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	<title>oncologia integrativa - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>oncologia integrativa - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>O risco de interação entre a cannabis e os medicamentos para o câncer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cannabis medicinal]]></category>
		<category><![CDATA[CBD]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais da quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia integrativa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o aumento dos locais onde o uso medicinal da cannabis é viável e o crescimento das pesquisas científicas sobre o tema, várias dúvidas surgem a respeito de como as substâncias presentes na planta podem ser úteis para lidar com a evolução de um câncer. Não por menos, evidências mostram que o número de pacientes utilizando derivados da cannabis é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o aumento dos locais onde o uso medicinal da cannabis é viável e o crescimento das pesquisas científicas sobre o tema, <strong>várias dúvidas surgem a respeito de como as substâncias presentes na planta podem ser úteis para lidar com a evolução de um câncer</strong>.</p>



<p>Não por menos, evidências mostram que o número de pacientes utilizando derivados da cannabis é cada vez maior. No entanto, tal opção muitas vezes ignora o risco de possíveis interações com os medicamentos para o câncer de mama cujo uso já está estabelecido há mais tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A evolução da prescrição da cannabis com fins terapêuticos</h2>



<p>As plantas do gênero cannabis são velhas conhecidas da humanidade. Há séculos, elas são cultivadas e utilizadas para diversos fins, incluindo uma série de possibilidades terapêuticas. Em muitos casos, o potencial disso ainda não é bem compreendido pela medicina, o que pouco a pouco está mudando.</p>



<p>Boa parte desses possíveis efeitos benéficos se dá a partir de duas moléculas presentes na planta: o canabidiol, também conhecido como CBD, e o tetrahidrocanabinol, chamado de THC. Este segundo é o responsável pelo &#8220;barato&#8221; durante o uso recreativo da maconha, mas também vem apresentando algumas aplicações, como o combate a quadros de dor e insônia.</p>



<p>De qualquer forma, embora o uso desses elementos venha sendo liberado em várias localidades mundo afora, as regras ainda são bem restritas. No Brasil, por exemplo, a comercialização de <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2019/rdc0327_09_12_2019.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>preparados farmacêuticos à base de cannabis foi autorizada apenas em 2019</u></a>. O processo exige receituário especial com a devida retenção de receita, entre outros requisitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O uso de cannabis por pacientes com câncer de mama</h2>



<p>Diante de todas as evidências, em determinados contextos pacientes com câncer de mama parecem estar explorando os potenciais da planta e seus derivados para gerenciar sintomas das neoplasias, bem como <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/"><u>efeitos colaterais do tratamento</u></a>.</p>



<p>Exemplo disso está em um <a href="https://acsjournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/cncr.33906" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo publicado em 2022</a>, que coletou dados junto a pacientes que haviam sido diagnosticados com câncer de mama nos últimos cinco anos. Do total de 612 participantes, <strong>42% (257) relataram ter usado a cannabis para lidar com determinados desconfortos.</strong> Entre eles estavam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dores (78%);</li>



<li>insônia (70%);</li>



<li>ansiedade (57%);</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/conexoes-entre-estresse-e-cancer-de-mama/"><u>estresse </u></a>(51%);</li>



<li>náuseas e vômitos (46%).</li>
</ul>



<p>Do total dos entrevistados, 79% usaram a planta em conjunto com <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-axilar-extensa-cancer-mama-apos-quimioterapia-inicial/"><u>tratamentos sistêmicos </u></a>(quimioterapia, hormonioterapia etc.), radioterapia ou cirurgia para combater o tumor. <strong>Contudo, apenas 39% relataram isso a seus médicos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">As possibilidades de interações da cannabis com os medicamentos para câncer</h2>



<p>O uso da cannabis (ou de qualquer outro medicamento, substância ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementacao-tratamento-cancer/">suplemento)</a> durante e depois do tratamento de um câncer de mama apresenta riscos.</p>



<p>Ainda que possam existir alguns benefícios, o que predomina são as lacunas no conhecimento disponível. As mais relevantes incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>interações com outros medicamentos, incluindo aqueles utilizados para combater o tumor;</li>



<li>falta de dados que possam antever combinações indevidas da cannabis com outras substâncias;</li>



<li>ausência de informações sobre o impacto dessas abordagens no longo prazo.</li>
</ul>



<p>Para tentar melhorar o grau de evidências sobre o tema, <a href="https://ascopubs.org/doi/pdfdirect/10.1200/JCO.2024.42.16_suppl.12073" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>um trabalho abordando a questão foi apresentado na edição de 2024</u></a> da Sociedade Norte-Americana de Oncologia Clínica (Asco).</p>



<p>No estudo, pesquisadores norte-americanos entrevistaram indivíduos tratando um câncer (15% do total dos casos era de neoplasias na mama) para coletar informações sobre quais medicamentos eles estavam utilizando. No total, 318 pessoas responderam um questionário sobre o tema.</p>



<p>Desse montante, <strong>61 (pouco menos de 20%) relataram estar utilizando a cannabis no momento das perguntas.</strong> A partir disso, um software analisou as respostas para cruzar os dados e identificar potenciais interações medicamentosas. Ao todo, foram mapeadas 412 possibilidades:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>em 71% das interações medicamentosas com cannabis foram com medicamentos para outras condições que não o câncer;</li>



<li>17% das internações elas aconteceram com medicamentos de venda livre.</li>



<li>10% estavam relacionadas justamente com agentes anticâncer.</li>
</ul>



<p>Adicionalmente, a análise identificou várias interações medicamentosas de gravidade moderada, com destaque para o paracetamol (acetaminofeno), em 9,5% dos episódios, a dexametasona, em 8%, e a ondansetrona, em 6,3%.</p>



<p>Com relação aos componentes quimioterápicos, o maior potencial de risco envolvia o paclitaxel (4%) e a doxorrubicina (2%).</p>



<p>Logo, esses resultados destacam que se a cannabis é frequentemente utilizada por pacientes com câncer para aliviar sintomas, é indispensável levar em conta a suas possíveis interações com outros medicamentos e como isso pode alterar a eficácia dos tratamentos ou aumentar o risco de efeitos adversos.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/beneficios-meditacao/"><u>Os benefícios da meditação para pacientes diagnosticadas com câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que médicos e pacientes precisam levar em conta no uso desse recurso</h2>



<p>Acima de tudo, quem cogita ou já usa a cannabis e seus derivados depois de um diagnóstico de câncer de mama deve ter ciência de que <strong>nenhum componente presente na planta é capaz de curar a doença</strong>, nem substituir tratamentos convencionais.</p>



<p>Além disso, <strong>é fundamental ser transparente sobre o uso da alternativa junto aos profissionais de saúde responsáveis pelo acompanhamento do quadro</strong>. São eles que vão orientar sobre os riscos e os benefícios dessa opção, bem como identificar possíveis interações com os medicamentos para o câncer.</p>



<p>Adicionalmente, cabe sempre ressaltar que as evidências sobre como a cannabis pode ajudar na jornada do paciente diagnosticado com um tumor ainda são pequenas. <strong>A </strong><a href="https://ascopubs.org/doi/full/10.1200/JCO.23.02596?af=R"><strong>maioria delas restringe as possibilidades ao controle de enjoos e vômitos</strong></a><strong> desencadeados pelos medicamentos</strong> empregados na quimioterapia.</p>



<p>Por falar nisso, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/"><u>aproveite para saber mais sobre o que é possível esperar dos efeitos colaterais após a primeira sessão de quimioterapia.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cannabis-medicamento-para-cancer-interacao/">O risco de interação entre a cannabis e os medicamentos para o câncer</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cannabis-medicamento-para-cancer-interacao/">O risco de interação entre a cannabis e os medicamentos para o câncer</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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