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	<title>terapia hormonal - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>terapia hormonal - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<item>
		<title>As novas alternativas de tratamento não hormonal para as ondas de calor da menopausa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[fogachos]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[ondas de calor]]></category>
		<category><![CDATA[terapia hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento não hormonal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dentro das alterações fisiológicas notáveis, as ondas de calor da menopausa não são apenas uma das mais comuns, como também estão entre aquelas com maior capacidade de afetar o bem-estar feminino à medida que a idade avança. Assim, as opções de reposição hormonal acabam sendo uma recomendação frequente dos médicos. No entanto, elas contam com restrições importantes e não se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro das alterações fisiológicas notáveis, as ondas de calor da menopausa não são apenas uma das mais comuns, como também estão entre aquelas com maior capacidade de afetar o bem-estar feminino à medida que a idade avança.</p>



<p>Assim, as opções de reposição hormonal acabam sendo uma recomendação frequente dos médicos. No entanto, elas contam com restrições importantes e não se aplicam a todos os casos.</p>



<p>Nesse cenário, as <strong>terapias não hormonais vêm recebendo cada vez mais destaqu</strong>e, com inovações recentes que podem ser valiosas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O impacto das ondas de calor da menopausa na qualidade de vida</h2>



<p>Em linhas gerais, a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/"><u> menopausa </u></a>se estabelece a partir do momento em que a mulher passa 12 meses seguidos sem<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/"><u> menstruar.</u></a> Isso significa que a idade fértil terminou e o organismo não leva mais adiante o processo de liberação dos óvulos.</p>



<p>Geralmente, acontece entre os 44 e os 55 anos, mas casos precoces (antes dos 40) e tardios (depois dos 55) não são raros.</p>



<p>Com a interrupção da atividade dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-ovarios/"><u>ovários</u></a>, é esperado que o nível de estrogênio do corpo caia naturalmente. A partir disso, <strong>vários sintomas podem ser notados e as ondas de calor são um dos mais comuns.</strong></p>



<p>Estima-se que <strong>mais de 75% das mulheres na menopausa terão tal sensação</strong>. Elas são explicadas por alterações vasomotoras (ou seja, na circulação do sangue) e se manifestam na forma de episódios que duram alguns minutos, muitas vezes acompanhados de rubor na face, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-suor/"><u>suor</u></a> e calafrios.</p>



<p>Casos mais extremos são bastante desagradáveis e comprometem até mesmo a capacidade de realizar atividades do dia a dia.</p>



<p>Adicionalmente, <strong>cabe destacar que o calorão pode ser relatado também por pacientes com câncer de mama.</strong> Tal manifestação é mais presente naquelas submetidas à<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/"><u> hormonioterapia</u></a> ou às sessões de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/"><u>quimioterapia.</u></a></p>



<p id="leia">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><u>Quais as indicações e principais efeitos colaterais da hormonioterapia para o câncer de mama.</u></a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Outras manifestações comuns do corpo durante a menopausa</h3>



<p>Entre outras queixas constantes com potencial de comprometer a qualidade de vida nesse período estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ressecamento <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/"><u>vaginal;</u></a></li>



<li>dor durante as relações sexuais;</li>



<li>queda na libido;</li>



<li>alterações psíquicas (maior irritabilidade e sintomas depressivos, por exemplo);</li>



<li>modificações na distribuição de gordura pelo corpo;</li>



<li>alterações de peso;</li>



<li>cansaço;</li>



<li>perda de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/perda-ossea-na-menopausa/"><u>massa muscular e óssea</u></a>.</li>
</ul>



<p>Normalmente, o médico confirma que a paciente está na menopausa a partir do relato dos sintomas e de exames que permitem avaliar a concentração de determinados hormônios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A reposição hormonal nem sempre é uma boa opção</h2>



<p>A lógica da reposição hormonal, abordagem mais utilizada para o manejo do quadro associado à menopausa, é relativamente simples: <strong>a ideia é garantir ao organismo níveis adequados de determinados hormônios</strong>. Com isso, é possível retomar o equilíbrio de diversas funções e aliviar os desconfortos relatados.</p>



<p>Embora os resultados sejam bons diante de uma prescrição adequada, o tratamento esbarra em algumas limitações.</p>



<p>Existem contraindicações absolutas, como histórico de câncer de mama ou endométrio, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, doenças cardiovasculares graves, doenças hepáticas ativas e sangramento vaginal de causa desconhecida.</p>



<p>Nessas situações a exposição aos hormônios é considerada arriscada e não deve ser utilizada, conforme orientam as <a href="https://www.febrasgo.org.br/images/pec/posicionamentos-febrasgo/DIRETRIZ-CLIMATERIO-e-MENOPAUSA_ingles_10052024.pdf" target="_blank" rel="noopener">diretrizes sobre o tema assinadas em conjunto por várias entidades médicas brasileiras.</a></p>



<p>Nesses casos, será necessário recorrer às chamadas terapias não hormonais. Como já mencionado, isso pode ser feito pela administração de certas doses de fármacos desenvolvidos com outras finalidades (como antidepressivos ou medicamentos para determinadas condições neurológicas).</p>



<h2 class="wp-block-heading">As novidades nas abordagens não hormonais das ondas de calor da menopausa</h2>



<p>A boa notícia é que inovações estão começando a surgir. A mais notável delas é o <a href="https://www.fda.gov/news-events/press-announcements/fda-approves-novel-drug-treat-moderate-severe-hot-flashes-caused-menopause"><u>registro no mercado americano do fezolinetant</u></a> (cujo nome comercial é Veozah), disponível desde 2023 após aprovação do FDA (entidade equivalente à Anvisa).</p>



<p>Ele é um antagonista do receptor de neurocinina 3 (NK3) administrado por via oral na forma de pílulas. Em termos simples, sua ação bloqueia esse receptor cerebral que trabalha na regulação de calor no organismo.</p>



<p>O <a href="https://clinicaltrials.gov/study/NCT05033886" target="_blank" rel="noopener">ensaio clínico batizado de DAYLIGHT</a> avaliou a eficácia e segurança do <em>fezolinetant</em>. Os resultados demonstraram que uma dose de 45 mg administrada uma vez ao dia <strong>reduziu significativamente a frequência e a gravidade dos sintomas vasomotores ao longo de 24 semanas em comparação com o placebo.</strong> Adicionalmente, as participantes relataram melhorias no sono e na qualidade de vida geral.</p>



<p>Todavia, como qualquer outro medicamento, ele pode causar efeitos colaterais indesejados (como dores de barriga, diarreia e dificuldade para dormir). Além disso, há contraindicação absoluta para pacientes com disfunções hepáticas.</p>



<p>Posteriormente, já no segundo semestre de 2024, <strong>o elinzanetant, que funciona de forma similar ao fezolinetant, teve seu processo de registro iniciado.</strong></p>



<p>A avaliação da eficácia e da segurança do produto está em curso, mas <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/article-abstract/2822766" target="_blank" rel="noopener"><u>estudos já demonstraram resultados promissores</u></a> (inclusive em outros aspectos da menopausa, como dos distúrbios do sono).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outras medidas capazes de ajudar mulheres na menopausa</h2>



<p>Ainda que as novidades sejam relevantes, <strong>não se sabe ao certo quando tais alternativas de tratamento não hormonal estarão disponíveis no Brasil</strong>.</p>



<p>Seja como for, com a devida orientação é possível obter bons resultados no gerenciamento dos fogachos combinando certas terapias que não envolvem o uso de medicamentos com algumas mudanças de estilo de vida (como na alimentação, escolha de vestuários mais frescos, controle de peso e interrupção do tabagismo).</p>



<p>Entre algumas que demonstram certa efetividade em determinados contextos estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>acupuntura</strong>, técnica tradicional da medicina chinesa em que agulhas são inseridas em pontos estratégicos do corpo;</li>



<li><em><strong>mindfulness</strong></em><strong>, </strong>uma forma de meditação cujo objetivo é exercitar o foco no momento presente;</li>



<li><strong>ioga</strong>, um tipo de prática que combina determinados movimentos do corpo com exercícios de relaxamento;</li>



<li><strong>psicoterapias baseadas em intervenções cognitivo-comportamentais (TCC)</strong>, que podem ajudar a mulher a lidar melhor com as percepções negativas em torno da queixa.</li>
</ul>



<p>É indispensável o acompanhamento médico de qualquer intervenção voltada a controlar as ondas de calor na menopausa, bem como quando elas são parte dos efeitos colaterais de um tratamento oncológico. Dessa forma, é possível discutir em conjunto os riscos e os benefícios de cada opção, entre outros fatores pertinentes na decisão a ser tomada.</p>



<p>Aproveite agora e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u>confira quais são as restrições para uma gestação durante a hormonioterapia</u></a> e quando é possível interrompê-la para tentar engravidar.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/">As novas alternativas de tratamento não hormonal para as ondas de calor da menopausa</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/">As novas alternativas de tratamento não hormonal para as ondas de calor da menopausa</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Câncer de mama: os efeitos colaterais da terapia hormonal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 12:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[endócrinoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como em qualquer outra forma de tratamento da condição, os efeitos colaterais da terapia hormonal (conhecida ainda como hormonioterapia ou terapia endócrina) podem comprometer a qualidade de vida da paciente. Muitas vezes, isso faz com que ela interrompa a intervenção, gerando consequências negativas para a evolução do quadro. Dessa forma, é importante que toda mulher que receba a indicação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como em qualquer outra forma de tratamento da condição, os efeitos colaterais da terapia hormonal (conhecida ainda como<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><u> hormonioterapia </u></a>ou terapia endócrina) <strong>podem comprometer a qualidade de vida da paciente. </strong>Muitas vezes, isso faz com que ela interrompa a intervenção, gerando consequências negativas para a evolução do quadro.</p>



<p>Dessa forma, é importante que toda mulher que receba a indicação dessa terapia tenha a orientação adequada sobre as possíveis alterações e o que pode ser feito para minimizar as principais queixas relacionadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A lógica por trás do tratamento hormonal no câncer de mama</h2>



<p>Nas mulheres, a progesterona e o estrogênio desempenham funções relacionadas à fisiologia feminina (como a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-gestacao/"><u>gravidez </u></a>e o ciclo menstrual). No entanto, alguns tipos de tumores de mama possuem <strong>receptores hormonais</strong> <strong>que se ligam a esses hormônios do corpo.</strong> Assim, as células cancerígenas crescem e se proliferam com mais velocidade.</p>



<p>A identificação desses receptores é feita a partir de biópsia ou cirurgia. Na prática, isso ajuda a classificar o câncer como estrogênio positivo ou progesterona positivo.</p>



<p>Tumores que possuem ambos os receptores são denominados <strong>receptores hormonais positivos (ou ER) ou luminais</strong>.</p>



<p>Em média, entre 67% e 80% dos cânceres em mulheres são ER positivo. Nos homens, a taxa chega a 90%. Essa informação é essencial para personalizar o tratamento, tornando-o adaptado e mais eficaz às características de cada paciente.</p>



<p>Assim sendo, a <strong>terapia hormonal é uma abordagem terapêutica que tem como objetivo justamente bloquear a produção ou o efeito do estrogênio</strong> (e, eventualmente, da progesterona) para ajudar a conter o tumor ou impedir que ele retorne.</p>



<p>Geralmente, o tratamento inclui o uso de determinados medicamentos. Os chamados inibidores de aromatase e os moduladores seletivos do receptor de estrogênio são os mais conhecidos. Porém, em circunstâncias ocasionais, o bloqueio hormonal é feito com a remoção dos ovários ou o uso de radiação, que são opções irreversíveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A escolha individualizada desse tipo de tratamento em diferentes circunstâncias</h3>



<p>Na maioria dos casos, a terapia hormonal é utilizada em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>tratamentos adjuvantes</strong> em casos de câncer de mama, tanto na pré quanto na pós-menopausa;</li>



<li><strong>tratamentos neoadjuvantes</strong>, com o objetivo de reduzir o tamanho do tumor e aumentar a chance de sucesso do procedimento cirúrgico;</li>



<li><strong>tratamentos de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/"><u><strong>tumores de mama metastáticos</strong></u></a>, que é quando o câncer retorna após o tratamento inicial e se espalha para outras partes do corpo.</li>
</ul>



<p>Adicionalmente, <strong>terapias hormonais com o tamoxifeno podem ser utilizadas de forma profilática em mulheres com alto risco de desenvolver um tumor nas mamas</strong>. Ciclos de até cinco anos do uso do fármaco podem diminuir bastante a chance de que a doença se desenvolva.</p>



<p>Uma publicação do<a href="https://academic.oup.com/jnci/article-abstract/90/18/1371/897928?redirectedFrom=fulltext&amp;login=false" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u> Journal of the National Cancer Institute</u></em></a> mostrou que, em alguns casos, a redução pode ser de até 50%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os efeitos colaterais mais comuns da terapia hormonal</h2>



<p>Ao mesmo tempo em que bloqueia a ação dos hormônios nas células do tumor, <strong>a hormonioterapia também afeta as células saudáveis</strong> que dependem do estrogênio e da progesterona para desempenhar suas funções. Por isso, os efeitos colaterais da terapia hormonal podem ser notados.</p>



<p>Embora não seja possível prever de forma antecipada como cada mulher vai reagir ao tratamento, é esperado que a maioria delas relate desconfortos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ondas de calor e suor excessivo;</li>



<li>sangramento vaginal, principalmente no início do tratamento;</li>



<li>fadiga, com uma sensação de cansaço que não vai embora;</li>



<li>dores musculares e nas articulações;</li>



<li>perda de massa óssea (o que é mais comum com os inibidores de aromatase);</li>



<li>ganho de peso;</li>



<li>desconfortos gastrointestinais (constipação, enjoos, diarreias e problemas de digestão);</li>



<li>alterações que se assemelham ao início da menopausa, como interrupção da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/"><u>menstruação</u></a>, redução do desejo sexual, diminuição da lubrificação vaginal e mudanças de humor.</li>
</ul>



<p>É preciso acrescentar que alguns medicamentos utilizados na terapia hormonal estão associados ao risco de complicações mais graves, porém muito raras, sobretudo à medida que o tempo passa. Por exemplo, o tamoxifeno pode incrementar discretamente o risco de um câncer no endométrio ou da formação de coágulos sanguíneos, principalmente nos pulmões e nas pernas.</p>



<p>Em paralelo, outros fármacos podem interferir na fertilidade feminina. Mesmo quando isso não acontece, a gestação não é indicada durante a terapia hormonal. Por outro lado, há evidências de que é possível<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u> interromper o tratamento com segurança para tentar engravidar</u></a>, a partir da devida avaliação profissional.</p>



<p id="leia">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"><u>O que acontece com a fertilidade durante o tratamento de um câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">As perspectivas para contornar os efeitos colaterais da terapia hormonal</h2>



<p>O primeiro passo para lidar com qualquer um desses sintomas envolve esclarecer dúvidas e expor as eventuais queixas junto ao profissional responsável pela prescrição. Com isso, é possível adotar as estratégias adequadas para amenizar o comprometimento.</p>



<p><strong>Parte das manifestações indesejadas são gerenciadas com mudanças no estilo de vida.</strong> As ondas de calor podem ficar menos intensas ao evitar determinados gatilhos (como bebidas alcoólicas ou cafeína) e com o uso de roupas mais folgadas.</p>



<p>Já a fadiga tende a ser menos intensa em pacientes que procuram se exercitar, manter uma dieta saudável e dedicar um tempo maior ao repouso, dentro do possível. E o uso de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/"><u>cremes vaginais </u></a>com estrogênio, por sua vez, pode ser um recurso útil para lidar com a secura vaginal.</p>



<p>Dessa forma, <strong>os efeitos colaterais da terapia hormonal podem ser manejados da melhor forma possível </strong>sem que seja necessário substituir o medicamento, alterar doses ou mesmo interromper o tratamento. No caso em que isso for inevitável, médico e paciente devem discutir as alternativas e ponderar cuidadosamente os riscos e benefícios da substituição.</p>



<p>Aproveite e<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><u> entenda melhor o que pode ser feito para reduzir o risco da recidiva de um câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/">Câncer de mama: os efeitos colaterais da terapia hormonal</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/">Câncer de mama: os efeitos colaterais da terapia hormonal</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo aponta que o uso de estrogênio vaginal pode ser seguro entre pacientes com câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[hormonioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[secura vaginal]]></category>
		<category><![CDATA[sintoma geniturinário]]></category>
		<category><![CDATA[terapia hormonal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É comum que pacientes com câncer de mama experimentem sintomas que atinjam os órgãos genitais e trato urinário durante determinados tratamentos. Nesse sentido, o uso do estrogênio vaginal (por meio de cremes, por exemplo) pode ser indicado para manejar esses desconfortos, similares aos da menopausa. A partir disso, um grupo de pesquisadores do Reino Unido procurou avaliar se tal abordagem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É comum que pacientes com câncer de mama experimentem sintomas que atinjam os órgãos genitais e trato urinário durante determinados tratamentos. Nesse sentido, o uso do estrogênio vaginal (por meio de cremes, por exemplo) pode ser indicado para manejar esses desconfortos, similares aos da menopausa.</p>



<p>A partir disso, um grupo de pesquisadores do Reino Unido <strong>procurou avaliar se tal abordagem poderia ampliar a mortalidade desse grupo de pacientes</strong>. No fim, eles concluíram que esse tipo de suporte não eleva o risco de desfechos piores por conta do tumor, o que faz dessa opção uma alternativa interessante no manejo dessas queixas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas geniturinários durante o tratamento do câncer de mama</h2>



<p>Em resumo, sintoma geniturinário é o termo que designa uma série de alterações que atingem a vagina e a bexiga da mulher atravessando a menopausa. Por conta da queda de produção do estrogênio, é esperado que elas relatem nessa fase da vida problemas como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Secura, coceira e irritação vaginal.</li>



<li>Dor e sangramento <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-sexualidade/"><u>durante o ato sexual.</u></a></li>



<li>Maior risco de infecções urinárias.</li>



<li>Vontade de ir ao banheiro frequentemente ou mesmo incontinência urinária.</li>



<li>Corrimento na área.</li>



<li>Atrofia vaginal.</li>
</ul>



<p>No entanto, <strong>essas manifestações não são exclusividade da menopausa</strong>. Tais desconfortos tendem a aparecer justamente em pacientes com câncer de mama submetidas a tratamentos que bloqueiam a produção de hormônios (também chamados de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><u>hormonioterapias</u></a>).</p>



<p>Essa abordagem atua para impedir a ação dos hormônios sobre o desenvolvimento do tumor. Portanto, <strong>ela pode ser importante em vários quadros da doença, inclusive para impedir a chance de recidivas.</strong> Todavia, a intensidade de possíveis efeitos colaterais interfere na adesão ao tratamento, prejudicando sua efetividade.</p>



<p id="leiamais">Confira também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/perda-ossea-na-menopausa/"><u>O que você precisa saber sobre a perda óssea decorrente da chegada da menopausa</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O uso do estrogênio vaginal para o manejo desses sintomas</h2>



<p>Enquanto <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/"><u>mulheres na menopausa</u></a> podem receber a indicação de uma terapia de reposição hormonal para lidar com diferentes sinais e sintomas, pacientes oncológicas em sua maioria não podem lançar mão do mesmo recurso.</p>



<p>Por conta da atuação dos hormônios de forma sistemática em todo o organismo, a introdução desse tipo de terapia tende a elevar a chance de que a doença volte. Contudo, <strong>medicamentos tópicos (na forma de cremes ou cápsulas vaginais) contendo estrogênio</strong> geralmente podem ser prescritos com uma maior margem de segurança para essas pacientes.</p>



<p>Essa opção garante a complementação do hormônio justamente na região afetada (no caso, a vagina e o trato urinário) sem que isso interfira de forma sistemática no organismo e, por consequência, na evolução do tumor.</p>



<p>Ainda assim, os autores do artigo mencionado, <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamaoncology/article-abstract/2811413" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>publicado em novembro de 2023</u></a>, apontaram que até então não havia grandes estudos que analisavam efetivamente se não havia riscos nessa escolha.</p>



<p>Para sanar essa lacuna, foram reunidos registros de saúde de quase 50 mil mulheres que viviam na Escócia e no País de Gales. Elas haviam sido diagnosticadas com câncer de mama entre 2000 e 2017.</p>



<p>Desse total, cerca de <strong>5% das pacientes fizeram o uso de estrogênio vaginal</strong> e aproximadamente 1% foi submetida a terapias de reposição hormonal sistêmica. Por fim, dentro do período de acompanhamento, foram registradas quase 5.800 mortes pela doença.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As conclusões do estudo sobre os riscos da utilização do estrogênio vaginal</h2>



<p>Posteriormente, foi possível comparar as mortes registradas em cada grupo. No fim, os pesquisadores puderam <strong>concluir que as pacientes que fizeram uso do estrogênio vaginal não registram uma maior mortalidade </strong>em comparação com as mulheres que não passaram pela administração de estrogênio tópico.</p>



<p>Tal resultado foi notado <strong>mesmo quando o recorte analisado envolvia casos de tumores receptores hormonais positivos.</strong> Em resumo, eles são mais sensíveis à ação dos hormônios, o que poderia fazer com que qualquer forma de terapia hormonal contribuísse para desfechos piores.</p>



<p>Em suma, os dados indicam que o uso do estrogênio vaginal é uma opção segura para lidar com queixas geniturinárias. De todo modo, isso sempre deve passar sempre pela orientação do médico responsável pelo acompanhamento do tratamento, que pode indicar a melhor alternativa para gerenciar tais desconfortos.</p>



<p>Entenda agora como <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u>interromper a hormonioterapia para levar em frente uma gestação pode ser seguro para alguns pacientes.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/">Estudo aponta que o uso de estrogênio vaginal pode ser seguro entre pacientes com câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/">Estudo aponta que o uso de estrogênio vaginal pode ser seguro entre pacientes com câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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