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	<title>tratamento - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>tratamento - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Câncer de mama: os efeitos colaterais da terapia hormonal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 12:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[endócrinoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como em qualquer outra forma de tratamento da condição, os efeitos colaterais da terapia hormonal (conhecida ainda como hormonioterapia ou terapia endócrina) podem comprometer a qualidade de vida da paciente. Muitas vezes, isso faz com que ela interrompa a intervenção, gerando consequências negativas para a evolução do quadro. Dessa forma, é importante que toda mulher que receba a indicação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como em qualquer outra forma de tratamento da condição, os efeitos colaterais da terapia hormonal (conhecida ainda como<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><u> hormonioterapia </u></a>ou terapia endócrina) <strong>podem comprometer a qualidade de vida da paciente. </strong>Muitas vezes, isso faz com que ela interrompa a intervenção, gerando consequências negativas para a evolução do quadro.</p>



<p>Dessa forma, é importante que toda mulher que receba a indicação dessa terapia tenha a orientação adequada sobre as possíveis alterações e o que pode ser feito para minimizar as principais queixas relacionadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A lógica por trás do tratamento hormonal no câncer de mama</h2>



<p>Nas mulheres, a progesterona e o estrogênio desempenham funções relacionadas à fisiologia feminina (como a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-gestacao/"><u>gravidez </u></a>e o ciclo menstrual). No entanto, alguns tipos de tumores de mama possuem <strong>receptores hormonais</strong> <strong>que se ligam a esses hormônios do corpo.</strong> Assim, as células cancerígenas crescem e se proliferam com mais velocidade.</p>



<p>A identificação desses receptores é feita a partir de biópsia ou cirurgia. Na prática, isso ajuda a classificar o câncer como estrogênio positivo ou progesterona positivo.</p>



<p>Tumores que possuem ambos os receptores são denominados <strong>receptores hormonais positivos (ou ER) ou luminais</strong>.</p>



<p>Em média, entre 67% e 80% dos cânceres em mulheres são ER positivo. Nos homens, a taxa chega a 90%. Essa informação é essencial para personalizar o tratamento, tornando-o adaptado e mais eficaz às características de cada paciente.</p>



<p>Assim sendo, a <strong>terapia hormonal é uma abordagem terapêutica que tem como objetivo justamente bloquear a produção ou o efeito do estrogênio</strong> (e, eventualmente, da progesterona) para ajudar a conter o tumor ou impedir que ele retorne.</p>



<p>Geralmente, o tratamento inclui o uso de determinados medicamentos. Os chamados inibidores de aromatase e os moduladores seletivos do receptor de estrogênio são os mais conhecidos. Porém, em circunstâncias ocasionais, o bloqueio hormonal é feito com a remoção dos ovários ou o uso de radiação, que são opções irreversíveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A escolha individualizada desse tipo de tratamento em diferentes circunstâncias</h3>



<p>Na maioria dos casos, a terapia hormonal é utilizada em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>tratamentos adjuvantes</strong> em casos de câncer de mama, tanto na pré quanto na pós-menopausa;</li>



<li><strong>tratamentos neoadjuvantes</strong>, com o objetivo de reduzir o tamanho do tumor e aumentar a chance de sucesso do procedimento cirúrgico;</li>



<li><strong>tratamentos de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/"><u><strong>tumores de mama metastáticos</strong></u></a>, que é quando o câncer retorna após o tratamento inicial e se espalha para outras partes do corpo.</li>
</ul>



<p>Adicionalmente, <strong>terapias hormonais com o tamoxifeno podem ser utilizadas de forma profilática em mulheres com alto risco de desenvolver um tumor nas mamas</strong>. Ciclos de até cinco anos do uso do fármaco podem diminuir bastante a chance de que a doença se desenvolva.</p>



<p>Uma publicação do<a href="https://academic.oup.com/jnci/article-abstract/90/18/1371/897928?redirectedFrom=fulltext&amp;login=false" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u> Journal of the National Cancer Institute</u></em></a> mostrou que, em alguns casos, a redução pode ser de até 50%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os efeitos colaterais mais comuns da terapia hormonal</h2>



<p>Ao mesmo tempo em que bloqueia a ação dos hormônios nas células do tumor, <strong>a hormonioterapia também afeta as células saudáveis</strong> que dependem do estrogênio e da progesterona para desempenhar suas funções. Por isso, os efeitos colaterais da terapia hormonal podem ser notados.</p>



<p>Embora não seja possível prever de forma antecipada como cada mulher vai reagir ao tratamento, é esperado que a maioria delas relate desconfortos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ondas de calor e suor excessivo;</li>



<li>sangramento vaginal, principalmente no início do tratamento;</li>



<li>fadiga, com uma sensação de cansaço que não vai embora;</li>



<li>dores musculares e nas articulações;</li>



<li>perda de massa óssea (o que é mais comum com os inibidores de aromatase);</li>



<li>ganho de peso;</li>



<li>desconfortos gastrointestinais (constipação, enjoos, diarreias e problemas de digestão);</li>



<li>alterações que se assemelham ao início da menopausa, como interrupção da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/"><u>menstruação</u></a>, redução do desejo sexual, diminuição da lubrificação vaginal e mudanças de humor.</li>
</ul>



<p>É preciso acrescentar que alguns medicamentos utilizados na terapia hormonal estão associados ao risco de complicações mais graves, porém muito raras, sobretudo à medida que o tempo passa. Por exemplo, o tamoxifeno pode incrementar discretamente o risco de um câncer no endométrio ou da formação de coágulos sanguíneos, principalmente nos pulmões e nas pernas.</p>



<p>Em paralelo, outros fármacos podem interferir na fertilidade feminina. Mesmo quando isso não acontece, a gestação não é indicada durante a terapia hormonal. Por outro lado, há evidências de que é possível<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u> interromper o tratamento com segurança para tentar engravidar</u></a>, a partir da devida avaliação profissional.</p>



<p id="leia">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"><u>O que acontece com a fertilidade durante o tratamento de um câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">As perspectivas para contornar os efeitos colaterais da terapia hormonal</h2>



<p>O primeiro passo para lidar com qualquer um desses sintomas envolve esclarecer dúvidas e expor as eventuais queixas junto ao profissional responsável pela prescrição. Com isso, é possível adotar as estratégias adequadas para amenizar o comprometimento.</p>



<p><strong>Parte das manifestações indesejadas são gerenciadas com mudanças no estilo de vida.</strong> As ondas de calor podem ficar menos intensas ao evitar determinados gatilhos (como bebidas alcoólicas ou cafeína) e com o uso de roupas mais folgadas.</p>



<p>Já a fadiga tende a ser menos intensa em pacientes que procuram se exercitar, manter uma dieta saudável e dedicar um tempo maior ao repouso, dentro do possível. E o uso de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/"><u>cremes vaginais </u></a>com estrogênio, por sua vez, pode ser um recurso útil para lidar com a secura vaginal.</p>



<p>Dessa forma, <strong>os efeitos colaterais da terapia hormonal podem ser manejados da melhor forma possível </strong>sem que seja necessário substituir o medicamento, alterar doses ou mesmo interromper o tratamento. No caso em que isso for inevitável, médico e paciente devem discutir as alternativas e ponderar cuidadosamente os riscos e benefícios da substituição.</p>



<p>Aproveite e<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><u> entenda melhor o que pode ser feito para reduzir o risco da recidiva de um câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/">Câncer de mama: os efeitos colaterais da terapia hormonal</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/">Câncer de mama: os efeitos colaterais da terapia hormonal</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>O que o marcador Ki-67 indica? Entenda sua influência no tratamento de um câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[imuno-histoquímica]]></category>
		<category><![CDATA[patologia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja o que já se sabe sobre o Ki-67 e o que isso significa na prática no prognóstico de um câncer de mama. A partir do momento em que um câncer de mama é diagnosticado, uma série de avaliações adicionais são feitas para delimitar características que vão orientar a melhor abordagem para cada caso, além de determinar perspectivas de prognósticos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Veja o que já se sabe sobre o Ki-67 e o que isso significa na prática no prognóstico de um câncer de mama.</em></p>



<p>A partir do momento em que um câncer de mama é diagnosticado<strong>, uma série de avaliações adicionais são feitas para delimitar características que vão orientar a melhor abordagem para cada caso, além de determinar </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><u><strong>perspectivas de prognósticos</strong></u></a><strong>.</strong> É nessas horas que a paciente pode ser orientada a fazer um exame do marcador Ki-67.</p>



<p>Mas o que essa combinação de letras e números significa na prática? <strong>Diante da incerteza e da ansiedade que cada nova informação pode trazer nesse cenário, esse é mais um ponto que deve ser esclarecido com cuidado.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a proteína Ki-67 aparece no organismo?</h2>



<p>O Ki-67 é um biomarcador de proliferação celular analisada a partir da avaliação imuno-histoquímica dos tecidos submetidos a uma biopsia. Isso leva em conta que ele costuma ser liberado mediante os processos de divisão celular que acontecem no nosso organismo a todo o momento. Ao mesmo tempo, ela não está presente em células que não estão se dividindo.</p>



<p><strong>Portanto, considere que, em condições normais, toda a divisão feita para dar origem a novas células é algo bastante regulado no corpo</strong>. Logo, isso impede que grupos celulares que não precisam se multiplicar façam isso.</p>



<p>Entretanto, por uma série de fatores, essa organização pode desaparecer. É o que acontece, por exemplo, quando uma mutação específica no DNA gera uma instrução equivocada na proliferação celular. <strong>Dessa forma, pode ser que células antes saudáveis passem a se replicar desordenadamente. Grosso modo, é isso o que chamamos de câncer.</strong></p>



<p>É aqui que o Ki-67 aparece: <strong>como ele dá as caras diante de processo de divisão celular, é esperado que uma disseminação descontrolada de células gere uma concentração anormal da proteína.</strong></p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/assinaturas-genomicas/">O papel das assinaturas genômicas no tratamento de um câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como e quando essa análise é feita?</h2>



<p>Como parte do processo de um diagnóstico de um câncer de mama, é esperado que o médico responsável pelo acompanhamento da doença solicite uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><u>biópsia na região suspeita. </u></a>Com isso, um pequeno fragmento do tumor é coletado (com uma agulha ou por meio de cirurgia) e enviado para o laboratório.</p>



<p>A partir disso, <strong>podem ser solicitados ao médico patologista uma série de exames que vão ajudar a confirmar o diagnóstico e delimitar aspectos das células cancerígenas que formam aquele tumor. </strong>Isso inclui os testes de imuno-histoquímica. Eles são capazes de determinar características moleculares essenciais para orientar a melhor opção de<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/neutropenia-cancer-mama/"><u> tratamento.</u></a></p>



<p>É nessa etapa que um teste do marcador Ki-67 costuma ser feito. Para isso, é utilizado um anticorpo específico, que na presença da proteína em questão se conecta a ele, deixando as células visíveis sob o microscópio. Ou seja, quanto mais proteína Ki-67, mais células serão “iluminadas”.</p>



<p>Esse é um outro tópico, mas taxas de progressão das células indicadas pelo Ki-67 fazem parte das características que definem se um tumor é luminal A ou B, por exemplo. Entram nessa avaliação ainda a presença de receptores hormonais e a expressão da<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/"><u> proteína HER2</u></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o marcador Ki-67 pode indicar para médicos e pacientes?</h2>



<p>Em geral, nos exames, os achados relativos à expressão da Ki-67 aparecem como uma porcentagem nos laudos patológicos. O número indica a quantidade de células da amostra analisada que contam ou não com a proteína.</p>



<p><strong>De todo modo, valores acima de 30% são considerados altos. Em tese, isso indicaria que o câncer diagnosticado se espalha mais rápido e é mais agressivo que a média. No sentido oposto, porcentagens inferiores a 5% (em alguns casos, inferiores a 10%), apontam uma baixa concentração da proteína.</strong></p>



<p>Seja como for, é preciso levar em consideração uma série de aspectos antes de considerar a aplicação prática desses resultados na conduta clínica. Dessa forma, a presença de grandes quantidades da proteína Ki-67 não deve ser considerada isoladamente, <strong>mas em conjunto a outros indicadores e evidências coletadas na análise do tumor diagnosticado.</strong></p>



<p>Além disso, os cientistas ainda trabalham para determinar a importância de achados associados aos níveis da proteína Ki-67. <strong>Existem evidências sugerindo que altos patamares de tal marcador elevam a chance de sucesso</strong><a href="https://diagnosticpathology.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13000-017-0608-5" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong> de determinados tipos de tratamento (como quimioterapias neoadjuvantes).</strong></u></a> Estudos já indicaram também que a alta concentração de Ki-67 <strong>pode orientar a </strong><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7768339/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>prescrição de certas classes de medicamentos</strong></u></a><strong> em combinação com outras alternativas terapêuticas.</strong></p>



<p>Entretanto, há quem sustente que até a falta de padronização para a realização da avaliação em laboratório pode atrapalhar a confiabilidade desses resultados e sua relevância clínica. <strong>Por isso, ainda são necessárias mais investigações para sustentar efetivamente de que forma a análise do marcador Ki-67 interfere diferentes quadros de câncer de mama.</strong></p>



<p><strong>Aproveite agora e </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u><strong>veja quais as opções de tratamento mais utilizadas nos casos de câncer de mama triplo-negativo.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ki-67/">O que o marcador Ki-67 indica? Entenda sua influência no tratamento de um câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ki-67/">O que o marcador Ki-67 indica? Entenda sua influência no tratamento de um câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cirurgia oncoplástica mamária: que vantagens essa abordagem propicia?</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-mamaria/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cirurgia-oncoplastica-mamaria</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[lumpectomia]]></category>
		<category><![CDATA[mastectomia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma cirurgia oncoplástica mamária pode trazer benefícios para a paciente, ampliando a chance de sucesso do tratamento e a satisfação estética. Em muitos casos, o tratamento de um câncer de mama depende da remoção cirúrgica do tumor. Isso, claro, pode afetar a aparência dos seios, já que parte ou todo o tecido é retirado no procedimento. Nesse cenário, a chamada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma cirurgia oncoplástica mamária pode trazer benefícios para a paciente, ampliando a chance de sucesso do tratamento e a satisfação estética.</em></p>



<p>Em muitos casos, o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentacao-tratamento-cancer-mama/"><u>tratamento</u></a> de um câncer de mama depende da remoção cirúrgica do tumor. Isso, claro, pode afetar a aparência dos seios, já que parte ou todo o tecido é retirado no procedimento. Nesse cenário, a chamada <strong>cirurgia oncoplástica mamária pode ser uma alternativa valiosa</strong>. Tal abordagem pode preservar esse componente importante na autoestima feminina sem prejudicar a efetividade da intervenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Quais os princípios básicos de uma cirurgia oncoplástica mamária?</h2>



<p>De forma abrangente, <strong>uma cirurgia oncoplástica mamária é uma técnica que combina as intervenções necessárias para a remoção do tumor na mama com abordagens comuns às cirurgias plásticas (por isso o nome “oncoplástica”, a partir da união dos termos).</strong></p>



<p>Assim sendo, todo o procedimento é conduzido de forma a garantir a retirada da neoplasia, ao mesmo tempo que reduz as consequências indesejadas da cirurgia, sobretudo com relação à aparência das mamas.</p>



<p>Para isso, o cirurgião adota diferentes recursos para alcançar o melhor resultado possível. <strong>Ele pode, por exemplo, realizar intervenções adicionais para manter a aparência das duas mamas iguais (por meio de reduções ou das chamadas mastopexias) ou ainda adotar cuidados para reduzir o impacto de eventuais cicatrizes.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Quando essa abordagem pode ser utilizada?</h2>



<p>Com as várias técnicas existentes, a cirurgia oncoplástica mamária pode beneficiar pacientes de diferentes perfis. <strong>Assim, em boa parte dos casos, t</strong><strong>anto as pacientes submetidas à mastectomias quanto aquelas submetidas à cirurgias conservadoras podem passar pelos </strong><strong>procedimentos que combinam a remoção do tumor com a reparação estética.</strong></p>



<p>Esse tipo de cirurgia, não custa reforçar, é aquele em que apenas parte do tecido da mama é removido junto do tumor. No sentido oposto, as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/"><u>mastectomias </u></a>promovem uma intervenção mais radical, removendo complementarmente a mama para garantir a retirada do câncer.</p>



<p>Isso não significa que pacientes submetidas a uma mastectomia não possam se beneficiar de uma cirurgia oncoplástica mamária. Além disso, entre os aspectos que podem favorecer a escolha por esse tipo procedimento estão:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Mulheres com mamas pequenas, onde qualquer intervenção pode trazer impacto maior sobre a aparência dos seios;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Tumores em locais de fácil acesso (perto do mamilo ou na parte alta da parede do tórax, por exemplo);</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Necessidade de remoção de grande quantidade de tecido (sobretudo em mulheres com seios grandes);</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Realização de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/"><u>quimioterapia </u></a>neoadjuvante (ou seja, antes da cirurgia), que contribui para a redução do tumor a ser retirado;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Existência de outros problemas na estética da mama, como flacidez, ptose (mamas caídas) ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/seios-tamanhos-diferentes/"><u>assimetria</u></a>.</li></ul>



<p>Por outro lado, as técnicas de cirurgia oncoplástica podem não ser viáveis se o tumor estiver muito disseminado ou se houver vários focos da doença. Essas situações costumam exigir um procedimento mais invasivo.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cuidados-pos-cirurgia-cancer-de-mama/"><u>Quais são os principais cuidados para o pós-cirurgia de câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Que benefícios a cirurgia oncoplástica mamária oferece à paciente?</h2>



<p><strong>Um benefício considerável da cirurgia oncoplástica mamária reside no fato de que ela possibilita à paciente </strong>realizar a reconstrução mamária de forma imediata, reduzindo assim o número de cirurgias posteriores e as internações necessárias.</p>



<p><strong>Além disso, o planejamento prévio para a recomposição da aparência das mamas permite que o cirurgião remova com mais precisão (e até com maior quantidade de tecido) a margem ao redor do tumor</strong>. Logo, isso aumenta a eficiência da intervenção.</p>



<p>No mais, crescem o volume de evidências que mostram como a cirurgia oncoplástica mamária pode ampliar a satisfação das pacientes com relação ao tratamento do câncer de mama.</p>



<p>Um<a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0960977623005283"> </a><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0960977623005283" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estudo feito com pacientes de hospitais de Goiá</u></a>s mostrou que aquelas que foram submetidas ao procedimento oncoplástico estavam mais satisfeitas e precisaram de menos procedimentos posteriores em comparação com mulheres que passaram pela<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/oncoplastia-e-reconstrucao-mamaria/"><u> reconstrução</u></a> total da mama. Impressões similares também foram registradas entre os cirurgiões.</p>



<p>Outro artigo,<a href="https://www.frontiersin.org/journals/oncology/articles/10.3389/fonc.2023.1071127/full" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> dessa vez feito com pacientes do interior de São Paulo</u></a>, também demonstrou que mulheres submetidas a cirurgia oncoplástica mamária apresentam <strong>bom patamar de satisfação</strong>. Ainda assim, os autores apontam que parece haver fatores que influenciam nesse resultado. Logo, mulheres mais jovens, com ressecções mais amplas e maior índice de massa corporal alegaram um menor índice de contentamento. Esses achados podem orientar novas abordagens no futuro.</p>



<p>Seja como for, <strong>a adoção da cirurgia oncoplástica mamária permite que o câncer de mama seja enfrentado considerando não apenas a necessidade de remoção do tumor, como também a preocupação estética com o resultado da intervenção.</strong> Ainda assim, <strong>a decisão por tal abordagem deve ser discutida com todo o cuidado junto ao médico responsável pelo acompanhamento.</strong></p>



<p><strong>Para saber mais sobre as diferenças e as indicações da mastectomia e da lumpectomia,</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/"><u><strong> confira esse outro conteúdo já publicado aqui no blog.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-mamaria/">Cirurgia oncoplástica mamária: que vantagens essa abordagem propicia?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-mamaria/">Cirurgia oncoplástica mamária: que vantagens essa abordagem propicia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>O que é e como funciona o tratamento de um carcinoma papilífero de mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama invasivo]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma]]></category>
		<category><![CDATA[papiloma]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um carcinoma papilífero de mama é uma forma relativamente rara de câncer de mama. No entanto, com o devido tratamento, o prognóstico costuma ser bom. O carcinoma papilífero da mama é uma manifestação rara do câncer mamário, respondendo por cerca de 0,5% de todos os casos diagnosticados. Embora igualmente incomum em todas as faixas etárias, ele tende a atingir com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um carcinoma papilífero de mama é uma forma relativamente rara de câncer de mama. No entanto, com o devido tratamento, o prognóstico costuma ser bom.</em></p>



<p>O carcinoma papilífero da mama é uma manifestação rara do câncer mamário, respondendo por <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3244819/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cerca de 0,5% de todos os casos diagnosticados.</u></a> Embora igualmente incomum em todas as faixas etárias, ele tende a atingir com mais frequência mulheres que já atravessaram a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/"><u>menopausa.</u></a></p>



<p>Ainda que possam ser invasivos, com o diagnóstico e o tratamento adequados, <strong>a maioria das pacientes diagnosticadas com um carcinoma papilífero da mama alcança a remissão da doença</strong>. De todo modo, conhecer as principais características desse tipo de câncer de mama é essencial, inclusive para facilitar a busca precoce por ajuda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as principais características de um carcinoma papilífero de mama?</h2>



<p>Os carcinomas papilíferos são tumores que começam a se desenvolver nos ductos mamários (responsáveis por levar o leite materno dos lobos das mamas até os mamilos nos períodos de lactação) a partir da evolução irregular de células com características específicas dos tecidos dessa área do corpo.</p>



<p>Além disso, os carcinomas papilíferos podem ser classificados conforme a área afetada pela proliferação das células cancerígenas que formam o tumor. Dessa forma, as lesões identificadas podem ser categorizadas como um:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Carcinoma papilífero da mama invasivo;</li>
<li>Carcinoma papilífero da mama <em>in situ;</em></li>
<li>Carcinoma papilífero da mama intracístico/encapsulado.</li>
</ul>



<p>Em resumo, <strong>tumores invasivos são aqueles tumores que se espalharam além do local inicial de disseminação da doença. Já os carcinomas</strong><em><strong> in situ</strong></em><strong> permanecem no interior do ducto mamário. Por fim, o carcinoma papilífero intracístico/encapsulado é aquele que cresce dentro de cistos mamários</strong>.</p>



<p>Ao mesmo tempo, é importante <strong>não confundir os carcinomas papilíferos com algumas lesões benignas da mama, como os </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/papiloma-intraductal/"><u><strong>papilomas intraductais</strong></u></a>. Entretanto, no longo prazo, a presença de múltiplos papilomas benignos (sobretudo com hiperplasias atípicas) podem desencadear uma chance maior de desenvolver a doença, o que pode merecer um acompanhamento especializado específico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os sintomas e formas de diagnóstico desse tipo de câncer de mama?</h2>



<p>Um carcinoma papilífero compartilha muitos<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u> sinais e sintomas</u></a> com outras formas de câncer de mama. Assim sendo<strong>, a paciente pode perceber nódulos no tecido mamário</strong>. A presença de secreções pelo mamilo são outra alteração comum. Elas podem ser <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sangramento-mama/"><u>sanguinolentas </u></a>ou transparentes, lembrando água. No mais, é possível observar também:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Espessamento, vermelhidão ou descamação da pele da mama;</li>
<li>Alterações no formato da mama;</li>
<li>Inversão ou retração do mamilo;</li>
<li>Dores ou inchaços na mama.</li>
</ul>



<p>Vale reforçar que os sinais e sintomas de qualquer tipo de câncer de mama variam caso a caso. Então é importante que a mulher fique atenta às alterações do seu corpo e procure ajuda especializada sempre que notar <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/"><u>modificações que despertem qualquer preocupação.</u></a></p>



<p>No mais, muitas lesões (sejam elas malignas ou benignas) não provocam nenhum desconforto e só são percebidas em exames de rotina. De qualquer forma, mamografias e ultrassonografias nem sempre são eficientes em captar esse tipo de alteração ou determinar suas características.</p>



<p>Por isso, <strong>o médico pode solicitar uma biópsia para confirmar a natureza do achado do exame de imagem.</strong> Nesse tipo de procedimento, um fragmento do tecido mamário é coletado com uma agulha ou uma pequena incisão e enviado para análise laboratorial feita por um médico patologista. Ele investigará a natureza das células da lesão e determinará se ela é benigna ou maligna.</p>



<p>Confirmado o diagnóstico, a paciente também pode ser avaliada com relação a outros aspectos necessários ao <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/">estadiamento</a> do tumor, além de características referentes ao status de receptores hormonais ou de expressão da proteína HER2.</p>



<p id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/"><u>Como tumores HER2+ devem ser tratados em estágios iniciais e metastáticos?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as alternativas de tratamentos disponíveis para um carcinoma papilífero de mama?</h2>



<p>A partir das características do tumor, o médico definirá a melhor conduta para lidar com o carcinoma papilífero de mama. <strong>A cirurgia costuma ser a primeira linha de tratamento na maioria dos casos.</strong></p>



<p>Embora a preferência seja quase sempre por uma intervenção conservadora, em determinadas circunstâncias a paciente pode ser submetida a uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/"><u>mastectomia.</u></a> Na presença de tumores invasivos, <strong>o médico pode avaliar também a necessidade de ressecção dos linfonodos, para saber se o câncer se espalhou nessa direção.</strong></p>



<p><strong>Em complemento à cirurgia, pode haver ainda a indicação de sessões de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quem-quimioterapia-pode-comer/"><u><strong>quimioterapia </strong></u></a><strong>e radioterapia, além da introdução da hormonioterapia (sobretudo quando as células do tumor expressam receptores com afinidade com o estrogênio) ou terapias-alvo</strong>. Todas essas alternativas têm como objetivo reduzir o risco de que a doença volte.</p>



<p>Seja como for, quanto mais cedo o tratamento começar, maior a chance de recuperação de um carcinoma papilífero de mama. Considerando isso, os desfechos desse tipo de quadro costumam ser similares daqueles de outras formas de câncer de mama, com taxas de recuperação e sobrevida parecidas.</p>



<p><strong>Veja agora o que você precisa saber sobre os </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/"><u><strong>carcinomas lobulares invasivos</strong></u></a><strong>, um tipo mais comum de câncer de mama.</strong></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-papilifero-mama/">O que é e como funciona o tratamento de um carcinoma papilífero de mama?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-papilifero-mama/">O que é e como funciona o tratamento de um carcinoma papilífero de mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Efeitos da primeira sessão de quimioterapia: o que você precisa saber?</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=efeitos-primeira-sessao-quimio</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os efeitos da primeira sessão de quimioterapia podem começar horas depois da administração dos fármacos, então é importante se preparar. Conhecer os efeitos da primeira sessão de quimioterapia é importante para a mulher que vai atravessar esse marco importante no tratamento de um câncer de mama. Antes ou depois de outras intervenções necessárias para lidar com o tumor, a terapia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os efeitos da primeira sessão de quimioterapia podem começar horas depois da administração dos fármacos, então é importante se preparar.</em></p>



<p>Conhecer os efeitos da primeira sessão de quimioterapia é importante para a mulher que vai atravessar esse marco importante no tratamento de um câncer de mama. <strong>Antes ou depois de outras intervenções necessárias para lidar com o tumor, a terapia quimioterápica pode despertar a ansiedade na paciente.</strong></p>



<p>Dessa forma, estar preparada para o que está por vir tende a aliviar o estresse. Além disso, obter informações sobre esse assunto pode facilitar o diálogo entre a paciente e o médico responsável pelo tratamento, eliminando dúvidas e preocupações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o papel da quimioterapia no tratamento do câncer de mama?</h2>



<p>A quimioterapia é um tratamento que pode ser utilizado em diferentes tipos de câncer, incluindo aqueles que atingem as mamas. <strong>Essa forma de tratamento utiliza fármacos que são tóxicos às células cancerígenas, destruindo-as e impedindo que elas continuem a se replicar dentro do organismo.</strong> Embora existam alternativas de medicamentos orais, na maioria dos casos a administração acontece por via intravenosa.</p>



<p>Nem toda paciente com câncer de mama vai precisar da quimioterapia. <strong>Entretanto, quando ela é prescrita, essa etapa do tratamento se dá de forma adjuvante (antes da cirurgia) ou neoadjuvante (depois da cirurgia).</strong></p>



<p>Assim, os fármacos podem ajudar a eliminar células cancerígenas que tenham ficado para trás depois da cirurgia ou reduzir o tamanho do tumor, permitindo um procedimento cirúrgico menos invasivo. Além disso, os quimioterápicos também podem ser uma opção de tratamento quando o câncer atinge um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"><u>estágio metastático,</u></a> alcançando outras partes do organismo.</p>



<p>Há vários fármacos disponíveis para compor um tratamento quimioterápico. A escolha vai depender da opinião do médico e da condição clínica da paciente. No mais, não é raro que medicamentos sejam combinados para aumentar a chance de alcançar o objetivo esperado com o tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que esperar dos efeitos da primeira sessão de quimioterapia?</h2>



<p>Definida a necessidade da quimioterapia e o momento em que isso será feito, <strong>a paciente precisa se preparar para os efeitos colaterais da primeira sessão de terapia e tudo aquilo que cerca o procedimento nesse e nos ciclos seguintes do tratamento.</strong></p>



<p>É comum querer saber, por exemplo, quanto tempo dura uma sessão de quimioterapia. <strong>A resposta varia de acordo com uma série de fatores que envolvem sobretudo a forma como o medicamento será administrado.</strong></p>



<p>Nos casos em que o medicamento é aplicado por meio de uma injeção intravenosa, o processo tende a terminar em alguns minutos. Por outro lado, com a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cateter-para-quimioterapia/"><u>infusão via cateter</u></a> podem ser necessárias algumas horas para completar o processo. <strong>A escolha do método adequado, como sempre, depende da avaliação de uma série de fatores, então é difícil generalizar.</strong></p>



<p>De todo modo, será necessário se dirigir até uma clínica ou hospital com capacidade para administrar a medicação. Chegando lá, a paciente será recebida por uma equipe composta por profissionais de saúde de diferentes áreas e receberá a orientação necessária para essa primeira sessão.</p>



<p>Em muitos casos, são necessárias também a coleta de material para exames de sangue, por exemplo. Além disso, minutos antes da administração do quimioterápico, determinados <strong>medicamentos</strong> podem ser prescritos para prevenir alguns efeitos colaterais, sempre conforme orientação profissional. O mesmo pode acontecer depois da sessão.</p>



<p>Finalizada a administração, é preciso esperar por alguns minutos para garantir que não haverá <strong>nenhuma</strong> <strong>reação mais grave ao medicamento</strong>. Aí sim é possível ir embora. Em casa, é fundamental seguir as orientações repassadas, inclusive para lidar com os possíveis efeitos colaterais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os efeitos colaterais mais comuns da quimioterapia?</h2>



<p>Por conta da sua ação no seu organismo, <strong>os quimioterápicos podem gerar uma série de efeitos colaterais. Isso é totalmente esperado e se dá pela destruição de células saudáveis que acabam atingidas pelo efeito tóxico do medicamento</strong>. Assim, no curto prazo, os desconfortos mais comuns, que podem aparecer já nas primeiras horas depois da primeira sessão são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cansaco-cancer-de-mama/"><u>Fadiga</u></a>;</li>
<li>Perda de apetite;</li>
<li>Náuseas e vômitos;</li>
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/diarreia-quimioterapia/"><u>Diarreia</u></a> ou constipação intestinal;</li>
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/por-que-o-cabelo-cai-na-quimioterapia-e-como-lidar/"><u>Queda de cabelo</u></a>;</li>
<li>Sensação de boca seca;</li>
<li>Alterações na pele e nas unhas;</li>
<li>Queda na contagem de glóbulos brancos (em especial os neutrófilos);</li>
<li>Insônia, dificuldade de concentração, lapsos de memória e (outras alterações que recebem o nome de <a href="https://revista.abrale.org.br/saude/2021/04/chemobrain/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>chemo brain</u></em></a><em>)</em></li>
</ul>



<p><strong>Esses efeitos colaterais de curto prazo costumam desaparecer por conta própria algumas semanas após o fim do tratamento. Se eles persistirem, converse com seu médico</strong>. Além disso, ele pode informá-la sobre possíveis efeitos colaterais de longo prazo (como<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"><u> infertilidade</u></a> ou impacto sobre a densidade óssea).</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-intestino-preso/">Entenda como a quimioterapia afeta o comportamento do intestino</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como se preparar para a primeira sessão de quimioterapia?</h2>



<p>Tendo uma noção do que acontece durante a sessão de quimioterapia, a paciente consegue se preparar para o que vai acontecer ao longo do procedimento. Nesse processo, <strong>algumas dicas podem ser valiosas para lidar melhor com a situação:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se possível, <strong>não vá sozinha para as sessões de quimioterapia</strong>. Além de ajudar a absorver as orientações repassadas, um companheiro pode ser uma distração importante para aliviar o estresse durante as horas que podem ser exigidas até o fim da administração;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Use roupas confortáveis</strong>, de preferência que não atrapalhem a aplicação do fármaco ou que façam você sentir calor ou frio;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Reforce a hidratação.</strong> Ter uma garrafinha de água ajuda bastante;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Salvo orientação em contrário, <strong>leve junto contigo um pequeno lanche leve (uma fruta, por exemplo) para comer durante a sessão</strong>, principalmente se ela se estender muito;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Conte com uma distração</strong>, seja ela o celular, um livro ou uma distração manual;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Observe possíveis reações adversas durante a sessão</strong> (como vermelhidão ou irritação na pele) e acione a equipe do local se for necessário;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tire suas dúvidas,</strong> sobretudo antes de ir embora.</li>
</ul>



<p><strong>Esse tipo de tratamento é feito em ciclos, com intervalos entre as aplicações (que, às vezes, podem ser feitas em dias seguidos) para que o corpo se recupere adequadamente dos efeitos da primeira sessão de quimioterapia e daquelas que virão depois</strong>. O número de ciclos necessários para completar o regime quimioterápico também é uma decisão que varia caso a caso. <strong>No mais, os médicos podem discutir a necessidade das chamadas doses densas (em que doses maiores são utilizadas em um intervalo menor).</strong></p>



<p><strong>Aproveite e </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quem-quimioterapia-pode-comer/"><u><strong>confira algumas dicas de alimentação que podem ser importantes durante o período da quimioterapia.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/">Efeitos da primeira sessão de quimioterapia: o que você precisa saber?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/">Efeitos da primeira sessão de quimioterapia: o que você precisa saber?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saiba mais sobre as características de um câncer de mama metaplásico</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metaplasico/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cancer-mama-metaplasico</link>
					<comments>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metaplasico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 12:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[metaplasia]]></category>
		<category><![CDATA[recidiva]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[triplo-negativo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mastologistaemsaopaulo.com.br/?p=18264</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um câncer de mama metaplásico, embora raro, pode ser bastante agressivo. Além disso, é comum que eles sejam classificados como triplo-negativo Um caso de câncer de mama metaplásico (não confundir com o termo metastático) tende a ser relativamente raro. Em geral, as evidências apontam que esse tipo de doença corresponde a entre 0,2% e 5% de todos os tumores mamários. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metaplasico/">Saiba mais sobre as características de um câncer de mama metaplásico</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um câncer de mama metaplásico, embora raro, pode ser bastante agressivo. Além disso, é comum que eles sejam classificados como triplo-negativo</em></p>



<p><strong>Um caso de câncer de mama metaplásico (não confundir com o termo </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"><strong>metastático</strong></a><strong>) tende a ser relativamente raro</strong>. Em geral, as <a href="https://breast-cancer-research.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13058-020-01353-z" target="_blank" rel="noreferrer noopener">evidências apontam que esse tipo de doença corresponde a entre 0,2% e 5% de todos os tumores mamários.</a> <strong>Entretanto, ainda que pouco comuns, tais quadros podem ter um tratamento mais difícil.</strong></p>



<p>O prognóstico pode ser ainda mais desafiador quando se leva em conta outras alterações presentes na biologia do tumor. <strong>Há mais chances de que ele seja triplo-negativo, por exemplo</strong>. Em geral, essa característica está associada a uma maior agressividade e a piores desfechos, incluindo uma maior chance de disseminação da doença e de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/">recidivas</a> no longo prazo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os sintomas e como um tumor metaplásico na mama é diagnosticado?</h2>



<p>Assim como outros tumores, um câncer de mama metaplásico geralmente começa a se desenvolver nos ductos mamários. No entanto, em determinado momento, a evolução da doença faz com que comecem a se acumular diferentes tipos de células, muito distintas daquelas que geralmente estão presentes em outros tumores.</p>



<p><strong>Normalmente os tumores metaplásicos compartilham sintomas em comum com outros tipos de câncer de mama</strong>. Dessa forma, a paciente pode suspeitar do problema diante de alterações como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Modificações no formato e no tamanho da mama;</li>
<li>Espessamento, enrugamento ou ondulações da pele na região;</li>
<li>Presença de um nódulo ou caroço;</li>
<li>Dores nos seios;</li>
<li>Mudanças no mamilo, incluindo a eliminação de secreções.</li>
</ul>



<p><strong>Ainda que a mulher possa perceber essas alterações e a partir disso procurar ajuda para entender o que está causando tais problemas, é comum que um câncer de mama metaplásico não apresente sintomas e seja identificado por meio de exames de rastreamento rotineiros</strong>. No mais, diante da suspeita de um tumor na mama, o médico pode recorrer a uma série de exames para confirmar o diagnóstico. Os mais utilizados são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mamografias;</li>
<li>Ressonâncias magnéticas;</li>
<li>Biópsias, que coletam um fragmento do tecido da região e encaminham essa amostra para a análise de um médico patologista. Esse profissional pode identificar se as alterações celulares são compatíveis com as de um câncer de mama metaplásico.</li>
</ul>



<p><strong>Não se sabe ao certo o que leva o organismo a desenvolver essa forma específica de câncer.</strong> De qualquer maneira, é importante considerar os fatores de risco já conhecidos para qualquer tumor na mama, como a idade, a predisposição genética e os hábitos ao longo da vida (como fumar ou manter uma rotina sedentária).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Que opções de tratamento podem ser utilizadas?</h2>



<p>A escolha entre as opções de tratamento com mais chances de sucesso em um câncer de mama metaplásico depende também da avaliação de outros aspectos fisiológicos do tumor. Ou seja, é preciso considerar o estágio no momento do diagnóstico, a presença de receptores hormonais e o status HER2, por exemplo.</p>



<p>Como já destacado, <strong>os tumores metaplásicos da mama tendem a ser triplo-negativos</strong>. Isso significa que eles não expressam a proteína HER2 e não apresentam receptores de estrogênio e progesterona. Além disso, <strong>eles têm mais chances de serem diagnosticados quando já são localmente avançados (com um </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><strong>estágio</strong></a><strong> avançado, mas ainda sem metástase</strong>). Com isso, as opções de tratamento podem ser mais restritas.</p>



<p>Dessa forma, na maioria dos casos, a cirurgia acaba sendo a primeira intervenção recomendada para combater a enfermidade. A extensão do procedimento e a quantidade de tecido da mama removido depende da avaliação do médico responsável pelo acompanhamento.</p>



<p>Contudo, nem sempre é preciso recorrer a uma mastectomia. Cirurgias conservadoras com uma boa margem para a remoção do tumor podem ser uma opção. Em alguns casos, será preciso também fazer a ressecção dos linfonodos da axila e a investigação dos linfonodos sentinela.</p>



<p>Depois da cirurgia, <strong>uma série de tratamentos localizados ou sistêmicos podem ser indicados de forma adjuvante.</strong> Eles são essenciais para reduzir a chance de que a doença retorne ou que alguma célula cancerígena que tenha permanecido no corpo se espalhe pelo organismo. Nessa fase, as opções mais adotadas são a quimioterapia e a radioterapia. Nos casos de tumor com status <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">HER2 positivo</a> ou a presença de receptores hormonais, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/">terapias alvo</a> e hormonioterapia podem ser utilizadas.</p>



<p id="leiamais">Veja também<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/">: Saiba quais as diferenças entre uma mastectomia e uma quadrantectomia</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as perspectivas do prognóstico de um câncer de mama metaplásico em relação a outros subtipos da doença?</h2>



<p>O fato de um câncer de mama metaplásico ser triplo-negativo não significa que ele seja exatamente igual aos demais tumores que compartilham as mesmas características. <strong>Há outros subtipos de câncer de mama relativamente raros que também não apresentam a expressão da proteína HER2 ou receptores hormonais.</strong></p>



<p>Não por menos, <a href="https://www.breastcancer.org/research-news/some-triple-negative-breast-cancers-more-aggressive" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>um estudo publicado em 2021</u></a> buscou mapear como diferentes tumores triplo-negativos respondiam ao tratamento. Foram analisados os casos de doenças metaplásicas, de carcinomas medulares e de tumores adenoides císticos, reunindo os dados de pouco mais de oito mil pacientes entre 2010 e 2016.</p>



<p>Como resultado, os pesquisadores concluíram que, embora tumores metaplásicos e adenoides císticos apresentassem incidência similar de casos triplo-negativos, as pacientes diagnosticadas com um câncer de mama metaplásico tinham uma taxa de sobrevida em cinco anos menor comparado ao câncer de mama adenoide-cistico. Por outro lado, o <strong>fato desse tumor ser triplo-negativo parece não ter influenciado nos desfechos quando comparados a quadros HER2 positivo ou com a presença de receptores hormonais.</strong></p>



<p>Dessa maneira, <strong>isso significa que o diagnóstico de um câncer de mama metaplásico triplo-negativo não aponta necessariamente para as chances de piores prognósticos.</strong> Além desse aspecto, o estágio em que a doença foi identificada e a progressão do tratamento diante das terapias introduzidas podem influenciar consideravelmente na evolução do quadro.</p>



<p><strong>Aproveite para conferir mais detalhes a respeito das</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u><strong> alternativas de tratamento para tumores de mama triplo-negativos.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metaplasico/">Saiba mais sobre as características de um câncer de mama metaplásico</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metaplasico/">Saiba mais sobre as características de um câncer de mama metaplásico</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Quais os exames para detecção de metástase mais utilizados em pacientes com câncer de mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 16:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os exames para detecção de metástase geralmente empregam recursos de imagem e testes sanguíneos. Adicionalmente, biópsias podem ser utilizadas A evolução de um câncer de mama pode fazer com que o tumor alcance outras partes do corpo. Quando isso acontece, são feitos exames para detecção de metástase, permitindo a confirmação desse quadro. Entre elas estão exames de imagem, de sangue [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os exames para detecção de metástase geralmente empregam recursos de imagem e testes sanguíneos. Adicionalmente, biópsias podem ser utilizadas</em></p>



<p>A evolução de um câncer de mama pode fazer com que o tumor alcance outras partes do corpo. <strong>Quando isso acontece, são feitos exames para detecção de metástase, permitindo a confirmação desse quadro. Entre elas estão </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/"><u><strong>exames de imagem</strong></u></a><strong>, de sangue e, eventualmente, as biópsias.</strong> A escolha cabe ao médico responsável pelo acompanhamento, mediante avaliação da condição da paciente.</p>



<p>A partir disso, é possível definir as melhores condutas para impedir a progressão da doença. Embora isso seja um desafio, os tratamentos disponíveis para o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"><u>câncer metastático </u></a>podem ajudar na sobrevida e no bem-estar da paciente, ainda que nem sempre seja possível alcançar a remissão completa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Características de um câncer de mama metastático</h2>



<p>Na prática, <strong>um tumor metastático é aquele que avançou para além do local do organismo onde ele foi originalmente diagnosticado. </strong>No caso de um câncer de mama, isso acontece quando a doença ultrapassa o tecido da mama e os linfonodos da região da axila. Em geral, nesse estágio, ossos, pulmões, cérebro e fígado costumam ser atingidos com maior frequência.</p>



<p>O desenvolvimento de uma metástase se dá por causa de células cancerígenas que não foram detectadas e nem eliminadas do corpo previamente. Em determinado momento, elas podem voltar a se multiplicar. O porquê isso acontece não é muito bem compreendidopelos especialistas. De qualquer maneira, o risco de ter esse problema varia conforme o estágio em que a doença é diagnosticada e a biologia do tumor (incluindo, por exemplo, alterações genéticas e status dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/"><u>receptores hormonais</u></a>).</p>



<p><strong>Um câncer pode atingir a metástase meses ou anos após o diagnóstico inicial</strong>. Além disso, ele pode surgir em quadros de recidiva (ou seja, quando a doença retorna após o fim do tratamento). Porém, isso não quer dizer que todas as pacientes com câncer de mama terão o problema. <strong>Pelo contrário: a maioria dos casos de câncer de mama tem boas chances de remissão completa, principalmente quando a doença é diagnosticada em estágios iniciais.</strong></p>



<p>O câncer metastático representa o último estágio do estadiamento de um tumor. Por isso, ele é classificado como um tumor estágio IV. Esse número não diz respeito a um tipo específico da doença, e sim ao desenvolvimento dela.</p>



<p>Entretanto, é importante não confundir um câncer de mama localmente avançado com uma metástase. Ainda que grave, essa manifestação da doença mantém sua progressão restrita ao tecido da mama e áreas próximas das axilas e dos linfonodos da região.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Exames para detecção de metástase</h2>



<p>Uma parte das pacientes com câncer metastático não terá sinais relativos ao espalhamento da doença. Apesar disso, em determinados casos, <strong>a disseminação do tumor pode gerar sintomas que costumam variar conforme a área do corpo atingida.</strong></p>



<p>Dessa forma, os desconfortos notados podem envolver desde dores nas costas, ossos e juntas, até náuseas e vômitos, passando por sinais de confusão mental e outros problemas associados ao comprometimento do sistema nervoso central pelo tumor.</p>



<p>Seja como for, <strong>diante da suspeita de que o câncer de mama se tornou metastático, o médico responsável pelo acompanhamento pode solicitar exames que confirmem ou descartem a presença da condição.</strong> Entre as opções mais adotadas de exames para detecção de metástase estão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Raios-x</h3>



<p>Principalmente se a suspeita do espalhamento se concentra nos pulmões.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cintilografia óssea</h3>



<p>Permite avaliar se a doença atingiu os ossos com o auxílio de um exame de imagem orientado por um radiofármaco.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tomografia computadorizada</h3>



<p>Usa imagens feitas a partir de diferentes ângulos para avaliar as condições de órgãos como os pulmões, o cérebro e o fígado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">PET-CT (ou tomografia por emissão de pósitrons)</h3>



<p>Utiliza radiação para capturar imagens de várias partes do corpo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ressonância magnética</h3>



<p>Utiliza campos magnéticos para capturar imagens de diferentes estruturas do corpo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Testes sanguíneos</h3>



<p>Permitem avaliar parâmetros bioquímicos e a presença de determinados biomarcadores, que podem indicar a formação da metástase.</p>



<p>Em todo caso, a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><u> biópsia</u></a> pode ser essencial para a definição do quadro, bem como para avaliar outros aspectos do tumor. <strong>Para isso, uma pequena amostra de tecido (coletada de diferentes partes do organismo) contendo células cancerígenas é analisada em laboratório por um médico patologista. </strong>As informações provenientes da biópsia também podem ajudar a orientar os próximos passos do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Opções de tratamento quando a metástase é diagnosticada</h2>



<p>Quase sempre o tratamento do câncer de mama metastático <strong>concentra esforços em conter a disseminação da doença enquanto se tenta prolongar a vida da paciente e ampliar o seu bem-estar.</strong> Dessa forma, podem ser utilizadas de forma isolada ou combinada alternativas como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Hormonioterapia</li><li>Quimioterapia</li><li>Imunoterapia</li><li>Radioterapia</li><li>Cirurgias</li><li>Terapias-alvo (como aquelas baseadas no uso de inibidores de CDK4/6, Pl3K, mTOR ou PARP ou direcionadas a alterações no HER2)</li></ul>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><u>Quais os riscos e o que pode ser feito para evitar a recorrência do câncer de mama?</u></a></p>



<p>Eventualmente, <strong>terapias localizadas podem ser indicadas para tumores em locais específicos (como os ossos, por exemplo), sobretudo se a condição estiver causando dor</strong>. No mais, diferentes práticas integrativas podem ser recomendadas para aliviar sintomas e melhorar a qualidade de vida da paciente.</p>



<p>Em todo o caso, <strong>os exames para detecção da metástase são indispensáveis para confirmar e determinar a extensão do comprometimento provocado pela doença.</strong> Sem isso, pode ser difícil indicar opções de tratamento condizentes com o quadro, fundamentais para que a mulher mantenha um nível satisfatório de bem-estar nesse período.</p>



<p><strong>Veja o que você precisa saber sobre os </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u><strong>diferentes estágios de um câncer de mama e como essa definição ajuda a definir o tratamento.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/">Quais os exames para detecção de metástase mais utilizados em pacientes com câncer de mama?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/">Quais os exames para detecção de metástase mais utilizados em pacientes com câncer de mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Entenda como funciona e quais benefícios da reabilitação física após o câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 13:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[fadiga]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reabilitação física após o câncer de mama é um estágio importante para garantir que a paciente recuperada mantenha um bom patamar de qualidade de vida Tipo de neoplasia mais comum entre as mulheres, o câncer de mama demanda cuidados que vão além do fim do tratamento. Exemplo disso é a necessidade de promover a reabilitação física após o câncer [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A reabilitação física após o câncer de mama é um estágio importante para garantir que a paciente recuperada mantenha um bom patamar de qualidade de vida</em></p>



<p>Tipo de neoplasia mais comum entre as mulheres, <strong>o câncer de mama demanda cuidados que vão além do fim do tratamento.</strong> Exemplo disso é a necessidade de promover a reabilitação física após o câncer de mama. Esse processo passa por diversas fases, capazes de contribuir com o restabelecimento do corpo após todos os procedimentos necessários para combater a doença.</p>



<p>E o passo a passo da reabilitação ultrapassa a questão física. Alguns cuidados envolvem também a preocupação com o bem-estar psíquico, um componente fortemente afetado pelo diagnóstico de um tumor nas mamas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que é preciso reforçar a importância da reabilitação física após o câncer de mama?</h2>



<p>Ao mesmo tempo em que é o tumor mais diagnosticado em mulheres, o câncer de mama conta com alternativas de tratamentos eficazes. Dessa forma, <strong>com o diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado, são grandes as chances de que a paciente supere a doença.</strong></p>



<p>Isso, claro, é uma excelente notícia. <strong>Entretanto, a partir do momento em que o tratamento se encerra, essas mulheres precisam continuar a receber a atenção necessária para a devida reabilitação física após o câncer de mama.</strong></p>



<p>Logo, toda a abordagem precisa superar não apenas a busca pela sobrevivência e se dedicar também ao bem-estar pós-tratamento. Com isso, uma série de aspectos psicossociais precisam ser considerados. Caso contrário, o comprometimento da qualidade de vida pode ser significativo.</p>



<p>Em todo caso, uma barreira para a abordagem adequada é a variedade de condições que uma paciente pode experimentar após o tratamento. Para mulheres nesse estágio, as queixas mais comuns envolvem dor, fadiga, o desenvolvimento de linfedemas e até mesmo sintomas depressivos. De uma forma mais ampla, essas pacientes podem ter dificuldade para retomar a sua rotina e o convívio social.</p>



<p><strong>Assim, nas circunstâncias ideais, a reabilitação física, mental e social deve ser desenvolvida de forma personalizada.</strong> Entretanto, profissionais podem ter dificuldade para encontrar as melhores alternativas para cada caso, principalmente quando se leva em conta que as evidências disponíveis quase sempre propõem intervenções separadas para cada problema apresentado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os benefícios da reabilitação para a paciente recuperada?</h2>



<p>O benefício mais notável da reabilitação após o câncer de mama diz respeito ao <strong>manejo de possíveis efeitos colaterais associados ao tratamento.</strong> Mulheres <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/"><u>submetidas à cirurgia</u></a> ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/"><u>radioterapia,</u></a> por exemplo, normalmente vivenciam sintomas como dor, rigidez e dormência na área operada e/ou irradiada. Dessa forma, fazer determinados exercícios (sempre conforme orientação profissional) pode ajudar na retomada de atividades comuns, como dirigir ou carregar as compras.</p>



<p>Os exercícios e, eventualmente, a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fisioterapia-cancer-mama/"><u> fisioterapia</u></a> são importantes também na prevenção dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfedema-bracos/"><u>linfedemas</u></a>. Eles são uma complicação comum em mulheres submetidas à cirurgia nas mamas e nas axilas e têm como principal sintoma o inchaço dos membros do lado operado.</p>



<p>Já pacientes tratadas com quimioterápicos também podem conviver por meses ou mesmo anos com a chamada neuropatia periférica induzida pela quimioterapia. Entre outros sintomas, ela provoca dor intensa e sensação de dormência em braços e pernas. Isso, claro, merece <strong>avaliação e tratamentos específicos.</strong></p>



<p>Seja como for, vale ter em mente que os <strong>benefícios da reabilitação física podem ser percebidos em diferentes estágios da evolução da paciente.</strong> Desde o diagnóstico até anos depois de finalizado o tratamento, a mulher pode procurar ajuda para os problemas que a estejam afetando com o intuito de minimizá-los.</p>



<p>No fim, a reabilitação física <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/acompanhamento-pos-cancer-mama/"><u>após o câncer de mama</u></a> contribui para a <strong>manutenção de um patamar satisfatório de qualidade de vida. </strong>Isso engloba principalmente as possíveis manifestações que persistem mesmo com fim do tratamento. Logo, as pacientes podem ter acesso a recursos capazes de contribuir para a retomada de uma vida próxima daquela experimentada antes do diagnóstico.</p>



<p id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exercicio-apos-cirurgia-de-cancer-de-mama/">Exercício após cirurgia de câncer de mama melhora a mobilidade do braço e do ombro</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Que intervenções podem ser consideradas no processo de reabilitação física?</h2>



<p>Embora a importância do processo de reabilitação física seja inegável, <strong>é comum que profissionais de saúde encontrem dificuldade para entender os possíveis benefícios de cada recurso nesse período</strong>, conforme já ressaltado.</p>



<p>Para preencher essa lacuna<a href="https://bmccancer.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12885-019-5648-7" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>, uma revisão sistemática publicada em 2019 </u></a>buscou entender qual o papel das principais abordagens durante a reabilitação. Uma revisão sistemática reúne e avalia outros estudos feitos sobre um tema específico.</p>



<p>Para isso, foram incluídas na avaliação apenas outras revisões sistemáticas já publicadas (ou seja, o artigo era, grosso modo, uma revisão das revisões). Após a análise do material, <strong>cinco grandes áreas de interesse no processo de reabilitação foram identificadas</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Exercícios e atividade física.</li>
<li>Medicina alternativa e complementar.</li>
<li>Yoga.</li>
<li>Tratamento dos linfedemas.</li>
<li>Intervenções psicossociais (como psicoterapia, por exemplo).</li>
</ul>



<p>No fim, <strong>os autores da revisão concluíram que as evidências disponíveis apontam para benefícios sólidos provenientes, sobretudo, da prática de exercícios físicos</strong>. As demais áreas avaliadas também apresentaram possíveis efeitos positivos para pacientes recuperadas. <strong>É preciso levar em conta que cada recurso pode ajudar a lidar com sintomas ou condições específicas.</strong></p>



<p>Os exercícios físicos podem contribuir para a redução da fadiga e no risco de desenvolver linfedemas, por exemplo. Já yoga e práticas de medicina alternativa e/ou complementar podem ser importantes para a melhoria na qualidade de vida e na redução de sintomas ansiosos ou depressivos.</p>



<p>Dessa forma, as evidências reunidas no artigo vão ao encontro da necessidade de que a reabilitação após o câncer de mama seja moldada conforme as necessidades identificadas. <strong>Assim, médico e paciente podem discutir as preocupações existentes e as queixas notadas a cada passo da evolução após o fim do tratamento.</strong></p>



<p><strong>Que tal agora saber mais sobre como a </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/beneficios-meditacao/"><u><strong>medicação pode trazer benefícios para pacientes diagnosticadas com câncer de mama?</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reabilitacao-fisica-apos-cancer-mama/">Entenda como funciona e quais benefícios da reabilitação física após o câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reabilitacao-fisica-apos-cancer-mama/">Entenda como funciona e quais benefícios da reabilitação física após o câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A suplementação durante o tratamento do câncer de mama faz diferença?</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementacao-tratamento-cancer/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=suplementacao-tratamento-cancer</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 11:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[suplementos alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A suplementação durante o tratamento do câncer pode ser importante, mas alguns cuidados precisam ser seguidos para evitar problemas Em geral, uma dieta equilibrada consegue garantir toda a energia e os nutrientes necessários para que o corpo desempenhe suas funções conforme esperado. Não é raro que mulheres diagnosticadas com um tumor mamário se questionem sobre a necessidade de suplementação durante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A suplementação durante o tratamento do câncer pode ser importante, mas alguns cuidados precisam ser seguidos para evitar problemas</em></p>



<p>Em geral, uma dieta equilibrada consegue garantir toda a energia e os nutrientes necessários para que o corpo desempenhe suas funções conforme esperado. <strong>Não é raro que mulheres diagnosticadas com um tumor mamário se questionem sobre a necessidade de suplementação durante o tratamento do câncer de mama.</strong></p>



<p>Por inúmeras razões, <strong>os suplementos podem ser úteis, sobretudo por contribuir com uma nutrição adequada quando a alimentação por si só não é suficiente</strong>. Outros podem interferir na eficácia do esquema terapêutico adotado. Logo, é preciso levar em conta cada um desses fatores e considerar as orientações do seu médico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são suplementos alimentares?</h2>



<p>De acordo com a<a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/alimentos/suplementos-alimentares" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Agência Nacional de Vigilância Sanitária</u></a>, a ANVISA, <strong>são considerados suplementos alimentares produtos com a finalidade de fornecer nutrientes, substâncias bioativas, enzimas e probióticos para complementar a</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentos-ultraprocessados-cancer/"><u><strong> alimentação</strong></u></a><strong> norma</strong>l. Acima de tudo, a agência reforça que <strong>suplementos não são remédios.</strong></p>



<p>Suplementos raramente passam por inúmeros ensaios clínicos antes de chegarem às farmácias, como acontece com os medicamentos. Dessa forma, com exceção das enzimas e dos probióticos, <strong>esses produtos não podem trazer a alegação de qualquer benefício clínico no rótulo</strong>. Logo, um suplemento de vitamina C não pode prometer a cura de gripes e resfriados, por exemplo.</p>



<p>A partir disso, <strong>uma pessoa pode usar um suplemento sempre que houver uma deficiência ou necessidade específica identificada.</strong> É o que acontece com quem faz dietas restritivas, com quem sofre com alterações que prejudicam a absorção de certo nutriente ou ainda para quem pratica exercícios físicos de forma intensa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a suplementação durante o tratamento do câncer de mama deve ser considerada?</h2>



<p>Quando falamos do uso de suplementação durante o tratamento do câncer de mama, é fundamental apontar que <strong>não existem evidências robustas de que qualquer nutriente contribui com a recuperação do quadro.</strong></p>



<p>Embora muito se fale nas redes sociais ou entre familiares e amigos, a maior parte dos relatos que indicam um possível benefício dos suplementos na cura de qualquer tipo de câncer se baseiam em <strong>evidências anedóticas</strong>. Portanto, elas quase sempre são baseadas em histórias contadas no boca a boca e que dificilmente podem ser replicadas, já que não houve o controle necessário para avaliar essas possíveis vantagens (e também os riscos, claro).</p>



<p>Entretanto, <strong>isso não quer dizer que todas as eventuais aplicações de um suplemento devem ser descartadas.</strong> Com uma avaliação cuidadosa de médicos e, se possível, de nutricionistas, pacientes diagnosticadas com câncer de mama e submetidas a determinados tratamentos podem se beneficiar do uso desses produtos. Existem vários exemplos disso, inclusive.</p>



<p>Em mulheres utilizando inibidores de aromatase ou outros tipos de tratamento hormonal, <strong>o uso de suplementos que contenham cálcio e vitamina D pode reduzir a velocidade da degradação da massa óssea.</strong> Esse é um sintoma comum dessas intervenções, que no longo prazo podem elevar o risco de osteoporose.</p>



<p>Ao mesmo tempo, pacientes passando por sessões de<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-intestino-preso/"><u> quimioterapia</u></a> e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/"><u>radioterapia</u></a> podem encontrar dificuldades em se alimentar, também por conta dos efeitos colaterais do tratamento. Portanto, nesses casos, o <strong>médico pode recomendar o uso de suplementos multivitamínicos para garantir parte dos nutrientes necessários ao bom funcionamento do organismo.</strong></p>



<p id="leiamais">Veja mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/por-que-o-cabelo-cai-na-quimioterapia-e-como-lidar/"><u>Por que o cabelo cai na quimioterapia?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os riscos dos suplementos alimentares durante o tratamento de câncer?</h2>



<p>Como não poderia deixar de ser<strong>, o uso indevido dos suplementos alimentares ao longo de um tratamento contra o câncer de mama pode trazer riscos</strong>. Um dos que mais desperta preocupação é que a suplementação interfira na eficácia do tratamento padrão.</p>



<p>A erva-de-são-joão (não tão comum no Brasil, mas bastante utilizada em outros países para combater sintomas da menopausa e de transtornos depressivos), por exemplo,<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6133076/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> pode interagir com o tamoxifeno, prejudicando sua atuação no organismo.</u></a></p>



<p>Outro ilustrativo desse problema é <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7062457/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>baseado em um estudo</u></a> que tentou entender se o uso de suplementos com antioxidantes (vitaminas A e E, carotenóides e coenzima Q10) traria riscos para pacientes seguindo determinados regimes quimioterápicos.</p>



<p>A partir da comparação entre grupos de mulheres que fizeram ou não o uso dos suplementos, foi possível concluir que a utilização desses produtos elevou em 41% o risco de recorrência da doença. Ainda que pequeno, os responsáveis pelo estudo apontam que os resultados reforçam a precaução necessária na introdução da suplementação concomitante ao tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como reduzir a chance de problemas com a suplementação durante o tratamento de câncer de mama?</h2>



<p><strong>Manter contato com o médico responsável pelo acompanhamento e informá-lo sobre qualquer suplemento que você pretenda tomar é a recomendação-chave para evitar problemas</strong>. Dessa forma, o profissional pode avaliar a necessidade da suplementação, considerando possíveis benefícios, interações medicamentosas e efeitos colaterais. Além disso, redobre a atenção para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ter garantia sobre a procedência do suplemento alimentar.</li>
<li>Não confiar em produtos que prometem benefícios mirabolantes ou curas milagrosas.</li>
<li>Evitar misturar diversos suplementos.</li>
<li>Seguir as recomendações máximas para o uso de cada suplemento.</li>
<li>Antes de uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/"><u> cirurgia ou qualquer outro procedimento médico</u></a>, consultar o profissional sobre a necessidade de interromper o uso desses suplementos.</li>
<li>Jamais substituir as medicações prescritas pelo seu médico por qualquer suplemento.</li>
</ul>



<p>Embora envolta em controvérsias (e muitas vezes, em alguns mitos), <strong>a suplementação durante o tratamento de câncer de mama pode ter o seu lugar e oferecer à paciente benefícios capazes de contribuir com sua qualidade de vida</strong>. É preciso sempre considerar os riscos de efeitos colaterais e possíveis prejuízos sobre as terapias convencionais. Na dúvida, converse sempre com seu médico sobre seus receios e preocupações.</p>



<p><strong>Para contornar as dificuldades com a alimentação que podem surgir durante o tratamento de câncer de mama, confira algumas </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentacao-tratamento-cancer-mama/"><u><strong>dicas valiosas para atravessar esse período.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementacao-tratamento-cancer/">A suplementação durante o tratamento do câncer de mama faz diferença?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementacao-tratamento-cancer/">A suplementação durante o tratamento do câncer de mama faz diferença?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Toxicidade financeira: o impacto financeiro do câncer de mama na vida das pacientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2023 11:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida.]]></category>
		<category><![CDATA[toxicidade financeira]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conceito de toxicidade financeira aborda os efeitos do impacto financeiro do câncer de mama em quem recebe o diagnóstico da doença Dia após dia se discute como o diagnóstico de um tumor na mama traz impactos significativos em diversas dimensões, seja do ponto de vista fisiológico, seja no âmbito psicológico. Entretanto, ao mesmo tempo em que as alternativas terapêuticas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O conceito de toxicidade financeira aborda os efeitos do impacto financeiro do câncer de mama em quem recebe o diagnóstico da doença</em></p>



<p>Dia após dia se discute como o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/"><u>diagnóstico de um tumor na mama </u></a>traz impactos significativos em diversas dimensões, seja do ponto de vista fisiológico, seja no âmbito psicológico. <strong>Entretanto, ao mesmo tempo em que as alternativas terapêuticas crescem, o impacto financeiro do câncer de mama decorrente das despesas com o tratamento pode prejudicar a qualidade de vida da paciente</strong>.</p>



<p><strong>Foi nesse contexto que o conceito de toxicidade financeira surgiu. Ele engloba os efeitos das complicações geradas pelos custos do tratamento.</strong> De um lado, eles podem comprometer significativamente qualquer planejamento financeiro da mulher, levando-a a contrair dívidas para arcar com essas despesas. De outro, a falta de recursos pode prejudicar o acesso às melhores opções de cuidado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O conceito de toxicidade financeira</h2>



<p><strong>As alternativas mais modernas para lidar com um câncer de mama vão desde fármacos recém-lançados no mercado até </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biopsia-liquida/"><u><strong>novas técnicas de diagnóstico e caracterização da doença.</strong></u></a><strong> Porém, à medida que adotam esses avanços, os serviços de saúde repassam os custos para as pacientes.</strong></p>



<p><strong>Diante disso, arcar com os custos de um tratamento oncológico pode provocar sentimentos negativos que se refletem no bem-estar e na condição clínica da paciente. A partir de então, o termo toxicidade financeira começou a ser usado para descrever esse fenômeno.</strong> O conceito surgiu em 2009, nos Estados Unidos. Outras designações comuns para esse problema são estresse financeiro, sobrecarga financeira e angústia financeira.</p>



<p>Não é raro que uma paciente com um tumor na mama tenha que combinar diversas intervenções (como quimioterapia, cirurgia, radioterapia, hormonioterapia, entre outras). Logo, os reflexos financeiros do tratamento de um câncer tendem a ser maiores do que aqueles percebidos em outras condições de saúde.</p>



<p><strong>Em um exemplo simples, alguém que sofre com impacto financeiro do câncer de mama pode postergar a realização de novas consultas (inclusive com outros especialistas aliados do tratamento) ou não conseguir usar determinada medicação.</strong> Progressivamente, essa paciente pode ver seu padrão de vida cair, afetando até mesmo a capacidade de fazer frente às despesas básicas (como alimentação, por exemplo).</p>



<p>Quem tem um plano de saúde pode ter que arcar com despesas de coparticipação ou com uma mensalidade elevada para manter o serviço. Quem depende sobretudo do serviço público pode ver os custos repassados na forma de elevação de impostos (distribuídos entre toda a sociedade) ou na redução da qualidade da assistência prestada.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/acompanhamento-pos-cancer-mama/">O que precisa ser levado em conta no acompanhamento pós-câncer de mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O tamanho do impacto financeiro do câncer de mama</h2>



<p>Com o tempo, diversos estudos passaram a analisar de perto o impacto da toxicidade financeira na qualidade de vida e na efetividade de um tratamento. Assim, instrumentos estatísticos foram desenvolvidos para mensurar esse efeito adverso.</p>



<p>O principal deles é o COST, sigla em inglês para <a href="https://www.facit.org/_files/ugd/c0dc3a_c502f8b06b4445f0a09fdc26383ff96a.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Comprehensive Score for Financial Toxicity &#8211; Functional Assessment of Chronic Illness Therapy.</u></em></a> Ele é composto por um questionário que mapeia como o tratamento de uma doença está influenciando na capacidade financeira e sobre os sentimentos que isso desperta.</p>



<p>Foi a partir do COST que um estudo brasileiro mensurou o tamanho da toxicidade financeira em pacientes de uma instituição privada de saúde. Foram coletadas respostas de mais de 900 mulheres, que responderam também um segundo questionário sobre o tema.</p>



<p>Os resultados foram <a href="https://www.annalsofoncology.org/article/S0923-7534(22)00611-1/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>apresentados em 2022 em um congresso da European Society of Medical Oncology</u></em><u>. </u></a><strong>A conclusão foi de que mulheres a partir de 65 anos apresentaram um impacto financeiro negativo diante de tumor que alcançou, na média, uma escala de 2,3 vezes. Tal prejuízo foi ainda maior nas mulheres não-brancas. O crescimento no prejuízo financeiro foi mais elevado também em mulheres desempregadas, em licença-médica do trabalho ou que consideravam seu estado de saúde ruim.</strong></p>



<p>A amplitude da toxicidade financeira entre as pacientes com câncer de mama foi demonstrada também pelas conclusões de um <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2801099" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>artigo divulgado no começo de 2023</u></a>. A publicação mapeou a literatura sobre o tema.</p>



<p><strong>A partir dos dados coletados, os autores concluíram que os relatos de estresse financeiro relacionado ao câncer atingiam quase 80% das pacientes em países de renda baixa ou média (como o Brasil). Em países com alto nível de renda, esse patamar foi de 30%.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Recomendações para mitigar os danos provocados pelo estresse financeiro</h2>



<p>Os impactos financeiros do câncer de mama variam de pessoa para pessoa<strong>. Como não poderia deixar de ser, uma série de aspectos influencia no tamanho do dano gerado pela toxicidade financeira. Entre alguns fatores preponderantes estão idade, etnia, a gravidade da doença e os tratamentos necessários.</strong></p>



<p>Além disso, a dificuldade em manter o emprego devido à doença, a falta de acesso a reservas financeiras e outras responsabilidades (como criar um filho, por exemplo) podem elevar ainda mais o comprometimento financeiro do paciente.</p>



<p>Do mesmo modo, as alternativas para contornar ou minimizar tais reflexos mudam conforme o caso. <strong>Em primeiro lugar, uma recomendação geral é </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/"><u><strong>conversar sempre com o médico</strong></u></a><strong> sobre as preocupações relativas às questões financeiras do tratamento. Isso permitirá ao profissional entender de que forma esses obstáculos podem estar afetando a condição clínica.</strong></p>



<p>Da mesma forma, quem usa um plano de saúde pode recorrer a alguém de confiança para esclarecer as cobranças feitas e identificar possíveis alternativas. Quem conta com assistência financiada pelo empregador pode discutir o assunto com o departamento de recursos humanos também.</p>



<p>No mais, algumas organizações sem fins lucrativos mantêm redes de assistência para orientar e fornecer suporte para pacientes com câncer. Desse modo, é possível navegar com mais segurança entre as alternativas disponíveis.</p>



<p><strong>Portanto, diante dos prejuízos à qualidade de vida e à condição clínica, acompanhar o impacto financeiro do câncer de mama deve seguir o mesmo rigor considerado diante dos demais efeitos colaterais do tratamento. </strong>Com isso, é possível reduzir o dano da toxicidade financeira e garantir de forma transparente os melhores recursos diante do quadro diagnosticado.</p>



<p>Para reforçar o bem-estar durante o tratamento, veja <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dicas-para-cuidar-da-saude-mental-durante-tratamento-de-cancer-de-mama/"><u>algumas dicas que ajudam, a fortalecer a saúde mental nesse período.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/impacto-financeiro-cancer-mama/">Toxicidade financeira: o impacto financeiro do câncer de mama na vida das pacientes</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/impacto-financeiro-cancer-mama/">Toxicidade financeira: o impacto financeiro do câncer de mama na vida das pacientes</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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