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	<title>saúde da mulher - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>saúde da mulher - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Entenda quais estratégias podem melhorar o desempenho sexual depois do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Vida após o câncer]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diagnóstico de um tumor mamário é um momento significativo na vida de qualquer mulher, com um período de recuperação que se estende por meses e, às vezes, anos. E, entre os aspectos que precisam ser abordados, um tema ainda pouco explorado é o desempenho sexual depois do câncer de mama. Ou seja: nem sempre se aborda adequadamente essa questão, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico de um tumor mamário é um momento significativo na vida de qualquer mulher, com um período de recuperação que se estende por meses e, às vezes, anos. E, entre os aspectos que precisam ser abordados, <strong>um tema ainda pouco explorado é o desempenho sexual depois do câncer de mama.</strong></p>



<p>Ou seja: nem sempre se aborda adequadamente essa questão, que <strong>tem impacto direto na qualidade de vida e no bem-estar emocional das pacientes.</strong> Felizmente, existem sim estratégias que podem ajudar as mulheres a desfrutar de uma vida íntima satisfatória depois que as terapias terminam.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O impacto do câncer de mama na vida sexual das pacientes</h2>



<p>Estudo publicado em <a href="https://www.nature.com/articles/s41598-025-21479-4" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>outubro de 2025 no periódico Scientific Reports</u></a>, feito com 88 mulheres brasileiras que passaram por pelo menos um ano de tratamento oncológico, <strong>mostra que 76% relataram algum incômodo relativo à vida sexual. </strong>As maiores queixas foram a piora da lubrificação vaginal e a falta de libido.</p>



<p>As reclamações eram mais relevantes nos cenários em que havia comorbidades preexistentes (como diabetes e hipertensão), mudanças corporais depois da cirurgia e falta de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-mamaria-retalhos-miocutaneos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>procedimento de reconstrução mamária.</u></a> Seja como for, dados de fontes distintas apontam que <a href="https://ascopubs.org/doi/10.1200/EDBK-25-472856" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>o número de pacientes afetadas pode superar os 90%.</u></a></p>



<p>Além disso, outra publicação sobre o tema, dessa vez da <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2059702924000048" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>revista da Sociedade Europeia de Oncologia Médica</u></a>, mostrou que menos da <strong>metade das pacientes com esse tipo de reclamação recebe suporte adequado para a questão.</strong></p>



<p>É preciso ter em mente que esse impacto se manifesta de diversas formas<strong>, incluindo alterações físicas e emocionais</strong>. Ademais, cada vez mais <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-jovens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mulheres jovens são diagnosticadas com câncer de mama</u></a>, tornando esse tópico ainda mais relevante.</p>



<p>Do ponto de vista físico, cirurgias que removem parte ou toda a mama podem resultar em mudanças na imagem corporal e na sensibilidade mamária. A quimioterapia, por sua vez, pode induzir <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>menopausa</u></a> precoce ou desregular o ciclo menstrual.</p>



<p>Já a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>hormonioterapia</u></a>, amplamente utilizada em casos de câncer de mama com receptores hormonais positivos, pode causar <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>efeitos colaterais</u></a> como secura vaginal, diminuição da libido e desconforto durante a relação sexual.</p>



<p>Somados a esses fatores, aspectos emocionais frente a um momento em que o medo e a ansiedade são naturalmente maiores contribuem para um cenário ainda mais desafiador.</p>



<p>O impacto também se estende às relações. A <strong>disfunção sexual pode afetar negativamente a autopercepção da imagem corporal e interferir na dinâmica dos relacionamentos amorosos</strong>, prejudicando a vida nesse âmbito.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As queixas mais comuns nessa nova etapa da vida sexual</h2>



<p>Entre as dificuldades relatadas pelas pacientes com relação ao desempenho sexual depois do câncer de mama, as mais relevantes (algumas das quais já citadas) estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>diminuição do <strong>desejo sexual</strong>;</li>



<li>secura vaginal e atrofia genital;</li>



<li>dor durante a relação sexual (dispareunia);</li>



<li><strong>dificuldade para atingir o orgasmo</strong>;</li>



<li>perda de sensibilidade nas mamas e mamilos;</li>



<li>prejuízos à autoimagem corporal, muitas vezes por conta de alterações na anatomia das mamas;</li>



<li>fadiga persistente, comum durante o tratamento, que interfere no interesse e na disposição para atividades sexuais;</li>



<li><strong>ansiedade e estresse</strong> relacionados ao diagnóstico e ao medo de que a doença retorne;</li>



<li>menopausa precoce, induzida por tratamentos específicos, o que traz também uma série de outros incômodos;</li>



<li>incontinência urinária e outros <strong>sintomas geniturinários</strong> (como urgência miccional frequente, desconforto na região genital, coceira e irritação).</li>
</ul>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Quais os riscos e como diminuir a chance de ser afetada pela recorrência de um câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que deve ser feito para preservar o desempenho sexual depois do câncer de mama</h2>



<p>De modo geral, <strong>a partir de uma avaliação individualizada, é possível apontar uma ou mais abordagens para melhorar o desempenho sexual</strong> depois do câncer de mama.</p>



<p>Acima de tudo, profissionais de saúde e outros especialistas devem ver essas estratégias de um ponto de vista multidisciplinar e integrá-las ao plano de cuidados da paciente. Para isso, as principais soluções dependem de aspectos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>garantir espaço para diálogo aberto com a equipe médica</strong>, eliminando estigmas e proporcionando o acolhimento ideal;</li>



<li><strong>ampliar o </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/projeto-a-flor-da-pele-reconstrucao-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>acesso à reconstrução mamária</strong></u></a>, algo que tem impacto positivo na autoconfiança, imagem corporal e na função sexual;</li>



<li><strong>orientar sobre mecanismos para corrigir determinadas queixas</strong>, como lubrificantes à base de água ou silicone, hidratantes vaginais e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estrogênio vaginal </u></a>em baixa dose (quando pertinente), que ajudam a aliviar a secura e a dor durante a relação sexual com penetração;</li>



<li><strong>proporcionar acompanhamento psicológico</strong>, que, se bem conduzido, reduz a ansiedade e os medos das pacientes. Também é um espaço para orientações sobre como retomar a atividade sexual e a intimidade de forma confortável;</li>



<li><strong>incentivar </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>exercícios </strong></u></a><strong>para o assoalho pélvico</strong>, uma vez que eles fortalecem a musculatura vaginal, melhoram a flexibilidade e auxiliam no controle de determinados sintomas geniturinários;</li>



<li><strong>promover o ajuste de expectativas</strong> para reforçar que a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-sexualidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>sexualidade</u></a> pode mudar após o tratamento, o que inclui conversas com o parceiro ou parceira sobre os melhores caminhos para redescobrir o prazer.</li>
</ul>



<p>Em suma, <strong>o desempenho sexual depois do câncer de mama é uma questão que merece ser tratada com seriedade e empatia</strong>. Com o suporte apropriado de uma equipe qualificada, é possível recuperar uma sexualidade saudável e plena.</p>



<p>Entenda agora se uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>gravidez depois de um câncer de mama</u></a> é uma opção segura e saiba quais fatores devem ser levados em consideração nessa decisão.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/desempenho-sexual-depois-cancer-de-mama/">Entenda quais estratégias podem melhorar o desempenho sexual depois do câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/desempenho-sexual-depois-cancer-de-mama/">Entenda quais estratégias podem melhorar o desempenho sexual depois do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Mamografia: o que toda mulher precisa entender sobre esse exame em 5 pontos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre o câncer de mama envolve quase sempre falar sobre a mamografia. Esse exame é indispensável para o diagnóstico da doença, principalmente nos primeiros estágios de sua evolução. Apesar de ser amplamente conhecido, muitas mulheres ainda têm dúvidas sobre como o procedimento funciona, quando deve ser realizado e quais cuidados são necessários para a sua execução. Portanto, sempre vale [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar sobre o <strong>câncer de mama envolve quase sempre falar sobre a mamografia</strong>. Esse exame é indispensável para o diagnóstico da doença, principalmente nos primeiros estágios de sua evolução.</p>



<p>Apesar de ser amplamente conhecido, muitas mulheres ainda têm <strong>dúvidas sobre como o procedimento funciona, quando deve ser realizado e quais cuidados são necessários</strong> para a sua execução.</p>



<p>Portanto, sempre vale a pena repassar alguns pontos para saber o que esperar antes, durante e depois de cada avaliação, garantindo que ela contribua efetivamente com a saúde feminina.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> 1. O que é a mamografia?</h2>



<p>A mamografia funciona basicamente como uma <strong>radiografia específica para as mamas</strong>. Durante o exame, são utilizados raios-X para criar imagens detalhadas do interior do tecido mamário.</p>



<p>Para isso, é usado um <strong>equipamento chamado mamógrafo</strong>. Ele conta com duas placas de acrílico que posicionam e comprimem suavemente os seios, viabilizando uma visualização das estruturas internas da região.</p>



<p>A compressão permite espalhar uniformemente o tecido mamário, facilitando a identificação de pequenas alterações que poderiam passar despercebidas. <strong>O procedimento geralmente dura entre 10 e 15 minutos, com imagens coletadas a partir de diferentes ângulos.</strong></p>



<p>Os registros obtidos mostram diferentes densidades do tecido mamário em tons de cinza. Tecidos mais densos, como glândulas e possíveis tumores, aparecem em tons mais claros, enquanto o tecido gorduroso aparece mais escuro.</p>



<p>Essa diferenciação permite aos médicos <strong>radiologistas identificar nódulos, </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>microcalcificações,</strong></a><strong> distorções na composição do tecido</strong> e outras alterações que merecem investigação adicional.</p>



<p>Todas essas informações ficam dispostas no laudo elaborado pelo responsável pelo exame e devem ser interpretadas pelo profissional que solicitou a avaliação. A partir dos resultados, é possível determinar se é necessária alguma investigação adicional com outros recursos (como uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> biópsia,</u></a> por exemplo).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>2. Qual a finalidade da mamografia?</h2>



<p>Esse exame <strong>é indispensável no rastreamento do câncer de mama</strong>. Ele é capaz de detectar tumores em estágios iniciais, <strong>muitas vezes antes de qualquer sintoma ou mesmo que eles sejam palpáveis durante o autoexame ou consulta médica</strong>. Com a detecção precoce, aumentam significativamente as chances de cura.</p>



<p>Um estudo publicado na <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30398-3/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>The Lancet Oncology em 2020</u></a>, por exemplo, demonstrou que mulheres entre 40 e 49 anos <strong>têm mortalidade por câncer de mama 25% menor</strong> quando são submetidas a mamografias periódicas nessa fase da vida.</p>



<p>O rastreamento permanente por meio da mamografia também contribui para criar um histórico individual das mamas ao longo do tempo. Comparar exames anteriores com os atuais ajuda os médicos a identificar mudanças sutis e até mínimas, mas que podem ser significativas e indicar uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> lesão pré-cancerígena,</u></a> por exemplo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>3. A mamografia oferece algum risco?</h2>



<p><strong>A</strong><strong> mamografia é considerada um procedimento totalmente seguro</strong>. O único incômodo significativo é aquele proveniente da compressão das mamas no mamógrafo.</p>



<p>A radiação também não deve ser uma preocupação, ainda mais quando se leva em conta que o exame é repetido poucas vezes ao longo da vida.</p>



<p>A mamografia usa uma dose baixa e bastante controlada de radiação. Em média, são 1–2 mGy (<em>miligray</em>, uma unidade de medida que calcula a radiação absorvida) por imagem.</p>



<p>Assim, em um exame de rastreamento (com duas imagens por mama), são cerca de 3–4 mGy por mama. Como referência, <strong>isso equivale aproximadamente a algumas semanas da radiação natural recebida do ambiente em circunstâncias corriqueiras.</strong></p>



<p>Quando indicada, a tomossíntese (mamografia 3D) pode aumentar um pouco essa dose, mas ela permanece dentro de limites seguros definidos por órgãos internacionais. Logo, <strong>os benefícios da detecção precoce do câncer de mama superam largamente eventuais riscos.</strong></p>



<p>Todavia, para que o exame ocorra adequadamente, <strong>algumas recomendações devem ser seguidas.</strong> Elas envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>realizar o exame na primeira semana após a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>menstruação</u></a>, quando as mamas estão menos sensíveis;</li>



<li>não aplicar desodorantes, talcos, perfumes ou cremes na região das mamas e axilas no dia do exame, pois esses produtos podem comprometer a interpretação devido aos resíduos sobre a pele;</li>



<li>escolher uma blusa ou camisa que possa ser facilmente removida da cintura para cima.</li>
</ul>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Recomendação orienta que avaliação de risco de câncer de mama seja feita aos 25 anos</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">4. O uso de próteses de silicone impede a mamografia?</h2>



<p>De modo geral, as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/silicone-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>próteses de silicone</u></a> não impedem a realização do exame, mas <strong>exigem alguns ajustes no procedimento.</strong></p>



<p>Por isso, essas <strong>mulheres precisam informar a presença do implante no momento do agendamento e, posteriormente, ao técnico</strong> que manipula o equipamento durante a coleta das imagens.</p>



<p>Isso permitirá que sejam <strong>utilizadas técnicas específicas</strong>, como o deslocamento do implante, que empurra a prótese em direção ao músculo do tórax, permitindo melhor visualização do tecido mamário natural.</p>



<p>No fim, isso significa que o exame pode levar um pouco mais de tempo, mas sem comprometer sua eficácia ou oferecer riscos adicionais.</p>



<p>5. Existe idade certa para fazer uma mamografia?</p>



<p>As <strong>diretrizes para a realização da mamografia variam ligeiramente entre diferentes recomendações de órgãos e especialistas</strong>, o que muitas vezes é um ponto de polêmica.</p>



<p>Mas a <strong>Sociedade Brasileira de Mastologia,</strong> alinhada a outras entidades médicas nacionais e internacionais, aponta que o rastreamento com o <a href="https://cbr.org.br/wp-content/uploads/2025/01/Nota-tecnica-da-Comissao-Nacional-de-Mamografia-sobre-o-rastreamento-do-Cancer-de-Mama-no-Brasil.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>exame deve começar aos 40 anos </u></a>e seguir de modo anual. <strong>Tal recomendação parte do princípio de que parte dos tumores é diagnosticada antes dos 50 anos.</strong></p>



<p><strong>Depois dos 75 anos, a decisão costuma ser individualizada</strong>. Pacientes em boas condições de saúde e expectativa de vida ainda relevante podem continuar fazendo a mamografia se houver pertinência.</p>



<p>Mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou outros fatores de risco podem necessitar começar o rastreamento mais cedo, conforme orientação médica individual. Entram nessa conta:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/densidade-da-mama-ligada-ao-risco-familiar-de-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>densidade mamária elevada;</u></a></li>



<li>histórico pessoal de lesões benignas de alto risco;</li>



<li>presença de mutações genéticas, como alterações nos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>genes BRCA1 e BRCA2.</u></a></li>
</ul>



<p> Nesses cenários, o rastreamento poderá incluir não apenas mamografias mais frequentes, como também outros exames complementares, como as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ressonâncias magnéticas.</u></a> Na dúvida, a decisão é sempre feita caso a caso, seguindo a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>orientação do especialista.</u></a></p>



<p><a></a> Assim sendo, a mamografia permanece como o método de rastreamento mais eficaz, prático e acessível para detecção precoce do câncer de mama, o que pode salvar vidas.</p>



<p>Entenda agora <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-de-mama-prevencao-cancer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>qual papel e as limitações do autoexame de mama no acompanhamento da saúde da mulher</u></a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamografia/">Mamografia: o que toda mulher precisa entender sobre esse exame em 5 pontos</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamografia/">Mamografia: o que toda mulher precisa entender sobre esse exame em 5 pontos</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>A relação do gene BRCA com o câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Genética]]></category>
		<category><![CDATA[BRCA 1 e 2]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[teste genético]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A compreensão em torno de tudo aquilo que envolve um câncer de mama muitas vezes depende do entendimento de determinados termos, que nem sempre são tão simples à primeira vista. Um tópico que ilustra isso são as possíveis mutações no gene BRCA. Dessa forma, vale a pena entender mais sobre como alterações no DNA têm impacto sobre a saúde da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A compreensão em torno de tudo aquilo que envolve um câncer de mama muitas vezes depende do entendimento de determinados termos, que nem sempre são tão simples à primeira vista. Um tópico que ilustra isso são as <strong>possíveis mutações no gene BRCA.</strong></p>



<p>Dessa forma, vale a pena entender mais sobre <strong>como alterações no DNA têm impacto sobre a saúde da mulher</strong> e de que forma isso interfere no acompanhamento necessário para prevenir ou diagnosticar precocemente um tumor na mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> A função do gene BRCA no organismo humano</h2>



<p>Toda pessoa (incluindo os indivíduos do sexo masculino) tem dois genes BRCA. Assim sendo, eles são denominados <strong>BRCA 1 e BRCA 2</strong>. O nome vem da união das iniciais de <strong>breast cancer</strong> (câncer de mama, em inglês).</p>



<p>Genes são pequenos trechos do material genético humano que fornecem orientações específicas para o funcionamento do corpo (por meio da síntese de proteínas ou controle de determinadas funções celulares, por exemplo).</p>



<p>Os genes também são elementos essenciais na transmissão de informações hereditárias (ou seja, que passam de pais para filhos). <strong>No caso do BRCA, cada cópia é proveniente de um lado: ou seja, uma vem do pai e outra da mãe.</strong></p>



<p>Embora muitas vezes passem despercebidos para a maioria das pessoas, os genes BRCA têm um papel importante. De modo bastante resumido, <strong>eles têm como função reparar o DNA danificado, impedindo que ele se replique indefinidamente.</strong></p>



<p>Com isso, eles são <strong>chamados de genes &#8220;supressores de tumores&#8221;, </strong>considerando justamente que um câncer é, a grosso modo, resultado da replicação desordenada de células defeituosas.</p>



<p>Para a maioria das pessoas, esse processo de correção segue normalmente ao longo dos anos e décadas. No entanto, uma fatia bem pequena da população pode herdar cópias &#8220;defeituosas&#8221; de seus pais. Essas alterações são mutações patológicas.</p>



<p><strong>Diante dessa alteração, que torna o gene disfuncional, cresce a chance de que erros no DNA passem para frente a cada multiplicação celular.</strong> É por isso que a mutação do gene BRCA é um fator de risco importante para o câncer de mama.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Orientação recomenda que avaliação de risco de câncer de mama seja feita aos 25 anos</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> De que forma as mutações no gene BRCA interferem no risco de um câncer de mama</h2>



<p>Dados reunidos pelo <a href="https://www.cancer.gov/about-cancer/causes-prevention/genetics/brca-fact-sheet#r2" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>National Institute of Cancer</u></em></a><em>, </em>dos Estados Unidos, indicam que <strong>mutações patológicas do gene BRCA estão presentes em uma parcela reduzida da população.</strong></p>



<p>Estima-se que elas sejam encontradas em cerca de 0,2% a 0,3% das pessoas. Isso é o equivalente a mais ou menos um a cada 400 indivíduos. As evidências mostram também que determinados grupos étnicos apresentam uma chance maior de ter uma alteração patológica.</p>



<p>Entram nessa lista, por exemplo, judeus ashkenazis ou pessoas com ascendências em determinadas regiões do norte da Europa, africanos e latino-americanos.</p>



<p>A partir disso, é possível constatar uma <strong>elevação significativa da chance de ter um câncer entre mulheres com um dos genes BRCA alvos de mutação:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aproximadamente 60% das mulheres com mutações nos genes BRCA 1 ou 2 vão ter um câncer de mama em algum momento da vida. Na população em geral, esse patamar é de cerca de 13%, considerando a vida toda;</li>



<li>mulheres com alterações também têm um maior risco de desenvolver recidivas depois de um diagnóstico, inclusive na mama inicialmente não atingida (o que é chamado de tumor contralateral).</li>
</ul>



<p>Adicionalmente, tumores mais agressivos (como <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-inflamatorio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>carcinomas inflamatórios</u></a> ou<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> triplo-negativos</u></a>) são mais prováveis e ainda existe uma chance maior de desenvolverem câncer de ovário e no pâncreas.</p>



<p>Ao mesmo tempo,<strong> essa não é uma sentença definitiva. Muitas das pessoas com mutações nos genes BRCA jamais vão desenvolver um câncer.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> A necessidade de testar a presença de mutações nos genes BRCA</h2>



<p>Até o momento, não existe uma recomendação geral para que toda mulher se submeta a um<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> teste genético</u></a> para a presença de mutações nos genes BRCA.</p>



<p>Contudo, sempre que essa for uma preocupação<strong>, vale a pena discutir a relevância desse recurso junto a um médico de confiança.</strong> Tanto pacientes sem câncer quanto aquelas já diagnosticadas com a doença podem se beneficiar dos resultados obtidos por meio dessa avaliação.</p>



<p><strong>A decisão pela testagem pondera sempre riscos e benefícios.</strong> De qualquer forma, entram na equação questões como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>algum familiar direto tem mutação nos genes BRCA 1 ou 2?</li>



<li>a ascendência familiar está associada a grupos étnicos com maior risco de carregar a mutação?</li>



<li>há um histórico pessoal ou familiar de câncer de mama antes dos 50 anos?</li>



<li>há registros pessoais ou familiares de tumores nos ovários, na próstata ou no pâncreas?</li>
</ul>



<p><strong>O procedimento para o teste em si é simples.</strong> Ele é feito com uma amostra de saliva ou sangue em um laboratório com estrutura para análises genéticas. O custo pode ser uma barreira, então, esse é outro ponto que deve ser pesado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que pode ser feito em mulheres com alterações nesse gene</h2>



<p>Se a mutação for identificada antes do diagnóstico de um câncer de mama, a <strong>presença do gene BRCA alterado pode orientar o reforço de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>medidas de rastreamento.</strong></u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Exames</h3>



<p>Essas medidas envolvem a aplicação em intervalos menores de exames e de forma antecipada (ou seja, em faixas etárias abaixo do recomendado usualmente), como a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mamografia </u></a>ou a ressonância magnética. Tal iniciativa aumenta a viabilidade de um diagnóstico em estágio precoce.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quimioprevenção</h3>



<p>A chamada<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioprevencao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> quimioprevenção</u></a> é outra possibilidade. Medicamentos como o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>tamo</u></a><u><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">x</a></u><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/"><u>ifeno </u></a>e o raloxifeno são eventualmente usados justamente para reduzir a chance de que o câncer de mama apareça entre grupos com alta possibilidade de desenvolvê-lo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mastectomia preventiva</h3>



<p>Uma terceira alternativa ficou conhecida por meio da iniciativa da <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51j018e8meo" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>atriz Angelina Jolie,</u></a> que chamou bastante atenção na época: a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> mastectomia preventiva</u></a>. Embora seja efetiva, tal opção pode ter impacto psicológico profundo, o que acaba interferindo na hora da decisão. A<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-ovarios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> remoção dos ovários </u></a>(ooforectomia) também pode ser considerada.</p>



<p>Em resumo, a mensagem que deve ficar é que, para a maior parte das pessoas, o BRCA é somente um par de genes com papel específico no organismo. Porém, uma fatia pequena das pessoas pode ter uma mutação em um deles. <strong>Essa alteração é identificável em testes genéticos e pode orientar medidas específicas frente ao risco maior de um tumor</strong>, sempre conforme orientação profissional.</p>



<p>Entenda melhor as recomendações de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>teste genético para mulheres diagnosticadas com câncer de mama</u></a> e de que modo isso pode influenciar nas decisões de tratamento e acompanhamento a longo prazo.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/">A relação do gene BRCA com o câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/">A relação do gene BRCA com o câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>As principais recomendações de anticoncepção após câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 20:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida após o câncer]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez após câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[pílula anticoncepcional]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A preocupação com a anticoncepção após câncer de mama envolve o fato de que muitas mulheres são diagnosticadas ainda em idade fértil e vão seguir assim por vários anos mesmo após o fim do tratamento. Além disso, os avanços nas terapias têm aumentado a sobrevida após o tratamento, especialmente nos casos com o bom prognóstico entre os tumores mamários. Assim [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>preocupação com a anticoncepção após câncer de mama</strong> envolve o fato de que muitas mulheres são diagnosticadas ainda em idade fértil e vão seguir assim por vários anos mesmo após o fim do tratamento.</p>



<p>Além disso, os <strong>avanços nas terapias têm aumentado a sobrevida após o tratamento</strong>, especialmente nos casos com o bom prognóstico entre os tumores mamários.</p>



<p>Assim sendo, mulheres que não querem ter filhos devem ter ciência e obter os <strong>esclarecimentos necessários sobre os métodos contraceptivos apropriados.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os impactos dos tratamentos oncológicos sobre a fertilidade feminina</h2>



<p>Saber se uma mulher poderá ou não engravidar depois de finalizadas as terapias necessárias para eliminar o tumor depende de uma série de variáveis.</p>



<p><strong>Alguns tratamentos para o câncer de mama podem causar menopausa precoce e, em muitos casos, de forma irreversível</strong>. Dessa forma, os <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/"><u>ciclos menstruais</u></a> são interrompidos em definitivo, impedindo a liberação de novos óvulos essenciais para a concepção.</p>



<p>Isso geralmente ocorre com tratamentos em que há danos aos ovários. No geral, o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-e-amamentacao/"><u> uso de determinados quimioterápicos</u></a> costuma ser a circunstância em que isso mais ocorre.</p>



<p>Adicionalmente, em alguns casos (como diante de mutações que aumentam a chance de que o tumor volte ou de diagnósticos de tumores com<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u> receptores hormonais positivos</u></a>) pode ser indicada a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-ovarios/"><u>remoção cirúrgica</u></a> dos ovários ou o bloqueio da sua função com medicamentos que suprimem a atividade hormonal.</p>



<p>Em paralelo, algumas mulheres experimentam infertilidade apenas temporária. Ela é mais frequente em casos de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/"><u>terapia hormonal </u></a>utilizando inibidores de aromatase ou o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/"><u>tamoxifeno</u>.</a></p>



<p>Seja como for, se essa for uma preocupação, é <strong>fundamental discutir o </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"><u><strong>impacto sobre a fertilidade </strong></u></a><strong>com a equipe médica antes de iniciar o tratamento.</strong></p>



<p>Essa discussão permite combinar a preservação da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-gravidez/"><u>viabilidade de uma gravidez</u></a>, dentro do possível, e a manutenção da eficácia do tratamento. Entre algumas das opções com esse fim estão o congelamento de óvulos e o uso de técnicas para proteger a função ovariana.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os métodos de anticoncepção contraindicados após um câncer de mama</h2>



<p>Ainda que a preservação da fertilidade seja uma possibilidade relevante, nem toda mulher deseja ser mãe depois do fim do tratamento.</p>



<p>Portanto, essas mulheres (e seus respectivos parceiros) podem procurar por métodos contraceptivos capazes de restringir a chance de haver o encontro de um óvulo viável com um espermatozoide.</p>



<p>Mas essa <strong>escolha precisa ser cuidadosa.</strong> Os especialistas concordam que a regra essencial a ser seguida envolve deixar de lado qualquer opção de contracepção que depende de hormônios para funcionar.</p>



<p>O principal exemplo disso são as <strong>pílulas anticoncepcionais</strong>. A razão é simples: os hormônios utilizados para limitar a ovulação podem contribuir com o risco de que o tumor volte, uma vez que a fisiologia de desenvolvimento das células cancerígenas pode sofrer influência da ação hormonal. <strong>Entram também na lista de restrições:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>qualquer tipo de implante hormonal;</li>



<li>adesivos contraceptivos;</li>



<li>anéis vaginais;</li>



<li>dispositivos intrauterinos com hormônios (conhecidos popularmente como DIU Mirena, por conta do nome comercial)</li>
</ul>



<p>Como os nomes sugerem, todos eles de algum modo liberam versões sintéticas de hormônios no organismo feminino, o que faz deles desaconselháveis para mulheres com histórico de câncer de mama.</p>



<p id="leia">Leia também:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/"><u> As novas alternativas de tratamento não hormonal para as ondas de calor da menopausa</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As alternativas seguras para evitar uma gravidez nessa fase da vida</h2>



<p>Diante da restrição a qualquer mecanismo de anticoncepção que utilize hormônios, as mulheres podem recorrer com maior segurança a opções que incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>dispositivos intrauterinos de cobre</strong>, em que o metal presente no item inserido na cavidade uterina torna o ambiente inóspito para a fecundação. É uma alternativa de longo prazo, mas reversível;</li>



<li><strong>métodos de barreira,</strong> conhecidos sobretudo pelos <strong>preservativos</strong> (masculinos ou femininos), que são fáceis de usar e bastante acessíveis. O diafragma é outra opção bem menos popular dentro dessa categoria;</li>



<li><strong>cirurgias de esterilização</strong>, como a laqueadura (para mulheres) ou vasectomias (para homens), que têm eficiência bem alta, mas são praticamente irreversíveis.</li>
</ul>



<p>Em toda essa equação sobre a escolha do método vale sempre considerar que, na lista acima, somente os preservativos oferecem proteção também contra <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/i/ist"><u>infecções sexualmente transmissíveis.</u></a></p>



<p>No mais, toda dúvida sobre fertilidade ou anticoncepção após câncer de mama deve sempre ser discutida junto ao oncologista, mastologista ou ginecologista. Esses profissionais são capacitados para avaliar caso a caso e fornecer orientações personalizadas.</p>



<p>Para saber mais sobre a relação entre câncer de mama e o uso de pílulas anticoncepcionais,<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/anticoncepcional-e-cancer-de-mama-relacao-e-riscos/"><u> leia esse texto sobre o tema já publicado aqui no blog.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/anticoncepcao-apos-cancer-de-mama/">As principais recomendações de anticoncepção após câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/anticoncepcao-apos-cancer-de-mama/">As principais recomendações de anticoncepção após câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Uso de “chip da beleza”: as reais aplicações e os possíveis riscos para a saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[implante hormonal manipulado]]></category>
		<category><![CDATA[procedimento estético]]></category>
		<category><![CDATA[riscos à saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já em destaque na mídia há algum tempo, o dispositivo que ficou conhecido como &#8220;chip da beleza&#8221; voltou a chamar atenção no final de 2024. Isso aconteceu em virtude do aumento das restrições impostas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A entidade reguladora estabeleceu medidas rigorosas para combater o uso irregular desses implantes hormonais manipulados devido aos relatos frequentes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já em destaque na mídia há algum tempo, o dispositivo que ficou conhecido como &#8220;chip da beleza&#8221; voltou a chamar atenção no final de 2024. Isso aconteceu em virtude do <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2024/implantes-hormonais-novas-medidas-vao-impor-mais-rigor-a-manipulacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>aumento das restrições impostas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</u></a></p>



<p>A entidade reguladora estabeleceu medidas rigorosas para combater o <strong>uso irregular desses implantes hormonais manipulados </strong>devido aos relatos frequentes de complicações associadas, conforme alertado por <a href="https://diabetes.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Carta-das-Sociedades-Medicas-a-ANVISA.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>diversas entidades médicas em todo o país.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Afinal, como e por que os chips de beleza ganharam tanta popularidade?</h2>



<p>O que vem sendo chamado de chip da beleza não tem necessariamente relação com qualquer inovação tecnológica do mundo da informática ou dos cosméticos.</p>



<p>Na prática, os chamados “chips da beleza” são i<strong>mplantes hormonais feitos de silicone colocados abaixo da pele</strong>, próximo à camada de gordura, em regiões como glúteos, braços ou abdômen.</p>



<p>Geralmente, eles combinam <strong>de maneira inadequada mais de um hormônio ou substância química (</strong>incluindo estosterona, gestrinona, ciproterona, oxandrolona, progesterona, ocitocina, NADH, entre outras),cuja composição específica é supostamente alinhada às necessidades individuais.</p>



<p>Esses implantes hormonais, que são utilizados há várias décadas, prometem soluções para problemas estéticos e hormonais, mas carecem de evidências robustas obtidas com estudos de Nível I e Nível II que comprovem sua segurança e eficiência.</p>



<p>O que existem são apenas alguns estudos descritivos associados a vieses que comprometem a validade dos resultados apresentados.</p>



<p>Não por menos, <u>publicação na <em>Endocrine News</em></u> alerta justamente para os riscos associados a essas terapias manipuladas, apontando a falta de evidências robustas e destacando o uso inadequado desses tratamentos em busca de soluções milagrosas.</p>



<p>As promessas, indevidas, sustentam que tais recursos auxiliam no aumento de massa muscular, perda de peso, combate ao envelhecimento e elevação da capacidade sexual, entre várias afirmações sem qualquer respaldo.</p>



<p>Outro fator que contribuiu com a popularização do tema é a abordagem agressiva, sobretudo nas redes sociais.</p>



<p>Apesar de proibida qualquer apologia e prescrição de hormônios para fins estéticos e de aprimoramento de performance, essa<strong> divulgação envolve quase sempre profissionais de saúde sem a devida qualificação</strong> (médicos sem especialidade cadastrada ou mesmo biomédicos e farmacêuticos), junto de custos muito elevados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Por que o uso desse dispositivo pode ser tão arriscado para a saúde?</h2>



<p>Salvo raras exceções, nenhum desses dispositivos possui registro para comercialização adequada junto às autoridades competentes, no Brasil e no mundo. Como todo medicamento ou intervenção similar, eles dependem da apresentação de dados de eficácia e segurança para uma liberação apropriada.</p>



<p>Porém, a restrição aos chips da beleza <strong>não tem relação com outras aplicações legítimas de diferentes formas certificadas de reposição hormonal</strong>.</p>



<p>Há algumas décadas, mulheres na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/"><u>menopausa </u></a>se beneficiam do uso controlado dessas substâncias, sempre com supervisão profissional qualificada (de um ginecologista ou endocrinologista capazes de seguir as regras estabelecidas, por exemplo).</p>



<p>Além disso, implantes hormonais corretamente desenvolvidos podem ser utilizados como método <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/anticoncepcional-e-cancer-de-mama-relacao-e-riscos/"><u>anticoncepcional.</u></a> Adicionalmente, eles podem ser usados no tratamento da endometriose e, mais raramente, como estratégia de reposição hormonal durante a menopausa.</p>



<p>Já o uso irregular aumenta a chance de ameaças à saúde. A <strong>distribuição de hormônios muitas vezes aleatória e sem qualquer controle de segurança e eficácia, pode trazer consequências indesejadas</strong>, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alterações metabólicas.</li>



<li>Disfunções cardiológicas.</li>



<li>Aumento do risco de episódios trombóticos e acidentes vasculares.</li>



<li>Danos hepáticos e renais.</li>



<li>Prejuízos ao sistema reprodutivo de homens e mulheres.</li>
</ul>



<p>Além disso, estudos indicam que a manipulação inadequada de hormônios em doses não padronizadas pode exacerbar determinados desarranjos metabólicos, incluindo problemas relacionados ao colesterol, triglicérides e resistência à insulina. Logo, isso reforçar a necessidade de práticas baseadas em evidências para minimizar impactos adversos à saúde.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A falta de evidências que confirme os benefícios dos chips da beleza</h3>



<p>Mesmo os possíveis benefícios associados a essa técnica provêm de estudos de baixíssima qualidade. Um <a href="https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/20420188211015238?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>artigo</u></a> que alega que o uso de hormônios como testosterona e estradiol provocou poucos eventos adversos, na verdade, apresenta inconformidades significativas.</p>



<p>Publicado na revista <a href="https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/20420188211015238?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Therapeutic Advances in Endocrinology and Metabolism</em></a>, o estudo baseia-se em dados coletados pelo aplicativo do próprio fabricante, limitando a validade científica do artigo e apresentando vieses importantes.</p>



<p>Os dados coletados em uma coorte longitudinal retrospectiva não comparativa incluiu informações de 307.690 mulheres. Os autores alegaram que realizaram mais de 1 milhão de implantes, mas deixaram de avaliar questões importantes como acne, hirsutismo (aumento de pelos corporais), alopecia (queda de cabelo) e efeitos metabólicos.</p>



<p>Além disso, 43% ds pacientes descontinuaram o uso e não foram analisados, enquanto a taxa de satisfação de 93% foi restrita apenas ao segundo implante.</p>



<p>Os dados de segurança foram limitados aos usuários de mais de um implante. Por fim, o estudo parece ter distorcido o número de complicações ao limitar a consideração de eventos adversos de acordo com os interesses do fabricante.</p>



<p>Portanto,<strong> não há a robustez ou credibilidade necessárias para embasar qualquer afirmação positiva em torno da segurança e da eficácia da intervenção.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que é possível afirmar sobre a relação entre o uso do chip da beleza e o câncer de mama?</h2>



<p>A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e<a href="https://sbco.org.br/atualizacoes-cientificas/sociedade-brasileira-de-cirurgia-oncologica-reforca-alerta-sobre-chip-da-beleza-destacando-possivel-relacao-com-cancer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica</u></a> divulgaram notas reforçando os riscos dessa modalidade de implante hormonal manipulado.</p>



<p>O teor do comunicado considerou a<strong> influência na probabilidade de desenvolvimento de câncer</strong>, inclusive nas mamas.</p>



<p>A FEBRASGO, inclusive, enfatiza o lema: “<a href="https://www.febrasgo.org.br/es/campanhas/terapia-hormonal-sim-com-etica-e-seguranca" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Terapia hormonal SIM. Com ética e segurança SEMPRE</a>.”</p>



<p>A campanha reforça que esse recurso abrange tratamentos para várias condições de saúde, incluindo a reposição hormonal na menopausa, mas que <strong>deve sempre ser conduzida com métodos comprovadamente seguros.</strong></p>



<p>Atualmente, apenas o Implanon é aprovado pela regulamentação brasileira como implante anticoncepcional, destinado exclusivamente à prevenção da gravidez.</p>



<p>Além dos aspectos já mencionados (ausência de registro pela Anvisa, controle das substâncias e compreensão de sua ação no corpo), a entidade destaca que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que determinados hormônios (sobretudo os esteroides androgênicos e anabolizantes) são <strong>potencialmente cancerígenos.</strong></p>



<p>É preciso ainda considerar os perigos aos quais pacientes diagnosticadas com câncer de mama durante o uso desses dispositivos estão submetidas. Como a remoção total do chip é complicada, a <strong>elevação do nível hormonal</strong> se mantém por um longo período e influencia na disseminação das células cancerígenas, prejudicando o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><u> sucesso dos tratamentos disponíveis.</u></a></p>



<p>Em resumo, ainda que preocupações estéticas e de bem-estar sejam relevantes, <strong>elas devem ser tratadas sempre com a supervisão de profissionais responsáveis</strong>, capazes de oferecer alternativas devidamente respaldadas pela melhor ciência disponível.</p>



<p>Se você está considerando o uso de implantes hormonais, busque orientação de i, profissional de saúde qualificado e priorize tratamentos baseados em evidências científicas.</p>



<p>Para informações de qualidade sobre câncer de mama e saúde da mulher,<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"> </a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"><u>acesse sempre o nosso blog, que traz atualizações constantes sobre esse e outros temas.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/riscos-chip-da-beleza/">Uso de “chip da beleza”: as reais aplicações e os possíveis riscos para a saúde</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/riscos-chip-da-beleza/">Uso de “chip da beleza”: as reais aplicações e os possíveis riscos para a saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Saiba se existe hora certa para começar o rastreamento do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos pontos centrais das campanhas em torno do Outubro Rosa é a importância da detecção ágil de possíveis alterações malignas no tecido mamário. Nesse cenário, as iniciativas que buscam fortalecer o rastreamento do câncer de mama são fundamentais para garantir o acesso apropriado aos exames necessários para esse fim. O câncer de mama, não custa lembrar, é a principal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos pontos centrais das campanhas em torno do Outubro Rosa é a importância da detecção ágil de possíveis alterações malignas no tecido mamário. Nesse cenário, <strong>as iniciativas que buscam fortalecer o rastreamento do câncer de mama</strong> são fundamentais para garantir o acesso apropriado aos exames necessários para esse fim.</p>



<p>O câncer de mama, não custa lembrar, é a principal neoplasia entre as mulheres, atrás apenas dos tumores de pele não melanoma. Além disso, de acordo com o<a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/relatorio_dados-e-numeros-ca-mama-2023.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional do Câncer</u></a>, <strong>ele é a principal causa de mortalidade por câncer entre as pacientes do sexo feminino.</strong></p>



<p>No entanto, é natural que surjam dúvidas sobre quando e como fazer o acompanhamento adequado e que outros cuidados são importantes para proteger esse aspecto da saúde da mulher.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é e quais os objetivos do rastreamento</h2>



<p>Um câncer de mama é resultado da proliferação anormal de células do tecido mamário. Elas formam um nódulo, que no começo geralmente têm tamanho reduzido. <strong>À medida que a enfermidade avança, a doença pode progredir para outras estruturas da mama,</strong> bem como para o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/metastase-ossea/"><u> restante do corpo.</u></a></p>



<p>As opções de tratamento disponíveis podem combater essa formação indesejada. Todavia, as chances de sucesso variam bastante e o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u>estágio em que a doença foi identificada </u></a>influencia bastante nessa equação. Por isso que se fala tanto da importância de uma detecção precoce da doença.</p>



<p>Porém, na hora de discutir esse tipo de estratégia, é fundamental saber diferenciar duas abordagens: o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/"><u>diagnóstico</u></a> precoce e o rastreamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Diagnóstico precoce</h3>



<p>Imagine o seguinte cenário: uma mulher com mais de 50 anos nota uma mudança na pele da mama e, aparentemente, a presença de um nódulo palpável naquela região.</p>



<p>Em tal cenário, o ideal é que ela procure ajuda especializada. Com o apoio dos profissionais de saúde, poderão ser feitos exames (como uma mamografia e uma biópsia, por exemplo) para que se identifique a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/"><u>natureza da lesão</u></a> e haja confirmação ou não de um possível câncer de mama.</p>



<p>Quanto mais cedo isso se der, melhor. Em resumo, isso é o que engloba o diagnóstico precoce: pacientes com sinais e<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-inflamatorio/"><u> sintomas</u></a> suspeitos <strong>avaliados o quanto antes para entender o que está causando tais queixas.</strong> Depois disso, é feito o encaminhamento necessário.</p>



<p id="leia">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/"><u>Descubra qual a hora certa de procurar um mastologista</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Rastreamento</h3>



<p>No rastreamento, a dinâmica é diferente. Na prática, é aplicado um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/">exame específico</a> em um grupo determinado, mesmo que não haja qualquer suspeita de um câncer de mama. <strong>A mamografia, uma espécie de radiografia da mama, costuma ser o recurso mais utilizado.</strong></p>



<p>Dentro desse recorte da população, a maioria dos testes terá um resultado negativo para a presença de um tumor. Contudo, a pequena parcela em que uma alteração ainda silenciosa foi identificada pode se beneficiar bastante do resultado.</p>



<p>A partir disso, os profissionais e pacientes podem optar pelas melhores abordagens conforme cada caso. Isso pode envolver outras avaliações, acompanhamentos mais próximos ou até mesmo o início do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O momento ideal para o início das ações de rastreamento do câncer de mama</h2>



<p>Então, bastaria que todas as mulheres, de qualquer idade, fizessem avaliações frequentes para, da forma mais rápida possível, identificar possíveis casos de câncer de mama em estágios iniciais? Não é bem assim.</p>



<p>Do ponto de vista populacional, <strong>o momento certo para o início de iniciativas de rastreamento deve ser ponderado levando em conta os riscos e os benefícios de cada intervenção</strong>.</p>



<p>De um lado, exames demais, sobretudo em pacientes muito jovens (ou mesmo muito idosas), podem custar caro e aumentar o número de falsos-positivos. Isso acontece quando alguma alteração é supostamente encontrada e exige que outros procedimentos sejam feitos para uma melhor avaliação.</p>



<p>Nesse meio tempo, a paciente pode ser submetida a intervenções desnecessárias, que não acrescentam nada ao seu quadro clínico.</p>



<p>No sentido oposto, a ausência de solicitação de exames poderia deixar passar possíveis casos de câncer de mama em grupos com mais chance de desenvolver a doença. Desse modo, elas só procurariam ajuda mais tarde, quando houvesse sintomas. Como consequência, haveria um atraso no início do tratamento, aumentando a mortalidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As principais recomendações sobre o início do rastreamento</h2>



<p>No Brasil, as sociedades médicas e o Ministério de Saúde divergem sobre idade mínima para a realização das mamografias de rotina.</p>



<p>O <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-de-mama/acoes/deteccao-precoce" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a> <strong>sugere que elas sejam feitas a cada dois anos, dentro do intervalo entre os 50 e os 69 anos. </strong>Porém, isso exclui do rastreamento as mulheres entre 40 e 49 anos, que atualmente acumulam cerca de 30% dos casos de câncer de mama.</p>



<p>Por isso, diversas entidades médicas discordam dessa recomendação. A <a href="https://www.uspreventiveservicestaskforce.org/uspstf/recommendation/breast-cancer-screening#bcei-recommendation-title-area" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos</a>, em nova atualização sobre o tema, destaca os <strong>benefícios das mamografias na redução da mortalidade por câncer de mama dos 40 aos 74 anos. </strong>Assim, foi revertida a recomendação do início apenas aos 50 anos.</p>



<p>Nesse sentido, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) também indicam que a primeira mamografia deve ser feita aos <strong>40 anos, seguida depois de exames anuais.</strong></p>



<p>Tal decisão se baseia no acúmulo de evidências que apontam o número cada vez maior de casos de câncer antes dos 50 anos e como a detecção precoce ajuda na redução da mortalidade. Exemplo disso é um <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30398-3/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo feito com 160 mil mulheres no Reino Unido.</a></p>



<p>Desse total, o grupo que fez mamografias entre os 39 e os 48 anos apresentou uma <strong>redução de até 25% na mortalidade pelo câncer de mama,</strong> demonstrando uma queda substancial na ameaça provocada pela doença. Os dados foram publicados em setembro de 2020, na The Lancet Oncology.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E o autoexame?</h3>



<p>Quem tem mais idade certamente se lembra de como o autoexame das mamas já fez parte de forma significativa das campanhas contra a doença. Tal mensagem aparecia até mesmo em<a href="https://www.youtube.com/watch?v=hRiDKcSYZmQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> propagandas na TV.</u></a></p>



<p>Em resumo, tal procedimento consistia em uma série de movimentos e toques feitos de forma periódica pela própria mulher para identificar possíveis alterações ainda em estágios iniciais, com a posterior busca por suporte profissional.</p>



<p>No entanto, <strong>com o tempo percebeu-se que tal ação não oferecia benefícios significativos</strong>. Pelo contrário, em algumas circunstâncias, ela ocasionava um risco maior de intervenções desnecessárias.</p>



<p>Atualmente, o incentivo ao autoexame foi substituído pelo que os especialistas chamam de <em>breast awareness. </em>Em poucas palavras, <strong>tal conceito indica que as mulheres devem estar sempre atentas às condições das suas mamas, </strong>em busca de possíveis sinais que talvez exijam atenção específica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como saber o que é melhor para você</h2>



<p>Recomendações à parte, cada mulher pode receber orientação personalizada sobre como e quando iniciar o rastreamento do câncer de mama.</p>



<p>Inclusive, devido a uma série de características individuais, <strong>pode ser necessário antecipar os exames ou incluir novos procedimentos no esquema de acompanhamento</strong> (como as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u>ressonâncias magnéticas</u></a>, por exemplo). Entre os fatores que entram nesse cálculo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Risco maior de desenvolver um câncer de mama, de acordo com a identificação de fatores genéticos (como as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-cancer-mama/"><u>mutações nos genes BRCA)</u></a> ou histórico familiar.</li>



<li>Exposição à terapia com radiação no tórax antes dos 30 anos.</li>



<li>Parentes próximos com histórico de outros tipos de câncer, como nos ovários.</li>



<li>Alta densidade das mamas.</li>



<li>Alterações hormonais e fisiológicas que elevam a chance de câncer (como menarca precoce ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-e-amamentacao/"><u>nunca ter amamentado</u></a>).</li>



<li>Estilo de vida e manutenção de comportamentos associados a um maior risco de ter a doença (como tabagismo, excesso de peso ou abuso de álcool).</li>
</ul>



<p>Todos esses aspectos serão colocados na balança que mede o possível benefício do rastreamento do câncer de mama. Logo, <strong>médico e paciente terão à disposição mais informações sobre o que deve ser feito para garantir a estratégia mais adequada, segura e eficiente.</strong></p>



<p>Aproveite e entenda o que é e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u>como é feita uma avaliação de risco de câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/">Saiba se existe hora certa para começar o rastreamento do câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/">Saiba se existe hora certa para começar o rastreamento do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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