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	<title>tumor - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>tumor - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Quais as características de um carcinoma ductal invasivo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[ductos mamários]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O carcinoma ductal invasivo é uma das formas mais comuns de câncer de mama, respondendo por oito a cada 10 casos da doença. O carcinoma ductal invasivo é um dos tipos mais comuns de câncer de mama. De acordo com a American Cancer Society, esse tipo de neoplasia é responsável por oito em cada dez casos da doença. Embora possa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O carcinoma ductal invasivo é uma das formas mais comuns de câncer de mama, respondendo por oito a cada 10 casos da doença.</em></p>



<p>O carcinoma ductal invasivo é um dos tipos mais comuns de câncer de mama. <strong>De acordo com a American Cancer Society, esse tipo de neoplasia é responsável por</strong><a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/about/types-of-breast-cancer/invasive-breast-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong> oito em cada dez casos da doença</strong></u></a><strong>.</strong> Embora possa ser adequadamente tratado, não é raro que ele se espalhe em direção aos linfonodos e outras partes do corpo.</p>



<p>Como sempre, <strong>o diagnóstico precoce de um carcinoma ductal invasivo faz toda a diferença.</strong> Pensando nisso, reunimos abaixo tudo o que você precisa saber sobre essa manifestação relativamente frequente de um câncer de mama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como um carcinoma ductal invasivo evolui?</h2>



<p>Um carcinoma ductal invasivo surge a partir de alterações das células dos ductos mamários (o que explica o seu nome). Essas estruturas são responsáveis por transportar o leite produzido nos lóbulos mamários até os mamilos. Ou seja, <strong>isso diferencia os carcinomas ductais dos </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/"><strong>carcinomas lobulares</strong></a>, que são aqueles que se desenvolvem justamente a partir dos lóbulos das mamas.</p>



<p><strong>O termo invasivo (ou infiltrante) refere-se ao fato de que esse tipo de tumor se espalha por todos os tecidos ao redor do seu local de origem, em contraste com o que acontece em um tumor </strong><em><strong>in situ</strong></em>. Assim sendo, o tumor invasivo rompe a parede dos ductos e atinge a camada adiposa da mama. Às vezes, com a progressão da doença, as células cancerígenas caem na corrente sanguínea ou no sistema linfático e atingem outras partes do corpo.</p>



<p>Vale considerar ainda que existem diversos subtipos de carcinomas ductais invasivos. A maior parte dessas classificações diz respeito ao padrão de proliferação das células cancerígenas, o que só pode ser notado por meio de exames laboratoriais específicos.</p>



<p><strong>Um tumor do tipo pode ser classificado também conforme o grau (em escala que vai de 1 a 3) de diferenciação das células, o que influencia na velocidade de disseminação da doença e a chance que ela tem de se espalhar pelo corpo.</strong></p>



<p>Para ilustrar isso, considere que um carcinoma grau 1 tem células pouco diferenciadas daquelas saudáveis, fazendo com que o tumor se prolifere de forma mais lenta. No sentido oposto, um carcinoma grau 3 tem células bastante diferenciadas em relação àquelas sadias, acelerando sua replicação. Logo, em tese, doenças com grau maior são mais agressivas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode influenciar na chance de ter um carcinoma ductal invasivo?</h2>



<p>Como todo câncer, um carcinoma ductal invasivo é resultado de uma interação extremamente complexa de uma série de aspectos ao longo da vida. Muitas dessas conexões ainda não são bem esclarecidas pela ciência.</p>



<p>De qualquer forma, os <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/">fatores de risco</a> associados a chance de ter a doença são aqueles já relativamente conhecidos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tabagismo;</li>
<li>Uso abusivo de álcool;</li>
<li>Sobrepeso e obesidade;</li>
<li>Primeira menstruação precoce e menopausa tardia;</li>
<li>Nunca ter engravidado ou ter tido uma gestação em uma idade mais avançada;</li>
<li>Histórico familiar e a presença de mutações em determinados genes (como o BRCA e o p53, entre outros).</li>
</ul>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/">Aspectos relevantes de um carcinoma lobular invasivo da mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais os sinais e sintomas desse tipo de câncer de mama?</h2>



<p>Quando ainda está em estágios iniciais<strong>, um carcinoma ductal invasivo pode ser assintomático</strong>. Nesses casos, a suspeita da doença surge apenas diante da realização de exames de rotina que identificam alterações na mama.</p>



<p>Entretanto, com o avanço da doença a mulher pode experimentar<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u> sinais e sintomas</u></a> que indicam que algo não vai bem. A presença de um<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u> nódulo na mama </u></a>costuma ser o principal deles, mas não é o único. É possível notar também:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inchaço na mama (em toda ela ou somente em partes);</li>
<li>Irritação e outras alterações na pele dos seios (muitas vezes fazendo com que ela fique com aspecto que lembra uma casca de laranja);</li>
<li>Mamilos invertidos;</li>
<li>Secreção mamilar (que não seja leite materno, claro);</li>
<li>Caroços na região das axilas.</li>
</ul>



<p>Dessa maneira, diante dessas manifestações, é essencial procurar ajuda médica. <strong>Os recursos utilizados para confirmar ou descartar a possibilidade de um carcinoma ductal invasivo são aqueles de praxe: exames de imagem (como mamografias, </strong><strong>ultrassonografias</strong><strong> e </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u><strong>ressonâncias</strong></u></a><strong>) e, se necessário, uma biópsia.</strong></p>



<p>Se confirmado o diagnóstico, esses exames também serão relevantes para o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u>estadiamento do tumor.</u></a> A definição do estágio do tumor é indispensável para orientar a melhor abordagem terapêutica para combater a doença.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as opções de tratamento mais utilizadas?</h2>



<p>Em resumo, há várias alternativas de tratamento para um carcinoma ductal invasivo. <strong>A decisão por cada opção depende da localização e do tamanho do tumor, bem como da condição geral da saúde da paciente e das preferências do profissional responsável pelo atendimento. </strong>De todo modo, as abordagens mais frequentes englobam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cirurgias,</strong> que removem parte ou todo o tecido da mama. Além disso, pode ser feita também uma ressecção dos<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfonodos-mama/"><u> linfonodos sentinelas </u></a>para saber se o câncer já se espalhou;</li>
<li><strong>Quimioterapia</strong>, geralmente utilizada de forma neoadjuvante (ou seja, antes da cirurgia para reduzir o tamanho do tumor);</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/"><strong>Radioterapia</strong></a>, na maioria das vezes adotada depois da cirurgia para eliminar células cancerígenas que tenham permanecido no organismo, reduzindo a chance de recidivas;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><strong>Hormonioterapia</strong></a>, empregada quando o tumor tem receptores de hormônios, justamente para bloquear a atividade hormonal que faz as células cancerígenas se multiplicarem;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/"><strong>Terapias-alvo</strong></a><strong>, </strong>que se concentram em uma característica específica do tumor (como a presença de uma proteína, por exemplo) para atacá-lo;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imunoterapia-para-cancer-de-mama-como-e-indicacoes/"><u><strong>Imunoterapia</strong></u></a><strong>,</strong> onde determinados medicamentos são utilizados para ajudar o sistema imune a combater o tumor. Em muitos casos, a imunoterapia é administrada em conjunto com a quimioterapia.</li>
</ul>



<p><strong>Com a detecção precoce e os tratamentos adequados, um carcinoma ductal invasivo tem boas chances de cura (muitas vezes acima dos 90% em casos identificados em estágio inicial) e altas taxas de sobrevida.</strong> Portanto, é importante manter o acompanhamento médico adequado e investir em medidas que permitam um diagnóstico ágil da doença.</p>



<p><strong>Aproveite e saiba mais agora sobre como funciona o tratamento de um </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-papilifero-mama/"><u><strong>carcinoma papilífero de mama, forma extremamente rara da doença que pode evoluir de forma invasiva.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-ductal-invasivo/">Quais as características de um carcinoma ductal invasivo?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-ductal-invasivo/">Quais as características de um carcinoma ductal invasivo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Ressonância magnética das mamas: como é este exame e quando é necessário fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[mamas]]></category>
		<category><![CDATA[ressonância magnética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais sensível que a ultrassonografia e a mamografia, a ressonância magnética das mamas pode ser um recurso importante no diagnóstico do câncer de mama A ressonância magnética das mamas costumam ser um exame com mais sensibilidade para identificar alterações que possam indicar a presença de um tumor. Dessa forma, seus resultados podem ir além daqueles oferecidos por alternativas com ultrassonografias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais sensível que a ultrassonografia e a mamografia, a ressonância magnética das mamas pode ser um recurso importante no diagnóstico do câncer de mama</em></p>



<p>A ressonância magnética das mamas costumam ser um exame com mais sensibilidade para identificar alterações que possam indicar a presença de um tumor. Dessa forma<strong>, seus resultados podem ir além daqueles oferecidos por alternativas com ultrassonografias e tomografias.</strong></p>



<p>Com isso, vale entender melhor como funciona esse exame de imagem, o que seus resultados permitem avaliar, quais são as indicações para ele, além dos cuidados para a preparação prévia e eventuais obstáculos que impedem a adoção desse recurso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como funciona um exame de ressonância magnética?</h2>



<p><strong>Um exame de ressonância magnética é um recurso que permite a captura de imagens em alta definição de órgãos e tecidos tanto em 2D quanto em 3D</strong>. É um exame não invasivo e indolor. Além disso, diferente da tomografia, o equipamento não emite radiação e o contraste (quando necessário) gera, na média, menos reações indesejadas no paciente.</p>



<p>Para isso, a ressonância magnética usa um tubo, no qual circulam ondas de rádio e campos magnéticos, que na interação com os órgãos e tecidos conseguem formar as imagens desejadas para avaliação médica apropriada.</p>



<p>A ressonância magnética tem uma gama variada de aplicações na medicina atual. De qualquer forma, ela é utilizada para <strong>analisar suspeitas ou auxiliar na confirmação de diagnósticos de inúmeras condições</strong>, que vão de acidentes vasculares cerebrais em estágios iniciais até lesões nas articulações, passando, é claro, por neoplasias em diferentes partes do corpo, incluindo as mamas.</p>



<p>Seja como for, vale reforçar que, em geral, a ressonância não é utilizada como exame em uma rotina de rastreamento de casos de câncer. As razões para isso envolvem o alto custo desse recurso e a baixa especificidade em determinados contextos, fazendo com que nem sempre as lesões identificadas sejam efetivamente tumores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais as indicações para ressonância magnética das mamas</h2>



<p><strong>Apesar da maior sensibilidade em relação a alternativas como a ultrassonografia e a mamografia, o exame de ressonância das mamas tem indicações muito precisas.</strong> Por isso, ele é quase sempre empregado para determinar a extensão do tumor, a caracterização da natureza de determinados tecidos ou ainda no rastreio em pacientes com risco maior de desenvolver esse tipo de neoplasia. A partir disso, as <a href="https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/145-ressonancia-magnetica-das-mamas-quando-e-porque" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>condições que geralmente levam a solicitação desse tipo de exame de imagem são</u></a>:</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Estadiamento pré-operatório</h3>



<p>A ressonância magnética das mamas nesse contexto parece oferecer benefícios principalmente para avaliação de tumores em mamas muito densas ou na presença de um carcinoma lobular ou um carcinoma ductal in situ. Por outro lado, parece haver uma relação maior entre ressonâncias pré-operatórias e mastectomias desnecessárias, o que exige um cuidado nessa indicação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Rastreamento em pacientes de alto risco</h3>



<p>Nesse grupo devem ser incluídas mulheres com risco acrescido de desenvolver câncer nas mamas superior a 20%. É o caso, por exemplo, de portadoras da mutação BRCA ou com fortes antecedentes hereditários, além de outras condições que possam predispor a uma chance maior da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Avaliação de outros exames de imagem</h3>



<p>Certas mamografias podem ser esclarecidas mediante indicação de ressonância magnética, embora isso deve ser restrito a um número pequeno de casos. Em determinados contextos, é mais produtivo solicitar uma nova mamografia.</p>



<p>Outras condições pontuais para a utilização do recurso envolvem avaliação da efetividade de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dicas-para-cuidar-da-saude-mental-durante-tratamento-de-cancer-de-mama/"><u>tratamentos </u></a>quimioterápicos neoadjuvantes, suspeita de problemas com prótese de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-de-celulas-grandes-e-silicone"><u>silicone</u></a> e acompanhamento do processo de cicatrização de cirurgias reconstrutivas da mama.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/">Como é feita a radioterapia na mama? Veja como funciona!</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como é feita a avaliação dos resultados?</h2>



<p>Para facilitar o trabalho de médicos e demais profissionais de saúde envolvidos na condução e padronizar laudos de avaliação de exames de imagem existe um sistema de classificação chamado de BI-RADS (siglas em inglês para Sistema de Relatórios e Dados de Imagem da Mama).</p>



<p>O BI-RADS foi desenvolvido pelo <a href="https://www.acr.org/Clinical-Resources/Reporting-and-Data-Systems/Bi-Rads" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>American College of Radiology</u></a> e, em linhas gerais, fornece diretrizes para comunicar de forma sistemática os achados observados nas imagens coletadas, bem como o grau de certeza daquilo que foi encontrado.</p>



<p>Com o laudo em mãos, <strong>o médico é capaz de orientar a melhor conduta, seja na indicação do tratamento, seja na necessidade de novos exames.</strong> A escala da classificação vai de 0 a 6. De forma resumida, cada grau da escala indica:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>BI-RADS 0:</strong> achado que exige um exame adicional de imagem;</li><li><strong>BI-RADS 1:</strong> negativo, sem nenhuma anormalidade visível;</li><li><strong>BI-RADS 2:</strong> formação benigna que não traz riscos;</li><li><strong>BI-RADS 3:</strong> achado provavelmente benigno;</li><li><strong>BI-RADS 4:</strong> resultado que exige a realização de uma biópsia para avaliar o tecido;</li><li><strong>BI-RADS 5:</strong> achado altamente suspeito, com exigência de biópsia;</li><li><strong>BI-RADS 6:</strong> câncer já conhecido, previamente diagnosticado.</li></ul>



<p>Vale reforçar que a indicação do BI-RADS é uma informação técnica presente nos laudos, que devem ser interpretados pelo médico. Somente ele é capaz de esclarecer todos os pontos relativos ao quadro e apontar quais as perspectivas e possibilidades a partir do que foi encontrado nas imagens.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como deve ser o preparo para esse exame?</h2>



<p>Por mais que sejam não invasivos e indolores, os exames de ressonância magnética demandam alguns cuidados prévios. <strong>Eles normalmente são feitos em clínicas, laboratórios ou hospitais e exigem que a paciente fique posicionada em um túnel por um período que varia entre 30 e 60 minutos, com os seios encaixados nos orifícios da maca, conforme orientação do responsável pelo exame.</strong></p>



<p>Quem sofre com claustrofobia ou tem desconforto diante de locais pequenos pode sofrer algum incômodo. Nesses casos, o médico pode prescrever um sedativo para reduzir a sensação desagradável. Outro aspecto que pode perturbar é o barulho das máquinas: nesses casos, tampões de ouvido podem ajudar.</p>



<p>Além disso, diante da necessidade de aplicação de contraste intravenoso, é necessário ficar em jejum nas horas anteriores ao exame. Por fim, é importante redobrar o cuidado com qualquer objeto metálico no corpo (como joias, por exemplo), para que isso não prejudique o funcionamento da máquina ou provoque lesões.</p>



<p>Embora existam fortes evidências das vantagens da utilização adequada das diretrizes que prevejam a utilização da ressonância magnética nas mamas, essa não é a realidade no dia a dia, inclusive no Brasil.<strong> Estudos indicam que o </strong><a href="https://www.scielo.br/j/rb/a/ZDX7D7gV8zWDQ7PQrPVgPgR/?lang=pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>recurso é menos aplicado do que deveria.</strong></u></a>Em um contexto no qual mais de <a href="https://www.inca.gov.br/estimativa/sintese-de-resultados-e-comentarios#:~:text=Para%20o%20Brasil%2C%20estimam%2Dse,mil%20mulheres%20(Tabela%201)." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>66 mil mulheres por ano foram diagnosticadas com neoplasias mamárias no triênio 2020-22</u></a>, certamente há espaço para que muitos casos se beneficiem de abordagens que lancem mão do uso da ressonância magnética em algum estágio do acompanhamento.</p>



<p><em>Que tal saber mais sobre o</em><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama/"><em><u> câncer de mama conhecendo sobre 9 mitos e verdades sobre essa doença?</u></em></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">Ressonância magnética das mamas: como é este exame e quando é necessário fazer?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">Ressonância magnética das mamas: como é este exame e quando é necessário fazer?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Veja o que você precisa saber sobre papiloma intraductal</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/papiloma-intraductal/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=papiloma-intraductal</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 11:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[biópsia.]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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		<category><![CDATA[papiloma intraductal]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Papilomas são encontrados nos ductos mamários e em geral são benignos, mas podem indicar uma chance maior de desenvolver câncer Quando se pensa na saúde das mamas, o diagnóstico de um câncer costuma ser a principal preocupação. Contudo, tal receio, totalmente justificado, não pode negligenciar o espectro de condições que pode afetar os tecidos dessa região do corpo. É o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Papilomas são encontrados nos ductos mamários e em geral são benignos, mas podem indicar uma chance maior de desenvolver câncer</em></p>



<p>Quando se pensa na saúde das mamas, o diagnóstico de um<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tipos-de-cancer-de-mama-conheca/"><u> câncer</u></a> costuma ser a principal preocupação. Contudo, tal receio, totalmente justificado, <strong>não pode negligenciar o espectro de condições que pode afetar os tecidos dessa região do corpo. É o caso, por exemplo, do papiloma intraductal.</strong></p>



<p>Diante disso, é essencial que pacientes (e, claro, profissionais de saúde) saibam identificar as apresentações desse tipo de formação, causas, formas de diagnóstico e intervenções necessárias para uma conduta adequada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal, o que é um papiloma intraductal?</h2>



<p><strong>Papilomas intraductais são um tipo de tumor benigno que se desenvolve nos ductos mamários, </strong>estruturas responsáveis por transportar o leite materno dos lobos dos seios ao mamilo, garantindo a alimentação do bebê nos períodos em que a mulher está amamentando. Na maioria das vezes, eles são assintomáticos. Em geral, papilomas solitários se formam nos ductos centrais maiores, próximo ao mamilo. Os papilomas múltiplos, por sua vez, são mais comuns em ductos periféricos, afastados do mamilo. Em alguns casos, a presença de um ou mais papilomas intraductais pode<strong> provocar alterações no aspecto do mamilo ou ainda a excreção de sangue ou líquido pelo local. Papilomas maiores também podem ser palpáveis ou provocarem dor.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as causas dessa formação?</h2>



<p><strong>Os papilomas nessa região da mama se formam como resultado da proliferação benigna das células epiteliais que revestem o interior dos ductos</strong>, devido a alterações genéticas e hormonais das mais diversas naturezas. Mulheres de todas as faixas etárias podem desenvolver papilomas intraductais. A incidência parece ser <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK519539/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>maior entre aquelas com idade entre 35 e 55 anos.</u></a> Em homens,<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28353086/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> as manifestações desse tipo de alteração são epidemiologicamente insignificantes.</u></a></p>



<p><strong>Em certa medida, o desenvolvimento dos papilomas intraductais se assemelha aos estágios iniciais do câncer de mama.</strong> É geralmente nos ductos mamários que tumores malignos se iniciam, antes de se espalhar para o restante do tecido mamário. Logo, é natural que muitas mulheres se questionem se a presença de um papiloma intraductal pode indicar uma chance maior de desenvolver uma neoplasia maligna na mama. Por isso, vale reforçar que, enquanto um papiloma solitário não está associado a um risco maior de desenvolver um câncer na mama (a menos que esteja acompanhado de outras alterações, como hiperplasia mamária ou um a um carcinoma ductal in situ), <strong>a presença de múltiplos papilomas parece indicar uma chance maior de desenvolver esse tipo de tumor em algum momento da vida.</strong></p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama/">9 mitos e verdades sobre o câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o diagnóstico?</h2>



<p><strong>Normalmente, os papilomas intraductais aparecem como alterações em exames de imagens (como ultrassonografias e mamografias).</strong> Esses exames são realizados como parte da rotina de rastreamento ou diante de queixas das pacientes, seja por alterações no mamilo, seja pela identificação de alguma alteração percebida na autoavaliação de aspectos da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u>saúde das mamas.</u></a></p>



<p>Nas mamografias, os papilomas intraductais aparecem como uma massa oval ou circular bem circunscrita ou com margens indefinidas. Além disso, pode haver sinais de microcalcificações. De qualquer forma, vale reforçar a possibilidade de haver quadros que permanecem ocultos nas mamografias<strong>. Em complemento, uma ductografia pode ser solicitada. </strong>Por meio desse exame, uma agulha insere contraste nos ductos mamários, facilitando a visualização de alterações no raio-X.</p>



<p><strong>Por fim, se a associação de sintomas e os achados dos exames de imagem despertam preocupação adicional, pode ser solicitado uma biópsia para confirmar tal diagnóstico.</strong> Normalmente,<a href="https://www.cancer.org/cancer/breast-cancer/screening-tests-and-early-detection/breast-biopsy.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> métodos menos invasivos </u></a>são escolhidos para coletar a amostra de tecido, mas, em alguns casos, pode ser necessário fazer uma cirurgia para isso (método mais invasivo).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as intervenções necessárias?</h2>



<p>Confirmada a presença de um ou mais papilomas intraductais, é preciso avaliar o quadro para determinar quais as abordagens adequadas. Em geral, <strong>intervenções são feitas de acordo com o tamanho, a quantidade de alterações diagnosticadas e a presença ou não de sintomas, bem como a intensidade dessas manifestações.</strong></p>



<p>Em casos mais simples, onde não há sintomas e nem proliferação de inúmeros papilomas, o responsável pelo caso pode indicar apenas que seja feita a observação e o acompanhamento da evolução do quadro.</p>



<p>Quando a presença da lesão está associada com outras alterações, o médico pode recomendar uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/"><u> intervenção cirúrgica</u></a> para extração de todos os papilomas. Contudo, tal método restringe-se apenas à retirada completa das alterações identificadas e das áreas adjacentes, sem comprometer as áreas saudáveis do tecido da mama.</p>



<p>Independentemente da conduta adotada, o diagnóstico de um papiloma intraductal <strong>deve ser acompanhado da forma mais tranquila e serena possível, principalmente pelo caráter majoritariamente benigno dessas manifestações</strong>. Com uma avaliação cuidadosa, o profissional responsável será capaz de fornecer as orientações necessárias, esclarecer dúvidas e indicar a conduta adequada caso a caso.</p>



<p><em>Aproveite e entenda como o </em><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/"><em><u>ultrassom das mamas e das axilas auxilia na detecção de alterações mamárias.</u></em></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/papiloma-intraductal/">Veja o que você precisa saber sobre papiloma intraductal</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/papiloma-intraductal/">Veja o que você precisa saber sobre papiloma intraductal</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Câncer de mama HER2 positivo: o que isso indica?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 11:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[biopsia]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[chances de cura]]></category>
		<category><![CDATA[estrogenio]]></category>
		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
		<category><![CDATA[progesterona]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[receptores hormonais]]></category>
		<category><![CDATA[recidiva]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução da mama]]></category>
		<category><![CDATA[subtipos de câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[T-DM1.]]></category>
		<category><![CDATA[tecido mamário]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>HER2 positivo é um dos subtipos mais agressivos de câncer de mama e requer tratamento e medicamentos específicos O diagnóstico de câncer de mama descortina uma grande variedade de termos médicos que muitas vezes deixam as pacientes com dúvidas. Um desses termos associados à nomenclatura da doença é o HER2 positivo. Segundo as estatísticas divulgadas pela Agência Internacional de Pesquisa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>HER2 positivo é um dos subtipos mais agressivos de câncer de mama e requer tratamento e medicamentos específicos</em></p>



<p>O diagnóstico de <strong>câncer de mama</strong> descortina uma grande variedade de termos médicos que muitas vezes deixam as pacientes com dúvidas. Um desses termos associados à nomenclatura da doença é o <strong>HER2 positivo</strong>.</p>



<p>Segundo as estatísticas divulgadas pela <a href="https://www.iarc.who.int/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC</u></a>), órgão vinculado a <a href="https://www.who.int/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Mundial da Saúde (OMS)</u></a>, o câncer de mama é a forma de câncer mais comumente diagnosticada em todo o planeta. No entanto, é preciso compreender que existem diversos subtipos de câncer de mama caracterizados de acordo com as especificações de cada<strong> tumor</strong>, o câncer de mama HER2 positivo é um desses subtipos.</p>



<p>De acordo com o subtipo do câncer de mama, o <strong>mastologista</strong> responsável pelo acompanhamento da paciente pode adotar as opções de <strong>tratamento </strong>e estratégias mais recomendadas para obtenção dos melhores resultados conforme o quadro clínico de cada mulher.</p>



<p>Para ajudar a entender mais sobre o câncer de mama HER2 positivo e tirar suas principais dúvidas sobre o assunto preparamos uma FAQ (<em>Frequently Asked Questions</em> ou Perguntas Frequentes).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que significa HER2 positivo?</h2>



<p>A sigla HER2 é abreviação de <em>Human Epidermal growth factor Receptor-type</em> 2 que pode ser traduzido como “receptor tipo 2 do fator de crescimento epidérmico humano”.</p>



<p>O HER2 é uma proteína com um importante papel relacionado ao crescimento e desenvolvimento epidérmico dos seres humanos, entre elas as células que compõem o <strong>tecido mamário</strong>. Contudo, quando em níveis mais elevados do que os normais, esta proteína pode ser hostil ao organismo humano levando a formação do tumor cancerígeno, o câncer de mama HER2 positivo.</p>



<p>Esse é um dos subtipos mais agressivos de <strong>câncer de mama</strong> e requer tratamento e medicamentos específicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como são as classificações moleculares de câncer de mama?</h2>



<p>A classificação molecular do câncer de mama é caracterizada pela presença quantitativa de HER2 e também dos <strong>receptores hormonais</strong> de <strong>estrogênio</strong> e/ou <strong>progesterona </strong>nas células do tumor. Assim temos como possíveis classificações moleculares:</p>



<h3 class="wp-block-heading">HER2</h3>



<p>Possuem a expressão da proteína HER2 (HER2 positivo ou 3+), que podem ou não ter expressão de receptores hormonais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">HER2 LOW</h3>



<p>É um novo subtipo, caracterizado como positividade de 1+ na análise imunohistoquímica ou 2+ com teste de hibridização in situ para HER-2 negativo. Antes, essa população era classificada como negativa para fins terapêuticos. Hoje, esse grupo de pacientes foram redefinidos e vislumbram uma nova possibilidade de tratamento, de acordo com estudos em andamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Luminal A</h3>



<p>Têm crescimento celular lento, não possuem a expressão de HER2, sendo conhecidos, portanto, como HER2 negativo; apresentam muitos receptores hormonais;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Luminal B</h3>



<p>Apresentam do mesmo modo que o Luminal A receptores hormonais positivos e também são HER2 negativo, no entanto, apresentam um nível de crescimento celular mais acelerado;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Triplo Negativo</h3>



<p>Não apresenta nem a expressão de HER2, nem de estrogênio e progesterona.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/">Para que serve a Biópsia das Mamas?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o diagnóstico?</h2>



<p>O diagnóstico do subtipo de câncer mama HER2 positivo é realizado por meio da análise molecular de imunohistoquímica do fragmento de biopsia e serve como guia para que o mastologista possa orientar a paciente acerca do<strong> tratamento </strong>individualizado mais adequado para o seu quadro.</p>



<p>Os resultados da biópsia podem variar em uma escala de 0 a 3+. Em casos que os resultados forem 0 é considerado como HER2 negativo, se o resultado for HER2 1+ ou 2+ com teste negativo de hibridização in situ para HER-2, é considerado como HER2-Low. Já resultados com +2 apontam que o subtipo do câncer não tem o status definido e, portanto, será preciso realizar um novo exame, que consistiria na hibridização in situ do HER2. Quando ocorrem resultados 3+ é considerado um câncer de mama do tipo HER2 positivo.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/">Cirurgia para câncer de mama: quais as opções de tratamento cirúrgico?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as opções de tratamento de câncer de mama HER2 positivo?</h2>



<p>Como aponta o <a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer (Inca)</u></a>, atualmente existem tratamentos específicos para pacientes diagnosticados com câncer de mama HER2 positivo com resultados expressivos.</p>



<p>As opções de tratamento devem ser determinadas de acordo com as características biológicas do tumor, o <strong>estadiamento do câncer, </strong>além de fatores como idade, comorbidades, menopausa, assim como as preferências da paciente.</p>



<p>Entre as possibilidades de tratamento do câncer de mama HER2 positivo temos os tratamentos local e sistêmico. O tratamento local compreende cirurgia para remoção do tumor associada a <strong>radioterapia</strong> e também <strong>reconstrução da mama</strong>. Enquanto o tratamento sistêmico envolve a realização de <strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/">quimioterapia</a></strong>, terapia biológica e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/">hormonioterapia</a>.</p>



<p>A <strong>terapia alvo</strong>, por meio de medicações que produzem menos efeitos colaterais para o organismo, e que tem por objetivo atingir como alvo a proteína HER especificamente, tem apresentado bons resultados.</p>



<p>Atualmente o medicamento Herceptin, cujo nome químico é trastuzumab, é aprovada pelo FDA, órgão regulatório americano, para ser usada no tratamento de câncer de mama HER2-positivo que esteja em estágio inicial ou avançado/metastático.</p>



<p>Desde 2019, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou no Brasil a utilização de um novo medicamento, o <strong>T-DM1</strong> (trastuzumabe entansina) para o tratamento de pacientes com câncer de mama HER2 positivo com doença residual após tratamento com terapia neoadjuvante. Essa tem sido uma importante opção terapêutica nos casos de pacientes que não apresentaram melhores respostas com os outros tratamentos disponíveis, assim como para diminuir a possibilidade de recidivas.</p>



<p>Já a Trastuzumab deruxtecan (Enhertu) é o mais novo medicamento aprovado pela FDA nos casos de câncer de mama metastático que apresentam o HER2 Low, contudo ainda não foi liberada pela Anvisa para utilização no Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Câncer de mama HER 2 positivo tem cura?</h2>



<p>De acordo com dados do <a href="https://www.nih.gov/about-nih/what-we-do/nih-almanac/national-cancer-institute-nci" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>National Cancer Institute (NCI)</u></a>, nos Estados Unidos, o câncer de mama do subtipo HER2 positivo corresponde a 14% dos casos de câncer de mama diagnosticados. Contudo, o diagnóstico não é uma sentença de morte.</p>



<p>O <strong>rastreamento precoce, associado ao avanço das técnicas cirúrgicas </strong>e a descoberta de novos medicamentos pela Ciência tem conduzido a uma resposta patológica completa com significativas <strong>chances de cura. </strong>As estatísticas apontam que quando diagnosticado na fase inicial as chances de cura do câncer de mama podem chegar a 95%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a probabilidade de reincidência do câncer de mama HER2 positivo?</h2>



<p>A maioria dos casos de câncer de mama quando diagnosticado na sua fase inicial, independente do perfil molecular, podem ser curados e não apresentar reincidência ao longo da vida.</p>



<p>Porém, uma pequena parte das pacientes pode apresentar recidiva do câncer na mama (recorrência local), ou nos linfonodos axilares (recidiva loco regional) ou em outros órgãos do corpo (metástase à distância).</p>



<p>Os riscos de recorrência estão associados a diversos fatores como <strong>tamanho do tumor,</strong> idade da paciente, comprometimento dos <strong>linfonodos </strong>e do grau de diferenciação.</p>



<p>O risco é mais elevado nos primeiros dois anos após o tratamento, diminuindo ao longo do tempo. Considera-se que depois de 10 anos o risco de câncer de mama é semelhante a mulheres que nunca tiveram a doença. Importante destacar que é essencial o acompanhamento de um mastologista para avaliação periódica das pacientes com histórico de câncer de mama.</p>



<p>Esse conteúdo foi útil para você e ajudou a responder sobre suas principais dúvidas sobre o câncer de mama HER2 positivo? Para mais conteúdos informativos sobre câncer de mama e saúde das mamas, continue navegando por nosso <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"><u>blog</u></a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">Câncer de mama HER2 positivo: o que isso indica?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">Câncer de mama HER2 positivo: o que isso indica?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Tipos de câncer de mama: conheça os mais comuns e entenda suas características</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 12:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[aréola]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama em homens]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma]]></category>
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		<category><![CDATA[rastreamento]]></category>
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		<category><![CDATA[tecidos mamários]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Uma forma de conscientizar e incentivar o diagnóstico precoce do câncer de mama é falar sobre o assunto. Ainda há muitas informações acerca do tema que precisam ser de conhecimento das mulheres e da sociedade como um todo. Você sabia, por exemplo, que existem diversos tipos de câncer de mama? No momento do diagnóstico, eles podem ser classificados pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>



<p>Uma forma de conscientizar e incentivar o diagnóstico precoce do câncer de mama é falar sobre o assunto. Ainda há muitas informações acerca do tema que precisam ser de conhecimento das mulheres e da sociedade como um todo. Você sabia, por exemplo, que existem diversos <strong>tipos de câncer de mama? </strong>No momento do diagnóstico, eles podem ser classificados pelo tipo celular (histologia), molecular e conforme o seu tamanho.</p>



<p>Então,além da classificação histológica que vamos revisar neste artigo, existe uma classificação molecular que determina o tipo de tratamento ao qual o tumor será submetido com terapia alvo. Já a avaliação da gravidade de um tumor não depende só de um fator, e sim do conjunto de dados obtidos no momento do diagnóstico.<br />Assim como os outros tipos de câncer, o <strong>câncer de mama</strong> é o resultante de uma disfunção celular que faz determinadas células do nosso corpo crescerem e se multiplicarem desordenadamente, formando um <strong>tumor com características diversas</strong>.</p>



<p>No caso do câncer de mama, é uma <strong>p</strong><strong>roliferação desordenada das células mamárias</strong>, ductos ou lóbulos principalmente. São justamente as diferentes características do tumor que distinguem os tipos de câncer de mama.</p>



<p>De acordo com os especialistas da <a href="https://www.iarc.who.int/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC</u></a>), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de mama é o câncer mais comumente diagnosticado no mundo. No entanto, quando diagnosticado e tratado na fase inicial da doença, as chances de cura do câncer de mama chegam a até 95%.</p>



<p>Segundo a <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM)</u></a>, o <strong>rastreamento mamográfico </strong>atualmente é o melhor método para detectar tumores precoces e reduzir a mortalidade por câncer de mama.</p>



<p>Continue a leitura deste artigo para saber mais sobre os diferentes tipos de câncer de mama.</p>



<p id="leiamais">Veja também:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/"> Cirurgia para câncer de mama: quais as opções de tratamento cirúrgico?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Tipos de câncer de mama mais frequentes e suas características</h2>



<p>É importante ressaltar que apesar de raro, o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens/">câncer de mama também acomete homens</a>, de acordo com o <a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer (INCA)</u></a>, os casos de<strong> câncer de mama em homens</strong> no Brasil representam apenas 1% do total de ocorrências da doença.</p>



<p>Confira a seguir os tipos de câncer de mama mais frequentes e suas principais características:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Carcinoma ductal in situ (estágio 0)</h3>



<p>Este tipo de câncer de mama é <strong>considerado o mais inicial,</strong> não tendo capacidade de desenvolver metástases.</p>



<p>O termo “ductal” significa que o câncer teve início dentro dos ductos de leite, já “in situ” refere-se ao seu local original ou a estar situado dentro do ducto. O carcinoma ductal in situ é considerado não invasivo uma vez que não se espalha para fora do ducto lácteo, ou seja, não invade outros <strong>tecidos mamários</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Doença de Paget do mamilo &#8211; lesão in situ do mamilo</h3>



<p>Este tipo de câncer é uma forma rara de câncer de mama, na qual as <strong>células cancerígenas </strong>se acumulam dentro ou ao redor do mamilo.</p>



<p>Geralmente afeta primeiro os <strong>ductos do mamilo</strong> e a <strong>aréola</strong>, o círculo mais escuro da pele que circunda o mamilo, e posteriormente se espalha para a superfície.</p>



<p>O mamilo e a aréola normalmente ficam escamosos, avermelhados, com comichão e irritados.</p>



<p>É fundamental saber reconhecer esses sintomas, uma vez que as pacientes que possuem a <strong>Doença de Paget</strong> podem estar com alguma lesão invasiva, câncer ductal in situ ou câncer invasivo, em outro lugar do seio. As alterações atípicas no mamilo e na aréola são frequentemente a primeira indicação da existência desta <strong>lesão</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Carcinomas invasivos</h3>



<p>Entre os tipos mais comuns de câncer de mama invasivos, ou seja, que as células cancerígenas saíram do ducto ou l<strong>óbulo mamário,</strong> com capacidade de gerar <strong>metástases </strong>ou se espalhar pelo corpo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ductal invasivo: 76% dos casos;</li>
<li>Lobular invasivo: 8% dos casos;</li>
<li>Misto (ductal/lobular): 7% dos casos;</li>
<li>Mucinoso: 2,4% dos casos;</li>
<li>Tubular: 1,5% dos casos</li>
<li>Medular: 1,2% casos;</li>
<li>Papilar: apenas 1% dos casos.</li>
</ul>



<p>Saiba mais sobre os tipos mais frequentes de carcinomas invasivos:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Carcinoma ductal invasivo</h4>



<p>O carcinoma ductal invasivo ou carcinoma ductal infiltrante é o tipo mais comum de câncer de mama na forma invasiva. Tendo origem nos dutos de leite, este tipo de câncer de mama espalha-se pelos tecidos mamários ao redor. Com o tempo, o câncer de mama do tipo carcinoma ductal invasivo também pode se espalhar para os<strong> linfonodos</strong> e até para outras áreas do corpo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Carcinoma lobular invasivo</h4>



<p>Também conhecido como <strong>carcinoma lobular infiltrativo</strong>, é o segundo tipo mais comum de câncer, depois apenas do carcinoma ductal invasivo. Lobular significa que o câncer começou nos lóbulos produtores de leite e transferiu seu conteúdo nos dutos que transportam o leite para o mamilo. Com o tempo, um carcinoma lobular invasivo pode se espalhar para os <strong>gânglios linfáticos</strong> e possivelmente para outras áreas do corpo. Embora ele possa afetar mulheres de qualquer idade, é mais comum em mulheres com idade mais avançada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Câncer de mama inflamatório</h3>



<p>Este tipo de câncer normalmente tem início com vermelhidão, inchaço e inflamação da mama, ao invés de nódulo. É uma forma rara e a mais agressiva de câncer, que se multiplica e espalha rapidamente. É essencial reconhecer os sintomas e procurar tratamento imediato.</p>



<p>É fundamental que tanto mulheres, como homens, ao identificar alguns dos sintomas descritos nestes diferentes tipos de câncer, procure um <strong>mastologista</strong> de sua confiança. Busque sempre também realizar os <strong>exames de rotina e rastreamento </strong>de acordo com as orientações médicas.</p>



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		<title>Cirurgia para câncer de mama: quais as opções de tratamento cirúrgico?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 12:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[âncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia mamária]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[drenagem linfática da mama.]]></category>
		<category><![CDATA[exames de rastreamento]]></category>
		<category><![CDATA[glândula mamária]]></category>
		<category><![CDATA[linfonodos]]></category>
		<category><![CDATA[mastectomia]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução mamária]]></category>
		<category><![CDATA[remoção cirúrgica do tumor]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diagnóstico do câncer, assim como a indicação médica para realização de cirurgia para câncer de mama, pode ser um momento de grande apreensão, dúvidas e inseguranças para as pacientes acometidas pela doença. Contudo, a remoção cirúrgica do tumor é uma parte preponderante no tratamento do câncer de mama. A cirurgia pode ser realizada sozinha ou em conjunto com outras [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>diagnóstico</strong> do câncer, assim como a indicação médica para realização de <strong>cirurgia para câncer de mama,</strong> pode ser um momento de grande apreensão, dúvidas e inseguranças para as pacientes acometidas pela doença.</p>



<p>Contudo, a <strong>remoção cirúrgica do tumor</strong> é uma parte preponderante no <strong>tratamento do câncer de mama</strong>. A cirurgia pode ser realizada sozinha ou em conjunto com outras abordagens terapêuticas, como <strong>quimioterapia</strong>, <strong>hormonioterapia</strong>, <strong>terapia-alvo e radioterapia</strong>.</p>



<p>De acordo com o<a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional do Câncer (INCA)</u></a>, em nosso país o câncer de mama é também o tipo de câncer mais incidente em mulheres de todas as regiões, após o câncer de pele não melanoma.</p>



<p>As estimativas do INCA apontam que só no ano de 2022 ocorrerão 66.280 casos novos da doença.</p>



<p>Como nos lembra a<a href="https://sbco.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Sociedade de Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO)</u></a>, nas últimas décadas, o avanço da Ciência tem permitido o desenvolvimento de <strong>técnicas cirúrgicas </strong>capazes de tratar a doença de modo mais individualizado e menos traumático para a paciente.</p>



<p>O<strong> diagnóstico precoce do câncer de mama</strong>, por meio dos <strong>exames de rastreament</strong>o, também tem colaborado para o aumento do percentual de casos de cura da doença. Assim, para buscar esclarecer as principais dúvidas das pacientes já diagnosticadas, e aumentar o conhecimento da sociedade de modo geral sobre a doença, ao longo deste artigo vamos tratar sobre os <strong>principais tipos de cirurgia para o câncer de mama</strong>.</p>



<p id="leiamais">Leia também:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatrizes-da-mama-apos-cirurgia-do-cancer/"> Como ficam as cicatrizes da mama após cirurgia do câncer?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça cada tipo de cirurgia para câncer de mama</h2>



<p>Cabe ressaltar que as características biológicas e as condições gerais de saúde apresentadas por cada paciente, assim como o estágio que a doença se encontra, são fatores essenciais a serem analisados pelo médico <strong>mastologista</strong> para determinar qual o <strong>tratamento do câncer de mama</strong> mais indicado.</p>



<p>Conheça a seguir os principais tipos de cirurgia para o câncer de mama:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mastectomia</h3>



<p>Esse procedimento cirúrgico consiste na r<strong>etirada total da mama</strong>, com pele, aréola e mamilo. É indicada em tumores extensos ou com diversos focos, não sendo a <strong>cirurgia conservadora de mama</strong> uma opção estética e oncologicamente segura. Também é indicada nos seguintes casos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Alteração inflamatória importante e/ou com acometimento de pele difuso pelo câncer;</li><li>Carcinoma inflamatório da mama;</li><li>Proporção tamanho do tumor versus o tamanho da mama não mostra um bom resultado estético;</li><li>Microcalcificações extensas e difusas na mama acometida pelo câncer de mama.</li></ul>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">Adenectomia &#8211; mastectomia com preservação de pele</h3>



<p>Esse tipo de cirurgia trata-se de uma mastectomia com ressecção de toda a<strong> glândula mamária</strong>, mas com preservação da pele ou pele, mamilo e papila. Em seguida ao procedimento, é realizada a <strong>reconstrução mamária</strong>, geralmente com o uso de próteses mamárias retro musculares ou subcutâneas, em alguns casos podem ser usados retalhos miocutâneos, como são o músculo grande dorsal e músculo reto abdominal.<br></p>



<h3 class="wp-block-heading">Quatrantectomia ou cirurgia conservadora</h3>



<p>A <strong>ressecção segmentar</strong> ou cirurgia com conservação da mama é o tratamento ideal para a maioria dos casos de câncer de mama. Desde que se possa manter um resultado estético satisfatório, esta deve ser sempre a primeira opção no tratamento cirúrgico do câncer de mama.</p>



<p>Este procedimento cirúrgico possui os mesmos benefícios que uma mastectomia, atualmente complementa-se esta cirurgia com a <strong>radioterapia</strong>, de forma a reduzir o <strong>risco de recidiva</strong> local da doença.</p>



<p>Tem indicação para tumores mamários em que a proporção entre o tamanho do tumor e o tamanho da mama permita que se retire o tumor, com pequena margem de segurança sem que haja deformidade. Idealmente tumores menores que 5 cm.</p>



<p>Em tumores maiores e em pacientes sabidamente candidatas à <strong>quimioterapia</strong>, pode-se utilizar a estratégia de administrar a quimioterapia neoadjuvante (antes da cirurgia) para redução do tumor e depois proceder com a operação. Isto permite, nos casos selecionados, ampliar a indicação da cirurgia conservadora.<br></p>



<h3 class="wp-block-heading">Cirurgia axilar ou dissecção dos linfonodos axilares</h3>



<p>A investigação dos <strong>linfonodos axilares</strong> deve ser realizada rotineiramente em casos de tumor invasivo mamário, uma vez que a mama apresenta drenagem linfática para os linfonodos da axila principalmente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Biopsia de linfonodo sentinela</h3>



<p>Consiste na ressecção de uma ou algumas <strong>ínguas da axila</strong>, ou seja, a identificação do primeiro linfonodo da região axilar que recebe a <strong>drenagem linfática da mama.</strong></p>



<p>Pode ser realizada através da injeção de um corante azul no momento da cirurgia ou por meio da injeção de uma substância radioativa (Tecnécio 99) injetada algumas horas antes do procedimento cirúrgico.</p>



<p>É indicada em pacientes com câncer de mama sem acometimento axilar da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Esvaziamento axilar</h3>



<p>Conhecido como linfadenectomia axilar ou esvaziamento axilar, ou ainda linfadenectomia, este procedimento consiste em retirar os linfonodos (ínguas) presentes na região axilar. Normalmente são retiradas cerca de 10 a 20 gânglios, porém este número pode variar.</p>



<p>A indicação de linfadenectomia axilar é a presença de <strong>linfonodos </strong>clinicamente comprometidos no momento da cirurgia. Geralmente estes casos são submetidos à quimioterapia antes da cirurgia, mas nem sempre os linfonodos regridem.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mastectomia para câncer de mama no homem</h3>



<p>A mastectomia é usualmente a cirurgia realizada em <strong>homens com câncer de mama</strong>, pois o homem apresenta pouco <strong>tecido mamário</strong> para realizar uma cirurgia conservadora. O tratamento segue os mesmos protocolos do câncer de mama feminino.</p>



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<p><em>Para saber mais dúvidas sobre o câncer de mama e seus tratamentos, continue navegando por nosso</em><a href="https://www.mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"> </a><a href="https://www.mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"><em><u>blog.</u></em></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/">Cirurgia para câncer de mama: quais as opções de tratamento cirúrgico?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/">Cirurgia para câncer de mama: quais as opções de tratamento cirúrgico?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Adenectomia de mama: o que é e características</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 18:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgias redutoras de risco]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia mamária]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldade cicatrização]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[glândula mamária]]></category>
		<category><![CDATA[histórico familiar de câncer; exames]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adenectomia de mama consiste na retirada total da glândula mamária, preservando-se a pele, aréola e mamilo. Entenda tudo sobre esta cirurgia aqui Há alguns anos, a procura por informações sobre a cirurgia de adenectomia de mama cresceu. O termo tornou-se popular na mídia após a atriz Angelina Jolie divulgar que realizou o procedimento. Mas você sabe o que é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A adenectomia de mama consiste na retirada total da glândula mamária, preservando-se a pele, aréola e mamilo. Entenda tudo sobre esta cirurgia aqui</em></p>



<p>Há alguns anos, a procura por informações sobre a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/">cirurgia de<strong> adenectomia</strong></a><strong> de mama </strong>cresceu. O termo tornou-se popular na mídia após a atriz Angelina Jolie divulgar que realizou o procedimento. Mas <strong>você sabe o que é a adenectomia?</strong></p>



<p>De acordo com a <a href="https://www.who.int/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Mundial da Saúde (OMS)</u></a>, o <strong>câncer de mama</strong> é a forma mais comum de câncer no mundo.</p>



<p>O tratamento da doença envolve basicamente três tipos diferentes de <strong>cirurgias mamárias</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Mastectomia</li><li>Adenectomia</li><li>Ressecção segmentar</li></ul>



<p>A adenectomia ou adenomastectomia subcutânea, ou ainda, mastectomia subcutânea é uma mastectomia com ressecção de toda a glândula mamária, mas com preservação da pele ou mamilo e papila, seguida de reconstrução, geralmente com o uso de próteses definitivas ou expansores mamários retromusculares ou subcutâneas. Em alguns casos, pode-se usar retalhos miocutâneos associados para a reconstrução mamária, como são o músculo grande dorsal e músculo reto abdominal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Para quem a adenectomia é indicada</h2>



<p>No caso em que houve diagnóstico de câncer, a realização da adenectomia requer que o <strong>tumo</strong>r seja pequeno e esteja localizado longe da pele, bem como da aréola e do mamilo. O procedimento é indicado também para pacientes com alto risco de desenvolvimento de câncer de mama.</p>



<p>Entre os motivos para considerar esse tipo de cirurgia, podemos citar:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Mutações em genes BRCA BRCA1, BRCA2 e eventualmente em casos de TP53 e PALB2 detectados por meio de <strong>testes genéticos</strong></li><li><strong>Histórico familiar de câncer </strong>de mama em diversos familiares próximos</li><li><strong>Radioterapia </strong>na região torácica antes dos 30 anos</li><li>Câncer prévio em uma mama, principalmente em paciente com histórico familiar</li></ul>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://www.mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-para-cancer-de-mama/">Teste genético para câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Entenda como é realizada a adenectomia de mama</h2>



<p>É de fundamental importância esclarecer que a adenectomia não é indicada para todas as pacientes e que a conveniência da realização do procedimento deve ser amplamente discutida com o<strong> mastologista </strong>responsável pelo caso. Também é preciso ter em mente que qualquer tipo de procedimento cirúrgico implica em risco de complicações entre elas, rejeição da prótese decorrentes de infecção, sangramentos, necroses de retalhos remanescentes, <strong>dificuldade de cicatrização</strong>, sangramentos ou reação ao anestésico usado na cirurgia.</p>



<p>A adenectomia de mama é um procedimento delicado, uma vez que há a possibilidade de falta de irrigação sanguínea na pele e, principalmente, da papila. A preparação para a cirurgia necessita de jejum mínimo de 8 horas, sendo que comumente as pacientes ficam internadas por aproximadamente 24 horas para realização do procedimento. A anestesia geral com a utilização de bloqueios locais para dor após a cirurgia também costuma ser usada, assim como medicações analgésicas devem ser prescritas pelo médico após a alta.</p>



<p>Como em outros procedimentos é de suma importância comunicar ao mastologista a utilização de qualquer medicamento utilizado nos dias anteriores à cirurgia e também evitar a ingestão de álcool ou o uso de cigarros.</p>



<p>Normalmente, as pacientes submetidas a adenectomia de mama precisam permanecer com drenos cirúrgicos por aproximadamente 7 dias. O tempo de repouso pós-cirúrgico é de cerca de 30 dias, sendo fundamental para boa recuperação, assim como a realização adequada da troca de curativos e limpeza da área afetada.</p>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://www.mastologistaemsaopaulo.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/">Fatores de Risco para o Câncer de Mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos do procedimento</h2>



<p>A adenectomia da mama é uma das opções de prevenção ao câncer de mama, no entanto, não pode ser considerada como única. Outras possibilidades de redução de risco, tais como a quimioprofilaxia e o <strong>rastreamento</strong> com exames de imagem devem ser levados em consideração.</p>



<p>Não podemos deixar de lado o entendimento da mama como um forte símbolo da feminilidade e os <strong>impactos psicológicos </strong>que a cirurgia pode acarretar para a paciente. Além disso, os riscos de perda de sensibilidade e complicações também devem ser avaliados. Por isso, a decisão de realização do procedimento deve ser tomada depois de ser amplamente conversada entre a paciente e familiares.</p>



<p>Todas as dúvidas devem ser dirimidas junto à equipe multiprofissional envolvida no caso, para oferecer todo o suporte psicológico necessário para a paciente. Caso você esteja preocupada com o risco de desenvolver <strong>câncer de mama</strong>, converse com seu médico a respeito. Com o auxílio dele, é possível fazer uma estimativa do risco levando em conta fatores como idade, fatores genéticos e histórico familiar.</p>



<p>Se você tiver um risco aumentado, além de intensificar os <strong>exames de rastreamento</strong>, é importante incluir atividades físicas na rotina, controlar o peso corporal e evitar a ingestão de bebidas alcoólicas, assim como o uso do cigarro.</p>



<p>Cuide da sua qualidade de vida e saiba que o câncer de mama tem cura!</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/adenectomia-de-mama-o-que-e/">Adenectomia de mama: o que é e características</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/adenectomia-de-mama-o-que-e/">Adenectomia de mama: o que é e características</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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