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	<title>câncer de mama - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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	<description>Mastologista em São Paulo</description>
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	<title>câncer de mama - Dra. Brenda Delgado | Mastologista</title>
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		<title>Saiba como intervenções que promovem o emagrecimento em pacientes com câncer de mama podem gerar benefícios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
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		<category><![CDATA[peso no câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A relação entre o peso corporal e um quadro oncológico vai muito além da estética. Há décadas, vêm se acumulando evidências de que sobrepeso e obesidade são fatores de prognóstico negativo bem estabelecidos nesta doença. Desse modo, o emagrecimento em pacientes com câncer de mama pode ter impacto real nos desfechos obtidos. Diante disso, um estudo apresentado na edição de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A relação entre o peso corporal e um quadro oncológico vai muito além da estética. Há décadas, vêm se acumulando evidências de que sobrepeso e obesidade são fatores de prognóstico negativo bem estabelecidos nesta doença. Desse modo, o emagrecimento em pacientes com câncer de mama pode ter impacto real nos desfechos obtidos.</p>



<p>Diante disso, um <a href="https://aacrjournals.org/clincancerres/article/32/4_Supplement/PD8-01/773110" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estudo apresentado na edição de 2025 do San Antonio Breast Cancer Symposium (SABCS) </u></a>chamou atenção ao revelar trajetórias dinâmicas de perda de peso a partir de uma intervenção digital. Por isso, exploramos o que esse e outros dados relevantes sobre o tema têm evidenciado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Por que o excesso de peso corporal pode impactar negativamente no prognóstico do câncer de mama?</h2>



<p>A associação entre obesidade e piores desfechos no câncer de mama é bem documentada. Uma metanálise de 82 estudos publicada nos <a href="https://www.annalsofoncology.org/article/S0923-7534(19)36595-0/fulltext" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Annals of Oncology</u></em></a><a href="https://www.annalsofoncology.org/article/S0923-7534(19)36595-0/fulltext"></a>demonstrou que mulheres com algum nível de obesidade ao receberem diagnóstico de câncer apresentaram aumento de 35% na mortalidade específica pela doença e de 41% na mortalidade geral quando comparadas àquelas com peso normal.</p>



<p>Além disso, a cada cinco unidades a mais no índice de massa corporal (IMC), o risco de morte total sobe 17% antes do diagnóstico, 11% logo após e 8% depois de um ano; para morte por câncer de mama, o aumento chega a 29% no longo prazo.</p>



<p>Como reforça a <a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/obesity-and-overweight" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Organização Mundial da Saúde</u></a> (OMS), o sobrepeso é o estado em que o IMC se encontra entre 25 e 29,9. Já a obesidade é considerada um patamar superior a 30. O número é obtido por meio de um cálculo simples: o peso em quilos dividido pelo quadrado da altura em metros. Ou seja, IMC = peso (kg) / altura x altura (m).</p>



<p>Seja como for, os mecanismos pelos quais o excesso de gordura corporal exerce esse efeito são múltiplos. Entre os mais destacados estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A forma como o excesso de tecido adiposo promove um ambiente inflamatório crônico;</li>



<li>A associação entre obesidade e desregulação da insulina, que estimula a proliferação de células tumorais e inibe a morte dessas células;</li>



<li>A produção de estrogênio pelo tecido adiposo, especialmente relevante em mulheres na pós-<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>menopausa.</u></a> Esse excesso hormonal pode alimentar tumores com receptores positivos para o hormônio.</li>
</ul>



<p>Além de afetar os mecanismos biológicos, o excesso de peso interfere nas terapias utilizadas, podendo dificultar a realização de cirurgias e reduzir a tolerância ao tratamento. Tudo isso reforça que abordar o peso corporal é parte integrante do cuidado oncológico e nunca um detalhe secundário.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alcool-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Descubra o que novas atualizações dizem sobre os riscos da relação entre álcool e câncer de mama.</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Intervenções para o emagrecimento em pacientes com câncer de mama e resultados obtidos</h2>



<p>Os dados apresentados no SABCS 2025, coletados por meio do estudo BWEL, demonstraram o uso de ferramentas digitais como suporte à intervenção necessária para a perda de peso.</p>



<p>Para isso, os pesquisadores acompanharam 3.180 mulheres com câncer de mama em estágios mais avançados (II-III) e peso acima do ideal (IMC igual ou maior que 27), recém-tratadas com quimioterapia e/ou radioterapia. Pouco mais da metade passou pela intervenção (que incluía o uso de aplicativos e balanças digitais de alta precisão) enquanto o restante não passou por ela.</p>



<p>No grupo que recebeu 42 ligações telefônicas ao longo de dois anos, com orientações específicas sobre dieta, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>exercícios </u></a>e outros hábitos de saúde, houve uma curva descendente da massa corporal dos participantes. Em princípio, o peso médio caiu de 91,4 kg para 85,6 kg em dez meses (queda de 6,1% do peso inicial), ficou estável por mais dois meses e, após dois anos, terminou com redução de 4,4% (87 kg).</p>



<p>Contudo, os resultados não foram homogêneos: enquanto 68% perderam cerca de 6,6% no pico de redução do peso corporal, 22% não perderam peso e uma pequena parcela (2,2%) chegou a ganhar 2,2%. Os autores indicam que os resultados variaram conforme o quadro clínico da paciente, seus hábitos e fatores demográficos.</p>



<p>As medições obtidas por meio dos dispositivos eletrônicos mostram que aplicativos e balanças digitais funcionam bem em acompanhamentos a distância. De qualquer forma, mais do que os resultados em si, o estudo demonstrou a viabilidade do monitoramento digital em larga escala no contexto oncológico.</p>



<p>Além disso, os resultados obtidos são clinicamente relevantes. A perda de peso promovida pelo programa pode ser importante para a obtenção de melhores prognósticos no controle da doença e até mesmo na redução do risco de recidiva, o que precisa ser acompanhado no longo prazo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Como médicos e pacientes devem abordar esse tema ao longo de todo o tratamento?</h2>



<p>Apesar das evidências crescentes sobre a relevância do controle do peso corporal, este ainda é um tema frequentemente evitado nas consultas oncológicas, seja pelo receio de constrangimento, pelo foco nas urgências do tratamento ou pela percepção equivocada de que não há muito a fazer nesse sentido. Os dados do estudo apresentado são mais uma amostra de como o cenário pode mudar.</p>



<p>Para médicos, a recomendação é abordar ativamente o controle da massa corporal desde o diagnóstico. Isso não significa pressionar a paciente com cobranças estéticas, mas sim contextualizar o peso como parte do cuidado oncológico integral.</p>



<p>A conversa deve incluir a avaliação do IMC, a discussão sobre riscos específicos para aquela paciente e o encaminhamento para equipes multiprofissionais (nutricionistas, educadores físicos e psicólogos) sempre que for julgado pertinente.</p>



<p>Para as pacientes, é importante compreender que o ganho de peso durante o tratamento é algo comum, por diversos fatores, entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Efeitos colaterais</u></a> dos medicamentos;</li>



<li>Redução da atividade física;</li>



<li>Alterações no <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sindrome-metabolica-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>metabolismo</u></a>;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/impacto-emocional-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Fatores emocionais.</u></a></li>
</ul>



<p>Reconhecer isso sem se culpabilizar é o primeiro passo. O segundo é buscar suporte qualificado. Além disso, o acompanhamento do peso não deve se encerrar com o término da quimioterapia ou da radioterapia. A atenção com a balança deve ser encarada como uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/acompanhamento-pos-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estratégia contínua de prevenção de recidivas e de promoção da qualidade de vida.</u></a></p>



<p>Acima de tudo, médicos e pacientes devem ter em mente que atuar sobre o emagrecimento em pacientes com câncer de mama é factível. E, com abordagem adequada, deve ser um aspecto central no manejo oncológico.</p>



<p>Para se aprofundar ainda mais no assunto, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-bariatrica-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>confira agora qual a influência da cirurgia bariátrica na redução do risco de câncer de mama</u></a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/emagrecimento-pacientes-cancer-mama/">Saiba como intervenções que promovem o emagrecimento em pacientes com câncer de mama podem gerar benefícios</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/emagrecimento-pacientes-cancer-mama/">Saiba como intervenções que promovem o emagrecimento em pacientes com câncer de mama podem gerar benefícios</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Entenda por que a quimioterapia no estágio inicial do câncer de mama nem sempre é necessária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Quimioprevenção]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
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		<category><![CDATA[Oncotype DX]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A notícia de um diagnóstico de câncer de mama traz consigo uma série de dúvidas, e certamente uma das mais frequentes diz respeito ao tratamento. De qualquer modo, quando o tumor é descoberto precocemente, a quimioterapia no estágio inicial do câncer de mama pode ser dispensada sem impactos negativos. Isso é possível uma vez que há recursos para avaliar a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia de um diagnóstico de câncer de mama traz consigo uma série de dúvidas, e certamente uma das mais frequentes diz respeito ao tratamento. De qualquer modo, quando o tumor é descoberto precocemente, a <strong>quimioterapia no estágio inicial do câncer de mama pode ser dispensada sem impactos negativos.</strong></p>



<p>Isso é possível uma vez que há recursos para avaliar a biologia da doença e <strong>determinar quais pacientes realmente se beneficiarão dos medicamentos</strong>, permitindo uma abordagem individualizada com maior precisão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que define um câncer de mama em estágio inicial?</h2>



<p>Quando falamos em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u>câncer de mama em estágio inicial</u></a>, estamos nos referindo, grosso modo, aos <strong>estágios 0, I e II da doença</strong>. Nessas fases, o tumor ainda está restrito à mama ou, no máximo, atingiu poucos linfonodos próximos. Como destaca a <a href="https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/understanding-a-breast-cancer-diagnosis/stages-of-breast-cancer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Norte-Americana do Câncer,</u></a> esses casos apresentam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Estágio 0: as células cancerígenas permanecem confinadas aos ductos mamários, sem capacidade de invasão de outros tecidos.</li>



<li>Estágio I: tumores de até 2 centímetros que não se espalharam para os linfonodos.</li>



<li>Estágio II: o tumor pode medir entre 2 e 5 centímetros ou ter comprometido alguns linfonodos axilares.</li>
</ul>



<p>Embora forneçam informações importantes, <strong>cabe ressaltar sempre que o estadiamento, por si só, não determina a necessidade de quimioterapia. </strong>A biologia tumoral (ou seja, as características moleculares do câncer) desempenha papel decisivo nessa escolha, como destacamos no tópico seguinte.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Por que a biologia do tumor é tão importante quanto seu tamanho?</h2>



<p>Nem todos os cânceres de mama se comportam da mesma forma. Existem diferentes subtipos moleculares, <strong>cada um com características próprias que influenciam tanto o prognóstico quanto a resposta ao tratamento</strong>. As diferenciações englobam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tumores luminais A e B, que são positivos para receptores hormonais (estrogênio e progesterona) e negativos para HER2.</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-her2-positivo-o-que-isso-indica/"><u>HER2-positivo</u></a>, onde há presença aumentada da proteína HER2, que estimula o crescimento celular.</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-triplo-negativo/"><u>Triplo-negativo, </u></a>que não apresenta receptores de estrogênio, progesterona ou HER2. Tende a ser mais agressivo e não responde a diversas opções de tratamentos.</li>
</ul>



<p>Num exemplo bastante resumido, a classificação molecular poderia indicar que um tumor pequeno e triplo negativo pode demandar tratamento quimioterápico, enquanto um tumor Luminal A de tamanho similar, porém de baixo risco, pode prescindir dessa modalidade sem prejuízo para o bem-estar da paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais benefícios a quimioterapia pode oferecer no estágio inicial do câncer de mama?</h2>



<p>A principal finalidade de regimes quimioterápicos adjuvantes (realizados depois da cirurgia) ou neoadjuvantes (antes da cirurgia) é <strong>eliminar células tumorais que possam ter se espalhado para além da mama, mas não sejam detectáveis em exames de imagem.</strong></p>



<p>Esse é o que os médicos chamam de tratamento sistêmico, que aumenta as chances de recuperação ao mesmo tempo em que reduz o risco de recidiva.</p>



<p>No entanto, a quimioterapia também pode causar <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/"><u>efeitos colaterais significativos</u></a>. Os mais relevantes são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Náuseas.</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/por-que-o-cabelo-cai-na-quimioterapia-e-como-lidar/"><u>Queda de cabelo.</u></a></li>



<li>Fadiga.</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/diarreia-quimioterapia/"><u>Diarreia </u></a>e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-intestino-preso/"><u>constipação intestinal.</u></a></li>



<li>Feridas na boca.</li>



<li>Neuropatias periféricas.</li>



<li>Maior suscetibilidade a infecções.</li>



<li>Impactos na fertilidade.</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/relacao-entre-retirada-dos-ovarios-e-insuficiencia-cardiaca/"><u>Disfunções cardiovasculares.</u></a></li>



<li>Comprometimento da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/desempenho-sexual-depois-cancer-de-mama/"><u>satisfação sexual.</u></a></li>



<li>Alterações cognitivas.</li>
</ul>



<p>Dessa forma, <strong>quando um tumor tem baixo risco</strong> (em geral, por conta da proliferação celular mais lenta e resposta a outros tratamentos), <strong>pode haver pouco benefício na adição da quimioterapia.</strong></p>



<p>Nessas situações, evitá-la significa poupar a paciente de efeitos adversos desnecessários sem comprometer o resultado oncológico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Qual o papel dos testes de assinatura genômica na decisão sobre quimioterapia?</h2>



<p>Para determinar com maior precisão quais pacientes realmente precisam de quimioterapia no estágio inicial do câncer de mama, a medicina dispõe de testes que analisam a expressão de múltiplos genes no tecido tumoral.<strong> Os principais testes disponíveis no Brasil são o Oncotype DX e o MammaPrint.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>Oncotype DX</h3>



<p>Avalia a expressão de 21 genes e gera um escore de recorrência que varia de 0 a 100 para prever o risco de o câncer retornar nos próximos 10 anos e indica o benefício potencial da quimioterapia.</p>



<p>Um <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1804710" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estudo sobre o tema </u></a>apontou que cerca de <strong>70% das mulheres com escore intermediário</strong> (entre 11 e 25) podem ser poupadas da quimioterapia com segurança, especialmente se tiverem mais de 50 anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>MammaPrint</h3>



<p>Analisa 70 genes e classifica os tumores em dois grupos: baixo risco ou alto risco de recorrência. Diferentemente do Oncotype DX, pode ser aplicado em qualquer tipo de câncer de mama invasivo de estágio inicial (I ou II), independentemente do status hormonal ou HER2.</p>



<p>Publicação do <a href="https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa1602253" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>New England Journal of Medicine </u></a>mostra que o <strong>recurso permite evitar quimioterapia em cerca de 46% das mulheres com alto risco clínico, mas baixo risco genômico</strong>, mantendo taxas de sobrevivência consideráveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que é descalonamento e por que ele vem se tornando uma abordagem cada vez mais adotada?</h2>



<p>Tudo isso converge para o fato de que a oncologia tem adotado cada vez mais o conceito de descalonamento terapêutico, uma estratégia que visa utilizar o tratamento mínimo necessário para alcançar a cura. Esse conceito se aplica não apenas à quimioterapia, mas também à cirurgia e à <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/">radioterapia.</a></p>



<p>No contexto do câncer de mama em estágio inicial, o descalonamento pode apontar para abordagens tais quais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dispensar a quimioterapia quando os testes genômicos indicam baixo risco de recorrência.</li>



<li>Reduzir o número de ciclos ou a intensidade da quimioterapia, com regimes mais curtos.</li>



<li>Optar por <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamoplastia-redutora-e-mastopexia-quando-sao-indicada/"><u>cirurgias conservadoras sempre que possível, </u></a>preservando a mama sem comprometer a segurança oncológica.</li>



<li>Evitar o esvaziamento axilar completo em pacientes com poucos linfonodos comprometidos, realizando apenas a biópsia do linfonodo sentinela.</li>
</ul>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-antes-da-cirurgia/"><u>Quimioterapia antes da cirurgia pode evitar radioterapia nos linfonodos axilares</u></a></p>



<p>O <strong>descalonamento não significa subestimar a doença e nem dizer que a quimioterapia é inútil, mas sim tratá-la de forma inteligente e individualizada</strong>. O norte para a tomada de decisão envolve um equilíbrio delicado entre segurança e qualidade de vida, que deve ser alcançado por meio de um diálogo aberto entre médicos e pacientes.</p>



<p>Por isso, quem recebeu um diagnóstico de câncer de mama em estágio inicial deve buscar consultar o especialista sobre a necessidade de testes genômicos e sobre as diferentes opções de tratamento disponíveis para o seu caso específico. <strong>A decisão compartilhada, baseada em informações precisas e atualizadas, é sempre o modo mais eficiente de enfrentar a doença.</strong></p>



<p>Para saber mais sobre o mapeamento das <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/assinaturas-genomicas/"><u>assinaturas genômicas dos tumores de mama através dos testes disponíveis,</u></a> leia este outro conteúdo disponível por aqui.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-cancer-de-mama-estagio-inicial/">Entenda por que a quimioterapia no estágio inicial do câncer de mama nem sempre é necessária</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-cancer-de-mama-estagio-inicial/">Entenda por que a quimioterapia no estágio inicial do câncer de mama nem sempre é necessária</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Reposição hormonal e câncer de mama: o que muda com a atualização do FDA para quem já teve diagnóstico da doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[estrogênio]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[reposição hormonal]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de reposição hormonal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão do Food and Drug Administration (o FDA, órgão norte-americano que desempenha papel similar à Anvisa) em torno de medicamentos utilizados por mulheres na menopausa recebeu destaque na mídia no final de 2025. No entanto, como tudo que envolve discussões em torno da relação entre reposição hormonal e câncer de mama, as novas informações devem ser encaradas com cautela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão do Food and Drug Administration (o FDA, órgão norte-americano que desempenha papel similar à Anvisa) em torno de medicamentos utilizados por mulheres na menopausa recebeu destaque na mídia no final de 2025. No entanto, como tudo que envolve discussões em torno da <strong>relação entre reposição hormonal </strong>e câncer de mama, <strong>as novas informações devem ser encaradas com cautela por médicos e pacientes.</strong></p>



<p>A decisão reconhece que os<strong> benefícios de abordagens para repor hormônios superam os riscos para a maioria das mulheres saudáveis</strong>. Contudo, para mulheres com histórico oncológico, essa é uma atualização que merece atenção especial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Entenda o que o FDA decidiu sobre os alertas em medicamentos de terapia hormonal</h2>



<p>Em novembro de 2025, após mais de duas décadas, o <a href="https://www.fda.gov/news-events/press-announcements/hhs-advances-womens-health-removes-misleading-fda-warnings-hormone-replacement-therapy" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>FDA removeu os chamados “alertas de caixa preta” de diversos produtos contendo estrogênio</u></a>. <strong>Eles são, em certa medida, equivalente à tarja preta nos medicamentos vendidos no Brasil.</strong> Sua inserção é obrigatória quando medicamentos apresentam riscos significativos à saúde.</p>



<p>Tais avisos foram implementados em 2003. Isso foi resultado de <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/195120" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estudo conduzido Women&#8217;s Health Initiative (WHI)</u></a>, que sugeriram que a terapia hormonal combinando estrogênio e progesterona aumentava certos riscos. Os mais relevantes apontados envolviam riscos cardiovasculares, câncer de mama e demência.</p>



<p>Com a avaliação de novas evidências, <strong>os rótulos deixam de conter as advertências relacionadas a essas consequências,</strong> inclusive nas abordagens sistêmicas de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>reposição hormonal</u></a>. A agência também removeu completamente os alertas dos produtos de estrogênio vaginal de baixa dose. A razão é que, nesses casos, somente quantidades mínimas são absorvidas para a corrente sanguínea.</p>



<p>Contudo, a <strong>entidade norte-americana manteve o alerta para câncer de endométrio em produtos que contêm apenas estrogênio.</strong> Normalmente, eles são destinados a mulheres que já passaram por uma histerectomia (cirurgia de remoção do útero).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que isso significa na prática (inclusive para as pacientes brasileiras)</h2>



<p>No Brasil, a <a href="https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/2273-febrasgo-comemora-decisao-do-fda-sobre-retirada-de-advertencias-em-medicamentos-hormonais-para-menopausa" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo)</u></a> manifestou apoio à decisão. Ela reconheceu que a novidade pode ajudar a desmistificar aspectos sobre o tema e permitir que mais mulheres acessem tratamentos adequados.</p>



<p>A remoção dos alertas reflete uma compreensão mais precisa dos riscos e benefícios da terapia hormonal. Se prescrita adequadamente, os benefícios dessa abordagem incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alívio de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fogachos e suores noturnos,</a> um incômodo comum no climatério/menopausa;</li>



<li>Ampliação da <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/desempenho-sexual-depois-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>satisfação sexual</u></a>, graças ao alívio do ressecamento vaginal e da dor durante as relações sexuais;</li>



<li>Prevenção de fraturas ósseas e de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/perda-ossea-na-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>quadros de osteoporose</u></a>;</li>



<li>Diminuição das oscilações de humor, de sintomas ansiosos, de queixas para dormir e do declínio cognitivo;</li>



<li>Redução do risco de complicações cardiovasculares.</li>
</ul>



<p>Tais benefícios podem ser maiores ou menores, dependendo do momento escolhido para a introdução da intervenção visando repor os hormônios. O<strong> próprio FDA reconhece que os benefícios tendem a ser maiores que eventuais riscos dentro de dez anos após o início da menopausa</strong> (e geralmente antes dos 60 anos).</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/anticoncepcao-apos-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>As principais recomendações de anticoncepção após câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que mulheres que já tiveram câncer de mama precisam saber sobre a reposição hormonal</h2>



<p>Apesar da remoção dos alertas gerais, <strong>de modo geral a terapia hormonal sistêmica permanece desaconselhável para mulheres com histórico de câncer de mama.</strong></p>



<p>A <a href="https://www.asco.org/news-initiatives/policy-news-analysis/statement-HHS-revision-black-box-warning" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO)</u></a> emitiu um comunicado esclarecendo que, embora a mudança do FDA seja positiva para indivíduos saudáveis, ela não se aplica em determinados contextos.</p>



<p>Segundo o órgão, “a terapia sistêmica de reposição hormonal continua sendo contraindicada para pessoas que já tiveram câncer de mama, <strong>particularmente aquelas com doença positiva para </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biomarcadores-tumorais-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>receptores hormonais</strong></u></a><strong>, ou outros tipos de câncer que respondem ao estrogênio</strong> (por exemplo, certos cânceres ginecológicos), devido ao aumento do risco de recorrência do câncer”.</p>



<p>Estudos como o <a href="https://academic.oup.com/jnci/article-abstract/100/7/475/918680?redirectedFrom=fulltext&amp;login=false" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>ensaio clínico HABITS, publicado no Journal of the National Cancer Institute</u></a>, reforçam essa cautela. Essa avaliação, inclusive, foi interrompida prematuramente devido a preocupações com o aumento de novos eventos de câncer de mama no grupo que recebia terapia hormonal. No fim, os dados mostraram um risco pouco mais de duas vezes maior de recorrência do tumor.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> A importância da abordagem individualizada</h3>



<p>Ou seja, para quem já superou um câncer de mama ou mesmo convive com um risco maior de ter a doença (<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/brca-risco-cancer-de-mama-antinconcepcional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>por conta de mutações nos genes BRCA</u></a>, por exemplo), a mensagem que continua valendo é: cada caso é único e requer avaliação cuidadosa.</p>



<p>É fundamental que <strong>mulheres com histórico da doença mantenham um diálogo aberto</strong> com seus <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mastologistas</u></a>, oncologistas e ginecologistas para tomar decisões informadas que equilibrem qualidade de vida sem ignorar o risco de que a doença retorne. Nesse sentido, paciente e especialistas podem considerar, entre outros caminhos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Alternativas não hormonais </u></a>(inclusive com avanços recentes, graças a substâncias como o fezolinetant e o elinzanetant, destinados a amenizar os fogachos).</li>



<li>Medidas destinadas a combater sintomas específicos e que oferecem absorção sistêmica mínima (como o caso de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estrogenio-vaginal-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cremes vaginais com estrogênio</u></a>).</li>
</ul>



<p>Em resumo, a remoção do alerta sobre a possível conexão entre reposição hormonal e câncer de mama (e outros riscos) não significa abrir mão da precaução. No entanto, <strong>a atualização pode respaldar e orientar conversas sobre as abordagens disponíveis para cada mulher nessa fase da vida</strong>, respeitando sempre seu histórico de saúde.</p>



<p>Para saber mais sobre o impacto da menopausa na saúde feminina e quais os sinais de que esse marco na vida reprodutiva está chegando,<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/entrando-na-menopausa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>acesse esse outro conteúdo sobre o tema que já foi pauta aqui no blog.</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reposicao-hormonal-e-cancer-de-mama/">Reposição hormonal e câncer de mama: o que muda com a atualização do FDA para quem já teve diagnóstico da doença</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reposicao-hormonal-e-cancer-de-mama/">Reposição hormonal e câncer de mama: o que muda com a atualização do FDA para quem já teve diagnóstico da doença</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Como a cicatriz em L na oncoplastia contribui para tratar um câncer de mama com marcas menores e mais discretas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reconstrução mamária]]></category>
		<category><![CDATA[BIA-ALCL]]></category>
		<category><![CDATA[brca]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma anaplásico de células grandes]]></category>
		<category><![CDATA[próteses texturizadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando uma mulher recebe o diagnóstico de câncer de mama, geralmente duas preocupações surgem ao mesmo tempo: se o tratamento vai funcionar e como uma eventual cirurgia vai afetar a aparência das mamas. A boa notícia é que atualmente as intervenções cirúrgicas não se limitam apenas à cura da doença. Exemplo disso é a aplicação de técnicas de cicatriz em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando uma mulher recebe o diagnóstico de câncer de mama, geralmente duas preocupações surgem ao mesmo tempo: <strong>se o tratamento vai funcionar e como uma eventual cirurgia vai afetar a aparência das mamas</strong>.</p>



<p>A boa notícia é que atualmente as intervenções cirúrgicas não se limitam apenas à cura da doença.<strong> Exemplo disso é a aplicação de técnicas de cicatriz em L na oncoplastia.</strong></p>



<p>Esse método permite que mulheres com câncer de mama, dentro de determinadas circunstâncias, <strong>mantenham a aparência natural dos seios, com marcas bem mais discretas.</strong> Pensando nisso, nos tópicos abaixo você confere um panorama sobre o tema.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que é a técnica de cicatriz em L e por que ela é chamada de &#8220;técnica do decote livre&#8221;?</h2>



<p>A <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mamoplastia-em-l-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cicatriz em L na oncoplastia é uma evolução da técnica clássica de T invertido</u></a>. Enquanto essa opção tradicional deixa três cicatrizes (uma ao redor da aréola, uma vertical e outra horizontal em forma de âncora), a <strong>abordagem em L elimina a cicatriz que passaria pela parte interna da mama, próxima ao colo.</strong></p>



<p>O resultado é um padrão de cicatriz que forma justamente um &#8220;L&#8221;: uma marca vertical que desce da aréola, conectada a uma cicatriz horizontal que fica apenas na lateral da mama.</p>



<p><strong>Essa característica tornou a técnica conhecida como &#8220;técnica do decote livre&#8221;</strong>. As mulheres podem usar decotes, biquínis e roupas mais abertas sem que as cicatrizes apareçam no centro do peito. Ou seja: as marcas ficam estrategicamente posicionadas em áreas menos visíveis.</p>



<p>Assim, é<strong> possível compreender como essa técnica influencia de modo relevante o aspecto psicológico e emocional das pacientes.</strong></p>



<p>Em outras palavras, manter a aparência satisfatória das mamas tem grande impacto na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/aumento-dos-seios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>autoestima </u></a>e na autoimagem dessas mulheres. E, como <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/jocn.16621" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>a literatura sobre o tema mostra</u></a>, esse é um componente bastante preponderante na qualidade de vida após o tratamento.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/beneficios-aplicacao-de-enxerto-gordura-mamas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Quais as indicações e os benefícios da reconstrução mamária com enxerto de gordura</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como funciona o procedimento da cicatriz em L na oncoplastia?</h2>



<p>Antes de mais nada, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cirurgia</u></a> segue etapas cuidadosamente planejadas que integram a cirurgia oncológica com técnicas de plástica mamária. Para isso, são seguidas etapas que envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>planejamento das incisões em relação ao formato da mama e à posição do tumor</strong>;</li>



<li><strong>remoção do tumor com margens adequadas</strong>, com a finalidade de garantir a remoção completa da lesão, incluindo uma área de tecido saudável ao redor;</li>



<li><strong>remodelação mamária com o tecido que sobrou,</strong> redistribuindo a glândula mamária e removendo o excesso de pele, se necessário;</li>



<li>posteriormente, é<strong>considerada a </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/seios-tamanhos-diferentes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>simetrização da mama contralateral (oposta) saudável</strong></u></a>, permitindo uma melhor composição da aparência por meio da modificação da forma, redução ou elevação do outro seio.</li>
</ul>



<p>Cabe destacar que a técnica de cicatriz em L funciona especialmente bem para tumores com características específicas. Isso pode limitar a aplicação a tumores extensos ou multifocais. Contudo, <strong>é levada sempre em consideração a necessidade da remoção de margens seguras com a manutenção de resultados estéticos satisfatórios.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais os desafios para se obter um bom resultado com a cicatriz em L?</h2>



<p>Apesar dos benefícios, a técnica de cicatriz em L tem limitações importantes que determinam quais pacientes são boas candidatas e quais serão os retornos obtidos pela abordagem.</p>



<p>Acima de tudo, o<strong>fechamento da incisão sem tensão acentuada é um desses pontos importantes</strong>. Quando a pele é esticada demais por conta das suturas, a pele pode ficar ondulada e a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatrizes-da-mama-apos-cirurgia-do-cancer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>cicatriz tende a alargar e engrossar,</u></a> o que compromete o resultado estético. <strong>A fim de evitar isso, é preferível sempre recorrer a pontos internos de suspensão, distribuindo melhor a tensão da pele.</strong></p>



<p>Além disso, cirurgiões devem sempre considerar a posição do tumor e a adequação necessária para <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/oncoplastia-e-reconstrucao-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>compor a aparência das mamas</u></a> de modo harmônico e satisfatório.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Que tecnologias e recursos são utilizados para garantir cicatrizes com o resultado esperado?</h3>



<p>O cirurgião responsável pode utilizar determinadas tecnologias para otimizar os resultados estéticos. Além de pontos que buscam amenizar a tensão da pele, é possível também recorrer ao uso de materiais que favorecem a cicatrização.</p>



<p>Exemplo disso são as <strong>colas cirúrgicas biológicas aplicadas sobre os pontos internos</strong>, que ajudam a selar a pele e reduzem ainda mais qualquer tensão residual sobre a cicatriz.</p>



<p>As <strong>telas de poliéster</strong>, como o <a href="https://journals.sagepub.com/doi/10.1089/gyn.2023.0038?int.sj-full-text.similar-articles.2" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>sistema Dermabond Prineo</u></a>, <strong>são outro recurso valioso</strong>. Essas telas são colocadas sobre a sutura da pele, funcionando como um reforço que distribui a tensão e sustenta os tecidos durante a cicatrização.</p>



<p>Com o tempo, o próprio corpo incorpora a tela de poliéster, que fica permanentemente integrada ao tecido, mantendo a forma da mama a longo prazo e reduzindo as chances de queda acentuada posterior.</p>



<p>No mais, a<strong> adoção de placas de silicone sobre a cicatriz e tratamentos com laser ou luz pulsada visando o clareamento e alisamento das cicatrizes são frequentemente pertinentes.</strong> A aplicação dessas ferramentas de modo supervisionado estimula a hidratação da pele e a remodelação do colágeno, melhorando progressivamente a textura e a cor das marcas.</p>



<p>Seja como for, a<strong>avaliação adequada e o planejamento cuidadoso desde o diagnóstico são fundamentais para que a cicatriz em L na </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>oncoplastia</strong></u></a><strong> traga tanto os resultados oncológicos quanto os estéticos</strong>, permitindo que o câncer de mama seja enfrentado com preservação da autoestima da paciente.</p>



<p>Confira agora <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-mamaria-com-lipoenxertia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>como funciona a lipoenxertia</u></a>, uma outra técnica que permite a reconstrução mamária após o tratamento do câncer de mama utilizando a gordura do corpo da própria mulher.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatriz-em-l-oncoplastia/">Como a cicatriz em L na oncoplastia contribui para tratar um câncer de mama com marcas menores e mais discretas?</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatriz-em-l-oncoplastia/">Como a cicatriz em L na oncoplastia contribui para tratar um câncer de mama com marcas menores e mais discretas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Como uma cirurgia oncoplástica permite tratar um câncer de mama com menor impacto sobre a estética das mamas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 20:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[mastologia]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando se fala em tratamento cirúrgico do câncer de mama, muitas mulheres se deparam com uma preocupação legítima: como remover o tumor sem comprometer a aparência da mama? É nessas circunstâncias que as técnicas de cirurgia oncoplástica desempenham um papel relevante. Essa abordagem torna possível combinar segurança no controle da doença e preservação do aspecto estético, o que faz dessa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se fala em tratamento cirúrgico do câncer de mama, <strong>muitas mulheres se deparam com uma preocupação legítima: como remover o tumor sem comprometer a aparência da mama</strong>? É nessas circunstâncias que as <strong>técnicas de cirurgia oncoplástica desempenham um papel relevante</strong>.</p>



<p>Essa abordagem torna possível combinar segurança no controle da doença e preservação do aspecto estético, o que faz dessa alternativa uma opção com boas perspectivas em muitos casos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que é uma cirurgia oncoplástica no câncer de mama?</h2>



<p>A cirurgia oncoplástica <strong>c</strong><strong>ombina princípios da oncologia com técnicas de cirurgia plástica reconstrutiva.</strong></p>



<p>O objetivo é remover o tecido mamário comprometido pelo câncer enquanto se preserva ou restaura a forma, o volume e a simetria das mamas.</p>



<p>Como destaca um artigo publicado no periódico <a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s12609-016-0212-9" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em><u>Current Breast Cancer Reports,</u></em></a> o termo engloba abordagens que &#8220;<strong>visam manter a qualidade de vida e uma aparência aceitável da mama, sem comprometer a eficácia oncológica</strong>&#8220;.</p>



<p>Isso significa que, diferentemente de uma <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/"><u>mastectomia tradicional,</u></a> que remove toda a mama, ou da lumpectomia convencional, que pode deixar deformidades visíveis dependendo da quantidade de tecido retirado, a cirurgia oncoplástica permite incisões sem prejuízos ao caráter estético.</p>



<p>Na prática, a realização da cirurgia oncoplástica depende de um conjunto de técnicas adaptadas às características individuais de cada paciente<strong>. Isso inclui o tamanho e a localização do tumor, o volume mamário e a necessidade de tratamentos complementares, como radioterapia, que também pode afetar a aparência da mama.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Em que situações a cirurgia oncológica é pertinente?</h2>



<p>A <strong>cirurgia oncoplástica é especialmente indicada quando a remoção do tumor pode resultar em deformidades significativas</strong>. Algumas das situações mais comuns incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tumores-de-mama-benignos-de-grande-volume/"><u>tumores maiores</u></a> que exigem a retirada de uma quantidade considerável de tecido;</li>



<li>tumores localizados em áreas centrais ou superiores da mama, onde a remoção pode causar assimetrias evidentes ou alterações na posição do mamilo;</li>



<li>mulheres com mamas pequenas ou médias, nas quais até mesmo a remoção de uma porção moderada de tecido pode causar mudanças visíveis no formato;</li>



<li>casos em que há queixas preexistentes nas mamas, como flacidez excessiva, tamanho muito grande ou assimetria evidente;</li>



<li>situações em que a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quimioterapia-antes-da-cirurgia/"><u>quimioterapia antes da cirurgia</u></a> (chamada quimioterapia neoadjuvante) reduz o câncer o suficiente para tornar a abordagem possível.</li>
</ul>



<p>Em contrapartida, a cirurgia oncoplástica tende a ser desaconselhada quando o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-cancer-mama-metastatico/"><u> tumor se espalhou por vários pontos</u></a> ou há diagnóstico de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-inflamatorio/"><u>carcinoma inflamatório.</u></a></p>



<p>Nesses casos, torna-se mais difícil remover a lesão cancerígena de modo seguro sem impacto na forma da mama.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a> Por que a mama saudável também pode precisar ser operada?</h3>



<p>Essa é uma dúvida comum entre as pacientes. <strong>De modo geral, a resposta envolve a busca por uma simetria satisfatória no resultado. </strong>Quando o cirurgião realiza uma cirurgia oncoplástica em uma das mamas, ele pode alterar o volume, o formato ou a posição do mamilo.</p>



<p>Para que ambas as mamas fiquem harmônicas<strong>, muitas vezes é recomendável realizar um procedimento de simetrização na mama contralateral</strong> (ou seja, aquela que não tem câncer). Para isso, o cirurgião pode eventualmente recorrer a técnicas como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>mamoplastia redutora, se a mama saudável for grande e a operada ficar menor após a remoção do tumor;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mastopexia-cancer-de-mama/"><u>mastopexia</u></a>, para reposicionar a mama saudável e igualar a altura da estrutura da aréola e do mamilo.</li>
</ul>



<p>É importante destacar que essa intervenção na mama contralateral é opcional e depende das preferências da paciente.</p>



<p>Algumas mulheres, por exemplo, optam por não realizar a simetrização imediatamente, preferindo avaliar o resultado final após a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-para-cancer-de-mama-opcoes-de-tratamento-cirurgico/"><u>conclusão de todos os tratamentos,</u></a> incluindo radioterapia, que pode causar <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cicatrizes-da-mama-apos-cirurgia-do-cancer/"><u>alterações adicionais na mama operada.</u></a></p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/aumento-dos-seios/"><u>Aumento dos seios com resultados mais naturais eleva a autoestima feminina</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Quais os benefícios físicos e psicológicos de uma cirurgia oncoplástica?</h2>



<p>Embora a preservação da aparência das mamas seja um aspecto central, as vantagens se estendem à qualidade de vida e ao bem-estar psíquico. Entre os ganhos que merecem destaque estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>possibilidade de remover uma quantidade maior de tecido</strong> sem comprometer a estética para alcançar margens livres de tumor com mais segurança;</li>



<li><strong>menor taxa de reintervenções</strong> para ampliação de margens quando comparada à lumpectomia tradicional;</li>



<li><strong>compatibilidade com outras opções de tratamento adjuvante</strong>, como a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/"><u>radioterapia;</u></a></li>



<li>preservação da <strong>sensibilidade mamária</strong>;</li>



<li><strong>melhora da autoimagem e autoestima,</strong> uma vez que preservar a aparência das mamas ajuda muitas mulheres a se sentirem mais confortáveis com seus corpos durante e após o tratamento.</li>
</ul>



<p>Como forma de ilustrar parte desses benefícios, uma revisão sobre o tema publicada em 2024 na revista <u><a href="https://www.nature.com/articles/s41598-025-30062-w" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Scientific </a></u><a href="https://www.nature.com/articles/s41598-025-30062-w"><u>Reports</u></a> trouxe achados importantes.</p>



<p>De acordo com os dados reunidos, foram analisados mais de 3.400 casos de mulheres com câncer de mama em estágio inicial submetidas a diferentes técnicas de cirurgia oncoplástica.</p>



<p>No fim<strong>, todas as técnicas utilizadas apresentaram segurança oncológica equivalente, com baixas taxas de recorrência e necessidade de nova excisão</strong>. Além disso, <strong>a satisfação geral foi alta, com média superior a 80%.</strong></p>



<p>De todo modo, cabe destacar que a paciente e o médico devem tomar de forma compartilhada a decisão sobre qual técnica utilizar. Cada caso é único e é preciso considerar cuidadosamente fatores como o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/"><u>estadiamento do tumor,</u></a> as características anatômicas, as expectativas e a disponibilidade de recursos.</p>



<p>Seja como for, a cirurgia oncoplástica representa um avanço significativo na busca por tratamentos que respeitem não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional e a qualidade de vida.</p>



<p>Independentemente do tipo de cirurgia,<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cuidados-pos-cirurgia-cancer-de-mama/"> </a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cuidados-pos-cirurgia-cancer-de-mama/"><u>vale repassar quais são os cuidados necessários depois dessa etapa do tratamento oncológico</u></a>.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-estetica-das-mamas/">Como uma cirurgia oncoplástica permite tratar um câncer de mama com menor impacto sobre a estética das mamas</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-estetica-das-mamas/">Como uma cirurgia oncoplástica permite tratar um câncer de mama com menor impacto sobre a estética das mamas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>Estudo mostra como linfomas em implantes de mama são mais frequentes em mulheres com mutação nos genes BRCA utilizando próteses texturizadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 12:17:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[BIA-ALCL]]></category>
		<category><![CDATA[brca]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[linfoma anaplásico de células grandes]]></category>
		<category><![CDATA[próteses texturizadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segurança das próteses mamárias é um tema que desperta atenção constante entre mulheres em diferentes circunstâncias. Nesse contexto, uma nova pesquisa trouxe informações adicionais sobre a relação entre alterações genéticas específicas e o risco de desenvolver linfomas em implantes de mama. O estudo, publicado em setembro de 2025 na revista científica Blood Advances,examinou como mutações nos genes BRCA1 e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A segurança das próteses mamárias é um tema que desperta atenção constante entre mulheres em diferentes circunstâncias. Nesse contexto, <strong>uma nova pesquisa trouxe informações adicionais sobre a relação entre alterações genéticas específicas e o risco de desenvolver linfomas em implantes de mama.</strong></p>



<p>O estudo, publicado em <a href="https://ashpublications.org/bloodadvances/article/9/17/4436/537761/BRCA1-2-impact-on-the-development-of-implant" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>setembro de 2025 na revista científica </u></a><a href="https://ashpublications.org/bloodadvances/article/9/17/4436/537761/BRCA1-2-impact-on-the-development-of-implant"><em><u>Blood Advances,</u></em></a><a href="https://ashpublications.org/bloodadvances/article/9/17/4436/537761/BRCA1-2-impact-on-the-development-of-implant"></a>examinou como <strong>mutações nos genes BRCA1 e BRCA2</strong> podem influenciar o aparecimento de <strong>um linfoma anaplásico de células grandes, uma forma de complicação rara, porém importante.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que é o linfoma anaplásico de células grandes associado a implantes mamários (BIA-ALCL)?</h2>



<p>Antes de compreender os achados do estudo, vale a pena repassar alguns detalhes do que define essa alteração.</p>



<p>Na prática, o chamado <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-de-celulas-grandes-e-silicone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>linfoma anaplásico de células grandes associado a implantes mamários </u></a>(conhecido pela sigla BIA-ALCL, derivada do seu nome em inglês) é um <strong>tipo raro de câncer do sistema imunológico</strong> que pode se desenvolver em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-mamaria-com-proteses/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mulheres com próteses de silicone.</u></a></p>



<p>Essa disfunção atinge especialmente as células T, que se tornam anormais e crescem de forma descontrolada.</p>



<p>O organismo mantém essas células em alerta para identificar e combater ameaças externas. Todavia, em alguns casos, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/silicone-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>presença do implante feito de silicone</u></a> pode <strong>desencadear uma resposta inflamatória crônica que culmina no desenvolvimento do linfoma.</strong></p>



<p>As evidências científicas disponíveis indicam que essa complicação está relacionada principalmente aos implantes com superfície texturizada (ou rugosa). Esse tipo de prótese possui uma textura mais áspera, originalmente desenvolvida para reduzir a movimentação do implante dentro da mama e diminuir certos contratempos pós-operatórios.</p>



<p>No entanto, a <strong>superfície texturizada parece funcionar como um gatilho</strong> que estimula uma <strong>reação inflamatória persistente no organismo</strong>, favorecendo alterações celulares que podem levar ao linfoma.</p>



<p>Os sintomas mais comuns da condição, que geralmente aparecem anos após a colocação do objeto, frequentemente envolvem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>inchaço da mama;</li>



<li>dor.;</li>



<li>presença de nódulos nas próprias mamas ou nas axilas;</li>



<li>mudanças no formato da mama, causando assimetrias;</li>



<li>coleção de fluidos (seromas) ao redor da prótese.</li>
</ul>



<p>Embora seja uma condição rara, o BIA-ALCL requer atenção. <strong>Quando diagnosticado precocemente, há boas perspectivas para os resultados do tratamento</strong>,que geralmente consiste na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/explante-silicone-antes-e-depois/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>remoção completa do implante </u></a>e da cápsula de tecido ao redor, como reforçam as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfoma-anaplasico-associado-a-implantes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>diretrizes mais atualizadas sobre o tema.</u></a></p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-silicone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Como funciona uma cirurgia para a remoção de próteses de silicone?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> De que forma os linfomas em implantes de mama estão conectados a alterações nos genes BRCA?</h2>



<p>Os <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">genes BRCA1 e BRCA2</a> são conhecidos por seu papel no aumento do risco de câncer de mama e ovário. Esses genes são responsáveis pelo reparo de danos no DNA das células.</p>



<p>Quando há mutações (herdadas de mãe ou pai) nesses genes, a capacidade de reparação fica comprometida, aumentando a probabilidade de desenvolvimento da enfermidade.</p>



<p>Em resumo, a <strong>pesquisa de meados de 2025 indica que mulheres portadoras de mutações nos genes BRCA1 ou BRCA2 apresentam risco maior de desenvolver BIA-ALCL</strong> quando utilizam implantes mamários, especialmente os texturizados.</p>



<p>Para chegar a essa conclusão, <strong>os autores do estudo reuniram dados de 3.500 mulheres que haviam sido submetidas a uma reconstrução mamária com próteses texturizadas</strong>. Elas fizeram isso depois de uma mastectomia conduzida como parte do tratamento de um câncer de mama.</p>



<p>Dentro desse grupo, 520 pacientes também tiveram os resultados de testes genéticos analisados, em busca de alterações capazes de aumentar a predisposição a um câncer. No fim, foi possível constatar que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>entre as 3.500 mulheres com implantes texturizados, 11 tiveram casos de BIA-ALCL;</li>



<li>no recorte de 520 mulheres que passaram por testes genéticos, 43 apresentavam mutações nos genes BRCA e sete desenvolveram um BIA-ALCL dentro de um período de acompanhamento médio de 11,5 anos;</li>



<li>em paralelo, considerando toda a amostra, foi possível comparar 13 mulheres com implantes e BIA-ALCL a um grupo controle de 39 mulheres com implantes, mas sem BIA-ALCL.</li>
</ul>



<p>A partir disso, <strong>os autores do artigo puderam constatar que mulheres com mutação no gene BRCA apresentaram uma probabilidade ajustada por idade 16 vezes maior de desenvolver o linfoma</strong> do que mulheres sem a mutação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Quais são as implicações práticas desses resultados para a saúde das mulheres?</h2>



<p>É importante ressaltar que, mesmo nesse grupo de maior risco, o BIA-ALCL continua sendo uma complicação rara.</p>



<p>Além disso, o estudo conta com amostras pequenas, o que pode afetar a confiança nos achados. Contudo, a identificação dessa conexão talvez seja um primeiro passo para orientar decisões médicas mais assertivas.</p>



<p>Para mulheres com mutações nos genes BRCA1 ou BRCA2 que planejam realizar reconstrução mamária após mastectomia ou cirurgia estética com implantes, <strong>os resultados reforçam a importância de discutir alternativas com seus médicos.</strong></p>



<p>Opções como implantes de superfície lisa (que não apresentam o mesmo risco aumentado) ou <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/reconstrucao-mamaria-retalhos-miocutaneos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>técnicas de reconstrução autóloga </u></a>(usando o próprio tecido da paciente) devem entrar na lista de considerações.</p>



<p>Outro ponto relevante é o acompanhamento médico. <strong>Mulheres portadoras dessas mutações genéticas que já possuem implantes texturizados devem manter vigilância redobrada</strong>, com consultas regulares e atenção especial a qualquer alteração nas mamas.</p>



<p>Para profissionais de saúde, <strong>os resultados destacam a importância de uma avaliação completa e individualizada</strong>. O histórico genético deve fazer parte da discussão sobre riscos e benefícios dos diferentes tipos de implantes mamários disponíveis.</p>



<p>Em resumo, embora os linfomas em implantes de mama continuem sendo uma complicação rara, o conhecimento sobre fatores de risco genéticos permite decisões mais informadas e acompanhamento adequado, sempre com o objetivo de garantir a segurança e o bem-estar das pacientes.</p>



<p>Aproveite agora e entenda o que é e o que pode explicar a<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/doenca-silicone/"></a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/doenca-silicone/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>doença do silicone</u></a>, diagnóstico ainda envolto em muitas dúvidas.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/">Estudo mostra como linfomas em implantes de mama são mais frequentes em mulheres com mutação nos genes BRCA utilizando próteses texturizadas</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfomas-em-implantes-de-mama/">Estudo mostra como linfomas em implantes de mama são mais frequentes em mulheres com mutação nos genes BRCA utilizando próteses texturizadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<item>
		<title>Instituto À Flor da Pele: novas conquistas e um resumo sobre a expansão da iniciativa ao longo de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Projeto à Flor da Pele]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[projeto À Flor da Pele]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução mamária]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento do câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unir ciência, solidariedade e amor ao próximo: esses são os pilares do Instituto À Flor da Pele. A iniciativa reúne o esforço e a dedicação de dezenas de profissionais de saúde e já impactou positivamente a vida de mais de 200 mulheres por meio de procedimentos de reconstrução mamária. Confira um resumo de como o Instituto À Flor da Pele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Unir ciência, solidariedade e amor ao próximo: esses são os pilares do Instituto À Flor da Pele. A iniciativa reúne o esforço e a dedicação de dezenas de profissionais de saúde e já impactou positivamente a vida de mais de 200 mulheres por meio de procedimentos de reconstrução mamária.</p>



<p>Confira um resumo de como o Instituto À Flor da Pele fez a diferença na vida das pacientes beneficiadas e entenda melhor o que está por vir para o futuro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Qual a origem e os objetivos do Instituto À Flor da Pele?</h2>



<p>Mais do que uma questão estética, a reconstrução mamária após a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/masctectomia-quandanctomia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>retirada parcial ou total do tecido mamário </u></a>como parte de um tratamento oncológico é um fator relevante na qualidade de vida de quem se recupera da doença.</p>



<p>Esse aspecto é destacado por entidades médicas e científicas, como a <a href="https://sbmastologia.com.br/para-a-populacao/nova-lei-amplia-o-direito-das-mulheres-sobre-cirurgias-reparadoras-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Brasileira de Mastologia,</u></a> e pela própria legislação brasileira. Em 2025, <a href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2025/07/governo-amplia-direito-a-cirurgia-reparadora-da-mama-pelo-sus-e-planos-de-saude" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>o texto legal foi atualizado</u></a>, assegurando o direito ao procedimento, inclusive pelo sistema público de saúde. <strong>Ainda assim, barreiras no acesso adequado a essa intervenção cirúrgica permanecem.</strong></p>



<p>Foi com isso em mente que o Dr. Cléber Sérgio da Silva, coordenador da Residência Médica em Mastologia do Hospital Hélio Angotti (Uberaba – MG) e membro titular da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), idealizou o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/projeto-a-flor-da-pele-reconstrucao-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>projeto À Flor da Pele</u></a>, que hoje é o Instituto À Flor da Pele.</p>



<p>O objetivo, desde o princípio, foi sempre o mesmo: <strong>oferecer cirurgias reconstrutivas por meio de uma iniciativa filantrópica a mulheres que não têm acesso a esse tipo de tratamento pelo SUS.</strong></p>



<p>Tudo é feito baseando-se não apenas nas principais diretrizes técnicas e científicas sobre o tema, mas também no caráter humano e no potencial transformador que a união de esforços em prol do próximo proporciona.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> O que foi feito de mais importante em 2025?</h2>



<p>Até o momento, <strong>222 pacientes já foram beneficiadas pelo Instituto </strong>À Flor da Pele. Elas estão distribuídas em diferentes localidades do país:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>171 em Uberaba (MG).</li>



<li>16 em Caruaru (PE).</li>



<li>35 em João Pessoa (PB).</li>
</ul>



<p>Além do Dr. Cléber Sérgio, <strong>o projeto conta com uma ampla rede de profissionais que se unem em torno da causa. </strong>Só assim esses números expressivos são possíveis.</p>



<p>Em João Pessoa (PB), a ação foi realizada em parceria com a <a href="https://www.instagram.com/dra.anatherezauchoa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Dra. Ana Tereza Uchôa</u></a>. Já em Caruaru (PE), o trabalho contou com o <a href="https://www.instagram.com/darleyfh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Dr. Darley Ferreira</u></a> que também participou da organização e execução das cirurgias.</p>



<p>Adicionalmente, a sexta edição do projeto em Uberaba, que teve como carro-chefe mais um mutirão de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/oncoplastia-e-reconstrucao-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>reconstruções mamárias,</u></a> sediou também o <strong>&#8220;II Uberbreast e I Congresso Multidisciplinar em Oncologia Feminina: Ciência, Cuidado e Equidade&#8221;.</strong></p>



<p>O evento foi realizado pelo Instituto À Flor da Pele, com apoio do Hospital Hélio Angotti e da ConectaMED, e aconteceu em outubro de 2025.</p>



<p>Nesse encontro, foram reunidos especialistas para discutir os principais avanços no diagnóstico e tratamento dos tumores femininos (ginecológicos e de mama). O foco foram as práticas clínicas atualizadas e a humanização do cuidado, bem como o enfrentamento das desigualdades no acesso à saúde.</p>



<p>O público-alvo do congresso era composto por estudantes de medicina de Uberaba e região, além de profissionais da saúde (como enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e gestores de saúde) com a finalidade de fomentar a educação continuada e a troca de conhecimento entre os presentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Quais as perspectivas para o futuro do Instituto À Flor da Pele?</h2>



<p>Ao longo do ano de 2025, o projeto também seguiu atuante em outras frentes. Entre elas estão a captação de recursos e o estabelecimento de parcerias a fim de permitir a manutenção das atividades planejadas em curso.</p>



<p>Para os próximos anos, <strong>o objetivo é atender pacientes de outros estados brasileiros e até mesmo de outros países</strong>, ampliando significativamente o alcance do Instituto À Flor da Pele.</p>



<p>Como parte desse esforço, a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/projeto-a-flor-da-pele-reconstrucao-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Dra. Brenda Delgado </u></a>integra, desde 2022, o corpo clínico de mastologistas <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-oncoplastica-mamaria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>especialistas em oncoplastia</u></a> e reconstrução mamária que se voluntariaram para a realização dos procedimentos. Assim, ela contribui de forma ativa para que esse trabalho siga crescendo e transformando vidas.</p>



<p>Em suma, a <strong>mensagem por trás de todo o trabalho do Instituto À Flor da Pele é que a união de esforços, conhecimento e solidariedade pode transformar realidades</strong>. Com isso, cada intervenção carrega um significado profundo como parte de um processo não só de recuperação física, mas também de superação e recomeço das pacientes atendidas.</p>



<p>Para mais informações e para acompanhar cada um dos passos dessa iniciativa transformadora, siga a página no Instagram tanto do<a href="https://www.instagram.com/instituto.aflordapele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> Instituto À Flor da Pele </u></a>quanto do <a href="https://www.instagram.com/clebersergio.mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Dr. Cléber Sérgio, </u></a>que coordena as atividades com dedicação e expertise.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/instituto-a-flor-da-pele/">Instituto À Flor da Pele: novas conquistas e um resumo sobre a expansão da iniciativa ao longo de 2025</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/instituto-a-flor-da-pele/">Instituto À Flor da Pele: novas conquistas e um resumo sobre a expansão da iniciativa ao longo de 2025</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os benefícios e os cuidados necessários com as terapias complementares no câncer de mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Vida após o câncer]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar da paciente]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[terapias complementares e integrativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diagnóstico de câncer de mama é um momento delicado para qualquer mulher. Nesse contexto, junto dos tratamentos convencionais disponíveis, muitas pacientes buscam formas de melhorar sua qualidade de vida durante essa jornada. Assim, asterapias complementares no câncer de mamasurgem como uma possibilidade real de tornar o tratamento mais tolerável, sem substituir as abordagens comprovadas pela medicina,sendo cada vez mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico de câncer de mama é um momento delicado para qualquer mulher. Nesse contexto, junto dos tratamentos convencionais disponíveis, muitas pacientes buscam formas de melhorar sua qualidade de vida durante essa jornada.</p>



<p>Assim, asterapias complementares no câncer de mama<strong>surgem como uma possibilidade real de tornar o tratamento mais tolerável, sem substituir as abordagens comprovadas pela medicina,</strong>sendo cada vez mais procuradas.</p>



<p>Ao mesmo tempo, aparecem dúvidas sobre a efetividade e a segurança desses recursos, o que merece ser sempre discutido. É isso o que vamos fazer nos tópicos a seguir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que são as terapias complementares no câncer de mama?</h2>



<p>As <strong>terapias complementares (ou integrativas) no câncer de mama são práticas utilizadas em conjunto com o tratamento médico convencional</strong>. Ou seja, em complemento à cirurgia, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quem-quimioterapia-pode-comer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>quimioterapia,</u></a> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>radioterapia</u></a>, hormonioterapia e o que mais for pertinente conforme orientação profissional.</p>



<p>De modo geral, essas práticas englobam uma série de técnicas que trabalham o corpo e a mente de forma integrada. As mais conhecidas são a acupuntura, a meditação e a ioga, entre outras modalidades terapêuticas.</p>



<p>Um trabalho apresentado na <a href="https://ecancer.org/en/news/20417-asco-2021-breast-cancer-patients-embrace-integrative-health-during-treatment" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>edição de 2021 do encontro da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) </u></a>revelou que <strong>73% das pacientes com câncer de mama nos Estados Unidos relataram usar ao menos um tipo de terapia complementar</strong> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-enfrentar-o-diagnostico-de-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>após o diagnóstico.</u></a></p>



<p>Esse número é muito superior às estimativas que os oncologistas tinham sobre a utilização desses métodos, que, em geral, <strong>não ultrapassava metade das pacientes atendidas (43%)</strong>. Ainda assim, dois terços dos médicos e das pacientes acreditam que essas técnicas têm potencial para melhorar a qualidade de vida durante o tratamento.</p>



<p>No Brasil, essas práticas também ganham espaço. Muitas delas já foram incorporadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) dentro da P<a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnpic.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>olítica Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde</u></a> (as PICs), posta em prática em 2006.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Por que elas são diferentes das terapias alternativas?</h2>



<p>Embora os termos sejam frequentemente usados de forma conjunta, <strong>existe uma diferença fundamental entre terapias complementares e terapias alternativas no câncer de mama</strong>. Essa distinção é crucial para a segurança das pacientes.</p>



<p>Comumente, <strong>as terapias alternativas são aquelas utilizadas no lugar dos tratamentos convencionais</strong>. Em outras palavras, quando uma pessoa opta por substituir a quimioterapia, a cirurgia ou a radioterapia por dietas restritivas,<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementos-e-tratamento-do-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> suplementos sem comprovação </u></a>ou outras práticas não validadas pela ciência, ela está assumindo riscos consideráveis.</p>



<p>Não raro, a substituição ou o atraso no início do tratamento adequado pode permitir que o tumor avance para estágios mais graves, reduzindo drasticamente as <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>chances de remissão da doença.</u></a></p>



<p>Por outro lado, <strong>as terapias complementares são usadas ao lado dos tratamentos médicos comprovados</strong>. Elas não prometem curar o câncer, mas sim ajudar a aliviar <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-radioterapia-pele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>efeitos colaterais</u></a> e reduzir sintomas (como insônia, ansiedade e dor, entre outros) para melhorar a qualidade de vida como um todo, dentro do possível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Que tipo de benefício é possível obter com esse recurso?</h2>



<p>As terapias complementares no câncer de mama oferecem benefícios cada vez mais documentados, especialmente no manejo de sintomas e efeitos colaterais do tratamento.</p>



<p>Para ajudar a separar o que de fato é relevante, a <a href="https://ascopubs.org/doi/10.1200/EDBK_431554" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) e a Sociedade de Oncologia Integrativa</u></a> publicaram diretrizes sobre o uso dessas práticas, classificando-as de acordo com o grau de evidência científica disponível. Entre os benefícios mais consistentes, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>redução da ansiedade: </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/beneficios-meditacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>meditação, </u></a>ioga e musicoterapia podem amenizar o desconforto em pacientes, o que está associado a melhorias na <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/dicas-para-cuidar-da-saude-mental-durante-tratamento-de-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>saúde mental</u></a> e no bem-estar emocional;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cansaco-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>combate à fadiga</strong></u></a><strong>: </strong>a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/beneficios-acupuntura/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>acupuntura </u></a>e a ioga já se mostraram úteis no combate à fadiga pós-tratamento, um dos sintomas mais debilitantes relatados pelas pacientes;</li>



<li><strong>alívio da dor: </strong>mais uma vez, a acupuntura e a musicoterapia demonstraram potencial para o alívio da dor relacionada ao câncer;</li>



<li><strong>prevenção e controle do </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/linfedema-bracos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>linfedema</strong></a><strong>: </strong>por meio dedrenagem linfática manual e uso de faixas de compressão no pós-cirurgia.</li>
</ul>



<p>Seja como for, muito ainda precisa ser explorado quando o tema é o uso de terapias complementares no câncer de mama. O que funciona para uma pessoa pode não ser tão efetivo em outras circunstâncias, por exemplo.</p>



<p>Por isso, vários estudos estão em curso para determinar como e quando esse tipo de solução tende a apresentar melhores resultados nas diferentes fases do tratamento oncológico.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cannabis-medicamento-para-cancer-interacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>O risco de interação entre a cannabis e os medicamentos para o câncer</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que médicos e pacientes devem levar em consideração nessas abordagens?</h2>



<p>Acima de tudo, <strong>é fundamental que as terapias complementares no câncer de mama sejam implementadas de forma segura</strong>. Com tal finalidade, existem aspectos importantes que tanto médicos quanto pacientes devem sempre ter em mente.</p>



<p><strong>A comunicação transparente entre paciente e equipe médica é essencial.</strong> Muitas mulheres hesitam em compartilhar que estão utilizando terapias complementares por receio de julgamento. No entanto, o oncologista e o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/quando-procurar-mastologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>mastologista</u></a> precisam ter essa informação para garantir que não haja interações prejudiciais com os tratamentos em curso.</p>



<p>Além disso, nem todas as terapias complementares são reguladas adequadamente pelas autoridades responsáveis. Diferentemente dos medicamentos convencionais, muitas práticas integrativas não passam por controle de qualidade rigoroso. Por isso, é importante buscar profissionais qualificados, apoiando-se em fontes confiáveis e reconhecidas.</p>



<p><strong>Outro ponto de atenção refere-se às expectativas realistas.</strong> As terapias complementares não substituem o tratamento convencional e não curam o câncer. Elas devem ser vistas como parte de um plano de cuidado mais amplo e integrado.</p>



<p>Por fim, a individualização do cuidado é fundamental. A escolha das ferramentas complementares deve levar em conta o perfil da paciente, o<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/biomarcadores-tumorais-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u> tipo de tumor</u></a>, o <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/estagios-cancer-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>estágio da doença</u></a> e os tratamentos convencionais em curso. Cada caso exige uma avaliação minuciosa.</p>



<p>De todo modo, quando utilizadas de forma consciente e orientada, <strong>as terapias complementares no câncer de mama representam uma abordagem promissora para o suporte à paciente</strong>. Elas refletem uma mudança positiva, que cada vez mais reconhece a importância de tratar não apenas a doença, mas a pessoa como um todo.</p>



<p>Depois de conhecer os benefícios das terapias complementares, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/suplementos-e-tratamento-do-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>confira 5 pontos da relação entre suplementos e câncer de mama</u></a> que toda paciente deve saber.</p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapias-complementares-no-cancer-de-mama/">Os benefícios e os cuidados necessários com as terapias complementares no câncer de mama</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/terapias-complementares-no-cancer-de-mama/">Os benefícios e os cuidados necessários com as terapias complementares no câncer de mama</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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		<title>A relação entre a retirada dos ovários e o risco aumentado de insuficiência cardíaca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de ovário]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[ovários]]></category>
		<category><![CDATA[remoção dos ovários]]></category>
		<category><![CDATA[saúde cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[saúde oncológica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A retirada dos ovários pode ser indicada em diferentes situações, principalmente quando há risco aumentado para o desenvolvimento de câncer de mama ou de ovário. Embora o procedimento seja considerado seguro, uma nova pesquisa, apresentada na Sessão Científica Anual do Colégio Americano de Cardiologia de 2025, alerta para a importância de se avaliar cuidadosamente o momento de realização da cirurgia, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A retirada dos ovários <strong>pode ser indicada em diferentes situações,</strong> principalmente quando há risco aumentado para o desenvolvimento de câncer de mama ou de ovário.</p>



<p>Embora o procedimento seja considerado seguro, uma nova pesquisa, apresentada na Sessão Científica Anual do Colégio Americano de Cardiologia de 2025, alerta para a importância de se avaliar cuidadosamente o momento de realização da cirurgia, uma vez que a <strong>retirada dos ovários antes da menopausa pode elevar o risco de insuficiência cardíaca no futuro.</strong></p>



<p>Por isso, entender essa relação é essencial para que a decisão seja tomada com segurança, junto ao acompanhamento médico adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Possíveis indicações para a retirada dos ovários</h2>



<p>Chamada de <strong>ooforectomia bilateral</strong>, a remoção dos ovários pode ser recomendada por diferentes motivos, desde o tratamento de doenças até a prevenção de certos tipos de câncer.</p>



<p>Em muitos casos, ela é feita em conjunto à <strong>retirada das tubas uterinas</strong>, procedimento conhecido como <strong>salpingo-ooforectomia bilateral</strong>.</p>



<p>Entre as indicações mais comuns está a <strong>prevenção do</strong> <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/resultado-anatomapatologico-cancer-de-mama/"><u><strong>câncer de mama</strong></u></a><strong> e de ovário</strong> <strong>em mulheres com alto risco genético.</strong> Essa conduta é considerada profilática . Ou seja, visa reduzir a probabilidade de surgimento da doença no futuro.</p>



<p>Os principais fatores que costumam orientar essa decisão são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>presença de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/"><u>mutações genéticas nos genes </u></a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/"><em><u>BRCA1</u></em></a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/"><u> e </u></a><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/"><em><u>BRCA2</u></em></a>;</li>



<li>histórico familiar de câncer de ovário ou de mama;</li>



<li>diagnóstico prévio de câncer de mama precoce (entre os 20 e 40 anos).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a> Impactos no organismo após a remoção dos ovários</h2>



<p>Em mulheres com alterações genéticas conhecidas, a retirada dos ovários pode diminuir significativamente o risco de desenvolver câncer, especialmente quando associada a outras medidas preventivas e de acompanhamento regular.</p>



<p>Isso ocorre porque a remoção dessas estruturas provoca a <strong>queda abrupta da produção de hormônios femininos</strong>, como o estrogênio e a progesterona.</p>



<p>Em contrapartida, <strong>a alteração hormonal pode gerar consequências negativas ao organismo feminino.</strong></p>



<p>Uma delas é a antecipação dos <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/tratamento-nao-hormonal-ondas-de-calor-da-menopausa/"><u>sintomas da menopausa</u></a> e efeitos em diferentes sistemas do corpo, incluindo o cardiovascular, o ósseo e o metabólico.</p>



<p id="leia">Leia mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/retirada-ovarios/"><u>Retirada dos ovários: em que situações esse procedimento ajuda na redução do risco de um câncer de mama?</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a retirada dos ovários aumenta o risco cardíaco</h2>



<p>Como citado, o<a href="https://www.jacc.org/doi/pdf/10.1016/S0735-1097%2825%2901966-7?download=true"> <u>estudo apresentado na Sessão Científica Anual do Colégio Americano de Cardiologia</u></a> revelou que <strong>mulheres cujos ovários foram removidos antes da menopausa podem apresentar maior probabilidade de desenvolver insuficiência cardíaca em um momento posterior.</strong></p>



<p>A pesquisa avaliou 3.972 mulheres, com idade média de 44 anos no momento da cirurgia. Ao longo do acompanhamento, 36 delas (menos de 1%), com média de idade de 57 anos, desenvolveram insuficiência cardíaca.</p>



<p><a></a>Apesar do número absoluto ser baixo, <strong>as mulheres submetidas à ooforectomia bilateral apresentaram 50% mais probabilidade de desenvolver insuficiência cardíaca</strong> em comparação às que não passaram pelo procedimento.</p>



<p>O quadro ocorre quando o<strong> músculo do coração não consegue bombear sangue de forma eficiente</strong> para o restante do corpo. Com isso, o sangue pode se acumular e provocar retenção de líquidos, especialmente nos pulmões e nas pernas. Os sintomas mais frequentes incluem falta de ar durante atividades leves ou ao deitar, batimentos irregulares, fadiga, inchaço nos membros inferiores e chiados no peito. Embora seja uma condição séria, <strong>o tratamento adequado pode melhorar a qualidade de vida e prolongar a sobrevida</strong>.</p>



<p>Os pesquisadores responsáveis pelo estudo acreditam que o aumento verificado no risco cardíaco esteja relacionado à queda súbita dos níveis de estrogênio. Isso porque o hormônio contribui para a proteção do coração e para manter o bom funcionamento dos vasos sanguíneos.</p>



<p>Entre as participantes, o risco também foi ainda mais alto entre mulheres brancas, que tiveram duas vezes mais chance de apresentar a condição.</p>



<p id="leia">Confira também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/sindrome-metabolica-cancer-mama/"><u>Estudo aponta como síndrome metabólica interfere na incidência e na mortalidade pelo câncer de mama</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como reduzir o risco cardíaco e cuidar da saúde após a remoção ovariana</h2>



<p>A decisão de retirar ou não os ovários deve envolver sempre uma equipe médica multidisciplinar para que seja definido o momento ideal e as estratégias de acompanhamento após a cirurgia.</p>



<p>Assim, caso o procedimento se prove realmente necessário, sobretudo antes da menopausa, é importante conversar com profissionais sobre <strong>formas eficazes de</strong> <strong>proteger a saúde cardiovascular</strong>.</p>



<p>Entre as medidas que podem ser consideradas para evitar o risco cardíaco, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>avaliação regular da função cardíaca e dos níveis de colesterol;</li>



<li>prática de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/"><u>exercícios físicos</u></a> orientados;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentos-ajudam-na-prevencao-ao-cancer-de-mama/"><u>alimentação equilibrada</u></a>, rica em frutas, legumes e gorduras boas;</li>



<li>controle da pressão arterial e do <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/conexoes-entre-estresse-e-cancer-de-mama/"><u>estresse</u></a>;</li>



<li>discussão sobre a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-colaterais-terapia-hormonal/"><u><strong>terapia de reposição hormonal</strong></u></a>, quando indicada (exceto em casos de câncer de mama com receptor hormonal positivo).</li>
</ul>



<p>De acordo com os pesquisadores do estudo, <strong>adiar o procedimento</strong> <strong>também pode ser uma alternativa para algumas mulheres</strong>, desde que o risco oncológico permita.</p>



<p>Adicionalmente, outra possibilidade é o uso de medicamentos que interrompem temporariamente a função ovariana, embora o impacto dessa abordagem sobre o risco cardíaco ainda não seja totalmente conhecido.</p>



<p>Diante de todos esses aspectos, é fundamental que cada caso seja sempre analisado individualmente para garantir a segurança da paciente, levando em conta o histórico familiar, as condições de saúde e o acompanhamento contínuo com profissionais especializados.</p>



<p>Aproveite e entenda também <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cirurgia-bariatrica-cancer-de-mama/"><u>a influência da cirurgia bariátrica na redução do risco de câncer de mama</u></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><br></h2><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/relacao-entre-retirada-dos-ovarios-e-insuficiencia-cardiaca/">A relação entre a retirada dos ovários e o risco aumentado de insuficiência cardíaca</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/relacao-entre-retirada-dos-ovarios-e-insuficiencia-cardiaca/">A relação entre a retirada dos ovários e o risco aumentado de insuficiência cardíaca</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Câncer de mama em homens continua raro, mas vem aumentando no mundo todo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Brenda Fabiola Delgado Taboada]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama masculino]]></category>
		<category><![CDATA[câncer em homens]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas do câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[tipos de câncer de mama]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora seja mais comum em mulheres, o câncer de mama também pode ocorrer no público masculino. A incidência de casos de tumores mamários nesse grupo, por sinal, vem crescendo nos últimos anos. De acordo com estudo publicado neste ano, na revista Clinical Breast Cancer, o número de casos de câncer de mama em homens mais que dobrou entre 1990 e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Embora seja mais comum em mulheres, <strong>o câncer de mama também pode ocorrer no público masculino</strong>. A incidência de casos de tumores mamários nesse grupo, por sinal, vem crescendo nos últimos anos.</p>



<p><br>De acordo com estudo publicado neste ano, na revista Clinical Breast Cancer, o número de <strong>casos de câncer de mama em homens mais que dobr</strong><strong>ou</strong><strong> entre 1990 e 2021</strong>.</p>



<p>Os dados acendem um alerta para a importância do diagnóstico precoce e da conscientização sobre a condição que, apesar de rara, pode ter sérias consequências se não for tratada a tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxas de incidência e mortalidade por câncer de mama em homens ao longo do tempo</h2>



<p>Para realizar a pesquisa, os autores utilizaram dados do <em>Global Burden of Disease</em> — banco internacional que reúne informações sobre 371 condições de saúde em mais de 200 países.</p>



<p><br>A análise dos dados revela um <strong>crescimento expressivo no número de diagnósticos de câncer de mama em homens cuja idade varia entre 15 a 64 anos.</strong></p>



<p>Em 2021, por exemplo, foram <strong>20.750 casos de câncer de mama masculino</strong> — um aumento de <strong>272% em relação a 1990</strong>.</p>



<p>Nesse período, a taxa de incidência padronizada por idade passou de 0,40 para 0,77 (por 100 mil homens); a taxa de mortalidade, em contrapartida, subiu de 0,18 para 0,22 (por 100 mil homens).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>O que explica o aumento do câncer de mama em homens</h3>



<p>Segundo os autores do estudo, o <strong>envelhecimento da população e o aumento dos fatores de risco modificáveis</strong> ajudam a explicar essas tendências.</p>



<p>Entre os homens diagnosticados com câncer de mama, o <strong>consumo excessivo de carne vermelha foi o principal hábito associado ao risco de morte pela doença</strong>, seguido pela <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alcool-cancer-de-mama/"><u>ingestão de álcool</u></a> e pela exposição ao fumo passivo.</p>



<p>Nesse sentido, os dados mostram a importância de ampliar a conscientização e a prevenção — incluindo <strong>mudanças no estilo de vida </strong>— para reduzir o risco de desenvolvimento do câncer de mama em homens, ressalta artigo sobre a pesquisa, publicado no <a href="https://www.breastcancer.org/news/male-breast-cancer-cases-increase" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>portal do Breast Cancer</u></a>.</p>



<p id="leia">Leia também: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-no-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>O impacto do câncer de mama no Brasil</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O câncer de mama em homens no Brasil</h2>



<p>O câncer de mama ocorre quando há uma multiplicação desordenada de células anormais no tecido mamário, formando um tumor que pode invadir estruturas próximas e, em alguns casos, se espalhar para outros órgãos (<a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-mama-metastatico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>metástases</u></a>).</p>



<p>Embora o tecido mamário em homens seja menor do que em mulheres, o câncer na população masculina deve ser considerado sério tanto quanto o diagnosticado na feminina.</p>



<p>Atualmente, a doença <strong>representa cerca de 1% de todos os casos no Brasil</strong>, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Embora raro, <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/outubro/brasil-registrou-207-obitos-de-homens-por-cancer-de-mama-em-2020" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>o país registrou 207 óbitos de homens em decorrência da doença</u></a> em 2020 (ano mais recente com dados sobre a doença).</p>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, a probabilidade de desenvolver câncer de mama cresce diante de condições que desequilibram os hormônios ou causam danos às células, facilitando o aparecimento de tumores.</p>



<p>O histórico familiar também eleva o risco, mesmo quando há registros apenas entre mulheres da família.</p>



<p>Dessa forma, entre os principais fatores estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>alterações genéticas (como </strong><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/mutacao-gene-brca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>mutação no gene BRCA2</strong></u></a><strong>)</strong>;</li>



<li><strong>obesidade</strong>, que eleva os níveis de estrogênio;</li>



<li><strong>consumo excessivo de álcool</strong>;</li>



<li><strong>doenças hepáticas crônicas</strong>;</li>



<li><strong>síndrome de Klinefelter</strong> (condição genética caracterizada pela presença de um cromossomo X extra, o que aumenta o estrogênio no organismo);</li>



<li><strong>radioterapia prévia</strong> na região do tórax.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Principais tipos de câncer de mama masculino</h2>



<p>Os tipos mais frequentes de tumores mamários em homens são semelhantes aos observados em mulheres, apontam o Ministério da Saúde e o INCA. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/carcinoma-ductal-invasivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>Carcinoma Ductal Invasivo</strong></u></a><strong>:</strong> mais comum, responsável por cerca de 80% dos casos. Inicia-se na parede dos ductos mamários e pode avançar para o tecido glandular da mama.</li>



<li><strong>Carcinoma Ductal In Situ:</strong> tem origem nos ductos mamários, mas permanece restrito à região, sem se espalhar para outras estruturas;</li>



<li><a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-e-doenca-paget/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u><strong>Doença de Paget</strong></u></a><strong>:</strong> também se desenvolve, em um primeiro momento, nos ductos e acomete os mamilos, causando lesões, <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/coceira-nas-mamas-o-que-pode-ser/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>coceira</u></a> e sangramentos.</li>
</ul>



<p>Da mesma forma, os sintomas também são muito similares em homens e mulheres, incluindo <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/nodulos-na-mama-o-que-podem-indicar/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>nódulos palpáveis</u></a> na região mamária, alterações na textura da pele, mudanças na cor ou no aspecto do mamilo, além de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/o-que-pode-ser-pus-na-mama/"><u>secreção</u></a> ou sangramentos espontâneos.</p>



<p>Os protocolos de manejos clínicos são os mesmos utilizados para mulheres, podendo envolver cirurgias ou outras abordagens oncológicas (como <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/efeitos-primeira-sessao-quimio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>quimioterapia</u></a> e <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/como-e-feita-a-radioterapia-na-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>radioterapia</u></a>).</p>



<p>Entretanto, como muitos homens não costumam observar a região com atenção ou associar os sinais descritos com doença, <strong>o diagnóstico do câncer de mama neles costuma acontecer em estágios avançados</strong> — o que pode dificultar o tratamento.</p>



<p id="leia">Saiba mais: <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Câncer de Mama em Homens</u></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a atenção e a prevenção salvam vidas</h2>



<p>O estudo publicado na <em>Clinical Breast Cancer</em> reforça que o aumento dos casos de câncer de mama em homens é uma tendência mundial, merecendo atenção da comunidade médica e da população.</p>



<p>Por ser considerado raro na população masculina, o câncer de mama é considerado por muitos homens como uma preocupação exclusivamente feminina. Consequentemente, <strong>medidas de prevenção são ignoradas por esse grupo, assim como os sintomas</strong>.</p>



<p>Por isso, é fundamental ampliar a conscientização sobre o tema e reforçar que o câncer de mama também exige atenção dos homens. Além disso, pequenas atitudes podem fazer a diferença. Entre elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>manter hábitos saudáveis</strong>, com <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/alimentos-ajudam-na-prevencao-ao-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>alimentação equilibrada</u></a> e prática regular de <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/atividade-fisica-e-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>atividade física</u></a>;</li>



<li><strong>evitar o consumo excessivo de álcool e carne vermelha</strong>;</li>



<li><strong>parar de fumar</strong> e reduzir a exposição ao fumo passivo;</li>



<li><strong>observar alterações no corpo</strong>, especialmente na região das mamas e mamilos;</li>



<li><strong>realizar check-ups de saúde periodicamente e buscar avaliação médica</strong> ao notar qualquer alteração relevante.</li>
</ul>



<p>Quanto antes o câncer de mama em homens for identificado e tratado, <strong>maiores são as chances de recuperação completa.</strong></p>



<p>Aproveite e saiba mais sobre a <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/recorrencia-do-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>recorrência do câncer de mama: quais os riscos e como evitar?</u></a></p><p>The post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens-2/">Câncer de mama em homens continua raro, mas vem aumentando no mundo todo</a> first appeared on <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p><p>O post <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br/cancer-de-mama-em-homens-2/">Câncer de mama em homens continua raro, mas vem aumentando no mundo todo</a> apareceu primeiro em <a href="https://mastologistaemsaopaulo.com.br">Dra. Brenda Delgado | Mastologista</a>.</p>
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