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A mastectomia com reconstrução é uma combinação de intervenções relevantes em diferentes contextos do tratamento ou da prevenção do câncer de mama. Em tais circunstâncias, surge uma dúvida recorrente no consultório: é melhor optar por uma prótese ou pelo tecido da própria paciente para recompor a aparência da mama?Nenhuma dessas opções é automaticamente melhor do que a outra. Recuperação, resultado esperado, necessidade de radioterapia, características do corpo e cirurgias anteriores são alguns dos pontos que entram nessa decisão. Por isso, vale a pena compreender o que muda entre as alternativas.A necessidade de mastectomia e a possibilidade de reconstrução da mamaEm

A colocação de próteses de silicone pode fazer parte tanto de uma cirurgia estética quanto de uma reconstrução mamária, em diferentes fases da vida da mulher. Porém, ao longo dos anos, algumas dessas mesmas pacientes decidem — ou precisam — retirar os implantes. É nesse contexto que entra o chamado explante mamário. Seja qual for a razão, trata-se de um procedimento que exige planejamento cuidadoso. A intervenção modifica volume, formato e sustentação das mamas. Logo, o médico também precisa definir se a retirada será isolada ou acompanhada de técnicas como mastopexia e lipoenxertia. Tudo isso contribui para a segurança e para a

Ao decidir pelo explante, muitas pacientes chegam ao consultório com uma dúvida específica: além do implante, é preciso remover também a cápsula que se formou ao seu redor? A resposta depende de fatores clínicos individuais, como o estado da cápsula, o motivo da retirada da prótese e o histórico cirúrgico de cada mulher. Esse é um dos pontos que mais gera confusão no processo de explante, sobretudo diante da ideia, cada vez mais difundida, de que remover tudo é sempre a opção mais segura. Neste conteúdo, vamos abordar os detalhes sobre os diferentes tipos de capsulectomia e, principalmente, quando essa etapa

Por uma série de razões, a decisão de retirar as próteses de silicone vem sendo cada vez mais adotada. Contudo, essa dcisão também levanta uma dúvida recorrente no consultório: como fica a mama após o explante? A resposta depende de fatores individuais, como o tempo de uso do implante, o volume das próteses, a elasticidade da pele e as características da mama antes do aumento. Por isso, o planejamento cirúrgico vai muito além da simples remoção do implante. Em diversos casos, o explante é associado a outras técnicas para que o resultado final seja o mais harmonioso e natural possível. É isso

Para muitas mulheres, mamas muito volumosas não são apenas uma questão estética. Essa característica é capaz de interferir diretamente na rotina, no conforto físico e até na disposição para atividades simples do dia a dia. Nesses casos, a mamoplastia redutora costuma ser considerada um dos procedimentos com maior índice de satisfação entre as cirurgias plásticas. A Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos descreve a técnica como a remoção do excesso de pele, gordura e tecido glandular (aquele presente no interior mamário), com o objetivo de deixar a mama menor e mais proporcional ao corpo da paciente. Além do resultado visual, o procedimento

Diante do diagnóstico de câncer de mama, uma das decisões mais importantes, e muitas vezes menos discutidas no início do tratamento, é sobre o momento ideal para recompor a aparência dos seios, quando isso se faz necessário. Entender as diferenças entre a reconstrução mamária imediata ou tardia ajuda a paciente a chegar mais preparada às conversas com a equipe médica.Não existe uma resposta única e válida para todas as mulheres. Cada opção tem vantagens e desvantagens próprias, e a escolha depende de uma combinação de fatores clínicos, oncológicos e pessoais.Como funciona a reconstrução mamária imediata?Quando se opta pela reconstrução mamária

É comum que uma mama seja discretamente diferente da outra em volume, formato ou posição. Embora, na maioria dos casos, essa diferença passe despercebida no dia a dia e não represente risco à saúde, o tratamento cirúrgico da assimetria mamária é relevante quando o desequilíbrio é mais evidente e incomoda a paciente.Atualmente, as técnicas disponíveis são usadas isoladamente ou combinadas, conforme a característica de cada caso. A seguir, veja como identificar o tipo de assimetria, quando observar e quando a cirurgia passa a ser uma opção.Entenda as características principais de um quadro de assimetria mamáriaA assimetria mamária pode ser definida

Quem convive com implantes nas mamas, seja por questões estéticas ou após uma cirurgia oncológica, inevitavelmente se depara com a pergunta: o que acontece em caso de ruptura da prótese mamária?Embora essa complicação seja um risco consideravelmente comum entre as alterações que podem atingir a saúde das mamas, entender o que acontece no corpo nessa situação é essencial para agir com segurança.Por isso, compreender como esse evento ocorre, quais sinais podem indicá-lo e quais são as abordagens possíveis é parte fundamental do acompanhamento seguro após a colocação das próteses.Que fatores podem levar ao rompimento de uma prótese mamária?Os implantes mamários,

"Preciso retirar a prótese das mamas?". Essa é uma das perguntas que circulam com cada vez mais frequência entre mulheres que fizeram um implante mamário. O tema ganhou ainda mais relevância nos últimos anos, impulsionado por relatos nas redes sociais, alertas sobre modelos de próteses texturizadas e o crescente debate em torno da chamada breast implant illness (doença dos implantes mamários, em tradução livre), entre outras complicações. Por isso, vale a pena entender por que essa questão surge com tanta frequência e o que as principais evidências e diretrizes médicas dizem a respeito.Por que a necessidade da retirada das próteses

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