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	<title>menstruação - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>menstruação - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Quem tem câncer de mama pode menstruar? Confira a resposta para essa e outras dúvidas comuns</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 19:23:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[hormonioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem câncer de mama pode menstruar de forma irregular, inclusive com a interrupção completa dos ciclos durante o tratamento. Saber se quem tem câncer de mama pode menstruar ou está suscetível a sofrer qualquer outro tipo de alteração nesse ciclo é um questionamento comum entre mulheres que passam por um tratamento oncológico. De forma geral, tais modificações não estão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quem tem câncer de mama pode menstruar de forma irregular, inclusive com a interrupção completa dos ciclos durante o tratamento.</em></p>



<p>Saber se quem tem câncer de mama pode menstruar ou está suscetível a sofrer qualquer outro tipo de alteração nesse ciclo é <strong>um questionamento comum entre mulheres que passam por um tratamento oncológico.</strong></p>



<p>De forma geral, <strong>tais modificações não estão relacionadas necessariamente à evolução da doença, mas sim a alguns efeitos colaterais das terapias empregadas.</strong> Nesse mesmo contexto, é natural que as mulheres que ainda desejam engravidar tenham interrogações sobre os impactos dos tratamentos na fertilidade.</p>



<p><strong>Por isso, acima de tudo, é importante que essas pacientes tenham espaço para discutir esses tópicos junto dos responsáveis pelo seu acompanhamento nessa jornada</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal, como o tratamento oncológico pode afetar a menstruação?</h2>



<p>A menstruação, não custa lembrar, é resultado do processo de descamação do endotélio. Esse tecido reveste o útero e todo mês se prepara para acolher um óvulo fecundado. <strong>Quando isso não acontece, ele se desprende e provoca sangramentos que as mulheres experimentam regularmente ao longo da sua vida fértil.</strong></p>



<p>Com isso, conforme já destacado, vários tipos de tratamento utilizados para combater um câncer de mama têm o potencial de afetar a regularidade do ciclo menstrual.</p>



<p>O principal exemplo disso é a hormonioterapia. Como o próprio nome indica, esse tipo de intervenção usa medicamentos que alteram o nível de produção e circulação de determinados hormônios no organismo. O objetivo é impedir que tumores com receptores hormonais positivos continuem a usá-los para se proliferarem.</p>



<p>De forma resumida, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/">hormonioterapia </a>pode bloquear a função ovariana, a produção de estrogênio ou ainda atuar para impedir os efeitos desse hormônio no organismo. <strong>Diante disso, é provável que a mulher perceba algum tipo de desorganização no seu ciclo menstrual.</strong> Em parte dos casos, a mulher pode deixar de menstruar (a chamada amenorreia) enquanto em outras podem voltar a notar os sangramentos (veja mais sobre isso no tópico abaixo).</p>



<p>No caso das pacientes submetidas à quimioterapia, pode haver também prejuízo à função dos ovários. <strong>Logo, não é raro que essas pacientes também experimentem quadros de amenorreia.</strong> Embora eles possam ser revertidos com o fim do tratamento, em alguns casos os danos aos ovários por conta dos quimioterápicos podem ser permanentes.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioprevencao/"><u>Quando determinadas medicações podem ajudar a reduzir o risco de câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O uso de medicamentos como o tamoxifeno interferem no ciclo menstrual?</h2>



<p><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/">Um dos medicamentos mais importante da história da oncologia e da mastologia</a>, o tamoxifeno também pode provocar alterações no ciclo menstrual. Por isso, pacientes que farão uso do fármaco, inclusive de forma profilática, devem ser orientados sobre o que pode acontecer. <strong>É possível, por exemplo, que as menstruações se tornem mais irregulares, com sangramentos menos intensos ou mesmo sejam interrompidos.</strong></p>



<p>Entretanto, cabe reforçar que na maioria das mulheres em período pré-menopausa<strong>, os ovários continuam a funcionar mesmo com a ingestão regular do tamoxifeno.</strong></p>



<p>Embora, mais uma vez, tais alterações podem ser revertidas com o fim do tratamento, sangramentos vaginais constantes em uma mulher na pós-menopausa podem ainda chamar a atenção para o risco de um câncer de endométrio. Já se sabe que o <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC10075294/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">uso desse fármaco pode elevar a chance de desenvolver a doença entre as pacientes com câncer de mama.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">De que forma tudo isso impacta na fertilidade feminina?</h2>



<p>Por fim, junto das alterações no ciclo menstrual, é interessante abordar como os tratamentos oncológicos são capazes de afetar a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"> fertilidade das mulheres</a>. <strong>Nesse sentido, mulheres que ainda desejam engravidar devem expressar essa vontade ao seu médico. Isso permite planejar alternativas para preservar a capacidade de levar em frente uma </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"><strong>gestação</strong></a><strong>.</strong></p>



<p>Em geral, o risco de comprometimento da fertilidade (de forma temporária ou permanente) depende do tipo de tratamento empregado. <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/">Sessões de quimioterapia </a>podem ser uma causa de infertilidade, por exemplo. No entanto, em muitos casos, a capacidade de engravidar retorna alguns meses depois de finalizada a terapia, dependendo da dose e do fármaco utilizado. Isso não exclui a chance de uma infertilidade definitiva.</p>



<p>A hormonioterapia, por sua vez, pode ainda provocar sintomas de menopausa precoce, dificultando também uma possível gestação. No mais, a remoção dos ovários costuma ser considerada para algumas pacientes, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-ovarios/">sobretudo de forma profilática</a>. Essa intervenção, claro, também compromete de forma irreversível a fertilidade.</p>



<p><strong>Entre os métodos bem estabelecidos para preservação de fertilidade estão o congelamento de embriões e óvulos, com posterior fertilização </strong><em><strong>in vitro</strong></em><em>.</em> Além disso, alguns estudos já levantam evidências mostrando que <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/">interromper tratamentos como a hormonioterapia para engravidar pode ser uma opção segura.</a></p>



<p>Em suma, <strong>quem tem câncer de mama pode menstruar de forma irregular, ter os ciclos completamente interrompidos ou mesmo perceber novos sangramentos, dependendo do tratamento adotado, com reflexos sobre a sua fertilidade.</strong> Diante de tantas variáveis, é indispensável que a paciente tenha um canal aberto para expor suas queixas sobre esse e outros tópicos.</p>



<p><strong>Aproveite e</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/"><strong> confira alguns possíveis sinais de que o corpo da mulher está entrando na menopausa.</strong></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/">Quem tem câncer de mama pode menstruar? Confira a resposta para essa e outras dúvidas comuns</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/">Quem tem câncer de mama pode menstruar? Confira a resposta para essa e outras dúvidas comuns</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>O que pode ser dor no seio? Veja uma lista com as 3 causas mais comuns para esse problema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 14:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[dor no seio]]></category>
		<category><![CDATA[mastalgia]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja o que pode ser dor no seio, entenda como é feito o diagnóstico e confira alguns dos tratamentos mais utilizados para esse problema É comum que mulheres de diferentes faixas etárias experimentem desconforto e sensibilidade na região das mamas. É normal se perguntar o que pode ser dor no seio, já que essa manifestação do corpo pode gerar sinais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Veja o que pode ser dor no seio, entenda como é feito o diagnóstico e confira alguns dos tratamentos mais utilizados para esse problema</em></p>



<p><strong>É comum que mulheres de diferentes faixas etárias experimentem desconforto e sensibilidade na região das mamas.</strong> É normal se perguntar o que pode ser dor no seio, já que essa manifestação do corpo pode gerar sinais de alerta para diferentes problemas. Contudo, <strong>a chamada mastalgia (nome técnico para a dor nos seios), pode ter inúmeras causas e </strong><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK562195/#article-24762.s9" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>raramente está associada a um câncer de mama.</strong></u></a></p>



<p>Entretanto, de acordo com a <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia</u></a>, <strong>cerca de 70% das mulheres vão experimentar um ou mais episódios de dores na mama ao longo da vida.</strong> Vale conhecer melhor as explicações mais comuns para as dores nessa parte do corpo e entender como um médico pode orientar a mulher para lidar de forma adequada com esse problema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Causas relativas ao ciclo hormonal</h2>



<p>Em geral, as dores nas mamas não costumam ter causa bem explicada. <strong>As alterações hormonais oriundas do ciclo menstrual podem explicar o desconforto sentido por muitas mulheres.</strong> Esse tipo de manifestação recebe o nome de mastalgia cíclica.</p>



<p>Desse modo, <strong>a flutuação hormonal natural do ciclo menstrual pode desencadear as dores, sobretudo devido a alterações nos ductos mamários provocados pelos hormônios.</strong> No mais, modificações no uso de<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/anticoncepcional-e-cancer-de-mama-relacao-e-riscos/"><u> contraceptivos hormonais </u></a>ou mesmo o início de uma gravidez são causas que podem explicar as dores.</p>



<p>No caso das dores relativas ao ciclo menstrual, é comum que elas apareçam em média uma semana antes da menstruação. A partir disso, as dores costumam ser difusas e bilaterais, atingindo ambas as mamas. As manifestações podem ser variadas e incluir aumento da sensibilidade, formigamento, pontadas ou a sensação de aperto na área das mamas. As dores podem se expandir para a região das axilas. <strong>Entretanto, elas tendem a se dissipar com o início da menstruação.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Causas não-hormonais</h2>



<p>Já as dores de causas não hormonais também são chamadas de não-cíclicas, uma vez que elas não estão relacionadas ao ciclo menstrual<strong>. As razões mais frequentes para esse desconforto são problemas vasculares ou de natureza inflamatória.</strong></p>



<p>Diante disso, quadros de infecção ou inflamação nas mamas (as chamadas mastites), traumas ou mesmo a presença de um cisto de crescimento contínuo e grande volume no seio (geralmente de caráter benigno) estão entre as causas mais comuns dessa forma de dor. O uso de sutiãs inadequados ao tamanho dos seios, bem como algumas medicações, também pode provocar dores de origem não-hormonal. Por fim, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamoplastia-redutora-e-mastopexia-quando-sao-indicada/">mamas volumosas</a> também estão associadas a maior presença de quadros de mastalgia.</p>



<p>Por consequência, <strong>é esperado que essa dor apresente padrões de duração e intensidade variados.</strong> Além disso, quase sempre, ela atinge apenas uma mama. Em geral, ela se manifesta por meio da sensação de queimação ou de pontadas. No mais, é comum que esse desconforto suma sozinho e retorne depois de um tempo.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/">O que significam as microcalcificações na mamografia?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Dor de origem não-mamária</h2>



<p>As dores de <strong>origem não-mamária são aquelas oriundas de outras partes do corpo próximas à mama, fazendo com que elas pareçam estar localizadas nos seios</strong>. Ou seja, por mais que elas pareçam ser uma dor no seio, elas são provocadas por condições exteriores a essa parte do corpo.</p>



<p>De todo modo, uma série de problemas pode provocar essa dor nos seios. <strong>Eles vão desde desconfortos musculares nas costas, no tórax e no pescoço, fazendo com que a dor irradie pela mama, até problemas cardiovasculares, em casos em que a dor no peito se confunde com uma dor na mama.</strong></p>



<p>Finalmente, uma condição conhecida como costocondrite também pode ser a explicação para o problema. Ela é causada por inflamações nas cartilagens que ligam um osso da costela ao esterno, localizada na parte da frente do tórax.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento</h2>



<p>Seja como for, <strong>o médico deve ser procurado sempre que a dor for persistente, recorrente ou piorar com o passar do tempo. </strong>Quase sempre, uma avaliação clínica e um exame físico são suficientes para identificar a provável causa. Exames de imagem são solicitados apenas se a paciente se enquadra nos parâmetros de rastreamento de câncer de mama ou se há suspeita de lesões ou formações específicas na área.</p>



<p>A partir disso, <strong>o tratamento envolve o uso de medicamentos para lidar com a dor e uma série de orientações para minimizar o risco de que ela volte.</strong> Em quadros mais complexos, intervenções para ajustar a flutuação hormonal podem ser indicadas. Com uma prescrição cuidadosa e o devido acompanhamento, o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/?_ga=2.187250152.1995505193.1671463722-1333540459.1670851033&amp;_gl=1*1mr495l*_ga*MTMzMzU0MDQ1OS4xNjcwODUxMDMz*_ga_PQC87SDMSD*MTY3MTQ2MzcyMi44LjEuMTY3MTQ2MzcyMi4wLjAuMA.."><u>tamoxifeno </u></a>costuma ser empregado.</p>



<p>Se nenhuma outra condição de base estiver associada ao problema, é esperado que as dores na mama diminuam com o passar do tempo. Entre algumas das medidas simples para isso estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O uso de sutiãs mais confortáveis e bem ajustados (de modelo esportivo, por exemplo);</li>



<li>Uma dieta equilibrada e livre do excesso de gordura, açúcar e cafeína;</li>



<li>Prática regular de exercícios físicos.</li>



<li>Manutenção de um peso saudável.</li>
</ul>



<p>Entender o que pode ser dor no seio nem sempre é fácil, <strong>sobretudo quando se leva em conta que isso se resolve por conta própria em parte considerável dos casos</strong>. Por outro lado, a mulher deve ficar atenta ao seu corpo e procurar suporte médico sempre que o problema estiver comprometendo sua qualidade de vida ou gerando ansiedade sobre sua condição de saúde.</p>



<p><strong>Veja também o que pode provocar a</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/coceira-nas-mamas-o-que-pode-ser/"><u><strong> coceira nas mamas</strong></u></a><strong>, outro problema comum entre as mulheres.</strong></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dor-no-seio/">O que pode ser dor no seio? Veja uma lista com as 3 causas mais comuns para esse problema</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dor-no-seio/">O que pode ser dor no seio? Veja uma lista com as 3 causas mais comuns para esse problema</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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