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	<title>metástase - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>metástase - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>As possíveis conexões entre o estresse e o câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[estresse crônico]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por mais que tentemos impor limites, várias situações corriqueiras fazem com que o dia a dia seja tenso e nervoso. E não é difícil entender como isso pode ser prejudicial para a saúde, de diferentes maneiras. Assim sendo, muito vem sendo investigado para entender melhor qual a relação entre o estresse e o câncer de mama. Esse tipo de pesquisa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais que tentemos impor limites, várias situações corriqueiras fazem com que o dia a dia seja tenso e nervoso. E não é difícil entender como isso pode ser prejudicial para a saúde, de diferentes maneiras. Assim sendo, <strong>muito vem sendo investigado para entender melhor qual a relação entre o estresse e o câncer de mama.</strong></p>



<p>Esse tipo de pesquisa pode ser importante não apenas para compreender de que forma o corpo responde a esse tipo de situação e permitir o desenvolvimento de novos tratamentos, mas também para <strong>reforçar a necessidade de que esse aspecto do bem-estar seja levado em conta ao longo da jornada de combate a um tumor.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O estresse pode contribuir na evolução de um caso de câncer?</h2>



<p>Na prática, o <strong>estresse é o conjunto de reações físicas e psicológicas produzidas pelo corpo quando estamos expostos a situações de pressão ou ameaça</strong>. Isso faz com que um estado constante de alerta seja mantido, o que nem sempre é necessário.</p>



<p>Logo, não é difícil imaginar os motivos que fazem com que um paciente diagnosticado com câncer experimente tal sensação, inclusive de forma contínua. A partir do momento em que se recebe a notícia sobre a doença será preciso lidar com várias incertezas e com diversas alterações na rotina.</p>



<p>Não por menos, uma série de estudiosos tentam demonstrar como isso pode prejudicar a chance de recuperação e remissão do tumor, ampliando a possibilidade de que a doença se dissemine por outras partes do corpo (a chamada<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"><u> metástase</u></a>).</p>



<p>Nesse contexto, um trabalho feito com camundongos mostrou que os desarranjos provocados pelo estresse podem fazem com que algumas células do sistema imune (os neutrófilos) sofram determinadas alterações, <strong>deixando tecidos do organismo mais suscetíveis a proliferação do tumor.</strong></p>



<p>Tais alterações indesejadas seriam causadas pela ação dos hormônios glicocorticoides sobre os neutrófilos. <strong>Essa substância é liberada de forma mais acentuada diante de situações crônicas de estresse.</strong></p>



<p>Os autores apontaram que o nervosismo constante alterou tecidos de forma relevante mesmo onde não havia tumores. Isso talvez indique que o estresse não só contribui com a disseminação dos tumores, <strong>como também com a chance de que a doença surja</strong>, embora tal tipo de associação permaneça cercada de incertezas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O estresse e as chances de recidiva do câncer de mama</h2>



<p>Falando especificamente do câncer de mama, outros estudos apontam (ainda que de forma indireta) como o estresse poderia impactar nos desfechos de um quadro dessa forma da doença.</p>



<p>Uma <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8616395/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>revisão sobre o tema publicada em 2021</u></a> mostrou que há uma conexão moderada entre o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/impacto-financeiro-cancer-mama/"><u>impacto da tensão emocional</u></a> e a chance de recidiva da doença.</p>



<p>Um artigo de 2015, por sua vez, indicou que pacientes com determinados quadros de câncer de mama que passaram por um programa de manejo do estresse <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10549-015-3626-6" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>apresentaram melhor sobrevida do que aquelas que ficaram de fora</u></a>. Em tese, isso poderia indicar como o controle do impacto emocional durante o tratamento faria diferença.</p>



<p>Além disso, embora outras publicações já tenham proposto diferentes explicações fisiológicas de como o câncer é afetado pelo estresse, <strong>é preciso considerar sempre como o comprometimento psíquico afeta alguns comportamentos com influência sobre o desfecho da doença</strong>. </p>



<p>Basta pensar nas pacientes com dificuldade de levar em frente atividades simples por conta do estresse excessivo, prejudicando a continuidade do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementacao-tratamento-cancer/"><u>tratamento indicado.</u></a> Ou daquelas que passam a adotar hábitos não tão saudáveis (como o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u>consumo de álcool</u></a> e o fumo) como forma de lidar com a situação adversa.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentacao-tratamento-cancer-mama/"><u>Confira dicas de alimentação durante o câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que ainda é preciso saber…</h2>



<p>Ainda assim, mesmo com todas essas informações, as evidências que associam o risco do câncer de mama com o estresse ainda são tímidas, e ora até mesmo inexistentes. <strong>Em outras palavras, não se tem certeza de que o estresse pode aumentar a chance de alguém ter a doença.</strong></p>



<p>A análise de uma<a href="https://breast-cancer-research.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13058-016-0733-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> amostra de mais de 106 mil mulheres</u></a> (das quais 1736 tiveram um tumor mamário) não conseguiu estabelecer relação entre episódios de tensão acumulada ao longo da vida e a doença, ou seja, a casualidade não ficou comprovada.</p>



<p>Outro estudo, dessa vez feito na Austrália, <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/pon.4740" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>acompanhou por 15 anos um grupo de mulheres com histórico familiar de câncer de mama</u></a> (o que, em tese, eleva o risco de desenvolver o quadro). Ao todo, quase 3 mil voluntárias participaram da pesquisa. <strong>No fim, ela também não encontrou relação entre o desenvolvimento da neoplasia e o estresse.</strong></p>



<p>Ademais, as <strong>pesquisas que associam o estresse com a chance de casos de câncer, de recidivas ou de queda na sobrevida precisam transpor seus resultados para análises feitas em humanos</strong>. Boa parte do que se sabe hoje foi feito a partir de estudos com animais ou células isoladas em laboratório.</p>



<h2 class="wp-block-heading">… E o que não deve ser ignorado de qualquer forma</h2>



<p>Independentemente de qualquer estudo ou pesquisa, <strong>a preocupação com o bem-estar psicológico da paciente com câncer de mama jamais deve ser negligenciada</strong>.</p>



<p>É natural sentir-se ansiosa, triste ou estressada por conta da situação, mas encontrar formas de lidar com esses sentimentos pode minimizar a queda na qualidade de vida. Entre os mecanismos que podem ser adotados para aliviar o peso da situação estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Encontrar distrações e <em>hobbies</em> no cotidiano.</li>



<li>Engajar-se em atividades em grupo.</li>



<li>Adotar práticas de relaxamento e meditação</li>



<li>Compartilhar experiências com outras mulheres.</li>



<li>Contar com o apoio da família.</li>



<li>Fazer atividades simples do dia a dia, sempre dentro do possível.</li>



<li>Praticar exercícios físicos, sejam eles quais forem.</li>



<li>Evitar o consumo de álcool e de tabaco.</li>
</ul>



<p>Como quase tudo que envolve a oncologia, <strong>a relação entre estresse e câncer de mama é cercada de incertezas, dúvidas e nuances que nem sempre são simples de esclarecer</strong>. Ainda assim, deixar de lado tal aspecto tende a ser uma abordagem equivocada, com impactos significativos sobre o bem-estar da paciente.</p>



<p>Para continuar no assunto, veja <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dicas-para-cuidar-da-saude-mental-durante-tratamento-de-cancer-de-mama/"><u>dicas de como cuidar da saúde mental durante o tratamento de câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/conexoes-entre-estresse-e-cancer-de-mama/">As possíveis conexões entre o estresse e o câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/conexoes-entre-estresse-e-cancer-de-mama/">As possíveis conexões entre o estresse e o câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cirurgia em câncer de mama metastático: quais as indicações para esse procedimento?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamentos sistêmicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante da disseminação do tumor além do seu local original de diagnóstico, a cirurgia em um câncer de mama metastático pode ser um recurso terapêutico importante para alcançar melhor qualidade de vida em tais circunstâncias. Ainda assim, a indicação adequada do procedimento enfrenta várias dúvidas. É preciso que médicos e pacientes discutam com cuidado sobre como a intervenção pode oferecer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"><u>disseminação do tumor além do seu local original de diagnóstico</u></a>, <strong>a cirurgia em um câncer de mama metastático pode ser um recurso terapêutico importante para alcançar melhor qualidade de vida em tais circunstâncias.</strong></p>



<p>Ainda assim, <strong>a indicação adequada do procedimento enfrenta várias dúvidas</strong>. É preciso que médicos e pacientes discutam com cuidado sobre como a intervenção pode oferecer benefícios para o manejo do quadro. Além disso, é essencial considerar se os resultados obtidos tendem a ser melhores que as alternativas disponíveis, como o uso isolado de medicações, como discutimos a seguir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que se sabe sobre a indicação da cirurgia em câncer de mama metastático?</h2>



<p>Na maioria dos casos, o tratamento contra um câncer de mama metastático é feito com a utilização de terapias sistêmicas (como quimioterapia, hormonoterapia, terapias-alvo e imunoterapia), além de medidas paliativas (essenciais para o controle da dor e para ampliar a qualidade de vida, entre outros pontos).</p>



<p>Por muito tempo, acreditou-se que tratamentos locais (como as<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cuidados-pos-cirurgia-cancer-de-mama/"><u> cirurgias</u></a>) não teriam grande efeito sobre o curso da doença, então essa intervenção era ignorada nesses quadros<strong>. No entanto, é possível que algumas pacientes possam se beneficiar da remoção do foco do tumor localizado nas mamas, das axilas ou em outras partes do corpo.</strong></p>



<p>Ainda assim, existem incertezas sobre a magnitude do benefício desse tipo de procedimento. Alguns estudos observacionais sustentam que a opção pela cirurgia poderia <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC10182804/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ampliar discretamente a perspectiva de sobrevida dessas pacientes.</a></p>



<p>Todavia, uma <a href="https://www.cochrane.org/CD011276/BREASTCA_breast-surgery-metastatic-breast-cancer" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>revisão Cochrane</u></a> sobre o tema, que considerou dois ensaios clínicos randomizados (o tipo mais adequado de estudo para prover evidências sobre as melhores condutas clínicas), aponta para outro lado.</p>



<p>Ao todo, ambos os estudos reuniram 624 mulheres, sendo que 311 haviam passado pela cirurgia associada ao tratamento de praxe e 313 tinham recebido apenas o tratamento medicamentoso. No fim, <strong>não foi possível concluir que a cirurgia foi capaz de melhorar de forma geral os prognósticos dos casos acompanhados.</strong></p>



<p>Além disso, esses estudos não consideraram em suas análises aspectos relativos à qualidade de vida, por exemplo. E, se por um lado houve melhor controle do foco local da doença, por outro, foi notada uma piora nos pontos mais distantes. Por fim, os procedimentos não interferiram na toxicidade dos outros tratamentos.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/"><u>O que é e para que ser a imuno-histoquímica de um câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Que aspectos devem ser considerados na hora de decidir pela cirurgia em câncer de mama metastático?</h2>



<p>Diante de tudo isso, a decisão pela realização ou não da cirurgia de um câncer de mama metastático pode não ser tão simples. Entram na conta uma série de fatores que devem ser cuidadosamente pesados.</p>



<p>Nessa equação é preciso considerar para que locais o tumor se espalhou, por exemplo. <strong>Inclusive, em algumas regiões do corpo, a progressão da doença pode exigir uma intervenção de emergência</strong> (como pode acontecer com os ossos ou se o tumor estiver pressionado a espinha e causando dor ou bloqueando vasos sanguíneos do fígado).</p>



<p>De todo modo, a cirurgia costuma ser uma indicação importante para pacientes que experimentarem sintomas locais por conta da progressão do tumor. <strong>É o caso, por exemplo, de focos de tumor que estejam causando dor, apresentando sangramento ou provocando infecções.</strong> Como algumas das pacientes ainda têm boa perspectiva de sobrevida, tal intervenção costuma ser importante para a manutenção de um nível razoável de qualidade de vida.</p>



<p>Além disso, a decisão pode ser balizada considerando algumas características biológicas do tumor (expressão da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/"><u>proteína HER2</u></a> ou de receptores hormonais, por exemplo), a idade da paciente, a resposta à terapia sistêmica e diante da presença da doença oligometastática (um meio termo entre a doença disseminada localmente e em locais distante do corpo).</p>



<p>Em suma, <strong>não é possível oferecer uma recomendação geral sobre a indicação de uma cirurgia de um câncer de mama metastático</strong>. Logo, deve ficar claro que cada caso deve se pautar por uma conduta individualizada, sempre levando em conta o balanço entre riscos e benefícios de cada opção. Todas as etapas dessa decisão devem ser transparentes e sempre compartilhadas entre médicos e pacientes, sobretudo enquanto novas evidências não apontam diretrizes mais claras.</p>



<p>Agora aproveite para entender melhor<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/"> </a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/"><u>como é feita a detecção da metástase de um tumor mamário.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-cancer-mama-metastatico/">Cirurgia em câncer de mama metastático: quais as indicações para esse procedimento?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-cancer-mama-metastatico/">Cirurgia em câncer de mama metastático: quais as indicações para esse procedimento?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Metástase óssea do câncer de mama: entenda mais sobre os sintomas e tratamentos para esse quadro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 19:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[ossos]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A metástase óssea é a forma mais comum de disseminação de um câncer de mama além do local de diagnóstico original. Embora haja boas chances de cura, sobretudo quando diagnosticado em estágios iniciais, alguns casos de câncer de mama podem evoluir para quadros mais graves. Nesses cenários, a chamada metástase óssea pode ser parte da evolução da doença. Ainda que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A metástase óssea é a forma mais comum de disseminação de um câncer de mama além do local de diagnóstico original.</em></p>



<p>Embora haja boas chances de cura, sobretudo quando diagnosticado em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/">estágios iniciais</a>, alguns casos de câncer de mama podem evoluir para quadros mais graves. <strong>Nesses cenários, a chamada metástase óssea pode ser parte da evolução da doença.</strong></p>



<p>Ainda que tal situação assuste quem está em tratamento contra um câncer de mama, é importante repassar quais são os sinais e sintomas que podem indicar que as células cancerígenas progrediram aos ossos e quais as possíveis consequência disso, além das opções de tratamento disponíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que define um quadro de metástase óssea?</h2>



<p>Em linhas gerais, <strong>quando falamos em metástase, estamos nos referindo ao tumor que progrediu para além do seu local original de diagnóstico</strong>. Assim sendo, no caso de uma metástase óssea, <strong>isso acontece quando o tumor </strong>localizado apenas na mama atinge também os ossos devido a disseminação das células cancerígenas pelo sangue e via linfática.</p>



<p>Em geral, uma metástase surge por conta de células que permaneceram no corpo, inclusive nos ossos, após o fim do tratamento e que por motivos ainda não muito bem conhecidos, voltam a se replicar.</p>



<p>Isso pode acontecer em intervalos que variam entre meses ou mesmo anos após o diagnóstico inicial. Entretanto, suspeita-se que a chance de recidiva esteja associada a aspectos biológicos do tumor e ao estágio em que ele foi identificado.</p>



<p>As <a href="https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-030-20301-6_7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">evidências disponíveis apontam que a metástase óssea é a forma mais comum de disseminação do câncer de mama pelo corpo</a>, ficando à frente de órgãos como os pulmões, o fígado e o cérebro. <strong>Os ossos mais atingidos costumam ser o do crânio, da coluna, das costelas, da pélvis e da parte superior dos braços e das pernas.</strong></p>



<p>Vale reforçar que ter uma metástase óssea decorrente de um câncer de mama não é a mesma coisa que ter um câncer nos ossos e nem diz respeito a um tipo específico de câncer de tumor na mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os principais sinais e sintomas de uma metástase óssea?</h2>



<p><strong>A dor costuma ser a primeira e principal alteração provocada por um câncer que atinge os ossos</strong>. Ela geralmente tem início súbito, é de intensidade considerável e atinge pernas, braços ou pescoço. É natural ainda que ela piore em determinados momentos do dia (à noite), por exemplo. <strong>No mais, entre outros sinais e sintomas de uma metástase óssea estão:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dor súbita, principalmente nas costas braços e pernas, que gera incapacidade para caminhar ou se movimentar;</li>
<li>Sensação de formigamento em partes do corpo;</li>
<li>Dificuldade em controlar a vontade de ir ao banheiro para urinar ou defecar;</li>
<li>Perda de força, fadiga constante e fraqueza;</li>
<li>Perda de peso e desidratação;</li>
<li>Confusão mental;</li>
<li>Altas concentrações de cálcio no sangue.</li>
</ul>



<p><strong>Com a progressão do problema, podem surgir fraturas nos ossos afetados, o que pode gerar prejuízos à mobilidade.</strong> Além disso, algumas das alterações notadas nesse quadro podem ser resultado da compressão da medula espinhal e dos nervos responsáveis por uma série de funções do organismo.</p>



<p>Contudo, não é raro que a paciente confunda a dor da metástase óssea com outros problemas de saúde, como quadros de artrite, por exemplo. <strong>Por isso, quem teve um câncer de mama e passa a experimentar dores que não vão embora e que só pioram com o tempo, deve estar atenta a tal desconforto e procurar ajuda médica o quanto antes.</strong></p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/beneficios-meditacao/">Quais os benefícios da meditação para pacientes diagnosticadas com câncer de mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as abordagens terapêuticas mais indicadas nesse estágio?</h2>



<p>A partir do momento em que se desconfia que o tumor se espalhou pelos ossos, o médico pode solicitar exames para confirmar ou descartar essa hipótese. Entre os mais utilizados para esse fim, não necessariamente nessa ordem, estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Raios-X;</li>
<li>Tomografias computadorizadas;</li>
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u>Ressonância magnética;</u></a></li>
<li>Cintilografia óssea.</li>
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-feito-exame-pet-scan/"><u>PET-CT;</u></a></li>
<li>Determinados testes sanguíneos para detectar a presença de substâncias associadas à degradação dos ossos;</li>
<li>Biópsia.</li>
</ul>



<p>Confirmada a suspeita de metástase óssea, <strong>médico e paciente podem discutir quais as melhores abordagens dentre os tratamentos disponíveis para encarar tal condição.</strong> Elas são destinadas a controlar a progressão das células cancerígenas, reduzir a dor e, ao mesmo tempo, conter a degradação dos ossos e eventuais problemas associados a isso.</p>



<p>Seja como for, <strong>as chamadas terapias sistêmicas costumam ser as primeiras alternativas nesses casos.</strong> Como o nome indica, elas são aquelas que atuam no corpo todo e não apenas no foco do tumor.</p>



<p>Entre as opções de terapia sistêmica mais comuns estão a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cateter-para-quimioterapia/">quimioterapia</a>, a hormonioterapia, e imunoterapia, bem como determinadas <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/">terapias-alvo</a>. Adicionalmente podem ser prescritas sessões de radioterapia e cirurgias para abordar localmente a progressão do tumor nos ossos.</p>



<p>Por fim, o médico pode prescrever medicamentos destinados a fortalecer os ossos, com o intuito de reduzir o dano provocado a esses tecidos. É importante ressaltar que cada tratamento pode ter seus efeitos colaterais, que devem ser ponderados antes da introdução da terapia escolhida.</p>



<p>De todo modo, <strong>com a abordagem adequada, é possível retardar a progressão de uma metástase óssea e melhorar as perspectivas de prognóstico, ampliando também o bem-estar da paciente diante dessas circunstâncias</strong>.</p>



<p><strong>Aproveite e </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/"><u><strong>entenda melhor como funcionam os exames que permitem detectar uma metástase óssea.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/metastase-ossea/">Metástase óssea do câncer de mama: entenda mais sobre os sintomas e tratamentos para esse quadro</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/metastase-ossea/">Metástase óssea do câncer de mama: entenda mais sobre os sintomas e tratamentos para esse quadro</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Entenda como é feito o exame de PET Scan/PET-CT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 12:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[exame de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[medicina nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[tomografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como é feito o exame de PET Scan, qual a sua finalidade e como deve ser o preparatório da paciente no dia da avaliação Vários exames de imagens podem ser utilizados diante da necessidade de avaliar o sucesso do tratamento ou identificar se um câncer de mama se espalhou. As tomografias por emissão de pósitrons são exemplos disso. Portanto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Saiba como é feito o exame de PET Scan, qual a sua finalidade e como deve ser o preparatório da paciente no dia da avaliação</em></p>



<p>Vários exames de imagens podem ser utilizados diante da necessidade de avaliar o sucesso do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u>tratamento </u></a>ou identificar se um câncer de mama se espalhou. <strong>As tomografias por emissão de pósitrons são exemplos disso.</strong> Portanto, vale a pena entender melhor como é feito o exame de PET Scan/<strong> PET-CT.</strong></p>



<p>De forma resumida, eles fazem parte de um grupo de recursos da chamada <a href="https://www.cancer.org/cancer/diagnosis-staging/tests/imaging-tests/nuclear-medicine-scans-for-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>medicina nuclear</u></a>, <strong>que usa elementos que liberam radiação de forma segura e controlada para capturar imagens do organismo.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As características de um exame PET Scan/PET-CT.</h2>



<p>Para realizar uma tomografia por emissão de pósitrons, <strong>é preciso injetar uma pequena quantidade de uma substância radioativa no organismo da paciente,</strong> geralmente ligada a um componente que o corpo usa. Na maioria dos casos, isso é feito com uma solução de glicose. Esse recurso também recebe o nome de <strong>marcador.</strong></p>



<p>Embora sempre haja o temor quando algo envolve radiação, não é preciso se preocupar<strong>. A quantidade de elementos radioativos utilizados é mínima</strong> e o exame é repetido poucas vezes ao longo da vida.</p>



<p>Com o marcador radioativo dentro do organismo, a tendência é que determinados tecidos absorvam mais ou menos da substância devido a alterações metabólicas. É o que acontece, por exemplo, com áreas afetadas por células cancerígenas.</p>



<p>Em seguida, uma câmera especial é utilizada para captar essas diferenças, criando padrões com base nos <strong>locais em que o elemento radioativo percorre ou se acumula</strong>. Diante da presença de um tumor, é provável que as áreas afetadas apareçam “iluminadas” na imagem graças à atividade das células cancerígenas, por exemplo.</p>



<p>A partir disso, um computador coleta essas imagens, que lembram “fatias” do interior do organismo, e as reúne para formar uma representação em três dimensões. No fim, os profissionais envolvidos no acompanhamento do paciente avaliam a área de interesse, conforme a solicitação do exame.</p>



<p><strong>Com relação aos termos utilizados, vale reforçar que o PET-CT é o nome dado a combinação do PET Scan com a tomografia computadorizada. </strong>Desse modo, é possível unir as informações obtidas com o uso do contraste produzido pelos elementos radioativos com as imagens mais detalhadas capturadas por meio da tomografia computadorizada, que utiliza raios X.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As principais aplicações deste recurso na mastologia/oncologia</h2>



<p>Em geral, na<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/"><u> mastologia</u></a> <strong>um exame de PET Scan/PET-CT</strong><strong> é utilizado para avaliar a condição de pacientes já diagnosticadas com um câncer de mama</strong>. Ao longo do tratamento, ele pode ser solicitado para:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Identificar se um tumor atingiu os linfonodos, principalmente da região da axila.</li><li>Determinar se a doença se espalhou para outras partes do organismo e se já há características de um quadro de<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"><u> metástase.</u></a></li><li>Avaliar se os tratamentos utilizados estão surtindo o efeito esperado na contenção da disseminação do câncer.</li></ul>



<p>Por outro lado, <strong>as tomografias por emissão de pósitrons não devem ser utilizadas para rastreamento de rotina (ou seja, para identificar tumores que ainda não manifestaram sintomas</strong>). Normalmente, esses exames não são adequados para identificar tumores muito pequenos ou mesmo para diferenciar se determinadas alterações são efetivamente malignas. Para esses fins, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">outros exames de imagem</a> podem ser mais indicados.</p>



<p>Além disso, é preciso considerar que o acesso ao PET Scan/PET-CT tende a ser restrito. Os equipamentos necessários ainda são relativamente caros e sua manipulação depende de equipe qualificada.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/">Entenda como funciona o BI-RADS em exames de imagem da mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que esperar da realização de um PET Scan/PET-CT</h2>



<p>Junto com a solicitação de um PET Scan/PET-CT, <strong>é provável que seu médico forneça algumas orientações a respeito do dia do exame. </strong>As principais recomendações envolvem manter o tempo de jejum necessário, evitar o consumo de cafeína e tabaco nas horas anteriores ao exame e não fazer exercícios físicos na véspera.</p>



<p>No local do exame, <strong>os profissionais responsáveis pelo procedimento solicitarão a remoção de todos os utensílios metálicos do corpo (como joias e relógios, por exemplo</strong>), além de indicar o uso de trajes hospitalares.</p>



<p>O próximo passo é a aplicação do marcador, que acontece entre 30 e 60 minutos antes do exame em si. Isso acontece geralmente por meio de uma infusão em uma veia do braço. Finalizada essa etapa, a paciente é colocada na maca do equipamento. Uma vez acomodada, uma espécie de arco circunda seu corpo capturando as imagens que vão formar o resultado do exame. Esse processo demora por volta de 45 minutos.</p>



<p><strong>Fazer um </strong><strong>PET Scan/PET-CT</strong><strong> não dói, </strong>mas o equipamento pode emitir sons incômodos. Em casos raros, pode haver reação adversa diante da aplicação do radiofármaco. Terminado o exame, é possível ir embora sem qualquer restrição e aguardar o laudo feito pelo radiologista. Esse documento deve ser avaliado pelo médico responsável pelo pedido.</p>



<p>Depois de compreender como é feito o exame de PET Scan/PET-CT, fica claro que embora não seja um recurso utilizado em todas as circunstâncias, ele pode ser importante para acompanhar a progressão de um câncer de mama, <strong>sobretudo quando há suspeita de que a doença tenha se espalhado para outras partes do organismo.</strong></p>



<p>Ainda falando do uso de exames de imagem, entenda melhor quais<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tomossintese-mamaria/"> </a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tomossintese-mamaria/"><u>são as aplicações e as vantagens de uma tomossíntese mamária.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-feito-exame-pet-scan/">Entenda como é feito o exame de PET Scan/PET-CT</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-feito-exame-pet-scan/">Entenda como é feito o exame de PET Scan/PET-CT</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Quais os exames para detecção de metástase mais utilizados em pacientes com câncer de mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 16:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[exames de imagem]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os exames para detecção de metástase geralmente empregam recursos de imagem e testes sanguíneos. Adicionalmente, biópsias podem ser utilizadas A evolução de um câncer de mama pode fazer com que o tumor alcance outras partes do corpo. Quando isso acontece, são feitos exames para detecção de metástase, permitindo a confirmação desse quadro. Entre elas estão exames de imagem, de sangue [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os exames para detecção de metástase geralmente empregam recursos de imagem e testes sanguíneos. Adicionalmente, biópsias podem ser utilizadas</em></p>



<p>A evolução de um câncer de mama pode fazer com que o tumor alcance outras partes do corpo. <strong>Quando isso acontece, são feitos exames para detecção de metástase, permitindo a confirmação desse quadro. Entre elas estão </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/"><u><strong>exames de imagem</strong></u></a><strong>, de sangue e, eventualmente, as biópsias.</strong> A escolha cabe ao médico responsável pelo acompanhamento, mediante avaliação da condição da paciente.</p>



<p>A partir disso, é possível definir as melhores condutas para impedir a progressão da doença. Embora isso seja um desafio, os tratamentos disponíveis para o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"><u>câncer metastático </u></a>podem ajudar na sobrevida e no bem-estar da paciente, ainda que nem sempre seja possível alcançar a remissão completa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Características de um câncer de mama metastático</h2>



<p>Na prática, <strong>um tumor metastático é aquele que avançou para além do local do organismo onde ele foi originalmente diagnosticado. </strong>No caso de um câncer de mama, isso acontece quando a doença ultrapassa o tecido da mama e os linfonodos da região da axila. Em geral, nesse estágio, ossos, pulmões, cérebro e fígado costumam ser atingidos com maior frequência.</p>



<p>O desenvolvimento de uma metástase se dá por causa de células cancerígenas que não foram detectadas e nem eliminadas do corpo previamente. Em determinado momento, elas podem voltar a se multiplicar. O porquê isso acontece não é muito bem compreendidopelos especialistas. De qualquer maneira, o risco de ter esse problema varia conforme o estágio em que a doença é diagnosticada e a biologia do tumor (incluindo, por exemplo, alterações genéticas e status dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/"><u>receptores hormonais</u></a>).</p>



<p><strong>Um câncer pode atingir a metástase meses ou anos após o diagnóstico inicial</strong>. Além disso, ele pode surgir em quadros de recidiva (ou seja, quando a doença retorna após o fim do tratamento). Porém, isso não quer dizer que todas as pacientes com câncer de mama terão o problema. <strong>Pelo contrário: a maioria dos casos de câncer de mama tem boas chances de remissão completa, principalmente quando a doença é diagnosticada em estágios iniciais.</strong></p>



<p>O câncer metastático representa o último estágio do estadiamento de um tumor. Por isso, ele é classificado como um tumor estágio IV. Esse número não diz respeito a um tipo específico da doença, e sim ao desenvolvimento dela.</p>



<p>Entretanto, é importante não confundir um câncer de mama localmente avançado com uma metástase. Ainda que grave, essa manifestação da doença mantém sua progressão restrita ao tecido da mama e áreas próximas das axilas e dos linfonodos da região.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Exames para detecção de metástase</h2>



<p>Uma parte das pacientes com câncer metastático não terá sinais relativos ao espalhamento da doença. Apesar disso, em determinados casos, <strong>a disseminação do tumor pode gerar sintomas que costumam variar conforme a área do corpo atingida.</strong></p>



<p>Dessa forma, os desconfortos notados podem envolver desde dores nas costas, ossos e juntas, até náuseas e vômitos, passando por sinais de confusão mental e outros problemas associados ao comprometimento do sistema nervoso central pelo tumor.</p>



<p>Seja como for, <strong>diante da suspeita de que o câncer de mama se tornou metastático, o médico responsável pelo acompanhamento pode solicitar exames que confirmem ou descartem a presença da condição.</strong> Entre as opções mais adotadas de exames para detecção de metástase estão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Raios-x</h3>



<p>Principalmente se a suspeita do espalhamento se concentra nos pulmões.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cintilografia óssea</h3>



<p>Permite avaliar se a doença atingiu os ossos com o auxílio de um exame de imagem orientado por um radiofármaco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tomografia computadorizada</h3>



<p>Usa imagens feitas a partir de diferentes ângulos para avaliar as condições de órgãos como os pulmões, o cérebro e o fígado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">PET-CT (ou tomografia por emissão de pósitrons)</h3>



<p>Utiliza radiação para capturar imagens de várias partes do corpo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ressonância magnética</h3>



<p>Utiliza campos magnéticos para capturar imagens de diferentes estruturas do corpo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Testes sanguíneos</h3>



<p>Permitem avaliar parâmetros bioquímicos e a presença de determinados biomarcadores, que podem indicar a formação da metástase.</p>



<p>Em todo caso, a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><u> biópsia</u></a> pode ser essencial para a definição do quadro, bem como para avaliar outros aspectos do tumor. <strong>Para isso, uma pequena amostra de tecido (coletada de diferentes partes do organismo) contendo células cancerígenas é analisada em laboratório por um médico patologista. </strong>As informações provenientes da biópsia também podem ajudar a orientar os próximos passos do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Opções de tratamento quando a metástase é diagnosticada</h2>



<p>Quase sempre o tratamento do câncer de mama metastático <strong>concentra esforços em conter a disseminação da doença enquanto se tenta prolongar a vida da paciente e ampliar o seu bem-estar.</strong> Dessa forma, podem ser utilizadas de forma isolada ou combinada alternativas como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Hormonioterapia</li><li>Quimioterapia</li><li>Imunoterapia</li><li>Radioterapia</li><li>Cirurgias</li><li>Terapias-alvo (como aquelas baseadas no uso de inibidores de CDK4/6, Pl3K, mTOR ou PARP ou direcionadas a alterações no HER2)</li></ul>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><u>Quais os riscos e o que pode ser feito para evitar a recorrência do câncer de mama?</u></a></p>



<p>Eventualmente, <strong>terapias localizadas podem ser indicadas para tumores em locais específicos (como os ossos, por exemplo), sobretudo se a condição estiver causando dor</strong>. No mais, diferentes práticas integrativas podem ser recomendadas para aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida da paciente.</p>



<p>Em todo o caso, <strong>os exames para detecção da metástase são indispensáveis para confirmar e determinar a extensão do comprometimento provocado pela doença.</strong> Sem isso, pode ser difícil indicar opções de tratamento condizentes com o quadro, fundamentais para que a mulher mantenha um nível satisfatório de bem-estar nesse período.</p>



<p><strong>Veja o que você precisa saber sobre os </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u><strong>diferentes estágios de um câncer de mama e como essa definição ajuda a definir o tratamento.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/">Quais os exames para detecção de metástase mais utilizados em pacientes com câncer de mama?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/">Quais os exames para detecção de metástase mais utilizados em pacientes com câncer de mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Terapia alvo: como tumores HER2 positivo devem ser tratados em estágios iniciais e metastáticos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 11:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[HER2]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[sobrevida]]></category>
		<category><![CDATA[terapia alvo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A utilização de uma terapia alvo pode ser parte essencial no tratamento de um câncer de mama, sobretudo em tumores HER2 positivos A terapia alvo é um recurso importante no combate a tumores na mama de diferentes perfis, incluindo aqueles caracterizados como HER2 positivo. Em resumo, as terapias alvo utilizam fármacos que “miram” em determinadas proteínas associadas à proliferação da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A utilização de uma terapia alvo pode ser parte essencial no tratamento de um câncer de mama, sobretudo em tumores HER2 positivos</em></p>



<p>A terapia alvo é um recurso importante no combate a tumores na mama de diferentes perfis, incluindo aqueles caracterizados como HER2 positivo<strong>. Em resumo, as terapias alvo utilizam fármacos que “miram” em determinadas proteínas associadas à proliferação da doença</strong>. A partir disso, a disseminação das células cancerígenas pode ser contida, ajudando na regressão do tumor.</p>



<p>Isso não acontece, por exemplo, na quimioterapia. Nesse tratamento, os fármacos utilizados destroem as células cancerígenas, mas também podem atingir células saudáveis. Portanto, vale entender melhor de que forma é feita a abordagem com uma terapia alvo em tumores HER2 positivo de diferentes estágios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que define se um tumor na mama é HER2 positivo?</h2>



<p><strong>Um tumor HER2 positivo é um subtipo de câncer de mama capaz de expressar a proteína HER2 (sigla em inglês para “receptor tipo 2 do fator de crescimento epidérmico humano”). Essa proteína tem funções importantes no desenvolvimento celular do tecido epidérmico, inclusive nas mamas.</strong></p>



<p>Entretanto, na presença dessa proteína, o tumor tende a se espalhar mais rápido. Logo, esse tipo de câncer costuma ser mais agressivo. Além disso, ele exige tratamentos específicos, justamente mirando esse alvo.</p>



<p><strong>De acordo com a </strong><a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/understanding-a-breast-cancer-diagnosis/breast-cancer-her2-status.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>Sociedade Norte-Americana de Câncer,</strong></u></a><strong> entre 15% e 20% dos tumores nas mamas são HER2 positivos</strong>. Para determinar o subtipo do câncer de mama, o médico responsável pelo caso solicita uma análise molecular do tecido do tumor coletado por meio de<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biopsia-liquida/"><u> biópsia</u></a>. O resultado é determinado por uma escala que vai de 0 a 3+ e indicam se um tumor é HER 2 negativo (0), HER 2 Low (+1 ou +2), Luminal A ou B e, por fim, HER 2 positivo (3+).</p>



<p>Levando em conta o resultado dessa análise e as demais características biológicas do tumor, o médico realiza o estadiamento do câncer, que indica o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u> estágio em que a doença se encontra</u></a>. Esse processo é parte importante do tratamento. No mais, para definir as intervenções com maior chance de sucesso, o médico deve considerar a idade, outros problemas de saúde e as preferências da paciente.</p>



<p id="leiamais">Para saber mais:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/"> Veja perguntas frequentes sobre o câncer de mama HER2 positivo</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a terapia alvo é empregada em cânceres de mama HER2 positivo?</h2>



<p>A partir do momento em que é constatado que o tumor é HER2 positivo, o médico pode lançar mão tanto de tratamentos sistêmicos quanto localizados. <strong>As opções de tratamentos localizados envolvem a realização de cirurgia (seguida de reconstrução da mama) e sessões de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/"><u><strong>radioterapia. </strong></u></a>Já as terapias sistêmicas adotam recursos como quimioterapia, hormonioterapia e terapias biológicas.</p>



<p>Nesse contexto, as <strong>terapias alvo podem ser uma opção tanto para tumores em estágios iniciais quanto para quadros que já progrediram para metástase</strong>. Entre alguns dos fármacos utilizados com esse fim estão o trastuzumabe, o pertuzumabe, o TDM1 e o traztuzumabe deruxtecana.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Trastuzumabe</h3>



<p><strong>Mais conhecido como Herceptin, seu nome comercial, o trastuzumabe é um anticorpo monoclonal. A partir disso, ele atua para se ligar à superfície das células que expressam as proteínas HER2 impedindo que elas se proliferem</strong>. A chegada desse medicamento ao mercado representou um marco significativo no tratamento do câncer de mama.</p>



<p>Administrado por via intravenosa, o trastuzumabe pode ser empregado em estágios iniciais (seja de forma adjuvante, seja de forma neoadjuvante), como em tumores já avançados. <strong>Uma </strong><a href="https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(21)00288-6/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>metanálise publicada em 2021</strong></u></a><strong> mostrou que a administração dessa terapia alvo associada à quimioterapia em mulheres com tumores em estágio inicial reduz em até um terço a mortalidade e a chance de recidivas de câncer de mama.</strong></p>



<p>Como qualquer outro tratamento, o trastuzumabe pode provocar efeitos colaterais. Entre os mais sérios estão os quadros de insuficiência cardíaca. Por isso, as pacientes devem ter a condição da saúde do coração investigadas previamente.</p>



<p>Um aspecto relevante é que o trastuzumabe conta com biossimilares (uma espécie de versão genérica desse tipo de terapia). Isso pode tornar o tratamento mais acessível do ponto de vista financeiro.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pertuzumabe</h3>



<p><strong>O pertuzumabe (cujo nome comercial é Perjeta) também tem como alvo as células que expressam a proteína HER2, mas de forma diferente do que acontece com o trastuzumabe. Dessa forma, ambos os medicamentos são administrados em conjunto, principalmente em tumores com alto risco de recorrência, sempre por via intravenosa.</strong> Essa combinação também pode ser associada à quimioterapia e ser incluída no esquema de tratamento tanto de forma adjuvante ou neoadjuvante.</p>



<p>Embora possa ser utilizado em fase inicial, a associação entre trastuzumabe, pertuzumabe e quimioterapia é a primeira linha de tratamento para tumores HER2 positivo em estágios metastáticos. Essa combinação pode <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(19)30863-0/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>desacelerar a disseminação da doença, ampliando a sobrevida.</u></a></p>



<p>Os efeitos colaterais mais comuns do pertuzumabe são diarreia, náuseas e vômitos. No entanto, é preciso considerar que ele é administrado sempre em conjunto com trastuzumabe, cujo histórico atrelado a problemas cardíacos já foi mencionado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">T-DM1 (ado-trastuzumabe entansina)</h3>



<p><strong>O T-DM1 é uma terapia alvo contra tumores HER2 positivos produzida a partir da associação</strong></p>



<p><strong>entre o trastuzumabe e o composto quimioterápico DM1 (o que explica a sigla que lhe confere o nome). </strong>Com isso, o mecanismo de ação dos dois componentes faz com que o trastuzumabe consiga “entregar” o fármaco quimioterápico direto nas células cancerígenas.</p>



<p>Aplicado também por via intravenosa, o T-DM1 pode ser usado em algumas mulheres de forma adjuvante. Isso inclui pacientes que apresentam doença residual invasiva após tratamento neoadjuvante (ou seja, em doença residual após a quimioterapia antes da cirurgia) feito com base em taxano e trastuzumabe. <strong>O T-DM1 também pode ser prescrito em quadros metastáticos que progrediram após o tratamento com taxanos e trastuzumabe.</strong></p>



<p>Além de efeitos colaterais associados ao trastuzumabe, o T-DM1 costuma gerar efeitos colaterais como náusea e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cansaco-cancer-de-mama/"><u>fadiga</u></a>, o que não tende a atrapalhar a tolerância ao tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Trastuzumabe deruxtecana</h3>



<p><strong>Essa também é uma terapia alvo conjugada. Ela associa o traztuzumabe com o quimioterápico deruxtecana. Seu nome comercial é Enhertu e</strong><u><strong> desde o final de 2021 seu uso está liberado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária</strong></u><strong>). A decisão acompanhou o que já havia sido feito nos Estados Unidos.</strong></p>



<p>A principal aplicação do traztuzumabe deruxtecana são os quadros de tumores metastáticos que não tenham mais resposta às alternativas disponíveis (como a associação de trastuzumabe e pertuzumabe com quimioterapia ou o T-DM1).</p>



<p><strong>Em estudo publicado em 2020, pacientes previamente tratadas com outras terapias alvo para tumor HER2 positivo que responderam ao traztuzumabe deruxtecana alcançaram, em média, </strong><a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1914510" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>16,4 meses de sobrevida livre de progressão da doença. </strong></u></a><strong>Outro artigo divulgado em 2022 apontou que pacientes tratadas com o Enhertu </strong><a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2115022" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>apresentavam maior sobrevida e menor taxa de progressão da doença quando comparadas àquelas tratadas com T-DM1.</strong></u></a></p>



<p>Estudos adicionais continuam sendo conduzidos para determinar a eficácia dessa alternativa em tumores com outras expressões da proteína HER2 (como HER2 Low, por exemplo). Além disso, alguns efeitos colaterais sérios precisam ser acompanhados de perto (como aqueles associados a problemas respiratórios).</p>



<p><strong>Em todo caso, seja qual for a terapia alvo escolhida, é fundamental esclarecer todas as dúvidas com o </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/"><u><strong>médico responsável pelo acompanhamento. </strong></u></a>No mais, é preciso sempre considerar o custo desses tratamentos. Muitos deles não estão disponíveis na rede pública e não são cobertos por planos de saúde. Por isso, discutir tal aspecto também é importante, sobretudo para considerar as eventuais alternativas (como biossimilares e os programas de descontos dos laboratórios).</p>



<p><strong>Aproveite e veja agora qual o papel dos</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/"><u><strong> testes genéticos para câncer de mama</strong></u></a><strong> e quando eles são indicados.</strong></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/">Terapia alvo: como tumores HER2 positivo devem ser tratados em estágios iniciais e metastáticos?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/">Terapia alvo: como tumores HER2 positivo devem ser tratados em estágios iniciais e metastáticos?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Saiba quais os sintomas mais comuns de um câncer de mama inflamatório e como funciona o tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama inflamatório]]></category>
		<category><![CDATA[câncer raro]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[coceira]]></category>
		<category><![CDATA[dor na mama]]></category>
		<category><![CDATA[inchaço]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Altamente invasivo, um câncer de mama inflamatório pode ser diagnosticado apenas em estágios já relativamente avançados, dificultando o tratamento Embora relativamente raro, um câncer de mama inflamatório pode ser muito agressivo. De acordo com dados da Sociedade Norte-Americana de Câncer, esse tipo de neoplasia responde por entre 1% e 5% de todos os tumores diagnosticados nessa parte do organismo. Por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Altamente invasivo, um câncer de mama inflamatório pode ser diagnosticado apenas em estágios já relativamente avançados, dificultando o tratamento</em></p>



<p>Embora relativamente raro, um câncer de mama inflamatório pode ser muito agressivo. <strong>De acordo com dados da Sociedade Norte-Americana de Câncer, </strong><a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/about/types-of-breast-cancer/inflammatory-breast-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>esse tipo de neoplasia responde por entre 1% e 5% de todos os tumores diagnosticados nessa parte do organismo</strong></u></a><strong>. </strong>Por outro lado, ele tende a atingir mulheres mais jovens, que ainda não ultrapassaram os 40 anos.</p>



<p>Assim, é preciso considerar as principais formas de manifestação, tratamento e prognóstico dessa doença, sobretudo diante do seu caráter mais agressivo. Isso gera um alto risco de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"><u>metástase </u></a>e outras complicações que podem afetar a sobrevida da paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As manifestações de um câncer de mama inflamatório</h2>



<p><strong>Um câncer de mama inflamatório não parece com um câncer de mama “convencional” (ou seja, não aparece pelo meio do surgimento de nódulos na mama, presentes nos casos mais comuns da doença).</strong> Ainda que ele possa ser classificado como um carcinoma ductal invasivo, suas principais características são a presença de sinais como vermelhidão e inchaço na pele da mama afetada.</p>



<p>Esses aspectos, portanto, tornam o diagnóstico por meio de mamografias mais difícil. No mais, um câncer de mama inflamatório tende a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aparecer com maior frequência em mulheres negras do que brancas;</li>
<li>Ter maior incidências em mulheres com sobrepeso ou obesas;</li>
<li>Ser mais agressivo que outras formas de apresentação do câncer de mama;</li>
<li>Ser diagnosticado em estágio mais avançados, quando a progressão da doença já atingiu as células da pele e os vasos linfáticos;</li>
<li>No momento do diagnostico já apresentar metástases a distância, o que faz com que ele tenha um prognóstico pior que outros tumores de mama.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Sinais e sintomas</h3>



<p><strong>Os </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u><strong>sinais e sintomas</strong></u></a><strong> de um câncer de mama também tendem a evoluir de forma mais acelerada dos aqueles presentes em um câncer “convencional”.</strong> Em um período que oscila entre três e seis meses a paciente pode perceber:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inchaços na pele da mama afetada; o que pode fazer com que ela pareça maior e mais pesada do que a outra;</li>
<li>Vermelhidão <strong>em mais de um terço da mama</strong>;</li>
<li>Pele com aparência de casca de laranja;</li>
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamilo-invertido/">Mamilo invertido</a> ou retraído;</li>
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/coceira-nas-mamas-o-que-pode-ser/">Coceira</a>, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dor-no-seio/">dor</a> ou sensação de calor na mama;</li>
<li>Inchaço dos linfonodos na axila ou na região do pescoço.</li>
</ul>



<p>É claro que a presença de um ou mais desses sintomas não indica imediatamente que a mulher tem um câncer de mama inflamatório. <strong>Ao notar esses sinais, é essencial procurar ajuda médica para uma avaliação detalhada.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">As opções de tratamento disponíveis</h2>



<p><strong>A aparência inflamada desse tipo de tumor é provocada pelo bloqueio de determinadas estruturas do sistema linfático pelas células cancerígenas.</strong> Logo, isso explica a aparência similar a uma inflamação na mama desse tipo de tumor.</p>



<p>A partir do momento em que há suspeita de um câncer de mama inflamatório, <strong>o médico pode solicitar exames de imagem (como mamografias, ultrassons e </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u><strong>ressonâncias magnéticas</strong></u></a><strong>) ou uma biópsia para confirmar o diagnóstico.</strong> Podem ser feitas fotografias da extensão da inflamação na pele da mama, principalmente para acompanhar a evolução após o início do tratamento.</p>



<p><strong>Concluído o diagnóstico e o estadiamento do tumor, o tratamento pode ser feito com a combinação de recursos como quimioterapia, terapias-alvo, cirurgia, radioterapia e hormonioterapia.</strong> A mescla de recursos terapêuticos contribui para uma maior chance de remissão.</p>



<p>Em tumores que não se espalharam pelos linfonodos (ou seja, em estágio III), a quimioterapia é a primeira linha de tratamento. Terapias-alvo para tumores <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/"><u>HER2 positivo</u></a> podem ser introduzidas. Adicionalmente, a paciente pode passar por uma cirurgia para remover o tumor, seguida de sessões de radioterapia. Em tumores com receptores hormonais positivos, a hormonioterapia pode também ser indicada.</p>



<p><strong>Mulheres com casos de câncer de mama inflamatório já metastático (em estágio IV) se beneficiam de terapias sistêmicas.</strong> Elas incluem além das alternativas já mencionadas, recursos como imunoterapia (para tumores que expressam a proteína PDL1) e inibidores de PARP (quando uma mutação no gene BRCA está presente). Em determinados contextos, cirurgia e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/"><u>radioterapia</u></a> também são prescritas.</p>



<p id="leiamais">Confira também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/">O que é um carcinoma lobular invasivo?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O prognóstico de um câncer de mama inflamatório</h2>



<p>Uma vez que se espalha mais rápido, é diagnosticado em estágios mais avançados e tem maiores chances de recidivas se comparados a outros tumores, o câncer de mama inflamatório costuma predispor a uma sobrevida menor. <strong>De forma resumida, a sobrevida define a porcentagem de pacientes que sobrevivem à doença após o diagnóstico dentro de um determinado período (usualmente 5 anos).</strong></p>



<p>A taxa de sobrevida é calculada com base em alguns fatores. Entre eles, estão os dados de um grupo de pessoas com o mesmo tipo e estágio de um câncer de mama. No caso de câncer de mama, é comum se ouvir falar em sobrevida de cinco anos, que se refere a porcentagem de pacientes que sobreviverem a tal período. Embora isso não possa ser usado como método de previsão para quanto tempo a pessoa viverá, pode indicar a chance de sucesso do tratamento.</p>



<p>Embora haja diferenças metodológicas, principalmente no que diz respeito ao estadiamento, as estatísticas da base de dados de vigilância epidemiológica do <a href="https://seer.cancer.gov/explorer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer</u></a> dos Estados Unidos apontam que <strong>mulheres diagnosticadas com um câncer de mama inflamatório entre 2012 e 2018 tem uma taxa de sobrevida de cinco anos entre percentuais que variavam de 19% (quando o tumor já havia se espalhado) a 52% (quando o quadro ainda era localizado).</strong> Como referência, <a href="https://www.cancer.net/cancer-types/breast-cancer/statistics#:~:text=The%205%2Dyear%20relative%20survival%20rate%20for%20women%20in%20the,invasive%20breast%20cancer%20is%2085%25." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>a taxa de sobrevida em 5 anos para outros tipos de tumor na mama supera os 90%.</u></a></p>



<p><strong>Essas estatísticas, claro, não são nenhuma sentença</strong>. Além disso, é preciso considerar que as opções de tratamento estão avançando, inclusive quando o tumor diagnosticado é um câncer de mama inflamatório. De qualquer maneira, esses números são relevantes para orientar decisões clínicas a respeito das melhores condutas terapêuticas.</p>



<p><strong>Agora, aproveite para saber mais </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u><strong>sobre os diferentes estágios do câncer de mama e de que forma a evolução do quadro influencia no tratamento.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-inflamatorio/">Saiba quais os sintomas mais comuns de um câncer de mama inflamatório e como funciona o tratamento</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-inflamatorio/">Saiba quais os sintomas mais comuns de um câncer de mama inflamatório e como funciona o tratamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Sintomas, características e tudo mais o que você precisa saber sobre um angiossarcoma de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 12:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[angiossarcomas]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mastectomia]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[radioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De difícil diagnóstico, um angiossarcoma de mama é uma forma rara de câncer que pode ser bastante agressiva Quando se pensa nos tipos de tumores que podem atingir os seios, pouco se fala sobre uma manifestação mais rara dessa condição conhecida como angiossarcoma de mama. E as estatísticas explicam isso: uma vez que apenas entre 0,04% e 1% de todos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>De difícil diagnóstico, um angiossarcoma de mama é uma forma rara de câncer que pode ser bastante agressiva</em></p>



<p>Quando se pensa nos tipos de tumores que podem atingir os seios, pouco se fala sobre uma manifestação mais rara dessa condição conhecida como angiossarcoma de mama. <strong>E as estatísticas explicam isso: uma vez que apenas entre </strong><a href="https://www.mastology.org/wp-content/uploads/2017/01/MAS-v27n1_41-43.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>0,04% e 1% de todos as neoplasias da mama são angiossarcomas,</strong></u></a><strong> é natural que eles recebam menos atenção na rotina de médicos e pacientes</strong>.</p>



<p>Apesar da raridade, esse tipo de câncer pode ser agressivo. Além disso, a dificuldade de diagnóstico em estágios iniciais tende a desfavorecer prognósticos positivos. Logo, saber reconhecer eventuais sintomas e entender melhor alguns fatores de risco contribui para fortalecer o cuidado com a saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal, quais são as principais características de um angiossarcoma de mama?</h2>



<p>Angiossarcomas são tumores que se desenvolvem a partir das células endoteliais dos vasos sanguíneos e linfáticos. Essas células são responsáveis por revestir o interior de veias, artérias e vasos tanto do sistema circulatório quanto do sistema linfático. <strong>Em tese, um angiossarcoma pode se desenvolver em qualquer parte do corpo. Contudo, a pele, os pulmões, o fígado, o baço e as mamas concentram a maior parte desses diagnósticos.</strong></p>



<p>A partir disso, as células cancerígenas se proliferam nos tecidos do endotélio, formando canais comunicantes entre si, permitindo que o tumor avance e atinja outras estruturas do organismo, incluindo pele, glândulas e tecido adiposo. <strong>Com a evolução da neoplasia, ela pode alcançar um estágio metastático, afetando partes distantes do organismo</strong>.</p>



<p>Os angiossarcomas que atingem as mamas podem ser classificados como:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Angiossarcomas primários</h3>



<p>Atingem mulheres que nunca foram tratadas contra um câncer de mama antes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Angiossarcomas secundários</h3>



<p>São aqueles que se desenvolvem em pacientes que já passaram por um tratamento oncológico de mama anterior. Em geral, estão associados a presença de linfedemas crônicos ou ainda a exposição à radiação mamária e no braço durante sessões de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/?_ga=2.2973171.2130536358.1675886539-848203006.1673623648&amp;_gl=1*hy9fd4*_ga*ODQ4MjAzMDA2LjE2NzM2MjM2NDg.*_ga_PQC87SDMSD*MTY3NTg4NjUzOC4zMC4xLjE2NzU4ODc2MzcuMC4wLjA."><u>radioterapia</u></a>. Os angiossarcomas não são neoplasias exclusivamente relacionadas à radioterapia prévia. Porém, eles são parte dos chamados tumores radioinduzidos.</p>



<p>Em muitos casos, <strong>a paciente com angiossarcoma primário tem idade abaixo da idade recomendada para o rastreamento convencional de um tumor na mama, entre os 30 e 40 anos</strong>. Com isso, o diagnóstico pode ser prejudicado.</p>



<p>A manifestação relacionada à radiação pode demorar anos para se manifestar e pode ser ainda mais rara. <strong>Mulheres que apresentam a </strong><a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/about/types-of-breast-cancer/angiosarcoma-of-the-breast.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>condição podem demorar entre 8 e 10 anos após o fim do tratamento para passar pelo segundo diagnóstico</strong></a><strong>. Considerados tumores radio-induzidos os Angiossarcomas secundários costumam afetar mulheres mais velhas.</strong></p>



<p>Os quadros de angiossarcoma na área do linfedema crônico são conhecidos como síndrome de Stewart-Treves. Esse tipo de linfoangiosarcoma ocorre em pacientes com linfedema crônico adquirido após cirurgia axilar por câncer comumente associadas à radioterapia, com problemas congênitos ou com histórico de traumas na área.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existem sinais que podem indicar a presença de um angiossarcoma de mama?</h2>



<p>O sinal mais perceptível de um angiossarcoma primário, assim como em outros tumores, costuma ser a presença de um <strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/">nódulo palpável na mama</a> </strong>. Além disso, a mulher pode notar sinais como o espessamento ou alterações na cor da pele da mama, placas e nódulos violáceos ou ainda, em alguns casos, ferimentos ulcerados.</p>



<p>Já angiossarcomas secundários podem se manifestar por meio de nódulos acompanhados de <strong>dor, além de inchaço na mama ou nos braços e alterações na pele</strong>, que são perceptíveis por meio de sinais de irritação ou alteração na cor, sobretudo em mulheres que foram submetidas a uma linfadenectomia axilar e à radioterapia.</p>



<p><strong>A partir disso, é fundamental que ao notar alterações nas mamas, as mulheres procurem suporte médico adequado</strong>. Tal afirmação também leva em conta que angiossarcomas atingem mulheres fora da idade de rastreamento de tumores nas mamas, como já destacado.</p>



<p><strong>O diagnóstico de um angiossarcoma nem sempre é fácil. </strong>As características fisiológicas desse tipo de tumor fazem que muitas vezes eles sejam confundidos com outras formações em exames de imagem. Devido à falta de um padrão claro desse tipo de neoplasia, elas podem ser confundidas com lesões benignas na mama, por exemplo.</p>



<p>Com isso, embora importantes<strong>, os exames de imagem (como mamografia, ultrassons e </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u><strong>ressonâncias magnéticas</strong></u></a><strong>) devem ser complementados com a realização de uma biópsia</strong>. De forma resumida, nesse procedimento, um pequeno fragmento de tecidzda mama é retirado com uma agulha. Um pequeno pedaço da pele também pode ser coletado por meio de uma biopsia incisional. O material coletado é encaminhado para a avaliação de um médico patologista, que fará a avaliação da natureza do tumor, confirmando ou não a presença de células cancerígenas.</p>



<p id="leiamais">Veja também:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/"> Entenda o que é um fibroadenoma na mama, quais são os sintomas e como deve ser feito o tratamento</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as opções de tratamento e as perspectivas de prognóstico?</h2>



<p><strong>Por se tratar de um tumor de progressão agressiva e com potencial de se espalhar rapidamente por outras partes do organismo, o tratamento contra um angiossarcoma costuma envolver abordagens menos conservadoras.</strong></p>



<p>Assim, cirurgias podem ser a primeira opção de tratamento. Dependendo da posição e do tamanho do tumor, o médico pode indicar a realização de uma mastectomia ou de uma lumpectomia. Como a neoplasia raramente atinge os linfonodos, nem sempre é preciso fazer a ressecção axilar, embora isso possa ser considerado conforme avaliação do profissional responsável.</p>



<p><strong>Adicionalmente, a paciente pode ser submetida a sessões de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-intestino-preso/"><u><strong>quimioterapia </strong></u></a><strong>ou radioterapia </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cuidados-pos-cirurgia-cancer-de-mama/"><u><strong>após a cirurgia</strong></u></a>. Elas são importantes para eliminar eventuais células cancerígenas ainda presentes na região afetada. Uma vez que esse tipo de tumor raramente têm receptores hormonais ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/"><u>HER2</u></a>, tratamentos com esses alvos não fazem sentido.</p>



<p><strong>A associação entre cirurgia e quimioterapia/radioterapia pode oferecer períodos significativos de sobrevida, inclusive sem novas manifestações da doença</strong>. Ainda assim, isso depende da precocidade do diagnóstico e de aspectos que envolvem a extensão e a disseminação do tumor no início do tratamento, bem como da presença de margens livres no procedimento cirúrgico.</p>



<p>Em suma, ainda que raro, o angiossarcoma de mama merece atenção especial. <strong>Mulheres com histórico anterior de tratamento de câncer de mama com radioterapia, com o risco de desenvolver linfedemas ou mesmo com episódios desse tipo de câncer na família devem conversar com seus médicos sobre as orientações para fazer o acompanhamento adequado.</strong> O benefício de um diagnóstico precoce nesses cenários tende a ser ainda mais significativo.</p>



<p><strong>Aproveite e conheça mais sobre os </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/?_ga=2.213745239.2130536358.1675886539-848203006.1673623648&amp;_gl=1*1281enz*_ga*ODQ4MjAzMDA2LjE2NzM2MjM2NDg.*_ga_PQC87SDMSD*MTY3NTg4NjUzOC4zMC4xLjE2NzU4ODY1MzguMC4wLjA."><u><strong>carcinomas lobulares invasivos,</strong></u></a><strong> um tipo mais comum de câncer de mama.</strong></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/angiossarcoma-mama/">Sintomas, características e tudo mais o que você precisa saber sobre um angiossarcoma de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/angiossarcoma-mama/">Sintomas, características e tudo mais o que você precisa saber sobre um angiossarcoma de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>O que você precisa saber sobre os estágios do câncer de mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 11:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama inicial]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama localmente avançado]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama metastático]]></category>
		<category><![CDATA[estadiamento]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba qual a importância da definição dos estágios do câncer de mama e como isso contribui para a adoção do tratamento adequado A partir do momento em que um tumor nos seios é identificado, o médico responsável determinará em quais dos diferentes estágios do câncer de mama aquela neoplasia se encontra. Tal conduta é fundamental, uma vez que cada estágio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><em>Saiba qual a importância da definição dos estágios do câncer de mama e como isso contribui para a adoção do tratamento adequado</em></em></p>



<p>A partir do momento em que um tumor nos seios é identificado, o médico responsável determinará em quais dos diferentes estágios do câncer de mama aquela neoplasia se encontra. <strong>Tal conduta é fundamental, uma vez que cada estágio de um tumor demanda diferentes abordagens terapêuticas, além de predispor a uma chance maior de alcançar a remissão.</strong></p>



<p>Aliado a um diagnóstico precoce, o estadiamento correto de um tumor nas mamas pode ampliar a qualidade do suporte oferecido, melhorando o prognóstico e aumentando a sobrevida da paciente.  Por isso, vale entender melhor sobre como tal avaliação é posta em prática.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As principais características dos estágios do câncer de mama</h2>



<p><strong>Um tumor nas mamas pode ser enquadrado em 5 estágios, que vão do 0 ao IV, a partir do grau de disseminação da doença.</strong> Ou seja, um câncer de estágio 0 está em uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-cancer-de-mama-conheca/">localização restrita (<em>in</em> <em>situ</em></a><em>)</em>, por exemplo. Além disso, uma neoplasia desse tipo é considerada um pré-câncer ou um tumor não invasivo.</p>



<p><strong>De forma resumida, tumores em estágio I e II são considerados como tumores de mama em estágios iniciais.</strong> Já o estágio III indica um câncer de mama localmente avançado, seja pelo tamanho do tumor, seja pelo acometimento dos linfonodos e tecidos ao redor como pele, músculo ou costelas. Por fim, um tumor de estágio IV já se espalhou por outras partes do corpo além do chamado sítio inicial, como consequência de uma metástase à distância. Mais abaixo descrevemos mais detalhas de cada um desses estágios.</p>



<p><strong>Para determinar o estadiamento de um câncer de mama o médico lança mão de uma boa avaliação clínica e física, além de exames laboratoriais e </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><strong>de imagem (</strong><strong>como raios x do tórax, ultrassons, cintilografias ósseas, tomografia computadorizada e PET-CT)</strong> </a>Ao lado do número que indica o estágio, podem ser inseridas letras (A, B ou C) que apontam uma maior ou menor progressão do tumor dentro daquele grau de acordo com a ordem alfabética.</p>



<p>Independentemente dos parâmetros para determinar o estágio do tumor, é importante reforçar que a evolução de um câncer varia bastante de pessoa para pessoa. Assim, não é raro que mulheres com tumores no mesmo estágio tenham experiências diferentes com a doença e os <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cansaco-cancer-de-mama/">tratamentos adotados.</a>  <strong>Embora importante, os parâmetros para definição do estágio não são aspectos absolutos sobre as condições de saúde e as perspectivas de sucesso no combate ao tumor.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Os aspectos centrais do sistema de estadiamento</h2>



<p><strong>O principal sistema de estadiamento de tumores na mama é TNM, desenvolvido pela União Internacional Contra o Câncer (UICC).</strong> Cada uma das letras da sigla TNM representa um aspecto do quadro de câncer:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>T, que indica o tamanho do tumor;</li>
<li>N, que aponta o status linfonodal ou número de linfonodos comprometidos pelo câncer;</li>
<li>M, que indica a presença ou não de metástases à distância.</li>
</ul>



<p>Além disso, em 2018 a última atualização o sistema TNM adicionou dados sobre a biologia do tumor para avaliação do estadiamento. Esse processo de inclusão de novos aspectos foi liderado pela <a href="https://www.facs.org/quality-programs/cancer-programs/american-joint-committee-on-cancer/cancer-staging-systems/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">American Joint Committee on Cancer (AJCC)</a> e leva em conta:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Grau histológico do tumor (GH);</li>
<li>Status dos receptores de estrogênio, representado pela sigla RE;</li>
<li>Status dos receptores de progesterona, representado pela sigla RP;</li>
<li>Status do HER2, que representa a expressão dessa proteína;</li>
<li>Pontuação Oncotype DX, nos casos em que o câncer for receptor de estrogênio positivo, HER2 negativo e não houver comprometimento nos linfonodos.</li>
</ul>



<p>A partir disso, <strong>os resultados da avaliação de cada fator são combinados para determinar o estadiamento do tumor.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">A aplicação do sistema de estadiamento do câncer de mama</h2>



<p><strong>Dentro de cada parâmetro, o avanço da doença altera o número que acompanhará as letras TNM.</strong> Assim, um tumor de até 2 cm é classificado como T1. Tumores que não podem ser avaliados, que não são identificáveis por meio das evidências disponíveis ou que estiverem <em>in</em> <em>situ </em>recebem a classificação Tx, T0 e Tis, respectivamente.</p>



<p>Tal raciocínio se aplica ao avanço sobre os linfonodos (N), que determina o estágio conforme o comprometimento de acordo com o número de glândulas do sistema linfático atingidas e do grau da metástase (M), se houver, variando entre M1 e M0 (ou seja, se há ou não processo metastático identificável). Assim, cada um dos estágios já mencionados descreve diferentes quadros de evolução doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estágio 0</h3>



<p><strong>Esta fase descreve um câncer de mama em estágio inicial ou não invasivo denominado de carcinoma ductal <em>in situ (</em>CDIS).</strong> Nele, as células cancerígenas não invadem a membrana basal subepitelial. Por isso, o tumor não atinge veias e vasos linfáticos, não gera metástases e pode ser considerado como um pré-carcinoma. Com a difusão da mamografia, o carcinoma ductal <em>in situ</em> corresponde entre 10 e 30% dos casos de câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estágio I</h3>



<p><strong>Esse estágio descreve o câncer de mama invasivo inicial ou precoce, no qual o tumor mede não mais do que 2 centímetros.</strong> Ele é subdividido em duas categorias (IA e IB). No estágio IA, o tumor tem 2 centímetros ou menos, não se espalhou além da mama e não comprometeu nenhum linfonodo. Por sua vez, o estágio IB significa que o tumor na mama também tem até 2 centímetros, mas com pequenos aglomerados de células de câncer encontrados nos gânglios linfáticos (com uma invasão de até 2 milímetros).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estágio II</h3>



<p><strong>Esse estágio ainda indica a presença de um câncer de mama estágio inicial ou precoce. Ele também conta com subdivisões.</strong>  O estágio IIA representa um tumor na mama que ainda é pequeno. Pode não haver câncer nos gânglios linfáticos ou ser identificada uma disseminação que atingiu até três linfonodos. O estágio IIB<strong> </strong>indica que o tumor do seio pode ter até 5 centrímetros e ter atingido qualquer gânglio linfático.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estágio III</h3>



<p>Esse estágio indica o desenvolvimento de um câncer de mama localmente avançado que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pode ser um tumor de mama grande (normalmente maior que 5 centímetros);</li>
<li>pode ter se espalhado para vários linfonodos axilares ou de outras áreas próximas à mama;</li>
<li>pode ter se espalhado para outros tecidos ao redor da mama, como pele, músculos ou costelas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Estágio IV</h3>



<p><strong>Por fim, esse estágio indica a presença de um câncer de mama avançado ou metastático. </strong>Nessa fase, a doença se disseminou para outros órgãos e tecidos do corpo, além das mamas e axilas. Os locais mais comuns para o aparecimento de metástases são ossos, fígado, pulmões e cérebro.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">Entenda o que é um tumor HER2 positivo e o que isso indica</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Exemplos da definição do estágio de um câncer de mama</h2>



<p>A evolução do processo de estadiamento de um câncer de mama pode tornar sua compreensão um pouco mais difícil do que de outros tumores. <strong>Logo, a recomendação é sempre consultar seu médico se alguma dúvida persistir.</strong></p>



<p>No mais, é preciso ponderar que o método pode oferecer um número enorme de combinações para determinar o estágio da doença. De qualquer forma, exemplos de aplicação são úteis para explicar melhor de que forma se determina o estágio de um câncer de mama.</p>



<p>Em uma mulher com um tumor de entre 2 e 5 centímetros, sem disseminação para os linfonodos e sem metástase, a classificação será T2+N0+M0. <strong>A partir de uma tabela de referência, constata-se que essa paciente tem um tumor em estágio IB.</strong></p>



<p>Em outro exemplo, uma mulher com tumor maior que 5 centímetros, com disseminação que já atingiu entre 4 e 9 linfonodos, mas ainda não atingiu outros órgãos terá como classificação T3+N2+M0. <strong>Conforme a metodologia de estadiamento, isso representa um câncer de mama em estágio IIIB.</strong> <strong>Em ambos os casos, o médico investigará a expressão dos receptores hormonais, do HER 2 e do grau das células.</strong></p>



<p><strong>Conforme já mencionado, a progressão dos estágios do câncer de mama exige abordagens terapêuticas diferentes.</strong> Assim, em estágios iniciais, a combinação de diferentes opções de tratamento, incluindo aquelas restritas ao local no qual o tumor está, costuma surtir bons resultados. Exemplo disso são as cirurgias acompanhadas de terapia adjuvantes ou neoadjuvantes, como quimioterapia, radioterapia ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/">outras opções medicamentosas.</a> Já cânceres avançados com maior grau de disseminação podem exigir a introdução <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imunoterapia-para-cancer-de-mama-como-e-indicacoes/">de terapias específicas (como a imunoterapia, por exemplo)</a> ou sistêmicas.</p>



<p><strong>Aproveite e saiba mais sobre os quadros de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><strong>recorrência de um tumor nas mamas e o que pode ser feito para reduzir esse risco.</strong></a><u></u></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/">O que você precisa saber sobre os estágios do câncer de mama?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/">O que você precisa saber sobre os estágios do câncer de mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>De que forma um câncer de mama metastático se desenvolve?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2023 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[HER2]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um câncer de mama metastático é aquele que se espalha por outras partes do corpo. Ainda que grave, existem opções para conter sua disseminação Embora tenha boas chances de alcançar a remissão, principalmente quando diagnosticado em fases iniciais, um tumor na mama pode se transformar em um câncer de mama metastático. Ainda que a metástase seja um termo comum quando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um câncer de mama metastático é aquele que se espalha por outras partes do corpo. Ainda que grave, existem opções para conter sua disseminação</em></p>



<p>Embora tenha boas chances de alcançar a remissão, principalmente quando diagnosticado em fases iniciais, um tumor na mama pode se transformar em um câncer de mama metastático.</p>



<p><strong>Ainda que a metástase seja um termo comum quando se fala de câncer em geral, é natural que a constatação de que a doença avançou para esse ponto gera receio e levanta uma série de dúvidas em pacientes e familiares.</strong> Portanto, é fundamental repassar alguns pontos sobre esse quadro sensível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A progressão de um câncer de mama metastático</strong></h2>



<p>Metástase é um termo com origem no grego que transmite a ideia de transferência ou de mudança de lugar. Dessa forma, já é possível ter uma compreensão um pouco melhor sobre o que caracteriza um câncer metastático: <strong>ele se desenvolve e progride quando as células do tumor original se espalham além do local em que ele foi diagnosticado (o chamado sítio primário) e formam outros tumores em partes diferentes do corpo.</strong></p>



<p>Na prática, qualquer tipo de câncer pode sofrer metástase. Assim, as células cancerígenas “escapam” do local onde o tumor se iniciou e “viajam” pelo corpo através da corrente sanguínea ou do sistema linfático.</p>



<p>No mais, vale ressaltar que o conceito de câncer metastático é diferente do câncer localmente avançado. Um tumor pode se manter restrito a uma parte do corpo e avançar para áreas próximas da mama como axilas, pele ou linfonodos torácicos. Resumidamente, isso é o que define um câncer em estágio localmente avançado.</p>



<p>O processo de metástase pode se dar meses ou mesmo anos após o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/">diagnóstico inicial.</a> Além disso, ela pode ocorrer mesmo em recidivas, que é quando a doença volta a se manifestar após um período de remissão devido ao sucesso do tratamento.</p>



<p>A partir disso, um câncer de mama metastático é aquele cujas células saíram do local inicial e alcançaram outras partes do corpo. <strong>Tal tipo de tumor também é chamado de câncer de mama estágio IV. Esse é o último grau da escala de estadiamento da doença. As áreas mais comuns atingidas nessa manifestação da doença são ossos, pulmões, cérebro e fígado.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas mais comuns de um câncer de mama metastático</strong></h2>



<p>O processo de espalhamento das células do tumor e a manifestação de novas formações em diferentes partes do corpo pode fazer com que surjam vários sinais e sintomas. <strong>É normal que eles mudem de acordo com a parte do corpo atingida com a disseminação do tumor. </strong>Ainda que cada caso possa gerar manifestações próprias, é possível apontar algumas das mais frequentes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dores que não cessam nas costas, nos ossos e nas juntas, que podem ser sinais de metástases ósseas;</li>
<li>Dificuldade para urinar ou incontinência urinária, o que pode ser resultado da compressão dos nervos da região por tumores intra-abdominais;</li>
<li>Dormência ou fraqueza súbita em partes diferentes do corpo;</li>
<li>Perda súbita ou progressiva da força muscular das pernas, que pode indicar metástase na coluna;</li>
<li>Tosse ou dificuldade para respirar, além de dor no peito, um indicativo de suspeita de metástase no pulmão;</li>
<li>Perda de apetite, que gera perda de peso acentuada;</li>
<li>Inchaço abdominal, acompanhado de dor e sensibilidade;</li>
<li>Náuseas e vômitos;</li>
<li>Icterícia, sintoma caracterizado pela coloração amarelada da pele e da membrana conjuntiva dos olhos, geralmente associado a metástases no fígado;</li>
<li>Problemas oftalmológicos, incluindo visão borrada ou mesmo comprometimento da visão;</li>
<li>Convulsões, perda de equilíbrio e confusão mental, sintomas associados à suspeita de metástase no cérebro ou sistema nervoso central.</li>
</ul>



<p><strong>A partir do histórico da paciente, ou diante da suspeita de que o tumor na mama evoluiu para um câncer metastático, o médico pode solicitar vários exames para confirmar a hipótese.</strong> Entre os mais comuns estão testes sanguíneos que procuram por determinados marcadores e exames de imagem (como <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">ressonâncias magnéticas</a>, tomografias computadorizadas, cintilografias dos ossos ou PET-CT para a pesquisa das metástases). De forma adicional, podem ser feitas biópsias a partir de tecidos de áreas suspeitas.</p>



<p>Se a metástase for confirmada, é fundamental conhecer as características do tumor, já que elas influenciam na abordagem adotada no tratamento. Dessa forma, o médico solicitará exames para confirmar se o tumor é receptor hormonal ou para determinar o status da expressão de proteínas <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">HER2 </a>ou PD-L1 ou ainda da mutação do gene BRCA.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dicas-para-cuidar-da-saude-mental-durante-tratamento-de-cancer-de-mama/">Dicas para cuidar da saúde mental durante tratamento de câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode ser feito nesse estágio da doença</h2>



<p>Existem diferentes opções de tratamentos para um câncer de mama metastático. <strong>A definição da melhor conduta deve ser feita com base na avaliação de todas as circunstâncias pelo médico responsável, incluindo o status hormonal</strong><strong>e as mutações encontradas no tumor</strong>.</p>



<p>De todo modo, as opções terapêuticas disponíveis são empregadas para manter as funções do organismo, conter a expansão da metástase e prolongar a vida da paciente. Com isso em mente, são usadas de forma isolada ou combinada intervenções como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/">Hormonioterapia</a>;</li>
<li>Quimioterapia;</li>
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imunoterapia-para-cancer-de-mama-como-e-indicacoes/">Imunoterapia</a>;</li>
<li>Radioterapia;</li>
<li>Cirurgias;</li>
<li>Terapias-alvo, como aquelas que utilizam inibidores de CDK4/6, Pl3K, mTOR ou PARP e ainda terapias direcionadas a alterações no HER2.</li>
</ul>



<p>Além disso, terapias localizadas podem ser indicadas para tumores metastáticos que estejam causando dor em um local específico (nos ossos, por exemplo). Ao mesmo tempo, práticas integrativas podem ser adotadas para contribuir no alívio da dor, reduzir efeitos colaterais do tratamento e promover melhoria na qualidade de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A qualidade de vida da paciente com câncer de mama metastático</h2>



<p>Uma paciente com câncer de mama metastático pode viver meses ou anos com um bom nível de bem-estar<strong>. Ainda que dependendo do tamanho do comprometimento não seja possível alcançar a remissão completa, é possível impedir a progressão da doença. Independente disso, é essencial contar com suporte da família e dos amigos, bem como manter acompanhamento médico de forma disciplinada.</strong></p>



<p>Do mesmo modo, é importante reforçar alguns cuidados essenciais para a manutenção de uma boa condição de saúde, dentro do possível. É recomendável, por exemplo, reduzir o consumo de álcool, não fumar, manter uma dieta saudável, descansar adequadamente e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/">evitar o sedentarismo</a>. Parte desses hábitos também contribui para lidar com sintomas de ansiedade e estresse associados à doença.</p>



<p>Com a evolução do quadro de câncer de mama metastático, os tratamentos podem deixar de responder ou oferecer pouco benefício diante dos efeitos colaterais. Uma vez que isso acontece, pode haver a opção por suspendê-los. <strong>Embora seja um assunto sensível, tal alternativa passa pela adoção dos chamados </strong><a href="https://www.oncoguia.org.br/conteudo/cuidados-paliativos-para-pacientes-com-cancer-de-mama-avancado/6253/823/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cuidados paliativos</a>. De forma resumida, eles garantem o conforto da paciente diante do diagnóstico de doenças incuráveis e que ameaçam a continuidade da vida para aliviar e prevenir os sintomas que possam surgir durante a evolução do quadro. Contudo, isso não implica na ausência de alternativas de tratamento.</p>



<p>Viver com um câncer de mama metastático é um desafio. <strong>Porém com novas terapias-alvo e novos estudos em curso, alcançar a cura nesses casos não é mais uma utopia</strong>. Além disso, com frequência são introduzidos fármacos que prolongam o tempo de vida e contribuem com a melhora da qualidade de vida das pacientes, que passam a conviver com esta doença crônica tendo a chance de trabalhar, cuidar da família e ter menos efeitos colaterais.</p>



<p><strong>Saiba mais sobre os</strong> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/">riscos de recorrência de um câncer de mama e o que pode ser feito para minimizar essa chance.</a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/">De que forma um câncer de mama metastático se desenvolve?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/">De que forma um câncer de mama metastático se desenvolve?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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