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	<title>Sintomas e diagnóstico - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Sintomas e diagnóstico - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Mamografia: o que toda mulher precisa entender sobre esse exame em 5 pontos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre o câncer de mama envolve quase sempre falar sobre a mamografia. Esse exame é indispensável para o diagnóstico da doença, principalmente nos primeiros estágios de sua evolução. Apesar de ser amplamente conhecido, muitas mulheres ainda têm dúvidas sobre como o procedimento funciona, quando deve ser realizado e quais cuidados são necessários para a sua execução. Portanto, sempre vale [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Falar sobre o <strong>câncer de mama envolve quase sempre falar sobre a mamografia</strong>. Esse exame é indispensável para o diagnóstico da doença, principalmente nos primeiros estágios de sua evolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ser amplamente conhecido, muitas mulheres ainda têm <strong>dúvidas sobre como o procedimento funciona, quando deve ser realizado e quais cuidados são necessários</strong> para a sua execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, sempre vale a pena repassar alguns pontos para saber o que esperar antes, durante e depois de cada avaliação, garantindo que ela contribua efetivamente com a saúde feminina.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> 1. O que é a mamografia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A mamografia funciona basicamente como uma <strong>radiografia específica para as mamas</strong>. Durante o exame, são utilizados raios-X para criar imagens detalhadas do interior do tecido mamário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, é usado um <strong>equipamento chamado mamógrafo</strong>. Ele conta com duas placas de acrílico que posicionam e comprimem suavemente os seios, viabilizando uma visualização das estruturas internas da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A compressão permite espalhar uniformemente o tecido mamário, facilitando a identificação de pequenas alterações que poderiam passar despercebidas. <strong>O procedimento geralmente dura entre 10 e 15 minutos, com imagens coletadas a partir de diferentes ângulos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os registros obtidos mostram diferentes densidades do tecido mamário em tons de cinza. Tecidos mais densos, como glândulas e possíveis tumores, aparecem em tons mais claros, enquanto o tecido gorduroso aparece mais escuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa diferenciação permite aos médicos <strong>radiologistas identificar nódulos, </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>microcalcificações,</strong></a><strong> distorções na composição do tecido</strong> e outras alterações que merecem investigação adicional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas essas informações ficam dispostas no laudo elaborado pelo responsável pelo exame e devem ser interpretadas pelo profissional que solicitou a avaliação. A partir dos resultados, é possível determinar se é necessária alguma investigação adicional com outros recursos (como uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> biópsia,</u></a> por exemplo).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>2. Qual a finalidade da mamografia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esse exame <strong>é indispensável no rastreamento do câncer de mama</strong>. Ele é capaz de detectar tumores em estágios iniciais, <strong>muitas vezes antes de qualquer sintoma ou mesmo que eles sejam palpáveis durante o autoexame ou consulta médica</strong>. Com a detecção precoce, aumentam significativamente as chances de cura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado na <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30398-3/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>The Lancet Oncology em 2020</u></a>, por exemplo, demonstrou que mulheres entre 40 e 49 anos <strong>têm mortalidade por câncer de mama 25% menor</strong> quando são submetidas a mamografias periódicas nessa fase da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rastreamento permanente por meio da mamografia também contribui para criar um histórico individual das mamas ao longo do tempo. Comparar exames anteriores com os atuais ajuda os médicos a identificar mudanças sutis e até mínimas, mas que podem ser significativas e indicar uma<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> lesão pré-cancerígena,</u></a> por exemplo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>3. A mamografia oferece algum risco?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A</strong><strong> mamografia é considerada um procedimento totalmente seguro</strong>. O único incômodo significativo é aquele proveniente da compressão das mamas no mamógrafo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A radiação também não deve ser uma preocupação, ainda mais quando se leva em conta que o exame é repetido poucas vezes ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mamografia usa uma dose baixa e bastante controlada de radiação. Em média, são 1–2 mGy (<em>miligray</em>, uma unidade de medida que calcula a radiação absorvida) por imagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, em um exame de rastreamento (com duas imagens por mama), são cerca de 3–4 mGy por mama. Como referência, <strong>isso equivale aproximadamente a algumas semanas da radiação natural recebida do ambiente em circunstâncias corriqueiras.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando indicada, a tomossíntese (mamografia 3D) pode aumentar um pouco essa dose, mas ela permanece dentro de limites seguros definidos por órgãos internacionais. Logo, <strong>os benefícios da detecção precoce do câncer de mama superam largamente eventuais riscos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Todavia, para que o exame ocorra adequadamente, <strong>algumas recomendações devem ser seguidas.</strong> Elas envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>realizar o exame na primeira semana após a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>menstruação</u></a>, quando as mamas estão menos sensíveis;</li>



<li>não aplicar desodorantes, talcos, perfumes ou cremes na região das mamas e axilas no dia do exame, pois esses produtos podem comprometer a interpretação devido aos resíduos sobre a pele;</li>



<li>escolher uma blusa ou camisa que possa ser facilmente removida da cintura para cima.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Recomendação orienta que avaliação de risco de câncer de mama seja feita aos 25 anos</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">4. O uso de próteses de silicone impede a mamografia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De modo geral, as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/silicone-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>próteses de silicone</u></a> não impedem a realização do exame, mas <strong>exigem alguns ajustes no procedimento.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, essas <strong>mulheres precisam informar a presença do implante no momento do agendamento e, posteriormente, ao técnico</strong> que manipula o equipamento durante a coleta das imagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso permitirá que sejam <strong>utilizadas técnicas específicas</strong>, como o deslocamento do implante, que empurra a prótese em direção ao músculo do tórax, permitindo melhor visualização do tecido mamário natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, isso significa que o exame pode levar um pouco mais de tempo, mas sem comprometer sua eficácia ou oferecer riscos adicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. Existe idade certa para fazer uma mamografia?</p>



<p class="wp-block-paragraph">As <strong>diretrizes para a realização da mamografia variam ligeiramente entre diferentes recomendações de órgãos e especialistas</strong>, o que muitas vezes é um ponto de polêmica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a <strong>Sociedade Brasileira de Mastologia,</strong> alinhada a outras entidades médicas nacionais e internacionais, aponta que o rastreamento com o <a href="https://cbr.org.br/wp-content/uploads/2025/01/Nota-tecnica-da-Comissao-Nacional-de-Mamografia-sobre-o-rastreamento-do-Cancer-de-Mama-no-Brasil.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>exame deve começar aos 40 anos </u></a>e seguir de modo anual. <strong>Tal recomendação parte do princípio de que parte dos tumores é diagnosticada antes dos 50 anos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Depois dos 75 anos, a decisão costuma ser individualizada</strong>. Pacientes em boas condições de saúde e expectativa de vida ainda relevante podem continuar fazendo a mamografia se houver pertinência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou outros fatores de risco podem necessitar começar o rastreamento mais cedo, conforme orientação médica individual. Entram nessa conta:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/densidade-da-mama-ligada-ao-risco-familiar-de-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>densidade mamária elevada;</u></a></li>



<li>histórico pessoal de lesões benignas de alto risco;</li>



<li>presença de mutações genéticas, como alterações nos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>genes BRCA1 e BRCA2.</u></a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"> Nesses cenários, o rastreamento poderá incluir não apenas mamografias mais frequentes, como também outros exames complementares, como as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ressonâncias magnéticas.</u></a> Na dúvida, a decisão é sempre feita caso a caso, seguindo a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>orientação do especialista.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a></a> Assim sendo, a mamografia permanece como o método de rastreamento mais eficaz, prático e acessível para detecção precoce do câncer de mama, o que pode salvar vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entenda agora <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-de-mama-prevencao-cancer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>qual papel e as limitações do autoexame de mama no acompanhamento da saúde da mulher</u></a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamografia/">Mamografia: o que toda mulher precisa entender sobre esse exame em 5 pontos</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamografia/">Mamografia: o que toda mulher precisa entender sobre esse exame em 5 pontos</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Conheça as informações que estão presentes no resultado anatomopatológico do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[biópsia da mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[médico patologista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diagnóstico de um tumor geralmente depende da avaliação do resultado de mais de um exame, incluindo a biópsia. Com base nessa coleta, a análise laboratorial do material gera o chamado resultado anatomopatológico do câncer de mama. O conteúdo desse laudo contribui tanto para a compreensão da natureza da enfermidade quanto para a indicação das abordagens terapêuticas mais adequadas. Cada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico de um tumor geralmente depende da avaliação do resultado de mais de um exame, incluindo a biópsia. Com base nessa coleta, <strong>a análise laboratorial do material gera o chamado </strong><strong>resultado anatomopatológico</strong><strong> do câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O conteúdo desse laudo contribui tanto para a compreensão da natureza da enfermidade quanto <strong>para a indicação das abordagens terapêuticas mais adequadas.</strong> Cada caso é único e quanto maior a personalização da abordagem, maiores também as chances de sucesso na recuperação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O processo de elaboração de um resultado anatomopatológico do câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine o seguinte cenário: uma mulher por volta dos 40 anos faz uma mamografia como parte do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>rastreamento habitual </u></a>de um câncer de mama. Esse procedimento, vale ressaltar, é aquele realizado mesmo que a paciente não apresente qualquer sinal sugestivo da condição (como um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>nódulo palpável</u></a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As imagens da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mamografia</a> <strong>podem revelar alterações no tecido mamário que demandam atenção.</strong> Por consequência, a partir dos achados visuais, ele pode sugerir a necessidade de uma investigação mais detalhada do que está acontecendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas horas, a biópsia costuma ser um recurso importante para determinar se o que está sendo visualizado nas imagens tem natureza maligna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, <strong>uma biópsia é feita mediante a coleta de fragmentos do objeto suspeito,</strong> por meio de um procedimento relativamente simples, denominado <strong>core biopsia ou mamotomia.</strong> Ele é conduzido no próprio consultório, geralmente com anestesia local, e pode variar <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/puncao-agulha-fina-mama-paaf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>conforme o tipo de agulha utilizada</u></a>, mas as complicações são raras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, <strong>o material é enviado para o patologista</strong>, especialista na análise de tecidos, órgãos e outros materiais orgânicos, para a análise de modificações que possam sugerir a presença de uma enfermidade. No fim do seu trabalho, <strong>o profissional apresenta o chamado relatório anatomopatológico.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/assinaturas-genomicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>O papel das assinaturas genômicas no tratamento de um câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As informações presentes nesse documento</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não existe um modelo exato para todo resultado anatomopatológico de câncer de mama.</strong> Tudo aquilo presente no documento pode variar conforme as circunstâncias, o que inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a exigência de testes genéticos específicos;</li>



<li>a necessidade da análise imunohistoquímica do tumor;</li>



<li>as variações (inclusive na forma de apresentação do laudo e nas palavras e definições utilizadas) de acordo com o laboratório e o profissional responsável pela análise.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, <strong>a necessidade da realização de uma biópsia não implica necessariamente no diagnóstico de um câncer de mama</strong>. Achados benignos também são uma possibilidade e incluem desde a presença de tecido mamário normal até alterações como os <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>fibroadenomas.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, nas circunstâncias em que o material analisado for realmente indicativo de que há um tumor na mama, as informações apresentadas geralmente envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>tipo de tumor</strong>, especialmente em relação ao local em que ele está alojado (se invasivo ou in situ, se concentrados nos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-ductal-invasivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ductos</u></a> ou nos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-lobular-invasivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>lóbulos</u></a>);</li>



<li><strong>tamanho da alteração</strong>, que ajuda a definir em que estágio a doença está;</li>



<li><strong>a maneira como as células se proliferam</strong> e o<strong> grau do tumor, </strong>a partir do nível de diferenciação das células malignas daquelas consideradas saudáveis;</li>



<li><strong>status dos receptores hormonais</strong>, que mostram se o tumor &#8220;reage&#8221; na presença dos hormônios.</li>



<li><strong>status do HER2</strong>, para saber se as células <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>expressam grande quantidade dessa proteína </u></a>envolvida no crescimento das células cancerígenas;</li>



<li><strong>eventual comprometimento dos linfonodos</strong>, se uma amostra (o linfonodo sentinela) dessas estruturas foi removida para a biópsia, o que costuma acontecer em caso de cirurgia prévia.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É claro que é <strong>desafiador interpretar essas e outras informações por conta própria. </strong>Portanto, para evitar a ansiedade desnecessária, o ideal é contar sempre com o suporte do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mastologista </u></a>de confiança para fornecer as orientações necessárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os passos seguintes à obtenção do resultado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com o laudo em mãos, a conversa entre médico e paciente pode ter o espaço necessário para esclarecer dúvidas a respeito dos próximos passos a partir dos resultados obtidos. Assim, é possível conhecer melhor quais as alternativas de tratamento disponíveis e as perspectivas de prognóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria dos casos, o tratamento de um tumor mamário combina mais de uma abordagem (<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cirurgia</u></a>, radioterapia, quimioterapia, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>hormonioterapia</u></a>, entre outras) para eliminar o foco da doença e evitar que ela retorne.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora seja a neoplasia mais comum entre as mulheres (são mais de 70 mil casos por ano só no Brasil, de acordo com o <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/mama" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional do Câncer</u></a>), a <strong>taxa de recuperação pode ultrapassar os 90%,</strong> sobretudo com o diagnóstico precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, o <strong>resultado anatomopatológico do câncer de mama</strong> é uma etapa essencial dessa jornada, providenciando informações indispensáveis no manejo adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais agora sobre a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biopsia-liquida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>biópsia líquida</u></a>, uma inovação que funciona como alternativa à técnica convencional em determinados contextos.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/resultado-anatomapatologico-cancer-de-mama/">Conheça as informações que estão presentes no resultado anatomopatológico do câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/resultado-anatomapatologico-cancer-de-mama/">Conheça as informações que estão presentes no resultado anatomopatológico do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>A importância da análise dos biomarcadores tumorais de um câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[HER2]]></category>
		<category><![CDATA[receptores hormonais]]></category>
		<category><![CDATA[teste genético]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos para o câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo câncer é resultado de uma soma de processos que fazem com que determinadas células se multipliquem de forma anormal. Esses mecanismos de proliferação da doença podem fazer com que determinados biomarcadores tumorais (ou seja, substâncias produzidas pelo tumo diante do quadro) sejam detectados por meio de exames específicos. Assim, mais do que uma mera informação adicional obtida após o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Todo câncer é resultado de uma soma de processos que fazem com que determinadas células se multipliquem de forma anormal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses <strong>mecanismos de proliferação da doença podem fazer com que determinados biomarcadores tumorais</strong> (ou seja, substâncias produzidas pelo tumo diante do quadro) sejam detectados por meio de exames específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, mais do que uma mera informação adicional obtida após o diagnóstico, essas características são relevantes para entender em profundidade a natureza da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por consequência, médico e paciente conseguem discutir com clareza as alternativas de tratamento mais adequadas para cada caso e as perspectivas de como cada abordagem pode funcionar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os testes de busca por biomarcadores tumorais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De forma ampla, o diagnóstico de um tumor na mama é feito com as informações de exames de imagem (mamografia, ultrassom ou ressonância magnética) confirmadas depois por uma biópsia. Nessa análise, um fragmento do tecido em que há suspeita do tumor é removido e enviado para avaliação de um médico patologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, <strong>com os </strong><strong>testes de biomarcadores tumorais</strong> <strong>é possível ir além do diagnóstico e do que se sabe a respeito do câncer presente </strong>para rastreá-lo e tratá-lo com mais eficácia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, esse recurso tem como objetivo investigar a presença de genes, proteínas ou outras substâncias envolvidas na atividade das células cancerígenas. Como as possibilidades costumam ser amplas, não é raro encontrar esse procedimento com outros nomes, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Teste genético do tumor.</li>



<li>Teste genômico ou perfil genômico.</li>



<li>Teste molecular ou perfil molecular.</li>



<li>Teste somático.</li>



<li>Sequenciamento de nova geração.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente do nome, a lógica é mais ou menos a mesma: <strong>o exame é feito a partir de uma amostra de sangue da paciente ou de tecido do tumor</strong>, depois enviado para um laboratório especializado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante ressaltar que os testes de marcadores tumorais não são a mesma coisa que <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-cancer-mama/"><u>testes genéticos feitos para identificar o risco de desenvolver um câncer de mama</u></a> no futuro. Algumas mulheres, por questões hereditárias, devem se submeter a essa outra forma de avaliação para se prevenir e antecipar as possibilidades da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/"><u>O que é e para que serve a imuno-histoquímica do câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os biomarcadores tumorais mais comuns em um caso de câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com o avanço da compreensão do câncer de mama, mastologistas e oncologistas têm à disposição várias opções de testes de marcadores tumorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Geralmente, alguns deles (como os de receptores hormonais e HER2) são feitos em todos os diagnósticos. Já aqueles envolvendo determinadas mutações e a presença de algumas proteínas são realizados posteriormente, se necessários, com base em outras características do quadro ou da progressão da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Receptores hormonais</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo aqui é entender se <strong>o tumor tem receptores hormonais</strong> (espécie de chaves que ligam e desligam na presença dos hormônios) para o estrogênio e a progesterona. Tumores que apresentam tal status são chamados de receptores hormonais positivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que eles são sensíveis à atuação desses componentes naturalmente presentes no organismo e suscetíveis à ação de determinados tratamentos que os envolvem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> HER2</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Existem receptores presentes na superfície do tumor que se conectam a uma proteína capaz de acelerar o crescimento celular, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/"><u>chamada justamente de HER2</u></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por conta de uma mutação no gene associado à produção dessa proteína, <strong>alguns tumores apresentam uma alta de HER2</strong>. Isso leva a uma proliferação mais rápida das células cancerígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a <a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/understanding-a-breast-cancer-diagnosis/breast-cancer-her2-status.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>American Cancer Society</u></a>, entre 15 e 20% de todos os tumores são considerados HER2+. Existem também tratamentos específicos com o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/"><u>propósito de explorar esse alvo</u></a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Determinadas mutações genéticas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas alterações em genes <strong>que se relacionam com a atividade celular ou o metabolismo hormonal</strong> podem ser investigadas por meio dos testes genômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São vários os exemplos para isso, mas alguns dos principais deles são os genes ESR1 (envolvido na produção de estrogênio) e o PIK3CA (associado a produção de energia celular). A<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-palb2/"><u> presença de certas mutações</u></a> indica que alguns tratamentos serão mais ou menos efetivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, análises de alterações nos genes BRCA 1 e 2 também são um recurso valioso.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Presença de algumas proteínas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que o câncer evolui, <strong>investigar se determinadas proteínas estão presentes nas células é igualmente pertinente, </strong>pois elas dão indícios importantes sobre o quadro<strong>.</strong> Dessa forma, entram na lista de possíveis avaliações os marcadores das substâncias:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>PD-L1, sobretudo para tumores triplo negativos com o objetivo de determinar possíveis benefícios da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-imunoterapia/"><u>imunoterapia</u></a> com<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imunoterapia-para-cancer-de-mama-como-e-indicacoes/"><u> Keytruda (Pembrolizumabe)</u></a>;</li>



<li>Ki-67, que ajuda a identificar a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ki-67/"><u>velocidade de disseminação da doença</u></a>;</li>



<li>CA 15-3, que mostra que o corpo está respondendo à presença de um tumor;</li>



<li>CA 27-29, associado à metástase do tumor;</li>



<li>CA 125, que indica uma possível recidiva;</li>



<li>CEA, cuja presença sinaliza que o tumor se espalhou para outras partes do corpo.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Material genético circulante do tumor</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, <strong>é possível analisar se o material genético do tumor está presente no sangue</strong>. Esse procedimento é chamado também de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biopsia-liquida/"><u>biópsia líquida </u></a>e permite compreender se as células cancerígenas estão se dividindo e se espalhando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em algumas circunstâncias, a presença de material genético circulante é um sinal precoce de recidiva, antes mesmo de qualquer manifestação física suspeita (como a presença de um novo nódulo, por exemplo).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Como esses resultados podem ser úteis no acompanhamento do tratamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong> variedade de biomarcadores tumorais permite que eles sejam utilizados em circunstâncias bastante distintas</strong>. De todo modo, é possível apontar que as principais aplicações desses recursos envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>determinar o subtipo do câncer de mama;</li>



<li>identificar a chance de recidiva de um tumor;</li>



<li>avaliar como cada doença responderá aos tratamentos disponíveis;</li>



<li>entender se as terapias estão surtindo o efeito esperado;</li>



<li>projetar prognósticos de forma mais certeira.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Embora já consideravelmente ampla, a investigação de novos biomarcadores tumorais ainda é objeto de muitos estudos. Para os próximos anos, a <strong>expectativa é de que esses processos não apenas permitam novos tratamentos, mas também abordagens cada vez mais precisas e personalizadas</strong>, ampliando as chances de sucesso na busca da remissão da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de saber mais sobre marcadores tumorais, entenda agora o papel das <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/assinaturas-genomicas/"><u>assinaturas genômicas na abordagem de um câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biomarcadores-tumorais-cancer-de-mama/">A importância da análise dos biomarcadores tumorais de um câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biomarcadores-tumorais-cancer-de-mama/">A importância da análise dos biomarcadores tumorais de um câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Diagnóstico, tratamento e possíveis prognósticos de um carcinoma coloide de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama raro]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma invasivo]]></category>
		<category><![CDATA[carcinoma mucinoso]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bem menos conhecido que outros tipos de tumores, um carcinoma coloide de mama (também chamado de carcinoma mucinoso) responde por cerca de 2% de todos as neoplasias nessa área do corpo. Dessa forma, ele é classificado como um tipo especial de tumor na mama. Na prática, isso significa que a evolução e a distribuição das células cancerígenas assumem uma aparência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Bem menos conhecido que outros tipos de tumores, um carcinoma coloide de mama (também chamado de carcinoma mucinoso) responde por <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK538334/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cerca de 2% de todos as neoplasias </u></a>nessa área do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, ele é classificado como um tipo especial de tumor na mama. Na prática, isso significa que a evolução e a distribuição das células cancerígenas assumem uma aparência diferente do que seria esperado em casos convencionais de câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, pode haver influência sobre a forma como a doença se manifesta ou aparece nos exames utilizados no processo de diagnóstico, conforme destacado nos tópicos abaixo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> A definição de um carcinoma coloide de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em linhas gerais, um carcinoma coloide da mama é um tipo raro de<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-ductal-invasivo/"><u> câncer de mama ductal invasivo.</u></a> Tal classificação compreende os tumores que se desenvolvem a partir dos ductos mamários (estruturas responsáveis pelo transporte do leite durante o período de amamentação) e se infiltram nos tecidos adjacentes à medida que a doença progride.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, do ponto de vista histológico (ou seja, quando se analisam as células que formam o tumor) <strong>um carcinoma coloide de mama tem como principal característica a presença de células envolvidas por uma substância chamada de mucina</strong>, o que explica o termo alternativo &#8220;carcinoma mucinoso&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, a mucina tem como principal função a formação do muco. Ele tem consistência pegajosa e recobre determinados tecidos epiteliais de diversas partes do corpo. Além disso, tal elemento também está presente na evolução de um tumor na mama. A partir disso, a doença pode ser classificada como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Carcinoma coloide de mama do tipo puro</strong>, em que o tumor é composto por mais de 90% de mucina.</li>



<li><strong>Carcinoma coloide de mama do tipo misto</strong>, em que há maior extensão de células tumorais não envoltas por mucina e, portanto, uma menor quantidade de mucina extracelular.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, carcinomas coloides tendem a atingir com maior frequência mulheres já na pós-<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/"><u>menopausa.</u></a> A literatura médica sobre o assunto aponta que eles são ainda mais raros em pacientes abaixo dos 35 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como acontece com outros tumores, não há causa específica determinada para um câncer do tipo. Ele é resultado de uma interação complexa de fatores, que se acumulam ao longo da vida e elevam o risco de que a enfermidade se desenvolva.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Os sintomas e métodos de diagnóstico desse tipo de tumor</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em um primeiro momento o avanço desse tipo de tumor tende a ser silencioso. A progressão costuma ser lenta, mas a evolução do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u>nódulo </u></a>pode torná-lo perceptível ao toque em algum ponto do desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Logo, no momento do diagnóstico podem ser identificadas grandes nodulações devido a produção de mucina</strong>. Alterações no mamilo e na pele da mama também são notadas eventualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria das pacientes acaba tendo esse tumor identificado na avaliação clínica na forma de um nódulo palpável ou em mamografias de rotina. Nesse exame de imagem, o carcinoma coloide de mama é visualizado como uma lesão bem delimitada, regular, com margens definidas e lobuladas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ultrassom-das-mamas-e-axilas/">ultrassonografia</a>, ele aparece uma massa complexa com áreas sólidas e líquidas. Por fim, é possível notar um realce heterogêneo e alta intensidade em T2 com o emprego da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">ressonância magnética.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dessas alterações, o médico responsável pela avaliação pode solicitar outros exames para identificar a natureza do tumor. Isso inclui <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><strong>a biópsia da lesão</strong></a><strong>, </strong>que costuma ser indispensável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse procedimento, um pequeno fragmento do tecido da mama é removido. Em seguida, o material é examinado por um médico patologista, que é capaz de determinar a natureza e as características da formação, indicando se ela é ou não um carcinoma coloide.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Confira também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/"><u>O que as microcalcificações em uma mamografia podem indicar?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que a paciente pode esperar do tratamento para um carcinoma coloide</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A cirurgia costuma ser a primeira linha de abordagem do carcinoma mucinoso. <strong>A extensão do procedimento dependerá do tamanho da alteração.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tumores menores podem ser removidos com uma margem segura através de procedimentos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/"><u>conservadores</u></a>, enquanto aqueles com maior extensão tendem a exigir uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-cirurgia-de-mastectomia/"><u>mastectomia</u></a>. A investigação dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfonodos-mama/"><u>linfonodos da axila </u></a>também é normalmente indicada para investigar uma possível progressão da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, <strong>pode ser necessário introduzir tratamentos adjuvantes</strong>. Eles têm como objetivo eliminar possíveis resquícios de células cancerígenas depois da terapia principal (no caso, a cirurgia). Hormonioterapia, sessões de radioterapia e, eventualmente, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/"><u>quimioterapia</u></a> são alguns dos recursos utilizados nessa fase, conforme as características do quadro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, quanto maior a quantidade de mucina envolvendo as células, melhores os prognósticos. Com isso, um estudo publicado no <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10549-007-9809-z" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Breast Cancer Research and Treatment </u></em></a>avaliou mais de 11 mil casos do tipo puro e <strong>mostrou que a sobrevida livre de doença em um período de cinco anos pode alcançar os 94%.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que mais de nove a cada dez mulheres não apresentam recidivas ou complicações nesse intervalo após o diagnóstico. Ou seja, tal indicador demonstra a possibilidade de obter sucesso com os tratamentos disponíveis, <strong>sobretudo quando o carcinoma coloide da mama recebe a abordagem apropriada precocemente</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e entenda agora as características de um tumor filoide da mama,<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tumor-filoide-mama/"><u> outro tipo de alteração rara nessa região do corpo.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-coloide-mama/">Diagnóstico, tratamento e possíveis prognósticos de um carcinoma coloide de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-coloide-mama/">Diagnóstico, tratamento e possíveis prognósticos de um carcinoma coloide de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O papel do autoexame de mama no acompanhamento da saúde da mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[biopsia]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[nódulo na mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O autoexame de mama pode ser uma iniciativa importante para o acompanhamento próximo de possíveis alterações nessa parte do corpo. Por isso, as mulheres de todas as idades devem saber como deve ser feito esse tipo de procedimento, mas sempre com a ciência de que ele não substitui outras medidas de rastreamento de um câncer de mama, como as mamografias [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O autoexame de mama pode ser uma iniciativa importante para o acompanhamento próximo de possíveis alterações nessa parte do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, as mulheres de todas as idades devem saber como deve ser feito esse tipo de procedimento, mas sempre com a ciência de que ele não substitui outras medidas de rastreamento de um câncer de mama, como as mamografias periódicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O passo a passo do autoexame da mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, o <strong>objetivo do autoexame é permitir que a condição geral da mama seja avaliada pela própria mulher,</strong> sobretudo para garantir que não há a presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u>sinais e sintomas</u></a> sugestivos de um tumor na mama. Entre os aspectos que devem ser motivo de atenção estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mudança na forma ou na aparência das mamas (ou apenas de uma só).</li>



<li>Alterações nos mamilos, por conta de secreções ou afundamento da pele da região (mamilo invertido).</li>



<li>Enrugamento na pele que recobre os seios.</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/"><u>Nódulos</u></a> sob a pele ou aprofundados no tecido mamário ou na região da axila, em especial quando eles são duros ao toque.</li>



<li>Sensação de inchaço ou dor nas mamas.</li>



<li>Vermelhidão e percepção de calor na pele de uma ou ambas as mamas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para alcançar tal objetivo, o <strong>processo do autoexame pode ser dividido em três momentos diferentes</strong>. Através de cada um deles é possível avaliar a mama e a região ao seu redor de maneiras distintas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Na frente do espelho</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Posicione-se em pé, na frente do espelho, com os braços esticados ao lado dos quadris. A partir disso, avalie se não há nenhuma <strong>alteração no formato, no tamanho ou na coloração das mamas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, verifique se não há nenhuma mudança nos mamilos (como inversão, retração ou secreção) ou a presença de sinais de vermelhidão, descamação ou erupções na pele, além da presença de alguma área enrugada. Por fim, estique os braços para cima e avalie os mesmos aspectos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Na posição deitada</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com o torso voltado para cima, o ideal nesse momento é examinar a mama esquerda usando a mão direita (e vice-versa). A posição ajuda a gravidade a espalhar o tecido da mama, tornando mais fácil a avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a ponta dos dedos, <strong>apalpe toda a área dos seios e da axila cuidadosamente em busca de sinais suspeitos.</strong> Para isso, pode ser necessário aplicar um pouco de pressão durante o processo. Os mamilos também podem ser examinados, principalmente para identificar se não há presença de fluidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Durante o banho de chuveiro</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa hora, use novamente a ponta dos dedos para analisar toda a condição da mama, assim como as axilas, em busca das mesmas alterações já destacadas (como nódulos ou mudanças na pele e nos mamilos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os movimentos podem ser os mesmos feitos com o corpo deitado, mas <strong>a presença da água pode facilitar o deslizar das mãos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando o autoexame de mama deve ser feito</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De maneira geral, <strong>mulheres de todas as idades podem fazer o autoexame da mama</strong>. Mas, por uma série de fatores, é esperado que as mamas tenham pequenas mudanças com o passar do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elas podem ficar inchadas ou se tornarem mais sensíveis em determinados momentos do ciclo menstrual, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, para mulheres que ainda menstruam, pode ser indicado esperar até alguns dias depois do fim da menstruação para avaliar as mamas. Para aquelas já na menopausa, a referência para o intervalo adequado pode ser um dia específico do mês (dia 12, por exemplo), repetindo o exame sempre nessa data.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O momento de procurar ajuda especializada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Acima de tudo, é fundamental manter a calma ao se deparar com um nódulo ou qualquer outra alteração na mama. Existem inúmeras explicações para isso e parte delas indica a presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fibroadenoma-na-mama-o-que-e-sintomas-e-como-tratar/"><u>quadros benignos</u></a>. Muitas vezes eles se resolvem por conta própria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, tal constatação não deve dispensar a necessidade de informar e<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/"><u> conversar com um médico sobre o assunto</u></a>. Tal orientação é relevante sobretudo quando o incômodo notado persiste por mais de dois ciclos menstruais ou parece piorar com o passar do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de uma avaliação clínica cuidadosa, <strong>o profissional pode sugerir a realização de exames mais detalhados.</strong> Isso inclui recursos que captam imagens do tecido da mama (como mamografias, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/"><u>ultrassons </u></a>ou ressonâncias magnéticas) ou mesmo uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><u>biópsia.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, um pequeno fragmento da eventual lesão é removido e analisado em laboratório. Tal abordagem permite ao médico patologista determinar a natureza das células ali presentes, indicando se elas são malignas ou não.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/microcalcificacoes-na-mamografia/"><u>O que as microcalcificações na mamografia indicam</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Os benefícios e dúvidas sobre o autoexame de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O autoexame da mama pode ser uma estratégia importante para agilizar o diagnóstico de um possível câncer de mama, principalmente quando combinado com o acompanhamento do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-transexuais/"><u>rastreamento</u></a> adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o autoexame como conhecemos hoje foi popularizado na década de 1950, em um período em que os mamógrafos modernos não existiam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, com o passar dos anos, <strong>as evidências disponíveis passaram a indicar que a adoção do autoexame não faria tanta diferença nos diagnósticos e na redução da mortalidade</strong>. Pelo contrário: esse procedimento poderia trazer efeitos negativos, como o aumento de exames invasivos desnecessários e o incremento no estresse das pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplo disso é uma <a href="https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD003373/full">revisão sobre o </a><a href="https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD003373/full">tema</a> que reuniu os dados de quase 400 mil mulheres chinesas e russas. Foram comparados os dados entre grupos que faziam o autoexame regularmente e aqueles que não receberam tal orientação. No fim, <strong>nenhuma diferença significativa foi constatada no número de óbitos por câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora mais tumores tenham sido identificados nas mulheres russas, pacientes que faziam o autoexame de mama regular foram submetidas a duas vezes mais biópsias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, a maioria dos órgãos competentes deixou de recomendar tal forma de cuidado, ressaltando principalmente que ele não substitui as mamografias regulares ou qualquer outra forma de avaliação clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim sendo, a<a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/screening-tests-and-early-detection/american-cancer-society-recommendations-for-the-early-detection-of-breast-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Sociedade Norte-Americana do Câncer</u></a> aponta também que há poucas evidências de que o autoexame antecipe o diagnóstico em pacientes seguindo a orientação para a realização de mamografias regulares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os cuidados básicos com a saúde das mamas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Isso, claro, não significa abandonar a atenção com a saúde das mamas. O procedimento periódico por conta própria pode ser mantido, <strong>mas a conscientização sobre essa região do corpo pode ser acompanhada também por meio de toques regulares</strong>, sem o emprego de uma técnica específica sempre que a mulher se sentir confortável ou notar algo diferente no corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, diante de qualquer dúvida sobre a necessidade do autoexame de mama e a melhor abordagem para manter o rastreamento adequado, <strong>converse com seu médico</strong>. Mulheres com<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u> risco maior de desenvolver a doenç</u></a>a podem precisar de acompanhamento mais próximo, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os caroços na axila podem ser um achado comum, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/caroco-axila/"><u>então saiba quando eles devem ser vistos como uma preocupação.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-de-mama-prevencao-cancer/">O papel do autoexame de mama no acompanhamento da saúde da mulher</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/autoexame-de-mama-prevencao-cancer/">O papel do autoexame de mama no acompanhamento da saúde da mulher</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Saiba se existe hora certa para começar o rastreamento do câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[rastreamento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos pontos centrais das campanhas em torno do Outubro Rosa é a importância da detecção ágil de possíveis alterações malignas no tecido mamário. Nesse cenário, as iniciativas que buscam fortalecer o rastreamento do câncer de mama são fundamentais para garantir o acesso apropriado aos exames necessários para esse fim. O câncer de mama, não custa lembrar, é a principal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos centrais das campanhas em torno do Outubro Rosa é a importância da detecção ágil de possíveis alterações malignas no tecido mamário. Nesse cenário, <strong>as iniciativas que buscam fortalecer o rastreamento do câncer de mama</strong> são fundamentais para garantir o acesso apropriado aos exames necessários para esse fim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer de mama, não custa lembrar, é a principal neoplasia entre as mulheres, atrás apenas dos tumores de pele não melanoma. Além disso, de acordo com o<a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/relatorio_dados-e-numeros-ca-mama-2023.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto Nacional do Câncer</u></a>, <strong>ele é a principal causa de mortalidade por câncer entre as pacientes do sexo feminino.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, é natural que surjam dúvidas sobre quando e como fazer o acompanhamento adequado e que outros cuidados são importantes para proteger esse aspecto da saúde da mulher.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é e quais os objetivos do rastreamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um câncer de mama é resultado da proliferação anormal de células do tecido mamário. Elas formam um nódulo, que no começo geralmente têm tamanho reduzido. <strong>À medida que a enfermidade avança, a doença pode progredir para outras estruturas da mama,</strong> bem como para o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/metastase-ossea/"><u> restante do corpo.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">As opções de tratamento disponíveis podem combater essa formação indesejada. Todavia, as chances de sucesso variam bastante e o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u>estágio em que a doença foi identificada </u></a>influencia bastante nessa equação. Por isso que se fala tanto da importância de uma detecção precoce da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, na hora de discutir esse tipo de estratégia, é fundamental saber diferenciar duas abordagens: o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/"><u>diagnóstico</u></a> precoce e o rastreamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Diagnóstico precoce</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine o seguinte cenário: uma mulher com mais de 50 anos nota uma mudança na pele da mama e, aparentemente, a presença de um nódulo palpável naquela região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em tal cenário, o ideal é que ela procure ajuda especializada. Com o apoio dos profissionais de saúde, poderão ser feitos exames (como uma mamografia e uma biópsia, por exemplo) para que se identifique a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/lesoes-pre-cancerigenas-mama/"><u>natureza da lesão</u></a> e haja confirmação ou não de um possível câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais cedo isso se der, melhor. Em resumo, isso é o que engloba o diagnóstico precoce: pacientes com sinais e<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-inflamatorio/"><u> sintomas</u></a> suspeitos <strong>avaliados o quanto antes para entender o que está causando tais queixas.</strong> Depois disso, é feito o encaminhamento necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/"><u>Descubra qual a hora certa de procurar um mastologista</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Rastreamento</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No rastreamento, a dinâmica é diferente. Na prática, é aplicado um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/">exame específico</a> em um grupo determinado, mesmo que não haja qualquer suspeita de um câncer de mama. <strong>A mamografia, uma espécie de radiografia da mama, costuma ser o recurso mais utilizado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro desse recorte da população, a maioria dos testes terá um resultado negativo para a presença de um tumor. Contudo, a pequena parcela em que uma alteração ainda silenciosa foi identificada pode se beneficiar bastante do resultado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, os profissionais e pacientes podem optar pelas melhores abordagens conforme cada caso. Isso pode envolver outras avaliações, acompanhamentos mais próximos ou até mesmo o início do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O momento ideal para o início das ações de rastreamento do câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Então, bastaria que todas as mulheres, de qualquer idade, fizessem avaliações frequentes para, da forma mais rápida possível, identificar possíveis casos de câncer de mama em estágios iniciais? Não é bem assim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista populacional, <strong>o momento certo para o início de iniciativas de rastreamento deve ser ponderado levando em conta os riscos e os benefícios de cada intervenção</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De um lado, exames demais, sobretudo em pacientes muito jovens (ou mesmo muito idosas), podem custar caro e aumentar o número de falsos-positivos. Isso acontece quando alguma alteração é supostamente encontrada e exige que outros procedimentos sejam feitos para uma melhor avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse meio tempo, a paciente pode ser submetida a intervenções desnecessárias, que não acrescentam nada ao seu quadro clínico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No sentido oposto, a ausência de solicitação de exames poderia deixar passar possíveis casos de câncer de mama em grupos com mais chance de desenvolver a doença. Desse modo, elas só procurariam ajuda mais tarde, quando houvesse sintomas. Como consequência, haveria um atraso no início do tratamento, aumentando a mortalidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As principais recomendações sobre o início do rastreamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, as sociedades médicas e o Ministério de Saúde divergem sobre idade mínima para a realização das mamografias de rotina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-de-mama/acoes/deteccao-precoce" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ministério da Saúde</a> <strong>sugere que elas sejam feitas a cada dois anos, dentro do intervalo entre os 50 e os 69 anos. </strong>Porém, isso exclui do rastreamento as mulheres entre 40 e 49 anos, que atualmente acumulam cerca de 30% dos casos de câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, diversas entidades médicas discordam dessa recomendação. A <a href="https://www.uspreventiveservicestaskforce.org/uspstf/recommendation/breast-cancer-screening#bcei-recommendation-title-area" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos</a>, em nova atualização sobre o tema, destaca os <strong>benefícios das mamografias na redução da mortalidade por câncer de mama dos 40 aos 74 anos. </strong>Assim, foi revertida a recomendação do início apenas aos 50 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) também indicam que a primeira mamografia deve ser feita aos <strong>40 anos, seguida depois de exames anuais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal decisão se baseia no acúmulo de evidências que apontam o número cada vez maior de casos de câncer antes dos 50 anos e como a detecção precoce ajuda na redução da mortalidade. Exemplo disso é um <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanonc/article/PIIS1470-2045(20)30398-3/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo feito com 160 mil mulheres no Reino Unido.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse total, o grupo que fez mamografias entre os 39 e os 48 anos apresentou uma <strong>redução de até 25% na mortalidade pelo câncer de mama,</strong> demonstrando uma queda substancial na ameaça provocada pela doença. Os dados foram publicados em setembro de 2020, na The Lancet Oncology.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E o autoexame?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quem tem mais idade certamente se lembra de como o autoexame das mamas já fez parte de forma significativa das campanhas contra a doença. Tal mensagem aparecia até mesmo em<a href="https://www.youtube.com/watch?v=hRiDKcSYZmQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> propagandas na TV.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, tal procedimento consistia em uma série de movimentos e toques feitos de forma periódica pela própria mulher para identificar possíveis alterações ainda em estágios iniciais, com a posterior busca por suporte profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, <strong>com o tempo percebeu-se que tal ação não oferecia benefícios significativos</strong>. Pelo contrário, em algumas circunstâncias, ela ocasionava um risco maior de intervenções desnecessárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o incentivo ao autoexame foi substituído pelo que os especialistas chamam de <em>breast awareness. </em>Em poucas palavras, <strong>tal conceito indica que as mulheres devem estar sempre atentas às condições das suas mamas, </strong>em busca de possíveis sinais que talvez exijam atenção específica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como saber o que é melhor para você</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Recomendações à parte, cada mulher pode receber orientação personalizada sobre como e quando iniciar o rastreamento do câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inclusive, devido a uma série de características individuais, <strong>pode ser necessário antecipar os exames ou incluir novos procedimentos no esquema de acompanhamento</strong> (como as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/"><u>ressonâncias magnéticas</u></a>, por exemplo). Entre os fatores que entram nesse cálculo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Risco maior de desenvolver um câncer de mama, de acordo com a identificação de fatores genéticos (como as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/teste-genetico-cancer-mama/"><u>mutações nos genes BRCA)</u></a> ou histórico familiar.</li>



<li>Exposição à terapia com radiação no tórax antes dos 30 anos.</li>



<li>Parentes próximos com histórico de outros tipos de câncer, como nos ovários.</li>



<li>Alta densidade das mamas.</li>



<li>Alterações hormonais e fisiológicas que elevam a chance de câncer (como menarca precoce ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-e-amamentacao/"><u>nunca ter amamentado</u></a>).</li>



<li>Estilo de vida e manutenção de comportamentos associados a um maior risco de ter a doença (como tabagismo, excesso de peso ou abuso de álcool).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Todos esses aspectos serão colocados na balança que mede o possível benefício do rastreamento do câncer de mama. Logo, <strong>médico e paciente terão à disposição mais informações sobre o que deve ser feito para garantir a estratégia mais adequada, segura e eficiente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e entenda o que é e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/avaliacao-risco-cancer-mama/"><u>como é feita uma avaliação de risco de câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/">Saiba se existe hora certa para começar o rastreamento do câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/rastreamento-do-cancer-de-mama-quando-comecar/">Saiba se existe hora certa para começar o rastreamento do câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Veja quais são as principais causas da dor ao amamentar e confira 5 dicas para prevenir o desconforto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[mamas]]></category>
		<category><![CDATA[mamilos]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora seja fundamental por diferentes motivos (que vão além da nutrição da criança e passam pelo estabelecimento de laços entre mãe e filho e a autoestima da mulher), o aleitamento materno costuma gerar uma série de preocupações, inclusive quando a lactante nota algum tipo de dor ao amamentar. Ainda que muitas vezes tal tipo de desconforto seja naturalizado ou ignorado, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Embora seja fundamental por diferentes motivos (que vão além da<a href="https://www.paho.org/pt/noticias/1-8-2018-aleitamento-materno-nos-primeiros-anos-vida-salvaria-mais-820-mil-criancas" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> nutrição da criança</u></a> e passam pelo estabelecimento de laços entre mãe e filho e a autoestima da mulher), o aleitamento materno costuma gerar uma série de preocupações, inclusive quando a lactante nota <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dor-no-seio/"><u>algum tipo de dor </u></a>ao amamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que muitas vezes tal tipo de desconforto seja naturalizado ou ignorado, vale sempre reforçar que sentir dor durante a lactação não é normal. <strong>Em muitos casos, cuidados com o posicionamento do bebê costumam resolver a situação. Por outro lado, condições mais graves podem exigir ajuda especializada.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Que problemas costumam estar por trás da dor ao amamentar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As causas para a dor ao amamentar são várias e muitas vezes vão além do período inicial da lactação, no qual dores e sensibilidade costumam ser mais frequentes. Por isso, vale entender melhor alguns dos motivos mais frequentes que explicam esse tipo de sintoma.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Sensibilidade mamilar</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É comum nos primeiros dias de amamentação. A mulher percebe que os <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamilo-invertido/"><u>mamilos </u></a>estão mais sensíveis, ainda mais por se tratar de um período em que as mamas ficam inchadas. Essa sensação pode ser desconfortável, principalmente quando o bebê começa a sugar o leite, mas tende a desaparecer com o tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Fissuras</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Surgem principalmente por conta do posicionamento (a chamada “pega”) inadequado do bebê, causando pequenas lesões nos mamilos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Ingurgitamento mamário</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Problema também conhecido como “empedramento”. Ele aparece por conta do excesso do leite acumulado nas mamas, fazendo com que o líquido se torne espesso e difícil de ser eliminado. Além da dor, podem aparecer sinais como vermelhidão e inchaço nas mamas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Anquiloglossia da criança</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, a chamada “língua presa” do bebê interfere na sua habilidade de sucção, dificultando o esvaziamento adequado da mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Dermatite de aréola</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ser causada por diversos fatores (como produtos de higiene e tecidos, por exemplo). Ela torna a área do mamilo mais sensível, fazendo com que a sucção do bebê provoque dor.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Obstrução do ducto mamário</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em que não há esvaziamento completo dos canais que levam o leite da mama ao mamilo. Isso pode gerar dor, inchaço e até mesmo a presença de um nódulo na região afetada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Candidíase mamária</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nome da infecção causada por um fungo geralmente presente na boca do bebê e que se aproveita de pequenas lesões no mamilo para se disseminar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. Mastite</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quadro inflamatório comum entre lactantes associado à obstrução prolongada dos ductos mamários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com esse tipo de desconforto durante a amamentação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Confira agora algumas recomendações para evitar a dor ao amamentar e prevenir complicações por consequência de problemas comuns na amamentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Garanta uma pega adequada durante a amamentação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A boca da criança deve se encaixar adequadamente em torno do mamilo e da aréola e o seu corpo deve estar voltado adequadamente para a direção da mãe. Mulheres com o primeiro filho podem ter um pouco mais de dificuldade em encontrar a postura adequada, mas devem receber orientação para isso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Mantenha uma amamentação em regime de livre demanda</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, permitindo que o bebê mame sempre que quiser. Isso contribui para o esvaziamento adequado das mamas. Se não for possível amamentar com tanta frequência, pode ser necessário ordenhar o excesso de leite.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Utilize sutiãs confortáveis</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Eles não podem apertar as mamas e devem ser feitos de preferencialmente de algodão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Tenha atenção também para manter os mamilos sempre secos, inclusive depois das mamadas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se possível, exponha as mamas ao ar livre ou a luz do Sol por alguns minutos todos os dias. Mulheres que usam absorventes nos seios devem substituí-los constantemente para evitar que eles fiquem úmidos. Além disso, lave as mãos antes de tocar os mamilos e evite produtos de higiene ou cosméticos que possam irritar a pele.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Alterne as mamadas entre as mamas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Isso ajuda a aliviar a pressão e reduzir o desconforto provocado pela dor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ideal é não interromper a amamentação, mesmo com mamilos doloridos. <strong>No entanto, é essencial observar alguns sinais de que os problemas estão piorando. Entre alguns deles estão </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/"><u><strong>traços de sangue ou pus no leite</strong></u></a>. Entre outras coisas, isso pode sugerir que um abscesso se formou, como consequência de uma mastite, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">Entenda melhor quais os sinais e sintomas de um quadro de mastite</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer quando a dor ao amamentar não vai embora?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o problema não se resolve por conta própria ou parece piorar (como mencionado acima), é indispensável procurar ajuda médica. <strong>Dessa forma, o profissional pode avaliar a condição e entender melhor o que está causando o incômodo durante a amamentação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="cta">Agende sua consulta com a Dra. Brenda Delgado agora mesmo!<br><a href="https://wa.me/5511970988899"><u>Clique aqui para entrar em contato</u></a> ou acesse o ícone do WhatsApp disponível nesta página.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de medidas adicionais de cuidado durante o aleitamento, ele pode prescrever o uso de medicamentos para combater os sintomas e a causa por trás do problema (o que inclui o uso de antibióticos, antifúngicos e anti-inflamatórios). O ideal é não se automedicar, já que alguns fármacos são contraindicados para lactantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, é possível também avaliar a necessidade de determinados procedimentos para resolver a questão (<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-um-abscesso-na-mama-se-forma-e-qual-e-o-tratamento-para-esse-problema/"><u>em caso de abscessos</u></a>, pode ser necessário drená-los com o uso de uma agulha, por exemplo).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em suma, a dor ao amamentar pode atrapalhar a alimentação do bebê, mas não deve ser vista como um impeditivo absoluto para isso.</strong> Com os devidos cuidados e a orientação adequada, as mães que sofrem com esse desconforto podem superá-lo e assim garantir mais tranquilidade na hora de alimentar seus filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e saiba mais sobre diferentes secreções que podem sair pelos mamilos femininos, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sangramento-mama/"><u>mesmo que quando as mulheres estejam no período de lactação.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dor-amamentar/">Veja quais são as principais causas da dor ao amamentar e confira 5 dicas para prevenir o desconforto</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dor-amamentar/">Veja quais são as principais causas da dor ao amamentar e confira 5 dicas para prevenir o desconforto</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Imuno-histoquímica do câncer de mama: o que é e para que serve?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[estrogenio]]></category>
		<category><![CDATA[HER2]]></category>
		<category><![CDATA[receptor hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[triplo-negativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A imuno-histoquímica do câncer de mama fornece informações importantes para definir a melhor abordagem de tratamento da doença. Imuno-histoquímica é um termo utilizado com frequência nas ciências biológicas. Em linhas gerais, esse conceito define um procedimento que se dá com base no reconhecimento da presença de anticorpos por antígenos presentes em determinadas células do tecido de um organismo. Tal forma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>A imuno-histoquímica do câncer de mama fornece informações importantes para definir a melhor abordagem de tratamento da doença.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Imuno-histoquímica é um termo utilizado com frequência nas ciências biológicas. Em linhas gerais, esse conceito define um procedimento que se dá com base no reconhecimento da presença de anticorpos por antígenos presentes em determinadas células do tecido de um organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal forma de avaliação pode ser utilizada em diferentes contextos (como no diagnóstico de certas doenças infecciosas, por exemplo). <strong>No entanto, a imuno-histoquímica é bastante utilizada também para fornecer aos médicos informações valiosas sobre as características de um câncer de mama em pacientes diagnosticadas com essa neoplasia.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Qual a finalidade de um teste de imuno-histoquímica em pacientes com câncer de mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a imuno-histoquímica é uma das formas mais utilizadas para avaliar a composição biológica de um câncer na mama. <strong>Tais características são essenciais para determinar as melhores opções de tratamento, bem como para delimitar possíveis prognósticos</strong>. Por isso, essa técnica é relevante para saber mais sobre dois aspectos: <strong>a expressão de receptores da proteína HER2 ou de determinados hormônios.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Expressão de receptores HER2</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se presentes em grandes quantidades, <strong>receptores HER2 aceleram a reprodução das células cancerígenas, fazendo com o tumor se dissemine mais rápido</strong>. Ou seja, quanto maior a expressão desses receptores, maior a quantidade deles na superfície da célula, fazendo com ela se divida e se multiplique mais rápido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exame de imuno-histoquímica atribui ao câncer diagnosticado uma escala que vai de 0 a 3+. Assim sendo, resultados 0 ou 1 indicam que há poucos receptores, fazendo com que o tumor seja considerado HER2 negativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um resultado 2 delimita uma área cinzenta em que<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/"><u> novos exames</u></a> (como a chamada hibridização <em>in situ)</em> precisam ser feitos para determinar a expressão desse receptor. <strong>Já a escala 3 indica que o câncer é HER2 positivo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Para saber mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">O que um tumor HER2 positivo indica?</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Expressão de receptores hormonais</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Essa avaliação permite identificar se as células cancerígenas contam com receptores que se ligam a hormônios como a progesterona e o estrogênio e facilitam sua multiplicação.<strong> Em outras palavras, a imuno-histoquímica também é empregada para entender se o tumor diagnosticado se “alimenta” dos hormônios que circulam pelo organismo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como cada laboratório usa um método diferente, não existe uma forma padrão de apresentar os resultados. No entanto, é possível que os resultados informem a porcentagem (de 0 a 100) das células com receptores hormonais presentes no tecido analisado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras formas de apresentar os achados envolvem escalas numéricas que indicam a quantidade de células com esses receptores ou somente um “positivo” ou “negativo” para a presença deles. No fim, é sempre mais fácil contar com seu médico para entender o que os resultados significam.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> De que forma esse exame é feito?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, <strong>a imuno-histoquímica é solicitada logo após a confirmação do diagnóstico do câncer de mama, ainda antes do início do tratamento</strong>. Quase sempre a amostra necessária para a realização do teste é coletada por meio de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/"><u>biópsia do tecido da mama.</u></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da amostra disponível, o médico patologista em laboratório usa substâncias específicas para determinar as características das células do tumor. Elas contam com anticorpos que “reagem” diante da existência dos seus respectivos antígenos e se ligam a eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando essa ligação acontece, as células analisadas tendem a mudar de cor (alteração que só pode ser vista por microscópico) indicando ao profissional determinadas características daquela amostra (se HER2 ou com grande número de receptores hormonais, como já destacado).</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Como a imuno-histoquímica pode orientar o tratamento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com os resultados em mãos, <strong>o médico responsável pelo acompanhamento tem a possibilidade de discutir junto à paciente as melhores opções de tratamento, além de traçar cenários a partir daquilo que sabe sobre a evolução da doença.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Só para ilustrar, um câncer HER2+ conta com<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapia-alvo-cancer-de-mama-her2/"><u> opções de terapia que usam esses receptores justamente como “alvos” para combater o tumor. </u></a>Já tumores que expressam grandes quantidades de receptores hormonais respondem melhor a tratamentos que reduzem a circulação de certos hormônios no organismo ou bloqueiam os mecanismos que as células cancerígenas usam para aproveitá-los.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No sentido oposto, tumores HER2 negativos ou sem quantidades relevantes de receptores hormonais não vão responder bem a essas opções</strong>. Logo, tais cenários exige outras abordagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um caso específico nesses quadros é o dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u>tumores triplo-negativos:</u></a> <strong>eles não têm receptores de estrogênio, progesterona e nem expressam a proteína HER2</strong>. Por uma série de fatores, isso faz com que eles tenham menos opções de tratamento. Embora respondam por menos de<a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/about/types-of-breast-cancer/triple-negative.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> 15% de todos os casos de câncer de mama,</u></a> eles tendem ainda a ser mais agressivos que a média.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Claro que esses são apenas alguns recortes para os usos da imuno-histoquímica no curso do tratamento de um câncer de mama. <strong>Independentemente dos resultados, é fundamental que as pacientes mantenham contato com seu médico para entender o que eles significam conforme cada caso</strong>. Isso facilita o esclarecimento de dúvidas e reduz o receio com relação ao que os exames apontam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja agora o que são e qual o papel das<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/assinaturas-genomicas/"> </a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/assinaturas-genomicas/"><u>assinaturas genômicas no tratamento de um câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/">Imuno-histoquímica do câncer de mama: o que é e para que serve?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/">Imuno-histoquímica do câncer de mama: o que é e para que serve?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Quais as abordagens diante de um diagnóstico de câncer de mama durante a gravidez?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2023 11:45:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[óvulos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É normal que a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama seja uma preocupação entre pacientes com o desejo de engravidar. Em geral, casos de câncer de mama durante a gravidez são raros. De acordo com o National Cancer Institute, esse tipo de quadro representa um a cada 3.000 casos da doença e atinge principalmente mulheres entre 32 e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>É normal que a fertilidade durante o tratamento do câncer de mama seja uma preocupação entre pacientes com o desejo de engravidar.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, <strong>casos de câncer de mama durante a gravidez são raros</strong>. De acordo com o <em>National Cancer Institute</em>,<a href="https://www.cancer.gov/types/breast/patient/pregnancy-breast-treatment-pdq" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> esse tipo de quadro representa um a cada 3.000 casos da doença e atinge principalmente mulheres entre 32 e 38 anos</a>. Ainda assim, descobrir a doença ao longo da gestação pode gerar bastante preocupação nas pacientes que passam por isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, <strong>diante de tal circunstância, vale entender melhor como é feito o diagnóstico dessa condição, quais as opções de tratamento conforme a evolução da gravidez e o que a mulher pode esperar no momento de dar à luz e na hora de amamentar seu filho</strong>. No mais, é preciso considerar o impacto emocional que tal notícia pode impor em um momento que por si só já é cheio de incertezas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os possíveis sinais de um câncer de mama durante a gravidez?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A</strong> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/"><strong>gravidez</strong></a><strong> faz com que as mamas sofram diversas alterações ao longo da gestação e nos meses que se seguem ao parto.</strong> Muitas dessas alterações fisiológicas têm relação com a flutuação dos hormônios ou com a preparação do corpo para produzir o leite materno para a alimentação do bebê.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse modo, pode ser difícil notar algum sinal característico de um câncer de mama durante esse período. <strong>Não é raro, inclusive, que mulheres grávidas, ou que acabaram de dar à luz, sejam diagnosticadas com tumores em estágios mais avançados.</strong> Na média, isso pode fazer com que os prognósticos desses quadros sejam piores se comparados com aqueles de mulheres não grávidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, <strong>pode ser importante procurar o médico sempre que forem notados nódulos ou caroços nas mamas. </strong>Ainda que várias causas possam explicar o surgimento desse tipo de formação, o ideal é não esperar o parto para investigar tal alteração.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinais que também podem merecer uma avaliação mais cuidadosa são:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alterações na forma da mama;</li>
<li>Modificações na pele da região (deixando-a ondulada ou com aspecto de casca de laranja);</li>
<li>Inversão ou a retração dos mamilos;</li>
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sangramento-mama/">Presença de secreções que não são leite materno.</a></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como o diagnóstico de um câncer de mama pode ser confirmado durante a gravidez?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em um primeiro momento, <strong>a suspeita de um câncer de mama durante a gestação é averiguada conforme avaliação física dos sinais sugestivos da doença. </strong>A partir disso, pode ser necessário fazer alguns<strong> exames para confirmar ou descartar a hipótese</strong>, sempre levando em consideração a segurança da paciente e do feto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mamografias e ultrassonografias costumam ser as opções iniciais para isso.</strong> Ambos os procedimentos são considerados seguros se feitos com o devido cuidado. Ainda que a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/qual-a-diferenca-entre-mamografia-e-ultrassom-das-mamas/">mamografia</a> dependa da emissão de radiação, ela costuma ser em uma dose bem baixa e concentrada na altura do peito. Além disso, uma proteção extra pode ser colocada sobre a barriga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, é preciso ponderar sobre o risco de falsos-negativos. <strong>Desse modo, uma biópsia pode ser feita para confirmar a natureza das células que compõem a formação suspeita</strong>. Para isso, um pequeno fragmento de tecido da região é coletado e enviado para análise laboratorial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o tratamento é conduzido?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A melhor forma de tratar um câncer diagnosticado durante uma gestação passa por considerar dois aspectos principais: <strong>o momento em que a gravidez se encontra e as características do tumor </strong>(seu estágio e se ele é receptor hormonal positivo ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">expressa a proteína HER2</a>, por exemplo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, <strong>a maior parte das pacientes diagnosticadas durante a gestação passará </strong>inicialmente por um tratamento quimioterápico sem necessidade de interrupção da gravidez e após o parto, a sequência de tratamento com uma <strong>cirurgia de remoção do tumor e, eventualmente, dos linfonodos da axila</strong> (importante também para avaliar se o tumor se espalhou nessa direção). A opção por procedimentos conservadores ou mastectomias radicais é feita conforme avaliação caso a caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A mulher pode receber a indicação de um tratamento quimioterápico, desde que a gravidez tenha ultrapassado os três meses</strong>. Dependendo do estágio da gravidez, essa opção de tratamento pode ser neoadjuvante ou adjuvante (ou seja, antes ou depois da cirurgia).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por outro lado, o uso de radioterapia, hormonioterapia (como o</strong> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tamoxifeno/"><strong>tamoxifeno</strong></a><strong>) e terapias-alvo (como o trastuzumab) e imunoterapias não são recomendados para pacientes grávidas</strong>. Essas alternativas costumam ser postergadas até depois do parto. Além disso, a forma de lidar com os efeitos colaterais dos tratamentos adotados ou mesmo com a dor devido à doença devem levar em conta a segurança da gestante e do bebê.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/"> É possível interromper a hormonioterapia com segurança para engravidar?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o câncer de mama pode interferir no nascimento e na amamentação do bebê?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Independente do quadro da mãe, <strong>não parece haver nenhum risco ao feto decorrente da evolução do câncer de mama. </strong>Não há relatos de que as células cancerígenas possam atingir o bebê nessas circunstâncias. <strong>Logo, a maioria das gestantes pode levar em frente a gestação mesmo diante do diagnóstico indesejado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, à medida que o parto se aproxima, a <strong>paciente pode discutir junto com seu médico sobre a melhor forma de dar à luz.</strong> Dependendo das circunstâncias, uma cesariana pode ser mais segura, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os profissionais de saúde responsáveis pelo acompanhamento da paciente também fornecerão <strong>orientações sobre a amamentação</strong>. Dependendo do tipo de cirurgia feita para a remoção do tumor, a mulher pode não conseguir dar o peito ao seu bebê. Além disso, alguns medicamentos usados no tratamento do câncer podem passar para o leite materno, impedindo uma amamentação segura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o diagnóstico do câncer de mama durante a gravidez e todos os cuidados necessários depois do parto podem demandar ainda mais da mulher, inclusive do ponto de vista emocional. Portanto, <strong>companheiros e toda a rede de apoio das pacientes devem estar cientes dessas dificuldades.</strong> Assim, eles se tornam capazes de oferecer suporte apropriado nesses momentos para garantir a recuperação e uma maternidade satisfatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para mulheres que já tiveram um câncer de mama e desejam engravidar,</strong> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/"><strong>vale a pena compreender melhor de que forma a doença pode interferir na fertilidade.</strong></a><u></u></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-gravidez/">Quais as abordagens diante de um diagnóstico de câncer de mama durante a gravidez?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-gravidez/">Quais as abordagens diante de um diagnóstico de câncer de mama durante a gravidez?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Entenda como é feito o exame de PET Scan/PET-CT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 12:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exames de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[exame de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[medicina nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[tomografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como é feito o exame de PET Scan, qual a sua finalidade e como deve ser o preparatório da paciente no dia da avaliação Vários exames de imagens podem ser utilizados diante da necessidade de avaliar o sucesso do tratamento ou identificar se um câncer de mama se espalhou. As tomografias por emissão de pósitrons são exemplos disso. Portanto, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Saiba como é feito o exame de PET Scan, qual a sua finalidade e como deve ser o preparatório da paciente no dia da avaliação</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vários exames de imagens podem ser utilizados diante da necessidade de avaliar o sucesso do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u>tratamento </u></a>ou identificar se um câncer de mama se espalhou. <strong>As tomografias por emissão de pósitrons são exemplos disso.</strong> Portanto, vale a pena entender melhor como é feito o exame de PET Scan/<strong> PET-CT.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De forma resumida, eles fazem parte de um grupo de recursos da chamada <a href="https://www.cancer.org/cancer/diagnosis-staging/tests/imaging-tests/nuclear-medicine-scans-for-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>medicina nuclear</u></a>, <strong>que usa elementos que liberam radiação de forma segura e controlada para capturar imagens do organismo.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As características de um exame PET Scan/PET-CT.</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para realizar uma tomografia por emissão de pósitrons, <strong>é preciso injetar uma pequena quantidade de uma substância radioativa no organismo da paciente,</strong> geralmente ligada a um componente que o corpo usa. Na maioria dos casos, isso é feito com uma solução de glicose. Esse recurso também recebe o nome de <strong>marcador.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora sempre haja o temor quando algo envolve radiação, não é preciso se preocupar<strong>. A quantidade de elementos radioativos utilizados é mínima</strong> e o exame é repetido poucas vezes ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o marcador radioativo dentro do organismo, a tendência é que determinados tecidos absorvam mais ou menos da substância devido a alterações metabólicas. É o que acontece, por exemplo, com áreas afetadas por células cancerígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, uma câmera especial é utilizada para captar essas diferenças, criando padrões com base nos <strong>locais em que o elemento radioativo percorre ou se acumula</strong>. Diante da presença de um tumor, é provável que as áreas afetadas apareçam “iluminadas” na imagem graças à atividade das células cancerígenas, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, um computador coleta essas imagens, que lembram “fatias” do interior do organismo, e as reúne para formar uma representação em três dimensões. No fim, os profissionais envolvidos no acompanhamento do paciente avaliam a área de interesse, conforme a solicitação do exame.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com relação aos termos utilizados, vale reforçar que o PET-CT é o nome dado a combinação do PET Scan com a tomografia computadorizada. </strong>Desse modo, é possível unir as informações obtidas com o uso do contraste produzido pelos elementos radioativos com as imagens mais detalhadas capturadas por meio da tomografia computadorizada, que utiliza raios X.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> As principais aplicações deste recurso na mastologia/oncologia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, na<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/"><u> mastologia</u></a> <strong>um exame de PET Scan/PET-CT</strong><strong> é utilizado para avaliar a condição de pacientes já diagnosticadas com um câncer de mama</strong>. Ao longo do tratamento, ele pode ser solicitado para:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Identificar se um tumor atingiu os linfonodos, principalmente da região da axila.</li><li>Determinar se a doença se espalhou para outras partes do organismo e se já há características de um quadro de<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/"><u> metástase.</u></a></li><li>Avaliar se os tratamentos utilizados estão surtindo o efeito esperado na contenção da disseminação do câncer.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, <strong>as tomografias por emissão de pósitrons não devem ser utilizadas para rastreamento de rotina (ou seja, para identificar tumores que ainda não manifestaram sintomas</strong>). Normalmente, esses exames não são adequados para identificar tumores muito pequenos ou mesmo para diferenciar se determinadas alterações são efetivamente malignas. Para esses fins, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/ressonancia-magnetica-mamas/">outros exames de imagem</a> podem ser mais indicados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é preciso considerar que o acesso ao PET Scan/PET-CT tende a ser restrito. Os equipamentos necessários ainda são relativamente caros e sua manipulação depende de equipe qualificada.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/bi-rads-como-funciona-classificacao-exames-imagem-da-mama/">Entenda como funciona o BI-RADS em exames de imagem da mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que esperar da realização de um PET Scan/PET-CT</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Junto com a solicitação de um PET Scan/PET-CT, <strong>é provável que seu médico forneça algumas orientações a respeito do dia do exame. </strong>As principais recomendações envolvem manter o tempo de jejum necessário, evitar o consumo de cafeína e tabaco nas horas anteriores ao exame e não fazer exercícios físicos na véspera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No local do exame, <strong>os profissionais responsáveis pelo procedimento solicitarão a remoção de todos os utensílios metálicos do corpo (como joias e relógios, por exemplo</strong>), além de indicar o uso de trajes hospitalares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próximo passo é a aplicação do marcador, que acontece entre 30 e 60 minutos antes do exame em si. Isso acontece geralmente por meio de uma infusão em uma veia do braço. Finalizada essa etapa, a paciente é colocada na maca do equipamento. Uma vez acomodada, uma espécie de arco circunda seu corpo capturando as imagens que vão formar o resultado do exame. Esse processo demora por volta de 45 minutos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fazer um </strong><strong>PET Scan/PET-CT</strong><strong> não dói, </strong>mas o equipamento pode emitir sons incômodos. Em casos raros, pode haver reação adversa diante da aplicação do radiofármaco. Terminado o exame, é possível ir embora sem qualquer restrição e aguardar o laudo feito pelo radiologista. Esse documento deve ser avaliado pelo médico responsável pelo pedido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de compreender como é feito o exame de PET Scan/PET-CT, fica claro que embora não seja um recurso utilizado em todas as circunstâncias, ele pode ser importante para acompanhar a progressão de um câncer de mama, <strong>sobretudo quando há suspeita de que a doença tenha se espalhado para outras partes do organismo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda falando do uso de exames de imagem, entenda melhor quais<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tomossintese-mamaria/"> </a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tomossintese-mamaria/"><u>são as aplicações e as vantagens de uma tomossíntese mamária.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-feito-exame-pet-scan/">Entenda como é feito o exame de PET Scan/PET-CT</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-feito-exame-pet-scan/">Entenda como é feito o exame de PET Scan/PET-CT</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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