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	<title>amamentação - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>amamentação - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Veja quais são as principais causas da dor ao amamentar e confira 5 dicas para prevenir o desconforto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora seja fundamental por diferentes motivos (que vão além da nutrição da criança e passam pelo estabelecimento de laços entre mãe e filho e a autoestima da mulher), o aleitamento materno costuma gerar uma série de preocupações, inclusive quando a lactante nota algum tipo de dor ao amamentar. Ainda que muitas vezes tal tipo de desconforto seja naturalizado ou ignorado, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Embora seja fundamental por diferentes motivos (que vão além da<a href="https://www.paho.org/pt/noticias/1-8-2018-aleitamento-materno-nos-primeiros-anos-vida-salvaria-mais-820-mil-criancas" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> nutrição da criança</u></a> e passam pelo estabelecimento de laços entre mãe e filho e a autoestima da mulher), o aleitamento materno costuma gerar uma série de preocupações, inclusive quando a lactante nota <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dor-no-seio/"><u>algum tipo de dor </u></a>ao amamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que muitas vezes tal tipo de desconforto seja naturalizado ou ignorado, vale sempre reforçar que sentir dor durante a lactação não é normal. <strong>Em muitos casos, cuidados com o posicionamento do bebê costumam resolver a situação. Por outro lado, condições mais graves podem exigir ajuda especializada.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Que problemas costumam estar por trás da dor ao amamentar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As causas para a dor ao amamentar são várias e muitas vezes vão além do período inicial da lactação, no qual dores e sensibilidade costumam ser mais frequentes. Por isso, vale entender melhor alguns dos motivos mais frequentes que explicam esse tipo de sintoma.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Sensibilidade mamilar</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É comum nos primeiros dias de amamentação. A mulher percebe que os <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamilo-invertido/"><u>mamilos </u></a>estão mais sensíveis, ainda mais por se tratar de um período em que as mamas ficam inchadas. Essa sensação pode ser desconfortável, principalmente quando o bebê começa a sugar o leite, mas tende a desaparecer com o tempo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Fissuras</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Surgem principalmente por conta do posicionamento (a chamada “pega”) inadequado do bebê, causando pequenas lesões nos mamilos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Ingurgitamento mamário</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Problema também conhecido como “empedramento”. Ele aparece por conta do excesso do leite acumulado nas mamas, fazendo com que o líquido se torne espesso e difícil de ser eliminado. Além da dor, podem aparecer sinais como vermelhidão e inchaço nas mamas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Anquiloglossia da criança</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, a chamada “língua presa” do bebê interfere na sua habilidade de sucção, dificultando o esvaziamento adequado da mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Dermatite de aréola</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ser causada por diversos fatores (como produtos de higiene e tecidos, por exemplo). Ela torna a área do mamilo mais sensível, fazendo com que a sucção do bebê provoque dor.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Obstrução do ducto mamário</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em que não há esvaziamento completo dos canais que levam o leite da mama ao mamilo. Isso pode gerar dor, inchaço e até mesmo a presença de um nódulo na região afetada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Candidíase mamária</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nome da infecção causada por um fungo geralmente presente na boca do bebê e que se aproveita de pequenas lesões no mamilo para se disseminar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. Mastite</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quadro inflamatório comum entre lactantes associado à obstrução prolongada dos ductos mamários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com esse tipo de desconforto durante a amamentação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Confira agora algumas recomendações para evitar a dor ao amamentar e prevenir complicações por consequência de problemas comuns na amamentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Garanta uma pega adequada durante a amamentação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A boca da criança deve se encaixar adequadamente em torno do mamilo e da aréola e o seu corpo deve estar voltado adequadamente para a direção da mãe. Mulheres com o primeiro filho podem ter um pouco mais de dificuldade em encontrar a postura adequada, mas devem receber orientação para isso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Mantenha uma amamentação em regime de livre demanda</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, permitindo que o bebê mame sempre que quiser. Isso contribui para o esvaziamento adequado das mamas. Se não for possível amamentar com tanta frequência, pode ser necessário ordenhar o excesso de leite.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Utilize sutiãs confortáveis</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Eles não podem apertar as mamas e devem ser feitos de preferencialmente de algodão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Tenha atenção também para manter os mamilos sempre secos, inclusive depois das mamadas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se possível, exponha as mamas ao ar livre ou a luz do Sol por alguns minutos todos os dias. Mulheres que usam absorventes nos seios devem substituí-los constantemente para evitar que eles fiquem úmidos. Além disso, lave as mãos antes de tocar os mamilos e evite produtos de higiene ou cosméticos que possam irritar a pele.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Alterne as mamadas entre as mamas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Isso ajuda a aliviar a pressão e reduzir o desconforto provocado pela dor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ideal é não interromper a amamentação, mesmo com mamilos doloridos. <strong>No entanto, é essencial observar alguns sinais de que os problemas estão piorando. Entre alguns deles estão </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/"><u><strong>traços de sangue ou pus no leite</strong></u></a>. Entre outras coisas, isso pode sugerir que um abscesso se formou, como consequência de uma mastite, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">Entenda melhor quais os sinais e sintomas de um quadro de mastite</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer quando a dor ao amamentar não vai embora?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o problema não se resolve por conta própria ou parece piorar (como mencionado acima), é indispensável procurar ajuda médica. <strong>Dessa forma, o profissional pode avaliar a condição e entender melhor o que está causando o incômodo durante a amamentação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="cta">Agende sua consulta com a Dra. Brenda Delgado agora mesmo!<br><a href="https://wa.me/5511970988899"><u>Clique aqui para entrar em contato</u></a> ou acesse o ícone do WhatsApp disponível nesta página.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de medidas adicionais de cuidado durante o aleitamento, ele pode prescrever o uso de medicamentos para combater os sintomas e a causa por trás do problema (o que inclui o uso de antibióticos, antifúngicos e anti-inflamatórios). O ideal é não se automedicar, já que alguns fármacos são contraindicados para lactantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, é possível também avaliar a necessidade de determinados procedimentos para resolver a questão (<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-um-abscesso-na-mama-se-forma-e-qual-e-o-tratamento-para-esse-problema/"><u>em caso de abscessos</u></a>, pode ser necessário drená-los com o uso de uma agulha, por exemplo).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em suma, a dor ao amamentar pode atrapalhar a alimentação do bebê, mas não deve ser vista como um impeditivo absoluto para isso.</strong> Com os devidos cuidados e a orientação adequada, as mães que sofrem com esse desconforto podem superá-lo e assim garantir mais tranquilidade na hora de alimentar seus filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e saiba mais sobre diferentes secreções que podem sair pelos mamilos femininos, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sangramento-mama/"><u>mesmo que quando as mulheres estejam no período de lactação.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dor-amamentar/">Veja quais são as principais causas da dor ao amamentar e confira 5 dicas para prevenir o desconforto</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dor-amamentar/">Veja quais são as principais causas da dor ao amamentar e confira 5 dicas para prevenir o desconforto</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>O que pode provocar um sangramento na mama e outros tipos de secreção dos mamilos? Confira as causas mais comuns</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 11:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde das mamas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sangramento na mama e outros tipos de secreção do mamilo podem ser sinal de uma série de problemas que, em alguns casos, merecem atenção maior Vários tipos de fluido podem ser eliminados pelos mamilos, em diferentes fases da vida da mulher (como durante a lactação, por exemplo). De qualquer forma, notar um sangramento na mama a partir de uma secreção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Sangramento na mama e outros tipos de secreção do mamilo podem ser sinal de uma série de problemas que, em alguns casos, merecem atenção maior</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vários tipos de fluido podem ser eliminados pelos mamilos, em diferentes fases da vida da mulher (como durante a lactação, por exemplo). <strong>De qualquer forma, notar um sangramento na mama a partir de uma secreção nos mamilos costuma ser motivo de preocupação.</strong> No entanto, o chamado fluxo papilar ou descarga papilar é comum durante a idade fértil. <strong>Entre 60 e 80% das mulheres apresentarão tal queixa ao longo da vida,</strong> ainda que mais de 95% dos casos tenham origem benigna.<strong> Add:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entre as causas mais comuns para </strong><strong>o quadro de descarga papilar</strong><strong> estão infecções, traumas e algumas doenças benignas. Mais raramente, isso pode indicar a presença de um câncer de mama</strong>. Ainda que todo diagnóstico deva ser feito por um profissional, reconhecer sinais de um possível problema mais grave é fundamental para procurar ajuda precoce.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em que situações a presença de secreções no mamilo pode ser comum?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem toda secreção no mamilo é considerada anormal, principalmente quando o líquido eliminado não tem sinais da presença de sangue. Nesses casos, o fluido secretado tende a ser claro. Além disso, é preciso considerar se ele está saindo de ambos os mamilos e ocorre apenas quando eles são apertados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mulheres em estágios iniciais de gravidez, por exemplo, podem apresentar esse tipo de secreção pelo mamilo</strong>. No mais, à medida que a gravidez avança, o líquido vai ganhando um aspecto similar ao leite que servirá de alimento ao recém-nascido. Por fim, mesmo depois que a amamentação é interrompida, leite e outras secreções podem continuar a ser eliminadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo mulheres que não estão amamentando podem apresentar secreções mamilares do tipo. <strong>Em muitos casos, elas são resultado de alterações hormonais durante o ciclo reprodutivo, excitação sexual ou decorrente do uso de determinadas medicações (como antidepressivos e anticoncepcionais orais). Esse tipo de quadro recebe o nome de galactorreia</strong>, caracterizado pela saída de um líquido parecido com leite pelo mamilo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode levar ao surgimento de um sangramento na mama e outros tipos de secreção do mamilo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A preocupação em torno da secreção do mamilo cresce quando há um sangramento na mama, que pode ser notado pela cor característica do líquido eliminado. </strong>Vale entender um pouco mais das características das situações que podem causar esse problema.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. <strong>Amamentação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Dificuldades na amamentação (como o ajuste da pegada da boca do bebê, por exemplo) podem fazer com que os mamilos da mãe apresentem rachaduras e fiquem doloridos. Com isso, pequenos cortes na região podem gerar sangramentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, é preciso entender o que está gerando dificuldade na hora de alimentar a criança. Já quando o problema surge meses depois do início da amamentação, pode ser necessário avaliar a presença de uma infecção na região.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. <strong>Problema de pele</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Problemas dermatológicos não relacionados à amamentação também podem explicar o sangramento na mama. Um exemplo disso são condições que levam ao ressecamento e o aparecimento de rachaduras nessa área do corpo. Dermatites e o contato com substâncias irritantes também são causas possíveis. Além do sangramento, a mulher pode experimentar<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/coceira-nas-mamas-o-que-pode-ser/"><u> coceira, </u></a>erupções na pele e bolhas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. <strong>Traumas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Qualquer tipo de contato que gera uma lesão na pele pode levar ao sangramento na mama, inclusive acompanhada de infecções. Isso acontece, por exemplo, diante de aplicações de piercing, cuja inserção gera uma pequena incisão que pode demorar para cicatrizar. Estimulação intensa também pode machucar a área. Quando uma infecção se forma, a paciente pode perceber vermelhidão na área, bem como dor e a presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/"><u>pus nas secreções.</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">4. <strong>Mastites</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As mastites são um tipo de quadro inflamatório acompanhado de infecção que se manifesta por meio de secreções contendo sangue, embora isso não aconteça em todos os casos. Elas atingem sobretudo mulheres que estão amamentando, devido ao acúmulo de leite nos ductos mamários. Outros sintomas comuns são dor, vermelhidão e a formação de um abscesso na mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>5. Ectasia ductal mamária</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Essa alteração é caracterizada pela expansão dos ductos mamários, fazendo com que as paredes da região fiquem mais espessas. Com o tempo, isso favorece o acúmulo de líquidos, que podem ser eliminados pelos mamilos. Eles tendem a ser claros e nem sempre apresentam sinais de sangue. Embora gere preocupação, a ectasia ductal mamária é uma condição benigna.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. <strong>Alterações fibrocísticas da mama</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esse termo engloba uma série de alterações no tecido da mama que não têm natureza maligna, como cistos mamários, por exemplo. Elas podem gerar dor, queimação e sensação de mama pesada, além da presença de secreções pelo mamilo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. <strong>Papilomas Intraductais</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os papilomas intraductais são outra condição benigna responsável pela presença de secreção dos mamilos. O líquido eliminado pode conter sangue. Além disso, o problema pode gerar dor e a presença de uma massa palpável próxima ao mamilo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. <strong>Doença de Paget da mama</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u>doença de Paget</u></a> da mama é um tipo neoplasia relativamente rara que se forma a partir dos ductos mamários e que avança até atingir as áreas próximas ao mamilo, por meio da infiltração nas chamadas células de Paget. A partir disso, a secreção do mamilo contendo traços de sangue pode ser um indicativo do problema. Outros sintomas são vermelhidão, descamação do mamilo e ulcerações da pele (ou seja, a formação de feridas).</p>



<h3 class="wp-block-heading">9. <strong>Câncer de mama</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em casos raros, o sangramento na mama ou a secreção pelo mamilo de qualquer outro fluido pode ser sinal de um câncer de mama. Entretanto, essa queixa costuma aparecer em uma fatia menor das pacientes diagnosticadas com um tumor na mama (<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1964556/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>entre 3% e 9%, em média</u></a>). O sinal de alerta deve ser ligado principalmente se o problema estiver acompanhado de um nódulo palpável.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/">O que você precisa saber sobre os sinais e sintomas do câncer de mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">E quando é essencial procurar ajuda?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Claro que a saída de líquido sanguinolento pelo mamilo é um indicativo de que é melhor procurar ajuda médica para avaliar a possível causa.<strong> Outros sinais para isso são a persistência do problema, dor, febre ou a presença de um nódulo na mama. Mamilos invertidos e alterações no formato da mama </strong>são manifestações que também podem despertar preocupação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, o médico pode solicitar <strong>uma série de exames</strong> para diagnosticar o que está causando a secreção. Podem ser pedidos, por exemplo, exames de sangue e imagem para investigar alterações na região. Análises laboratoriais dos fluidos secretados pela mama e das células dos ductos mamários também podem ser realizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="cta">Dessa forma, o médico consegue indicar a melhor forma de tratar o problema. Em muitos casos, interromper a medicação que está provocando a secreção pode ser suficiente, por exemplo. Em outros quadros, pode ser necessário prescrever antibióticos para controlar uma infecção. Por fim, intervenções cirúrgicas podem ser indicadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Receba orientação personalizada e atenção completa para o seu caso com a Dra. Brenda Delgado.<br><a href="https://wa.me/5511970988899"><u>Clique aqui para entrar em contato</u></a> ou acesse o ícone do WhatsApp disponível nesta página.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Essas opções, claro, não englobam os cenários em que um câncer de mama é diagnosticado. Nesses casos, o tratamento varia de acordo com uma série de outros fatores, incluindo a progressão da doença e as características do tumor ( se ele tem ou não receptores hormonais ou se é </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u><strong>triplo-negativo,</strong></u></a><strong> por exemplo).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, <strong>o ideal é acompanhar sempre a condição dos seios</strong> e observar alterações que possam gerar um sangramento na mama e outros tipos de secreção pelos mamilos. Desse modo, fica mais fácil manter a calma e entender qual a hora certa de procurar ajuda especializada para lidar com o problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ainda pensando na saúde das mamas, veja o que é e o que pode indicar a </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamilo-invertido/"><u><strong>presença de um mamilo invertido</strong></u></a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sangramento-mama/">O que pode provocar um sangramento na mama e outros tipos de secreção dos mamilos? Confira as causas mais comuns</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sangramento-mama/">O que pode provocar um sangramento na mama e outros tipos de secreção dos mamilos? Confira as causas mais comuns</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Gravidez após câncer de mama: é possível?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2022 15:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento fetal]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[mastologista]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
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		<category><![CDATA[risco de recidiva.]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento para o câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da gravidez ser dificultada por alguns tratamentos de câncer de mama, muitas mulheres podem engravidar depois de concluir o tratamento O diagnóstico de câncer de mama costuma causar um impacto significativo na vida de muitas pacientes. Um questionamento frequente, principalmente entre as mulheres em idade fértil, é se é possível uma gravidez após o câncer de mama. O câncer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Apesar da gravidez ser dificultada por alguns tratamentos de câncer de mama, muitas mulheres podem engravidar depois de concluir o tratamento</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico de câncer de mama costuma causar um impacto significativo na vida de muitas pacientes. Um questionamento frequente, principalmente entre as mulheres em <strong>idade fértil</strong>, é se é possível uma <strong>gravidez após o câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama</strong> é uma doença com maior predisposição a surgir em mulheres com idade superior a 50 anos, contudo, tem se observado um aumento da incidência entre <strong>mulheres jovens</strong>, tanto no Brasil, como no mundo. Segundo a <a href="https://sbmastologia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM),</u></a> atualmente é registrada uma <strong>incidência do câncer de mama</strong> que varia de 4% a 5% entre brasileiras com idade inferior a 35 anos. No passado, esse número era de apenas 2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pacientes são capazes de <strong>engravidar depois do tratamento de câncer de mama</strong>, porém, a <strong>gravidez</strong> pode ser dificultada em alguns casos, conforme aponta o<a href="https://www.cancer.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> American Cancer Society.</u></a> Portanto, pacientes em idade fértil diagnosticadas com câncer de mama que ainda pensam em gestar um bebê devem conversar com o médico <strong>mastologista,</strong> responsável pelo acompanhamento do seu caso, sobre o assunto antes de iniciar o tratamento.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-sexualidade/"> Câncer de mama e a sexualidade: Oncosexualidade</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Principais dúvidas sobre a gravidez depois do câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Tratamentos para o câncer de mama, a exemplo da <strong>radioterapia</strong> e<strong> quimioterapia</strong>, podem comprometer a <strong>fertilidade feminina</strong>, uma vez que afetam o sistema reprodutivo da mulher, principalmente o <strong>ovário</strong>, causando a diminuição do número de <strong>óvulos. </strong>Por isso, uma opção a ser considerada para as pacientes que desejam ser mãe é o <strong>congelamento de óvulos</strong> antes do começo do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma outra possibilidade que tem se demostrado segura para pacientes com câncer é a fertilização in vitro por meio da coleta de embriões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, procuramos responder às principais dúvidas sobre a <strong>gestação</strong> depois do diagnóstico de câncer de mama, confira:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>O feto pode ser afetado pelo tratamento do câncer de mama?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Tratamentos para o câncer de mama, como <strong>hormonioterapia</strong> ou<strong> terapia alvo</strong>, podem comprometer o <strong>desenvolvimento fetal. </strong>Já o tratamento quimioterápico é considerado seguro a partir do segundo trimestre de gestação, não provocando alterações no desenvolvimento embrionário. Por isso, por segurança, é recomendado aguardar a finalização total do tratamento, antes de uma gravidez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Levando em conta também a saúde da mulher, vale lembrar que a interrupção do tratamento da doença, por conta de uma gestação, pode aumentar o <strong>risco de recidiva,</strong> assim como de progressão da doença.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>Quanto tempo após o tratamento devo esperar antes de engravidar?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">É recomendado que após o fim do <strong>tratamento para o câncer de mama</strong>, as mulheres aguardem no mínimo de 2 a 3 anos para iniciar as tentativas de engravidar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante que as pacientes tenham em mente que cada caso é único e individualizado, precisando ser considerado fatores, como tipo de câncer de mama, idade e risco de recidiva da doença. A saúde e o bem-estar da paciente devem sempre ser priorizados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>Meu histórico de câncer de mama pode colocar meu bebê em risco durante a gravidez?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, a Ciência não possui evidências de que o bebê sofra algum efeito direto do câncer de mama diagnosticado na mãe. Não foi descoberto pelos pesquisadores nenhum aumento no número de problemas de saúde a longo prazo ou de <strong>defeitos congênitos </strong>em bebês nascidos de pacientes que enfrentaram o câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> <strong>Após o tratamento do câncer de mama, eu posso amamentar?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mulheres que passaram por procedimentos cirúrgicos e/ou radioterapia podem ter problemas para amamentar a criança com a <strong>mama</strong> operada. Isso ocorre tanto por conta das mudanças estruturais na mama após a cirurgia que podem causar dor e dificuldade na <strong>amamentação</strong>, como pela redução da produção de leite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medicamentos presentes na <strong>hormonioterapia</strong> para tratamento do câncer também podem afetar o leite e consequentemente o bebê. Por isso, caso ainda esteja tomando algum <strong>medicamento</strong> para a doença, sempre converse com seu mastologista, antes de iniciar o aleitamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/">Como enfrentar o diagnóstico de câncer de mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>A importância de conversar com o médico mastologista</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Caso você tenha recebido o diagnóstico de câncer de mama e ainda guarde dentro de si o desejo de ser mãe, ou apenas queira deixar essa possibilidade em aberto, é de fundamental importância conversar com o médico mastologista, responsável pelo acompanhamento do seu caso. Ele é o profissional da área de saúde mais qualificado para analisar as especificações do seu quadro clínico e aconselhar sobre o assunto, uma vez que cada caso de câncer de mama é diferente do outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, a Medicina possibilita medidas que ajudam a preservar a f<strong>ertilidade da mulher</strong>, como <strong>captação e congelamento de óvulos</strong>, que podem ser usados para f<strong>ertilização</strong> após a conclusão do tratamento de câncer de mama. No entanto, para que isso possa ocorrer, é preciso que haja um planejamento conjunto entre paciente e o médico responsável pelo tratamento da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Achou esse artigo interessante? Confira outros conteúdos sobre câncer de mama e saúde das mamas no meu <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"><u>blog.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/">Gravidez após câncer de mama: é possível?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/gravidez-apos-cancer-de-mama-e-possivel/">Gravidez após câncer de mama: é possível?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Mamoplastia redutora e mastopexia: quando são indicadas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jul 2022 12:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecimento acelerado]]></category>
		<category><![CDATA[flacidez]]></category>
		<category><![CDATA[hipertrofia mamária]]></category>
		<category><![CDATA[inchaço.]]></category>
		<category><![CDATA[lifting da mama]]></category>
		<category><![CDATA[mamas]]></category>
		<category><![CDATA[mamas caídas]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[ptose mamária]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<category><![CDATA[tamanho dos seios]]></category>
		<category><![CDATA[volume]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esses procedimentos, além de diminuir incômodos físicos, em muitos casos são importantes para o aumento da estima feminina Muitas vezes as mulheres desejam reduzir o&#160;volume&#160;ou dar nova forma às&#160;mamas, seja para promover uma maior harmonia da estética corporal, seja para diminuir a dor e o desconforto causado pelo&#160;tamanho dos seios. Para esses fins, duas cirurgias são as mais recomendadas: a&#160;mamoplastia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Esses procedimentos, além de diminuir incômodos físicos, em muitos casos são importantes para o aumento da estima feminina</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes as mulheres desejam reduzir o&nbsp;<strong>volume&nbsp;</strong>ou dar nova forma às&nbsp;<strong>mamas</strong>, seja para promover uma maior harmonia da estética corporal, seja para diminuir a dor e o desconforto causado pelo&nbsp;<strong>tamanho dos seios</strong>. Para esses fins, duas cirurgias são as mais recomendadas: a&nbsp;<strong>mamoplastia redutora e a mastopexia</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para esclarecer as diferenças entre esses&nbsp;<strong>procedimentos cirúrgicos</strong>, é preciso abordar a definição de cada um deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a&nbsp;<a href="https://www2.cirurgiaplastica.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)</u>,</a>&nbsp;a mamoplastia redutora tem por finalidade retirar o&nbsp;<strong>excesso de gordura</strong>, bem como de tecido glandular e&nbsp;<strong>pele&nbsp;</strong>para promover uma mama com tamanho proporcional ao corpo da paciente, possibilitando o alívio do desconforto causado por mamas muito grandes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a mastopexia, também conhecida como&nbsp;<strong>lifting da mama</strong>, tem por objetivo corrigir a ptose mamária, ou seja, o caimento das mamas, removendo o excesso de pele e a reposicionando no lugar original. Neste procedimento, há pouco ou nenhuma redução de volume.</p>



<p id="leiamais">Leia mais:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/adenectomia-de-mama-o-que-e/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Adenectomia de mama: o que é e suas características</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Saiba quando a mamoplastia redutora e a mastopexia são indicadas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esses procedimentos, além de diminuir&nbsp;<strong>incômodos físicos</strong>, em muitos casos são importantes para o aumento da autoestima feminina, da confiança e também melhora do convívio social. Além dos fins estéticos, a&nbsp;<strong>mamoplastia</strong>&nbsp;<strong>redutora</strong>&nbsp;é indicada para pacientes com&nbsp;<strong>sobrepeso,</strong>&nbsp;<strong>dores nas costas</strong>&nbsp;<strong>e pescoço</strong>, causada pelo peso das mamas, assim como nos casos de desenvolvimento acelerado dos seios. Enquanto a&nbsp;<strong>mastopexia</strong>&nbsp;possui indicação para pacientes que passaram por acentuado processo de emagrecimento ou que desejam corrigir o caimento natural das mamas causado pelo&nbsp;<strong>envelhecimento</strong>. Em ambos os procedimentos cirúrgicos, é recomendado que as pacientes já tenham passado pelo completo desenvolvimento das mamas, e isto normalmente ocorre&nbsp;<strong>após os 18 anos de idade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já para as lactantes, a indicação é para aguardar seis meses após o fim do período de aleitamento materno para programar a cirurgia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de determinar qual o procedimento recomendado para cada caso, é importante que a paciente passe por uma avaliação junto a um médico&nbsp;<strong>mastologista</strong>&nbsp;para determinar se não há nenhum impedimento para a realização das cirurgias.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que pode ser pus na mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Principais dúvidas sobre mamoplastia redutora e mastopexia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para que você possa tirar as suas principais dúvidas sobre mamoplastia redutora e mastopexia, reunimos os questionamentos mais frequentes das pacientes ao chegarem ao consultório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a seguir.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é hipertrofia mamária?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O desenvolvimento excessivo do volume das mamas é conhecido como<strong>&nbsp;hipertrofia mamária</strong>, podendo ocorrer em diferentes etapas da vida da mulher. Suas causas podem estar relacionadas com a genética, distúrbios hormonais e glandulares, obesidade, gestação, menopausa e ainda diabetes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é ptose mamária?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O termo “ptose” na Medicina refere-se a queda ou localização anormalmente baixa, assim ptose mamária é o que popularmente conhecemos como mamas caídas. Suas causas estão relacionadas principalmente ao peso da mama e a gravidade associada ao processo de envelhecimento que provoca uma maior&nbsp;<strong>flacidez</strong>. O emagrecimento acentuado também pode favorecer o surgimento da&nbsp;<strong>ptose mamária.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Quem faz mamoplastia pode amamentar?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta para essa pergunta precisa ser avaliada junto ao médico de forma individualizada, pois depende de uma série de fatores que envolve o volume das mamas antes e após a cirurgia, assim como a técnica empregada. Isto porque durante a redução da mama, parte da glândula é retirada para que ocorra a diminuição do volume e do tamanho do seio, podendo ocasionar o seccionamento dos ductos mamários e afetar a&nbsp;<strong>amamentação.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Como é feita a mamoplastia redutora?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esse procedimento cirúrgico necessita de anestesia geral, sendo feito por meio de incisões nas mamas para remoção dos excessos e posterior reposicionamento do mamilo e modelamento do&nbsp;<strong>tecido mamário</strong>. Em alguns casos, também há redução da aréola. Após o procedimento, o médico realiza suturas para possibilitar uma melhor sustentação das mamas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A mamoplastia redutora dói?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o procedimento cirúrgico o paciente não sente dor, uma vez que está sedado.&nbsp; Comumente no&nbsp;<strong>pós-operatório&nbsp;</strong>também não é dolorido, mas todas as recomendações médicas devem ser seguidas para evitar maiores complicações, isso inclui movimentos bruscos e excessivos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quanto tempo para desinchar após mamoplastia redutora?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Logo após a realização do procedimento é normal que a paciente apresente&nbsp;<strong>inchaço</strong>, edemas, manchas escuras ou mesmo assimetria entre o volume das mamas, contudo todos esses sinais irão desaparecendo gradativamente. Geralmente os resultados definitivos podem ser notados entre um ano e um ano e meio após a cirurgia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quanto tempo para desinchar após a mastopexia?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nos primeiros dias após a realização da mastopexia também é comum o surgimento de&nbsp;<strong>inchaço e edemas</strong>. Mas normalmente após três semanas o inchaço começa a diminuir. E cerca de três meses a região das mamas já apresenta um desinchaço notável. Sempre vale ressaltar, que a recuperação pode variar conforme as características individuais de cada paciente e também com o tipo de técnica dotada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como dormir após a mastopexia?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das principais recomendações após esse procedimento cirúrgico é não&nbsp;<strong>dormir de barriga</strong>&nbsp;para baixo ou de lado para não prejudicar o processo de cicatrização. Usualmente a orientação médica é para dormir de barriga para cima por, no mínimo, 40 dias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Qual médico procurar para fazer mamoplastia redutora e mastopexia?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Cirurgiões plásticos e mastologistas estão habilitados para realizar estes procedimentos cirúrgicos. No entanto, antes da realização da mamoplastia redutora, quanto da mastopexia, é de fundamental importância que a paciente passe pela avaliação de um médico mastologista para que seja verificado se não há nenhum impedimento para realização das cirurgias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conteúdo foi útil para você? Para mais artigos como este, continue navegando no meu&nbsp;<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>blog</u>.</a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamoplastia-redutora-e-mastopexia-quando-sao-indicada/">Mamoplastia redutora e mastopexia: quando são indicadas?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamoplastia-redutora-e-mastopexia-quando-sao-indicada/">Mamoplastia redutora e mastopexia: quando são indicadas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é mastite na mama e como tratar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 14:13:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças benignas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças da mama]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor na mama]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mastite na mama é uma inflamação mamária muito recorrente e causada pelo acúmulo de leite estagnado em um ou mais ductos lactíferos, por períodos muito longos A mastite é uma inflamação mamária que pode vir acompanhada de infecção, podendo acontecer durante a amamentação, no pós-parto ou fora deste período, em qualquer idade, inclusive também em homens. Inchaço, vermelhidão e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>A mastite na mama é uma inflamação mamária muito recorrente e causada pelo acúmulo de leite </em><em>estagnado em um ou mais ductos lactíferos, por períodos muito longos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mastite é uma <strong>inflamação mamária</strong> que pode vir acompanhada de infecção, podendo acontecer durante a amamentação, no pós-parto ou fora deste período, em qualquer idade, inclusive também em homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inchaço, vermelhidão e dor </strong>fazem parte do <strong>quadro clínico</strong> dos <strong>sintomas da inflamação </strong>causada pela <strong>mastite. </strong>Também há a possibilidade de evoluir para um abscesso mamário (coleção de pus), agravando os <strong>sintomas </strong>e provocando <strong>febre </strong>e até <strong>calafrios.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A mastite mais comum é a lactacional, que acontece durante o aleitamento materno. Sendo causada pelo <strong>acúmulo de leite </strong>estagnado em um ou mais <strong>ductos lactíferos,</strong> por períodos muito longos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observa-se que a mastite geralmente ocorre nas primeiras semanas do <strong>pós-parto, </strong>mas pode também ocorrer em qualquer <strong>fase da lactação</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_crianca_aleitamento_materno_cab23.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>sabor do leite</strong></u></a> também é alterado, tornando-se mais salgado devido ao aumento dos níveis de sódio e diminuição dos níveis de lactose, o que pode sim causar rejeição do leite pela criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com <a href="https://www.spmastologia.com.br/mastites/mastite-lactacional#:~:text=Segundo%20a%20Organiza%C3%A7%C3%A3o%20Mundial%20da,acompanhada%20ou%20n%C3%A3o%20de%20infec%C3%A7%C3%A3o." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia</u></a>, muitos fatores interferem de forma direta na decisão da<strong> mulher </strong>de realizar o <strong>desmame,</strong> sendo que o principal deles está associado a <strong>complicações na lactação,</strong> como a dor e <strong>mastite.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma curiosidade sobre a <strong>mastite </strong>é que na grande maioria dos casos, a mastite afeta apenas uma <strong>mama. </strong>O desenvolvimento dos sintomas geralmente ocorre em até dois dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do principal tipo de mastite ser a lactacional, ou seja, associada à lactação, existem outros tipos de mastite não-lactacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal mastite não-lactacional é a mastite periductal, associada a inflamação dos ductos principais, localizados próximos à aréola. Está muito relacionada ao tabagismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre outros tipos de mastite não-lactacional, estão a mastite granulomatosa idiopática, de causa desconhecida e mastite causada por agentes incomuns, como fungos e tuberculose.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/">O que pode ser pus na mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas da mastite</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As principais causas da mastite observadas são a <strong>estase lática</strong>, causada por uma remoção ineficiente do leite e infecção. Além disso, outros fatores que podem deixar a mulher cada vez mais exposta à mastite e que precisam ser observados são:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Idade;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Estresse;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Fadiga;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. Nível de escolaridade da mãe;</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. Trauma mamilar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">6. Fissura mamilar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É estimado que 3% a 20% das mulheres desenvolvem pelo menos um <a href="https://www.spmastologia.com.br/mastites/mastite-lactacional#:~:text=Segundo%20a%20Organiza%C3%A7%C3%A3o%20Mundial%20da,acompanhada%20ou%20n%C3%A3o%20de%20infec%C3%A7%C3%A3o." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>episódio de mastite </u></a>durante o período de amamentação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fatores que aumentam risco de mastite</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Existem alguns fatores que podem elevar o risco de desenvolver mastite. Confira:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Piercing nos mamilos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Depilar os pelos ao redor do mamilo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Fumar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. Ser uma pessoa com diabetes;</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. Prótese nas mamas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">6. Sistema imunológico debilitado;</p>



<p class="wp-block-paragraph">7. Roupas muito apertadas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">8. Mamilos rachados;</p>



<p class="wp-block-paragraph">9. Cansaço ou estresse excessivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É possível realizar o <strong>diagnóstico de mastite </strong>por meio de história clínica e <strong>exames da mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>tratamento</strong> deve ser realizado e acompanhado pelo <strong>médico mastologista </strong>e pode consistir no <strong>uso de </strong><strong>medicamentos</strong> podendo ser antibióticos &#8211; caso exista infecção &#8211; e também analgésicos para aliviar as dores nas mamas, devido à mastite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a mulher estiver amamentando e desenvolver <strong>mastite,</strong> esvaziar as mamas de forma correta é a melhor solução, e a própria mulher pode realizar o esvaziamento, sempre com a <strong>orientação médica.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">5 dicas para aliviar mastite</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para além do tratamento e acompanhamento médico necessários, existem também algumas dicas que podem ajudar a aliviar os sintomas da mastite:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Continuar a amamentar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Ingerir água;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Repousar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. Evitar depilar ao redor dos mamilos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. Massagear os seios para não obstruir o canal por onde passa o leite.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dá para prevenir a mastite?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É possível se precaver e seguir essas dicas que podem até parecer simples, mas a função é ajudar a prevenir a <strong>mastite</strong> e o aparecimento de <strong>lesões e fissuras nos mamilos</strong> também.</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Não estabeleça horários fixo para amamentar o seu bebê;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Intercale compressas de água fria com compressas de água quente na mama, na região da aréola e do mamilo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Somente ofereça o outro peito com o bebê finalizar por completo o primeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ficar tranquila! A mastite tem cura e deve ser tratada o quanto antes, prevenindo uma possível infecção mais grave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse conteúdo foi útil para você? Então, compartilhe com outras mulheres que precisam saber mais sobre a mastite. Para mais conteúdos como este, continue navegando no nosso <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"><u>blog</u></a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">O que é mastite na mama e como tratar?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-mastite-na-mama-e-como-tratar/">O que é mastite na mama e como tratar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>O que pode ser pus na mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 17:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[abscesso]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[autoexame.]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[descarga mamilar]]></category>
		<category><![CDATA[doenças mamárias]]></category>
		<category><![CDATA[ductografia]]></category>
		<category><![CDATA[lactação]]></category>
		<category><![CDATA[mamilo]]></category>
		<category><![CDATA[mamografia]]></category>
		<category><![CDATA[mastite]]></category>
		<category><![CDATA[saída de líquido pelo mamilo]]></category>
		<category><![CDATA[secreção na mama]]></category>
		<category><![CDATA[ultrassonografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tanto mulheres, como homens podem ter secreção na mama. A secreção pode ser semelhante a pus, bem como ter outras consistências e cores Notar alterações na mama é motivo de preocupação para muitas mulheres, uma vez que alguns sinais podem remeter a doenças como o câncer de mama. Essas alterações podem ser variáveis e incluem dor, presença de nódulo ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Tanto mulheres, como homens podem ter secreção na mama. A secreção pode ser semelhante a pus, bem como ter outras consistências e cores</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Notar alterações na mama é motivo de preocupação para muitas mulheres, uma vez que alguns sinais podem remeter a doenças como o câncer de mama. Essas alterações podem ser variáveis e incluem dor, presença de nódulo ou mesmo <strong>pus na mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso esclarecer que <strong>secreções mamárias</strong> são consideradas normais, uma vez que o <strong>mamilo </strong>é um órgão excretor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas mulheres chegam a comprimir o mamilo frequentemente, para averiguar se há a existência de secreção mamilar. Esse hábito é prejudicial, podendo agravar e até mesmo perpetuar o fluxo. Por isso, <strong>nada de apertar o mamilo!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>função da secreção mamária é limpar os </strong><strong>ductos mamários</strong> para eliminar células velhas, muitas vezes essa saída de líquido é imperceptível. Tanto mulheres, como homens podem ter <strong>secreção na mama</strong>. A secreção pode ser semelhante a pus, bem como ter outras consistências e cores. Também pode ocorrer apenas em uma mama, assim como ser resultado de outros problemas de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, vamos detalhar as causas e os principais tipos de secreção nas mamas, para que você possa ficar em alerta e aprender a identificar sinais que podem estar associados a <strong>doenças mamárias</strong>, a exemplo do <strong>câncer de mama.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a <a href="https://www.paho.org/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</u></a>, cerca de 30% a 50% dos cânceres podem ser prevenidos por meio da detecção precoce e tratamento adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas de secreção e pus na mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com publicação do <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Ministério da Saúde</u></a>, o derrame ou fluxo papilar, que nada mais é do que a <strong>saída de líquido pelo mamilo</strong> não associado a <strong>lactação</strong>, deve ser considerado de importância em relação ao câncer de mama apenas quando espontâneo associado a aspecto cristalino ou sanguinolento e exteriorizado por um único dueto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo o pus não estando entre os indicativos para câncer de mama, é recomendado o acompanhamento com um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/">mastologista</a> para descartar outras doenças mamárias. A saída de líquido propriamente dito como pus, está relacionado a infecções como mastite e abscesso mamário, usualmente este quadro é acompanhado de vermelhidão da pele, inchaço e dor mamária, sendo a avaliação especializada fundamental para o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de poder ocorrer em homens, as secreções mamárias masculinas são mais raras e estão sempre relacionadas com doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A saída de líquido das mamas masculinas normalmente necessitam de avaliação e investigação para afastar alterações como:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Deficiência de testosterona</li>
<li>Ginecomastia, que provoca o crescimento das mamas</li>
<li>Tumor pituitário</li>
<li>Câncer de mama</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Já nas mulheres, as secreções mamárias são mais frequentes durante o período de <strong>amamentação</strong>, podendo ocorrer até três anos após essa fase.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras causas que podem ocasionar a saída de líquido das mamas femininas são:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Mastite</li>
<li>Abscesso</li>
<li>Distúrbios hormonais</li>
<li>Estimulação excessiva do mamilo</li>
<li>Cistos</li>
<li>Lesões ou traumas nas mamas</li>
<li>Ectasia do ducto mamário</li>
<li>Doença de Paget</li>
<li>Efeito colateral causado pelo uso de pílula anticoncepcional</li>
<li>Uso de diversas medicações, entre elas sertralina, antidepressivos, anti-hipertensivo, entre outras.</li>
<li>Vale destacar que o uso de drogas, a exemplo da maconha e cocaína, assim como a utilização de alguns medicamentos podem provocar secreção nas mamas.</li>
</ol>



<p id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/para-que-serve-a-biopsia-das-mamas/">Para que serve a Biópsia das Mamas?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Diferentes tipos de secreções mamárias</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>aspecto das</strong> <strong>secreções mamárias </strong>é variável. A cor do líquido expelido pelo mamilo por ser:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avermelhada (sanguinolento)</li>
<li>Marrom</li>
<li>Branca</li>
<li>Esverdeada</li>
<li>Transparente</li>
<li>Amarelada</li>
<li>Multicolorido</li>
<li>Esbranquiçada como pus (chamado de galactorreia)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>consistência</strong> também varia desde <strong>espesso e pegajoso até fino e aquoso</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Secreções bilaterais, que envolvem múltiplos ductos mamários e de diferentes cores, com exceção das transparente e avermelhada, frequentemente estão associadas a <strong>processos normais</strong> da glândula mamária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Massagens, carícias, sucção, compressão manual e até mesmo a fricção causada pelo uso de sutiãs esportivos pode gerar o fluxo desse tipo de secreção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Normalmente, essa <strong>descarga mamilar</strong> some espontaneamente e não requer nenhum tipo de tratamento específico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as secreções suspeitas que podem estar associadas a doenças mamárias e que necessitam de acompanhamento de um mastologista estão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Lácteas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É a mais recorrente, geralmente ocorre após o período de amamentação ou devido a mudanças hormonais na pré-menopausa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sanguinolenta</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Comumente associada a um tumor benigno, chamado papiloma, em alguns casos pode estar relacionada ao câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Transparente</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Secreções incolores, em uma mama só, podem ser um sintoma de câncer de mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Amarelada, marrom ou esverdeada</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas vezes associada ao pus, esse tipo de secreção pode ser sintoma de um cisto embaixo do mamilo ou da aréola.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico e tratamento da secreção na mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para diagnosticar a causa da secreção na mama, <strong>o mastologista, além do exame clínico da mama e avaliação do histórico clínico da paciente</strong>, pode solicitar alguns exames. A depender do resultado desses exames, também pode ser solicitada pelo médico a realização de uma biópsia e exames de sangue complementares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais exames para diagnóstico da causa da secreção, destacamos:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mamografia: </strong>éum exame de imagens das mamas, que são obtidas por meio de radiografia, possibilitando a identificação de lesões, nódulos, assimetrias e câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ultrassonografia: </strong>esteexame utiliza ondas sonoras para criar imagens dos tecidos dentro da mama, permitindo a detectar <strong>lesões da mama</strong>, bem como distinguir cistos de nódulos sólidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns outros fatores também podem servir como sinal de alerta para o diagnóstico médico da causa da saída de líquido da mama, entre eles:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. A secreção ocorre espontaneamente</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. A secreção é unilateral</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. O líquido tem coloração sanguinolenta ou transparente</p>



<p class="wp-block-paragraph">4. O paciente tem idade superior a 40 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph">5. Há presença de nódulo palpável na mama</p>



<p class="wp-block-paragraph">6. Há alteração na forma ou tamanho da mama</p>



<p class="wp-block-paragraph">7. O paciente é do sexo masculino</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale ressaltar a <strong>importância do acompanhamento médico regular</strong> para identificar possíveis alterações nas mamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da relevância do <strong>autoexame </strong>para o autoconhecimento do próprio corpo, ele não pode ser substituto para o exame clínico realizado pelo médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembre-se sempre: a realização regular de exames auxilia na identificação de lesões pré-malignas, lesões muito pequenas, antes de se tornarem câncer, propriamente dito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso possibilita o tratamento precoce do câncer de mama e de outras doenças, aumentando as chances de cura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuide da sua saúde, em caso de dúvidas, procure um médico.</p>



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		<title>Prevenção do Câncer de Mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 03:40:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[histórico familiar]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[menstruação precoce]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de mama é considerado um dos tipos mais recorrentes da doença. Você sabia que existem cerca de 1 milhão de casos ao redor do mundo todos os anos? A maior parte dos casos acontece em mulheres a partir de 50 anos, porém existem fatores de risco que contribuem para o desenvolvimento doença. A adoção de medidas para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama</strong> é considerado um dos tipos mais recorrentes da doença. Você sabia que existem cerca de 1 milhão de casos ao redor do mundo todos os anos? A maior parte dos casos acontece em mulheres a partir de 50 anos, porém existem fatores de risco que contribuem para o desenvolvimento doença. A adoção de medidas para a <strong>prevenção do câncer de mama</strong> é uma das principais maneiras de combatê-lo. Por meio dos seus hábitos diários, certos riscos de câncer são mitigados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que é Câncer de Mama?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer é uma mutação genética em que as células crescem
de forma descontrolada e rápida, invadindo tecidos e órgãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, cerca de 28% dos novos casos de câncer em mulheres são diagnosticados nas mamas, de acordo com o <a href="https://www.inca.gov.br/campanhas/outubro-rosa/2016/cancer-de-mama-vamos-falar-sobre-isso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Nacional de Câncer</a> (Inca). E, apesar de também atingir os homens, são casos raros, com menos de 1% do total de casos da doença. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia mais sobre <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens/">câncer de mama em homens</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>câncer de mama</strong>, infelizmente, é o tipo de câncer que causa maior número de mortes de mulheres no Brasil. Mas a boa notícia é que, quanto mais cedo for diagnosticado, maiores são as chances de cura!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como se prevenir
do Câncer de Mama? </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente a <strong>prevenção do câncer de mama</strong> não é possível em sua totalidade devido aos vários fatores não modificáveis relacionados ao surgimento da doença, tal como o histórico familiar ou fatores ambientais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de risco modificáveis</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, algumas mudanças no estilo de vida podem
diminuir o risco do surgimento do câncer de mama, tais como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Manter uma alimentação saudável;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Praticar atividade física;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Evitar o sobrepeso (obesidade);</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Não fumar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Evitar ingestão alcoólica em excesso;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Dormir pelo menos 8 horas por dia;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Amamentar o máximo de meses possível;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de risco não modificáveis</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Existem os fatores de risco que não podemos mudar, dentre
eles:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Idade acima dos 35 anos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Menstruação Precoce;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Primeira Gravidez após os 30 anos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Não ter filhos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Menopausa depois dos 50 anos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Histórico Familiar;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de risco ambientais</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Há ainda os
fatores de risco ambientais, que em alguns casos, são inevitáveis:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Uso de Estrógenos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Exposição à radiação ionizante ou ultravioleta;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Contato com certos produtos químicos e agentes infecciosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Clique no link para saber mais sobre os <strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fatores-de-risco-para-o-cancer-de-mama/">fatores de risco para o câncer de mama</a></strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Prevenção do
câncer de mama</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Como já comentamos, as chances de se ter um <strong>câncer de mama</strong> podem ser reduzidas ao mitigarmos os fatores de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, a chave da prevenção do câncer de mama está na
detecção precoce da doença!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você sabia que as chances de cura chegam a 95% quando o <strong>câncer de mama</strong> é diagnosticado no estágio inicial?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-tem-cura/">Câncer de mama tem cura sim! </a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é muito importante que a mulher, além de adotar
hábitos de vida saudáveis, esteja atenta aos sinais e esteja em dia com seus
exames médicos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;<strong> Mamografia</strong>: A melhor forma de detectar o câncer de mama nas fases iniciais é realizando o exame de mamografia uma vez por ano após os 40 anos de idade (ou antes, de acordo com a orientação médica).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os nódulos menores de 1 cm não são palpáveis, porém são visíveis na mamografia. Por isso, é tão importante o exame anual para a detecção precoce do câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; <strong>Exame Clínico</strong>: Realizado pelo médico nas consultas de rotina;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; <strong>Auto-exame</strong>: Acreditava-se que o auto-exame era a melhor forma de detectar o câncer de mama. Hoje ele continua sendo importante para o conhecimento do corpo, mas não é a melhor forma de detecção precoce. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um tumor palpável não está mais no seu estágio inicial e
isso pode diminuir consideravelmente as chances de cura do câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, o médico pode solicitar ainda exames adicionais como ultrassonografia das mamas e ressonância magnética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devemos lembrar que nem todo nódulo (caroço) no seio será
um tumor maligno. Existem tumores benignos causados por estímulos hormonais
naturais do nosso corpo. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como diminuir as
chances de ter câncer de mama?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">É importante realizar uma consulta com seu médico
especialista para averiguar quais fatores de risco fazem parte do seu
cotidiano. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para saber mais a
respeito do câncer de mama e como atuar qualitativamente em sua prevenção, se
inscreva na minha newsletter. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Receba mensalmente conteúdos relevantes sobre mastologia e câncer de mama!</strong></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/prevencao-do-cancer-de-mama/">Prevenção do Câncer de Mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/prevencao-do-cancer-de-mama/">Prevenção do Câncer de Mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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