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	<title>Efeitos colaterais - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>Efeitos colaterais - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Câncer de mama: os efeitos colaterais da terapia hormonal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 12:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[endócrinoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como em qualquer outra forma de tratamento da condição, os efeitos colaterais da terapia hormonal (conhecida ainda como hormonioterapia ou terapia endócrina) podem comprometer a qualidade de vida da paciente. Muitas vezes, isso faz com que ela interrompa a intervenção, gerando consequências negativas para a evolução do quadro. Dessa forma, é importante que toda mulher que receba a indicação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Assim como em qualquer outra forma de tratamento da condição, os efeitos colaterais da terapia hormonal (conhecida ainda como<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><u> hormonioterapia </u></a>ou terapia endócrina) <strong>podem comprometer a qualidade de vida da paciente. </strong>Muitas vezes, isso faz com que ela interrompa a intervenção, gerando consequências negativas para a evolução do quadro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, é importante que toda mulher que receba a indicação dessa terapia tenha a orientação adequada sobre as possíveis alterações e o que pode ser feito para minimizar as principais queixas relacionadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A lógica por trás do tratamento hormonal no câncer de mama</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nas mulheres, a progesterona e o estrogênio desempenham funções relacionadas à fisiologia feminina (como a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-gestacao/"><u>gravidez </u></a>e o ciclo menstrual). No entanto, alguns tipos de tumores de mama possuem <strong>receptores hormonais</strong> <strong>que se ligam a esses hormônios do corpo.</strong> Assim, as células cancerígenas crescem e se proliferam com mais velocidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A identificação desses receptores é feita a partir de biópsia ou cirurgia. Na prática, isso ajuda a classificar o câncer como estrogênio positivo ou progesterona positivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tumores que possuem ambos os receptores são denominados <strong>receptores hormonais positivos (ou ER) ou luminais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em média, entre 67% e 80% dos cânceres em mulheres são ER positivo. Nos homens, a taxa chega a 90%. Essa informação é essencial para personalizar o tratamento, tornando-o adaptado e mais eficaz às características de cada paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim sendo, a <strong>terapia hormonal é uma abordagem terapêutica que tem como objetivo justamente bloquear a produção ou o efeito do estrogênio</strong> (e, eventualmente, da progesterona) para ajudar a conter o tumor ou impedir que ele retorne.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Geralmente, o tratamento inclui o uso de determinados medicamentos. Os chamados inibidores de aromatase e os moduladores seletivos do receptor de estrogênio são os mais conhecidos. Porém, em circunstâncias ocasionais, o bloqueio hormonal é feito com a remoção dos ovários ou o uso de radiação, que são opções irreversíveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A escolha individualizada desse tipo de tratamento em diferentes circunstâncias</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria dos casos, a terapia hormonal é utilizada em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>tratamentos adjuvantes</strong> em casos de câncer de mama, tanto na pré quanto na pós-menopausa;</li>



<li><strong>tratamentos neoadjuvantes</strong>, com o objetivo de reduzir o tamanho do tumor e aumentar a chance de sucesso do procedimento cirúrgico;</li>



<li><strong>tratamentos de </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exame-deteccao-metastase/"><u><strong>tumores de mama metastáticos</strong></u></a>, que é quando o câncer retorna após o tratamento inicial e se espalha para outras partes do corpo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Adicionalmente, <strong>terapias hormonais com o tamoxifeno podem ser utilizadas de forma profilática em mulheres com alto risco de desenvolver um tumor nas mamas</strong>. Ciclos de até cinco anos do uso do fármaco podem diminuir bastante a chance de que a doença se desenvolva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma publicação do<a href="https://academic.oup.com/jnci/article-abstract/90/18/1371/897928?redirectedFrom=fulltext&amp;login=false" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u> Journal of the National Cancer Institute</u></em></a> mostrou que, em alguns casos, a redução pode ser de até 50%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os efeitos colaterais mais comuns da terapia hormonal</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo em que bloqueia a ação dos hormônios nas células do tumor, <strong>a hormonioterapia também afeta as células saudáveis</strong> que dependem do estrogênio e da progesterona para desempenhar suas funções. Por isso, os efeitos colaterais da terapia hormonal podem ser notados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora não seja possível prever de forma antecipada como cada mulher vai reagir ao tratamento, é esperado que a maioria delas relate desconfortos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ondas de calor e suor excessivo;</li>



<li>sangramento vaginal, principalmente no início do tratamento;</li>



<li>fadiga, com uma sensação de cansaço que não vai embora;</li>



<li>dores musculares e nas articulações;</li>



<li>perda de massa óssea (o que é mais comum com os inibidores de aromatase);</li>



<li>ganho de peso;</li>



<li>desconfortos gastrointestinais (constipação, enjoos, diarreias e problemas de digestão);</li>



<li>alterações que se assemelham ao início da menopausa, como interrupção da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-pode-menstruar/"><u>menstruação</u></a>, redução do desejo sexual, diminuição da lubrificação vaginal e mudanças de humor.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso acrescentar que alguns medicamentos utilizados na terapia hormonal estão associados ao risco de complicações mais graves, porém muito raras, sobretudo à medida que o tempo passa. Por exemplo, o tamoxifeno pode incrementar discretamente o risco de um câncer no endométrio ou da formação de coágulos sanguíneos, principalmente nos pulmões e nas pernas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em paralelo, outros fármacos podem interferir na fertilidade feminina. Mesmo quando isso não acontece, a gestação não é indicada durante a terapia hormonal. Por outro lado, há evidências de que é possível<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/interromper-hormonioterapia/"><u> interromper o tratamento com segurança para tentar engravidar</u></a>, a partir da devida avaliação profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leia">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/fertilidade-cancer-de-mama/"><u>O que acontece com a fertilidade durante o tratamento de um câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">As perspectivas para contornar os efeitos colaterais da terapia hormonal</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo para lidar com qualquer um desses sintomas envolve esclarecer dúvidas e expor as eventuais queixas junto ao profissional responsável pela prescrição. Com isso, é possível adotar as estratégias adequadas para amenizar o comprometimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Parte das manifestações indesejadas são gerenciadas com mudanças no estilo de vida.</strong> As ondas de calor podem ficar menos intensas ao evitar determinados gatilhos (como bebidas alcoólicas ou cafeína) e com o uso de roupas mais folgadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a fadiga tende a ser menos intensa em pacientes que procuram se exercitar, manter uma dieta saudável e dedicar um tempo maior ao repouso, dentro do possível. E o uso de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/"><u>cremes vaginais </u></a>com estrogênio, por sua vez, pode ser um recurso útil para lidar com a secura vaginal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, <strong>os efeitos colaterais da terapia hormonal podem ser manejados da melhor forma possível </strong>sem que seja necessário substituir o medicamento, alterar doses ou mesmo interromper o tratamento. No caso em que isso for inevitável, médico e paciente devem discutir as alternativas e ponderar cuidadosamente os riscos e benefícios da substituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproveite e<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/"><u> entenda melhor o que pode ser feito para reduzir o risco da recidiva de um câncer de mama.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/">Câncer de mama: os efeitos colaterais da terapia hormonal</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/">Câncer de mama: os efeitos colaterais da terapia hormonal</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quais os principais efeitos colaterais da imunoterapia?</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-imunoterapia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=efeitos-colaterais-imunoterapia</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 12:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[imunoterapia]]></category>
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		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os efeitos colaterais da imunoterapia variam de paciente para paciente, mas podem ser potencialmente graves em alguns casos. Tratamentos imunoterápicos podem ser valiosos no enfrentamento de diferentes tipos de tumor, inclusive na mama. Essa abordagem faz com que as defesas do próprio corpo recebam a sinalização adequada para atacar as células cancerígenas e assim eliminá-las. No entanto, como em qualquer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Os efeitos colaterais da imunoterapia variam de paciente para paciente, mas podem ser potencialmente graves em alguns casos.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tratamentos imunoterápicos podem ser valiosos no enfrentamento de diferentes tipos de tumor, inclusive na mama. Essa abordagem faz com que as defesas do próprio corpo recebam a sinalização adequada para atacar as células cancerígenas e assim eliminá-las. <strong>No entanto, como em qualquer outro tratamento, os efeitos colaterais da imunoterapia podem despertar a preocupação entre pacientes.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda que essas alterações possam ser diferentes daquelas observadas com outros tratamentos (como na quimioterapia, por exemplo), é necessário abordá-las tanto para garantir uma melhor qualidade de vida à paciente, quanto para prevenir a interrupção da terapia, sempre que possível.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a imunoterapia age no corpo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/">quimioterapia</a>, a ação dos fármacos escolhidos tem como objetivo destruir as células cancerígenas. Entretanto, nesse processo é comum que células saudáveis também sejam afetadas. <strong>Isso, em boa medida, explica muito dos efeitos colaterais percebidos pelas pacientes sob regime quimioterápico.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, a forma como a imunoterapia age no corpo é diferente. <strong>Na prática, essa abordagem emprega diferentes substâncias para orientar ou estimular os mecanismos de defesa a reconhecer e destruir as células do tumor, algo que em circunstâncias normais não acontece.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em geral, isso se dá pelo fato de que o sistema imune não percebe o câncer como um invasor. Em outras circunstâncias, as células do tumor também conseguem usar mecanismos para “driblar” o sistema imune e continuar imperceptíveis. De todo modo, diante dessas circunstâncias, a imunoterapia pode contribuir para conter o crescimento do tumor ou impedir sua disseminação para outras partes do organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, existem vários tipos de imunoterápicos aprovados para o tratamento do câncer de mama. Eles estão divididos em algumas classes, conforme o mecanismo de ação do medicamento. Entre os imunoterápicos mais utilizados para o câncer de mama estão o pembrolizumabe (mais conhecido como <em>Keytruda</em>) e o atezolizumabe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prescrição da imunoterapia depende de uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imuno-histoquimica-cancer-mama/">série de variáveis biológicas do tumor </a>(expressão de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/">proteínas HER</a> e de receptores hormonais, por exemplo). Além disso, <a href="https://www.nejm.org/doi/10.1056/NEJMoa2202809?url_ver=Z39.88-2003&amp;rfr_id=ori:rid:crossref.org&amp;rfr_dat=cr_pub%20%200pubmed" target="_blank" rel="noreferrer noopener">os resultados podem ser melhores quando se combina essa alternativa com a quimioterapia.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são e quanto duram os efeitos colaterais da imunoterapia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Parte da preocupação do uso de imunoterápicos é sua forma de ação pode fazer com que o sistema imune se torne mais reativo, inclusive diante de tecidos e células do próprio corpo e que obviamente não representam uma ameaça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim sendo, os efeitos colaterais da imunoterapia dependerão de uma série de fatores, incluindo o tipo de medicamento utilizado e a condição geral de saúde da paciente. <strong>Em todo caso, o médico orientará o paciente sobre o que esperar.</strong> Os problemas mais comuns possivelmente enfrentados nesse percurso são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dores de cabeça e nos músculos;</li>
<li>Fadiga;</li>
<li>Febre e outros sintomas que lembram um quadro de gripe;</li>
<li>Náuseas e vômitos;</li>
<li>Redução do apetite;</li>
<li>Diarreia ou constipação intestinal;</li>
<li>Baixa contagem de glóbulos vermelhos ou brancos no sangue;</li>
<li>Coceira e vermelhidão na pele;</li>
<li>Hipotiroidismo e hipopituitarismo.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">No momento da aplicação do fármaco, <strong>a paciente pode também experimentar reações locais no local da infusão. </strong>Em parte dos casos, esse problema evolui na forma de uma crise alérgica, além de dor no ponto onde o medicamento está sendo aplicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Adicionalmente, a atuação do imunoterápico no sistema imune pode fazer com que problemas mais sérios surjam, com alguns deles capazes de colocar em risco a vida de quem está recebendo o tratamento</strong>. Geralmente, esses efeitos colaterais gravíssimos atingem órgãos como os pulmões, o fígado, o intestino e determinadas glândulas e envolvem reações autoimunes e quadros de inflamação.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/">O que é e quais as opções de tratamento para um câncer de mama triplo-negativo?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com esses efeitos e ampliar a qualidade de vida durante o tratamento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ser difícil prever de antemão quais serão exatamente os efeitos colaterais decorrentes da imunoterapia. Não raramente, eles variam bastante de pessoa para pessoa. <strong>Portanto, o primeiro passo para garantir a manutenção da qualidade de vida do paciente durante o tratamento envolve uma discussão junto ao médico sobre o que pode acontecer após a infusão do medicamento.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir disso, é possível manter a atenção aos sinais que possam indicar um problema mais grave por conta da imunoterapia. Nesses casos, é essencial que haja suporte médico imediato. Logo, diante de qualquer suspeita ou alteração inexplicada, <strong>a recomendação costuma ser comunicar a equipe de saúde responsável pelo tratamento.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em paralelo, a paciente também deve receber recomendações de como manejar possíveis efeitos colaterais de natureza mais branda ou moderada (incluindo recomendações sobre hidratação, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quem-quimioterapia-pode-comer/">cuidado com a alimentação</a>, controle da dor, entre outros aspectos pertinentes etc.). <strong>De todo modo, pode ser igualmente importante procurar ajuda especializada se tais sintomas parecem piorar.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, os efeitos colaterais da imunoterapia podem exigir<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/acompanhamento-pos-cancer-mama/"> acompanhamento mesmo depois que o tratamento</a> terminar. <strong>Enquanto alguns desconfortos podem persistir mesmo meses ou semanas após suspenso o uso da medicação, outros problemas podem dar as caras apenas nesses anos posteriores.</strong> Nesse cenário, mais uma vez, a comunicação entre médico e paciente pode fazer toda a diferença para abordar adequadamente tais consequências.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aproveite e confira mais sobre as</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/imunoterapia-para-cancer-de-mama-como-e-indicacoes/"><u><strong> principais indicações do uso da imunoterapia no câncer de mama.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-imunoterapia/">Quais os principais efeitos colaterais da imunoterapia?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-imunoterapia/">Quais os principais efeitos colaterais da imunoterapia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Câncer de mama causa suor? Veja em que situações pacientes oncológicas sofrem com a sudorese excessiva</title>
		<link>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-suor/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cancer-mama-suor</link>
					<comments>https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-suor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[febre]]></category>
		<category><![CDATA[fogachos]]></category>
		<category><![CDATA[hormonioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[suor noturno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Afinal, câncer de mama causa suor? Entenda em que circunstâncias pacientes oncológicas podem sofrer esse tipo de desconforto. Ainda que alguns tipos de câncer possam ter como sintoma o suor excessivo, (como leucemias e linfomas não-Hodking) esse não costuma ser o caso do câncer de mama. Por outro lado, vários tratamentos utilizados para combater a doença podem fazer com que [&#8230;]</p>
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<p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-suor/">Câncer de mama causa suor? Veja em que situações pacientes oncológicas sofrem com a sudorese excessiva</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Afinal, câncer de mama causa suor? Entenda em que circunstâncias pacientes oncológicas podem sofrer esse tipo de desconforto.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ainda que alguns tipos de câncer possam ter como</strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sintomas-cancer-mama/"><u><strong> sintoma </strong></u></a><strong>o suor excessivo, (como leucemias e </strong><a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/linfoma-nao-hodgkin#:~:text=O%20linfoma%20n%C3%A3o%20Hodgkin%20(LNH,o%20corpo%20a%20combater%20doen%C3%A7as." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>linfomas não-Hodking</strong></u></a><strong>) esse não costuma ser o caso do câncer de mama</strong>. Por outro lado, <strong>vários tratamentos utilizados para combater a doença podem fazer com que a mulher apresente esse desconforto, que às vezes se manifesta durante à noite</strong>. Além disso, ondas de calor (também chamadas de fogachos) são outro relato frequente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os tratamentos que podem desencadear esse tipo de efeito colateral estão a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quem-quimioterapia-pode-comer/"><u>quimioterapia</u></a> e a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/">hormonioterapia</a>. Por outro lado, é preciso considerar os casos em que o suor excessivo é resultado de uma febre: como muitas vezes as defesas da paciente com <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u>câncer de mama </u></a>estão afetadas pelos efeitos adversos do tratamento, esse pode ser um sinal de alerta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, não custa lembrar que a sudorese é um processo essencial do organismo. Sem a eliminação de água pela pele, o corpo teria dificuldade em regular a temperatura. Ainda assim, existem algumas intervenções possíveis para os momentos em que o excesso do suor se torna um incômodo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o tratamento do câncer de mama causa suor excessivo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na maioria dos casos, a presença da sudorese abundante e das ondas de calor em mulheres passando por um tratamento do câncer de mama se dá pela influência das terapias adotadas sobre os hormônios.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é raro que alguns tratamentos afetem a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-ovarios/"><u>função ovariana</u></a> e/ou coloquem a mulher a paciente em um estágio de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/"><u>menopausa</u></a> precoce. A menopausa é justamente um período que naturalmente sintomas do tipo podem se manifestar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como esses hormônios estão envolvidos em diversos mecanismos de regulação corporal, a flutuação do nível deles no organismo pode afetar o seu “termostato”, fazendo com que a pele fique mais quente. Assim, a mulher pode suar mais ou ter a sensação de que o rosto ou outras partes do corpo estejam queimando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, mesmo durante o tratamento do câncer de mama, <strong>a duração e a intensidade do desconforto percebido por conta do excesso de suor e dos fogachos varia de mulher para mulher</strong>. Contudo, quando eles são muito intensos podem prejudicar a qualidade de vida, já que interferem desde a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cansaco-cancer-de-mama/"><u>hora de dormir</u></a> até o convívio social.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/beneficios-meditacao/"><u> Quais os benefícios da meditação para pacientes diagnosticadas com câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer para lidar com esse problema?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A partir do momento em que o suor excessivo e as ondas de calor estiverem gerando incômodo, informe seu médico sobre essas alterações. <strong>Além disso, é possível considerar alterações no estilo de vida que possam aliviar o desconforto</strong>. Entre algumas delas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tomar banho mais vezes ao dia;</li>
<li>Utilizar lençóis que tornem a cama mais fresca;</li>
<li>Dar preferência para vestuários de algodão de caimento mais largo;</li>
<li>Climatizar os ambientes (aumentando a ventilação, por exemplo);</li>
<li>Elevar o consumo de água;</li>
<li>Limitar a ingestão de cafeína, álcool e comidas apimentadas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Junto com essas orientações, o médico pode prescrever algumas medicações para tentar amenizar esses efeitos colaterais. Por fim, <strong>a paciente deve estar atenta a sinais de desidratação ou da presença de febre alta que não cede (ou de acordo com as recomendações prévias passadas pela equipe de saúde responsável pelo acompanhamento do tratamento).</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suma, o câncer de mama não causa suor, mas pode ser um efeito colateral de determinados tratamentos, como a hormonioterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Neste outro texto do blog, </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/"><u><strong>você aprende mais sobre a aplicação desse recurso no combate a um tumor nas mamas.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-suor/">Câncer de mama causa suor? Veja em que situações pacientes oncológicas sofrem com a sudorese excessiva</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-suor/">Câncer de mama causa suor? Veja em que situações pacientes oncológicas sofrem com a sudorese excessiva</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Como a neutropenia afeta a imunidade durante o tratamento de um câncer de mama?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 19:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[glóbulos brancos]]></category>
		<category><![CDATA[imunidade]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A neutropenia é um efeito colateral relativamente comum da quimioterapia e prejudica as defesas do organismo da paciente com câncer de mama. A neutropenia é um efeito colateral bastante comum associado à quimioterapia contra um câncer de mama. Como a toxicidade dos fármacos utilizados pode afetar inclusive as células saudáveis, o sistema imune da paciente pode ser prejudicado com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>A neutropenia é um efeito colateral relativamente comum da quimioterapia e prejudica as defesas do organismo da paciente com câncer de mama.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A neutropenia é um efeito colateral bastante comum associado à quimioterapia contra um câncer de mama. Como <strong>a toxicidade dos fármacos utilizados pode afetar inclusive as células saudáveis, o sistema imune da paciente pode ser prejudicado com a progressão das sessões de administração dos medicamentos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim sendo, essa condição pode <strong>afetar a qualidade de vida da paciente e ou mesmo as próximas etapas do tratamento.</strong> Por isso, o médico responsável pelo acompanhamento desses quadros pode fornecer orientações sobre como lidar com a vulnerabilidade provocada pela imunodeficiência temporária e prescrever determinadas intervenções para reduzir a chance de complicações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal, o que é a neutropenia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A quimioterapia é parte importante de muitos tratamentos contra um câncer de mama, seja de forma adjuvante ou neoadjuvante. De forma bastante resumida, <strong>esse tipo de intervenção consiste na administração de medicamentos capazes de destruir as células cancerígenas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, ainda que as alternativas quimioterápicas tenham avançado bastante, <strong>a toxicidade dos medicamentos ainda pode gerar uma série de efeitos colaterais. </strong>Entre alguns dos mais conhecidos estão a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/por-que-o-cabelo-cai-na-quimioterapia-e-como-lidar/"><u>queda de cabelo,</u></a> a fadiga e os <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/diarreia-quimioterapia/"><u>problemas gastrointestinais</u></a>. Isso acontece porque os medicamentos, uma vez dentro do organismo, muitas vezes também destroem células saudáveis ou impedem a substituição de células que são renovadas frequentemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, <strong>as células do sistema imune também podem se tornar um “alvo” indesejado da quimioterapia</strong>. Com isso, a paciente pode apresentar <strong>uma contagem abaixo do ideal dos chamados neutrófilos, </strong>parte dos glóbulos brancos que desempenham papel essencial já na primeira linha de defesa do organismo diante da invasão de microrganismos nocivos. <strong>É justamente essa queda no número de neutrófilos que caracteriza a chamada neutropenia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tal quadro pode ser constatado por meio de exames de sangue que incluem a contagem de glóbulos brancos.</strong> Vale ressaltar que outras opções terapêuticas contra um câncer de mama (como a radioterapia) e aspectos que não têm relação nenhuma com a doença (como o uso de outros tipos de medicamento e outras condições de saúde específicas) também podem provocar a neutropenia.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-intestino-preso/">Quimioterapia deixa o intestino preso? Entenda como o tratamento afeta o intestino</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como essa condição afeta pacientes com câncer de mama?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os índices de pacientes que sofrem com a neutropenia durante o tratamento do câncer de mama variam conforme o recorte analisado. Entretanto, <strong>estima-se que essa seja uma das principais causas de interferência no tratamento, reduzindo o tamanho das doses ou aumentando o intervalo entre as sessões.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, <strong>a neutropenia pode expor o organismo a um risco maior de infecções, às vezes potencialmente fatais</strong>. Em uma pessoa saudável os neutrófilos atuam rapidamente para tentar conter uma infecção causada por vírus, bactérias ou fungos. Por outro lado, diante da baixa contagem dessas células de defesa, a resposta imune de pessoas com neutropenia pode ficar prejudicada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De todo modo, <strong>a neutropenia por si só não costuma gerar sintomas perceptíveis.</strong> Por isso, o médico responsável pelo acompanhamento do tratamento solicita exames de sangue periodicamente para acompanhar a contagem dos neutrófilos e outros componentes do sangue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, <strong>diante do risco de complicações, a paciente é orientada a procurar ajuda médica imediatamente se notar qualquer sinal de infecção.</strong> Dessa forma, merecem atenção alterações como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Febre;</li>
<li>Calafrios;</li>
<li>Dor de garganta ou na barriga;</li>
<li>Feridas na boca;</li>
<li>Diarreia;</li>
<li>Dor ou ardência ao urinar;</li>
<li>Tosse ou dificuldade para respirar;</li>
<li>Vermelhidão na pele, sobretudo perto de feridas, cortes ou da área da<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cateter-para-quimioterapia/"><u> incisão do catéter.</u></a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É esperado que a contagem do número de neutrófilos atinja seu ponto mais baixo cerca de uma ou duas semanas depois da aplicação do quimioterápico. Depois disso, ela tende a subir novamente. Porém, leva até três ou quatro semanas para que essas células voltem a circular normalmente pelo organismo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com a neutropenia e reforçar a imunidade durante o tratamento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A forma de lidar com o quadro de neutropenia depende do comprometimento da contagem de células. A partir disso, o médico pode:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Prescrever antibióticos para prevenir infecções por bactérias;</li>
<li>Postergar a próxima sessão de quimioterapia ou reduzir a dose do fármaco;</li>
<li>Orientar sobre o uso de medicamentos capazes de estimular a produção de células de defesa na medula óssea (os mais utilizados costumam ser aqueles conhecidos como fatores estimulantes de colônias de granulócitos).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a <strong>paciente deve seguir algumas recomendações para reduzir o risco de infecções. </strong>Entre algumas das medidas para isso estão usar máscara em locais públicos, reforçar a higiene das mãos e evitar o contato com pessoas que manifestem algum sintoma de infecção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//guia-nutricao-pacientes-cuidadores-4-edicao.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Cuidados com a alimentação também são importantes</u></a>. <strong>Eles dizem respeito tanto ao que se coloca no prato quanto a preocupação em relação ao preparo das refeições</strong>. Dessa forma, é essencial <strong>manter a assepsia enquanto cozinha</strong> (lavando adequadamente frutas e verduras, por exemplo) e evitar alimentos com alto risco de contaminação (como carnes, ovos e laticínios crus ou não devidamente cozidos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ademais, uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentacao-tratamento-cancer-mama/"><u>dieta balanceada </u></a>e rica em<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementacao-tratamento-cancer/"><u> vitaminas e minerais </u></a>pode contribuir para fortalecer a imunidade, ainda que não seja capaz de, por si só, reverter a neutropenia. Em todo caso<strong>, o médico (ou mesmo um nutricionista capacitado) pode ter papel importante na hora de abordar todas as preocupações com a alimentação nesse período.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aproveite para saber mais sobre o impacto da quimioterapia na alimentação e </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quem-quimioterapia-pode-comer/"><u><strong>conferir dicas do que comer durante o tratamento.</strong></u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/neutropenia-cancer-mama/">Como a neutropenia afeta a imunidade durante o tratamento de um câncer de mama?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/neutropenia-cancer-mama/">Como a neutropenia afeta a imunidade durante o tratamento de um câncer de mama?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>O que é um linfedema? Saiba mais sobre esse problema que causa inchaço nos braços após o câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 18:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[inchaço braços]]></category>
		<category><![CDATA[linfedema]]></category>
		<category><![CDATA[linfonodos]]></category>
		<category><![CDATA[sistema linfático]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O linfedema é um problema comum em mulheres tratadas contra um câncer de mama e se caracteriza pelo inchaço nos braços, além de outros sintomas O surgimento do chamado linfedema costuma estar associado ao quadro de câncer de mama. Nesses casos, as pacientes oncológicas sofrem com o acúmulo de linfa em determinadas partes do corpo, principalmente no braço. Isso gera [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>O linfedema é um problema comum em mulheres tratadas contra um câncer de mama</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>e se caracteriza pelo inchaço nos braços, além de outros sintomas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O surgimento do chamado linfedema costuma estar associado ao quadro de câncer de mama</strong>. Nesses casos, as pacientes oncológicas sofrem com o acúmulo de linfa em determinadas partes do corpo, principalmente no braço. Isso gera inchaço anormal e a presença de outros sintomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Esse é um problema relativamente comum.</strong> Algumas estimativas mostram que até<a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4127597/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> 40% das mulheres tratadas contra um câncer de mama manifestaram a condição</u></a>. Por isso, é essencial entender melhor o que provoca os linfedemas, os principais sintomas além do inchaço e o que pode ser feito para minimizar riscos e tratar o desconforto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Definição e causas de um linfedema</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em linhas gerais, <strong>um linfedema é resultado do acúmulo da linfa em determinados tecidos do organismo.</strong> A linfa é o líquido que percorre o sistema linfático, estrutura que faz parte dos mecanismos de defesa do organismo. Esse líquido é rico em glóbulos brancos, essenciais para estabelecer resposta imune contra infecções e lesões. Dentro do sistema linfático, os chamados linfonodos atuam filtrando e drenando a linfa, removendo invasores e substâncias prejudiciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É comum que pacientes oncológicos passem por<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cuidados-pos-cirurgia-cancer-de-mama/"><u> cirurgias</u></a> que retiram <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfonodos-mama/">linfonodos</a>. É o que acontece, por exemplo, com mulheres com tumores nas mamas, que podem remover linfonodos da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cuidados-pos-cirurgia-cancer-de-mama/">região da axila</a> através de biópsias do linfonodo sentinela ou de linfadenectomias axilares. Além disso, essa parte do organismo pode ser tratada com radiação durante a radioterapia axilar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse modo, a mulher submetida a essas intervenções para lidar com um <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sobre-cancer-de-mama/"><u>câncer de mama</u></a> pode sofrer com um linfedema. <strong>Isso se dá pelo bloqueio no fluxo da linfa gerado pela remoção dos linfonodos ou pela lesão gerada pela radiação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal manifestação pode ocorrer a qualquer momento após a cirurgia ou as sessões de radioterapia axilar. <strong>Enquanto alguns se formam nos dias seguintes após feito o procedimento cirúrgico ou tratamento com radiação, outros podem demorar semanas ou mesmo anos para aparecerem.</strong> No mais, uma infecção na área também pode desencadear um linfedema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fatores de risco para desenvolver um linfedema</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os fatores que podem contribuir para um risco maior de ter que lidar com o problema estão características físicas da paciente (como obesidade, por exemplo) ou histórico anterior de traumas e infecções. É importante ressaltar que alguns dos fatores são preveníveis e podem ser controlados, enquanto outros não. Entre eles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ressecção de vários linfonodos. Assim, quem já realizou linfadenectomia axilar tem maior risco para desenvolver um linfedema. Nesses quadros, a chance pode ser até 20% maior. Por outro lado, o risco é menor em quem realiza apenas a biopsia de linfonodo sentinela, que usualmente atinge somente entre 2 e 3 linfonodos. Desse modo, o risco gira em torno de 5%;</li>
<li>Múltiplas cirurgias mamárias ou cirurgias extensas na mama ou no tórax;</li>
<li>Radioterapia, principalmente quando as sessões são realizadas nas axilas;</li>
<li>Quimioterapia, principalmente em mulheres obesas;</li>
<li>Sobrepeso e obesidade, considerando pacientes com IMC acima de 25. Esse perfil tem risco maior de desenvolver o problema devido ao excesso de gordura e a deficiência de drenagem linfática;</li>
<li>Infecções ou lesões na pele, que levam a inflamações constantes e fazem com que o sistema linfático trabalhe mais. Diante de uma deficiência no sistema linfático, o linfedema pode surgir.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Seja como for, a presença de um linfedema causa grande prejuízo à qualidade de vida das sobreviventes de um câncer de mama, com impactos consideráveis se comparados às mulheres que não sofrem com o problema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas mais comuns de um linfedema</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como já mencionado, o inchaço dos braços é o sintoma mais característico de um linfedema. Ele costuma se manifestar no membro do lado em que os linfonodos foram removidos ou tratados com radiação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O volume do inchaço varia de caso a caso. Porém, o tamanho do edema pode ser bem evidente em relação ao tamanho do braço que não foi afetado. No mais, o inchaço pode se estender até a mão. Além disso, a paciente com o problema pode apresentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sensação de peso ou aperto no braço, axila ou mesmo no tórax;</li>
<li>Desconforto em relação a peças de roupas (como sutiãs ou camisetas) ou acessórios (como anéis e pulseiras) que antes serviam normalmente;</li>
<li>Dores na região do braço ou dificuldade para mover as articulações próximas;</li>
<li>Alterações na pele da área, incluindo vermelhidão e espessamento.</li>
<li>Rigidez nas áreas afetadas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O diagnóstico de um linfedema é feito mediante avaliação clínica do médico. </strong>Ele pode mensurar o volume do inchaço e ainda fazer perguntas sobre o histórico da paciente, incluindo questões sobre os tratamentos aos quais ela foi submetida e quando os inchaços começaram. O diagnóstico precoce do problema aumenta as chances de um manejo adequado da condição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, nem sempre é fácil diagnosticar um linfedema de início, já que os sintomas iniciais são leves. Em todo caso, diante de qualquer sinal suspeito, a recomendação é sempre procurar assistência médica. <strong>A partir do momento em que o linfedema se forma, ele dificilmente regride sem o tratamento apropriado. </strong>Não há cura para a condição, mas ela pode ser manejada, evitando complicações e impactos maiores para o bem-estar da paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/exercicio-apos-cirurgia-de-cancer-de-mama/">Exercício após cirurgia de câncer de mama melhora a mobilidade do braço e do ombro</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Formas de tratamento e prevenção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com o diagnóstico do linfedema confirmado, o tratamento dependerá do resultado da avaliação médica, que indicará o grau de comprometimento gerado pelo problema. <strong>Acima de tudo, as intervenções têm como intuito reduzir o inchaço e o desconforto gerado por esses e outros sintomas. Entre as medidas mais adotadas estão:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Exercícios específicos para drenar a linfa acumulada, incluindo aqueles que permitem manter o membro atingido elevado acima do nível do corpo;</li>
<li>Mangas e meias elásticas de compressão;</li>
<li>Massagens de drenagem;</li>
<li>Procedimentos cirúrgicos;</li>
<li>Uso de determinados medicamentos, embora não haja evidências suficientes em casos de mulheres tratadas contra câncer de mama.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Médicos e pacientes devem observar sinais de infecção na evolução do linfedema. Reforçar a higiene e os cuidados com a pele também contribui para reduzir esse risco. No mais, evite tomar vacinas ou fazer coletas de sangue no lado do membro atingido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros mecanismos de prevenção contra o desenvolvimento de um linfedema envolvem reforços com a preservação do braço do lado operado. Com isso, o ideal é evitar esforços físicos exagerados, não utilizar roupas apertadas, além de garantir o controle do peso mediante dieta equilibrada e prática regular de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/"><u>atividades físicas</u></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após superar um câncer de mama, a presença de um linfedema tem o potencial de gerar um impacto significativo no bem-estar das pacientes. <strong>Redobrar a atenção para as medidas de prevenção e acompanhar com cuidado sinais que podem indicar a presença do problema é fundamental para identificar o surgimento de inchaços no braço e dos demais sintomas associados.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saiba mais sobre </strong><strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/">outros efeitos da radioterapia na pele e entenda o que pode ser feito para reduzir esse tipo de problema</a>.</strong></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfedema-bracos/">O que é um linfedema? Saiba mais sobre esse problema que causa inchaço nos braços após o câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfedema-bracos/">O que é um linfedema? Saiba mais sobre esse problema que causa inchaço nos braços após o câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Conheça os possíveis efeitos da radioterapia da mama na pele e veja como lidar com eles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2022 11:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
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		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[radioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A radioterapia é capaz de provocar uma série de efeitos colaterais que podem afetar a qualidade de vida durante o tratamento Mesmo diante da importância do tratamento, é natural se preocupar com os efeitos da radioterapia da mama na pele e em outras partes do corpo. Embora em muitos casos tais desconfortos possam ser leves e passageiros, é preciso considerar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>A radioterapia é capaz de provocar uma série de efeitos colaterais que podem afetar a qualidade de vida durante o tratamento</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo diante da importância do tratamento, <strong>é natural se preocupar com os efeitos da radioterapia da mama na pele e em outras partes do corpo.</strong> Embora em muitos casos tais desconfortos possam ser leves e passageiros, é preciso considerar o impacto cumulativo da radiação e entender de que forma efeitos colaterais de longo prazo podem se manifestar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.inca.gov.br/tratamento/radioterapia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>radioterapia</u></a> é um tratamento amplamente utilizado no câncer de mama. Raios ionizantes (em outras palavras, ondas de radiação capazes de retirar elétrons das moléculas) são empregados para destruir as células do tumor, ajudando na sua eliminação e na prevenção de futuras recidivas da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diferentes métodos de aplicação da radioterapia, mas nos quadros de câncer de mama normalmente são empregados a radioterapia externa, a braquiterapia e a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/radioterapia-intraoperatoria-na-mama/"><u>radioterapia intraoperatória.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os efeitos colaterais mais comuns da radioterapia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como outras opções de tratamento para o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama/"><u> câncer de mama</u></a>, <strong>a radioterapia pode, claro, provocar efeitos colaterais. </strong>Eles normalmente estão associados, com maior intensidade, às partes do corpo que recebem a terapia, bem como ao tamanho da dose de radiação e capacidade do corpo de reparar as células saudáveis danificadas no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O<strong>s efeitos costumam ser cumulativos, como já mencionamos</strong>: é normal que os primeiros desconfortos comecem a aparecer após cerca de 3 semanas do início do tratamento e podem seguir até depois de alguns dias ou semanas após a finalização do tratamento. De todo modo, é preciso observar a chance de efeitos mais prolongados, capazes de permanecer por meses após o fim da intervenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, <strong>é importante levar em conta que cada organismo reage de forma diferente aos efeitos da radioterapia (ou de qualquer outro tratamento).</strong> Algumas pessoas podem sentir com menos força determinados desconfortos, enquanto passam por períodos mais difíceis durante o tratamento. Com isso em mente, vale reforçar os efeitos colaterais mais comuns da radioterapia na mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Efeitos na pele</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria das pacientes nota uma <strong>vermelhidão na área irradiada</strong>. Com o passar do tempo, a região pode ficar mais escura ou rosada. Outros sinais da reação são <strong>coceira e ressecamento na área, bem como do aumento da sensibilidade, que também pode deixar a região mais dolorida</strong>. A pele pode também descamar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Esses efeitos colaterais na pele são conhecidos como radiodermites.</strong> Como já mencionado, eles geralmente se iniciam por volta da terceira semana de tratamento. Cerca de 80 a 90% das pacientes irão desenvolvê-las em algum grau. Além disso, em torno de 10 a 15% das pacientes desenvolverão sintomas mais avançados como descamação, ulceração da pele, sangramento ou mesmo necroses. Cabe ressaltar que essas reações costumam ser dolorosas e ocorrem principalmente em regiões de dobras de pele, como nas axilas e abaixo das mamas.<br /><br /><strong>Há diversas recomendações para reforçar os cuidados da pele durante a radioterapia, que devem ser levados em consideração a partir de conversas com o médico radioterapeuta ou radio-oncologista.</strong> Entre algumas dessas orientações estão o uso de chá de camomila, cremes à base de ácidos graxos essenciais ou ácidos graxos insaturadas, placas de hidrocoloide, aloe vera e corticoterapia tópica (ou seja, como o uso de medicamentos corticoides na área afetada). Por fim, tecnologias de luz como a biofotomodulação tem se tornado um método seguro e eficaz para ajudar na cicatrização e regeneração dos tecidos atingidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Inchaços no braço e na mama</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez que a radioterapia provoca maior dificuldade para a circulação de fluidos na região irradiada, a paciente pode experimentar inchaços na região do braço e da mama, o que é chamado de linfedema, condição presente em até 25% das pacientes. Normalmente, tais efeitos podem melhorar após a finalização do tratamento, embora possa haver quadros em que eles permanecem como uma alteração crônica na área dos braços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, é importante informar o médico se o problema persistir ou surgir após o encerramento das sessões de radioterapia. O fisioterapeuta é outro profissional que pode ter papel fundamental na avaliação, prevenção e/ou tratamento desses efeitos colaterais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Alterações no formato e aspecto da mama</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Principalmente nos casos em que a radioterapia é aplicada após uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/"><u>cirurgia</u></a> conservadora de remoção do tumor, pode haver alterações que farão com que a mama pareça diferente. Isso é causado por alterações na estrutura do tecido , como as fibroses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O seio pode ficar duro e menos elástico, além de menor do que antes, em um quadro conhecido como síndrome da fibrose radioinduzida. Diante do impacto que isso pode ter na autoestima e até mesmo na sexualidade, é importante conversar com os profissionais que fazem o acompanhamento para discutir o que pode ser feito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A radioterapia provoca dor nas mamas? É normal se sentir cansada? Qual o efeito colateral mais grave?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, vale reforçar outros efeitos colaterais que não necessariamente têm relação com o aspecto da pele da mama e de regiões próximas, mas podem impactar diretamente na qualidade de vida. É comum, por exemplo, que pacientes sob a radioterapia se sintam cansadas e indispostas, principalmente à medida que as sessões avançam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dor também pode estar presente, na forma de pontadas, agulhadas e dores agudas em toda a região das mamas e do peito. A intensidade costuma ser moderada, mas elas podem se prolongar por semanas após o fim do tratamento, ainda que com o tempo a intensidade e frequência dos episódios de desconfortos venha a diminuir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, pode haver alteração da sensibilidade no braço devido ao dano nos nervos da área tratada. Além da dor, esse problema se apresenta por meio de formigamentos, dormência e fraqueza. Nessas circunstâncias, a intervenção precoce da fisioterapia também ajuda na recuperação da paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em casos raríssimos, <a href="https://jmedicalcasereports.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13256-020-02482-x#:~:text=It%20has%20been%20specified%20that,mainly%20described%20histology%20%5B4%5D." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>a radioterapia pode desencadear outro tumor no futuro</u></a>. Eles são chamados tumores radioinduzidos. Entre os mais frequentes estão aqueles conhecidos como angiosarcomas, um câncer do sistema linfático que pode se formar na área previamente irradiada ou no membro superior do mesmo lado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, isso não é motivo para interromper o tratamento: os riscos de isso acontecer certamente são menores do que não tratar o câncer que gerou a prescrição do uso da radiação. De qualquer forma, vale discutir esse aspecto com seu médico sempre.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/">Como é feita a radioterapia na mama?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como minimizar os efeitos da radioterapia, em especial na pele?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É provável que os médicos que acompanham seu tratamento (sejam os oncologistas,<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/"><u> mastologistas </u>ou radioterapeutas</a>) forneçam orientações básicas sobre como lidar com as reações provocadas pela radioterapia, em especial na pele. De qualquer forma, é possível apontar algumas recomendações gerais para minimizar o desconforto causado pelo tratamento, a partir das diretrizes das principais sociedades médicas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não esfregue a área irradiada, já que isso pode deixá-la ainda mais sensível. Lave de forma suave com água e sabão neutro. Se enxugue com uma toalha macia;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não use perfumes, talcos, desodorantes, soluções com álcool nem nada que possa provocar irritação na região irradiada;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não coloque bolsas de água quente ou fria na área;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Utilize protetor solar como fator de proteção solar maior que 30, no mínimo por 1 ano após finalizado o tratamento;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não utilize roupas justas e escolha sempre peças de tecidos naturais. Sempre que possível, a recomendação é ficar sem o sutiã;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não depile a região irradiada;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Seu médico deve indicar um hidratante para ser aplicado na região.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Beba bastante líquido e mantenha-se hidratado</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Associados aos cuidados com o local irradiado, a manutenção de uma alimentação equilibrada, a prática regular de exercícios físicos (claro, dentro das limitações do momento) e o descanso adequado podem contribuir para minimizar esses e outros efeitos colaterais do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, fica o reforço para procurar ajudar e avisar o médico sempre que qualquer sintoma anormal ou que cause preocupação apareça, durante ou depois do tratamento, seja relativo aos efeitos da radioterapia da mama na pele, seja relacionado a qualquer outro aspecto do seu bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Veja mais sobre </em><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/"><em><u>como os exercícios físicos colaboram na prevenção e no tratamento </u></em></a><em>do câncer de mama.</em></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/">Conheça os possíveis efeitos da radioterapia da mama na pele e veja como lidar com eles</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/">Conheça os possíveis efeitos da radioterapia da mama na pele e veja como lidar com eles</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>É normal ter diarreia como efeito da quimioterapia? Entenda relação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 11:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[desnutrição]]></category>
		<category><![CDATA[diarreia]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que faz com que o tratamento quimioterápico provoque diarreia e como minimizar esse desconforto ao longo das sessões de quimioterapia Antes mesmo do início do tratamento quimioterápico, que em muitos quadros de câncer de mama é componente essencial para lidar com a doença e chegar à cura, é comum que as pacientes recebam informações sobre possíveis efeitos colaterais. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Entenda o que faz com que o tratamento quimioterápico provoque diarreia e como minimizar esse desconforto ao longo das sessões de quimioterapia</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes mesmo do início do tratamento quimioterápico, que em muitos quadros de câncer de mama é componente essencial para lidar com a doença e chegar à cura, é comum que as pacientes recebam informações sobre possíveis efeitos colaterais. Efetivamente, desconfortos atingem quem recebe os fármacos necessários para a destruição das células cancerígenas. <strong>Exemplo disso são os episódios de diarreia como efeito da quimioterapia. O evento faz parte do quadro mais amplo de distúrbios gastrointestinais que podem trazer impactos sobre a qualidade de vida de quem está recebendo esse tipo de intervenção.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, toda a orientação ao longo do<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/?_gl=1*6jwuh9*_ga*MjEzMTMwOTUzMS4xNjYzMzM2Nzgx*_ga_PQC87SDMSD*MTY2NzI1MjIwMi4xNi4xLjE2NjcyNTIyMDIuMC4wLjA.&amp;_ga=2.108065988.777847516.1667252203-2131309531.1663336781"><u> tratamento</u></a> deve ser guiada por informações sobre esse e outros efeitos colaterais, bem como o que deve ser feito para que tais problemas sejam minimizados e a paciente possa não só prosseguir com as sessões, como também manter um nível razoável de bem-estar durante esse período.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diarreia e quimioterapia</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A diarreia é um quadro no qual há evacuação constante de fezes moles ou aquosas, atrelado ou não com algum grau de desconforto abdominal.</strong> A presença desse sintoma costuma aparecer horas ou depois da administração da dose dos medicamentos quimioterápicos. A partir disso, a diarreia pode durar alguns dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos episódios mais graves, a intervenção médica é essencial para prevenir consequências indesejadas. Para caracterizar a gravidade do quadro, é levado em conta o número de evacuações diárias, além da presença de sinais de incontinência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A diarreia como resultado da quimioterapia é um efeito colateral frequente, mas que muitas vezes é subestimado durante o tratamento de diferentes tipos de câncer</strong>. Sua incidência varia de acordo com os medicamentos empregados na tentativa de eliminar as células cancerígenas. Há também casos de pacientes que não manifestam esse tipo de problema ao longo de todo o tratamento. Assim como outros efeitos colaterais, a diarreia pode permanecer por semanas ou mesmo após finalizado o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, em casos em que os quadros de diarreia são severos, <strong>pode haver necessidade de ajustes na conduta do tratamento (como o postergamento de sessões, por exemplo).</strong> Além disso, a intensidade e a duração do efeito colateral podem favorecer a instalação de quadros de desnutrição, desidratação, o que leva à perda de peso (caquexia) e amplia a sensação de fadiga comum ao câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desnutrição e desidratação se dão, sobretudo pela passagem excessivamente rápida de líquidos, eletrólitos e nutrientes pelo trato gastrointestinal, impedindo que eles sejam adequadamente absorvidos pelo organismo, processo que acontece principalmente no intestino.</p>



<p id="leiamais">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama/">9 mitos e verdades sobre o câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">As principais explicações para esse efeito colateral</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A explicação dos motivos que levam os regimes quimioterápicos a provocar diarreia passa pelo mecanismo de ação desse tipo de tratamento. Como já mencionamos, em linhas gerais, a quimioterapia consiste no emprego de substâncias para eliminar as células cancerígenas, que sem isso cresceriam rápida e descontroladamente, se espalhando para outras partes do organismo além da região original do tumor diagnosticado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir do momento que esses fármacos entram no organismo, células saudáveis podem ser atingidas também. Desse modo, há prejuízo à atividade de diferentes órgãos e tecidos até que eles se recuperem desse dano colateral provocado pelos quimioterápicos. Esse dano é mais intenso em tecidos que se regeneram continuamente, como é o caso das mucosas da boca, do esôfago e do trato gastrointestinal. De forma resumida, é isso que provoca a maioria dos efeitos adversos da quimioterapia. Não por menos, os médicos sempre fazem um ajuste fino das doses da quimioterapia para alcançar o resultado esperado, com o menor impacto colateral possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à diarreia, <strong>a explicação mais aceita para ela é relativa ao dano que os quimioterápicos provocam na mucosa que reveste o tecido do intestino. Além disso, parece haver relação entre os danos provocados à </strong><a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10620-020-06119-3" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>microbiota intestinal</strong></u></a><strong> com o equilíbrio da atuação do órgão, deixando sua função abaixo do ideal.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A microbiota é o grupo de microrganismos que habitam diferentes partes do organismo humano e desempenham funções essenciais para o equilíbrio de diferentes mecanismos fisiológicos. No caso do intestino, danos à microbiota podem provocar alterações no trânsito intestinal, bem como no aproveitamento de nutrientes e eletrólitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, vale observar que em alguns casos a diarreia pode ser desencadeada pelo nervosismo e a ansiedade que cerca a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dicas-para-cuidar-da-saude-mental-durante-tratamento-de-cancer-de-mama/"><u>vida de quem está tratando um câncer</u></a>. Medicamentos utilizados para manejar outros problemas associados a um tumor, com a dor, por exemplo, também podem favorecer esse tipo de desequilíbrio gastrointestinal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que pode ser feito para minimizar o problema?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dos perigos, já citados, que os quadros severos de diarreia podem causar, é fundamental que médicos e pacientes conversem sobre o que pode ser feito para minimizar o problema, ainda que seja impossível estimar o grau de intensidade de qualquer efeito colateral antes do tratamento começar. De qualquer forma, <strong>algumas medidas podem ser adotadas para reduzir o impacto e os riscos associados a tal tipo de desconforto:</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingestão adequada de líquidos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como em outras situações, líquidos são aliados essenciais para minimizar os efeitos negativos dos quadros de diarreia. Durante todo o quadro, invista em diferentes tipos de bebidas além da água para reforçar a hidratação. Sucos, chás, água de coco, ou mesmo fórmulas isotônicas para atletas, vendidas normalmente em supermercados, são boas opções. Vale manter a atenção sobre sinais de desidratação, como boca seca, ausência de suor, redução do volume de urina e fadiga acentuada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Porções menores, mas refeições mais frequentes</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para contornar o desconforto gastrointestinal, dividir a alimentação em porções menores, mas distribuídas ao longo do dia, pode ajudar. Logo, em vez de 3 grandes refeições, talvez faça mais sentido seguir uma rotina que estabeleça um espaço para 5 ou 6 pausas para alimentação, sempre com porções menores. Tal cuidado pode ajudar seu organismo no processo de digestão e regular o trânsito intestinal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Inclua nas refeições alimentos que podem ajudar contra a diarreia</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns alimentos podem contribuir para reduzir o desconforto da diarreia e acelerar a recuperação diante da presença do sintoma. Alguns deles, como banana, maçãs, batatas e cenouras são ricas em pectina, um tipo de fibra solúvel que contribui para a consistência do bolo fecal. Já alimentos ricos em potássio e sódio podem ser úteis para contornar a perda eletrolítica. A exceção para isso são pessoas com restrição para ingestão de sódio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Limite a ingestão de certos alimentos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, vale sempre evitar alguns alimentos que podem contribuir para a intensidade do desconforto provocado pela diarreia ou ainda acelerar o quadro de desidratação. Exemplo disso são as bebidas alcoólicas ou ricas em cafeína, comidas gordurosas ou apimentadas, vegetais crus, cereais integrais e laticínios. Assim, vale considerar a retirada ou a redução durante o tratamento de alimentos que contenham lactose, sacarose e glúten.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Procure ajuda médica</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mantenha seu <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/?_ga=2.99663832.777847516.1667252203-2131309531.1663336781&amp;_gl=1*1be21f0*_ga*MjEzMTMwOTUzMS4xNjYzMzM2Nzgx*_ga_PQC87SDMSD*MTY2NzI1MjIwMi4xNi4xLjE2NjcyNTIyNTIuMC4wLjA.">médico</a> informado sobre a frequência e a gravidade da diarreia (ou de qualquer outro efeito colateral). Sempre que o problema se agravar ou você perder a capacidade de manejá-lo em casa, procure ajuda médica imediatamente. Um profissional poderá prescrever medicamentos específicos para controlar o problema, indicar regimes de reidratação apropriados e, com calma, avaliar a possibilidade de adequações no tratamento quimioterápico, se for o caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com tudo isso, será possível minimizar os transtornos maiores provocados pela diarreia na quimioterapia e seguir com o tratamento necessário, aumentando as possibilidades de superar o tumor, que é o que médicos e pacientes mais desejam.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Saiba agora como funciona a hormonioterapia e </em><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/hormonioterapia-para-cancer-de-mama/?_gl=1*6jwuh9*_ga*MjEzMTMwOTUzMS4xNjYzMzM2Nzgx*_ga_PQC87SDMSD*MTY2NzI1MjIwMi4xNi4xLjE2NjcyNTIyMDIuMC4wLjA.&amp;_ga=2.108065988.777847516.1667252203-2131309531.1663336781"><em><u>quais os efeitos colaterais desse tratamento.</u></em></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/diarreia-quimioterapia/">É normal ter diarreia como efeito da quimioterapia? Entenda relação</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/diarreia-quimioterapia/">É normal ter diarreia como efeito da quimioterapia? Entenda relação</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Quimioterapia deixa o intestino preso? Entenda como o tratamento afeta o intestino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 20:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[constipação.]]></category>
		<category><![CDATA[prisão de ventre]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[sistema gastrointestinal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mastologistaemsaopaulo.com.br/?p=14718</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saiba como o tratamento quimioterápico altera o funcionamento do intestino e conheça algumas soluções para contornar tal desconforto O tratamento quimioterápico, no qual são utilizados medicamentos para destruir as células cancerígenas, é uma alternativa importante para combater o câncer de mama e outros tipos de tumor, seja de modo adjuvante, neoadjuvante ou como abordagem paliativa. A introdução dos fármacos traz [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Saiba como o tratamento quimioterápico altera o funcionamento do intestino e conheça algumas soluções para contornar tal desconforto</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento quimioterápico, no qual são utilizados medicamentos para destruir as células cancerígenas, é uma alternativa importante para combater o câncer de mama e outros tipos de tumor, seja de modo adjuvante, neoadjuvante ou como abordagem paliativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A<strong> introdução dos fármacos traz junto alguns efeitos colaterais, como você provavelmente já sabe. </strong>Aqueles de natureza gastrointestinal podem ser sensivelmente desconfortáveis. Pensando nisso, vamos entender se a quimioterapia deixa o intestino preso e o que pode ser feito para minimizar tal problema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Afinal, a quimioterapia deixa o intestino preso?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim, a aplicação da quimioterapia pode provocar constipação, ou seja, deixar a função intestinal mais lenta.</strong> Mas não é só isso: em geral, uma série de desconfortos gastrointestinais pode atingir quem está passando pelo tratamento<strong>. Além da prisão de ventre, outras manifestações relativamente comuns são náuseas, diarreia, úlceras estomacais e inchaço abdominal.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A constipação é caracterizada pela dificuldade em evacuar, devido a deficiência de movimento do trato intestinal, resultado de uma série de fatores, <strong>que vão desde o consumo inadequado de água e fibras, até doenças subjacentes e o uso de determinados medicamentos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela pode se prolongar por vários dias, provocando dores, inchaços, dificuldade em evacuar de forma completa e a sensação de obstrução intestinal. Não há um número exato de quantas vezes se deve evacuar por semana, mas números inferiores a 3 vezes nesse período podem indicar um prejuízo à atividade intestinal e gerar o desconforto característico da prisão de ventre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A incidência de distúrbios gastrointestinais pode variar <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5093116/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>entre 40% e 100% dos pacientes que recebem os fármacos quimioterápicos</u></a>. Normalmente, quanto maior a dose das medicações, mais intenso tendem a ser os sintomas. <strong>Além de afetar a qualidade de vida de quem está recebendo o tratamento, a prisão de ventre e outros impactos no sistema gastrointestinal podem postergar sessões de quimioterapia ou mesmo descontinuar a intervenção, dependendo da intensidade do problema.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dicas-para-cuidar-da-saude-mental-durante-tratamento-de-cancer-de-mama/?_gl=1*1tnazuq*_ga*MjEzMTMwOTUzMS4xNjYzMzM2Nzgx*_ga_PQC87SDMSD*MTY2NjM4MzUzNy4xNC4xLjE2NjYzODM1NjIuMC4wLjA.&amp;_ga=2.127578057.574509112.1666383538-2131309531.1663336781">Confira 7 dicas de alimentação durante o tratamento do câncer de mama</a> </p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que isso acontece?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ainda há poucos estudos disponíveis para explicar de que modo o tratamento quimioterápico provoca a constipação intestinal.</strong> Há hipóteses que indicam que as alterações no revestimento do intestino e na função dos nervos da região afetam o trânsito das fezes até sua completa evacuação. Além disso, pode ser difícil distinguir a prisão de ventre provocada efetivamente pela quimioterapia daquela provocada por causas secundárias, como o uso de medicamentos para aliviar sintomas como dor ou enjoo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros comportamentos comuns a quem está passando por um tratamento de câncer (como alterações na dieta, menor ingestão de líquidos e redução na prática de exercícios físicos) também podem contribuir para a intensificação do problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mais, tal sintoma costuma ser negligenciado, até que tenha impacto significativo na qualidade de vida ou tenha importância relevante na conduta clínica, principalmente quando o bloqueio no trânsito intestinal progride para quadros mais graves. <strong>Em todo caso, vale falar sempre com seu médico diante de qualquer alteração na atividade do sistema gastrointestinal, inclusive para evitar a cronificação desses sintomas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe também reforçar que cada pessoa pode reagir de forma diferente ao tratamento: enquanto alguns podem experimentar determinados efeitos colaterais de forma mais intensa, outros podem passar pelo tratamento sem queixas maiores em relação à função gastrointestinal.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dicas-para-cuidar-da-saude-mental-durante-tratamento-de-cancer-de-mama/?_gl=1*1tnazuq*_ga*MjEzMTMwOTUzMS4xNjYzMzM2Nzgx*_ga_PQC87SDMSD*MTY2NjM4MzUzNy4xNC4xLjE2NjYzODM1NjIuMC4wLjA.&amp;_ga=2.127578057.574509112.1666383538-2131309531.1663336781">6 dicas para cuidar da saúde mental durante tratamento de câncer de mama</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer para minimizar esse efeito colateral?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O médico responsável pelo acompanhamento <strong>pode indicar medicamentos e outras intervenções terapêuticas</strong> para que você possa lidar com o problema. Já no dia a dia, é possível adotar outras medidas mais simples para contornar o desconforto gerado pelo intestino preso. Algumas das principais recomendações são:</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Adicione mais fibras à alimentação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se não houver contraindicação do seu médico, procure ingerir mais fibras na alimentação. Fibras são um tipo de carboidrato que não é digerido pelo organismo humano. Quando elas chegam no intestino, contribuem com o trânsito e o amolecimento do bolo fecal, facilitando a evacuação. Entre exemplos de fontes ricas em fibras estão frutas, legumes, verduras, cereais integrais, castanhas e sementes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Beba mais líquidos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Todo consumo de fibras deve ser acompanhado da ingestão de líquidos, em especial água. Para quem está passando pela quimioterapia, talvez seja necessário ingerir mais água do que a média recomendada em situações normais, que gira em torno 2 litros. Para isso, mantenha uma garrafa sempre por perto. Sucos e chás também podem contribuir com essa soma. Além disso, líquidos quentes podem aliviar a constipação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Pratique atividades físicas</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A fadiga causada pelo tratamento e pela doença pode dificultar as coisas, mas um pouco de exercício, como uma caminhada leve, pode ajudar a aliviar esse e outros efeitos colaterais. Lembre-se sempre de consultar o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-faz-o-mastologista/?_gl=1*188jm8y*_ga*MjEzMTMwOTUzMS4xNjYzMzM2Nzgx*_ga_PQC87SDMSD*MTY2NjM4MzUzNy4xNC4xLjE2NjYzODM1NTMuMC4wLjA.&amp;_ga=2.127578057.574509112.1666383538-2131309531.1663336781"><u>profissional de saúde</u></a> a respeito de alguma limitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, o que você precisa saber é que a quimioterapia deixa o intestino preso, com intensidade que varia de caso a caso. Com o apoio do médico e algumas medidas relativamente acessíveis, é possível minimizar o problema. Assim, o percurso do tratamento pode prosseguir, sempre na busca pela remissão do tumor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Leia também sobre como </em><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/"><em><u>exercícios físicos podem ajudar na prevenção e no tratamento do câncer de mama.</u></em></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-intestino-preso/">Quimioterapia deixa o intestino preso? Entenda como o tratamento afeta o intestino</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-intestino-preso/">Quimioterapia deixa o intestino preso? Entenda como o tratamento afeta o intestino</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Por que o cabelo cai na quimioterapia e como lidar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 14:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[alopecia]]></category>
		<category><![CDATA[aplique]]></category>
		<category><![CDATA[autoestima]]></category>
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		<category><![CDATA[raspar o cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[Touca Inglesa]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento quimioterápico.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A queda de cabelo ocorre durante a quimioterapia porque o tratamento tem por finalidade destruir células que se multiplicam rapidamente. Entenda esse processo. Receber o diagnóstico de câncer, causa um forte impacto emocional e psicológico nos pacientes, além de uma série de dúvidas e incertezas. Uma dúvida recorrente entre pacientes é se o cabelo cai na quimioterapia. O tratamento quimioterápico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>A queda de cabelo ocorre durante a quimioterapia porque o tratamento tem por finalidade destruir células que se multiplicam rapidamente. Entenda esse processo.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Receber o <strong>diagnóstico de câncer</strong>, causa um forte impacto emocional e psicológico nos pacientes, além de uma série de dúvidas e incertezas. Uma dúvida recorrente entre pacientes é se o <strong>cabelo cai na quimioterapia.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>tratamento quimioterápico</strong> é uma das possibilidades disponibilizadas atualmente pela Ciência para buscar a cura e o alívio dos sintomas dos mais diversos tipos de câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os tratamentos para o câncer que envolvem o uso de medicamentos, como quimioterapia, terapia alvo, hormonioterapia, assim como a cirurgia e radioterapia podem acarretar efeitos colaterais variáveis entre as pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>queda de cabelo, ou alopecia</strong>, é um dos <strong>efeitos colaterais</strong> que podem surgir após a quimioterapia, bem como da radioterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o <a href="https://www.inca.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Instituto Nacional de Câncer (INCA),</u></a> os medicamentos utilizados no tratamento quimioterápico se misturam à corrente sanguínea sendo levados a todas as partes do corpo, destruindo as células doentes que estão formando o <strong>tumor</strong> e impedindo, também, que se espalhem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>perda dos fios</strong> ocorre porque o tratamento tem por finalidade destruir células que se multiplicam rapidamente, característica comum às células das raízes de cabelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fatores como <strong>toxicidade</strong> e tipo de medicação utilizadas na quimioterapia, após iniciado o tratamento, terão influência quanto a queda do cabelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria dos casos, a queda começa a ocorrer de duas a três semanas depois da primeira sessão de quimioterapia. Mas é preciso que os pacientes saibam que, normalmente, os<strong> fios</strong> voltam a crescer dois meses após a última sessão de <strong>quimio</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Leia também:<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-tem-cura/"> Câncer de mama tem cura, sim!</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O cabelo cai na quimioterapia sempre?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer é uma das principais causas de morte no mundo. De acordo com a <a href="https://www.paho.org/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)</u></a>, a mortalidade por câncer nas Américas deve chegar a 2,1 milhões de pessoas até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, é preciso que fique claro que a <strong>queda de cabelo</strong> não é um dos sintomas da doença e sim consequência do tratamento por meio da quimioterapia. A queda de cabelo depende do tipo de quimioterapia administrado, nem todas as medicações terão este efeito colateral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como já dissemos, a queda de cabelo está relacionada com a toxicidade e o tipo de medicamentos presentes na quimio. O organismo de cada paciente reage de um modo diferente a esses medicamentos, podendo ocorrer ou não a alopecia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O paciente deve estar ciente que após a quimio, a queda de cabelo pode ocorrer em todo o corpo, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cabeça</li>
<li>Rosto</li>
<li>Braços</li>
<li>Pernas</li>
<li>Axilas</li>
<li>Região pubiana</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">É possível evitar a queda de cabelo durante o tratamento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com o avanço da tecnologia e da medicina, existe atualmente uma estratégia para diminuir ou mesmo evitar a queda do cabelo com a quimioterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio do uso de aparelhos similares a toucas, conhecidos como <strong>touca Inglesa</strong>, é possível resfriar o <strong>couro cabeludo</strong> durante a realização da quimioterapia, o que contrai os vasos sanguíneos reduzindo o alcance dos medicamentos no folículo piloso e reduzindo a queda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bons resultados são alcançados com a utilização desses aparelhos em tratamentos quimioterápicos menos intensos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso dessas toucas não é recomendado em casos de câncer de pele ou linfomas, pois pode aumentar as chances de recidiva da doença no couro cabeludo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro avanço da medicina é a <strong>imunoterapia</strong>, um tipo de tratamento contra o câncer que, ao contrário da quimioterapia, não tem como efeito colateral a queda de cabelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na imunoterapia, o próprio sistema imunológico do paciente é estimulado para combater a doença de forma menos tóxica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, o tratamento com imunoterapia ainda não se mostra eficaz em todas as pacientes e também pode acarretar outros efeitos adversos que devem ser observados.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="leiamais">Veja também: <a href="https://www.mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-e-autoestima/">Câncer de mama e autoestima</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Lidando com a queda de cabelo e fortalecendo a autoestima</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O cabelo é um dos símbolos mais fortes da feminilidade em nossa sociedade, talvez por isso a queda capilar seja um dos efeitos do tratamento para o câncer que mais afetam a <strong>autoestima</strong> das pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pacientes chegam a antecipar o processo de queda e optam por <strong>raspar os cabelos </strong>como forma de motivação para enfrentar o tratamento contra o câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aconselhável sempre tirar todas as dúvidas e esclarecer com o médico especialista responsável pelo tratamento todos os efeitos possíveis de serem enfrentados com a quimioterapia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do mesmo modo, conversar com um <strong>terapeuta</strong> ou com alguém que passou por uma experiência semelhante são ações que podem ajudar a lidar de uma melhor forma com a perda do cabelo e proporcionar um maior conforto emocional para a paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dialogar com familiares, em especial com as crianças, para que estejam preparadas para as mudanças na aparência também é de grande importância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para reavivar a vaidade e o bem-estar, muitas pacientes optam por usar<strong> lenços</strong>, chapéus, perucas ou a<strong>pliques</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma boa dica, caso a paciente escolha usar perucas ou apliques, é escolher antes da queda do cabelo, sempre se certificando de que é confortável e não machuca o <strong>couro cabeludo</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns cuidados devem ser tomados com o cabelo e o couro cabeludo durante o tratamento quimioterápico, entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Prefira shampoos com formulações suaves</li>
<li>Escolha uma escova macia para pentear o cabelo remanescente</li>
<li>Quando estiver ao ar livre, sempre faça uso do protetor solar no couro cabeludo</li>
<li>Em dias mais frios, cubra a cabeça para evitar a perda de calor corporal</li>
<li>Não seque o cabelo em altas temperaturas</li>
<li>Não utilize produtos químicos</li>
<li>Prefira fronhas de tecidos macios</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Com o fim da quimioterapia e o nascimento de novos fios, é possível que a paciente note diferenças entre o cabelo que tinha anteriormente ao tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso deve-se à recuperação das agressões sofridas pelo <strong>folículo capilar </strong>com a quimio. Normalmente, essas alterações são passageiras e o <strong>cabelo</strong> tende a retornar ao aspecto original.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O bem-estar físico e emocional deve ser a meta prioritária da paciente. Seja raspando os cabelos, ou utilizando lenços e perucas, o mais importante é lembrar que independente da aparência, você é uma mulher forte que está enfrentando uma grande batalha pelo bem mais precioso: a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuide -se e pratique o amor-próprio!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você gostou desse conteúdo, continue navegando pelo nosso <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/blog/"><u>blog.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/por-que-o-cabelo-cai-na-quimioterapia-e-como-lidar/">Por que o cabelo cai na quimioterapia e como lidar?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/por-que-o-cabelo-cai-na-quimioterapia-e-como-lidar/">Por que o cabelo cai na quimioterapia e como lidar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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