco esteja relacionado à queda súbita dos níveis de estrogênio. Isso porque o hormônio contribui para a proteção do coração e para manter o bom funcionamento dos vasos sanguíneos.</p>



<p>Entre as participantes, o risco também foi ainda mais alto entre mulheres brancas, que tiveram duas vezes mais chance de apresentar a condição.</p>



<p id="leia">Confira também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sindrome-metabolica-cancer-mama/"><u>Estudo aponta como síndrome metabólica interfere na incidência e na mortalidade pelo câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como reduzir o risco cardíaco e cuidar da saúde após a remoção ovariana</h2>



<p>A decisão de retirar ou não os ovários deve envolver sempre uma equipe médica multidisciplinar para que seja definido o momento ideal e as estratégias de acompanhamento após a cirurgia.</p>



<p>Assim, caso o procedimento se prove realmente necessário, sobretudo antes da menopausa, é importante conversar com profissionais sobre <strong>formas eficazes de</strong> <strong>proteger a saúde cardiovascular</strong>.</p>



<p>Entre as medidas que podem ser consideradas para evitar o risco cardíaco, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>avaliação regular da função cardíaca e dos níveis de colesterol;</li>



<li>prática de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/"><u>exercícios físicos</u></a> orientados;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentos-ajudam-na-prevencao-ao-cancer-de-mama/"><u>alimentação equilibrada</u></a>, rica em frutas, legumes e gorduras boas;</li>



<li>controle da pressão arterial e do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/conexoes-entre-estresse-e-cancer-de-mama/"><u>estresse</u></a>;</li>



<li>discussão sobre a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/"><u><strong>terapia de reposição hormonal</strong></u></a>, quando indicada (exceto em casos de câncer de mama com receptor hormonal positivo).</li>
</ul>



<p>De acordo com os pesquisadores do estudo, <strong>adiar o procedimento</strong> <strong>também pode ser uma alternativa para algumas mulheres</strong>, desde que o risco oncológico permita.</p>



<p>Adicionalmente, outra possibilidade é o uso de medicamentos que interrompem temporariamente a função ovariana, embora o impacto dessa abordagem sobre o risco cardíaco ainda não seja totalmente conhecido.</p>



<p>Diante de todos esses aspectos, é fundamental que cada caso seja sempre analisado individualmente para garantir a segurança da paciente, levando em conta o histórico familiar, as condições de saúde e o acompanhamento contínuo com profissionais especializados.</p>



<p>Aproveite e entenda também <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-bariatrica-cancer-de-mama/"><u>a influência da cirurgia bariátrica na redução do risco de câncer de mama</u></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><br></h2><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/relacao-entre-retirada-dos-ovarios-e-insuficiencia-cardiaca/">A relação entre a retirada dos ovários e o risco aumentado de insuficiência cardíaca</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/relacao-entre-retirada-dos-ovarios-e-insuficiencia-cardiaca/">A relação entre a retirada dos ovários e o risco aumentado de insuficiência cardíaca</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>As novas alternativas de tratamento não hormonal para as ondas de calor da menopausa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[fogachos]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento não hormonal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dentro das alterações fisiológicas notáveis, as ondas de calor da menopausa não são apenas uma das mais comuns, como também estão entre aquelas com maior capacidade de afetar o bem-estar feminino à medida que a idade avança. Assim, as opções de reposição hormonal acabam sendo uma recomendação frequente dos médicos. No entanto, elas contam com restrições importantes e não se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro das alterações fisiológicas notáveis, as ondas de calor da menopausa não são apenas uma das mais comuns, como também estão entre aquelas com maior capacidade de afetar o bem-estar feminino à medida que a idade avança.</p>



<p>Assim, as opções de reposição hormonal acabam sendo uma recomendação frequente dos médicos. No entanto, elas contam com restrições importantes e não se aplicam a todos os casos.</p>



<p>Nesse cenário, as <strong>terapias não hormonais vêm recebendo cada vez mais destaqu</strong>e, com inovações recentes que podem ser valiosas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O impacto das ondas de calor da menopausa na qualidade de vida</h2>



<p>Em linhas gerais, a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/"><u> menopausa </u></a>se estabelece a partir do momento em que a mulher passa 12 meses seguidos sem<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/"><u> menstruar.</u></a> Isso significa que a idade fértil terminou e o organismo não leva mais adiante o processo de liberação dos óvulos.</p>



<p>Geralmente, acontece entre os 44 e os 55 anos, mas casos precoces (antes dos 40) e tardios (depois dos 55) não são raros.</p>



<p>Com a interrupção da atividade dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-ovarios/"><u>ovários</u></a>, é esperado que o nível de estrogênio do corpo caia naturalmente. A partir disso, <strong>vários sintomas podem ser notados e as ondas de calor são um dos mais comuns.</strong></p>



<p>Estima-se que <strong>mais de 75% das mulheres na menopausa terão tal sensação</strong>. Elas são explicadas por alterações vasomotoras (ou seja, na circulação do sangue) e se manifestam na forma de episódios que duram alguns minutos, muitas vezes acompanhados de rubor na face, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-suor/"><u>suor</u></a> e calafrios.</p>



<p>Casos mais extremos são bastante desagradáveis e comprometem até mesmo a capacidade de realizar atividades do dia a dia.</p>



<p>Adicionalmente, <strong>cabe destacar que o calorão pode ser relatado também por pacientes com câncer de mama.</strong> Tal manifestação é mais presente naquelas submetidas à<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/"><u> hormonioterapia</u></a> ou às sessões de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/"><u>quimioterapia.</u></a></p>



<p id="leia">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><u>Quais as indicações e principais efeitos colaterais da hormonioterapia para o câncer de mama.</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Outras manifestações comuns do corpo durante a menopausa</h3>



<p>Entre outras queixas constantes com potencial de comprometer a qualidade de vida nesse período estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ressecamento <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/"><u>vaginal;</u></a></li>



<li>dor durante as relações sexuais;</li>



<li>queda na libido;</li>



<li>alterações psíquicas (maior irritabilidade e sintomas depressivos, por exemplo);</li>



<li>modificações na distribuição de gordura pelo corpo;</li>



<li>alterações de peso;</li>



<li>cansaço;</li>



<li>perda de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/perda-ossea-na-menopausa/"><u>massa muscular e óssea</u></a>.</li>
</ul>



<p>Normalmente, o médico confirma que a paciente está na menopausa a partir do relato dos sintomas e de exames que permitem avaliar a concentração de determinados hormônios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A reposição hormonal nem sempre é uma boa opção</h2>



<p>A lógica da reposição hormonal, abordagem mais utilizada para o manejo do quadro associado à menopausa, é relativamente simples: <strong>a ideia é garantir ao organismo níveis adequados de determinados hormônios</strong>. Com isso, é possível retomar o equilíbrio de diversas funções e aliviar os desconfortos relatados.</p>



<p>Embora os resultados sejam bons diante de uma prescrição adequada, o tratamento esbarra em algumas limitações.</p>



<p>Existem contraindicações absolutas, como histórico de câncer de mama ou endométrio, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, doenças cardiovasculares graves, doenças hepáticas ativas e sangramento vaginal de causa desconhecida.</p>



<p>Nessas situações a exposição aos hormônios é considerada arriscada e não deve ser utilizada, conforme orientam as <a href="https://www.febrasgo.org.br/images/pec/posicionamentos-febrasgo/DIRETRIZ-CLIMATERIO-e-MENOPAUSA_ingles_10052024.pdf" target="_blank" rel="noopener">diretrizes sobre o tema assinadas em conjunto por várias entidades médicas brasileiras.</a></p>



<p>Nesses casos, será necessário recorrer às chamadas terapias não hormonais. Como já mencionado, isso pode ser feito pela administração de certas doses de fármacos desenvolvidos com outras finalidades (como antidepressivos ou medicamentos para determinadas condições neurológicas).</p>



<h2 class="wp-block-heading">As novidades nas abordagens não hormonais das ondas de calor da menopausa</h2>



<p>A boa notícia é que inovações estão começando a surgir. A mais notável delas é o <a href="https://www.fda.gov/news-events/press-announcements/fda-approves-novel-drug-treat-moderate-severe-hot-flashes-caused-menopause"><u>registro no mercado americano do fezolinetant</u></a> (cujo nome comercial é Veozah), disponível desde 2023 após aprovação do FDA (entidade equivalente à Anvisa).</p>



<p>Ele é um antagonista do receptor de neurocinina 3 (NK3) administrado por via oral na forma de pílulas. Em termos simples, sua ação bloqueia esse receptor cerebral que trabalha na regulação de calor no organismo.</p>



<p>O <a href="https://clinicaltrials.gov/study/NCT05033886" target="_blank" rel="noopener">ensaio clínico batizado de DAYLIGHT</a> avaliou a eficácia e segurança do <em>fezolinetant</em>. Os resultados demonstraram que uma dose de 45 mg administrada uma vez ao dia <strong>reduziu significativamente a frequência e a gravidade dos sintomas vasomotores ao longo de 24 semanas em comparação com o placebo.</strong> Adicionalmente, as participantes relataram melhorias no sono e na qualidade de vida geral.</p>



<p>Todavia, como qualquer outro medicamento, ele pode causar efeitos colaterais indesejados (como dores de barriga, diarreia e dificuldade para dormir). Além disso, há contraindicação absoluta para pacientes com disfunções hepáticas.</p>



<p>Posteriormente, já no segundo semestre de 2024, <strong>o elinzanetant, que funciona de forma similar ao fezolinetant, teve seu processo de registro iniciado.</strong></p>



<p>A avaliação da eficácia e da segurança do produto está em curso, mas <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/article-abstract/2822766" target="_blank" rel="noopener"><u>estudos já demonstraram resultados promissores</u></a> (inclusive em outros aspectos da menopausa, como dos distúrbios do sono).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outras medidas capazes de ajudar mulheres na menopausa</h2>



<p>Ainda que as novidades sejam relevantes, <strong>não se sabe ao certo quando tais alternativas de tratamento não hormonal estarão disponíveis no Brasil</strong>.</p>



<p>Seja como for, com a devida orientação é possível obter bons resultados no gerenciamento dos fogachos combinando certas terapias que não envolvem o uso de medicamentos com algumas mudanças de estilo de vida (como na alimentação, escolha de vestuários mais frescos, controle de peso e interrupção do tabagismo).</p>



<p>Entre algumas que demonstram certa efetividade em determinados contextos estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>acupuntura</strong>, técnica tradicional da medicina chinesa em que agulhas são inseridas em pontos estratégicos do corpo;</li>



<li><em><strong>mindfulness</strong></em><strong>, </strong>uma forma de meditação cujo objetivo é exercitar o foco no momento presente;</li>



<li><strong>ioga</strong>, um tipo de prática que combina determinados movimentos do corpo com exercícios de relaxamento;</li>



<li><strong>psicoterapias baseadas em intervenções cognitivo-comportamentais (TCC)</strong>, que podem ajudar a mulher a lidar melhor com as percepções negativas em torno da queixa.</li>
</ul>



<p>É indispensável o acompanhamento médico de qualquer intervenção voltada a controlar as ondas de calor na menopausa, bem como quando elas são parte dos efeitos colaterais de um tratamento oncológico. Dessa forma, é possível discutir em conjunto os riscos e os benefícios de cada opção, entre outros fatores pertinentes na decisão a ser tomada.</p>



<p>Aproveite agora e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u>confira quais são as restrições para uma gestação durante a hormonioterapia</u></a> e quando é possível interrompê-la para tentar engravidar.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/">As novas alternativas de tratamento não hormonal para as ondas de calor da menopausa</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/">As novas alternativas de tratamento não hormonal para as ondas de calor da menopausa</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como eu sei que estou entrando na menopausa? Entenda alguns possíveis sinais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 13:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[climatério]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Afinal, como eu sei que estou entrando na menopausa? Essa pergunta frequente pode ser respondida a partir da manifestação de certos sinais A entrada na menopausa é um fenômeno esperado na trajetória de qualquer mulher. A expectativa é de que todas elas passem ao menos um terço de suas vidas no período que compreende o fim do ciclo reprodutivo. Ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Afinal, como eu sei que estou entrando na menopausa? Essa pergunta frequente pode ser respondida</em></p>



<p><em>a partir da manifestação de certos sinais</em></p>



<p>A entrada na menopausa é um fenômeno esperado na trajetória de qualquer mulher. <strong>A expectativa é de que todas elas passem ao menos um terço de suas vidas no período que compreende o fim do ciclo reprodutivo</strong>. Ainda que tal condição tenha um caráter não-patológico, ela pode desencadear sintomas desconfortáveis em diferentes escalas. Assim, é normal que todas as mulheres se perguntem, “afinal, como eu sei que estou entrando na menopausa?”</p>



<p>Com isso, embora cada uma possa sentir de forma diferentes as alterações do período, é possível indicar os sinais mais comuns desse novo estágio da vida. No mais, isso pode ser útil para que mulheres mais afetadas pelos sintomas característicos possam procurar ajuda e reduzir o impacto que isso pode ter sobre o bem-estar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que caracteriza e desencadeia a menopausa?</h2>



<p>De forma resumida, <strong>a menopausa é um evento fisiológico que marca a última menstruação da mulher</strong>. Para isso, é levado em conta um período de ao menos 12 meses sem que haja nenhuma menstruação, desde que isso não tenha sido provocado por uma doença, interrupção induzida do sangramento, gravidez ou qualquer outra causa desconhecida.</p>



<p>Em média, ela pode ocorrer entre os 45 e os 55 anos, mas isso não é uma regra. Com isso, há mulheres que podem alcançar esse período antes ou depois. Em casos raros, mulheres podem experimentar menopausas precoces, por exemplo. Dessa forma, elas atingem esse estágio antes dos 40 anos.</p>



<p>Além disso, existem as menopausas desencadeadas por fatores não naturais, como a retirada de ovários e útero ou devido a ação de determinadas intervenções clínicas, como quimioterapia, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/"><u>radioterapia </u></a>e o uso de determinados fármacos.</p>



<p>Seja como for, <strong>a menopausa é consequência de alterações profundas da disponibilidade de determinados hormônios, principalmente devido à interrupção das atividades dos ovários.</strong> Todos os óvulos produzidos por uma mulher ao longo da vida são originados a partir de folículos. O número de folículos disponíveis é definido no momento da formação do organismo feminino, no útero materno.</p>



<p>Quando eles acabam, o corpo da mulher deixa de gerar novos óvulos e perde a capacidade de produzir novos hormônios devido a inibição da atuação dos ovários. Progressivamente, isso leva a redução do nível de hormônios como o estrogênio e a progesterona. Assim, pouco a pouco as menstruações se tornam mais irregulares e espaçadas, até cessaram por completo.</p>



<p>Por fim, vale reforçar que a menopausa está dentro do que é chamado de climatério. Esse período engloba toda a transição do período reprodutivo para o não reprodutivo de uma mulher, culminando com a menopausa (ou seja, a última menstruação). Embora sejam conceitos similares, eles não são sinônimos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os sinais de que o organismo está entrando na menopausa?</h2>



<p>Embora atravessar o climatério e chegar na menopausa possa ser uma experiência com sinais que variam de acordo com cada mulher, é possível apontar os sintomas mais comuns dessa alteração fisiológica. Entre eles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>redução no fluxo e regularidade das menstruações, até a interrupção por completo;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>sintomas vasomotores, que provocam os chamados “fogachos”, ondas de calor súbitas que atingem sobretudo o rosto e o pescoço. Eles podem ser intensos e atrapalhar atividades de rotina;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>enxaquecas e outros tipos de dores de cabeça, com ou sem a chamada aura. Esse sintoma pode ser agravado devido ao uso de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u>álcool</u></a>, tabaco ou pelo estresse;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>desconforto urinário, como a dificuldade para esvaziar a bexiga, sensação urgente de vontade de urinar ou mesmo infecções urinárias e ginecológicas mais constantes;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>redução da libido, ressecamento vaginal e dor na penetração durante o ato sexual;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>aumento de sintomas de natureza emocional, como irritabilidade, ansiedade, depressão, problemas para dormir e prejuízo à autoestima;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>alterações no peso, tanto para cima, quanto para baixo;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>redução da massa óssea, que pode provocar quadros de osteopenia e osteoporose;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>aumento da pressão arterial, fator de risco para uma série de doenças cardiovasculares.</li>
</ul>



<p>Em geral, nenhum exame laboratorial ou de imagem é feito para confirmar a menopausa. Com isso, a avaliação de um médico, levando em conta os sintomas relatados e a idade da paciente, é suficiente para determinar a presença da condição. No mais<strong>, é necessário sempre considerar diagnósticos diferenciais, principalmente em mulheres mais jovens.</strong></p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/anticoncepcional-e-cancer-de-mama-relacao-e-riscos/">O que você precisa saber sobre a relação e os riscos do uso de anticoncepcionais e o câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode ser feito para reduzir os sintomas da menopausa?</h2>



<p>A partir da constatação de que a mulher entrou na menopausa, diversas intervenções podem ser implementadas para reduzir o desconforto gerado pelos diferentes sintomas do período. <strong>Eles podem ser direcionados tanto para contornar os desequilíbrios hormonais característicos dessa fase da vida, quanto para minimizar o comprometimento da qualidade de vida da mulher.</strong></p>



<p>Do ponto de vista hormonal, a terapia de reposição costuma ser o tratamento mais adotado. Ela é capaz de reverter uma série dos sintomas da menopausa e prevenir doenças agravadas pelas disfunções hormonais, como a osteoporose, por exemplo. Contudo, sua prescrição deve ser cuidadosa. Seu uso está associado a um risco maior de desenvolver algumas doenças, inclusive alguns tipos de câncer (entre eles nas mamas e no endométrio).</p>



<p>Os chamados de moduladores seletivos do receptor de estrogênio podem contribuir para reduzir os sintomas de forma similar à terapia hormonal. O médico pode prescrever também medicamentos de natureza não-hormonal. Entre eles estão os inibidores seletivos de recaptação de serotonina, antidepressivos amplamente usados e que apresentam bons resultados, principalmente em relação aos sintomas vasomotores. Além disso, existem prescrições que devem ser feitas em caso de perda óssea acentuada.</p>



<p>Por fim, mudanças no estilo de vida também são excelentes aliadas. <strong>A manutenção do peso, a prática de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/"><u><strong>exercícios físicos </strong></u></a><strong>e uma dieta equilibrada contribuem para uma melhor qualidade de vida da mulher nesse período. </strong>Se for o caso, o médico pode ainda prescrever determinados suplementos alimentares para minimizar determinados sintomas e prevenir certas condições a partir da constatação que a mulher está entrando na menopausa.</p>



<p><strong>Agora aproveite e veja mais </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/perda-ossea-na-menopausa/?_ga=2.240968707.1224917346.1670851033-1333540459.1670851033&amp;_gl=1*1b157db*_ga*MTMzMzU0MDQ1OS4xNjcwODUxMDMz*_ga_PQC87SDMSD*MTY3MTA0NTUyMS41LjEuMTY3MTA0NTUyNy4wLjAuMA.."><u><strong>o que você precisa saber sobre a perda óssea na menopausa.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/">Como eu sei que estou entrando na menopausa? Entenda alguns possíveis sinais</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/">Como eu sei que estou entrando na menopausa? Entenda alguns possíveis sinais</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Perda óssea na menopausa e câncer de mama: o que você precisa saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2022 09:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[cálcio]]></category>
		<category><![CDATA[estrogenio]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tratamentos de câncer de mama podem acelerar o comprometimento da massa óssea na menopausa, afetando a qualidade de vida A perda óssea na menopausa é um fenômeno recorrente: não por menos, esse período da vida das mulheres está associado à elevação no risco de desenvolvimento da osteoporose, que reduz a massa dos ossos e aumenta a chance de fraturas. Além [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tratamentos de câncer de mama podem acelerar o comprometimento da massa óssea na menopausa, afetando a qualidade de vida</em></p>



<p>A perda óssea na menopausa é um fenômeno recorrente: <strong>não por menos, esse período da vida das mulheres está associado à elevação no risco de desenvolvimento da osteoporose, </strong>que reduz a massa dos ossos e aumenta a chance de fraturas. Além disso, mulheres que passaram ou ainda passam por tratamentos para superar o câncer de mama podem ver a saúde dos ossos ainda mais comprometida.</p>



<p>Dessa forma, é importante entender a relação entre a perda óssea, a menopausa e o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama/"><u>câncer de mama</u></a> e compreender melhor como esses aspectos podem contribuir para afetar a qualidade de vida da mulher, mesmo nos quadros em que ela tem a remissão do tumor nas mamas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A perda óssea na menopausa</h2>



<p>A osteoporose é uma condição caracterizada pelo progressivo comprometimento da massa óssea, tornando os ossos mais frágeis e suscetíveis a fraturas. O desenvolvimento do organismo faz com que, com o passar dos anos, o corpo perca a capacidade de manter a formação óssea adequada, provocando lentamente perda na capacidade óssea. Isso começa acontecer, em média, por volta dos 30 anos. <strong>Em geral, o processo é imperceptível, devido a lentidão com que ele acontece.</strong></p>



<p>Normalmente, quadros de osteoporose são uma combinação de deficiência na ingestão de alguns minerais (como cálcio e fósforo) e de vitamina D (responsável pelo processo de absorção do cálcio) e ainda de alterações hormonais. <strong>É o que acontece, por exemplo, na menopausa: com a redução da produção de estrogênio, as mulheres contam com um fator de risco adicional para desenvolver essa condição, principalmente a partir dos 50 anos.</strong> O hormônio desempenha papel importante na composição da massa óssea, ajudando e na absorção e no metabolismo do cálcio.</p>



<p>A depender do grau de perda de massa óssea, o quadro pode ser caracterizado como osteopenia, em que há perda discreta de massa óssea, sem risco de fraturas. Entretanto, essa condição pode se agravar e evoluir para a osteoporose, onde a perda de massa óssea é acentuada e há risco de fraturas caso não seja feito o tratamento adequado.</p>



<p>Os casos de osteoporose podem ser classificados em primários ou secundários. No primeiro tipo, a doença é desencadeada por fatores relativos à deficiência nutricional, devido a hábitos inadequados ou por causa de histórico familiar. Na segunda categoria, a doença é resultado de um problema anterior, como doenças renais crônicas, distúrbios hormonais, de determinados <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-cancer-de-mama-conheca/"><u>tipos de câncer</u></a>, diabetes ou ainda devido ao uso prolongado de determinadas medicações, que diminuem a absorção de cálcio pelos ossos.</p>



<p>Entretanto, <strong>a progressão da osteoporose costuma ser silenciosa.</strong> Somente quando a perda óssea atinge um patamar avançado é que podem ser notadas dores, deformação nos ossos e fraturas. No entanto, muitas pessoas nunca vão manifestar nenhum tipo de sintoma até que as fraturas comecem a ocorrer. Essas, por sua vez, tendem a ter recuperação lenta e provocar invalidez, dependendo do local e da extensão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A perda óssea pós-câncer de mama</h2>



<p>Se em condições normais as mulheres já são mais suscetíveis a quadros de perda óssea significativa, principalmente após a menopausa, diante de um diagnóstico de câncer de mama a questão deve receber atenção redobrada. A razão é simples: <strong>muitos tratamentos para esse tipo de tumor podem acelerar a perda de massa óssea. Isso acontece principalmente com pacientes com tumores receptores de hormônio positivo, devido ao uso de anti-hormônios.</strong></p>



<p><strong>Nesses casos, algumas opções de tratamento envolvem a supressão do estrogênio ou da sua ação no organismo, fazendo com que o tumor não tenha a ajuda do hormônio para multiplicar as células cancerígenas.</strong> Para isso, são usados medicamentos (como <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/?_ga=2.17608377.1224917346.1670851033-1333540459.1670851033&amp;_gl=1*cs9ei1*_ga*MTMzMzU0MDQ1OS4xNjcwODUxMDMz*_ga_PQC87SDMSD*MTY3MDg1MTAzMy4xLjEuMTY3MDg1MTAzMy4wLjAuMA..">o tamoxifeno</a> ou os inibidores de aromatase) ou métodos que promovam a inibição da função dos ovários, que pode ser até mesmo definitiva, por meio de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/"><u>cirurgia</u></a> ou radioterapia.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/anticoncepcional-e-cancer-de-mama-relacao-e-riscos/">Anticoncepcional e câncer de mama: entenda relação e riscos</a></p>



<p>O comprometimento da massa óssea pode ser notado mesmo em mulheres que receberam o tratamento para câncer de mama e já estão livres da doença por longos períodos. Em <a href="https://www.scielo.br/j/rbgo/a/N5ZLykCgPbB54Xs5MZtjWbR/?lang=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>um estudo com 115 mulheres tratadas em um hospital universitário da Faculdade de Medicina de Botucatu</u></a>, no estado de São Paulo<strong>, </strong>todas as pacientes tinham 45 anos ou mais de idade, tinham tido a última menstruação há pelo menos mais de 1 ano e estavam ao menos há 5 anos livres do câncer nas mamas, <strong>60% delas apresentavam baixa densidade óssea após avaliação</strong>.</p>



<p>Esses números parecem estar alinhados com outras estatísticas a respeito do tema, conforme os próprios autores reforçam. De acordo o <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16110508/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Women&#8217;s Health Initiative Observational Study, </u></a>em um grupo de 209 mulheres tratadas para combate do câncer de mama, a prevalência de deficiências na densidade óssea era maior se comparadas a outras mulheres que nunca haviam recebido nenhum tipo de tratamento do tipo. As pacientes com câncer tinham 55% mais chance de sofrer uma fratura no quadril.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode ser feito</h2>



<p>Outro estudo<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24043289/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>, dessa vez feito nos Estados Unidos,</u></a> além de reforçar que mulheres com câncer de mama têm um risco maior de desenvolver osteoporose, <strong>mostrou que elas discutiam menos esse assunto com seus médicos e não recebiam informações adicionais sobre o risco de comprometimento de massa óssea. </strong>O primeiro passo para manejar melhor tal condição é reforçar as melhores estratégias para minimizar o problema.</p>



<p>Em um primeiro momento, a adoção de alguns hábitos é de extrema valia. <strong>Isso inclui manter uma rotina regular de prática de exercícios físicos, abandonar o cigarro, reduzir o consumo de álcool e reforçar a ingestão de cálcio, seja por meio da alimentação, seja por suplementação, conforme orientação profissional. </strong>Vale sempre lembrar que o cálcio só é absorvido adequadamente com a presença de vitamina D, gerada a partir da exposição da pele humana ao Sol ou também por meio de suplementação.</p>



<p>O médico também pode prescrever alguns medicamentos específicos para o problema. Um dos mais comuns é o ácido zoledrônico, medicamento utilizado para reduzir a liberação de cálcio pelos ossos e inibir a reabsorção óssea. O denosumabe, um anticorpo monoclonal que atua aumentando a massa óssea inibindo a proteína RANK, também oferece bons resultados. Essa proteína é responsável pela ativação de células que reabsorvem e retiram o cálcio dos ossos e aumentam os níveis do cálcio no sangue.</p>



<p>Inclusive, um artigo publicado na <a href="https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(15)60995-3/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>The Lancet e apresentado na reunião de 2022 da American Society of Clinical Oncology (ASCO)</u></a> mostrou que o denosumabe contribui para aumentar a densidade óssea e sobrevida livre de doença de pacientes tratadas com inibidores de aromatase. Em um ensaio duplo cego, o grupo de mulheres que recebeu as doses de denosumabe demorou mais tempo para registrar uma fratura e teve períodos mais longos sem manifestações do tumor, incluindo possíveis metástases.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Para concluir</h2>



<p>O comprometimento dos ossos na menopausa é ainda mais relevante em pacientes de câncer de mama que receberam determinados tipos de tratamento relacionado à inibição do estrogênio, mesmo depois que eles são encerrados. Os serviços de saúde devem sempre reavaliar a necessidade de estratégias para lidar com esse problema, que não raro, fica negligenciado diante do impacto emocional que o diagnóstico e o tratamento de um tumor trazem.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/">Como exercícios podem ajudar na prevenção e no tratamento do câncer de mama</a></p>



<p><strong>Nesse sentido, médicos devem ser capazes de fornecer as informações relevantes sobre a questão e estimular a adoção de hábitos capazes de reverter a progressão da perda óssea na menopausa, período em que isso é mais significativo</strong>. Além disso, é preciso fazer o acompanhamento adequado e garantir a promoção do bem-estar ao longo de toda a sobrevida dessas pacientes.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/perda-ossea-na-menopausa/">Perda óssea na menopausa e câncer de mama: o que você precisa saber</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/perda-ossea-na-menopausa/">Perda óssea na menopausa e câncer de mama: o que você precisa saber</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Fibroadenoma na mama: o que é, quais os sintomas e como tratar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2022 16:43:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[alteração na mama]]></category>
		<category><![CDATA[autoexame]]></category>
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		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[deformação da mama.]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
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		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
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		<category><![CDATA[tumor na mama]]></category>
		<category><![CDATA[ultrassom]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fibroadenoma na mama caracteriza-se como um nódulo com margens bem definidas, com forma arredondada ovalada e não doloroso. Entenda sintomas e veja como tratar. Perceber uma alteração na mama, como um caroço ou nódulo, é motivo de grande apreensão, principalmente para as mulheres, já que o sinal comumente é associado ao câncer de mama. No entanto, em algumas situações, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O fibroadenoma na mama caracteriza-se como um nódulo com margens bem definidas, com forma arredondada ovalada e não doloroso. Entenda sintomas e veja como tratar.</em></p>



<p>Perceber uma <strong>alteração na mama</strong>, como um caroço ou <strong>nódulo</strong>, é motivo de grande apreensão, principalmente para as mulheres, já que o sinal comumente é associado ao <strong>câncer de mama</strong>. No entanto, em algumas situações, pode indicar um<strong> fibroadenoma na mama.</strong></p>



<p>É fundamental termos as informações necessárias para saber diferenciar as duas patologias e assim, adotar as condutas mais indicadas para o tratamento de cada uma. Por isso, ao longo deste artigo, vamos abordar os principais aspectos sobre o <strong>fibroadenoma </strong>na mama para que você sane todos os seus questionamentos.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/">Nódulos na mama: o que podem indicar e quando são preocupantes?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é fibroadenoma na mama?</h2>



<p>Segundo a <a href="https://www.cancer.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>American Cancer Society</u></a>, os fibroadenomas são <strong>tumores de mama</strong> benignos comuns entre as mulheres e não aumentam o risco de câncer. De acordo com a <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM),</u></a> os tumores benignos não são considerados cancerígenos e suas células parecem muito com a normal.</p>



<p>O termo fibroadenoma é uma combinação entre as palavras “fibroma”, o que significa que o tumor contém tecido fibroso que sustenta a mama, e “adenoma”, o que quer dizer que o mesmo contém tecido glandular mamário.</p>



<p>Estima-se que 10% das mulheres possam apresentar fibroadenomas, ou seja 1 em cada 10, e entre essas, aproximadamente 10% a 15% podem apresentar múltiplos nódulos na mesma mama ou bilateralmente.</p>



<p>O fibroadenoma caracteriza-se como um <strong>nódulo </strong>com margens bem definidas, com forma arredondada ovalada e não doloroso. Quando apalpado é possível senti-lo se mover facilmente na <strong>mama</strong> embaixo da pele.</p>



<p>Mulheres de qualquer idade podem desenvolver fibroadenoma na mama, no entanto na maioria dos casos, a prevalência é em pacientes jovens, com idade entre 20 a 35 anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as causas do fibroadenoma da mama?</h2>



<p>A Ciência ainda não conhece as causas do fibroadenoma, contudo a literatura médica sugere que o tumor esteja relacionado com os <strong>hormônios reprodutivos femininos</strong>. Os níveis elevados de hormônios femininos durante a<strong> gravidez </strong>podem aumentar o tamanho do fibroadenoma, por outro lado o tamanho do tumor diminui no final da gravidez e na menopausa.</p>



<p>A utilização de <strong>métodos hormonais</strong> também são um fator que pode ter relação com o surgimento de fibroadenomas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os sintomas do fibroadenoma?</h2>



<p>Normalmente perceptível durante o autoexame das mamas, o fibroadenoma geralmente é <strong>indolor</strong>. Cerca de 70% apresentam-se como <strong>nódulo</strong> único, enquanto 10% a 25% dos casos apresentam-se com nódulos múltiplos.</p>



<p>Outros sintomas característicos do fibroadenoma são sua <strong>massa lisa, fibroelástica, móvel e com bordas bem definidas. </strong>Geralmente suas dimensões variam de 1 cm a 3 cm, no entanto, podem ser maiores de 10 cm causando assimetria mamária e deformação estética.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-cancer-de-mama-conheca/">Tipos de câncer de mama: conheça os mais comuns e entenda suas características</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br />Quais são os principais tipos de fibroadenoma?</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Fibroadenoma simples</h3>



<p>Possui as células semelhantes e na maioria dos casos mede entre 1 cm a 3 cm. Vale ressaltar que não aumenta o risco do desenvolvimento de câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fibroadenoma complexo</h3>



<p>Suas células podem ter <strong>crescimento acelerado,</strong> podendo chegar a um tamanho superior a 5 cm e necessitando ser retirado cirurgicamente, uma vez que pode causar assimetria mamária e <strong>deformação da mama</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fibroadenoma juvenil</h3>



<p>É o tipo mais comum em adolescentes entre 10 e 18 anos. Podem tornar-se grandes, porém a maioria dos casos evolui com redução de tamanho ou mesmo involuem e desaparecem com o passar do tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fibroadenoma gigante</h3>



<p>Tem tamanho maior ou igual a 5 cm, sendo necessária a retirada cirúrgica. É preciso também realizar um diagnóstico diferencial com <strong>tumores filoides</strong>, que geralmente são benignos, porém alguns podem tornar-se cancerosos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é o diagnóstico?</h2>



<p>O diagnóstico do fibroadenoma da mama é feito por meio do histórico clínico da paciente, exame físico com <strong>palpação das mamas e axilas. </strong>De acordo com a idade da mulher, o <strong>mastologista</strong> também pode solicitar exames de imagem, a exemplo da <strong>mamografia</strong> e <strong>ultrassom</strong>.</p>



<p>Em casos com crescimento progressivo, <strong>nódulos</strong> com tamanho superior a 5 cm, bem como a depender do quadro clínico e idade da paciente, pode ser solicitada uma <strong>biópsia</strong> da lesão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como tratar o fibroadenoma?</h2>



<p>Nem sempre o tratamento dos fibroadenomas envolve o <strong>procedimento cirúrgico</strong>. Caso o tumor seja pequeno e não provoque desconforto na paciente, opta-se pelo tratamento conservador, não cirúrgico, aguardando e observando o crescimento ou diminuição do tamanho do fibroadenoma.</p>



<p>A <strong>remoção cirúrgica </strong>do fibroadenoma pode ser uma opção em casos de dúvida diagnóstica, em nódulos maiores de 5 com ou com crescimento progressivo, que gerem desconforto ou deformidade estética na mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O fibroadenoma pode virar câncer?</h2>



<p>É preciso que fique claro para as pacientes que a maioria dos fibroadenomas não eleva o risco para o <strong>câncer de mama</strong>. Contudo, o fibroadenoma do tipo complexo pode aumentar ligeiramente o risco para a doença.</p>



<p><strong>Esse conteúdo foi útil para esclarecer suas principais dúvidas sobre fibroadenomas?</strong></p>



<p>Lembre-se que você também pode agendar uma consulta com a gente para cuidar da saúde de suas mamas. Entre em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/contato/"><u>contato </u></a>conosco.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/">Fibroadenoma na mama: o que é, quais os sintomas e como tratar</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/">Fibroadenoma na mama: o que é, quais os sintomas e como tratar</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Prevenção do Câncer de Mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 03:40:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[histórico familiar]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação precoce]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de mama é considerado um dos tipos mais recorrentes da doença. Você sabia que existem cerca de 1 milhão de casos ao redor do mundo todos os anos? A maior parte dos casos acontece em mulheres a partir de 50 anos, porém existem fatores de risco que contribuem para o desenvolvimento doença. A adoção de medidas para a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>câncer de mama</strong> é considerado um dos tipos mais recorrentes da doença. Você sabia que existem cerca de 1 milhão de casos ao redor do mundo todos os anos? A maior parte dos casos acontece em mulheres a partir de 50 anos, porém existem fatores de risco que contribuem para o desenvolvimento doença. A adoção de medidas para a <strong>prevenção do câncer de mama</strong> é uma das principais maneiras de combatê-lo. Por meio dos seus hábitos diários, certos riscos de câncer são mitigados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que é Câncer de Mama?</strong></h3>



<p>O câncer é uma mutação genética em que as células crescem
de forma descontrolada e rápida, invadindo tecidos e órgãos.</p>



<p>Atualmente, cerca de 28% dos novos casos de câncer em mulheres são diagnosticados nas mamas, de acordo com o <a href="https://www.inca.gov.br/campanhas/outubro-rosa/2016/cancer-de-mama-vamos-falar-sobre-isso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Nacional de Câncer</a> (Inca). E, apesar de também atingir os homens, são casos raros, com menos de 1% do total de casos da doença. </p>



<p>Leia mais sobre <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens/">câncer de mama em homens</a>.</p>



<p>O <strong>câncer de mama</strong>, infelizmente, é o tipo de câncer que causa maior número de mortes de mulheres no Brasil. Mas a boa notícia é que, quanto mais cedo for diagnosticado, maiores são as chances de cura!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como se prevenir
do Câncer de Mama? </strong></h3>



<p>Infelizmente a <strong>prevenção do câncer de mama</strong> não é possível em sua totalidade devido aos vários fatores não modificáveis relacionados ao surgimento da doença, tal como o histórico familiar ou fatores ambientais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de risco modificáveis</strong></h4>



<p>No entanto, algumas mudanças no estilo de vida podem
diminuir o risco do surgimento do câncer de mama, tais como:</p>



<p>&#8211; Manter uma alimentação saudável;</p>



<p>&#8211; Praticar atividade física;</p>



<p>&#8211; Evitar o sobrepeso (obesidade);</p>



<p>&#8211; Não fumar;</p>



<p>&#8211; Evitar ingestão alcoólica em excesso;</p>



<p>&#8211; Dormir pelo menos 8 horas por dia;</p>



<p>&#8211; Amamentar o máximo de meses possível;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de risco não modificáveis</strong></h4>



<p>Existem os fatores de risco que não podemos mudar, dentre
eles:</p>



<p>&#8211; Idade acima dos 35 anos;</p>



<p>&#8211; Menstruação Precoce;</p>



<p>&#8211; Primeira Gravidez após os 30 anos;</p>



<p>&#8211; Não ter filhos;</p>



<p>&#8211; Menopausa depois dos 50 anos;</p>



<p>&#8211; Histórico Familiar;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de risco ambientais</strong></h4>



<p>&nbsp;Há ainda os
fatores de risco ambientais, que em alguns casos, são inevitáveis:</p>



<p>&#8211; Uso de Estrógenos;</p>



<p>&#8211; Exposição à radiação ionizante ou ultravioleta;</p>



<p>&#8211; Contato com certos produtos químicos e agentes infecciosos.</p>



<p>Clique no link para saber mais sobre os <strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/">fatores de risco para o câncer de mama</a></strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Prevenção do
câncer de mama</strong></h3>



<p>Como já comentamos, as chances de se ter um <strong>câncer de mama</strong> podem ser reduzidas ao mitigarmos os fatores de risco.</p>



<p>Porém, a chave da prevenção do câncer de mama está na
detecção precoce da doença!</p>



<p>Você sabia que as chances de cura chegam a 95% quando o <strong>câncer de mama</strong> é diagnosticado no estágio inicial?</p>



<p><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-tem-cura/">Câncer de mama tem cura sim! </a></p>



<p>Por isso, é muito importante que a mulher, além de adotar
hábitos de vida saudáveis, esteja atenta aos sinais e esteja em dia com seus
exames médicos:</p>



<p>&#8211;<strong> Mamografia</strong>: A melhor forma de detectar o câncer de mama nas fases iniciais é realizando o exame de mamografia uma vez por ano após os 40 anos de idade (ou antes, de acordo com a orientação médica).</p>



<p>Os nódulos menores de 1 cm não são palpáveis, porém são visíveis na mamografia. Por isso, é tão importante o exame anual para a detecção precoce do câncer de mama.</p>



<p>&#8211; <strong>Exame Clínico</strong>: Realizado pelo médico nas consultas de rotina;</p>



<p>&#8211; <strong>Auto-exame</strong>: Acreditava-se que o auto-exame era a melhor forma de detectar o câncer de mama. Hoje ele continua sendo importante para o conhecimento do corpo, mas não é a melhor forma de detecção precoce. </p>



<p>Um tumor palpável não está mais no seu estágio inicial e
isso pode diminuir consideravelmente as chances de cura do câncer de mama.</p>



<p>Em alguns casos, o médico pode solicitar ainda exames adicionais como ultrassonografia das mamas e ressonância magnética.</p>



<p>Devemos lembrar que nem todo nódulo (caroço) no seio será
um tumor maligno. Existem tumores benignos causados por estímulos hormonais
naturais do nosso corpo. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como diminuir as
chances de ter câncer de mama?</strong></h4>



<p>É importante realizar uma consulta com seu médico
especialista para averiguar quais fatores de risco fazem parte do seu
cotidiano. </p>



<p><strong>Para saber mais a
respeito do câncer de mama e como atuar qualitativamente em sua prevenção, se
inscreva na minha newsletter. </strong></p>



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